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    Diretor e elenco de Monster Hunter pedem desculpas por polêmica chinesa

    8 de dezembro de 2020 /

    O diretor de “Monster Hunter”, Paul W.S. Anderson, sua esposa Milla Jovovich, que estrela o longa, e o ator Jin Au-Yeung, responsável por uma frase polêmica no filme, iniciaram uma procissão de desculpas após uma cena do filme ser considerada racista pelo público chinês, a ponto de levar a produção a ser retirada dos cinemas da China. Em comunicado, Anderson afirmou: “Estou absolutamente devastado que uma frase do nosso filme, ‘Monster Hunter’, tenha ofendido parte do público na China. Me desculpo por qualquer ansiedade ou chateação que esse diálogo e sua interpretação causaram. ‘Monster Hunter’ foi feito para ser um entretenimento divertido e estou mortificado que qualquer coisa nele tenha resultado numa ofensa não intencional. Nós respeitosamente removemos a frase do filme. Nunca foi nossa intenção enviar uma mensagem de discriminação ou desrespeito para ninguém. Ao contrário: em seu coração, esse filme é sobre união”. Já o ator Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, postou um vídeo nas redes sociais comentando a piada, dita por seu personagem. “O filme ‘Monster Hunter’ foi lançado recentemente na China e tem acontecido muita controvérsia por conta de uma frase que meu personagem diz. É uma pena que isso tenha escalado para este nível, especialmente porque a cena era para ser edificante. Senti necessidade de falar sobre isso porque o que está em jogo não é a minha carreira, mas algo ainda mais importante para o meu coração – as minhas raízes. Passei os últimos 20 anos usando minha plataforma em prol da inclusão e para ser uma voz positiva na minha comunidade. Tenho e sempre terei orgulho das minhas origens. Aos meus fãs chineses, agradeço todo o apoio e compreensão durante este período”. Milla Jovovich comentou a mensagem de Jin, lamentando que ele tenha sentido “a necessidade de se desculpar”. “Você é incrível e sempre falou sobre o orgulho de sua origem chinesa. A frase que você improvisou no filme foi feita para lembrar as pessoas desse orgulho, não para insultar. Deveríamos ter pesquisado a origem histórica disso e essa culpa é 100% nossa, mas você não fez nada errado. Nenhum de nós jamais tinha ouvido essa referência dos joelhos. Você incluiu. Infelizmente foi um erro e a tradução chinesa não ajudou. Nós te adoramos, Jin, e estamos orgulhosos de termos trabalhado com você nesse projeto divertido e empolgante e espero que isso não o deixe triste. Foi nossa culpa não fazer nossa tarefa de encontrar a referência da 2ª Guerra que causou tudo isso. Nós te amamos, Jin”. O post da atriz praticamente empurra toda a responsabilidade para o ator e rapper asiático-americano, afirmando que o texto não estava no roteiro e foi inserido por Jin. A piada dura meros 10 segundos, fazendo um trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a repercussão nas redes sociais, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas, num primeiro momento, não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. O filme estrelado por Milla Jovovich poderia ter liderado as bilheterias chinesas no fim de semana, pois faturou cerca de US$ 5,3 milhões na sexta-feira, mas desapareceu das telas em meio à polêmica. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MC Jin (@iammcjin)

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    Cachê de Gal Gadot para apoiar streaming de Mulher-Maravilha 1984 irrita colegas

