DC FanDome traz novidades de filmes, séries, games e quadrinhos neste sábado
A DC e a Warner Bros. realizam neste sábado (16/10) a segunda edição do DC FanDome, evento virtual dedicado às atrações do universo de quadrinhos da DC Comics, incluindo filmes, séries e games com os personagens da editora. A primeira edição da DC FanDome foi um dos primeiros eventos online bem-sucedidos da pandemia, representando um grande salto de qualidade em relação à versão virtual da Comic-Con Internacional, de San Diego. Vista ao vivo por nada menos que 22 milhões de fãs de 220 países diferentes, a atração criou um padrão de apresentação com diferentes anfitriões e conteúdos variados, contendo entrevistas, painéis e games com elencos famosos, que acabou inspirando iniciativas similares, como, por exemplo, o recente Tudum da Netflix. A nova edição está expandindo seu alcance com várias parcerias. No Brasil, por exemplo, além de poder ser acompanhada pelo site oficial, também estará disponível nos canais do YouTube da Warner Bros, da WarnerPlay e até da Ingresso.com. Além disso, as apresentações serão abastecidas por ofertas do comércio eletrônico da Loja Oficial da DC Comics (lojadccomics.com.br). Embora a programação não tenha sido completamente anunciada, já se sabe que haverá a apresentação de um novo trailer de “Batman”, o comercial da série “Pacificador”, as primeiras cenas de “Adão Negro” e uma “misteriosa surpresa” de “The Flash”. A Warner tem muitos outros projetos da DC em desenvolvimento, incluindo várias séries e filmes da HBO Max, dos longas de Batgirl e Canário Negro às nova atrações de Constantine e derivados do filme de Batman, que devem ganhar maiores detalhes neste sábado. O evento virtual será transmitido ao vivo, legendado e de forma gratuita, reunindo grande parte dos elencos das produções citadas – e de muitas outras – em painéis exclusivos, a partir das 14h no horário de Brasília. Veja abaixo o comercial legendado do evento.
Lázaro Ramos dirige primeiro filme brasileiro da Amazon
O primeiro projeto de Lázaro Ramos para a Amazon Prime Video será a direção de um filme. Trata-se de “Um Ano Inesquecível – Outono”, desenvolvido pela produtora Panorâmica, que adapta uma antologia de contos com o mesmo nome, escritos por Thalita Rebouças, Paula Pimenta, Bruna Vieira e Babi Dewet. A Amazon revelou a novidade nesta quarta (13/10) junto com a primeira foto dos trabalhos, que mostra Lázaro segurando a claquete no set ao lado da jovem atriz Gabz (“Tudo por um Pop Star”). “Um Ano Inesquecível – Outono” será o primeiro longa-metragem brasileiro produzido especificamente para o streaming da Amazon e o segundo longa-metragem dirigido pelo ator, que estreou na função com “Medida Provisória”, ainda inédito nos cinemas brasileiros, mas já premiado em festivais internacionais e com 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. No livro original, os quatro escritores contaram histórias distintas passadas numa estação do ano. O projeto da Amazon é transformar cada uma delas num filme diferente. A trama original de “Outono” foi escrita por Babi Dewet e gira em torno de Anna Júlia e João Paulo, um típico casal improvável. Ela odeia música e tudo que mais quer é um estágio e estabilidade para ajudar o pai em casa. Ele é um jovem músico de rua que sonha em viver da sua arte. Mesmo assim, a paixão entre os dois acontece, e em um dos lugares mais simbólicos de São Paulo: a Avenida Paulista. A movimentada capital é o cenário da desafiadora jornada que ambos enfrentam para ficar juntos. A adaptação conta com roteiro de Keka Reis (“BugiGangue no Espaço”) em colaboração de Thamyra Thâmara e com a consultoria de Marcelo Saback (“Divã”) e Vince Marcello (autor e diretor da franquia “Barraca do Beijo”). Os protagonistas são Gabz e Lucas Leto (“Bom Sucesso”), e o elenco ainda inclui Larissa Luz, Pedro Blanc, Raphael Ghanem, Vittor Fernando e Enrico Cardoso, entre outros. Lázaro Ramos não renovou seu contrato com a Globo no mês passado e fechou com a Amazon por prazo longo para desenvolver diversos projetos, mas deixou trabalhos inéditos como ator na Globo – na atual temporada de “Sob Pressão” e na próxima de “Aruanas”.
