Onde Está Meu Coração: Nova série da Globoplay ganha trailer impactante
A Globoplay divulgou o primeiro trailer de “Onde Está Meu Coração”, nova série em streaming da plataforma. Tenso, dramático e realmente impactante, o vídeo resume a história de uma forma que parece mais cinema que produção serializada. A trama gira em torno da personagem de Letícia Colin (destaque das novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”), uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack, vivendo o dilema de ceder aos impulsos ou manter emprego, posição, família e marido. A série tem 10 episódios com roteiros de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). A produção também destaca Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”) e Mariana Lima (“O Banquete”) como os pais e Manu Morelli (“Domingo”) como a irmã. Completam o elenco Camila Márdilla, Ana Flávia Cavalcanti, Michel Melamed, Cacá Carvalho, Rodrigo Garcia, Rodrigo dos Santos e Bárbara Colen, entre outros. A estreia vai acontecer no primeiro semestre de 2020, em data ainda não marcada.
Grey’s Anatomy e Station 19 terão mais crossovers na próxima temporada
As séries “Grey’s Anatomy” e “Station 19” terão mais crossovers na próxima temporada, explorando ainda mais o aspecto de universo compartilhado de suas produções. A iniciativa está por trás do acúmulo de poderes da produtora Krista Vernoff. A rede ABC nomeou a showrunner de “Grey’s Anatomy” para a mesma função na série sobre os bombeiros de Seattle. Fontes do site Deadline garantem que os próximos episódios terão narrativas interlaçadas e personagens indo e vindo entre as duas séries, obrigando o público a acompanhar as duas para seguir as histórias. Algo parecido já pode ser visto na franquia de Dick Wolf passada em Chicago – as séries “Chicago PD”, “Chicago Fire” e “Chicago Med” são bastante interlaçadas. Os novos rumos são resultado do sucesso obtido pelos episódios de crossovers anteriores, que chegaram a colocar as duas produções da Shondaland na liderança da audiência das quintas-feiras na TV americana. Curiosamente, a 3ª temporada de “Station 19” ainda não previsão de estreia, mas a 16ª de “Grey’s Anatomy” está incluída na programação de outono (setembro) da ABC.
Letícia Colin começa a gravar nova série da Globoplay sobre médica drogada
A Globo começou as gravações de “Onde Está Meu Coração”, nova série de streaming que será estrelada pela atriz Letícia Colin após se destacar nas novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”. Na atração, ela interpretará uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack e luta para largar o vício, enquanto busca manter emprego, posição, família e marido. A série terá 10 episódios e está sendo desenvolvida para a plataforma Globoplay com roteiro de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). O elenco também inclui Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”) e Mariana Lima (“O Banquete”) como os pais e Manu Morelli (“Domingo”) como a irmã. Também estão no elenco Camila Márdilla, Ana Flávia Cavalcanti, Michel Melamed, Cacá Carvalho, Rodrigo Garcia, Rodrigo dos Santos e Bárbara Colen, entre outros. “Onde Está Meu Coração” é a 10ª série atualmente em produção na Globo, um número recorde, que decorre da decisão de estabelecer o Globoplay no mercado de streaming. Para isso, é necessário conteúdo. As outras séries em produção são “Carcereiros”, “Sob Pressão”, “Os Experientes”, “Pais de Primeira”, “Aruanas”, “Ilha de Ferro”, “Shippados”, “Desalma” e “Eu, a Vó e a Boi”.
