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    Peaky Blinders: Personagem de Sam Claflin ganha primeira foto

    1 de dezembro de 2018 /

    A BBC divulgou a primeira foto de Sam Claflin (“Vidas à Deriva”) caracterizado como seu personagem na série “Peaky Blinders”. Ele viverá um político na 5ª temporada da produção, premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). Segundo a sinopse divulgada, a 5ª temporada da saga da família Shelby vai se passar em 1929, durante o tumulto financeiro mundial causado pela quebra da Bolsa de Valores dos Estados Unidos. Oportunidade e infelicidade estão por toda parte. Quando Tommy Shelby (Cillian Murphy) é abordado por um político carismático (Claflin) com uma visão ousada para a Grã-Bretanha, ele percebe que sua resposta afetará não apenas o futuro de sua família, mas também o de toda a nação. Além de Claflin, a temporada terá outros atores famosos em novos papéis, entre eles Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e é estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Batman Begins”), no papel do líder da gangue que dá nome à produção. O elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios. A data de estreia ainda não foi definida.

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    Críticos de Nova York elegem Roma como o Melhor Filme do ano

    29 de novembro de 2018 /

    A associação dos críticos de cinema de Nova York (New York Film Critics Circle) anunciou nesta quinta-feira (29/11) sua lista anual de melhores títulos e artistas. E o resultado dá o que falar, já que elegeu “Roma”, de Alfonso Cuarón, como o Melhor Filme do ano. Produzido pela Netflix, o projeto do filme em preto e branco foi recusado por vários estúdios, devido aos custos e falta de apelo comercial. Mesmo assim, foi esnobado pela primeira associação de críticos a revelar sua listinha de melhores de 2018, a National Board of Review, que ignorou produções em streaming em seu evento. Já o NYFCC deixou claro, em sua votação, que considera o conteúdo mais importante que a forma como é distribuído, dando um aval importante para as pretensões da Netflix em relação ao Oscar 2019. Para enfatizar ainda mais como gostaram de “Roma”, os críticos de Nova York premiaram o longa triplamente, já que ele ainda rendeu reconhecimento a Cuarón nas categorias de Melhor Direção e Fotografia. “Roma”, que também venceu o Festival de Veneza 2018 e chega em 14 de dezembro em streaming, não se passa na cidade italiana, mas num bairro de classe média da Cidade do México com o mesmo nome, onde trabalha a protagonista, uma empregada doméstica. O filme acompanha a jornada da doméstica Cleo (a estreante Yalitza Aparicio), que testemunha as mudanças sociais e políticas no México durante os anos 1970. Curiosamente, a consagração de “Roma” como Melhor Filme, mesmo não sendo falado em inglês, permitiu que seu principal rival ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, o polonês “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski – e que também é em preto e branco – ficasse com a distinção de Melhor Estrangeiro, bisando o NBR. Quem também reforçou seu favoritismo inicial foi Ethan Hawke, considerado pela terceira vez consecutiva o Melhor Ator do ano por “First Reformed”, e Paul Schrader, que também venceu pela terceira vez como Melhor Roteirista pelo mesmo filme. Ambos conquistaram anteriormente o Gotham Awards e o NBR. O prêmio de Melhor Atriz ficou com Regina Hall, por “Support the Girls”. E, refletindo a adoração da crítica, “Homem-Aranha no Aranhaverso” foi considerada a Melhor Animação, atravessando o que parecia ser uma unanimidade em torno de “Os Incríveis”. Ou seja, vai ter briga de super-heróis pelo Oscar de Animação. Confira abaixo os eleitos dos críticos nova-iorquinos em todas as categorias. Melhor Filme “Roma” Melhor Direção Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Ator Ethan Hawke (“First Reformed”) Melhor Atriz Regina Hall (“Support the Girls”) Melhor Ator Coadjuvante Richard E. Grant (“Poderia me Perdoar?”) Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Melhor Roteiro Paul Schrader (“First Reformed”) Melhor Fotografia Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Documentário “Minding the Gap”, de Bing Liu Melhor Filme Estrangeiro “Guerra Fria” (Polônia), de Pawel Pawlikowski Melhor Animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, de Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman

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    Green Book e Nasce uma Estrela são consagrados na primeira premiação de melhores do ano da crítica americana

