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  • Etc

    Plataforma Peacock revela planos de expansão internacional

    1 de agosto de 2021 /

    A plataforma de streaming Peacock, inédita no Brasil, começará seu lançamento internacional ainda neste ano. Em apresentação da NBCUniversal para o mercado, os executivos da companhia revelaram que ela passará a ser oferecida nos próximos meses com um acréscimo gratuito da plataforma da rede Sky na Europa, o que lhe dará prontamente uma base de 20 milhões de assinantes. O acordo é facilitado pelo fato de a rede de TV paga Sky e a plataforma Peacock pertencerem ao mesmo conglomerado, Comcast, que controla a NBCUniversal. Nos EUA, a Peacock atingiu 54 milhões de assinantes desde seu lançamento em abril de 2020. De acordo com dados divulgados pela empresa, sua produção original mais popular foi a minissérie dramática “Dr. Death”, mas a plataforma também viu aumentar seu tráfego com o lançamento híbrido da animação “O Poderoso Chefinho 2: De Volta aos Negócios”, simultaneamente aos cinemas, e com sua exclusividade na cobertura da Olimpíada de Tóquio. Sem muito alarde, os executivos da NBCUniversal também estão sondando parceiros na América Latina para tentar repetir a estratégia de lançamento casado com outra empresa neste mercado. No Brasil, a NBCUniversal é parceira do grupo Globo no segmento de TV paga. Mas, há duas semanas, começou a conversar com outros interessados, incluindo investidores da Faria Lima (o centro do dinheiro de São Paulo e, por consequência, do Brasil) sobre seus planos para a Peacock no país.

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  • Série

    CBS Studios renova contrato com Alex Kurtzman para mais “Star Trek” e séries exclusivas

    1 de agosto de 2021 /

    O produtor-roteirista Alex Kurtzman, responsável pelas novas séries da franquia “Star Trek”, renovou seu contrato de produção com o CBS Studios para permanecer à frente das atrações e desenvolver novos conteúdos para os canais do conglomerado ViacomCBS, principalmente para a plataforma Paramount+. Segundo apurou o site Deadline, o negócio teria girado na faixa dos US$ 150 milhões pela exclusividade de Kurtzman, que assim entrou na lista dos principais produtores-roteiristas do mercado de televisão-streaming dos EUA. O acordo manterá a produtora Secret Hideout de Kurtzman no CBS Studios até 2026. Além de cinco séries passadas no universo “Star Trek” (duas delas animadas), a empresa criada em 2016 também produziu recentemente a minissérie dramática “The Comey Rule” e vai lançar uma nova série semanal baseada na clássica sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” e outra baseada no conto de Stephen King “The New York Times at Special Bargain Rates”. Mas o relacionamento de Kurtzman com a CBS começou antes disso. Ele foi um dos criadores do reboot bem-sucedido de “Hawaii Five-0”. “Estender nossa valiosa parceria com o brilhante Alex Kurtzman e a Secret Hideout tem sido uma das principais prioridades da CBS e da Paramount+”, disse George Cheeks, presidente e CEO da CBS. “A visão e liderança de Alex sobre a franquia ‘Star Trek’ e sua capacidade de criar séries artísticas e comerciais em todas as plataformas o colocam em uma classe especial de talento criativo” “Alex e a Secret Hideout têm sido parceiros extraordinários que, por meio de sua produção prolífica de programas de alta qualidade, permitiram que nosso estúdio crescesse exponencialmente”, acrescentou David Stapf, presidente da CBS Studios. “A visão e a amplitude de interesse de Alex são incomparáveis, pois ele e sua equipe reacenderam a franquia ‘Star Trek’ com cinco (e contando) séries brilhantemente exclusivas, enquanto ao mesmo tempo criavam séries de sucesso de longa duração tanto para a rede quanto para espaços premium.” Além de Kurtzman, o CBS Studios fechou recentemente contrato de exclusividade com o casal Robert e Michelle King, criadores de “The Good Wife”, “The Good Fight” e “Evil”, entre outros programas do estúdio.