The Good Doctor e A Million Little Things são renovadas pela ABC
A rede ABC renovou suas séries dramáticas mais depressivas, “The Good Doctor”, sobre um médico autista e seu mentor com câncer, e “A Million Little Things”, sobre um grupo de amigos que lida com o suicídio de um deles. As duas séries são disponibilizadas no Brasil pela plataforma Globoplay. “The Good Doctor” vai para sua 3ª temporada. O novo drama de hospital de David Shore (o criador de “House”) traz Freddie Highmore (de “Bates Motel”) como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, já que é incapaz de acessar emoções, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Na 1ª temporada, ele contou com a ajuda e a proteção de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff), que apoiou sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. Mas velho médico passou a enfrentar um diagnóstico de câncer nos novos episódios e pode ter que se despedir do rapaz. Já “A Million Little Things” foi renovada pela primeira vez, após estrear em setembro na ABC, e chegará à 2ª temporada. A série foi criada pelo roteirista-produtor DJ Nash, que após fracassar com comédias – “Growing Up Fisher” (2014) e “Truth Be Told” (2016) foram canceladas na 1ª temporada e o piloto de “Losing It” não foi aprovado no ano retrasado – , decidiu se arriscar numa narrativa dramática. A série compartilha o tom do filme clássico “O Reencontro” (1983), ao girar em torno de um grupo de amigos que, por diferentes razões, estão se sentindo presos em suas vidas. Quando um deles morre inesperadamente, percebem que precisavam mudar tudo e finalmente começar a viver. O bom elenco inclui James Roday (da série “Psych”), David Giuntoli (o “Grimm”), Romany Malco (“Weeds”), Grace Park (“Hawaii Five-0”), Allison Miller (“Terra Nova”), Christina Marie Moses (“The Originals”), Stephanie Szostak (“Satisfaction”), Christina Ochoa (de “Blood Drive” e também “Valor”), Lizzy Greene (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Ron Livingston (“Search Party”) como o amigo suicida. Além deles, Chandler Riggs (o Carl de “The Walking Dead”) participará dos episódios ao final da temporada inaugural, que se encerra em 28 de fevereiro nos Estados Unidos.
Letícia Colin vai estrelar nova série da Globoplay passada em hospital
Após se destacar nas novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”, a atriz Letícia Colin vai protagonizar uma nova série de streaming da Globo, “Onde Está Meu Coração”. Na atração, ela interpretará uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack e luta para largar o vício, enquanto busca manter emprego, posição, família e marido. A série terá 10 episódios e está sendo desenvolvida para a plataforma Globoplay com roteiro de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). O elenco também inclui Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção e Patrícia Pillar (ambos de “Onde Nascem os Fortes”). “Onde Está Meu Coração” é a décima série atualmente em produção na Globo, um número recorde, que decorre da decisão de estabelecer o Globoplay no mercado de streaming. Para isso, é necessário conteúdo. As outras séries em produção são “Carcereiros”, “Sob Pressão”, “Os Experientes”, “Pais de Primeira”, “Aruanas”, “Ilha de Ferro”, “Shippados”, “Desalma” e “Eu, a Vó e a Boi”.
Estrela de Dirty Dancing terá papel importante no retorno da série Grey’s Anatomy
A atriz Jennifer Grey, estrela do clássico “Dirty Dancing: Ritmo Quente” (1987), vai participar da segunda metade da 15ª temporada de “Grey’s Anatomy”. Segundo o TVLine, ela vai aparecer em múltiplos episódios, mas não há detalhes sobre seu papel – embora o site tenha brincado com o nome da atriz e da série, sugerindo que ela nasceu para participar dessa produção. No território das especulações, as apostas são que ela interpretará a mãe de Jo Wilson-Karev (personagem de Camilla Luddington). Atualmente em pausa de fim de ano, “Grey’s Anatomy” retoma sua 15ª temporada somente no dia 17 de janeiro.