    28 de novembro de 2018 /

    A National Board of Review deu a largada na temporada de premiações por parte da crítica americana. A mais antiga associação de críticos, cinéfilos e acadêmicos dos Estados Unidos, que em 1930 inaugurou o hoje tradicional costume de criar listas de melhores do ano, divulgou sua seleção de melhores do ano de 2018. E “Green Book”, que ganhou o subtítulo “O Guia” para o lançamento no Brasil, venceu como Melhor Filme e Ator (Viggo Mortensen), após conquistar o Festival de Toronto em setembro. O drama de época dirigido por Peter Farrelly também foi premiado nos festivais de Boston, Denver, Austin, Nova Orleans, Filadélfia, Saint Louis, Virginia e muitos outros nos Estados Unidos, mostrando força para encarar a concorrência em sua jornada rumo ao Oscar. Mas houve surpresas. Os críticos adoraram “Nasce uma Estrela”, a ponto de considerar Bradley Cooper o Melhor Diretor, Sam Elliott o Melhor Ator Coadjuvante e Lady Gaga a Melhor Atriz do ano. Com três vitórias, foi o filme mais premiado desta edição do NBR. “Se a Rua Beale Falasse”, novo drama de Barry Jenkins (o diretor de “Moonlight”), também se saiu bem, conquistando prêmios de Melhor Roteiro Adaptado (para o próprio Jenkins) e Atriz Coadjuvante (Regina King). Já a neozelandesa Thomasin McKenzie, de apenas 17 anos, foi considerada a intérprete revelação do ano por seu desempenho em “Não Deixe Rastros”, dirigido por Debra Granik – que lançou ao estrelato outra jovem, chamada Jennifer Lawrence, em seu filme anterior “Inverno da Alma” (2010). Esta é a segunda premiação importante da temporada, após os Gotham Awards. E as duas premiações só tiveram dois resultados em comum. Repetindo suas consagrações no prêmio do cinema independente, o veterano Paul Shrader (roteirista de “Taxi Driver”) foi reconhecido pelo Roteiro Original de “First Reformed”, assim como o novato Bo Burnham na categoria de Melhor Diretor Estreante por “Oitava Série”. De resto, “Os Incríveis 2” foi a Melhor Animação, o documentário da juiza Ruth Bader Ginsburg, “RBG”, conquistou sua categoria, o polonês “Guerra Fria” foi votado o Melhor Filme Estrangeiro e os atores asiáticos-americanos de “Podres de Ricos” levaram o prêmio politicamente correto de Melhor Elenco. Confira abaixo a lista completa dos melhores do ano do National Board of Review Melhor Filme “Green Book: O Guia” Melhor Diretor Bradley Cooper (“Nasce Uma Estrela”) Melhor Ator Viggo Mortensen (“Green Book: O Guia”) Melhor Atriz Lady Gaga (“Nasce Uma Estrela”) Melhor Ator Coadjuvante Sam Elliott (“Nasce Uma Estrela”) Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Melhor Roteiro Original Paul Schrader (“First Reformed”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Se a Rua Beale Falasse”) Atriz Revelação Thomasin McKenzie (“Não Deixe Rastros”) Melhor Estreia na Direção Bo Burnham (“Oitava Série”) Melhor Filme Estrangeiro “Guerra Fria” (Polônia) Melhor Animação “Os Incríveis 2” Melhor Documentário “RBG” Melhor Elenco “Podres de Ricos”

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    Gotham Awards premia Domando o Destino como Melhor Filme, além de Toni Collette e Ethan Hawke

    27 de novembro de 2018 /

    A primeira grande premiação americana da temporada, o Gotham Awards 2018, anunciou seus vencedores na noite de segunda-feira (26/11), em Nova York. E os resultados trouxeram muitas surpresas, a começar pelo drama “Domando o Destino”, da cineasta chinesa Chloé Zhao, eleito o Melhor Filme. O troféu, dedicado aos melhores do cinema independente, tradicionalmente abre a temporada de premiações da indústria cinematográfica americana e serve para apontar os primeiros favoritos aos prêmios mais cobiçados, entre eles o Oscar. Nos últimos anos, os vencedores do Gotham foram “Birdman” (2014), “Spotlight” (2015), “Moonlight” (2016) e “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) – três deles também venceram o Oscar de Melhor Filme. Curiosamente, “Domando o Destino” foi lançado em 2017 e disputou o Spirits Award do ano passado – a premiação rival do Gotham – , de onde saiu sem reconhecimento, mas rendeu a contratação da sua diretora pela Marvel – Chloé Zhao vai dirigir o filme dos Eternos. O drama indie acompanha um jovem cowboy que sofre um ferimento na cabeça quase fatal e é proibido de disputar rodeios, o que o leva a uma jornada em busca de uma nova identidade e o que significa ser um homem no coração da América. Elogiadíssimo pela crítica, tem 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas o público brasileiro não o verá nos cinemas. Ele -saiu direto em VOD por aqui e está disponível em várias plataformas digitais. O Gotham Awards também reservou surpresas em sua premiação de intérpretes, com a consagração de Toni Collette como Melhor Atriz pelo terror “Hereditário”. Já o Melhor Ator era o favorito, Ethan Hawke, por sua performance em “First Reformed”. “First Reformed”, inédito no Brasil, e “A Favorita”, exibido pela primeira vez no país durante a abertura da Mostra de São Paulo, eram os filmes com mais indicações. Além de premiar Hawke pelo desempenho como um padre que perdeu a fé, “First Reformed” também deu ao veterano cineasta Paul Schrader o troféu de Melhor Roteiro. Já “A Favorita” ficou um troféu especial, em reconhecimento à interpretação de suas três atrizes principais, Emma Stone, Rachel Weisz e Olivia Colman. Entre os trabalhos de estreantes, o grande destaque acabou sendo “Oitava Série”, que venceu os prêmios de Revelação do ano, nas categorias de Direção (Bo Burnham) e Atuação (Elsie Fisher). As demais categorias destacaram o documentário “Won’t You Be My Neighbor?”, sobre o célebre apresentador infantil Fred Rogers, e “Killing Eve” como a Melhor Série que estreou este ano. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Melhor Filme “Domando o Destino” Melhor Documentário “Won’t You Be My Neighbor?” Melhor Ator Ethan Hawke, por “First Reformed” Melhor Atriz Toni Collette, por “Hereditário” Ator/Atriz Revelação Elsie Fisher, por “Oitava Série” Diretor Revelação Bo Burnham, por “Oitava Série” Melhor Roteiro “First Reformed”, de Paul Schrader Melhor Série Estreante “Killing Eve” (BBC America) Prêmio Especial de Melhor Elenco Olivia Colman, Emma Stone e Rachel Weisz, por “A Favorita”.