Netflix fecha contrato de exclusividade com astro de “Lupin”
A Netflix fechou um contrato com o astro francês Omar Sy, estrela da série “Lupin”, para desenvolver novos projetos com exclusividade para a plataforma de streaming. O acordo prevê que a empresa de produção de Sy, sediada em Paris, crie novos filmes originais para a Netflix, que também deverão ser estrelados pelo ator. Antes de fazer sucesso na série “Lupin”, ele já tinha estrelado um fenômeno mundial, o filme “Intocáveis”, de 2011, que ganhou remake em vários países. O negócio é mais uma iniciativa da Netflix para se consolidar como uma plataforma mundial, com produções de conteúdo original e exclusivo de vários países. Só em 2021, os lançamentos franceses do streamer incluíram o thriller “Oxigênio”, de Alexandre Aja, a comédia de ação “O Último Mercenário”, com Jean-Claude Van Damme, a comédia romântica “O Melhor Amigo” e o drama de época “Os Segredos de Madame Claude”. Sy já tem um novo projeto da Netflix no horizonte, retomando a parceria com o diretor de “Lupin”, Louis Leterrier, numa comédia de ação chamada “Tour de Force”, que tem lançamento previsto na plataforma para 2022. “Estou muito feliz por ter a oportunidade de estender o relacionamento com a Netflix e espero ansiosamente por esta próxima etapa de nossa jornada juntos”, disse o ator num comunicado.
Erro revela número de assinantes da Netflix no Brasil
Um erro cometido pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), entidade federal responsável por fiscalizar abusos do poder econômico, revelou o número de assinantes da Netflix no Brasil. Tratado como confidencial pela plataforma de streaming, o dado vazou com a divulgação de um documento que deveria ser privado, mas acabou liberado ao público em um processo judicial. A informação revela que o serviço tinha uma base de 19 milhões de clientes no país em janeiro deste ano. O número integra um processo movido pela Neo TV, associação que representa pequenas operadoras de TV paga do Brasil – detentoras de 2,5% do mercado – contra a fusão entre WarnerMedia e Discovery, prevista para ser concluída até o começo de 2022. “É verdade que as plataformas de streaming conquistaram muitos clientes nos últimos anos, mas também é nítido que parcela relevante dos consumidores considera os serviços OTT (Over-the-top, como a Netflix) como complementares à TV por assinatura – a Netflix, por exemplo, já foi capaz de conquistar 19 milhões de assinantes no Brasil sozinha”, informava o documento. Para chegar nesse número, a NeoTV remeteu a um documento sigiloso, compartilhado pela Netflix em outro processo do CADE, que investigava o pagamento de bônus de volume para o mercado publicitário feito pela Globo. Estes dados não deveriam se tornar públicos. De todo modo, já que ficaram conhecidos, demonstram que a Netflix tem cerca de 20 mil assinantes no Brasil, considerando um aumento extremamente modesto de assinaturas desde janeiro passado. Na verdade, o mais provável é que já tenha chegado a 25 mil. A projeção se deve ao fato de a empresa ter dobrado seu número de assinantes em dois anos, já que em 2019 admitiu, em comunicado, ter ultrapassado a marca de 10 milhões de contratos firmados no país.
