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  • Filme

    Produtor de Transformers planeja filme de Optimus Prime e animação passada em Cybertron

    28 de dezembro de 2018 /

    O produtor Lorenzo Di Bonaventura está determinado a ampliar o universo de “Transformers” após o lançamento de “Bumblebee”. Em entrevista ao jornal nova-iorquino Metro, ele confirmou os projetos de um longa animado passado no planeta dos Transformers, explorando a mitologia de Cybertron, e um filme live-action sobre Optimus Prime, que deveriam ser lançados antes de “Bumblebee 2”. “Será difícil com o Optimus, porque ele sempre está certo e é um personagem de poucas palavras… é como dizer que vão fazer um filme do Obi-Wan Kenobi. Mas o quanto há para se dizer sobre o Obi-Wan? Não é tão fácil”, disse o produtor, que não viu “Star Wars: A Ameaça Fantasma” (1999). Ou viu e confirmou que foi uma decepção. Atualmente em cartaz, “Bumblebee” é o primeiro spin-off dos filmes dos robôs gigantes que viram carros pequenos. E também o primeiro lançamento da franquia a conquistar a crítica, obtendo 93% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Em termos de comparação, o “Transformers” mais bem-avaliado foi o primeiro, com 55% em 2007. O lançamento mais recente, “Transformers: O Último Cavaleiro”, amargou 15% em 2017. O parâmetro das críticas positivas deixa claro que “Bumblebee” representa realmente um grande avanço para a franquia. O problema é que chega após muitos “Transformers” ruins, que eliminaram o interesse do público nos robôs que são carros e também alienígenas. Assim, o filme mais bem-avaliado está se tornando a pior bilheteria da franquia. Orçado em US$ 135M (milhões), fez US$ 70M mundiais em sua primeira semana em cartaz. E tende a dar prejuízo. O que deve fazer com o que os planos de Bonaventura não saiam do papel.

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  • Série

    2018 registra número recorde de séries lançadas nos Estados Unidos

    27 de dezembro de 2018 /

    O ano de 2018 registrou um novo recorde no universo das séries. O balanço do mercado divulgado pelo canal pago FX revelou que canais e plataformas americanas lançaram mais séries neste ano do que em qualquer outro. Não só isso. Pela primeira vez, foram produzidas mais séries para streaming do que para a televisão aberta. Ao todo, foram lançadas 495 séries nos Estados Unidos no ano que está terminando. Deste total, 160 tiveram exibição em serviços de streaming, como Netflix, Hulu e Amazon, 146 nas grandes redes de televisão, 145 nos canais de pacotes básicos da TV paga (com intervalos comerciais, como AMC e USA) e mais 45 nos canais premium (sem intervalos, como HBO e Starz). O aumento de atrações nas plataformas de streaming se deve tanto pela encomenda descomunal de séries da Netflix, quanto pela chegada de novas opções, como Facebook Watch, DC Universe e YouTube Premium. Por outro lado, canais que investiam em séries deixaram de fazer isso na TV, como A&E e MTV. Essa conta de soma e subtração acabou impedindo um crescimento mais significativo. A diferença para o ano passado, em que o estudo do FX apontou a exibição de 487 séries diferentes, foram de apenas oito novas produções. Em termos de percentagem, o mercado ficou dividido assim: 32% do volume de séries vieram do streaming, 30% da TV aberta, 29% dos canais pagos básicos e 9% dos canais premium. Numa projeção para 2019, John Landgraf, diretor-executivo do FX, acredita na manutenção do crescimento, estimando uma produção de 530 séries. Mas este número pode se provar modesto, diante da chegada de novos serviços de streaming previstos para o ano que vem, como as plataformas da Apple, da Disney e da WarnerMedia.