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    Sam Claflin entra na 5ª temporada de Peaky Blinders

    20 de outubro de 2018 /

    Depois do anúncio da contratação de Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), o elenco da 5ª temporada de “Peaky Blinders” teve diversos novos integrantes confirmados, entre eles outro ator famoso, Sam Claflin (“Vidas à Deriva”). Os demais incluem e Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”), Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”), Emmett J Scanlan (“Safey”), Elliot Cowan (“Krypton”), Charlene McKenna (“Ripper Street”), Andrew Koji (“The Inocentes”) e Daryl McCormack (“Vikings”). Nenhuma descrição de personagem do novo elenco foi divulgada. Recém-premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês), a série se passa nos anos 1920 e é centrada numa família de criminosos que integra a infame gangue Peaky Blinders. O nome em inglês é uma referência ao hábito de seus integrantes de colocar lâminas nas abas de seus chapéus, que usavam como armas. “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e é estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Batman Begins”), no papel do líder da gangue Tommy Shelby. O elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios. A data de estreia ainda não foi definida.

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    Anya Taylor-Joy entra na 5ª temporada da série Peaky Blinders

    13 de outubro de 2018 /

    A rede BBC anunciou que Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) entrou no elenco da 5ª temporada de “Peaky Blinders”. E o anúncio já veio acompanhado de uma foto da atriz caracterizada como sua personagem. Veja abaixo. Não foi divulgado qual será o papel da atriz, mas ela declarou ao site Deadline que “não poderia estar mais animada em me juntar a um grupo tão talentoso de pessoas”. “Mal posso esperar para interpretar esse personagem”, acrescentou. Recém-premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês), a série se passa nos anos 1920 e é centrada numa família de criminosos que integra a infame gangue Peaky Blinders. O nome em inglês é uma referência ao hábito de seus integrantes de colocar lâminas nas abas de seus chapéus, que usavam como armas. “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e é estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Batman Begins”), no papel do líder da gangue Tommy Shelby. O elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios. A data de estreia ainda não foi definida. .@anyataylorjoy welcome to Birmingham. #PeakyBlinders @ThePeakyBlinder Photo by: Anthony Byrne pic.twitter.com/1fGoOpzwdk — BBC One (@BBCOne) October 12, 2018

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    Killing Eve lidera indicações ao prêmio dos críticos de TV dos Estados Unidos

