The Hollywood Reporter inclui brasileiras de A Vida Invisível na lista das melhores atuações de 2019
A revista americana The Hollywood Reporter divulgou nesta segunda (16/12) uma lista com as 25 melhores atuações de cinema em 2019, de acordo com seus críticos, e teve brasileiras na seleção. A dupla formada por Carol Duarte e Julia Stockler, protagonistas de “A Vida Invisível”, entrou no ranking. “É irônico que um grande filme sobre irmandade envolva duas irmãs que passam boa parte do filme cruelmente separadas”, escreveu o crítico David Rooney sobre a performance da dupla, que foi considerada em conjunto. “No entanto, o laço criado no começo do filme de Karim Aiunouz é indelével, graças à intensidade única destas relativas novatas, cujas emoções se desenrolam à beira de uma ansiedade dolorosa. Da frustração que beira a insanidade à vulnerabilidade nervosa, elas acabam chegando em uma resignação de partir o coração”, completou. Além de Stockler e Duarte, a lista incluiu outras performances de filmes feito fora dos EUA, como Antonio Banderas (“Dor e Glória”), Pierre Deladonchamps e Vincent Lacoste (“Conquistar, Amar e Viver Intensamente”), Nora Hamzawi (“Vidas Duplas”), Tom Mercier (“Synonymes”), e Noémie Merlant e Adèle Haenel (“Retrato de uma Jovem em Chamas”). Destes, apenas o filme de Pedro Almodóvar (“Dor e Glória”) está na disputa de Filme Internacional com “Vida Invisível”. A revista também citou os desempenhos hollywoodianos de Brad Pitt (“Era Uma Vez em Hollywood”), Joaquin Phoenix (“Coringa”), Joe Pesci (“O Irlandês”), Lupita Nyong’o (“Nós”), Eddie Murphy (“Meu Nome É Dolemite”), Alfre Woodard (“Clemency”), Taylor Russell (“Waves”), Mary Kay Place (“A Vida de Diane”), George MacKay (“1917”), Jennifer Lopez (“As Golpistas”), Chris Galust e Lolo Spencer (“Give Me Liberty”), Adam Driver e Scarlett Johansson (“História de um Casamento”), Awkwafina (“The Farewell”) e Timothée Chalamet (“Adoráveis Mulheres”). Mas não os elogiados trabalhos de Adam Sandler em “Jóias Brutas” (Uncut Gems) e Renée Zellweger em “Judy”.
Parasita é eleito Melhor Filme de 2019 pela crítica de Los Angeles
O Círculo de Críticos de Los Angeles divulgou sua lista de melhores de 2019, que diferiu da lista da associação de Nova York ao eleger o suspense sul-coreano “Parasita” como Melhor Filme do ano. Não só isso. Bong Joon Ho também foi considerado o Melhor Diretor, batendo Martin Scorsese. “Uma História de Casamento”, de Noah Baumbach, venceu como Melhor Roteiro e Antonio Banderas confirmou seu favoritismo como Melhor Ator por “Dor e Glória”. A surpresa ficou por conta da escolha da veterana Mary Kay Place como Melhor Atriz, já que seu desempenho vinha sendo menosprezado, assim como o filme que lhe rendeu o prêmio, “A Vida de Diane”, que passou batido em seu lançamento no Brasil, em maio passado. Confira abaixo a lista completa dos premiados, que inclui mais prêmios para “Parasita” e “Dor e Glória”. Melhor Filme “Parasita” (2º lugar: “O Irlandês”) Melhor Direção Bong Joon Ho, “Parasita” (2º lugar: Martin Scorsese, “O Irlandês”) Melhor Ator Antonio Banderas, “Dor e Glória” (2º lugar: Adam Driver, “História de um Casamento”) Melhor Atriz Mary Kay Place, “Diane” (2º lugar: Lupita Nyong’o, “Nós”) Melhor Ator Coadjuvante Song Kang Ho, “Parasitas” (2º lugar: Joe Pesci, “O Irlandês”) Melhor Atriz Coadjuvante Jennifer Lopez, “As Golpistas” (2º lugar: Zhao Shuzhen, “The Farewell”) Melhor Roteiro Noah Baumbach, “História de um Casamento” (2º lugar: Bong Joon Ho e Han Jin Won, “Parasita”) Melhor Filme de Animação “Perdi Meu Corpo” (2º lugar: “Toy Story 4”) Melhor Documentário “Indústria Americana” (2º lugar: “Apollo 11”) Melhor Fotografia Claire Mathon, “Retrato de uma Jovem em Fogo” e “Atlantics” (2º lugar: Roger Deakins, “1917”) Melhor Edição Todd Douglas Miller, “Apollo 11” (2º lugar: Ronald Bronstein & Benny Safdie, “Uncut Gems”) Melhor Trilha Sonora Dan Levy, “Perdi Meu Corpo” (2º lugar: Thomas Newman, “1917”) Melhor Direção Artística Barbara Ling, “Era uma Vez…em Hollywood” (2º lugar: Ha Jun Lee, “Parasita”) Prêmio de Cinema Experimental Douglas Edwards “The Giverny Document”, Ja’Tovia Gary Melhor Filme em Língua Estrangeira “Dor e Glória” (2º lugar: “Retrato de uma Jovem em Chamas”) Prémio Novas Gerações Joe Talbot, Jimmie Fails e Jonathan Majors, “The Last Black Man in San Francisco”
Critics’ Choice Awards: O Irlandês lidera indicações ao prêmio da crítica americana