Ator de How I Met Your Mother será novo par romântico de Meredith em Grey’s Anatomy
O ator Josh Radnor, que ficou conhecido como o protagonista Ted da sitcom “How I Met Your Mother”, entrou na série “Grey’s Anatomy”. Ele foi escalado para viver um novo interesse romântico de Meredith Grey (Ellen Pompeo). A atriz, que já protestou publicamente contra a insistência dos roteiristas de não deixarem sua personagem ser apenas uma mulher forte e independente, sem um homem a seu lado, vai conhecer o personagem de Radnor em um dos próximos episódios da série. Mas ele não deve ser o único pretendente que Meredith irá encontrar na temporada, descrita pelos próprios produtores como a “temporada do amor”. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, Pompeo disse que sua personagem está “pronta para superar o fantasma de Derek [Patrick Dempsey] e ir em muitos encontros nesta temporada”. As novas aventuras amorosas são cortesia de uma paciente de quem Meredith cuidou no episódio da última quinta-feira (4/10). A moça, chamada Cece, é especialista em juntar casais que são perfeitos um para o outro, e prometeu à doutora que arranjaria um bom encontro para ela. Após estrelar nove temporadas de “How I Met Your Mother”, Radnor apareceu em duas séries dramáticas, ambas canceladas na 1ª temporada: “Mercy Street” e “Rise”. Já Ellen Pompeo afirmou recentemente que não pretende renovar seu contrato após cumprir suas obrigações com a série, que vão até mais uma temporada. “Sinto que já contamos a maioria das histórias que tínhamos para contar. Quero algo novo. Estou pronta para uma mudança”, disse no mês passado à Entertainment Weekly. “Grey’s Anatomy” é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
The Good Doctor perde dois integrantes de seu elenco na 2ª temporada
A série “The Good Doctor” perdeu dois membros de seu elenco original. Os atores Chuku Modu, intérprete do Dr. Jared Kalu, e Beau Garrett, que vive a personagem Jessica Preston, não participarão da 2ª temporada da série médica. Para compensar a saída dos dois, os atores Will Yun Lee (“Dr. Alex Park”), Fiona Gubelmann (“Dr. Alex Park”), Christina Chang (“Dra. Audrey Lim”) e Paige Spara (“Lea”) foram promovidos ao elenco regular. Além disso, Lisa Edelstein (a Dr. Lisa Cuddy em “House”) entrou na produção. Ela viverá a oncologista Marina Blaize, nova personagem recorrente que tratará o câncer do Dr. Glassman (Richard Schiff). A personagem já teve sua primeira cena divulgada pela rede ABC. O novo drama de hospital de David Shore (o criador de “House”) traz Freddie Highmore (de “Bates Motel”) como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, já que é incapaz de acessar emoções, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Na 1ª temporada, ele contou com a ajuda e a proteção de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman , que apoiou sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. Mas velho médico irá enfrentar um diagnóstico de câncer nos novos episódios e pode ter que se despedir do rapaz. Atraindo mais de 9 milhões de telespectadores ao vivo por episódio, “The Good Doctor” chegou a integrar o Top 5 das séries mais assistidas dos Estados Unidos no ano passado, ao lado de atrações veteranas. A 2ª temporada estreia na segunda-feira (24/9) nos Estados Unidos. No Brasil, “The Good Doctor” começou recentemente a ser disponibilizado pela plataforma de streaming Globo Play.
Cena de The Good Doctor introduz nova personagem vivida por atriz de House
A rede americana ABC divulgou uma cena da 2ª temporada de “The Good Doctor”, nova série médica que se tornou o drama mais assistido da TV americana na temporada passada. A prévia mostra a estreia de uma nova personagem na atração. Lisa Edelstein, que já foi médica na série “House”, entrou na série no papel de oncologista, e aparece na cena discutindo com o Dr. Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que será seu paciente relutante. O novo drama de hospital de David Shore (o criador de “House”) traz Freddie Highmore (de “Bates Motel”) como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, já que é incapaz de acessar emoções, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Na 1ª temporada, ele contou com a ajuda e a proteção de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman , que apoiou sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. Mas velho médico irá enfrentar um diagnóstico de câncer nos novos episódios e pode ter que se despedir do rapaz. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). Atraindo mais de 9 milhões de telespectadores ao vivo por episódio, “The Good Doctor” chegou a integrar o Top 5 das séries mais assistidas dos Estados Unidos no ano passado, ao lado de atrações veteranas. A 2ª temporada estreia na segunda-feira (24/9) nos Estados Unidos. No Brasil, “The Good Doctor” começou recentemente a ser disponibilizado pela plataforma de streaming Globo Play.
