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  • Filme

    Mortal Kombat vence luta pelas bilheterias dos EUA

    25 de abril de 2021 /

    “Mortal Kombat” saiu-se vencedor da disputa pela liderança das bilheterias da América do Norte. E foi mesmo uma luta. Pela primeira vez desde o começo da pandemia, dois filmes travaram uma competição pela venda de ingressos, resultando na maior arrecadação total de fim de semana em mais de um ano nos EUA e no Canadá. A adaptação do videogame faturou US$ 22,5 milhões em 3.073 cinemas, a segunda maior estreia da pandemia, perdendo apenas para “Godzilla vs. Kong” (US$ 31 milhões em março). Vale lembrar que ambos são produções da Warner Bros. e tiveram lançamentos simultâneos em streaming para assinantes da HBO Max, o que torna seus desempenhos ainda mais impressionantes. Em comunicado, Jeff Goldstein, presidente da distribuição doméstica da Warner Bros., exaltou a performance de “Mortal Kombat”: “Este fim de semana foi uma verdadeira vitória para a indústria”. De fato, o sucesso de “Mortal Kombat” foi acompanhado de perto por “Demond Slayer: Mugen Train”, animação japonesa baseada numa série anime popular, que atingiu US$ 19,5 milhões. Somando os outros filmes em cartaz, as bilheterias tiveram uma receita estimada em US$ 54,2 milhões entre todos os cinemas norte-americanos abertos entre sexta e este domingo (25/4), assinalando o começo de um retorno à normalidade para um mercado extremamente afetado pela epidemia de coronavírus. O Top 5 contou com “Godzilla vs. Kong” (US$ 4,2 milhões), “Anônimo” (US$ 1,8 milhão) e “Raya e o Último Dragão” (US$ 1,6 milhão). Destes três, penas “Anônimo” é inédito no Brasil. O filme de ação estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) tem estreia nacional marcada para 13 de maio. O êxito de “Demond Slayer” ainda ampliou o histórico recordista da produção. Lançado em seu país de origem no final do ano passado, o filme chegou aos EUA com a fama de fenômeno, após se consagrar como a maior bilheteria do cinema japonês em todos os tempos, e ainda recebeu elogios rasgados da imprensa especializada. Na disputa da preferência crítica, “Demond Slayer” venceu com folga, com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, quase o dobro da boa vontade despertada por “Mortal Kombat”, considerado medíocre com seus 55%. Graças ao desempenho norte-americano, a animação japonesa ultrapassou a marca de US$ 440 milhões de bilheteria mundial. Enquanto isso, “Mortal Kombat” chegou a US$ 50 milhões em todo o mundo em seu primeiro fim de semana em cartaz. O filme japonês não tem previsão de lançamento nacional, mas a série em que se baseia pode ser encontrada na Netflix. Já a adaptação do videogame só vai chegar nos cinemas brasileiros em 20 de maio.

