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    Caso de assédio de Jonathan Majors tem reviravolta e acusadora pode acabar presa

    1 de julho de 2023 /

    O caso de violência sexual envolvendo o ator Jonathan Majors, interprete do vilão Kang no Universo Cinematográfico da Marvel, teve uma reviravolta surpreendente. De acordo com informações do site Insider, a advogada de Majors, Priya Chaudhry, apresentou denúncias contra a acusadora e ex-namorada de Majors, Grace Jabbari, que podem resultar na prisão da mesma. Segundo o jornal, equipe de defesa de Majors afirma que Jabbari agrediu o ator com tapas e arranhões quando ela estava “bêbada e histérica”. O contraponto ainda foi reforçado pela apuração outros veículos de imprensa. Em uma reportagem do jornal The New York Times, três fontes afirmaram que o Departamento de Polícia de Nova York acredita ter evidências suficientes para apoiar a prisão de Jabbari. Já o Yahoo Entertainment confirmou que o departamento encontrou motivos para prender Jabbari após a ida de Majors ao tribunal pela primeira vez na semana passada. Um porta-voz da polícia informou ao veículo que “uma investigação está em andamento” em relação ao incidente, mas que “não há prisões neste momento”.   Embate nas acusações Diante do novo desdobramento, a defesa de Majors solicitou o arquivamento imediato de todas as acusações e a abertura de um processo contra Jabbari, responsabilizando-a pelas supostas agressões contra o ator. O tribunal marcou a data do julgamento de Majors para o dia 3 de agosto. “O Sr. Majors busca justiça como vítima e merece que sua agressora seja presa e levada ao tribunal para enfrentar as acusações contra ela”, disse a advogada de Majors em comunicado. “Até agora, a procuradoria tem afirmado que não dará tratamento especial ao Sr. Majors por ele ser uma pessoa conhecida”. “Agora que o Departamento de Polícia de Nova York, que investigou de fato a Sra. Jabbari, está pronto para prendê-la, esperamos sinceramente que a promotoria não atrase o processo judicial contra a Sra. Jabbari devido à notoriedade deste caso. Seria hipócrita, injusto e injustificável. Agradecemos aos detetives da NYPD e esperamos que a justiça seja feita para o Sr. Majors”, completou. Em resposta, o advogado de Jabbari, Brad Edwards, disse ao The New York Times que não há motivo para prender sua cliente e que ele “não viu nada confiável que indique que qualquer agência tenha desenvolvido uma opinião diferente”. “Na verdade, entendemos que o caso criminal contra o Sr. Majors está seguindo conforme o esperado”, acrescentou ele. “Por respeito ao processo criminal e aos promotores, que tomarão decisões com base nas evidências, não pretendemos responder a rumores”.   Denúncias contra Majors O ex-casal teve um relacionamento por vários anos, período onde Jabbari também trabalhou como treinadora de movimento ao lado de Majors no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” (2023). Em março deste ano, ela formalizou a primeira acusação de violência doméstica contra Majors, que resultou em uma prisão provisória do ator. Segundo o relato, ela afirma que Majors a agrediu e a enforcou dentro de um táxi, após ela confrontar o ator quando reparou mensagens de outra mulher em seu celular. No contraponto apresentado ao tribunal no dia 20 de junho, a equipe de defesa do ator afirma que o agredido na situação foi Majors e mostrará “evidências irrefutáveis” ao tribunal. O ator ainda reforçou que o motorista do veículo testemunhará que foi ele quem foi atacado. O relato de Jabbari ainda afirma que ela foi a uma casa noturna após a briga e, horas depois, ela foi à residência de Majors, que não estava em casa. Quando ele chegou, supostamente a encontrou desmaiada e seminua em seu closet. Seus ferimentos podem ter ocorrido durante o desmaio. A publicidade em torno do caso levou a imprensa a procurar mulheres que poderiam denunciar outros atos de agressão do ator, resultando em outras supostas vítimas acusando Majors de assédio sexual e violência. Nenhuma, porém, deu entrada em processo. Mas a repercussão fez o ator ser demitido de dois grandes projetos em que estava envolvido.   Futuro na Marvel Por outro lado, a Marvel não rompeu os laços com o ator ou emitiu qualquer pronunciamento sobre o caso. Apresentado na série “Loki” (2021) e no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, seu personagem Kang seria o grande vilão da nova fase do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) com um conflito marcado para “Vingadores: Dinastia Kang”, em 1º de maio de 2026. Na última semana, o ator Anthony Mackie, o novo Capitão América no MCU, quebrou o silêncio dos artistas do estúdio e defendeu Majors. “Nada foi provado sobre esse cara. Nada. Portanto, todos são inocentes até que se prove o contrário. Isso é tudo o que posso dizer”, ele declarou a revista Inverse.