Ellen Pompeo indica que pode deixar Grey’s Anatomy na próxima temporada
A atriz Ellen Pompeo começou a plantar sua saída da série “Grey’s Anatomy”. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, ela deu a entender que deverá encerrar sua participação ao final de seu contrato. Recentemente, ela fez os mesmos comentários para conseguir uma renovação com grande compensação financeira. Pelo acordo, ela recebeu US$ 20 milhões, o que a transformou na atriz mais bem paga das séries dramáticas da TV americana. E ficou comprometida com a série por duas temporadas: a 15ª, que estreia na quinta-feira (27/9) nos Estados Unidos, e a 16ª, prevista para 2019. “Eu, claramente, não estou em uma posição na qual posso lhe dar qualquer certeza”, disse a atriz, sobre continuar na série depois disso. “No entanto, sinto que já contamos a maioria das histórias que tínhamos para contar. Quero algo novo. Estou pronta para uma mudança”. Pompeo já tinha sugerido esse desfecho em maio, em entrevista para a revista Us Weekly, quando disse: “Há um fim e ele está se aproximando”. Na ocasião, acrescentou que a decisão sobre quando encerrar a produção seria tomada em conjunto por ela e pela criadora da série, Shonda Rhimes. A dona da produtora Shondaland também já disse em entrevistas que, quando Pompeo quiser sair, a série vai terminar. Rhimes chegou, inclusive, a prometer que voltaria a escrever “Grey’s Anatomy” para assinar o último capítulo. Ela saiu do dia-a-dia da produção da série da rede ABC após fechar um contrato milionário para desenvolver novas atrações para a plataforma Netflix. Sobre seu futuro após “Grey’s Anatomy”, Pompeo ponderou, em outra conversa com o site Deadline, que gostaria de diversificar. Sair da frente da câmera para trabalhar nos bastidores. “Eu adoraria dirigir um piloto e realmente adoro produzir. Eu tive uma verdadeira aula de produção durante minha experiência em ‘Grey’s'”, disse.
The Good Doctor: Trailer da 2ª temporada apresenta novas dificuldades para o protagonista
A rede americana ABC divulgou o trailer da 2ª temporada de “The Good Doctor”, nova série médica que se tornou o drama mais assistido da TV americana na temporada passada. A prévia, por sinal, destaca este fato, além de introduzir as novas dificuldades que precisarão ser enfrentadas pelo bom médico do título, vivido por Freddie Highmore (o Norman Bates da série “Bates Motel”), e apresentar a personagem que será vivida por Lisa Edelstein (a Dra. Lisa Cuddy da série “House”). Atraindo mais de 9 milhões de telespectadores ao vivo por episódio, “The Good Doctor” chegou a integrar o Top 5 das séries mais assistidas dos Estados Unidos no ano passado, ao lado de atrações veteranas. O novo drama de hospital de David Shore (o criador de “House”) traz Freddie Highmore como o Dr. Shaun Murphy, um médico autista, anti-social, terrível na hora de interagir com as pessoas, já que é incapaz de acessar emoções, mas também brilhante e intuitivo quando o assunto é Medicina. Na 1ª temporada, ele contou com a ajuda e a proteção de seu mentor e amigo, Dr. Aaron Glassman (Richard Schiff, de “O Homem de Aço”), que apoiou sua contratação com determinação, apesar dos problemas vistos pelos demais. Mas ele irá enfrentar um diagnóstico de câncer nos novos episódios e pode ter que se despedir do rapaz. Lisa Edelstein entrou na série no papel de oncologista justamente para tratar o Dr. Glassman. O elenco também inclui Beau Garrett (série “Criminal Minds: Suspect Behavior”), Nicholas Gonzalez (série “Pretty Little Liars”), Hill Harper (série “Covert Affairs”), Antonia Thomas (série “Misfits”) e Irene Keng (série “Grey’s Anatomy”). A 2ª temporada estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos. No Brasil, “The Good Doctor” começou recentemente a ser disponibilizado pela plataforma de streaming Globo Play.