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  • Filme

    2018 registrou a maior bilheteria total de cinema de todos os tempos

    27 de dezembro de 2018 /

    O ano de 2018 termina com um recorde. A arrecadação mundial da indústria cinematográfica foi a maior já registrada em todos os tempos. De acordo com um relatório da consultoria comScore, a bilheteria projetada até 31 de dezembro prevê um faturamento total de US$ 41,7B (bilhões). O valor supera o recorde anterior, registrado no ano passado, o primeiro em que o montante ultrapassou os US$ 40B – US$ 40,6B exatamente. O crescimento se deve principalmente ao mercado norte-americano, que aumentou seu faturamento em 7% em relação ao ano passado, enquanto o setor internacional subiu apenas 1%. Os países que mais arrecadaram foram Estados Unidos/Canadá (que unificam suas bilheterias), China e também o Brasil. A Disney foi responsável por três das cinco maiores bilheterias do ano (“Vingadores: Guerra Infinita”, “Pantera Negra” e “Os Incríveis 2”), enquanto a Fox, que foi comprada pela Disney contribuiu com um título no Top 5 (“Deadpool 2”) e a Universal com outro (“Jurassic World: Reino Ameaçado”). Mas o ano também foi marcado por surpresas, com sucessos maiores que o esperado de filmes realizados com pouco ou médio investimento, como “Podres de Rico”, “Um Lugar Silencioso”, “Bohemian Rhapsody”, “Nasce uma Estrela” e “A Freira”.

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  • Filme

    Aquaman já foi visto por mais de 4 milhões de brasileiros

    26 de dezembro de 2018 /

    Fenômeno mundial, o filme “Aquaman” já foi visto por mais de 4 milhões de espectadores no Brasil, após 12 dias de exibição. A arrecadação do filme já é de R$ 66,1 milhões, segundo dados da consultoria comScore. O segundo filme mais visto do fim de semana natalino foi o nacional “Detetives do Prédio Azul: O Mistério Italiano”, que arrecadou R$ 2,5 milhões e levou pouco mais de 170 mil pessoas ao cinema em seu fim de semana de estreia. Com isso, o filme infantil brasileiro bateu a outra grande estreia do fim de semana, o filme infantil americano “O Retorno de Mary Poppins”, que ficou em 3º lugar com R$ 2 milhões e 117 mil espectadores. Completam o Top 5 “Bohemian Rhapsody”, que mesmo em sua oitava semana fez uma bilheteria de R$ 894 mil, e “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, com mais R$ 447 mil.

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  • Filme

    Aquaman ultrapassa US$ 100 milhões nos EUA e atinge US$ 500 milhões em todo o mundo

    26 de dezembro de 2018 /

    Papai Noel presenteou “Aquaman” com a 6ª maior bilheteria de Natal já registrada na América do Norte. O longa do super-herói vivido por Jason Momoa faturou US$ 22M (milhões) no dia 25 de dezembro, US$ 1M a menos que o filme de maior bilheteria de todos os tempos no mesmo período – “Avatar” fez US$ 23M no Natal de 2009. Contando pré-estreias, “Aquaman” já superou a marca de US$ 100 milhões em sua arrancada nos Estados Unidos e Canadá. O total está em US$ 105,7M. Mas embora isso seja impressionante, é menor que o valor registrado por “Liga da Justiça” (US$ 111,9M) em seus cinco primeiros dias. E “Liga da Justiça” foi considerado um fracasso, rendendo a pior bilheteria de uma adaptação da DC Comics. Claro que é difícil falar de copo meio vazio em relação a um super-herói com poderes aquáticos. A água transborda facilmente quando se observa o quadro maior. Recém-lançado, o filme já rendeu 75% do total arrecadado por “Liga da Justiça” em todo o mundo, graças a seu sucesso internacional. Além disso, consolidou-se como a maior bilheteria da Warner Bros. na China. O feliz Natal de “Aquaman” ao redor do mundo ajudou o filme a superar os US$ 500 milhões de arrecadação mundial. Com esse ritmo, não deve ter dificuldades para superar os US$ 657,9M feitos por “Liga da Justiça”. A questão é se isso será suficiente. Afinal, com custos de produção estimados em US$ 200M e diante da política chinesa de reter 75% das bilheterias originárias do país, seu break even pode estar na casa dos US$ 800M.