    8 de dezembro de 2020 /

    Os astros contratados pela Warner estão furiosos com o estúdio e morrendo de inveja de Gal Gadot. Uma reportagem publicada pelo jornal New York Times afirma que Gadot e a diretora Patty Jenkins receberam cada uma US$ 10 milhões do estúdio para aceitar e até elogiar a estreia simultânea de “Mulher-Maravilha 1984” na HBO Max e nos cinemas. De acordo com a reportagem, a Warner Bros. abordou as agências de talentos William Morris Endeavor e a Creative Artists, de Gadot e Jenkins, respectivamente, para colocá-las a par de seus planos para “Mulher-Maravilha 1984” e a HBO Max. As duas agências teriam questionado como suas artistas seriam compensadas pela mudança no tipo de lançamento. As negociações teriam levado ao acordo milionário com as duas, que desde então tem comentado favoravelmente a distribuição do filme em streaming. O problema é que a história vazou e deixou as agências de talentos de Hollywood em pé de guerra. As empresas que representam Denzel Washington, Margot Robbie, Will Smith, Keanu Reeves, Hugh Jackman e Angelina Jolie querem saber se terão o mesmo tratamento que Gadot e Jenkins, uma vez que projetos que os envolvem seguirão o mesmo modelo de distribuição híbrida, estreando simultaneamente no cinema e no streaming. Mas os atores não são os únicos incomodados. Os cineastas ficaram irritadíssimos, como demonstrou o diretor Christopher Nolan (“Tenet”) ao vociferar contra a HBO Max e a estratégia da companhia. A revista The Hollywood Reporter apurou que os diretores de “Duna” e “O Esquadrão Suicida”, respectivamente Denis Villeneuve e James Gunn, estariam muito insatisfeitos ao perceber que suas franquias podem ficar sem novos filmes. Villeneuve só teria topado fazer “Duna” porque Warner e Legendary aceitaram dividir o livro de Frank Herbert em duas produções. Seu longa é apenas a primeira parte da obra. Mas o mais irritado seria Jon M. Chu, que anteriormente tinha recusado ofertas da Netflix por defender que filmes devem ser vistos no cinema. Ele e o compositor Lin-Manuel Miranda dispensaram ofertas de streaming para colocar o musical “Em um Bairro de Nova York” nos cinemas. Ele teria dito a um associado que ficou “chocado” após ser informado da decisão da Warner. Para completar, começou a circular um rumor de boicote contra a Warner Bros. Ainda de acordo com o New York Times, o Sindicado dos Diretores dos EUA (DGU, na sigla em inglês) pode ser um aliado importante nesse movimento.

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    CEO da AT&T defende plano de streaming da Warner

    8 de dezembro de 2020 /

    John Stankey, CEO da AT&T, empresa mãe da WarnerMedia, defendeu a aposta da divisão cinematográfica da empresa, a Warner Bros, de lançar blockbusters simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pelo conglomerado. Durante a Conferência Virtual UBS Global TMT, nesta terça (8/12), ele disse que a HBO Max pode usar a decisão para “acelerar ainda mais” seu crescimento e “penetrar no mercado mais rapidamente”. Para ele, a decisão é uma vitória para todos, pois se ajusta às tendências atuais do mercado e à psique dos consumidores em meio à pandemia do coronavírus. Stankey chamou a falta de atividades nos cinemas devido à pandemia de “infeliz”. E se posicionou contra licenciar filmes para outras plataformas – a Netflix quis comprar “Godzilla vs. Kong”. Seria como dar “armas adicionais aos concorrentes”. Diante do quadro atual, “sabíamos que precisávamos tentar algo diferente”. Ele acrescentou: “Lançar o produto no mercado … é importante.” E concluiu que o mercado será “ditado pelo que os consumidores escolherem fazer”. “Ter escolha” é uma coisa boa neste momento, argumentou, sobre disponibilizar filmes no cinema e em streaming ao mesmo tempo, mas prometeu “ajustar” essa decisão se o setor de cinema se recuperar da pandemia. Ciente das recentes críticas do cineasta Christopher Nolan (“Tenet”), e também de grupos de cinema, Stankey disse: “Eu sei que há muito barulho no mercado, pessoas com pontos de vista diferentes”, mas, segundo ele, isso acontece “sempre que você muda um modelo”. Durante a conferência, ele ainda revelou que a HBO Max atingiu a marca de 12,6 milhões de assinantes ativados, de um total de 28,7 milhões de assinantes, incluindo os inativos – em migração da HBO Go.

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    Crise na Warner: Cineastas revoltam-se com blockbusters na HBO Max