“Venom: Tempo de Carnificina” é maior estreia do ano no Brasil
A estreia de “Venom: Tempo de Carnificina” foi vista por quase 900 mil espectadores e registrou a maior bilheteria de 2021 no Brasil: mais de R$ 16 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição. A produção também ajudou a lotar os cinemas brasileiros, que atingiram seu maior público do ano. Ao todo, 1,18 milhão de pessoas gastaram R$ 21,3 milhões em ingressos de cinema entre quinta e domingo (10/10) no país, segundo levantamento da consultoria Comscore. Antes disso, apenas a estreia de “Viúva Negra” tinha atraído mais de 1 milhão de espectadores. No fim de semana de seu lançamento, em julho passado, 1,17 milhão de pessoas compraram ingressos. O segundo filme mais assistido do fim de semana foi o novo “007”, que teve público muito inferior. Apenas 171 mil pessoas acompanharam a segunda semana de exibição de “007 – Sem Tempo para Morrer”, que rendeu R$ 3,7 milhões nas bilheterias. Veja abaixo o Top 10 das bilheterias nacionais, de acordo com a Comscore, e a confirmação do recorde de “Venom: Tempo de Carnificina”. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 7-10/10:1. Venom 2. 007 3. Patrulha Canina4. Shang Chi 5. Ainbo – A Guerreira da Amazônia6. Poderoso Chefinho 27. A Casa Sombria8. Fátima – A História de Um Milagre9. Croods 210. Pedro Coelho 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 11, 2021 #venom "Venom – Tempo de Carnificina" distribuído pela @SonyPicturesBr bateu recorde de #bilheteria neste final de semana no Brasil. O #filme foi exibido exclusivamente nos #cinemas e já arrecadou +R$ 16 milhões, colocando o título como Top 1 entre as maiores estréias deste ano — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 11, 2021
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” soma US$ 400 milhões de bilheteria
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” cruzou mais uma marca importante durante a pandemia, ultrapassando neste fim de semana a arrecadação de US$ 400 milhões em todo o mundo. O total inclui US$ 212,5 milhões do mercado norte-americano e US$ 189,1 milhões no internacional. E isto sem contar as bilheterias da China, onde o filme foi barrado. Curiosamente, “Viúva Negra” também não foi exibido no mercado chinês e mesmo assim faturou US$ 379 milhões nos cinemas. As duas produções da Marvel foram os maiores sucessos comerciais da Disney neste ano, seguidas por “Free Guy”, “Cruella” e “Jungle Cruise”. Graças a este desempenho, a Disney está se tornando (oficialmente na segunda-feira) o primeiro estúdio a atingir US$ 2 bilhões em vendas mundiais de ingressos em 2021.
“Duna” supera US$ 100 milhões no mercado internacional
A sci-fi “Duna” superou a marca de US$ 100 milhões de arrecadação no mercado internacional, onde começou a ser exibido há quase um mês – desde 15 de setembro. O lançamento antecipado no exterior foi uma estratégia da Warner para apaziguar os ânimos do diretor Denis Villeneuve e da equipe da Legendary, parceira na produção, que reclamaram publicamente dos planos de distribuição do estúdio para o filme nos EUA, onde chegará simultaneamente nos cinemas e na plataforma HBO Max. A antecedência permitiu que o filme tivesse mais fôlego em mercados que seriam inundados pela pirataria, graças à disponibilização de uma cópia digital em alta resolução na HBO Max americana. Ao todo, a adaptação épica da obra de Frank Herbert chegou neste domingo (10/10) a um total de US$ 117,1 milhões mundiais. O valor é positivo para uma produção com 2h35 minutos de duração, que vende menos ingressos diários, mas não permite especular o que isso representa para o investimento de US$ 165 milhões em sua produção, fora custos de P&A (cópias e publicidade). Por enquanto, tudo bem. Mas até quando? A Warner não tem conseguido boas bilheterias nos EUA devido aos lançamentos híbridos e “Duna” não deve fugir da tendência. Só que o filme vai chegar na China, o que pode compensar qualquer tropeço doméstico. Não é à toa que Villeneuve está nervoso. Ele quer fazer a sequência combinada com a Warner. A história está dividida em dois longas e o segundo ainda não ganhou aval para começar a ser filmado. Neste momento, os contadores do estúdio são os verdadeiros responsáveis pela continuação. “Duna” estreia nos EUA no dia 22 de outubro, um dia depois do lançamento no Brasil.