A Associação de críticos americanos responsável pelo Critics’ Choice Awards divulgou no domingo (8/12) os nomes dos filmes, séries e artistas indicados à sua 25ª edição, com grande destaque para “O Irlandês”. O longa mafioso de Martin Scorsese recebeu 14 indicações, liderando a lista de prêmios da crítica. Além de disputar a categoria de Melhor Filme de ano, “O Irlandês” rendeu indicações para Scorsese como Melhor Direção e para a tríade de astros veteranos de seu elenco, composta por Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci – o primeiro como Melhor Ator e os demais como Coadjuvantes. O segundo filme com mais indicações é “Era Uma Vez em… Hollywood”, de Quentin Tarantino, que disputa 12 prêmios, seguido por “Adoráveis Mulheres”, de Greta Gerwig, com 9. Outros destaques são “1917”, “História de um Casamento” (empatados com 8 indicações), “Coringa”, “Jojo Rabbit” e o sul-coreano “Parasita” (que receberam 7, cada). Assim como o Globo de Ouro, o Critics’ Choice também premia os melhores da televisão. E, entre as atrações televisivas, os títulos mais prestigiados foram a minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us), com 6 indicações, o drama “This Is Us” e a comédia “Schitt’s Creek”, ambos com 5. Ao todo, a Netflix recebeu 61 indicações, graças à combinação de categorias de cinema e TV (por sinal, com o filme e a série mais nomeados), quase o dobro da HBO, que ficou em 2º lugar, com 33 citações entre os lançamentos para a televisão. A cerimônia de premiação do Critics Choice Award vai acontecer em 12 de janeiro nos Estados Unidos. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Cinema Melhor Filme “1917” “Ford v Ferrari” “O Irlandês” “Jojo Rabbit” “Coringa” “Adoráveis Mulheres” “História de um Casamento” “Era uma Vez em Hollywood” “Parasita” “Uncut Gems” Melhor Ator Antonio Banderas (“Dor e Glória”) Robert De Niro (“O Irlandês”) Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”) Adam Driver (“História de um Casamento”) Eddie Murphy (“Meu Nome É Dolemite”) Joaquin Phoenix (“Coringa”) Adam Sandler (“Uncut Gems”) Melhor Atriz Awkwafina (“The Farewell”) Cynthia Erivo (“Harriet”) Scarlett Johansson (“História de um Casamento”) Lupita Nyong’o (“Nós”) Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”) Charlize Theron (“O Escândalo”) Renée Zellweger (“Judy”) Melhor Ator Coadjuvante Willem Dafoe (“O Farol”) Tom Hanks (“”Um Lindo Dia na Vizinhança””) Anthony Hopkins (“Dois Papas”) Al Pacino (“O Irlandês”) Joe Pesci (“O Irlandês”) Brad Pitt (“Era uma vez em Hollywod”) Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern (“História de um Casamento”) Scarlett Johansson (“Jojo Rabbit”) Jennifer Lopez (“As Golpistas”) Florence Pugh (“Adoráveis Mulheres”) Margot Robbie (“O Escândalo”) Zhao Shuzhen (“The Farewell”) Atriz Revelação Julia Butters (“Era uma Vez em Hollywood”) Roman Griffin Davis (“Jojo Rabbit”) Noah Jupe (“Honey Boy”) Thomasin McKenzie (“Jojo Rabbit”) Shahadi Wright Joseph (“Nós”) Archie Yates (“Jojo Rabbit”) Melhor Elenco “O Escândalo” “O Irlandês” “”Entre Facas e Segredos”” “Adoráveis Mulheres” “História de um Casamento” “Era uma Vez em Hollywood” “Parasita” Melhor Direção Noah Baumbach (“História de um Casamento”) Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”) Bong Joon Ho (“Parasita”) Sam Mendes (“1917”) Josh Safdie and Benny Safdie (“Uncut Gems”) Martin Scorsese (“O Irlandês”) Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) Melhor Roteiro Original Noah Baumbach (“História de um Casamento”) Rian Johnson (“Entre Facas e Segredos” Bong Joon Ho and Han Jin Won (“Parasita”) Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) Lulu Wang (“The Farewell”) Melhor Roteiro Adaptado Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”) Noah Harpster and Micah Fitzerman-Blue (“Um Lindo Dia na Vizinhança”) Anthony McCarten (“Dois Papas”) Todd Phillips & Scott Silver (“Coringa”) Taika Waititi (“Jojo Rabbit”) Steven Zaillian (“O Irlandês”) Melhor Fotografia Jarin Blaschke (“O Farol”) Roger Deakins (“1917”) Phedon Papamichael (“Ford v Ferrari”) Rodrigo Prieto (“O Irlandês”) Robert Richardson (“Era uma Vez em Hollywood”) Lawrence Sher (“Coringa”) Melhor Direção de Arte Mark Friedberg, Kris Moran (“Coringa”) Dennis Gassner, Lee Sandales (“1917”) Jess Gonchor, Claire Kaufman (“Adoráveis Mulheres”) Lee Ha Jun (“Parasita”) Barbara Ling, Nancy Haigh (“Era uma Vez em Hollywood”) Bob Shaw, Regina Graves (“O Irlandês”) Donal Woods, Gina Cromwell (“Downton Abbey”) Melhor Edição Ronald Bronstein, Benny Safdie (“Uncut Gems”) Andrew Buckland, Michael McCusker (“Ford v Ferrari”) Yang Jinmo (“Parasita”) Fred Raskin (“Era uma Vez em Hollywood”) Thelma Schoonmaker (“O Irlandês”) Lee Smith (“1917”) Melhor Figurino Ruth E. Carter (“Meu Nome É Dolemite”) Julian Day (“Rocketman”) Jacqueline Durran (“Adoráveis Mulheres”) Arianne Phillips (“Era uma Vez em Hollywood”) Sandy Powell, Christopher Peterson (“O Irlandês”) Anna Robbins (“Downton Abbey”) Melhor Cabelo e Maquiagem “O Escândalo” “Meu Nome É Dolemite” “O Irlandês” “Coringa” “Judy” “Era uma Vez em Hollywood” “Rocketman” Melhores Efeitos Visuais “1917” “Ad Astra” “Os Aeronautas” “Vingadores: Ultimato” “Ford v Ferrari” “O Irlandês” “O Rei Leão” Melhor Animação “Abominável” “Frozen 2” “Como Treinar o seu Dragão 3” “Perdi Meu Corpo” “Link Perdido” “Toy Story 4” Melhor Filme de Ação “1917” “Vingadores: Ultimato” “Ford v Ferrari” “John Wick – Parabellum” “Homem-Aranha: Longe de Casa” Melhor Comédia “Fora de Série” “Meu Nome É Dolemite” “The Farewell” “Jojo Rabbit” “Entre Facas e Segredos” Melhor Filme Sci-fi ou Terror “Ad Astra” “Vingadores: Ultimato” “Midsommar” “Nós” Melhor Filme Estrangeiro “Atlantics” “Les Misérables” “Dor e Glória” “Parasita” “Retrato de uma Jovem em Chamas” Melhor Música “Glasgow (No Place Like Home)” (“As Loucuras de Rose”) “(I’m Gonna) Love Me Again” (“Rocketman”) “I’m Standing With You” (“Superação: O Milagre da Fé”) “Into the Unknown” (“Frozen 2”) “Speechless” (“Aladdin”) “Spirit” (“O Rei Leão”) “Stand Up” (“Harriet”) Melhor Trilha Sonora Michael Abels (“Nós”) Alexandre Desplat (“Adoráveis Mulheres”) Hildur Guðnadóttir (“Coringa”) Randy Newman (“História de um Casamento”) Thomas Newman (“1917”) Robbie Robertson (“O Irlandês”) Séries Melhor Série de Drama “The Crown” “David Makes Man” “Game of Thrones” “The Good Fight” “Pose” “Succession” “This Is Us” “Watchmen” Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Br (“This Is Us”) Mike Colter (“Evil”) Paul Giamatti (“Billions”) Kit Harington (“Game of Thrones”) Freddie Highmore (“The Good Doctor”) Tobias Menzies (“The Crown”) Billy Porter (“Pose”) Jeremy Strong (“Succession”) Melhor Atriz em Série de Drama Christine Baranski (“The Good Fight”) Olivia Colman (“The Crow”) Jodie Comer (“Killing Eve”) Nicole Kidman (“Big Little Lies”) Regina King (“Watchmen”) Mj Rodriguez (“Pose”) Sarah Snook (“Succession”) Zendaya (“Euphoria”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Asante Blackk (“This Is Us”) Billy Crudup (The Morning Show) Asia Kate Dillon (“Billions”) Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Justin Hartley (“This Is Us”) Delroy Lindo (“The Good Fight”) Tim Blake Nelson (“Watchmen”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Helena Bonham Carter (“The Crown”) Gwendoline Christie (“Game of Thrones”) Laura Dern (“Big Little Lies”) Audra McDonald (“The Good Fight”) Jean Smart (“Watchmen”) Meryl Streep (“Big Little Lies”) Susan Kelechi Watson (“This Is Us”) Melhor Série de Comédia “Barry” “Fleabag” “The Marvelous Mrs. Maisel” “Mom” “One Day at a Time” “PEN15” “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série de Comédia Ted Danson (“The Good Place”) Walton Goggins (“The Unicorn”) Bill Hader (“Barry”) Eugene Levy (“Schitt’s Creek”) Paul Rudd (“Living with Yourself”) Bashir Salahuddin (Sherman’s Showcase”) “Ramy” Youssef (“Ramy” Melhor Atriz em Série de Comédia Christina Applegate (“Dead to Me”) Alison Brie (“GLOW”) Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Kirsten Dunst (“On Becoming a God in Central Florida”) Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Andre Braugher (“Brooklyn Nine-Nine”) Anthony Carrigan (“Barry”) William Jackson Harper (“The Good Place”) Daniel Levy (“Schitt’s Creek”) Nico Santos (“Superstore”) Andrew Scott (“Fleabag”) Henry Winkler (“Barry”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) D’Arcy Carden (“The Good Place”) Sian Clifford (“Fleabag”) Betty Gilpin (“GLOW”) Rita Moreno (“One Day at a Time”) Annie Murphy (“Schitt’s Creek” Molly Shannon (“The Other Two”) Melhor Minissérie “Catch-22” “Chernobyl” “Fosse/Verdon” “The Loudest Voice” “Unbelievable” “When They See Us” “Years and Years” Melhor Telefilme “Brexit” “Deadwood: The Movie” “El Camino: A Breaking Bad Movie” “Guava Island” “Native Son” “Patsy & Loretta” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Christopher Abbott (“Catch-22”) Mahershala Ali (“True Detective”) Russell Crowe (“The Loudest Voice”) Jared Harris (“Chernobyl”) Jharrel Jerome (“When They See Us”) Sam Rockwell (“Fosse/Verdon”) Noah Wyle (“The Red Line”) Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Kaitlyn Dever (“Unbelievable”) Anne Hathaway (“Modern Love”) Megan Hilty (“Patsy & Loretta”) Joey King (“The Act”) Jessie Mueller (“Patsy & Loretta”) Merritt Wever (“Unbelievable”) Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Asante Blackk (“When They See Us”) George Clooney (“Catch-22”) John Leguizamo (“When They See Us”) Dev Patel (“Modern Love”) Jesse Plemons (“El Camino: A Breaking Bad Movie”) Stellan Skarsgård (“Chernobyl”) Russell