    8 de dezembro de 2020 /

    Depois que Christopher Nolan desabafou publicamente contra a decisão da Warner de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa, a imprensa americana apurou que o clima está péssimo entre o estúdio e quem faz parte dos filmes listados. A Warner teria irritado cineastas e estrelas ao privilegiar seu negócio online. O site Deadline apurou que a produtora Legendary, parceira da Warner em “Godzilla vs. Kong” e “Duna”, pode entrar com uma ação judicial contra os executivos do conglomerado sobre o destino de suas obras. A empresa já tinha disparado uma notificação anterior, quando a Netflix ofereceu até de US$ 250 milhões pelos direitos de “Godzilla vs. Kong”. Embora a Legendary tenha financiado 75% do filme, a Warner tinha o poder de bloquear a venda e o fez. A Legendary perguntou se o estúdio faria um acordo para transmitir o filme na HBO Max e não obteve uma resposta clara até que seus executivos descobriram que o filme estava indo à plataforma sem o benefício de uma negociação. O que está em jogo são compensações financeiras aos produtores e talentos envolvidos em nada menos que 17 filmes que a Warner pretende lançar simultaneamente em streaming. Segundo o Hollywood Reporter, a empresa já teve que gastar dezenas de milhões para acomodar Gal Godot e outros envolvidos em “Mulher Maravilha 1984”, filme que vai inaugurar o projeto de lançamento híbrido, porque a empresa quer produzir mais uma continuação. Mas não estaria disposta a fazer o mesmo com todas as produções. Ainda de acordo com o THR, os diretores de “Duna” e “O Esquadrão Suicida”, respectivamente Denis Villeneuve e James Gunn, estariam muito insatisfeitos ao perceber que suas franquias podem ficar sem novos filmes. Villeneuve só teria topado fazer “Duna” porque Warner e Legendary aceitaram dividir o livro de Frank Herbert em duas produções. Seu longa é apenas a primeira parte da obra. Mas o mais irritado seria Jon M. Chu, que anteriormente tinha recusado ofertas da Netflix por defender que filmes devem ser vistos no cinema. Ele e o compositor Lin-Manuel Miranda dispensaram ofertas de streaming para colocar o musical “Em um Bairro de Nova York” nos cinemas. Ele teria dito a um associado que ficou “chocado” após ser informado da decisão da Warner. Por enquanto, porém, o único que deu vazão pública a essa insatisfação foi mesmo Christopher Nolan. Ele não está envolvido nesse negócio, já que seu novo longa, “Tenet”, teve um lançamento comercial nos cinemas durante a pandemia, com resultados considerados preocupantes para o mercado. Mesmo assim, ele incorporou a insatisfação dos colegas, ao apontar que “não é assim que você trata os cineastas, estrelas e pessoas que trabalharam muito nesses projetos. Eles mereciam ser consultados sobre o que vai acontecer com seu trabalho.” “Alguns dos maiores cineastas e estrelas de cinema de nossa indústria foram para a cama na noite anterior pensando que estavam trabalhando para o maior estúdio de cinema e acordaram para descobrir que trabalhavam para o pior serviço de streaming”, também disse o cineasta, cuja relação com a Warner vem desde “Insônia”, de 2002.

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    Christopher Nolan chama HBO Max de “pior serviço de streaming”

    8 de dezembro de 2020 /

    O diretor Christopher Nolan resolveu chutar o pau da barraca. Depois de uma entrevista em que criticou a Warner por sua decisão de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa, o cineasta aumentou o tom em uma nota enviada ao site The Hollywood Reporter. “Alguns dos maiores cineastas e estrelas de cinema de nossa indústria foram para a cama na noite anterior pensando que estavam trabalhando para o maior estúdio de cinema e acordaram para descobrir que trabalhavam para o pior serviço de streaming”, disse Nolan, cuja relação com a Warner vem desde “Insônia”, de 2002. “A Warner Bros. tinha uma máquina incrível para distribuir o trabalho de um cineasta em todos os lugares, tanto nos cinemas quanto em casa, e eles estão desmontando isso enquanto conversamos. Eles nem mesmo entendem o que estão perdendo. Sua decisão não faz sentido econômico, e mesmo o investidor mais casual de Wall Street pode perceber a diferença entre ruptura e disfunção.” A decisão de lançar o calendário de filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na HBO Max foi anunciada na semana passada, e a iniciativa abrange títulos como “Matrix 4”, “Esquadrão Suicida”, “Godzilla vs. Kong”, “Duna” e “Invocação do Mal 3”. Curiosamente, o desempenho do último trabalho de Nolan, “Tenet”, é que levou a Warner a considerar essa alternativa. Maior blockbuster lançado durante a pandemia, o filme fez apenas US$ 56 milhões na América do Norte, mas numa ocasião em que mais da metade das salas de cinemas estava aberta. Agora, apenas 35% do mercado cinematográfico continua em funcionamento nos EUA e no Canadá, resultando em bilheterias muito mais baixas. Além da maioria das salas estarem fechadas, devido ao coronavírus, os cinemas que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social, que afetam seus faturamentos. O problema, segundo Nolan, é que a decisão de realizar lançamentos híbridos não foi estudada ou discutida com todos os interessados. Quando falou ao site ET Online, o diretor apontou: “Há muita controvérsia em torno disso, porque eles não contaram a ninguém. Em sua programação de 2021, eles têm alguns dos maiores cineastas do mundo, eles têm algumas das maiores estrelas do mundo, que trabalharam por anos em alguns casos nesses projetos, que os consideram muito próximos de seus corações e que foram concebidos para ser grandes experiências de tela. Eles devem estar nos cinemas para o maior público possível … E agora eles estão sendo usados ​​como liquidação para o serviço de streaming – para o serviço de streaming incipiente – sem qualquer consulta”. Ele deve ter entrado em contato com alguns colegas revoltados pela iniciativa do estúdio. E seriam muitos, segundo a imprensa americana.