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    Anthony Mackie defende Jonathan Majors: “Nada foi provado”

    29 de junho de 2023 /

    Anthony Mackie, o novo Capitão América no MCU (universo cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), quebrou o silêncio dos artistas da Marvel sobre as acusações de assédio contra Jonathan Majors. O interprete de Kang, grande vilão em “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, chegou a ser preso em março e vai enfrentar o tribunal no dia 3 de agosto deste ano sob acusações de agressão da ex-namorada, Grace Jabbari. Em entrevista à revista Inverse, Mackie enfatizou que nada sobre Majors foi comprovado e que é necessário aguardar os desdobramentos legais antes de tirar conclusões precipitadas. “Somos um país que foi construído com base na ideia de ‘todos são inocentes até que se prove o contrário'”, disse. “Nada foi provado sobre esse cara. Nada. Portanto, todos são inocentes até que se prove o contrário. Isso é tudo o que posso dizer”, completou. Vale mencionar que após a prisão do ator, novas acusações de mulheres que teriam sido vítimas de violência doméstica, assédio e abuso foram apresentadas contra ele. Com o processo em andamento, a continuação de Majors no Universo Cinematográfico Marvel permanece incerta. Apresentado na série “Loki” (2021), seu personagem seria o grande vilão da nova fase da Marvel, com um conflito marcado para “Vingadores: Dinastia Kang”, adiado para 1º de maio de 2026. Até o momento, o estúdio não se pronunciou.   Acusações contra Majors chegam ao tribunal Em março, a primeira acusação contra Majors foi formalizada pelo escritório da promotoria de Manhattan, que encaminhou uma prisão provisória do ator por violência doméstica. Segundo o relato de sua ex-namorada, Grace Jabbari, Majors a agrediu e a enforcou dentro de um táxi, após ela confrontar o ator quando reparou mensagens de outra mulher em seu celular. Com a repercussão do caso, Majors foi demitido de dois grandes projetos em que estava envolvido. No mês seguinte, uma ordem de proteção temporária foi concedida à Jabbari, proibindo qualquer tipo de contato direto ou indireto entre os dois. O ator compareceu ao tribunal pela primeira vez com sua advogada, Priya Chaudhry, na terça-feira (20/6). Após a audiência, ela afirmou que foram entregues evidências que comprovam não apenas a inocência de Majors, mas que ele é a verdadeira vítima da situação. A advogada também solicitou o arquivamento imediato de todas as acusações e a abertura de um processo contra Jabbari, responsabilizando ela pelas supostas agressões contra o ator.

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    Angela Basset receberá Oscar honorário após duas indicações na premiação