“007 – Sem Tempo para Morrer” ultrapassa US$ 300 milhões nas bilheterias
“007 – Sem Tempo para Morrer” desembarcou na América do Norte com uma arrecadação de US$ 56 milhões no fim de semana. Foi um desempenho abaixo das estimativas do mercado e da expectativa criada pela estreia de “Venom: Tempo de Carnificina” na semana passada (US$ 90,1 milhões), mas valeu o 1º lugar nas bilheterias e, ao somar-se ao faturamento internacional, fez o filme ultrapassar os US$ 300 milhões em todo o mundo. As projeções da MGM previviam que a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond renderia US$ 60 milhões em seu lançamento doméstico, especialmente após três adiamentos e o sucesso do filme no exterior, onde foi lançado com antecedência há duas semanas. Mas enquanto filmes de super-heróis como “Venom: Tempo de Carnificina” são consumidos por um público mais jovem e destemido em relação à covid-19, a franquia “007” sempre atraiu uma média etária de 35 anos, demografia que ainda tem relutado em retornar aos cinemas durante a pandemia. Os US$ 56 milhões de “007 – Sem Tempo para Morrer” não são nem de longe um desastre. Trata-se da quinta maior estreia norte-americana da era da pandemia e foi realmente alimentada por um público diferente da continuação de “Venom”. Enquanto 36% dos que compraram ingressos para ver James Bond nos EUA tinham mais de 45 anos, esta faixa correspondeu a apenas 9% do público do super-herói. Mas há ainda um outro fator de impacto na bilheteria. Mais longo de todos os filmes de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer” tem quase três horas de duração, o que reduz o número de vezes que pode ser exibido por sala e por dia, diminuindo proporcionalmente a quantidade de ingressos comercializada para suas sessões. Para fazer frente a este desafio, o estúdio ampliou a distribuição, colocando o longa em 4,4 mil cinemas, o lançamento mais amplo da franquia, num esforço para impedir números menores. De todo modo, os filmes do espião britânico sempre tiveram maior apelo internacional que doméstico. Isto não mudou com a pandemia. Só neste filme de semana, o longa arrecadou mais US$ 89,5 milhões em 66 países diferentes, chegando a um total de US$ 257,4 milhões fora dos EUA – e isto sem a China. Com a contabilidade americana, o valor global chega a US$ 313,3 milhões. “Venom: Tempo de Carnificina” caiu para o 2º lugar com US$ 32 milhões em seu segundo fim de semana nos EUA e Canadá. Com isso, atingiu um total doméstico de US$ 141,7 milhões, um excelente desempenho de dez dias. Com uma estratégia de lançamento conservadora para não enfrentar “007 – Sem Tempo para Morrer” e “Duna” no mercado internacional, a Sony começou a exibir o filme apenas neste fim de semana no exterior, arrecadando US$ 24,8 milhões em 13 países, para um total internacional inicial de US$ 43,9 milhões. A distribuição foi basicamente centrada na América Latina, onde a produção faturou US$ 20 milhões, a melhor arrecadação do estúdio na região durante a pandemia. Juntando com os valores norte-americanos, a soma chega em US$ 185,6 milhões mundiais. A MGM também emplacou o 3º lugar nos EUA e Canadá com a animação “A Família Addams 2”, que faturou US$ 10 milhões no fim de semana para atingir um total doméstico de US$ 31,1 milhões em 10 dias. O Top 5 norte-americano se completa com “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (US$ 4,2 milhões) e o prólogo da série “Família Soprano”, “The Many Saints of Newark” (com apenas US$ 1,5 milhão).