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    Christopher Nolan critica Warner por lançar blockbusters em streaming

    8 de dezembro de 2020 /

    O diretor Christopher Nolan, que lança seus filmes pela Warner, criticou a decisão do estúdio de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa. Em entrevista ao site ET Online, o diretor não mediu palavras. “Oh, quero dizer, estou descrente. Especialmente pela maneira como o fizeram. Há muita controvérsia em torno disso, porque eles não contaram a ninguém. Em sua programação de 2021, eles têm alguns dos maiores cineastas do mundo, eles têm algumas das maiores estrelas do mundo, que trabalharam por anos em alguns casos nesses projetos, que os consideram muito próximos de seus corações e que foram concebidos para ser grandes experiências de tela. Eles devem estar nos cinemas para o maior público possível … E agora eles estão sendo usados ​​como liquidação para o serviço de streaming – para o serviço de streaming incipiente – sem qualquer consulta. Portanto, há muita controvérsia. É muito, muito, muito bagunçado. Uma verdadeira propaganda enganosa. Não é assim que você trata os cineastas, estrelas e pessoas que trabalharam muito nesses projetos. Eles mereciam ser consultados sobre o que vai acontecer com seu trabalho.” A decisão de lançar o calendário de filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na HBO Max foi anunciada na semana passada, e a iniciativa abrange títulos como “Matrix 4”, “Esquadrão Suicida”, “Godzilla vs. Kong”, “Duna” e “Invocação do Mal 3”. O site Deadline apurou que o estúdio Legendary, parceiro da Warner em “Godzilla vs. Kong” e “Duna” realmente não foi consultado e deve enviar um comunicado oficial ao estúdio sobre o destino de suas produções. Curiosamente, o desempenho do último filme de Nolan, “Tenet”, é que levou a Warner a considerar essa alternativa. Maior blockbuster lançado durante a pandemia, o filme fez apenas US$ 56 milhões na América do Norte, mas numa ocasião em que mais da metade das salas de cinemas estava aberta. Agora, apenas 35% do mercado cinematográfico continua em funcionamento nos EUA e no Canadá, resultando em bilheterias muito mais baixas. Além da maioria das salas estarem fechadas, devido ao coronavírus, os cinemas que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social, que afetam seus faturamentos.

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    Legendary não teria aprovado streaming de Duna e Godzilla vs Kong na HBO Max