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  • Filme

    “Jungle Cruise” estreia abaixo de “Viúva Negra” nos cinemas e no streaming

    1 de agosto de 2021 /

    A Disney repetiu a estratégia de “Viúva Negra” e divulgou os números de streaming do fim de semana de estreia de “Jungle Cruise”. Líder das bilheterias dos EUA e Canadá em seu fim de semana de estreia, com faturamento de US$ 34,2 milhões em vendas de ingressos para o cinema, o filme estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson e Emily Blunt faturou outros US$ 30 milhões no Disney+. Em ambas as frentes, o desempenho foi bastante inferior à estreia de “Viúva Negra” – US$ 80 milhões nos cinemas e US$ 60 milhões na Disney+. E mesmo com a melhor estreia de toda a pandemia, Scarlett Johansson processou a Disney por perder dinheiro com a iniciativa de lançamento simultâneo em streaming. No mercado internacional, “Jungle Cruise” arrecadou ainda menos, US$ 27,6 milhões de 47 países diferentes. Com isso, sua bilheteria mundial de cinema ficou em US$ 61,8 milhões. Somando os US$ 30 milhões da plataforma digital, ficou com US$ 91,8 milhões de todas as fontes – número abaixo da meta de US$ 100 milhões. Para uma produção orçada em US$ 200 milhões, trata-se de uma grande decepção – um filme com esse preço normalmente teria que gerar pelo menos US$ 500 milhões para se pagar. Mas a pandemia mudou percepções do que representa um sucesso, especialmente para empresas como a Disney e a Warner que optaram por transformar seus lançamentos em estratégia para gerar tráfego em seus serviços de streaming. A velocidade com que a Disney+ atingiu 100 milhões de assinantes demonstra que o lucro pode chegar de outras formas, além dos ingressos vendidos. Em meio à disputa legal com Johansson, que pode marcar mudanças na forma como astros-produtores são compensados ​​por seus trabalhos, a estreia híbrida de “Jungle Cruise” encerra o ciclo de lançamentos simultâneos anunciados pela Disney. Mas o estúdio pode retomar a estratégia diante do aumento de casos de contaminação de covid-19 criados pela variante delta. Analistas de bilheteria dizem que o público norte-americano está mais receoso do cinema por causa da nova onda da pandemia, o que explicaria a dificuldade dos títulos mais recentes repetirem o impacto de “Viúva Negra”. A tese será confrontada na semana que vem com outra estreia de adaptação de quadrinhos, “O Esquadrão Suicida”, da DC Comics. O 2º lugar da bilheteria foi palco de uma disputa acirrada, graças ao desempenho acima do esperado de outra estreante, a fantasia medieval “O Cavaleiro Verde”. Elogiadíssima pela crítica, com 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o filme estrelado por Dev Patel fez US$ 6,78 milhões em apenas 2,7 mil telas, superando o líder da semana passada, “Tempo”, terror de M. Night Shyamalan que sofreu uma queda de 60% e ficou com US$ 6,76 milhões arrecadados de 3,3 mil locais. “Viúva Negra” aparece num próximo 4º lugar, somando mais US$ 6,1 milhões para atingir US$ 166 milhões na América do Norte e US$ 343,6 milhões globalmente. Mesmo com a pandemia (e sem contar os valores da Disney+), estes números já deixam para trás a pior bilheteria da Marvel, registrada em “O Incrível Hulk”, e se aproximam bastante de “Capitão América: O Primeiro Vingador”. O Top 5 se completa com “Stillwater”, drama estrelado por Matt Damon, que faturou US$ 5,12 milhões em 2,5 mil salas ao apresentar como ficção a história de Amanda Knox, uma estudante americana presa por assassinato na Itália. A própria Knox “divulgou” a produção, ao atacá-la no Twitter por usar sua história sem autorização. A recepção entre a crítica ficou em 75%, de acordo com o Rotten Tomatoes. “Jungle Cruise” e “Tempo” estrearam neste fim de semana no Brasil, onde devem se juntar a “Viúva Negra” no ranking das maiores bilheterias. Já “Stillwater” só chega em setembro e “O Cavaleiro Verde” não tem ainda previsão para os cinemas brasileiros.