Tovey (“Years and Years”) Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme Patricia Arquette (“The Act”) Marsha Stephanie Blake (“When They See Us”) Toni Collette (“Unbelievable”) Niecy Nash (“When They See Us”) Margaret Qualley (“Fosse/Verdon”) Emma Thompson (“Years and Years”) Emily Watson (“Chernobyl”) Melhor Série Animada “Big Mouth” “BoJack Horseman” “The Dark Crystal: Age of Resistance” “She-Ra and the Princesses of Power” “The Simpsons” “Undone” Melhor Talk Show “Desus & Mero” “Full Frontal with Samantha Bee” “The Kelly Clarkson Show” “Last Week Tonight with John Oliver” “The Late Late Show with James Corden” “Late Night with Seth Meyers” Melhor Especial de Comédia “Amy Schumer: Growing” “Jenny Slate: Stage Fright” “Live in Front of a Studio Audience: Norman Lear’s All in the Family and The Jeffersons” “Ramy” Youssef: Feelings” “Seth Meyers: Lobby Baby” “Trevor Noah: Son of Patricia” “Wanda Sykes: Not Normal”
American Film Institute revela listas de Melhores Filmes e Séries de 2019
O American Film Institute (AFI) revelou sua tradicional lista anual com os 10 melhores filmes e séries do período. A relação costuma servir de prévia para as principais premiações da indústria do entretenimento, como o Oscar e o Globo de Ouro. Entre os selecionados de 2019 estão filmes que já vêm sendo aclamados pela crítica e pelas primeiras premiações da temporada, como “O Irlandês”, de Martin Scorsese, “Era Uma Vez em… Hollywood”, de Quentin Tarantino, e “História de um Casamento”, de Noah Baumbach. Mas não “Uncut Gems”. Em vez do drama indie, aparecem superproduções como “1917”, de Sam Mendes, e “Entre Facas e Segredos”, de Rian Johnson, sem esquecer de “Coringa”, de Todd Phillips, vencedor do Festival de Veneza, e “Jojo Rabbit”, de Taika Waititi, vencedor do Festival de Toronto. Já o vencedor do Festival de Cannes, “Parasita”, do sul-coreano Bong Joon-ho, ficou com uma citação “especial” no pé da lista, composta apenas por filmes falados em inglês. Nos últimos anos, apenas dois títulos ausentes da lista do AFI venceram o Oscar de Melhor Filme: O inglês “O Discurso do Rei” (2010) e o francês “O Artista” (2011). Confira, abaixo, as listas completas de melhores filmes e séries de 2019, segundo os membros do American Film Institute. Os 10 Melhores Filmes “1917” “The Farewell” “O Irlandês” “Jojo Rabbit” “Coringa” “Entre Facas e Segredos” “Adoráveis Mulheres” “História de um Casamento” “Era Uma vez em Hollywood” “Richard Jewell” Citação especial: “Parasita” As 10 Melhores Séries: “Chernobyl” “The Crown” “Fosse/Verdon” “Game of Thrones” “Pose” “Succession” “Inacreditável” “Veep” “Watchmen” “Olhos que Condenam” Citação Especial: “Fleabag”
Quentin Tarantino escolhe O Irlandês como Melhor Filme de 2019
O diretor Quentin Tarantino atualizou sua escolha de Melhor Filme de 2019. Após ver “O Irlandês”, colocou o filme de Martin Scorsese no topo de sua lista. A revelação foi feita pelo jornalista Erick Weber, que conversou com Tarantino na noite de segunda (2/12). O editor do site Awards Ace publicou um Top 3 atualizado do cineasta em seu Twitter. Em 2º lugar, ficou “Predadores Assassinos”, de Alexandre Aja, que Tarantino já tinha dito que era seu filme favorito. A declaração foi feita em novembro – antes, portanto, do lançamento de “O Irlandês” – para o jornalista Pete Hammond, do Deadline. “Tarantino disse, por incrível que pareça, que o filme o impressionou em todos os sentidos, em termos de cinematografia pura”, escreveu Hammond, na ocasião. O filme que fecha o Top 3 é “Doutor Sono”, de Mike Flanagan. Fracasso de público, a continuação de “O Iluminado” teve, paradoxalmente, boa repercussão entre a crítica. O que aumenta os indícios de que o terror foi vítima de marketing mau-feito de seu estúdio, que se mostrou problemático desde a escolha do título (o mesmo do livro de Stephen King), que não faz ligação com “O Iluminado”. Spoke with Quentin Tarantino last night, wanted to know his top films of 2019, here they are: 1) #TheIrishman2) #Crawl3) #DoctorSleephttps://t.co/znrHDKkwvh pic.twitter.com/hPZEdpV0BZ — 𝔼𝕎 AWARDS ACE (@ErickWeber) December 3, 2019
O Irlandês é o Melhor Filme de 2019 para os críticos de Nova York