    19 de junho de 2018 /

    A Associação dos Críticos de Televisão dos Estados Unidos, conhecida pela sigla TCA em inglês, anunciou os indicados a seu prêmio anual, que reconhece os melhores da produção televisiva norte-americana na opinião da crítica especializada. Neste ano, os 200 críticos membros da TCA assistiram ao menos 500 séries e um número não revelado de reality shows para chegar na lista dos nomeados. E a produção mais lembrada foi uma série estreante: “Killing Eve”, do canal pago BBC America, que recebeu cinco indicações. Logo em seguida, com uma indicação a menos, destacou-se a veterana “The Americans”, em sua última temporada no FX. O canal pago FX e a plataforma de streaming Netflix lideraram em quantidade de nomeações (10 e 9, respectivamente), mas até emissoras pouco lembradas pelo Emmy e o Globo de Ouro, como Starz, TBS, CNN e The CW também constam na lista. “É um momento empolgante para a televisão e as indicações ao TCA Awards mostram o quanto existe de programação e como ela pode ser encontrada em qualquer lugar e para todos os públicos”, disse Daniel Fienberg, presidente da TCA e crítico de TV da revista The Hollywood Reporter. A 34ª edição dos TCA Awards será apresentada pela comediante Robin Thede no dia 24 de agosto. Confira a lista completa dos indicados abaixo. Indicados ao TCA Awards 2018 Melhor Intérprete em Drama Jodie Komer, por Killing Eve – BBC America Darren Criss, por The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story – FX Elisabeth Moss por, The Handmaid’s Tale – Hulu Sandra Oh, por Killing Eve – BBC America Matthew Rhys, por The Americans – FX Keri Russell, por The Americans – FX Melhor Intérprete em Comédia Pamela Adlon, por Better Things – FX Rachel Bloom, por Crazy Ex-Girlfriend – The CW Rachel Brosnahan, por The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon Ted Danson, por The Good Place – NBC Donald Glover, por Atlanta – FX Bill Hader, por Barry – HBO Melhor Reality Show The Great British Baking Show – PBS Nailed It! – Netflix Project Runway – Lifetime Queer Eye – Netflix RuPaul’s Drag Race – VH1 Melhor Programa Infantil Daniel Tiger’s Neighborhood – PBS Kids Elena of Avalor – Disney Channel Muppet Babies – Disney Junior Odd Squad – PBS Kids Sesame Street – HBO Sofia the First – Disney Junior Melhor Programa de Variedades Full Frontal with Samantha Bee – TBS Jimmy Kimmel Live – ABC Last Week Tonight with John Oliver – HBO Late Night with Seth Meyers – NBC The Late Show with Stephen Colbert – CBS Saturday Night Live – NBC Melhor Programa de Notícias e Informação Anthony Bourdain: Parts Unknown – CNN 60 Minutes – CBS Blue Planet 2 – BBC America The Rachel Maddow Show – MSNBC The Vietnam War – PBS Wild Wild Country – Netflix Melhor Filme ou Minissérie Alias Grace – Netflix The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story – FX Howards End – Starz Patrick Melrose – Showtime The Tale – HBO Twin Peaks: The Return – Showtime Melhor Drama The Americans – FX The Crown – Netflix The Good Fight – CBS All Access The Handmaid’s Tale– Hulu Killing Eve – BBC America This Is Us – NBC Melhor Comédia Atlanta – FX Barry – HBO GLOW – Netflix The Good Place – NBC The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon One Day at a Time – Netflix Melhor Programa Estreante Barry – HBO Counterpart – Starz GLOW – Netflix Killing Eve – BBC America The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon Mindhunter – Netflix Programa do Ano The Americans – FX Atlanta – FX The Good Place – NBC The Handmaid’s Tale – Hulu Killing Eve – BBC America This Is Us – NBC

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    Peaky Blinders vence premiação da Academia Britânica como melhor série do Reino Unido

    15 de maio de 2018 /

    A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) premiou os melhores produções da TV do Reino Unido durante o domingo (13/5) passado. E a grande surpresa foi o reconhecimento tardio a “Peaky Blinders”, que nunca tinha sido anteriormente indicada à premiação e acabou vencendo o principal prêmio, como Melhor Série Dramática, em sua 4ª temporada. A série da BBC, criada pelo cineasta Steven Knight (“Locke”) e estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Dunkirk”), acompanha a violência das gangues britânicas do começo do século 20. O título se refere à gangue da família Shelby, conhecida por colocar lâminas nas abas de seus chapéus, que usavam como armas. A atração mais indicada do BAFTA TV era “The Crown”, que só venceu um troféu: Melhor Atriz Coadjuvante para Vanessa Kirby, intérprete da Princesa Margaret. Mesmo assim, saiu-se melhor que “Black Mirror”, outra produção badalada da Netflix, que ficou sem prêmios. Os demais destaques premiados foram a comédia “This Country” e a minissérie “Three Girls”. Já o prêmio para melhor série estrangeira foi para “The Handmaid’s Tale”, da plataforma Hulu. A premiação da BAFTA complementa uma premiação prévia, voltada às equipes técnicas das produções televisivas, que consagrou “Game of Thrones” – série gravada na Irlanda do Norte – com um prêmio especial e “Three Girls” com os troféus de Melhor Roteiro (Nicole Taylor) e Direção (Philippa Lowthrope). Confira aqui os prêmios do BAFTA TV Craft Awards e abaixo a lista dos vencedores dos prêmios principais. Melhor Série Dramática: “Peaky Blinders” Melhor Série Cômica: “This Country” Melhor Série Estrangeira: “The Handmaid’s Tale” Melhor Minissérie: “Three Girls” Melhor Novela: “Casualty” Melhor Reality Show: “Love Island” Melhor Programa de Variedades: “Britain’s Got Talent” Melhor Série Jornalística: “Ambulance” Melhor Ator em Drama: Sean Bean, por “Broken” Melhor Ator em Comédia: Toby Jones, por “The Detectorists” Melhor Atriz em Drama: Molly Windsor, por “Three Girls” Melhor Atriz em Comédia: Daisy May Cooper, por “This Country” Melhor Ator Coadjuvante: Brían F. O’Byrne, por “Little Boy Blue” Melhor Atriz Coadjuvante: Vanessa Kirby, por “The Crown” Melhor Apresentador: Graham Norton, por “The Graham Norton Show”