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  • Etc

    Disney é criticada por “ataque de gênero” contra Scarlett Johansson

    31 de julho de 2021 /

    As organizações Women in Film, ReFrame e Time’s Up emitiram uma declaração conjunta neste sábado (31/7) chamando a caracterização de Scarlett Johansson feita pela Disney, em nota sobre o processo aberto pela atriz, de um “ataque de gênero”. A declaração das organizações que atuam na defesa dos direitos das mulheres na indústria do entretenimento diz: “Embora não tomemos posição sobre as questões de negócios no litígio entre Scarlett Johansson e a The Walt Disney Company, nos posicionamos firmemente contra a declaração recente da Disney que tenta caracterizar Johansson como insensível ou egoísta por defender os direitos de seu contrato de negócios. Esse ataque de gênero não tem lugar em uma disputa de negócios e contribui para um ambiente no qual mulheres são percebidas como menos capazes do que os homens de proteger seus próprios interesses sem enfrentar críticas ad hominem”. Scarlett Johansson iniciou uma ação contra o estúdio na quinta-feira (29/7), alegando que seu contrato estipulava que a Disney só poderia lançar “Viúva Negra” no cinema e não simultaneamente em streaming, e que esta decisão unilateral teria o objetivo de diminuir o percentual das bilheterias que ela tem direito de receber como produtora. Como resposta, o estúdio afirmou que o processo da atriz era “triste” e representava um “desrespeito cruel” às vítimas de pandemia de covid-19. Além disso, revelou o cachê da estrela, geralmente considerado matéria sensível e confidencial, o que demonstra o tamanho de sua insatisfação. “Não há mérito algum neste processo. Ele é especialmente triste e angustiante em seu desrespeito cruel aos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19. A Disney cumpriu totalmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ no Disney+ com Premier Access aumentou significativamente sua capacidade de conseguir uma compensação adicional em cima dos US$ 20 milhões que ela já recebeu até o momento.” A nota da Disney também irritou o empresário da atriz, Bryan Lourd, um dos chefes da CAA, uma das maiores agências de talento de Hollywood, que representa vários artistas contratados pela Disney. E ele detonou o estúdio, chamando-o de “sem vergonha”. “Eles acusaram falsamente e sem nenhuma vergonha a Sra. Johansson de ser uma pessoa insensível com relação à pandemia de covid-19, tentando fazê-la parecer alguém que eles e eu sabemos que ela não é. A empresa ainda incluiu o salário dela na sua declaração para a imprensa, em uma tentativa de constrangê-la com o seu sucesso como artista e mulher de negócios. Ela não tem nada do que se envergonhar”, Lourd comentou em comunicado. Para piorar, Matthew Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, afirmou em sua newsletter que até Kevin Feige, chefão da Marvel, está furioso e decepcionado com a briga pública. ‘Ele pressionou a Disney contra o plano para a ‘Viúva Negra’, preferindo a exclusividade da tela grande e então, quando ‘a merda atingiu o ventilador’, o filme começou a afundar e a equipe de Johansson ameaçou um processo, ele queria que a Disney acertasse as coisas com ela”, afirmou o jornalista. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar simultaneamente no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$ 30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus, e o filme faturou US$ 60 milhões mundiais apenas no lançamento em Premier Access – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. Nos cinemas, por sua vez, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões em seu fim de semana inaugural, dos quais US$ 80 milhões vieram do mercado norte-americano. Desde então, “Viúva Negra” ultrapassou os US$ 320 milhões mundiais.

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  • Etc

    Chefão da Marvel se decepciona e empresário de Scarlett Johansson detona Disney

    30 de julho de 2021 /

    O processo movido por Scarlett Johansson contra a Disney por quebra de contrato, ao lançar “Viúva Negra” simultaneamente no cinema e em streaming, esquentou os bastidores de Hollywood. Matthew Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, afirmou em sua newsletter que Kevin Feige, chefão da Marvel, está furioso e decepcionado com a briga pública. ‘Ele pressionou a Disney contra o plano para a ‘Viúva Negra’, preferindo a exclusividade da tela grande e então, quando ‘a merda atingiu o ventilador’, o filme começou a afundar e a equipe de Johansson ameaçou um processo, ele queria que a Disney acertasse as coisas com ela”, afirmou o jornalista. Mas a Disney não quis saber e só se manifestou após Johansson entrar com um processo na quinta-feira (29/7). A empresa emitiu um comunicado duro, divulgando o salário da atriz e chamando sua ação de “triste” e “desrespeito cruel aos horríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19″. A resposta a esta nota ficou a cargo do empresário da atriz, Bryan Lourd, um dos chefes da CAA, uma das maiores agências de talento de Hollywood, que representa vários artistas contratados pela Disney. E ele detonou o estúdio, chamando a Disney de “sem vergonha”. “Eles acusaram falsamente e sem nenhuma vergonha a Sra. Johansson de ser uma pessoa insensível com relação à pandemia de covid-19, tentando fazê-la parecer alguém que eles e eu sabemos que ela não é. A empresa ainda incluiu o salário dela na sua declaração para a imprensa, em uma tentativa de constrangê-la com o seu sucesso como artista e mulher de negócios. Ela não tem nada do que se envergonhar”, ele comentou em comunicado. O empresário ainda reforçou a queixa da atriz, afirmando que a Disney “violou deliberadamente o contrato” firmado com ela, “movendo todos os lucros [de ‘Viúva Negra’] para seu serviço do streaming e deixando os seus parceiros artísticos e financeiros fora da equação”. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus. Na sua estreia, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões, dos quais US$ 80 milhões vieram apenas do mercado norte-americano. A Disney também revelou que o filme faturou US$ 60 milhões mundiais no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+ – , mas não está claro se este valor conta como bilheteria nos termos previstos para a divisão de lucros do contrato de Johansson. O processo foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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  • Filme