    7 de dezembro de 2020 /

    A Legendary Entertainment supostamente não aprovou a decisão da Warner Bros. de realizar lançamentos simultâneos de seus filmes no cinema e na plataforma HBO Max. O estúdio é responsável por “Duna” e “Godzilla vs. Kong”, que faz parte do calendário que a Warner pretende disponibilizar em streaming. De acordo com o site Deadline, a Legendary “enviou ou enviará documentos legais para a Warner Bros.” em protesto contra a iniciativa, anunciada na semana passada. Na prática, a Warner pretende estender a estratégia de lançamento de “Mulher Maravilha 1984” para todos os seus filmes de 2021, com estreias ao mesmo tempo nas telas de cinema e na casa dos assinantes da HBO Max. Fontes teriam informado ao Deadline que os executivos da Legendary descobriram os planos da Warner apenas 30 minutos antes do anúncio oficial. E após a multinacional supostamente bloquear uma oferta da Netflix, que pretendia comprar “Godzilla vs. Kong” da Legendary por cerca de US $ 250 milhões. O Deadline acrescenta que a Legendary e seus parceiros “financiaram 75% dos cerca de US$ 165 milhões do orçamento de ‘Dune’” e “aplicaram uma quantia semelhante de financiamento em ‘Godzilla vs. Kong’”. A principal questão que preocupa os executivos da Legendary é se a transferência desses filmes para streaming prejudicará “a viabilidade a longo prazo das franquias”. “Godzilla vs. Kong” é o quarto título do MonsterVerse da Legendary – após “Godzilla”, “Kong: Ilha da Caveira” e “Godzilla: Rei dos Monstros”. Enquanto isso, “Duna” pretende dar início a uma franquia de filmes e séries baseados no universo criado pelos livros de ficção científica de Frank Herbert. Denis Villeneuve só concordou em dirigir a adaptação de “Duna” porque o estúdio permitiu que ele dividisse o romance em dois filmes, mas, até o momento, nenhum detalhe sobre o segundo longa foi noticiado. O duelo dos monstros gigantes está atualmente programado para chegar nos cinemas e na HBO Max em 21 de maio de 2021, enquanto “Dune” tem previsão de estreia híbrida em 1 de outubro de 2021, após adiamentos devido à pandemia. Como o Brasil ainda não tem HBO Max, “Godzilla vs. Kong” deve ser lançado apenas nos cinemas no país. Já “Duna”, que só será distribuído no fim do ano que vem, pode ter outro encaminhamento, pois há planos para um lançamento da plataforma no Brasil em algum ponto de 2021.

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    Produtora de Monster Hunter pede desculpas à China por piada considerada racista

    6 de dezembro de 2020 /

    A produtora alemã Constantin Film emitiu um pedido de desculpas ao público chinês pelo diálogo de “Monster Hunter” que foi considerado racista e, após disparar uma reação online, levou o filme a ser retirado de cartaz na China neste fim de semana. Em comunicado, a Constantin diz que “pede desculpas sinceramente ao público chinês por uma frase de diálogo contida em uma das primeiras cenas de ‘Monster Hunter’. Não houve absolutamente nenhuma intenção de discriminar, insultar ou ofender qualquer pessoa de hereditariedade chinesa. A Constantin Film ouviu as preocupações expressas pelo público chinês e removeu a frase que levou a esse mal-entendido inadvertido”. A polêmica se resume a uma conversa de 10 segundos do rapper asiático-americano Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, com um ator branco até o momento não identificado (o filme ainda não foi exibido para a imprensa ocidental), na qual o primeiro faz uma piada de mau gosto, num trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying escolar sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a estreia, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas, num primeiro momento, não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. O filme estrelado por Milla Jovovich poderia ter liderado as bilheterias chinesas no fim de semana, pois faturou cerca de US$ 5,3 milhões na sexta-feira, mas desapareceu das telas em meio à polêmica. A empresa chinesa Tencent, que cuida da distribuição do filme na China e é parceira da Constantin na produção, tem trabalhado com o governo chinês e as agências envolvidas para remediar a situação. Mas ainda não está claro se o filme será relançado sem a cena considerada ofensiva nos cinemas locais. Também não está claro se a frase controversa também será removida das versões que seráo exibidas em outros mercados. “Monster Hunter” tem estreia marcada para 25 de dezembro na América do Norte e 31 de dezembro no Brasil.

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    Os Croods 2 aumenta domínio do estúdio Universal nas bilheterias dos EUA