Streaming do Telecine vai migrar para a Globoplay
O Grupo Globo anunciou, por meio de sua assessoria, que o aplicativo do Telecine vai acabar. Todo seu conteúdo migrará para a plataforma Globoplay. A mudança não afetará o Telecine na TV paga, que continuará funcionando com seus canais independentes. Apesar da novidade, o conteúdo em streaming do Telecine continuará separado do conteúdo da Globoplay. Ele vai funcionar em uma área personalizada dentro da plataforma, num modelo conhecido como channel, já utilizado na oferta do Premiere e do Combate. Não será necessário nem ser assinante da Globoplay para consumir as ofertas do Telecine. Como já acontece. Para os assinantes atuais do serviço, nada muda, à exceção do modo de acessar o Telecine pelo aplicativo da Globoplay. Já os assinantes da Globoplay permanecem sem acesso automático ao Telecine, que continuará condicionado a uma assinatura específica. Num texto com jargões do mercado publicitário, a empresa afirma que “a mudança visa concentrar seu extenso portfólio de conteúdo em um único ambiente e aprimorar a experiência dos usuários, além de trazer ganhos de sinergia para as operações. O movimento reforça a estratégia de relacionamento direto com o consumidor da Globo, que posiciona o Globoplay como o principal marketplace de conteúdo no Brasil”. De acordo com o comunicado, a integração será concluída até o final de 2021, mas não há informações sobre se isso será acompanhado por um relançamento promocional. O texto também deixa dúvidas sobre a continuidade dos lançamentos em VOD (video on demand), citando apenas o catálogo já existente de filmes e a inclusão do live streaming dos canais pagos do grupo: Premium, Action, Touch, Pipoca, Cult e Fun. Atualmente, é possível assinar as duas plataformas em conjunto em um pacote que sai por R$ 49,90 ao mês. Separadamente, porém, a Globoplay custa a partir de R$ 22,90 enquanto o streaming do Telecine sai por um valor mensal de R$ 37,90.
“007 – Sem Tempo para Morrer” lidera bilheterias do Brasil
A estreia de “007 – Sem Tempo para Morrer” ajudou a reverter a sequência de queda nas arrecadações dos cinemas brasileiros, vendendo 321,8 mil ingressos e faturando R$ 6,9 milhões nas bilheterias entre quinta e domingo (3/10). O novo filme de James Bond foi o mais assistido do fim de semana, tomando o posto que “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” manteve por quatro semanas consecutivas. Em seu quinto fim de semana em cartaz, a produção da Disney/Marvel ficou em 2º lugar, vista por 106,3 mil pessoas, que lhe renderam R$ 1,9 milhão. No total, os cinemas brasileiras tiveram 584,4 mil espectadores e arrecadaram R$ 11,6 milhões no fim de semana, um aumento de 42% em comparação à semana anterior. Os números, porém, continuam baixos. Há um mês, 776,3 mil pagantes foram aos cinemas. Veja abaixo a lista dos 10 filmes mais vistos no Brasil no último fim de semana, de acordo com apuração da Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 30/9-3/10:1. 007 – Sem Tempo para Morrer2. Shang Chi – A Lenda dos Dez Aneis3. Patrulha Canina4.Ainbo – A Guerreira da Amazonia5. A Casa Sombria6. Escape Room 27. O Podoroso Chefinho8. Maligno9. No Ritmo do Coração10. Abelhinha Maya — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 4, 2021
Sucesso de “Round 6” faz fundador da Amazon elogiar Netflix