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    Netflix fatura mais que o SBT no Brasil e já tem mais assinantes que operadoras da TV paga

    26 de dezembro de 2018 /

    A Netflix já teria 8 milhões de assinantes brasileiros, apurou o colunista Ricardo Feltrin, do UOL, que revelou outras peculiaridades da plataforma de streaming em sua coluna, após ouvir funcionários do serviço que obviamente não foram identificados. Os 8 milhões de usuários no país representam cerca de 6% de sua base de assinantes no mundo. Isso significa – numa estimativa conservadora – mais de R$ 1,4 bilhão de faturamento por ano no país. Isso é quase 50% a mais do faturamento de um SBT, por exemplo. E já coloca a empresa como maior rival da principal operadora de TV paga do país, a Net Claro, que tem 8,7 milhões de assinantes. Já passou a Sky (5,4 milhões) e as outras menores há tempos. Mesma assim, seria uma empresa-fantasma, sem sede física no país, apesar de ter cerca de 50 funcionários “registrados”. Os funcionários são advogados (especializados em direitos autorais), publicitários, executivos e alguns negociadores de conteúdo. Mas nenhum teria cargo de diretor. Segundo apurou o jornalista, não existe um chefe da Netflix no Brasil. Fora dos EUA a empresa opta por um sistema de “gestão” horizontal e descentralizada. Se a empresa tiver algum problema no Brasil ou em outro país é preciso entrar em contato com a chefia nos EUA. Até os textos engraçadinhos das redes sociais da plataforma seriam importados. Todas essas informações são “sigilosas”, pois a Netflix é uma das empresas de comunicação menos transparentes do mundo. Os dados mais conhecidos sobre a companhia são dos EUA, porque lá ela possui capital aberto. Para completar, o inventário da Netflix no Brasil inclui cerca de 65 mil itens, entre filmes, documentários, capítulos de séries, especiais, programas de variedades e shows.

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  • Filme

    Bem-Vindos à Marwen pode dar prejuízo de US$ 50 milhões à Universal

    24 de dezembro de 2018 /

    “Bem-Vindos à Marwen” tinha uma missão árdua em seu lançamento nos Estados Unidos, ao chegar nos cinemas no mesmo fim de semana de “Aquaman”, “O Retorno de Mary Poppins” e “Bumblebee”. O que não se esperava é que seu desempenho fosse ser tão ruim. O novo filme do cineasta Robert Zemeckis (“Forrest Gump”, “De Volta para o Futuro”) foi um fracasso clamoroso de bilheteria, rendendo apenas US$ 2,3M (milhões) e entrando em 9º lugar no ranking. Perdeu até para uma estreia que não investiu em marketing, a comédia romântica “Uma Nova Chance” (US$ 6,5M), com Jennifer Lopez. O valor de US$ 2,3M apurados em 1,9 mil cinemas representa a pior abertura de um lançamento de grande estúdio nos Estados Unidos em 2018, empatado com a comédia “Action Point”, escrita e estrelada por Johnny Knoxville. Para piorar, esse desempenho venho acompanhado de críticas muito negativas, fazendo com que atingisse apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes. A baixa aprovação elimina possibilidade de reviravolta, sugerindo que o longa esteja condenado a piorar drasticamente seu desempenho. Considerando o orçamento de US$ 40 milhões e o grande investimento em marketing da Universal Pictures, especialistas em bilheterias consultados pelo site The Hollywood Reporter estimaram que “Bem-Vindos à Marween” resultará em um prejuízo de US$ 50 milhões para o estúdio e seus parceiros, como as produtoras DreamWorks e ImageMovers. Isto mesmo. As produtores deve perder mais dinheiro com o filme do que gastaram para filmá-lo. Se isso não faz sentido, é porque se subestima quanto realmente custa um filme. As despesas não se encerram quando ele fica pronto, já que envolvem anúncios publicitários, produção de trailers, material de divulgação, eventos de lançamento, equipe de apoio de divulgação, assessoria de imprensa, salários de profissionais diversos, impostos, tudo isso multiplicado para cada país que recebe a estreia. Ao menos, o desastre não será tão grande quando “Máquinas Mortais” na semana passada, cujo prejuízo está sendo estimado em US$ 150M. Infelizmente, ambos foram produções da Universal, que precisa urgentemente de um sucesso para começar 2019, ainda mais com as despesas resultantes da compra da rede de canais pagos Sky por sua matriz, a Comcast. “Bem-Vindos à Marwen” estreia em 14 de março no Brasil. O filme é uma fantasia dramática que mistura animação de bonecos com atores reais e curiosamente é baseada numa história verídica. Sua trama é inspirada no documentário “Marwencol” (2010), de Jeff Malmberg, sobre a história de Mark Hogancamp. Vivido no filme por Steve Carell (“A Guerra dos Sexos”), Hogencamp concebeu uma cidade em miniatura, que batizou de Marwen, recriando cenas da 2ª Guerra Mundial com bonecos. Cada habitante de plástico de Marwen era inspirado em pessoas que ele conhecia. Mas o que se tornou uma ambiciosa instalação de arte começou como uma forma dele lidar com uma violenta agressão física que sofreu nas mãos – e pés botinados – de um grupo de brutamontes. Antes do ataque, ele era ilustrador, mas perdeu a capacidade de desenhar devido às sequelas do crime, além de ter ficado com danos físicos e abalado psicologicamente. Assim, passou a usar sua imaginação e talento criativo para criar cenários e contar uma história diferente, que mostrava vilões nazistas perdendo batalhas lideradas por ele mesmo, como um oficial aliado, na companhia das mulheres guerreiras que o ajudaram a se recuperar na vida real.