    Emma Stone também pode processar Disney por streaming

    30 de julho de 2021 /

    O processo aberto por Scarlett Johansson contra a Disney por quebra de contrato, devido ao lançamento de “Viúva Negra” simultaneamente em streaming, está sendo observado de perto por outros artistas-produtores famosos. Matt Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, soube que Emma Stone também está considerando processar a Disney por lançar “Cruella” da mesma forma – na plataforma Disney+ junto do cinema. Em sua newsletter, o jornalista disse que a estrela de “Cruella” está “avaliando suas opções”. O argumento para os processos é que o lançamento simultâneo prejudica a arrecadação das bilheterias — o que seria uma quebra de contrato, já que cláusulas estipulam remuneração baseada na vendas de ingressos a artistas que também são produtores das obras, casos de Johannson e Stone. A bilheteria mundial de “Cruella” foi de aproximadamente US$ 225 milhões, bem abaixo do esperado. Mas a Disney se comprometeu em realizar uma continuação. Ao fazer a revelação do interesse de Stone em seguir Johansson, o jornalista lembrou que a Disney é “famosa por ser difícil de lidar” em questões como essa. A empresa não gosta de ser contrariada e, após o processo de Johansson, divulgou o salário da atriz, chamando a ação de “triste” e “desrespeito cruel aos horríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19″.

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  • Filme

    Disney ataca Scarlett Johansson após processo: “Triste” e “desrespeito cruel”

    30 de julho de 2021 /

    A Walt Disney Co. disparou um comunicado contra o processo de Scarlet Johansson por quebra de contrato relativo à “Viúva Negra”. A atriz iniciou uma ação contra o estúdio na quinta-feira (29/7), alegando que a Disney só poderia lançar o filme no cinema e não simultaneamente em streaming, e que esta decisão unilateral teria o objetivo de diminuir o percentual das bilheterias que ela tem direito de receber como produtora. Como resposta, o estúdio afirmou que o processo da atriz é “triste” e representa um “desrespeito cruel” às vítimas de pandemia de covid-19. Além disso, revelou que ela já recebeu US$ 20 milhões pelo filme – uma exposição oficial de cachê, geralmente considerado matéria sensível e confidencial, que demonstra o tamanho da insatisfação do estúdio com a estrela. “Não há mérito algum neste processo. Ele é especialmente triste e angustiante em seu desrespeito cruel aos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19. A Disney cumpriu totalmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ no Disney+ com Premier Access aumentou significativamente sua capacidade de conseguir uma compensação adicional em cima dos US$ 20 milhões que ela já recebeu até o momento.” “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus, e o filme faturou US$ 60 milhões mundiais apenas no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. Nos cinemas, por sua vez, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões em seu fim de semana inaugural, dos quais US$ 80 milhões vieram do mercado norte-americano. Desde então, “Viúva Negra” ultrapassou os US$ 320 milhões mundiais. O processo de Scarlett Johannson foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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  • Filme