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  • Etc

    Mercado publicitário reage à projeto homofóbico da Assembleia Legislativa de SP

    24 de abril de 2021 /

    Um projeto de lei (PL) em tramitação na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) colocou o mercado publicitário em alerta e chamou atenção de diversas entidades pela clareza de sua intenção, ao promover preconceito e buscar marginalizar um grupo social. Apresentado pela deputada estadual Marta Costa (PSD), o projeto pretende proibir veiculação de publicidade no estado de São Paulo que “contenha alusão a preferências sexuais e movimentos sobre diversidade sexual relacionado a crianças”. Segundo a autora do PL, tais propagandas trariam “desconforto emocional a inúmeras famílias” e mostram “práticas danosas” às crianças. Para ela, a proibição vai “evitar a inadequada influência na formação de jovens e crianças”. A discussão em plenário estava prevista para terça passada (20/4), mas foi atropelada por outras pautas e só deverá entrar em votação na semana que vem. Ainda que a proposta seja inconstitucional, chocou o mercado por ter chegado tão longe. Entidades ligadas aos direitos LGBTQIA+, como Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), Mulheres EIG (Evangélicas pela Igualdade de Gênero) e a ONG Mães pela Diversidade no Estado de São Paulo repudiaram prontamente o projeto, que discrimina mães e pais LGBTQIA+, e enviaram ofícios à Alesp. A Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) também emitiu um comunicado afirmando o óbvio: que a proposta é inconstitucional por “impor discriminação à liberdade de expressão comercial e ao direito de orientação sexual”. Além disso, é uma tentativa de “censura de conteúdo, abrindo um precedente perigosíssimo para a liberdade de expressão e os direitos de minorias”. O mesmo fez a Associação Brasileira de Anunciantes (Aba), reforçando que se trata de iniciativa inconstitucional e ilegal. O PL viola o artigo 220 da Constituição, que defende que “a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição”. Vai além, ao usar o termo “preferência sexual”, que é incorreto e preconceituoso, para se referir à “orientação sexual”, e, ainda por cima, pretende legislar sobre publicidade e propaganda, o que é de competência exclusiva da União. Ao contrário do que pretendia, a iniciativa ofensiva serviu para fortalecer a defesa dos direitos LGBTQIA+ pelo mercado. A agência Mutato, por meio de seu Comitê de Diversidade, criou um grupo de discussão sobre o assunto, que já tem o apoio de mais de 110 líderes de diferentes empresas — entre anunciantes (como Ambev, Avon, iFood e Mastercard), agências de propaganda (como Africa, AlmapBBDO, Ogilvy e Publicis), plataformas de mídia (como o Twitter, Facebook e TikTok) e entidades de classe (como a Aba e a Abap). O objetivo é rechaçar iniciativas preconceituosas como a PL da deputada do PSD para criar (e assumir) compromissos públicos que assegurem representatividade em novas campanhas publicitárias e segurança à comunidade LGBTQIA+ nas equipes responsáveis por elas.

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  • Reality,  TV

    Audiência da Globoplay cresceu 119% em um ano

    24 de abril de 2021 /

    Os assinantes da Globoplay assistiram a 253,3 milhões de horas de conteúdo durante março passado, mais do que o dobro das 115 milhões de horas consumidas em março de 2020, quando a plataforma registrou sua primeira alta de consumo com o início do isolamento social no Brasil – antes da pandemia, a média girava em torno dos 40 milhões de horas por mês. Além da pandemia, o salto em 119% nos números de audiência no espaço de um ano deve-se à transmissão 24 horas do “BBB 21”. Desde a primeira semana do programa, o serviço começou a bater recordes. Já no dia seguinte à estreia, quando foi disputada uma prova de resistência por imunidade, o número de assinaturas foi 11 vezes maior do que a média. Em 29 de março, logo após o encerramento de uma edição do programa com um tumultuado Jogo da Discórdia, a Globoplay ainda registrou um recorde de acessos simultâneos: 2.588.833 ao mesmo tempo às 23h54. Estes dados, revelados recentemente por Erick Brêtas, diretor-geral do streaming do Grupo Globo, durante uma conversa com profissionais do audiovisual, também apontam que cada assinante passou uma média de 35,3 horas por mês consumindo conteúdo na plataforma durante o primeiro trimestre de 2021. O crescimento é significativo, considerando que eram 9,6 horas em 2018; 20,0 em 2019; e 33,4 em 2020. A quantidade de horas de consumo é o único número disponibilizado pela Globoplay, que, ao contrário da Netflix e outras empresas americanas, não divulga sua quantidade de assinantes. Isto acontece porque, ao contrário das rivais, a Globoplay tem parte de seu conteúdo liberado para não-assinantes – o que não é o caso do 24 horas do “BBB21”.