Station 19: Spin-off de Grey’s Anatomy ganha data de estreia no Brasil
A série “Station 19”, spin-off de “Grey’s Anatomy”, finalmente ganhou data para estrear no Brasil. O canal pago Sony anunciou que exibirá a nova série de Shonda Rhimes a partir de 20 de agosto, às 21h. Depois disso, a transmissão acontecerá todas as segundas no mesmo horário. Assim, “Station 19” chegará ao Brasil três meses após o fim da exibição de sua 1ª temporada nos Estados Unidos. A série de bombeiros é atualmente a terceira maior audiência entre os dramas da rede americana ABC, atrás apenas das médicas “Grey’s Anatomy” e “The Good Doctor”. O spin-off de “Grey’s Anatomy” é assistido em média por 5,2 milhões de telespectadores ao vivo e rende 1 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Os episódios acompanham o trabalho dos bombeiros na cidade de Seattle, cuja estação – além de dar nome à série – fica a três quadras do hospital Grey Sloan Memorial. Alguns integrantes do hospital, entre eles a própria Meredith Grey (Ellen Pompeo), chegaram a participar do primeiro episódio – originalmente concebido como um capítulo de “Grey’s Anatomy”. Para completar, um dos atores da série médica se mudou para a nova atração: o Dr. Ben Warren, interpretado por Jason George. O resto do elenco inclui Jaina Lee Ortiz (série “Rosewood”), Miguel Sandoval (“Medium”), Gray Damon (“Aquarius”), Jay Hayden (“The Catch”), Okieriete Onaodowan (da peça “Hamilton”), Danielle Savre (“Too Close To Home”), Barrett Doss (“Punho de Ferro”) e Alberto Frezza (“Dead of Summer”). A produção é o segundo spin-off de “Grey’s Anatomy”, que já rendeu a série derivada “Private Practice”, exibida de 2007 a 2013. A 1ª temporada tem apenas 10 episódios, mas a atração já foi renovada para seu segundo ano. Station 19
Ministério Público Federal intima Netflix por série que a plataforma não lançou
O Ministério Público Federal de Minas Gerais resolveu caçar drag queens animadas. Em nota divulgada na quinta (26/6), o procurador da República Fernando de Almeida Martins escreveu ser “necessária a intervenção do poder público” contra a exibição da série animada “Super Drags” na Netflix. Embora anunciada, a série não foi lançada, e a manifestação se faz sem que ninguém tenha visto seu conteúdo. A intimação ecoa, em vários pontos, uma manifestação anterior da Sociedade Brasileira de Pediatria. E usa argumentos similares ao grupo religioso americano Christian Film and Television Commission (Comissão Cristã de Filmes e Televisão), que pediu o cancelamento da produção. Como o Ministério Público não tem poder de censura, proibida pela Constituição Federal – embora incentivada pelos grupos de pressão – , o texto que fala em “intervenção” é “apenas” uma afronta ao Artigo 5º, que usa a defesa de direitos das crianças e do consumidor como escudo para se sobrepor à lei maior. Com a desculpa de “preservar os direitos das crianças, mais propensas a serem influenciadas, principalmente quando se trata do uso de uma linguagem que é, essencialmente, do universo infantil — como é o caso dos desenhos animados”, o texto ignora propositalmente a grande quantidade de outras séries animadas adultas já disponíveis na própria Netflix, além da TV paga. Todas são “o caso dos desenhos animados”. A única diferença de “Super Drags” em relação a outras produções adultas é que traz super-heróis LGBTQIA+. O MPF destaca que “vários estudos internacionais importantes comprovam os efeitos nocivos, entre crianças e adolescentes, desse tipo de exposição”. “É preciso lembrar que o Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece o respeito à integridade, inclusive com relação aos valores”, escreve Fernando de Almeida Martins, sugerindo que o problema está mesmo no conteúdo LGBTQIA+. É a mesma linha de raciocínio de quem também ataca, por exemplo, a adoção de menores abandonados por casais LGBTQIA+, e que considera homossexualidade como perversão sexual – contra o texto constitucional que define: “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”. O