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    Aquaman vira maior bilheteria da Warner na China

    23 de dezembro de 2018 /

    “Aquaman” chegou só agora nos Estados Unidos, mas já é sucesso há três semanas na China, onde atingiu neste domingo (23/12) um total de US$ 232,8M (milhões). Com isso, o filme do super-herói vivido por Jason Momoa se tornou a maior bilheteria já registrada por um filme da Warner no país, superando “Jogador Nº 1”, que fez US$ 218 milhões entre março e abril. Ao todo, “Aquaman” já faturou US$ 482,8M em bilheteria mundial. O Brasil (US$ 7,9 milhões) registra até o momento o sexto melhor desempenho internacional do filme, atrás, claro, da China, Estados Unidos e Canadá (US$ 72,1M), Holanda (US$ 10,5M), Coréia do Sul (US$ 9,9M) e México (US$ 8M). São valores impressionantes e, considerando o feriadão de Natal pela frente, devem deixar para trás a arrecadação total de “Liga da Justiça” (US$ 657M) até o próximo fim de semana. Mas há uma razão que impede a abertura de champanhes antes do ano novo. O mercado chinês fica com 75% do total arrecadado, devolvendo apenas 25% para os estúdios. Assim, até o momento, a Warner fez “apenas” US$ 58,2M na China. “Aquaman” custou estimados US$ 200 milhões. E como a maior parte de seus rendimentos vem da China, para se pagar precisaria faturar quase US$ 800M mundiais. Sem calcular os gastos em marketing…

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    Aquaman afunda Mary Poppins e Bumblebee nas bilheterias da América do Norte