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  • Etc

    HBO Max chega a 44,2 milhões de assinantes antes de estrear no Brasil

    22 de abril de 2021 /

    A WarnerMedia revelou os números do desempenho do seu serviço de streaming no primeiro trimestre do ano. Entre janeiro e março, a HBO Max ganhou cerca de 2,7 milhões de novos assinantes, em grande parte devido ao impulso dos lançamentos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” e de “Godzilla vs. Kong”. O crescimento é significativo porque, no mesmo período, a Netflix só conseguiu acrescentar mais 450 mil novos assinantes. A diferença é que a Netflix tem 207,6 milhões de assinantes globais, enquanto a HBO Max chegou agora a 44,2 milhões de assinantes, com base nos números medidos no final de março. Mas, por outro lado, a plataforma da Warner ainda não está presente em muitos países. O lançamento no Brasil, por exemplo, está marcado apenas para junho. Outro dado relevante foi o retorno financeiro da prioridade dada pela empresa ao streaming. O relatório preparado pela WarnerMedia para o mercado revelou que sua receita do primeiro trimestre cresceu 9,8% em relação ao ano passado, chegando a US$ 8,5 bilhões. As assinaturas da HBO Max foram consideradas forças motrizes na geração desse dinheiro, demonstrando que a empresa fez uma escolha inteligente com sua estratégia para 2021, ao decidir disponibilizar simultaneamente filmes no cinema e no streaming. Vale mencionar que os executivos da WarnerMedia acreditam que o sucesso da HBO Max se deve justamente a esta estratégia de lançamento, e em especial a “Godzilla vs. Kong”, minimizando os créditos da “Liga da Justiça de Zack Snyder” nessa estratégia.

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  • Filme

    Disney fecha acordo e filmes do Homem-Aranha vão aparecer na Disney+

    21 de abril de 2021 /

    A Disney anunciou nesta quarta (21/4) ter chegado a um acordo com a Sony para trazer os novos filmes da franquia “Homem-Aranha” e outros lançamentos do estúdio para a Disney+, Hulu (Star+ no Brasil) e seus vários canais de televisão. O contrato foi fechado após a Netflix ser mais rápida e obter exclusividade das produções da Sony por 18 meses. Com o acordo, a Disney vai virar a terceira janela dos filmes da Sony, após eles passarem nos cinemas e serem disponibilizados na Netflix e/ou por serviços de VOD (vídeo sob demanda). O negócio inclui produções que serão lançadas entre 2022 e 2026 e prevê que a Disney começará a oferecer os novos filmes a partir de 2023. Entre as obras com lançamento agendado no período estão o filme da Marvel “Morbius”, a adaptação do livro best-seller “Um Lugar Bem Longe Daqui”, e o thriller “Bullet Train”, com Brad Pitt, além de nova parte da franquia “Bad Boys”. Filmes anteriores do Homem-Aranha também fazem parte do contrato, assim como animações e outras produções populares do estúdio – “Hotel Transilvânia”, “Jumanji”, etc. Os termos financeiros do negócio não foram revelados.