    Scarlett Johansson processa Disney pelo lançamento de “Viúva Negra” em streaming

    29 de julho de 2021 /

    A atriz Scarlett Johansson matou definitivamente a Viúva Negra nesta semana. Se havia esperanças de que sua personagem pudesse voltar, isso acabou quando ela abriu um processo contra a Disney pelo lançamento do filme “Viúva Negra” simultaneamente nos cinemas e no streaming Disney+. De acordo com The Wall Street Journal, os advogados da estrela alegam que esta decisão foi uma quebra de contrato, pois o documento tratava exclusivamente de estreia nos cinemas. Como ela também é produtora do filme, seus rendimentos são baseados na performance da bilheteria do longa, que teriam sido supostamente afetados pelo lançamento em streaming. Na verdade, a Disney também está cobrando “ingressos” virtuais em streaming, mas não está claro se isso está coberto pelo contrato ou se é o principal tema da disputa judicial, que teria encontrado dificuldades para ser resolvida de forma amigável. Há boatos de que Kevin Feige, chefão da Marvel, tentou apaziguar os ânimos, mas sem sucesso diante da decisão da Disney de não fazer concessões. Ao mesmo tempo, Johansson se sentiu lesada ao perceber que perdeu uma fortuna e ainda ajudou a Disney a atrair assinantes para o streaming. “A Disney intencionalmente induziu a quebra do acordo da Marvel, sem justificativa, para impedir que a Sra. Johansson pudesse ter o benefício completo da sua negociação com a Marvel”, diz o processo. “Por que a Disney abriria mão de centenas de milhões de dólares em receitas de bilheteria ao lançar o filme nos cinemas em um momento em que sabia que o mercado estava ‘fraco’, em vez de esperar alguns meses para que o mercado se recuperasse?”, questiona o documento. “Com base nas informações e na convicção, a decisão de fazê-lo foi tomada pelo menos em parte porque a Disney viu a oportunidade de promover seu principal serviço de assinatura usando o filme e a Sra. Johnasson, atraindo assim novos assinantes mensais, mantendo os existentes e estabelecendo o Disney+ como um serviço indispensável em um mercado cada vez mais competitivo. ” A reclamação acrescenta que as ações da Disney “não apenas aumentaram o valor da Disney+, mas também salvou intencionalmente a Marvel (e, portanto, a si mesma) do que a própria Marvel se referiu como ‘bônus de bilheteria muito grande’ que a Marvel de outra forma teria sido obrigada a pagar à Sra. Johnasson.” Por meio do processo, a atriz também alega que a Disney sabia que o streaming dissuadiria o comparecimento dos espectadores aos cinemas, incluindo os que voltariam para assistir mais de uma vez, e fez isso mesmo assim, com conhecimento de causa e intencionalmente. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus. Na sua estreia, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões, dos quais US$ 80 milhões vieram apenas do mercado norte-americano. A Disney também revelou que o filme faturou US$ 60 milhões mundiais no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. O processo foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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  • Série

    “Sweet Tooth” é renovada para 2ª temporada

    29 de julho de 2021 /

    A Netflix finalmente confirmou a renovação de “Sweet Tooth” para sua 2ª temporada, que terá novamente 8 episódios comandados por Jim Mickle – showrunner, escritor e diretor do primeiro ano da atração. “É muito emocionante ver como as pessoas do mundo todo estão se apaixonando por nosso menino-cervo.”, disse Mickle sobre a renovação. “Não poderíamos estar mais animados para continuar nossa parceria com a Netflix e acompanhar Gus e seus amigos nessa jornada extraordinária”. Na semana passada, a Netflix revelou que “Sweet Tooth” foi vista por 60 milhões de contas de assinantes. Os números foram informados no relatório trimestral de lucros da empresa. Graças a esse desempenho, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics, produzida pelos astro Robert Downey Jr., foi a série de maior sucesso do trimestre passado e entrou na lista das 10 séries originais em inglês mais assistidas da Netflix em todo o mundo. “Sweet Tooth” ocupa o 6º lugar do ranking, à frente de “Emily em Paris” e logo abaixo de “O Gambito da Rainha”. “Bridgerton” lidera a lista de atrações originais com 82 milhões de visualizações. Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” apresenta uma história com elementos de contos de fadas e sci-fi pós-apocalíptica, que o diretor Jim Mickle (“Somos o que Somos”) transformou num épico de visual cinematográfico. A trama se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus, um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. Veja abaixo o vídeo do anúncio da renovação feito pela Netflix, que evoca uma antiga propaganda da marca de laticínios Parmalat.