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    Game of Thrones, The Crown e Three Girls vencem premiação televisiva britânica

    22 de abril de 2018 /

    A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, mais conhecida por sua sigla em inglês BAFTA, realizou neste domingo (22/4) o TV Craft Awards 2018, premiação destina às equipes técnicas e profissionais dos programas da TV britânica. A série “Game of Thrones”, da HBO, recebeu um prêmio especial no evento, por sua excelência técnica, e ainda foi um dos principais vencedores da noite com outras duas conquistas – melhor figurino e design de produção. “The Crown”, da Netflix, também foi agraciada com dois prêmios, destinados a sua fotografia e som. Outra produção da Netflix, “Black Mirror”, venceu a disputa de efeitos visuais com o episódio “Metalhead”, gravado em preto e branco. Entre as produções da TV britânica, o maior destaque foi para “Three Girls”, minissérie da BBC sobre tráfico de mulheres, que premiou sua roteirista, Nicole Taylor, e sua diretora, Philippa Lowthrope. Veja abaixo a lista completa de vencedores. BAFTA TV Craft Awards 2018 Prêmio Especial “Game of Thrones” Roteirista de Comédia Steve Pemberton e Reece Shearsmith, por “Inside No. 9” Roteirista de Drama Nicole Taylor, por “Three Girls” Diretor em Programa Factual Charlie Russell, por “Chris Packham: Asperger’s and Me” Diretor em Programa de Ficção Philippa Lowthrope, por “Three Girls” Edição em Programa Factual “Chris Packham: Asperger’s and Me” Edição em Programa de Ficção “Three Girls” Melhor Figurino “Game of Thrones” Maquiagem e Cabelo “Taboo” Música Original Jocelyn Pook, por “King Charles III” Fotografia em Programa Factual “Blue Planet II (One Ocean)” Fotografia em Programa de Ficção “The Crown” Design de Produção “Game of Thrones” Som em Programa Factual “Blue Planet II (Coral Reefs)” Som em Programa de Ficção “The Crown” Efeitos Especiais “Black Mirror: Metalhead Black”

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    A Forma da Água conquistou o Oscar 2018, mas a grande vitória foi da inclusão e da diversidade