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  • Série

    “Quem Matou Sara?” é a série mais vista da Netflix em 2021

    20 de abril de 2021 /

    A Netflix anunciou que o thriller mexicano “Quem Matou Sara?” foi a série mais popular de seu catálogo de streaming no primeiro trimestre de 2021, com uma estimativa de 55 milhões de visualizações de assinantes desde seu lançamento no mês passado. Criação de José Ignacio Valenzuela (“La Hija Prodiga”), “Quem Matou Sara?” gira em torno da vingança de um homem que passou 18 anos preso injustamente pelo assassinato da irmã. Ao ser libertado, Alex Guzmán (Manolo Cardona) decide se vingar da família Lazcano, que o culpou pelo crime, e descobrir quem realmente matou sua irmã Sara (Ximena Lamadrid). O que ele não imaginava é que a busca por provas o levaria a se apaixonar por Elisa (Carolina Miranda), filha de seu principal suspeito, e perceber que os muitos segredos de Sara são seu principal obstáculo para chegar à verdade. A série foi lançado em 24 de março e renovada quase imediatamente, três dias após chegar em streaming. A 2ª temporada já tem estreia marcada, para o dia 19 de maio. Entre as atrações americanas, a empresa revelou que “Amigas para Sempre” (Firefly Lane), que junta Katherine Heigl (a Dra. Izzie Stevens de “Grey’s Anatomy”) e Sarah Chalke (a Dra. Eliot Reid de “Scrubs”), foi a série mais assistida, por 49 milhões de pessoas desde seu lançamento em 3 de fevereiro – abaixo do público da produção mexicana. Já a lista de filmes juntou mais público, com destaque para “Eu Me Importo” (I Care A Lot), estrelado por Rosamund Pike, com 56 milhões de visualizações, a comédia infantil “Dia do Sim” (Yes Day), liderado por Jennifer Garner e vista por 62 milhões, e a sci-fi militar “Zona de Combate” (Outside The Wire), com Anthony Mackie, assistida 66 milhões de vezes. Entre os longas internacionais, os líderes foram o thriller espanhol “Abaixo de Zero” (Below Zero) com 47 milhões de visualizações, a comédia romântica polonesa “Amor²” (Squared Love), vista por 31 milhões de espectadores, e a sci-fi sul-coreana “Nova Ordem Espacial” (Space Sweepers), que atingiu 26 milhões. Veja abaixo o trailer da 1ª temporada de “Quem Matou Sara?”.

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  • Etc

    Netflix anuncia investimento de US$ 17 bilhões em conteúdo para 2021

    20 de abril de 2021 /

    A Netflix anunciou que vai gastar US$ 17 bilhões em conteúdo em 2021 – pela primeira vez mantendo a média anual de seus gastos. A plataforma revelou o valor em seus relatório financeiro do primeiro trimestre. “Embora a distribuição de vacinas seja muito desigual em todo o mundo, estamos voltando e produzindo com segurança em todos os principais mercados, com exceção do Brasil e da Índia. Presumindo que isso continue, gastaremos mais de US$ 17 bilhões em dinheiro em conteúdo este ano e continuaremos a entregar uma variedade incrível de títulos para nossos membros com mais produções originais neste ano do que no passado”, observou a empresa em comunicado aos acionistas. Os gastos da Netflix nos últimos anos atingiram os mesmos US$ 17 bilhões em 2020, um pouco mais de US$ 15 bilhões em 2019 e na casa dos US$ 12 bilhões em 2018. Grande parte do investimento será voltado para produções de língua não inglesa, que experimentam aumento de popularidade em 2021 – inclusive nos EUA, diante da falta de produtos novos em streaming. O investimento pesado também será um forma de enfrentar a concorrência cada vez maior em streaming, com o fortalecimento de plataformas como Disney+ (que pretende gastar cerca de US$ 8 bilhões em 2021), HBO Max, Apple TV+, Paramount+, Peacock e Amazon.