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  • Filme

    “Velozes e Furiosos 9” volta a liderar bilheterias do Brasil

    26 de julho de 2021 /

    Depois de duas semanas na liderança, “Viúva Negra” perdeu o 1º lugar nas bilheterias do Brasil. Mas não foi para nenhum lançamento. “Velozes e Furiosos 9” recuperou a vantagem, assumindo a ponta após um mês em cartaz. O resultado não tem nenhuma relação com o streaming de “Viúva Negra” na Disney+, mas com decisão do próprio mercado exibidor, que tirou salas de “Viúva Negra” para dar ao lançamento da semana, “Um Lugar Silencioso – Parte II”, a predominância de 85% do circuito. Como resultado, o filme da Marvel caiu para 3º lugar. Mas mesmo com uma exibição em todos os multiplexes do país, “Um Lugar Silencioso – Parte II” não conseguiu liderar o ranking, ficando em 2º lugar Todo o público dos cinemas brasileiros caiu, de um modo geral, 16,7% em comparação com o fim de semana anterior. Ao todo, 804,6 mil pessoas compraram ingressos, gerando uma arrecadação de R$ 15,04 milhões entre quinta e domingo (25/7), segundo dados da consultoria Comscore. No fim de semana passado, com “Viúva Negra” em mais salas, 966,3 mil pessoas foram aos cinemas em todo o Brasil. Filme mais assistido deste fim de semana, “Velozes e Furiosos 9” teve 215 mil espectadores, enquanto “Um Lugar Silencioso – Parte 2” levou 188 mil pessoas aos cinemas e “Viúva Negra” ficou logo atrás com 171 mil ingressos vendidos. Veja abaixo o Top 10 das bilheterias nacionais. Top10 BRASIL #filmes #bilheteria #cinema QUINTA:1. Velozes e Furiosos 92. Um Lugar Silencioso 23. Viuva Negra4. Space Jam5. Os Croods 26. Dupla Explosiva 27. Invocação do Mal 38. Cruella9. Irmãos a Italiana10. Sibyl — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 23, 2021

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  • Filme

    Terror de M. Night Shyamalan vence “Snake Eyes” nas bilheterias dos EUA

    25 de julho de 2021 /

    O novo terror de M. Night Shyamalan, “Tempo” (Old), liderou as bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana com uma arrecadação de US$ 16,5 milhões em vendas de ingressos. Lançado com um trailer empolgante, que gerou muita expectativa em relação a seu mistério – uma praia distante onde turistas envelhecem aceleradamente – , o lançamento da Universal Pictures lotou cinemas, mas foi considerado medíocre pelos críticos norte-americanos, atingindo apenas 52% de aprovação. O consenso é que a premissa seria empolgante num curta-metragem, mas não num filme de duas horas. Mesmo assim, seu desempenho foi melhor que “G.I. Joe Origens: Snake Eyes”, com meros 42% de aprovação e bilheterias muito abaixo das expectativas. O filme de ação abriu em 2º lugar com US$ 13,3 milhões. Ambos foram lançados apenas nos cinemas, mas tiveram aberturas inferiores a estreias recentes com distribuição simultânea em streaming. Este fato incontestável fulmina o argumento da Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) de que a estratégia da Disney com “Viúva Negra” seria deficitária. O filme estrelado por Scarlett Johansson bateu o recorde de faturamento da pandemia em sua estreia com uma bilheteria duas vezes maior que a soma dos dois lançamentos exclusivos dos cinemas desta semana. Para piorar o quadro, “Snake Eyes” fracassou no exterior, arrecadando somente US$ 4 milhões em 37 países. É um começo decepcionante para um filme orçado em US$ 88 milhões e que deveria reiniciar a franquia “G.I. Joe”. Com esses números, dificilmente terá sequência. “Viúva Negra” aparece em 3º lugar após três fins de semanas, acrescentando mais US$ 11,6 milhões para chegar a um total de US$ 154 milhões nos Estados Unidos e Canadá e se tornar a segunda maior bilheteria doméstica de 2021. Enquanto isso, “Space Jam: Um Novo Legado” seguiu o padrão dos últimos lançamentos e viu sua arrecadação desabar 69% em sua segunda semana em cartaz. O híbrido animado com LeBron James e Pernalonga despencou do 1º para o 4º lugar com US$ 9,5 milhões. “Velozes e Furiosos 9” fecha o Top 5, adicionando US$ 4,7 milhões em seu quinto fim de semana nos cinemas dos EUA. Filme que mais arrecadou nos cinemas neste ano, soma US$ 163 milhões na América do Norte até o momento e se tornou a primeira produção de Hollywood a ultrapassar US$ 600 milhões em todo o mundo desde o início da pandemia. “Tempo” estreia na sexta-feira (29/7) no Brasil, “Snake Eyes” em 19 de agosto e os demais líderes das bilheterias norte-americanas já estão em cartaz nos cinemas nacionais.