    5 de março de 2018 /

    A conquista de “A Forma da Água” no Oscar 2018 representou a culminação daquela que possivelmente foi a cerimônia mais séria da história da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Com poucas piadas e muita politização, a 90ª premiação do Oscar fez mais que celebrar a diversidade em Hollywood, dedicando parte significativa da transmissão da noite de domingo (4/3) para demarcar terreno em questões de inclusão das mais variadas minorias. Um “viva México” foi exclamado na vitória de “Viva – A Vida É uma Festa”, na categoria de Animação, e se estendeu nos discursos de Guillermo del Toro, como Melhor Diretor e produtor do Melhor Filme, com um conselho para jovens de outros países entrarem chutando a porta na indústria cultural dos Estados Unidos. Os “dreamers”, a geração de jovens imigrantes que Donald Trump também quer chutar – para fora dos Estados Unidos – , foram citados nominalmente em discursos, fazendo a bandeira da imigração tremular no palco do Dolby Theatre com várias cores. O palco também reuniu algumas atrizes que denunciaram assédios, trazendo para os holofotes a parte mais sombria da indústria. Annabella Sciorra, Ashley Judd e Salma Hayek, que revelaram os podres de Harvey Weinstein, representaram o movimento #MeToo e a iniciativa Time’s Up com uma mensagem clara, sobre como serão os próximos 90 anos de cinema: definidos por “igualdade, inclusão, diversidade, internacionalidade”. E para ilustrar a pauta, apresentaram uma espécie de documentário, com depoimentos de cineastas em evidência – Greta Gerwig, Jordan Peele, Ava Duvernay, Barry Jenkins e Kumail Nanjiani – sobre o tema da representatividade. O vídeo evocou fato de, durante toda a vida, eles terem visto apenas filmes feitos por homens ou sobre brancos heterossexuais. Mas, de repente, passaram a ter “Pantera Negra”, “Mulher-Maravilha” e “Corra!”. E “não vamos embora”. Como para reforçar esse discurso, Jordan Peele se tornou o primeiro negro a vencer o Oscar de Melhor Roteiro Original, por “Corra!”. Por sua vez, Frances McDormand, ganhadora do Oscar de Melhor Atriz por “Três Anúncios para um Crime”, fez uma conclamação à indústria para prestar atenção às mulheres indicadas na cerimônia, que se ergueram sob seu comando, sugerindo que todas exigissem uma cláusula de inclusão em seus contratos – “inclusion rider” – , para que os sets sejam obrigatoriamente diversificados – como 50% mulheres e 50% homens, ou 50% brancos e 50% negros, ou outra combinação estatística. O termo “inclusion rider” imediatamente se tornou viral nas redes sociais, após o discurso. A inclusão também se manifestou duplamente na premiação de James Ivory, pelo Roteiro Adaptado de “Me Chame Pelo Seu Nome”. A Academia não apenas considerou uma história de amor LGBT a melhor do ano, mas também fez de Ivory a pessoa mais velha já premiada com um Oscar, aos 89 anos de idade. E ele nem foi o mais idoso presente na cerimônia. Vários representantes da Terceira Idade marcaram presença, num sinal de que mudanças e respeito podem conviver em harmonia. Para completar, a conquista do chileno “Uma Mulher Fantástica”, como Melhor Filme Estrangeiro, reforçou a latinidade que tornou o espanhol a segunda língua oficial da cerimônia, além da pauta LGBT. É significativo que Harvey Weinstein só tenha sido citado no monólogo de abertura do apresentador Jimmy Kimmel. O decorrer da cerimônia deixou claro que o tempo dos protestos já ficou para trás. Vestidos pretos, broches e o Globo de Ouro parecem ter acontecido em outra época. Porque o Oscar 2018 só focou no futuro, reforçando que as mudanças começam já e esta é a nova Hollywood que os artistas querem construir, muito mais diversificada que as imagens dos clipes de filmes clássicos exibidos durante a transmissão. Sim, Gary Oldman confirmou o favoritismo como Melhor Ator por “Destino de uma Nação”, Roger Deakins finalmente ganhou seu Oscar de Melhor Fotografia, em sua 13ª indicação, por “Blade Runner 2049″… Prêmios foram distribuídos (confira a lista completa abaixo), mas a verdade é que o Oscar 2018 não soou como um evento de celebração dos melhores talentos do ano passado. Foi mais que isso, um manifesto uníssono e grandioso contra o status quo e pelo futuro do cinema. Hollywood nunca mais será a mesma. Vencedores do Oscar 2018 Melhor Filme “A Forma da Água” Melhor Direção Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) Melhor Ator Gary Oldman (“Destino de Uma Nação”) Melhor Atriz Frances McDormand (“Três Anúncios Para Um Crime”) Melhor Ator Coadjuvante Sam Rockwell (“Três Anúncios Para um Crime”) Melhor Atriz Coadjuvante Allison Janney (“Eu, Tonya”) Melhor Roteiro Original Jordan Peele (“Corra!”) Melhor Roteiro Adaptado James Ivory (“Me Chame Pelo Seu Nome”) Melhor Documentário “Icarus” Melhor Animação “Viva – A Vida É Uma Festa” Melhor Filme em Língua Estrangeira “Uma Mulher Fantástica” (Chile) Melhor Fotografia Roger Deakins (“Blade Runner 2049”) Melhor Edição Lee Smith (“Dunkirk”) Melhor Trilha Sonora Original Alexandre Desplat (“A Forma da Água”) Melhor Canção Original “Remember Me”, de “Viva – A Vida É Uma Festa” Melhor Direção de Arte Paul Denham Austerberry, Shane Vieau e Jeff Melvin (“A Forma da Água”) Melhor Figurino Mark Bridges (“Trama Fantasma”) Melhor Maquiagem e Cabelo “O Destino de Uma Nação” Melhores Efeitos Visuais John Nelson, Gerd Nefzer, Paul Lambert e Richard R. Hoover (“Blade Runner 2049”) Melhor Mixagem de Som Mark Weingarten, Gregg Landaker e Gary A. Rizzo (“Dunkirk”) Melhor Edição de Som Richard King e Alex Gibson (“Dunkirk”) Melhor Curta-metragem “The Silent Child” Melhor Curta de Animação “Dear Basketball” Melhor Documentário em Curta-metragem “Heaven Is a Traffic Jam on the 405”

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    Três Anúncios para um Crime vence o BAFTA 2018