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  • Filme

    “Godzilla vs Kong” bate recorde de bilheteria mundial da pandemia

    18 de abril de 2021 /

    A bilheteria gigante de “Godzilla vs Kong” continua aumentando sua arrecadação e, neste fim de semana, bateu o recorde mundial de “Tenet” como filme de maior bilheteria do período da pandemia de covid-19. Com a soma global do fim de semana, a superprodução de monstros da Warner e da Legendary atingiu US$ 390 milhões, abrindo larga vantagem sobre os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan. A produção já era, desde 9 de abril, o filme de maior bilheteria da América do Norte durante a fase crítica do coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. Ao adicionar mais US$ 7,7 milhões entre sexta e este domingo (18/4), aumentou sua arrecadação norte-americana para US$ 80,5 milhões. Tudo indica que “Godzilla vs Kong” será o primeiro lançamento a ultrapassar US$ 100 milhões nos Estados Unidos e Canadá desde o início da pandemia. A seu favor no circuito cinematográfico pesou a vantagem de ter sido o primeiro filme a estrear após a reabertura dos cinemas de Nova York e Los Angeles, ainda que em eles estejam operando em capacidade reduzida. Por outro lado, “Godzilla vs. Kong” também deixou de vender ingressos por ter sido lançado simultaneamente na HBO Max para assinantes, o que significa que as pessoas que pagam pelo serviço de streaming podem assisti-lo em casa sem nenhum custo extra. A WarnerMedia sugeriu que o filme é um sucesso em streaming, mas, ao contrário dos números das bilheterias, não ofereceu dados para mensurar seu desempenho. O que pode ser mensurado é que na China, onde só está em cartaz nos cinemas, “Godzilla vs Kong” arrecadou US$ 177 milhões até o momento – a maior bilheteria de qualquer título do Monstroverso da Legendary e mais que o dobro do que o filme arrecadou nos EUA e Canadá. Após a América do Norte, o terceiro mercado em que o longa mais faturou foi a Austrália com US$ 19,1 milhões, com o México (US$ 17,3 milhões) e Taiwan (US$ 12,1 milhões) completando o Top 5. Igualmente digno de nota, “Anônimo”, um thriller de ação da Universal estrelado por Bob Odenkirk (“Better Call Saul”), ficou em 2ª lugar no ranking norte-americano com US$ 2,5 milhões, elevando sua arrecadação para US$ 19 milhões nos Estados Unidos e US$ 34 milhões globalmente em quatro semanas. Esta arrecadação razoável foi obtida apesar de um acordo entre a Universal e várias redes de cinema, incluindo AMC e Cinemark, que permitiu o lançamento do filme para locação online sob demanda neste fim de semana.

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  • Etc,  TV

    Google anuncia fim do aplicativo Google Play para smart TVs

    13 de abril de 2021 /

    O Google decidiu acabar com o aplicativo Google Play, dedicado à compra e locação digital de filmes e séries. Ele será descontinuado em dispositivos Roku e smart TVs a partir do dia 15 de julho. Por enquanto, o app continuará disponível em dispositivos móveis Android e iOS e na Android TV. Mas a tendência é que também seja descontinuado nessas plataformas. No lugar do Google Play, o conteúdo passará a ser abrigado na página do YouTube Filmes. “O aplicativo do YouTube será o novo lar para filmes e programas”, diz um aviso da Google em seu site. A partir da mudança, os usuários poderão aplicar seus créditos do Google Play em compras no YouTube. A mudança faz parte de um esforço do Google para otimizar seus aplicativos de entretenimento – e para promover o Google TV, sua interface de entretenimento recém-lançada, que combina serviços de streaming, TV ao vivo, filmes, programas de TV e outros aplicativos, como seu principal app para TVs conectadas. O Google TV está disponível no mais novo Chromecast e será lançada em breve em alguns modelos de Android TV, incluindo smarts TV da Sony (que abandonou o mercado brasileiro) e TCL.