    26 de junho de 2023 /

    Angela Basset (“Pantera Negra”) finalmente receberá seu Oscar após duas indicações na premiação. A atriz foi anunciada como uma das homenageadas pela Academia de Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (AMPAS) com o Oscar honorário, prêmio pelas realizações de sua carreira. Ao lado dela, o ator e diretor Mel Brooks (“O Jovem Frankenstein”) e a editora Carol Littleton (“E.T. – O Extraterrestre”) também receberão o troféu. Além disso, a Academia também premiará a produtora Michelle Satter, fundadora do Sundance Institute, com o troféu humanitário Jean Hersholt. A cerimônia é um evento paralelo à premiação principal e está agendada para o dia 18 de novembro, sem transmissão ao vivo. Apesar disso, trechos de discursos dos homenageados devem ser disponibilizados nas redes da Academia. O evento também concede o Prêmio Humanitário Jean Hersholt para Michelle Satter, diretora do Instituto de Sundance. “A junta de Governadores da Academia está emocionada em homenagear quatro pioneiros que transformaram a indústria cinematográfica e inspiraram gerações de cineastas e fãs de cinema”, declarou Janet Yang, presidente da Academia. “Ao longo de sua carreira de décadas, Angela Bassett continuou a entregar performances transcendentes que estabelecem novos padrões na atuação”. “Mel Brooks ilumina nossos corações com seu humor, e seu legado teve um impacto duradouro em todos os aspectos do entretenimento”, completou. “A carreira de Carol Littleton na edição de filmes serve como um modelo para aqueles que a seguem. Michelle Satter, um pilar da comunidade de filmes independentes, desempenhou um papel vital nas carreiras de inúmeros cineastas ao redor do mundo”. No ano passado, a cerimônia concedeu os Oscars honorários para a diretora Euzhan Palcy (“Sugar Cane Alley”), a compositora Diane Warren (“Armageddon”) e o diretor Peter Weir (“O Show de Truman”). O Prêmio Humanitário Jean Hersholt foi para o ator Michael J. Fox, conhecido como Marty McFly na franquia “De Volta para o Futuro”.   Indicação histórica no Oscar Vale mencionar que Basset fez história na última edição da premiação como a primeira atriz da Marvel a ser indicada ao Oscar. Ela concorreu ao troféu de Melhor Atriz Coadjuvante por “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”, mas perdeu para Jamie Lee Curtis (“Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”). Por outro lado, ela foi vencedora da mesma categoria no Globo de Ouro. Anteriormente, a atriz já havia sido indicada na categoria de Melhor Atriz pelo drama biográfico “Tina – A Verdadeira História de Tina Turner” (1993), que lhe rendeu seu primeiro Globo de Ouro. Ela também acumula vitórias no Critics’ Choice e tem um troféu do Sindicato dos Atores (SAG, na sigla em inglês) por “Pantera Negra” (2019).   Vencedora do Emmy Ao longo de seus 40 anos de carreira, a atriz se envolveu em diversas produções renomadas, como o drama criminal “Os Donos da Rua” (1991). O longa foi dirigido por John Singleton, que se tornou o primeiro cineasta negro e a pessoa mais jovem indicada ao Oscar de melhor diretor. Ela fez sua estreia no Universo Cinematográfico Marvel com o aclamado “Pantera Negra” (2019), que entrou para a história da Academia como o primeiro filme de super-herói indicado ao Oscar de Melhor Filme. Outras produções de destaque estreladas pela atriz incluem “Malcolm X” (1992), “A Nova Paixão de Stella” (1998), “Missão: Impossível – Efeito Fallout” (2018) e “Soul” (2020). Já na televisão, a atriz deixou seu legado com sete indicações ao prêmio Emmy, incluindo participações em “Os Jacksons: Um Sonho Americano” (1992), “A História de Rosa Parks” (2002) e “História de Horror Americana” (2011). Vale mencionar que ela está entre as apostas para a próxima edição do Emmy como atriz principal em drama pela série “9-1-1” e como narradora do documentário “Boa Noite, Oppy”.   Cerimônia celebra um vencedor do EGOT Aos 96 anos, o diretor, produtor, escritor, compositor e ator Mel Brooks também terá sua carreira homenageada pela Academia durante a cerimônia. Conhecido pelos seus trabalhos na comédia, ele é uma das 18 pessoas a conquistarem o renomado EGOT, termo que reúne vitórias nas quatro principais premiações americanas: Emmy, Grammy, Oscar e Tony. Ele foi um dos criadores da sitcom “Agente 86”, lançada em 1965. A série ganhou popularidade por parodiar o conceito de agente secreto, que estava em ascensão na época com os filmes de “OO7”. Nas telonas, ele ganhou destaque por dirigir e escrever “Primavera para Hitler” (1967), que venceu o clássico “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968) na categoria do Oscar de Melhor Roteiro Original. Com a adaptação do longa para o teatro, a história se tornou um aclamado musical da Broadway, que conquistou o recorde de maior número de vitórias no prêmio Tony, vencendo 12 categorias – três das quais foram para Brooks. Ele também ganhou destaque na década de 1970 por “Banzé no Oeste” (1974) e “O Jovem Frankenstein” (1974), que juntos somaram cinco indicações ao Oscar, além de “Alta Ansiedade” (1977), uma paródia cultuada dos filmes de Alfred Hitchcock, e “S.O,S: Tem um Louco Solto no Espaço” (1987), sua sátira de “Star Wars”. Recentemente, seu clássico “A História do Mundo – Parte 1” (1981) virou uma série de comédia da plataforma Star+, “A História do Mundo – Parte 2”.   Demais homenageadas Já a editora de filmes Carol Littleton acumula mais de 50 anos de carreira com apenas uma indicação ao Oscar de Melhor Edição, conquistada pelo seu trabalho em “E.T. – O Extraterrestre” (1982). Ela também se destaca pelos filmes “O Reencontro” (1983), “Um Lugar no Coração” (1984) e “Sob o Domínio do Mal” (2004). Já Michelle Satter, homenageada com o Prêmio Humanitário Jean Hersholt, atua como diretora sênior dos Programas de Artistas do Sundance Institute, que se concentra no impacto cultural do apoio a contadores de histórias independentes. Ao longo de 40 anos de carreira, ela incentivou centenas de cineastas pela organização sem fins lucrativos.