O círculo da crítica de Nova York (NYFCC) divulgou sua lista de Melhores do Cinema em 2019, e “O Irlandês”, de Martin Scorsese, saiu triunfante como Melhor Filme. Curiosamente, no ano passado o vencedor foi “Roma”, de Alfonso Cuáron, fazendo com que a Netflix emplaque seu segundo filme consecutivo como favorito da crítica nova-iorquina. Além de Melhor Filme, “O Irlandês” emplacou o ator Joe Pesci como Melhor Coadjuvante. Antonio Banderas (“Dor e Glória”) e Lupita Nyong’o (“Nós”) foram os melhores atores protagonistas, enquanto Laura Dern (“História de um Casamento”) venceu como Atriz Coadjuvante. Já o prêmio de direção ficou para os irmãos Benny e Josh Safdie, por “Uncut Gems”, enquanto Quentin Tarantino assinou o Melhor Roteiro. Como começa a se cristalizar como tendência na temporada, o domínio de produções distribuídas pela Netflix correspondeu a uma quantidade de premiados sem precedentes. A vitória em nada menos que 6 categorias corresponde à metade dos 12 prêmios anunciados. A entrega dos troféus vai acontecer numa cerimônia de gala, marcada para 7 de janeiro na cidade de Nova York. Confira abaixo a lista com todos os vencedores. Melhor Filme: “O Irlandês”, de Martin Scorsese Melhor Realizador: Benny e Josh Safdie (“Uncut Gems”) Melhor Ator: Antonio Banderas (“Dor e Glória”) Melhor Atriz: Lupita Nyong’o (“Nós”) Melhor Atriz Coadjuvante: Laura Dern (“Uma História de Casamento”) Melhor Ator Coadjuvante: Joe Pesci (“O Irlandês”) Melhor Animação: “Perdi Meu Corpo”, de Jérémy Clapin Melhor Argumento: Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) Melhor Fotografia: Claire Mathon (“Retrato de uma Jovem em Chamas”) Melhor Filme de Estreia: “Atlantics”, de Mati Diop Melhor Filme Estrangeiro: “Parasita”, de Bong Joon-ho Melhor Documentário: “Honeyland”, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov
Top 10 do New York Times inclui Democracia em Vertigem entre os Melhores Filmes de 2019
O documentário “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, é um dos 10 Melhores Filmes do ano segundo o jornal The New York Times. O longa brasileiro sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff, apareceu na tradicional lista de fim de ano da publicação em 8º lugar, à frente de “Era uma vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino. “Ánálise cuidadosa dos eventos que levaram à eleição de Jair Bolsonaro, o presidente populista do Brasil, este documentário angustiante é o filme mais assustador do ano”, diz o texto do jornal americano sobre os motivos da inclusão do filme, lançado com o título “The Edge of Democracy” nos EUA e disponibilizado no país pela Netflix. “Democracia em Vertigem” não é o único documentário nem o único filme estrangeiro da lista. O 1º lugar foi conquistado justamente por um documentário macedônico, “Honeyland”, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov, uma alegoria sobre abelhas e vizinhos mal-educados, que resume a situação do meio-ambiente no planeta. O drama britânico “The Souvenir”, de Joanna Hogg, e o sul-coreano “Parasita”, de Bong Joon Ho, completam o Top 3, e o primeiro filme americano da lista, “O Irlandês”, de Martin Scorsese, aparece apenas em 4º lugar. Também chama atenção o fato de que 40% da lista (“O Irlandês”, “História de um Casamento”, “Democracia em Vertigem” e “Atlantics”) foi exibida pela Netflix. Confira abaixo o Top 10 completo, dos Melhores Filmes de 2019, de acordo como o New York Times. 1. “Honeyland”, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov (Macedônia) 2. “The Souvenir”, de Joanna Hogg (Reino Unido) 3. “Parasita”, de Bong Joon Ho (Coreia do Sul) 4. “O Irlandês”, de Martin Scorsese (EUA) 5. “História de um Casamento”, de Noah Baumbach (EUA) 6. “Adoráveis Mulheres”, de Greta Gerwig (EUA) 7. “Peterloo”, de Mike Leigh (Reino Unido) 8. “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa (Brasil) 9. “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino (EUA) 10. “Atlantics”, de Mati Diop (Senegal, França)
Peaky Blinders: Netflix divulga o trailer da 5ª temporada
A Netflix divulgou o trailer da 5ª temporada de “Peaky Blinders”, premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). A prévia tem clima de “Game of Thrones”, com disputa do reinado do crime, traições, politicagem e aparição do Mindinho. Ou melhor, do ator Aidan Gillen. O vilão de “Game of Thrones” já tinha surgido na temporada anterior. Mas os novos episódios tem muitas caras novas, como Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). Na trama, a saga da família Shelby chega agora a 1929, durante o tumulto financeiro mundial causado pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York. Quando Tommy Shelby (Cillian Murphy) é abordado por um político (Claflin) com uma visão ousada para a Grã-Bretanha, ele percebe que sua resposta afetará não apenas o futuro de sua família, mas também o de toda a nação. Criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”), “Peaky Blinders” já exibiu sua 5ª temporada no Reino Unido e também já se encontra renovada para sua 6ª temporada. Os fãs brasileiros poderão assistir aos novos episódios a partir de 4 de outubro na Netflix.