O sucesso da série sul-coreana “Round 6” (Squid Game) na Netflix fez até Jeff Bezos, fundador da Amazon, elogiar os executivos do serviço rival. Bezos decidiu comentar no Twitter o impacto da atração, que atualmente lidera o ranking da Netflix em mais de 90 países e ruma para se tornar o programa mais assistido da história da plataforma, apesar de não ser falada em inglês. Parabenizando a “estratégia de internacionalização” dos rivais, o executivo da Amazon considerou o feito “impressionante e inspirador”. “Reed Hastings, Ted Sarandos e a equipe da Netflix acertam com muita frequência. A estratégia de internacionalização deles não é fácil e eles estão fazendo isso funcionar. Impressionante e inspirador. (E mal posso esperar para assistir à série)”, tuitou Sarandos no sábado (2/10), junto de uma imagem de “Round 6”. O tuite gerou alvoroço na rede social com as mais variadas reações, desde memes comparando Bezos aos vilões VIPs de “Round 6” até teorias de conspiração sobre uma suposta aquisição da Netflix pela Amazon, mas principalmente considerações sobre o que o elogio de Bezos à estratégia de conteúdo internacional da Netflix significaria para o projeto do Amazon Studios. Além de “Round 6”, a Netflix contabilizou audiências impressionantes com outras produções internacionais, especialmente as espanholas “La Casa de Papel” e “Elite”, sem esquecer de “Lupin”, que no início deste ano se tornou a primeira atração de língua francesa a liderar o ranking dos conteúdos mais vistos da plataforma nos Estados Unidos. .@ReedHastings and Ted Sarandos and the team at @Netflix get it right so often. Their internationalization strategy isn’t easy, and they’re making it work. Impressive and inspiring. (And I can’t wait to watch the show.) https://t.co/yFw7TGyc1U — Jeff Bezos (@JeffBezos) October 2, 2021
“007 – Sem Tempo para Morrer” bate recorde em estreia internacional
“007 – Sem Tempo para Morrer” marcou um novo recorde da pandemia em seu lançamento internacional, tornando-se a primeira estreia de Hollywood a ultrapassar os US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana sem contar ingressos vendidos na China e nos EUA. Ao todo, o filme fez US$ 119,1 milhões em 54 mercados, liderando a bilheteria mundial do fim de semana. O valor foi maior até que a impressionante arrecadação de “Venom: Tempo de Carnificina” na América do Norte, onde o filme da Sony também registrou um recorde da pandemia, com uma abertura de US$ 90,1 milhões. Mesmo com os US$ 13,8 milhões da Rússia, o segundo “Venom” não conseguiu superar o entusiasmo pelo novo “007”. Três vezes adiado pela pandemia, o 25º lançamento da franquia oficial do agente secreto deixou passar seis anos desde “007 Contra Spectre” e só fez crescer a expectativa para a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond. O público correspondeu com cinemas lotados ao redor do mundo. No Reino Unido e na Irlanda, “007 – Sem Tempo para Morrer” chegou a arrecadar US$ 11,4 milhões só com ingressos vendido no sábado (2/10), maior faturamento já contabilizado num único dia para qualquer filme da franquia, além da maior venda diária da pandemia. O resultado também reflete a maior distribuição já feita para um único filme no Reino Unido, ocupando 772 cinemas. Em sua estratégia para priorizar o mercado internacional – e assim evitar confronto com Venom – , o novo James Bond só vai chegar aos EUA na próxima sexta (8/10), onde a produção da MGM travará uma batalha royale pela liderança com o simbionte da Sony. Vale lembrar que “007 – Sem Tempo para Morrer” não é o único filme lançado com antecedência no exterior. “Duna” completou três fins de semana em cartaz com mais US$ 13,7 milhões de 32 mercados, para também ultrapassar a marca de US$ 100 milhões internacionais. A estreia da sci-fi da Warner Bros. vai acontecer em 22 de outubro nos EUA, um dia depois do Brasil. Outro detalhe importante do mercado internacional é que todos os filmes de Hollywood foram barrados da China para os cinemas locais priorizarem um filme patriótico. Sem competição hollywoodiana, “The Battle At Lake Changjin” bateu vários recordes chineses para se tornar o verdadeiro líder mundial de bilheteria deste fim de semana, com arrasadores US$ 230 milhões contabilizados no país.