    6 de dezembro de 2020 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve sua liderança nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 2.205 telas, o filme da DreamWorks Animation/Universal faturou US$ 4,4 milhões entre sexta e domingo (6/12). Lançado em 25 de novembro, na véspera do feriadão do Dia de Ação de Graças, o longa já soma US$ 20,3 milhões nos EUA e Canadá. Muito pouco para 12 dias em qualquer outro ano, mas o suficiente em tempos de pandemia. De acordo com estimativas da Comscore, apenas 35% dos cinemas estão funcionando na América do Norte e, mesmo assim, os que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social. Em termos de comparação, há sete anos o primeiro “Croods” (2013) arrecadou US$ 89 milhões durante seus dois primeiros fins de semana, com lançamento em 4 mil salas. Apesar do predomínio da sequência animada, o circuito recebeu algumas estreias neste fim de semana, como a comédia “Half Brothers”, coprodução mexicana que abriu em 2º lugar, mas fez apenas US$ 720 mil em 1.369 locais, e o romance “All My Life”, estrelado por Jessica Rothe e Harry Shum Jr., que ficou em 4º lugar, com US$ 350 mil em 970 salas. O detalhe é que estas duas estreias são produções da Universal, assim como “Os Croods 2” e o 3º lugar do ranking, o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (US$ 460 mil em 1.502 telas). De forma impressionante, das oito maiores bilheterias do fim de semana, apenas um título não foi produzido pela Universal, a comédia indie “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro, que aparece em 5º lugar. O estúdio reina sozinho nos cinemas, enquanto os demais fogem do circuito como o diabo da cruz, preferindo adiar seus filmes à arriscar as arrecadações pífias da pandemia. A coragem da Universal, na verdade, reflete um acordo do estúdio com duas das principais redes de cinema dos EUA, a AMC e a Cinemark, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, o estúdio acertou mantê-los em tela grande por apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Não há outros filmes para exibir. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. A Warner pretende se juntar em breve ao circuito com um modelo de distribuição ainda mais radical: lançamentos simultâneos em cinema e streaming (via HBO Max) nos EUA. A iniciativa vai começar com “Mulher-Maravilha 1984”, que recebeu comentários elogiosíssimos no fim de semana, após as primeiras sessões para a crítica americana. Além deste filme, a Sony manteve o lançamento de “Monster Hunter” para o Natal nos EUA, mas sua estratégia digital ainda não é conhecida.

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    Monster Hunter é tirado dos cinemas da China após acusação de racismo

    5 de dezembro de 2020 /

    Um dia depois da estreia, “Monster Hunter” começou a ser retirado de cartaz na China. Segundo informações da revista Variety, as primeiras sessões na sexta (4/12) geraram protestos dos espectadores por conta de uma piada que foi considerada racista e “insultuosa” para o povo chinês. A adaptação do videogame supostamente inclui um diálogo de 10 segundos entre o rapper asiático-americano Jin Au-Yeung, também conhecido como MC Jin, e um ator branco não identificado, no qual o primeiro faz uma piada de mau gosto, num trocadilho com as palavras chinese (chinês) e knee (joelho). O problema teria sido cultural, porque existe uma rima racista de bullying escolar sobre joelhos sujos de chineses e japoneses. Logo após a estreia, os cinemas receberam ordens do governo de tirar o filme de cartaz. A distribuidora correu para oferecer uma solução, com a produção de cópias sem a cena. Mas não houve acordo. Em pouco tempo, a hashtag “Monster Hunter Insulta a China” viralizou na rede social Weibo, acompanhada de retórica inflamada. “Se não houver punição severa, no futuro outros que quiserem humilhar a China irão simplesmente humilhar a China, pensando que basta dar aos chineses uma versão sem os insultos que o resto do mundo vai ouvir”, escreveu um usuário. Logo, um meme fazendo a ligação entre joelhos gigantes de um policial americano fardado e a morte por asfixia de George Floyd, divulgado pela Liga da Juventude Comunista, passou a ser compartilhado em profusão. Mas o que mais chama atenção é que o público chinês também reclamou da ineficiência da censura no país. “É verdadeiramente imperdoável que os censores não tenham captado algo assim”, chegou a escrever um espectador na Weibo. Sério. Além do filme, chineses irritados ainda se voltaram contra o videogame em que o filme se baseia, com centenas de críticas negativas e raivosas, a maioria mencionando “joelhos sujos”. “A Capcom está morta para mim!”, escreveu um usuário em chinês, enquanto outro adicionou em inglês: “Não recomendo este jogo apenas por causa do racismo do filme.” Em consequência, a Capcom Asia emitiu um comunicado em chinês, diretamente na Weibo, para se distanciar da crescente controvérsia, lembrando aos usuários da rede social que não teve nenhum papel na produção do filme. Lançado com grande distribuição, “Monster Hunter” ocupou um quarto de todos os cinemas da China na sexta-feira, mas neste sábado sua exibição caiu para apenas 0,7% das telas. A controvérsia foi um grande golpe para as pretensões do filme, demonstrando novamente, após o repúdio local à “Mulan”, que a China não é um novo mercado a ser conquistado por Hollywood, mas um sério obstáculo para a expansão internacional do conteúdo americano – mesmo quando esse conteúdo é, no caso de “Monster Hunter”, produzido em parceria com uma empresa chinesa, a produtora Tencent. Com a parceria, a Tencent agora está sendo acusada de capitalista, com muitos exigindo ação do governo contra ela – uma das maiores empresas de entretenimento da China.