    18 de fevereiro de 2018 /

    O filme “Três Anúncios para um Crime” foi o grande vencedor da premiação da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês), realizada na noite de domingo (18/2) em Londres. O longa escrito e dirigido pelo inglês Martin McDonagh faturou cinco prêmios, inclusive Melhor Filme. As demais vitórias foram nas categorias de Melhor Filme Britânico, Atriz (Frances McDormand), Ator Coadjuvante (Sam Rockwell) e Roteiro Original, vencido por McDonagh. Entretanto, a estatueta de Melhor Direção ficou com o mexicano Guillermo del Toro, por “A Forma da Água”. Líder de indicações, a fantasia levou apenas três troféus, incluindo ainda Melhor Trilha Sonora para Alexandre Desplat e Melhor Direção de Arte. O BAFTA Award de Melhor Ator ficou com o inglês Gary Oldman pela interpretação de Winston Churchill em “O Destino de uma Nação” e o de Melhor Atriz Coadjuvante com Allison Janney, por “Eu, Tonya”. Curiosamente, todos os atores premiados também venceram o SAG Awards, o prêmio do Sindicato de Atores dos Estados Unidos, nas mesmas categorias. Além deles, Daniel Kaluuya foi consagrado como Ator Revelação do ano por “Corra!”. O troféu de Melhor Filme em Língua Estrangeira foi entregue para “A Criada”, do sul-coreano Park Chan-wook, “Eu Não Sou Seu Negro”, de Raoul Peck, venceu como Melhor Documentário, e “Viva – A Vida É uma Festa”, de Lee Ukrich, ficou com a estatueta de Melhor Animação. A premiação realizada na tradicional casa londrina de espetáculos Royal Albert Hall transcorreu em um clima marcado por manifestações de protestos contra os abusos sexuais na indústria cinematográfica. Várias estrelas se vestiram de preto para marcar posição, entre elas Angelina Jolie, Jennifer Lawrence e Kristin Scott Thomas. Confira abaixo a lista dos vencedores. Indicados ao BAFTA Awards 2018 Melhor Filme “Três Anúncios para um Crime” Melhor Diretor Guillermo del Toro, “A Forma da Água” Melhor Atriz Frances McDormand, “Três Anúncios para um Crime” Melhor Ator Gary Oldman, “O Destino de uma Nação”, Melhor Atriz Coadjuvante Allison Janney, “Eu, Tonya” Melhor Ator Coadjuvante Sam Rockwell, “Três Anúncios para um Crime” Melhor Filme Britânico “O Destino de uma Nação” Melhor Estreia de Roteirista, Diretor ou Produtor Britânico “I Am Not a Witch”, Rungano Nyoni (roteiro/direção), Emily Morgan (produção) Melhor Filme Estrangeiro “A Criada”, de Park Chan-wook Melhor Documentário “Eu Não Sou Seu Negro”, Raoul Peck Melhor Animação “Viva – A Vida É uma Festa”, de Lee Unkrich e Darla K. Anderson Melhor Roteiro Original Martin McDonagh, “Três Anúncios para um Crime” Melhor Roteiro Adaptado James Ivory, “Me Chame pelo seu Nome” Melhor Trilha Sonora Alexandre Desplat, “A Forma da Água” Melhor Fotografia Roger Deakins, “Blade Runner 2049” Melhor Edição Jonathan Amos, Paul Machliss, “Em Ritmo de Fuga” Melhor Direção de Arte Paul Austerberry, Jeff Melvin, Shane Vieau, “A Forma da Água” Melhor Figurino Mark Bridges, “Trama Fantasma” Melhor Maquiagem David Malinowski, Ivana Primorac, Lucy Sibbick, Kazuhiro Tsuji, “O Destino de uma Nação”

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    Corra! e Me Chame pelo Seu Nome vencem o prêmio do Sindicato dos Roteiristas dos EUA