    23 de dezembro de 2018 /

    “Aquaman” surfou nas bilheterias com enorme facilidade em sua estreia na América do Norte, liderando o fim de semana mais concorrido de 2018. O super-herói da DC Comics enfrentou nada menos que quatro estreias amplas e duas ampliações simultâneas. E afundou a competição. Faturando US$ 67,4M (milhões) de sexta a domingo (23/12) e mais uns trocados em premières, o filme atingiu US$ 72,1M em sua arrancada nos Estados Unidos e no Canadá. Ainda que o valor represente a pior abertura de uma adaptação dos quadrinhos da DC no mercado doméstico, é importante levar em consideração que nenhuma das estreias anteriores precisou enfrentar tamanha concorrência. Além disso, a Warner pode comemorar o sucesso internacional do longa, que está a poucas horas de atingir os US$ 500M de arrecadação mundial. Isto indica que “Aquaman” pode ultrapassar a arrecadação total de “Liga da Justiça” (US$ 657M) até o próximo fim de semana. Outro motivo de alegria para o estúdio é ver seus rivais morrerem na praia. Candidatos a blockbusters, “O Retorno de Mary Poppins” e “Bumblebee” disputaram o 2º lugar e acabaram próximos. Ou melhor, bem distantes de “Aquaman”, respectivamente com US$ 22,2M e 21M. “O Retorno de Mary Poppins” está numa corrida diferente dos demais, já que musicais não costumam ter uma boa largada, mas conseguem longa sobrevivida em cartaz. O exemplo mais emblemático é a performance de “O Rei do Show”, que abriu em 4º lugar com apenas US$ 8M no ano passado, mas acabou com US$ 174M domésticos e US$ 430M mundiais. Já “Bumblebee” foi vítima do excesso de opções. E de uma grande ironia. O único dos “Transformers” elogiado pela crítica (94%, quase uma obra prima, segundo o Rotten Tomatoes) teve a pior de todas as aberturas da franquia. É um caso insano de o público preferir os piores filmes. Outras duas estreias entraram no Top 10, mas bem abaixo no ranking. A comédia romântica “Uma Nova Chance”, com Jennifer Lopez, fez US$ 6,5 milhões no 7º lugar – Ok, para um orçamento de US$ 16 milhões. E a comédia dramática “Bem-Vindos a Marwen” arrecadou apenas US$ 2,3 milhões (para um orçamento de US$ 39 milhões), abrindo em 9º lugar. Cotado para prêmios, o desempenho do filme de Robert Zemeckis ficou bem abaixo das expectativas. Ambos têm lançamentos previstos no Brasil para 10 de janeiro. Ampliando sua distribuição, “Duas Rainhas” fechou o Top 10 à frente de “A Favorita” (11º lugar). Os dois filmes sobre rainhas britânicas tiveram lançamentos limitados há algumas semanas e agora elevaram a ocupação de telas, atingindo cerca de 790 cinemas. Bem abaixo da média habitual dos lançamentos americanos, que gira em torno de 2 mil salas. Em termos de comparação, as estreias de “Aquaman” e “Mary Poppins” ocuparam mais de 4 mil telas individualmente. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Aquaman Fim de semana: US$ 67,4M Total EUA e Canadá: US$ 72,1M Total Mundo: US$ 482,8M 2. O Retorno de Mary Poppins Fim de semana: US$ 22,2M Total EUA e Canadá: US$ 31M Total Mundo: US$ 51,3M 3.Bumblebee Fim de semana: US$ 21M Total EUA e Canadá: US$ 21M Total Mundo: US$ 52M 4. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 16,7M Total EUA e Canadá: US$ 64,8M Total Mundo: US$ 129,6M 5. A Mula Fim de semana: US$ 9,9M Total EUA e Canadá: US$ 35,6M Total Mundo: US$ 35,6M 6. O Grinch Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA e Canadá: US$ 253,2M Total Mundo: US$ 422,5M 7. Uma Nova Chance Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 6,5M Total Mundo: US$ 11,1M 8. Wifi Ralph: Quebrando a Internet Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 162M Total Mundo: US$ 307,5M 9. Bem-vindos a Marwen Fim de semana: US$ 2,3M Total EUA e Canadá: US$ 2,3M Total Mundo: US$ US$ 2,3M 10. Duas Rainhas Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 3,5M Total Mundo: US$ 3,5M

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    Aquaman atinge US$ 200 milhões nas bilheterias da China