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  • Filme

    Godzilla vs. Kong supera US$ 350 milhões mundiais

    11 de abril de 2021 /

    “Godzilla vs. Kong” segue fazendo estrago nas bilheterias mundiais. A luta dos monstros gigantes ultrapassou neste fim de semana os US$ 350 milhões de bilheteria global. O desempenho de apenas duas semanas tornou o filme da Warner Bros. e da Legendary Pictures o primeiro blockbuster verdadeiro da era da pandemia. “Tenet” ainda está na frente na arrecadação global, mas os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan devem ser superados pelos monstros gigantes antes do próximo fim de semana. A produção já tinha virado, desde sexta-feira (9/4), o filme de maior bilheteria da América do Norte durante o período do coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. “Tenet”, que é outra produção da Warner, terminou sua exibição nos cinemas norte-americanos com US$ 58,4 milhões. Nos últimos três dias, “Godzilla vs. Kong” somou mais US$ 13,4 milhões no mercado doméstico, atingindo US$ 69,5 milhões nos EUA – no momento em que a maior parte dos cinemas do Canadá se encontra fechada. Mas é a China que responde pela maior parte do faturamento mundial, com US$ 165,4 milhões. Outros mercados importantes incluem Austrália (US$ 16 milhões), México (US$ 15,8 milhões), Taiwan (US$ 11,7 milhões) e Rússia (US$ 11,1 milhões). Ao todo, “Godzilla vs. Kong” já soma US$ 357,8 milhões no mundo todo e o montante ainda vai crescer muito. O sucesso impressiona porque os cinemas não estão enfrentando apenas as restrições da pandemia. A venda de ingressos também concorre com a forte campanha da HBO Max, que disponibilizou a produção para seus assinantes simultaneamente ao lançamento nas telas. Sem divulgar números, a WarnerMedia também tem comemorado o aumento de receitas com novas assinaturas do serviço. “Estamos entusiasmados com o fato de ‘Godzilla vs. Kong’ estar trazendo o público de volta aos cinemas, onde é exibido em todo o mundo e também para nossos assinantes do HBO Max em suas casas aqui nos Estados Unidos”, disse Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures Group. “É realmente um prazer para todos nós da Warner Bros. e HBO Max podermos agradecer e parabenizar Adam, Legendary e toda a equipe ‘GvK’ pelos excelentes resultados deste filme incrível.” O filme dirigido por Adam Wingard (“Você é o Próximo”) está atualmente sendo exibido em cerca de 40 mercados, mas ainda não estreou no Brasil, em parte da Europa e no Japão, terra natal de Godzilla. A estreia nacional está marcada para 29 de abril, exclusivamente nos cinemas.

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  • Filme

    “Godzilla vs. Kong” vira maior bilheteria da pandemia nos EUA

    10 de abril de 2021 /

    “Godzilla vs. Kong” atingiu uma marca importante na sexta-feira (9/4), ao se tornar o filme de maior bilheteria da América do Norte durante o período da pandemia de coronavírus – ou seja, desde março do ano passado. Na data em que completou dez dias em cartaz, o longa coproduzido pela Warner e a Legendary Pictures chegou aos US$ 60 milhões de faturamento nos EUA e Canadá. Com isso, superou o antigo recordista da era da covid-19, “Tenet”, outra produção da Warner, que terminou sua exibição nos cinemas norte-americanos com US$ 58,4 milhões. “Tenet” ainda está na frente de “Godzilla vs. Kong” no desempenho global, mas os US$ 363 milhões do filme dirigido por Christopher Nolan devem ser superados pelos monstros gigantes na próxima semana. O duelos dos titãs teve a vantagem de ser o primeiro filme a estrear depois que os cinemas de Nova York e Los Angeles reabriam – ainda que com capacidade reduzida – , após um ano inteiro fechados. A expectativa é que “Godzilla vs. Kong” seja o primeiro filme a atingir US$ 100 milhões no mercado interno desde “Sonic – O Filme” (US$ 148 milhões), lançado em fevereiro de 2020. O mais interessante neste desempenho é que o filme também está disponível (sem cobrança extra) na HBO Max.