“Venom: Tempo de Carnificina” tem maior estreia da pandemia nos EUA
“Venom: Tempo de Carnificina” faturou US$ 90,1 milhões nas bilheterias da América do Norte, tornando-se a maior estreia nos EUA e Canadá desde março de 2020, quando a covid-19 criou restrições e afastou o público dos cinemas. A arrecadação do filme de super-herói da Sony rendeu cerca de US$ 30 milhões acima das expectativas de Hollywood, e ainda se tornou a primeira sequência da era pandêmica a superar o filme anterior, lançado antes da pandemia. O primeiro “Venom” abriu com US$ 80,3 milhões em 2018. O valor é tão alto que também resulta no segundo maior lançamento já feito durante o mês de outubro no mercado norte-americano, perdendo apenas para “Coringa”, que faturou US$ 96 milhões em 2019. “Com desculpas ao Sr. Twain, mas a morte do cinema foi muito exagerada”, disse em comunicado o diretor de cinema da Sony, Tom Rothman, parodiando uma frase famosa do escritor de “Tom Sawyer”, para comemorar o resultado. Graças ao sucesso do longa, a Cinemark, uma das três maiores redes dos EUA, relatou que teve seu maior fim de semana de outubro em todos os tempos. Até a estreia de “Venom: Tempo de Carnificina”, a maior abertura de três dias da pandemia pertencia à “Viúva Negra”, que fez quase US$ 81 milhões, seguida por “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Aneis”, com US$ 75,4 milhões (valor que chegou a US$ 94,7 milhões em quatro dias, com o feriado do Dia do Trabalho). Todas as maiores bilheterias são filmes de super-heróis, especificamente adaptações dos quadrinhos da Marvel. E com o lançamento atual, Venom também ingressou no MCU, estendendo a parceria entre a Sony e a Disney que originalmente se restringia aos filmes estrelados por Tom Holland (como o Homem-Aranha). O segundo filme de “Venom” também teve um bom desempenho em seu primeiro mercado internacional. Lançado na Rússia, fez US$ 13,8 milhões, a maior estreia já contabilizada pela Sony nesse mercado e a melhor de qualquer filme durante a pandemia. A estreia no Brasil está marcada oficialmente para quinta-feira (7/9), mas a Sony já começou a fazer pré-estreias pagas do longa no país. Vale reparar que “Venom: Tempo de Carnificina” não teve um grande estreia mundial simultânea para não enfrentar outro blockbuster, “007 – Sem Tempo para Morrer”, que também está batendo recordes de arrecadação no exterior (e vai estrear na próxima sexta nos EUA). Apesar do domínio do lançamento da Sony nas bilheterias, o mercado norte-americano também comemorou o desempenho de “A Família Addams 2”, que registrou a maior estreia de uma animação infantil na era da covid, ocupando o 2º lugar no fim de semana com US$ 18 milhões, apesar de também estar disponível de forma digital, via PVOD, nos Estados Unidos e Canadá. A decisão de lançamento simultâneo foi tomada pela MGM devido a preocupações constantes sobre a variante delta e à falta de vacinação em crianças menores de 12 anos. “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” se manteve na 3ª posição, somando US$ 6 milhões a seu total doméstico de US$ 206,1 milhões. Com isso, outra estreia da semana ficou sem ter muito o que comemorar. “The Many Saints of Newark”, prólogo da série “Família Soprano”, vendeu apenas US$ 5 milhões em ingressos e ficou no 4º lugar. Como todos os títulos de 2021 da Warner, o filme foi lançado simultaneamente na HBO Max. Não há previsão para estreia no Brasil. O musical “Querido Evan Hansen”, da Universal, completou o Top 5, caindo 67% em relação à sua estreia na semana passada, para juntar US$ 2,5 milhões. Fracasso de bilheterias, o filme fez ao todo US$ 11,8 milhões em 10 dias. O lançamento no Brasil vai acontecer em 11 de novembro. Para completar, o circuito limitado também comemorou um recorde, graças à performance do terror francês “Titane”, grande destaque do Festival de Cannes deste ano. Lançado em 562 cinemas dos EUA, fez US$ 515 mil para cravar a maior estreia de um filme vencedor da Palma de Ouro não falado em inglês no mercado norte-americano em todos os tempos.