Peaky Blinders: Trailer da 5ª temporada acrescenta política aos crimes da “melhor série britânica”
A rede BBC divulgou o trailer da 5ª temporada de “Peaky Blinders”, premiada como Melhor Série Dramática do Reino Unido pela Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês). Repleto de explosões e tiros, mas também politicagem, a prévia aprofunda a jornada de Tommy Shelby (Cillian Murphy) e apresenta um novo personagem à trama: um político carismático de direita vivido por Sam Claflin (“Vidas à Deriva”). Segundo a sinopse divulgada, a 5ª temporada da saga da família Shelby vai se passar em 1929, durante o tumulto financeiro mundial causado pela quebra da Bolsa de Valores de Nova York. Oportunidade e infelicidade estão por toda parte. Quando Tommy Shelby é abordado por um político (Claflin) com uma visão ousada para a Grã-Bretanha, ele percebe que sua resposta afetará não apenas o futuro de sua família, mas também o de toda a nação. Além de Claflin, a temporada terá outros atores famosos em novos papéis, entre eles Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Brian Gleeson (“Trama Fantasma”), Neil Maskell (“A Múmia”), Kate Dickie (“A Bruxa”) e Cosmo Jarvis (“Lady Macbeth”). “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e seu elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada contará com apenas seis episódios, que ainda não têm previsão de estreia. A série já se encontra renovada para sua 6ª temporada.
Oscar “temático” consagra o Conduzindo Miss Daisy de 2019
A noite do Oscar 2019 foi “temática”, reflexo de uma Academia empenhada em ser cada vez mais politicamente correta, após o #OscarSoWhite, ainda que o resultado final represente uma visão liberal dessa abordagem. Do principal vencedor da cerimônia, realizada no domingo (24/2) em Los Angeles, aos prêmios menos badalados, a mensagem que a distribuição de troféus buscou transmitir foi de incentivo à diversidade. Homens brancos venceram menos prêmios que o costume, resultando em maior reconhecimento para mulheres (15 estatuetas) e pessoas negras (7). São números que representam recordes de diversidade para a Academia das Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Isto permitiu que o mais famoso dos cineastas negros, que já deveria ter sido premiado há 30 anos, finalmente vencesse seu primeiro Oscar – Spike Lee, pelo roteiro de “Infiltrado na Klan”. Dois atores negros foram premiados como coadjuvantes, Regina King (por “Se a Rua Beale Falasse”) e Mahershala Ali (“Green Book”). E Ali se tornou o segundo ator negro a vencer dois Oscars, após Denzel Washington. Marcas de segregação técnica ruíram em várias categorias. Peter Ramsey foi o primeiro diretor negro a vencer o Oscar de Melhor Animação – por “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A veterana Ruth E. Carter virou a primeira figurinista negra a conquistar sua categoria – por “Pantera Negra”. Sua colega, Hannah Beachler, consagrou-se como a primeira mulher negra indicada e vencedora do Oscar de Design de Produção (cenografia) – também por “Pantera Negra”. E não ficou nisso. Asiáticos tiveram destaque por meio do casal Elizabeth Chai Vasarhelyi e Jimmy Chin, vencedores do Oscar de Melhor Documentário por “Free Solo”, e com Domee Shi, diretora do Melhor Curta Animado, “Bao”. O Oscar de Melhor Ator foi para Rami Malek, filho de egípcios, que comentou sua origem ao agradecer o prêmio, lembrando que Freddie Mercury, seu papel em “Bohemian Rhapsody”, também era filho de imigrantes africanos. O mexicano Alfonso Cuarón representou os latinos conquistando três estatuetas – Melhor Direção, Fotografia e Filme Estrangeiro por “Roma”. Por isso, o fecho da noite, com “Green Book” eleito o Melhor Filme, poderia (pseudo) representar uma conclusão do tema. Afinal, trata-se de drama que critica o racismo, ao celebrar a amizade entre um motorista branco sem educação e seu passageiro refinado, um músico negro em turnê pelo sul segregado dos Estados Unidos dos anos 1960. Entretanto, trata-se de um filme sobre racismo escrito, dirigido e produzido por brancos – o cineasta Peter Farrelly e os roteiristas Nick Vallelonga e Brian Hayes Currie – , que privilegia o arco de redenção de seu protagonista branco, um racista bruto, que se transforma ao longo de sua jornada. Vale lembrar que o intérprete do personagem negro venceu o Oscar de Ator Coadjuvante, o que deixa claro sua menor