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    Starz impede Disney de usar o nome Star+ no Brasil

    24 de julho de 2021 /

    Há pouco mais de um mês da estreia da plataforma Star+ no Brasil, a Disney sofreu um revés que pode prejudicar sua estratégia de lançamento. O canal pago americano Starz, que disponibiliza a plataforma Starzplay, conseguiu reverter uma decisão que permitia o uso da marca Star+ (lê-se Starplus) em território nacional. O Starz está brigando com a Disney desde que a empresa anunciou sua estratégia para distribuir sua versão internacional da Hulu com o nome Star+. A alegação é as marcas Starzplay e Starplus são semelhantes e concorrem no mesmo segmento de streaming, podendo confundir o público. O processo do Starz chega a citar o grupo Claro para comprovar que as marcas são semelhantes e geram confusão. A operadora anunciou uma promoção para assinatura opcional do streaming Starzplay, mas ilustrou a imagem com o logotipo do serviço concorrente. Esta disputa já tinha atrasado a chegada da nova plataforma da Disney ao Brasil. Originalmente, a Star+ seria disponibilizada no final de junho, mas, diante do processo contra a denominação, teve sua estreia adiada para 31 de agosto. A Disney só começou a anunciar o lançamento em junho, após decisão de primeira instância, em que conseguiu parecer favorável para ir adiante com seu projeto. Mas na última sexta (23/7) o Starz conseguiu reverter esta decisão. O relator do processo, juiz Jorge Tosta, da 2º Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo, deferiu o pedido de antecipação da tutela recursal. De acordo com o documento, o grupo Starz comprovou ter prioridade sobre o uso da marca Starzplay. Ao ponderar sobre o caso, o relator concordou que a palavra “Star” é o principal identificador dos dois serviços e que “obviamente um consumidor, ao referir-se aos serviços de streaming ofertados pelas partes, não o fará dizendo que assistiu um filme pela ‘STARZPLAY’ ou pela ‘STARPLUS’, mas simplesmente pela ‘STAR’”. A decisão não leva em conta que Star é, na verdade, uma denominação de canais de TV. Star foi o nome escolhido pela Disney para rebatizar os canais Fox, e não houve nenhuma objeção para a estreia dessas emissoras em fevereiro passado – chamadas de Star Channel, Star Life e Star Hits. Star+ seguiria uma tendência do mercado, que já tem plataformas de streaming chamadas de Paramount+ e Disney+, relacionadas aos canais pagos Paramount e Disney Channel. A decisão mais recente proíbe a Disney de usar a marca Star+ sob pena de multa diária, mas ainda não é definitiva, cabendo apelação.

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    Globoplay alfineta Netflix em comercial com Gil do Vigor

    24 de julho de 2021 /

    A plataforma Globoplay deu uma alfinetada na Netflix com seu novo comercial, que conta com participação provocativa de Gil do Vigor. O vídeo faz referência direta ao recente aumento de preços anunciado pela Netflix e promete manter o preço atual da Globoplay até 2023. “O gás está caro, a comida está cara, o combustível está caro. Num momento onde tudo está caro, ainda tem gente aumento preço de streaming. Ainda bem que o Globoplay garante a todos os seus assinantes atuais, e mais quem assinar até o final do ano, que não teremos reajuste de preço até 2023”, diz a narração. Em seguida, Gilberto Nogueira, o do Vigor, faz as contas como bom economista e convida o público a ficar só com o Globoplay. “N motivos para cancelar tudinho para e ficar só com a gente”, declarou. Ao seu lado, o ator Paulo Vieira aparece chocado com a menção ao concorrente de letra N. “Menino, que agora é barraco”, comenta. “O Globoplay não vai perder para basculho”, completa Gil, numa referência à famosa briga com a cantora Pocah no “BBB 21”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Globoplay (@globoplay)

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