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  • Filme

    Paramount adia continuações de Top Gun e Missão: Impossível

    10 de abril de 2021 /

    O sucesso de “Godzilla vs. Kong” não foi suficiente para convencer a Paramount a manter seus lançamentos no verão norte-americano. Uma nova leva de mudanças no calendário de lançamentos foi anunciada na sexta-feira (9/4), em que o estúdio alterou estreias de alguns filmes bastante esperados, influenciando decisões da concorrência. A Paramount Pictures adiou “Top Gun: Maverick”, estrelado por Tom Cruise, de julho para novembro. A sequência de “Top Gun: Ases Indomáveis”, sucesso de 1986, estreará em 19 de novembro, dia em que a produtora planejava lançar o sétimo filme “Missão: Impossível”, que por sua vez foi adiado para maio de 2022. Com isso, “Missão: Impossível 8” também mudou de novembro de 2022 para julho de 2023. Por outro lado, “G.I. Joe Origens: Snake Eyes” foi antecipado de outubro para 23 de julho, enquanto o novo “Jackass” ocupou sua data original, num atraso de um mês em relação à estreia anteriormente prevista para setembro. A concorrência aproveitou as mudanças para mexer suas peças. Alguns filmes, como “Uma Noite de Crime: A Fronteira” (The Forever Purge), da Universal, e “Pedro Coelho 2: O Fugitivo”, da Sony, foram adiantados, respectivamente, em uma e duas semanas. Os mercados do Brasil e da Europa foram citados como motivos para os adiamentos da Paramount. O estúdio não quer lançar filmes de apelo internacional enquanto os cinemas permanecerem fechados em territórios que costumam ter grande arrecadação. Além dos filmes citados, a Paramount revelou datas de lançamentos previstos até 2023, confirmando planos de produção da cinebiografia dos Bee Gees (prevista para novembro de 2022) e um novo filme de “Star Trek” (para junho de 2023).

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  • Filme

    Netflix fecha contrato por exclusividade dos filmes da Sony em streaming

    8 de abril de 2021 /

    A Netflix fechou um acordo para disponibilizar o catálogo e lançamentos da Sony Pictures exclusivamente na plataforma de streaming. Para títulos novos, o acordo de vários anos entrará em vigor em 2022, quando chegam aos cinemas filmes como “Morbius”, “Uncharted” e a sequência de “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Com o negócio, a Netflix, que tem gasto bilhões para construir um catálogo próprio em antecipação à perda de conteúdo para os serviços de streaming próprios dos estúdios, terá acesso também ao catálogo de quase um século da Columbia, além de produções de terror recentes da Screen Gems. O negócio também permitirá à plataforma exibir filmes de personagens da Marvel, que tinham ficado fora de seu alcance com o lançamento da Disney+. Por sinal, isso pode azedar a relação entre a Disney e a Sony para futuros projetos conjuntos, prejudicando a continuidade do Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Mas “Spider-Man: No Way Home”, a sequência de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, ficou de fora do acordo por chegar aos cinemas ainda em 2021. Em contrapartida ao acesso do catálogo, a Netflix também se comprometeu a financiar vários filmes novos do estúdio, que serão lançados diretamente para streaming. O anúncio ainda reforça que a produção cinematográfica da Sony “continuará no volume atual”. O contrato é uma forma da Sony capitalizar seu conteúdo e conseguir lucrar com produção para streaming, já que, ao contrário de todos os outros estúdios grandes e médios de Hollywood, da Disney à Lionsgate, não possui uma plataforma digital própria. O pior é que tinha, mas, por falta de visão de mercado, vendeu a pioneira Crackle para uma produtora de conteúdo de autoajuda em 2019. “Na Sony Pictures, produzimos alguns dos maiores sucessos de bilheteria e os filmes mais criativos e originais da indústria. Este empolgante acordo demonstra ainda mais a importância desse conteúdo para nossos parceiros de distribuição, à medida que aumentam sua audiência e oferecem o melhor em entretenimento”, disse Keith Le Goy, presidente de distribuição mundial da Sony, em comunicado sobre o negócio. Scott Stuber, diretor de filmes da Netflix, acrescentou: “Isso não apenas nos permite trazer uma lista impressionante de franquias de filmes amados e lançar novas propriedades para a Netflix nos Estados Unidos, mas também estabelece uma nova fonte de filmes inéditos para os amantes de cinema da Netflix em todo o mundo.”

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