    12 de fevereiro de 2018 /

    O Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos anunciou na noite de domingo (11/2) os vencedores de seu prêmio anual, os WGA Awards. Jordan Peele venceu o troféu de Melhor Roteiro Original por “Corra!”, enquanto o veterano James Ivory conquistou o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado por “Me Chame pelo Seu Nome”. A premiação do WGA aconteceu um dia após Ivory vencer o prêmio de Melhor Adaptação de Cinema do 30º USC Scripter Award, premiação acadêmica (da University of Southern California) que destaca roteiristas que transpõem obras literárias para as telas. Mesmo assim, o troféu dos roteiristas não é considerada uma prévia significativa do Oscar, porque apenas membros do sindicato são considerados, deixando de fora roteiristas britânicos, roteiristas de animação e os cineastas filiados apenas ao sindicato dos diretores. Vencedor de dois Oscars de Melhor Roteiro, Quentin Tarantino nunca foi nem sequer indicado ao prêmio do WGA por representar o último caso. Por sinal, o filme premiado na categoria de Documentário também não disputa o Oscar. Nas categorias televisivas, “The Handmaid’s Tale” foi duplamente premiada – na categoria de Melhor Roteiro de Série Dramática e de Melhor Roteiro de Série Nova. O WGA também premia programas de rádio, áudio, jornalismo, etc. A lista é enorme. Para ir direto ao ponto, confira abaixo apenas os vencedores de categorias de cinema, séries e games. Premiação do WGA Awards 2017 Melhor Roteiro Original “Corra!”, de Jordan Peele Melhor Roteiro Adaptado “Me Chame pelo seu Nome”, de James Ivory Melhor Roteiro de Documentário “Jane”, de Brett Morgen Melhor Roteiro de Série Dramática “The Handmaid’s Tale”, de Ilene Chaiken, Nina Fiore, Dorothy Fortenberry, Leila Gerstein, John Herrera, Lynn Renee Maxcy, Bruce Miller, Kira Snyder, Wendy Straker Hauser, Eric Tuchman Melhor Roteiro de Série de Comédia “Veep”, de Gabrielle Allan, Rachel Axler, Ted Cohen, Jennifer Crittenden, Alex Gregory, Steve Hely, Peter Huyck, Erik Kenward, Billy Kimball, David Mandel, Ian Maxtone-Graham, Dan Mintz, Lew Morton, Georgia Pritchett, Will Smith Melhor Roteiro de Série Nova “The Handmaid’s Tale”, de Ilene Chaiken, Nina Fiore, Dorothy Fortenberry, Leila Gerstein, John Herrera, Lynn Renee Maxcy, Bruce Miller, Kira Snyder, Wendy Straker Hauser, Eric Tuchman Melhor Roteiro de Episódio Dramático “Better Call Saul”: “Chicanel”, de Gordon Smith Melhor Roteiro de Episódio de Comédia “Will & Grace”: “Rosario’s Quinceanera”, de Tracy Poust e Jon Kinnally Melhor Roteiro de Episódio de Série Animada “BoJack Horseman”: “Time’s Arrow”, de Kate Purdy Melhor Roteiro Original de Minissérie ou Telefilme “Flint”, de Barbara Stepansky Melhor Roteiro Adaptado de Minissérie ou Telefilme “Big Little Lies”, de David E. Kelley Melhor Roteiro de Programa de Variedades de Esquetes “Saturday Night Live”, de Chris Kelly, Sarah Schneider, Bryan Tucker, James Anderson, Kristen Bartlett, Jeremy Beiler, Neal Brennan, Zack Bornstein, Joanna Bradley, Megan Callahan, Michael Che, Anna Drezen, Fran Gillespie, Sudi Green, Steve Higgins, Colin Jost, Erik Kenward, Rob Klein, Nick Kocher, Michael Koman, Dave McCary, Brian McElhaney, Dennis McNicholas, Drew Michael, Lorne Michaels, Josh Patten, Katie Rich, Pete Schultz, Streeter Seidell, Will Stephen, Kent Sublette, Julio Torres Melhor Roteiro de Novela General Hospital, de Shelly Altman, Jean Passanante, Anna Theresa Cascio, Suzanne Flynn, Charlotte Gibson, Lucky Gold, Kate Hall, Elizabeth Korte, Daniel James O’Connor, Dave Rupel, Katherine Schock, Scott Sickles, Christopher Van Etten, Christopher Whitesell Melhor Roteiro de Programa Infantil “An American Girl Story – Ivy & Julie 1976: A Happy Balance”, de May Chan Melhor Roteiro de Videogame “Horizon Zero Dawn”, de John Gonzalez, Benjamin McCaw, Ben Schroder, Anne Toole, Dee Warrick, Meg Jayanth

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    Oscar 2018 registra recorde de indicações femininas

    23 de janeiro de 2018 /

    Ecoando o clima de empoderamento feminino que vem marcando as discussões de bastidores de Hollywood, o Oscar 2018 registrou um número recorde de indicações para mulheres em categorias técnicas. Ao todo, 40 mulheres receberam indicações na competição, além das 10 citadas como Melhor Atriz e Atriz Coadjuvante. Trata-se do mesmo número registrado no ano passado, repetindo o recorde, mas com uma diferença importante. As nomeações não se limitaram às categorias tradicionalmente consideradas femininas, como Maquiagem e Penteado ou Figurino. Elas invadiram antigos feudos masculinos, como Direção, Roteiro, Edição e até Direção de Fotografia – que será disputada pela primeira vez por uma mulher: Rachel Morrison, de “Mudbound”. Além disso, a presença de “Lady Bird” na disputa de Melhor Filme conta quase como uma indicação extra, já que foi escrito, dirigido e protagonizado por mulheres. Ele é apenas o 13º filme de cineasta feminina indicado na categoria. De forma mais restrita ainda, sua diretora e roteirista Greta Gerwig tornou-se a quinta mulher a concorrer ao Oscar de Melhor Direção, prêmio vencido apenas por uma diretora até hoje – Kathryn Bigelow, por “Guerra ao Terror”, em 2010. Outras indicadas proeminentes incluem Mary H. Ellis, sexta mulher a disputar o Oscar de Melhor Mixagem de Som, por “Em Ritmo de Fuga”, Tatiana S. Riegel, que concorre pela Edição de “Eu, Tonya”, e Elaine McMillion Sheldon, indicada ao Oscar de Melhor Curta Documental por “Heroin(e)”. A cerimônia de entrega de prêmios acontece no dia 4 de março, com apresentação de Jimmy Kimmel e transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT. Confira aqui a lista completa dos indicados.

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