importância em comparação ao branco da trama. O vencedor do Oscar é, portanto, o “Conduzindo Miss Daisy” de 2019. Um filme sobre racismo para branco ver e aplaudir, numa abordagem bastante convencional sobre tensões raciais, que considera o ponto de vista negro mero coadjuvante. “Green Book” é similar ao filme de 30 anos atrás até do ponto de vista narrativo, na história do motorista e seu passageiro, apenas mudando quem conduz o veículo, para chegar no mesmo destino: a transformação positiva do personagem branco. Além disso, assim como “Conduzindo Miss Daisy”, o diretor de “Green Book” sequer foi considerado merecedor de indicação na categoria de Melhor Direção. Para completar as comparações, vale ainda lembrar que apesar da vitória do drama de Bruce Beresford, o favorito da crítica e filme mais lembrado daquele Oscar era “Faça a Coisa Certa”, de Spike Lee, muito negro para a época. O tema da diversidade pode ter embalado o Oscar 2019, mas, na hora de definir o prêmio principal, a Academia decidiu ignorar novamente Spike Lee, que tratou de racismo de forma mais contundente em “Infiltrado na Klan”. Pior ainda: barrou “Se a Rua Beale Falasse”, de Barry Jenkins, melhor abordagem do “tema”, que sequer foi indicado ao Oscar de Melhor Filme, embora tenha vencido, 24 horas mais cedo, o Spirit Awards de filme indie do ano. A vitória de “Green Book” também é o “Crash” de 2019. Em 2006, os eleitores da Academia elegeram outro filme mediano, “Crash: No Limite”, como opção para derrotar “O Segredo de Brokeback Mountain”, de temática homossexual, que irritava a maioria conservadora da época. Até a vitória de “Green Book”, a conquista de “Crash” era considerada a pior decisão da Academia em todos os tempos. O filme que a Academia não queria que vencesse em 2019 era “Roma”. Não porque seria a primeira vez que uma obra falada em outra língua levaria o Oscar – o francês “O Artista” era mudo. Mas porque “Roma” é produção de uma plataforma de streaming. A discussão sobre se as produções da Netflix são cinema tem dividido a comunidade cinematográfica. Uma vitória no Oscar representaria o aval da principal instituição da indústria. Para que isso não acontecesse, “Green Book” ganhou o voto dos contrários. E se juntou a “Crash” na história dos Oscars da mediocridade humana. Um esforço inútil, pois as conquistas de “Roma”, especialmente na categoria de Melhor Direção, já mudaram a Netflix de patamar. Ao final das contas, o que fica para a História é que o cineasta de “Debi e Lóide” venceu o Oscar. Porque tudo é discutível em “Green Book”, menos que seu diretor é o mesmo de “O Amor É Cego”, que achava gordofobia engraçada, e “Ligado em Você”, concebido como piada de deficientes. O fato de a Academia premiar “Green Book” também demonstra que, embora o Oscar 2019 tenha se esforçado para ser “temático”, as opções disponíveis para Melhor Filme foram muito limitadas. Podendo listar dez títulos, os organizadores da premiação preferiram limitar suas indicações a oito, deixando de fora o superior “Se a Rua Beale Falasse”, além de diversas outras possibilidades premiadíssimas. Sobre esse contexto, leia mais aqui. Em resumo, a Academia barrou o cinema independente para privilegiar produções de grandes estúdios, como Fox, Disney, Sony, Universal e, sim, Netflix. “Green Book” é um filme com distribuição da Universal na América do Norte. E o estúdio realmente investiu em estratégia para fazê-lo conquistar o Oscar, trazendo para sua equipe especialistas em crises. Os spin doctors conseguiram apagar incêndios que deveriam ter sido devastadores, causados por revelações do passado do diretor Peter Farrelly – achava engraçado mostrar seu pênis para as atrizes de seus filmes – e do roteirista Nick Vallelonga – apoiou declaração de Trump de que muçulmanos americanos simpatizam com os terroristas que derrubaram as Torres Gêmeas de Nova York. Esta é a equipe que venceu o Oscar 2019. E Jimmy Kimmel não apareceu com o envelope correto do verdadeiro vencedor. Claro, Oliva Colman (por “A Favorita”) e não Glenn Close (por “A Esposa”) como Melhor Atriz também rende discussão. Mas não pode ser comparada à consagração do filme que o New York Times chamou de “indesculpável”. Decisões politicamente corretas não impediram o ato falho da Academia, ao oferecer a versão branca de como é o racismo como conclusão do Oscar 2019. Confira aqui a lista completa dos premiados.