procurador ainda cobra responsabilidade da Netflix para fornecer a classificação indicativa da série e a proíbe de disponibilizar a produção em seu menu infantil. Para completar, dá prazo de 30 dias para a Netflix cumprir a “recomendação”. Recomendação, como se sabe, não tem prazo para ser cumprida. O absurdo da situação ultrapassa o surrealismo mais delirante. Afinal, a série não foi lançada ainda. E nem estará disponível daqui a 30 dias. Produzida pelo brasileiro Combo Estúdio, tudo o que se viu de “Super Drags”, por enquanto, foi um teaser, de 27 segundos. A produção não foi finalizada e, por isso, ainda não se sabe qual será sua data de estreia, muito menos sua classificação indicativa, cuja implementação não depende da boa vontade da Netflix, mas da Coordenação de Classificação Indicativa (Cocind) do Departamento de Promoção de Políticas de Justiça (DPJUS), que integra a Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) do Ministério da Justiça (MJ). A equipe responsável pela classificação etária consiste de cerca de 30 pessoas, entre classificadores e pessoal administrativo, concursados, com várias formações acadêmicas. Estes analistas da classificação indicativa passam por treinamento contínuo, e nunca atribuem uma classificação de forma individual. Todas as obras são vistas, por, pelo menos, dois analistas separadamente e não havendo consenso, amplia-se o grupo de análise. O texto do Ministério Público Federal de Minas Gerais estaria passando por cima dessas atribuições do Ministério da Justiça, que, em última análise, é quem define a classificação indicativa de todas as atividades e produtos culturais do Brasil, e ainda não começou a avaliar “Super Drags”, já que o produto não está pronto, apesar do ultimato dos 30 dias dado pelo procurador da República Fernando de Almeida Martins. O Ministério da Justiça pode até determinar que a série seja disponibilizada com censura livre, já que os 27 segundos disponibilizados e que “preocupam” pelos “valores”, não tem cenas de sexo, drogas e violência, que podem ser vistas em outras atrações animadas da plataforma, como “Bojack Horseman”, “Big Mouth” e “F Is for Family”. Neste momento, é impossível afirmar o que há em “Super Drags”, porque a série é mesmo inédita. De todo modo, a Netflix não está posicionando “Super Drags” como uma série para crianças. A própria empresa já se manifestou sobre o lançamento com um comunicado que pode ser repetido, linha a linha, em resposta ao paladino das criancinhas indefesas. “A Netflix oferece uma grande variedade de conteúdos para todos os gostos e preferências. ‘Super Drags’ é uma série de animação para uma audiência adulta e não estará disponível na plataforma infantil [Netflix Kids]”, afirmou a empresa na semana passada. Além disso, a plataforma disponibiliza controle parental para pais conservadores bloquearem conteúdo LGBTQIA+ ou o que mais desejarem proibir seus filhos de assistirem. “A seção dedicada às crianças combinada com o recurso de controlar o acesso aos nossos títulos faz com que pais confiem em nosso serviço como um espaço seguro e apropriado para os seus filhos. As crianças podem acessar apenas o nosso catálogo infantil e colocamos o controle nas mãos dos pais sobre quando e a que tipo de conteúdo seus filhos podem assistir”, acrescenta a Netflix. A iniciativa está de acordo com recomendação do próprio Ministério da Justiça, que em seu portal oficial afirma, de forma clara, que a classificação indicativa não deve ser encarada como censura, nem solução definitiva contra acesso a conteúdo impróprio. “A ClassInd não substitui o cuidado dos pais – é fundamentalmente uma ferramenta que pode ser usada por eles. Por isso recomendamos que os pais e responsáveis assistam e conversem com os filhos sobre os conteúdos e temas abordados na mídia”, diz o texto do Ministério, de conteúdo completamente oposto ao tom “intervencionista” do funcionário público aparentemente fora da lei. Veja abaixo o teaser que tornou “necessária a intervenção do poder público”.