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    Discovery anuncia sua plataforma de streaming

    5 de dezembro de 2020 /

    O canal pago Discovery também pretende lançar serviço de streaming. Anunciado nesta semana, o Discovery+ será a próxima plataforma a estrear mundialmente no ano que vem. O catálogo da empresa inclui mais de 2,5 mil programas, com conteúdo não apenas do Discovery, mas de canais da rede como Travel Channel, Animal Planet, HGTV, TLC e outros. Além disso, a companhia pretende criar conteúdos inéditos e exclusivos somente para o streaming. A programação da Discovery abrange uma oferta ampla de temas, incluindo programa de culinária, organização doméstica, desenhos animados, reality shows, documentários da natureza e outros conteúdos voltados para a família em geral. Segundo a empresa, o serviço já estreou no Reino Unido e vai chegar aos Estados Unidos em 4 de janeiro. Mas os planos são mais ambiciosos e preveem o lançamento em 25 mercados, incluindo o Brasil, ao longo de 2021. Veja abaixo um vídeo de apresentação da plataforma, cujo nome se pronuncia Discovery Plus.

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    Rodrigo Teixeira é processado no Brasil e nos EUA por fraude

    4 de dezembro de 2020 /

    O produtor de cinema Rodrigo Teixeira, que obteve sucesso em Hollywood em projetos como “Me Chame pelo Seu Nome”, “A Bruxa”, “O Farol” e “Ad Astra”, está sendo acusado por ex-parceiros de negócios de fraude, falta de transparência e, de acordo com um processo revelado pelo site The Hollywood Reporter, realizar um esquema de pirâmide. Duas ações judiciais foram abertas em Los Angeles e São Paulo, e acusam o produtor de 47 anos de cortejar brasileiros ricos para investir em sua empresa, RT Features. A denúncia cita um investimento no valor de US$ 16 milhões e que a maioria dos fundos supostamente desapareceram, sem nenhum registro adequado para mostrar para onde foram. O site THR repercutiu o caso, mas Teixeira não respondeu a um pedido de comentário, dirigindo o repórter americano a um publicista, que disse que uma “queixa cruzada estará sendo registrada” em um futuro próximo. Teixeira contratou a advogada Jill Basinger, da Glaser Weil, para representá-lo nos Estados Unidos. Já na justiça brasileira, ele rebateu que a ação é “infundada” e carente de “provas materiais”, mas que “acatará a determinação do juiz… sem nem mesmo entrar com recurso”. Os dois demandantes são Luiz Mussnich, um proeminente financista de São Paulo e patrono das artes, e seu cunhado, Carlos Gros, filho do ex-presidente do Banco Central do Brasil Francisco Gros. O Hollywood Reporter conta a história de bastidores desse envolvimento. Segundo a publicação, Mussnich conheceu Teixeira em 2009. Na época, o produtor era casado com Maria Raduan, cujo avô era um dos mais ricos magnatas do gado do Brasil, e o casal estava entrando nos círculos de elite da sociedade paulista. (Eles se divorciaram no ano passado.) Teixeira havia mudado recentemente de uma carreira em finanças para produção. Sua estratégia era adquirir o máximo de propriedade intelectual que pudesse, comprando os direitos de adaptação para dezenas de títulos de livros. “Fiquei pasmo porque ele falava com tanta paixão sobre filmes”, disse Mussnich ao THR . “Achei que seria uma boa ideia apresentar meus clientes a investir uma pequena participação na indústria cinematográfica.” Mussnich apresentou Teixeira a seus clientes, e ele os brindou com vários projetos em desenvolvimento. Eles lhe pagavam cheques – algo entre US$ 10 mil e US$ 200 mil de cada vez – e ele os recebia em sua esfera estrelada. Ao todo, foram 10 investidores-chave. Mussnich colocou US$ 350 mil de seu próprio dinheiro na RT Features, mas seu cunhado estava muito mais envolvido, emitindo