    19 de dezembro de 2018 /

    “Aquaman” está se provando um fenômeno na China. O filme do super-herói da DC Comics atingiu US$ 200 milhões nas bilheterias do país na terça (18/12), após 12 dias de exibição. Até o final da semana, o longa deve superar a bilheteria total do filme mais bem-sucedido da Warner de todos os tempos no mercado chinês, “Jogador Nº 1”, que fez US$ 218 milhões entre março e abril. Nesta quarta-feira (19/12), a expectativa é que supere os US$ 300 milhões de arrecadação mundial. Em cartaz em 41 países, o filme ainda não estreou nos Estados Unidos, onde só chega oficialmente (sem contar premières) na sexta (21/12) para enfrentar uma concorrência fortíssima. O super-herói vai enfrentar os poderes combinados do marketing da Disney e da Paramount, que lançam no mesmo dia “O Retorno de Mary Poppins” e “Bumblebee”, num circuito que acaba de receber “Homem-Aranha no Aranhaverso”, da Sony. Mesmo assim, as projeções dos analistas de mercado consideram que “Aquaman” ficará com o topo das bilheterias, faturando US$ 72 milhões entre sexta-feira e domingo. Entretanto, como há um feriadão de Natal na sequência, o montante pode superar US$ 120 milhões nos primeiros cinco dias de exibição – isto é, de 21 a 25 de dezembro – nos Estados Unidos e no Canadá.

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    Netflix planeja lançar 90 filmes exclusivos por ano

    18 de dezembro de 2018 /

    O chefe da divisão de filmes da Netflix, Scott Stuber, afirmou que a empresa de streaming pretende produzir mais de 90 filmes por ano. Deste total, cerca de 55 seriam de filmes de ficção, enquanto o restante ficariam divididos entre animações e documentários. Os planos ambiciosos foram revelados em entrevista ao jornal The New York Times. Na reportagem, Stuber ainda destacou que várias dessas produções teriam orçamentos superiores a US$ 200 milhões, replicando a escala de investimento dos grandes estúdios na produção dos blockbusters de Hollywood. Fazendo uma comparação, o artigo aponta que a Universal lança, em média, cerca de 30 filmes por ano. Já a Disney, que teve mais sucessos no ano, lançou apenas 9 produções em 2018. Entre os filmes atualmente em produção na Netflix encontram-se “The Irishman”, próximo longo do premiado cineasta Martin Scorsese, e novos títulos de Steven Soderbergh, Dee Rees, Guillermo del Toro, Noah Baumbach e Michael Bay.

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    Diretor da franquia Velozes & Furiosos assina contrato para desenvolver séries para a Apple

    17 de dezembro de 2018 /

    O diretor taiwanês Justin Lin, que ficou conhecido por comandar quatro longas da franquia “Velozes & Furiosos” e o mais recente filme de “Star Trek”, fechou contrato de exclusividade para a realização de séries para a Apple. O acordo entre a Apple e a Perfect Storm Entertainment, produtora de Lin, prevê a produção, desenvolvimento e direção de atrações “com uma perspectiva global”. O cineasta, que também tem cidadania norte-americana, fundou a Perfect Storm Entertainment em 2012, e por meio de sua empresa produziu séries como “Scorpion” e as novas “S.W.A.T.” e “Magnum P.I.”, todas muito bem-sucedidas. A Apple planeja lançar sua plataforma de conteúdo para streaming em 2019. Justin Lin está atualmente trabalhando na pré-produção de “Velozes & Furiosos 9”, que marca sua volta à franquia, com previsão de estreia para abril de 2020.

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    Aquaman é visto por 1,7 milhão de brasileiros em seu lançamento no país

    17 de dezembro de 2018 /

    Um dos filmes maior distribuição no ano no Brasil, “Aquaman” teve o resultado matemático esperado, levando 1,5 milhão de pessoas aos cinemas em seu fim de semana de estreia no país. Considerando as pré-estreias, o número cresce para 1,7 milhão de brasileiros, segundo a consultoria Comscore. Em termos de ingressos vendidos, isso representa uma arrecadação de R$ 31 milhões. O filme é um fenômeno mundial, já tendo ultrapassado US$ 261 milhões de arrecadação em 41 países, sem ainda ter estreado nos Estados Unidos. Só na China foram US$ 189 milhões. O maremoto de “Aquaman” foi tão intenso que o resto das bilheterias nacionais ficou em destroços. Para dar ideia da diferença, o segundo longa mais visto no Brasil entre quinta e domingo (16/12) foi a cinebiografia da banda Queen “Bohemian Rhapsody”, que juntou 60,8 mil pessoas e faturou R$ 1,3 milhão. E o clube dos milionários parou aí. Em 3º lugar, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, visto por 54,9 mil pessoas, teve arrecadação de R$ 945 mil.

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