Premiação do Oscar 2019 vira festa de rock, Netflix e super-heróis
A cerimônia do Oscar 2019
Oscar 2019 não terá apresentador oficial
A presidente da rede ABC, Karey Burke, confirmou as especulações em torno da cerimônia do Oscar 2019, que, após a desistência do comediante Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), não terá um apresentador oficial. Durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Burke disse que o evento do dia 24 de fevereiro contará com diversas celebridades para apresentar os prêmios, e que há planos para “uma abertura bem emocionante”. Convidado a ser o anfitrião da premiação, Kevin Hart desistiu de apresentar o Oscar na mesma semana em que aceitou o convite, após o ressurgimento de antigos tuítes de seu passado homofóbico. Recusando-se a se desculpar, porque supostamente já teria feito isso, ele preferiu abandonar o posto a fazer uma postagem simples nas redes sociais. Karey disse que a decisão de limar o apresentador foi tomada após a “bagunça”, nas palavras dela, envolvendo a saída de Hart. “Depois disso, ficou muito claro que nós iríamos seguir em frente e simplesmente ter vários apresentadores apresentando o Oscar. Nós todos concordamos com essa ideia bem rapidamente”, explicou. Ela também reforçou que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que organiza o Oscar, prometeu à ABC no ano passado que a transmissão de 2019 teria apenas três horas – 30 minutos a menos do que nos últimos anos. “Então os produtores, eu acho, decidiram sabiamente não ter um anfitrião e se concentrar nos apresentadores de prêmios e nos filmes como estrelas”, resumiu Karey, antes de concluir: “Esta é a melhor maneira de manter o evento com 3 horas vigorosas”. O Oscar já foi realizado sem apresentador oficial anteriormente, nos anos de 1939, 1969, 1970, 1971 e 1989. Mas a última vez foi um desastre, pois para compensar a ausência de um piadista no começo da transmissão, os produtores realizaram um musical de mau gosto, com Rob Lowe e a Branca de Neve protagonizando o pior momento da história do Oscar.
Annie Awards: Homem-Aranha no Aranhaverso vence tudo no “Oscar da animação”
“Homem-Aranha no Aranhaverso” saiu consagrado do Annie Awards 2019, premiação que celebra as melhores produções do gênero, lançadas no cinema e na TV. O filme da Sony venceu todas as categorias que disputou, na cerimônia realizada na noite de sábado (2/2) em Los Angeles, incluindo Melhor Animação, Direção, Roteiro e Dublagem. Não é à toa que o Annie Awards é considerado o “Oscar da animação”. Geralmente, os vencedores do prêmio também conquistam a estatueta de Melhor Animação na cerimônia da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Confira abaixo a lista completa dos vencedores, que também inclui prêmios para “O Retorno de Mary Poppins”, “Os Incríveis 2”, o japonês “Mirai”, a série do “Mickey Mouse” e duas produções da Netflix, “Hilda” e “BoJack Horseman”, líderes das categorias “televisivas”. Melhor Longa Animado Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Longa Animado Independente Mirai Melhor Produção Especial Animada O Retorno de Mary Poppins Melhor Curta Animado Weekends Melhor Série de Animação – Crianças em Idade Pré-Escolar Ask the StoryBots Melhor Série de Animação – Crianças Hilda Melhor Série de Animação – Público Geral BoJack Horseman Melhor Direção em Série Animada Disney Mickey Mouse – Eddie Trigueros Melhor Direção em Longa Animado Homem-Aranha no Aranhaverso – Bob Persichetti, Rodney Rothman, Peter Ramsey Melhor Roteiro em Longa Animado Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Roteiro em Série Animada Hilda Melhor Dublagem em Longa Animado Ilha dos Cachorros – Bryan Cranston como Chief Melhor Dublagem em Série Animada BoJack Horseman – Will Arnet, como BoJack Melhor Edição em Programa para a TV Operação Big Hero: A Série Melhor Edição em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Música em Longa Animado Os Incríveis 2 – Michael Giacchino Melhor Música em Série Animada Disney Mickey Mouse – Christopher Willis Melhor Design de Produção para a TV Age of Sail Melhor Design de Produção em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso Melhor Storyboard para a TV Disney Mickey Mouse Melhor Storyboard em Filme de Animação Os Incríveis 2 Melhores Efeitos de Animação em Produção para a TV Tales of Arcadia: Trollhunters Melhores Efeitos de Animação em Filme de Animação WiFi Ralph: Quebrando a Internet Melhor Animação de Personagem em Produção para TV Hilda – O Rei, Hilda, Arfur Melhor Animação de Personagem em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso – Múltiplos Personagens Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action O Retorno de Mary Poppins Melhor Animação de Personagens em Video Game GRIS – Gris (Cinemático) (VENCEDOR) Melhor Design de Personagem em Produção para TV Rapunzel’s Tangled Adventure – Rapunzel Bird, Cassandra Bird, Father Parrot, Special Birds Melhor Design de Personagem em Filme de Animação Homem-Aranha no Aranhaverso – Múltiplos Personagens Melhor Produção de Realidade Virtual Crow: The Legend Melhor Comercial de TV Animado Greenpeace ‘There’s a Rang-Tan In My, Bedroom’ Melhor Filme de Estudante Best Friend