US$ 2,8 milhões em cheques para Teixeira. De acordo com Mussnich, meses e anos se passaram se passaram sem que Teixeira desse conta do investimento realizado em sua empresa. “Comecei a me sentir desconfortável”, lembra Mussnich. “Não havia notícias, nem contabilidade, nem acordos de produção de filmes. Então comecei a pressioná-lo.” Mas, até 2018, eles se mantiveram em boas condições – tanto que Mussnich e Gros acompanharam Teixeira ao Oscar daquele ano, onde “Me Chame pelo Seu Nome” venceu o troféu de Melhor Roteiro Adaptado. (Teixeira é um dos 20 produtores creditados no filme.) O sucesso do filme levou seus sete investidores brasileiros, que esperaram seis anos enquanto Teixeira os exortava a ter paciência, a finalmente esperar o retorno do investimento. Mas o retorno não veio – e foi aí que os processos começaram. A denúncia de Gros, protocolada em São Paulo, aponta um investimento de US$ 200 mil no filme “24 Frames”, de 2017, do diretor iraniano Abbas Kiarostami. Mais tarde, ele teria descoberto que esse dinheiro nunca foi recebido pelo produtor francês do filme, Charles Gillibert, da CG Cinema, nem Teixeira se envolveu de forma alguma na produção do longa. Apesar da queixa, Gros já foi reembolsado por esse empréstimo. Ele reclama, porém, que dezenas de outros permanecem desaparecidos. Em um acordo extrajudicial com outro investidor, filho do executivo bancário brasileiro Carlos Mansur, o cheque de Teixeira foi devolvido, levando seu poderoso pai a entrar com uma ação criminal contra Teixeira. Nos Estados Unidos, o caso continua civil. Também citado nesse processo é Joseph Geus, da JG Management, um gerente de negócios baseado em Santa Monica que aceitou os cheques em nome de Teixeira e que é acusado na denúncia de despesas falsas e outras formas de contabilidade criativa. (Geus também não retornou os pedidos de contato do THR.) “O dinheiro fica pairando no éter, até que você pergunte sobre ele”, disse Mussnich ao site americano. Ele acrescenta que os documentos fornecidos por Teixeira estariam “totalmente incompletos. É uma grande confusão”. Teixeira também é produtor da série americana “Betty”, da HBO, e de vários filmes brasileiros, como “Cheiro do Ralo”, “Heleno”, “Alemão”, “Tim Maia” e até o candidato brasileiro a uma vaga no Oscar 2020, “A Vida Invisível”. Ele está atualmente ligado a três filmes em pré-produção, um que se encontra em filmagens e mais três em fase de pós-produção.

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    Disney encerra atividades de suas rádios nos EUA

    3 de dezembro de 2020 /

    Em meio à sua reestruturação para enfrentar a crise de coronavírus e a redefinição de seu foco de atuação, a Disney anunciou que vai encerrar seus canais de rádio nos EUA. A Radio Disney e a Radio Disney Country encerrarão suas operações no primeiro trimestre de 2021. A mudança está relacionada ao redirecionamento da marca, que deverá se concentrar mais em aumentar a produção de conteúdo infantil e familiar para os canais Disney de TV e streaming. A Rádio Disney foi lançada em 1996 como uma emissora FM tradicional, mas se expandiu ao longo dos anos para o satélite e outras plataformas. Em 2005, atingiu 97% dos Estados Unidos e desempenhou um papel fundamental em colocar estrelas da Disney como os Jonas Brothers, Miley Cyrus, Selena Gomez, Demi Lovato e muitos outros no mapa mais amplo da cultura pop. Artistas de grandes gravadoras como Taylor Swift, Justin Bieber, Britney Spears, N’Sync, One Direction e muitos outros se beneficiaram enormemente com a exposição da Rádio Disney, graças ao foco da emissora no público mais jovem. O fim das atividades afetará diretamente 36 funcionários de meio período e período integral, disse a empresa.

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