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    Bilheteria de “The Flash” desaba e “Aranhaverso” retoma liderança nos EUA

    25 de junho de 2023 /

    Em um fim de semana de grandes ultrapassagens, “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” retornou ao 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, arrecadando impressionantes US$ 19,3 milhões em sua quarta semana de exibição. Raramente um filme recupera o 1º lugar após cair para 3º, especialmente em meio à acirrada concorrência da temporada de blockbusters. Com isso, o “Aranhaverso” passou a acumular um total de US$ 317,1 milhões na América do Norte e US$ 560,3 milhões globalmente. Já o líder da semana passada, “The Flash”, experimentou uma queda brutal de 72% em relação a sua bilheteria de estreia na semana passada, faturando US$ 15,3 milhões e caindo para o 3º lugar. Ao todo, seu total doméstico está em US$ 87,6 milhões. Os números internacionais foram ligereiramente melhores, com o filme ganhando US$ 26,6 milhões em seu segundo final de semana em 76 mercados. Com isso, o longa da DC/Warner acumulou um total internacional de US$ 123,3 milhões e US$ 210,9 milhões mundiais.   Fracasso de “The Flash” Em um anúncio digno de universo alternativo, “The Flash” foi promovido pela Warner Bros. como “um dos maiores filmes de super-heróis de todos os tempos”, mas no mundo o real está sendo rejeitado pelo público como uma bomba. Internamente, os produtores já admitem que o longa estrelado por Ezra Miller é um grande fracasso, com culpas distribuídas para todos os lados, mas principalmente para o comportamento do ator, que se envolveu em todo o tipo de confusão após as filmagens – prisão por violência, investigação por sequestro e condenação por roubo. Com isso, ele foi escondido na divulgação e o filme não pôde contar com uma campanha tradicional de lançamento. Há também a questão do timing e decisões criativas derivados da fundação do DC Studios, que pretende reiniciar o DCU (Universo DC) no cinema. Os acontecimentos de “The Flash”, que foi filmado na antiga configuração do estúdio, não terão relevância para o futuro desse universo, desestimulando o público a se envolver com o filme. A queda de 73% entre os dois fins de semana supera todos os desempenhos negativos dos outros filmes da DC lançados até agora. Até então, as maiores quedas pertenciam a “Batman vs Superman” (2016) e “O Esquadrão Suicida” (2016), que perderam cerca de 70% de seu público no segundo fim de semana de exibição. Mas esses filmes pelo menos arrecadaram mais de US$ 160 milhões em suas estreias.   Outros desempenhos A animação “Elementos”, da Disney/Pixar, reagiu em seu segundo fim de semana, registrando uma queda de apenas 39% nas bilheterias, com arrecadação de US$ 18,5 milhões. Com isso, também passou à frente de “The Flash”, segurando o 2º lugar. O total doméstico do filme em 10 dias é de US$ 65,5 milhões e US$ 121,1 milhões mundiais. E o longa ainda tem muitos mercados importantes para estrear, como Espanha e Japão. “Que Horas Eu te Pego?”, a nova comédia de Jennifer Lawrence, abriu com estimados US$ 15,1 milhões em 4º lugar. No exterior, a produção da Sony começou com US$ 9,5 milhões em 48 mercados, com uma abertura global de US$ 24,6 milhões. “Transformers: O Despertar das Feras” fecha o Top 5 com US$ 11,6 milhões. Após três fins de semanas em exibição, o filme dos robôs gigantes arrecadou um total de US$ 122,9 milhões. Internacionalmente, ganhou mais US$ 218,3 milhões, o que leva o total global a US$ 341,2 milhões. Isso é uma boa notícia para a Paramount e Skydance, considerando que o filme tinha um orçamento de produção de US$ 200 milhões. “Asteroid City”, de Wes Anderson, também se saiu melhor do que o esperado em sua expansão do circuito alternativo para o circuito comercial dos EUA. O filme da Focus Features ficou em 6º lugar com estimados US$ 9 milhões, acumulando um total nacional de US$ 10,2 milhões. A quantia é recorde para o cineasta Wes Anderson, que nunca faturou esse valor num único fim de semana de exibição. A presidente de distribuição da Focus, Lisa Bunnell, celebrou em comunicado: “É fantástico ver o melhor final de semana que Wes Anderson já teve nas bilheterias para reacender o mercado de filmes especializados.”   Ranking Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO   2 | ELEMENTOS   3 | THE FLASH   4 | QUE HORAS EU TE PEGO? |   5 | TRANSFORMERS: O DESPERTAR DAS FERAS

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    Cobie Smulders comenta morte chocante em “Invasão Secreta”: “Foi um dia triste”

    23 de junho de 2023 /

    Cobie Smulders, interprete da agente Maria Hill em “Invasão Secreta” comentou um acontecimento chocante na estreia da série na Disney+, na última quarta-feira (21/6). A nova produção da Marvel trouxe um aspecto bastante diferente das anteriores, apostando em um tom mais sério e sombrio. Apesar de ter recebido críticas sobre o ritmo mais lento, a série chocou os fãs logo no primeiro episódio – com a morte de uma das personagens principais. Spoiler. Na cena final do episódio, Maria Hill é baleada por um skrull disfarçado de Nick Fury (Samuel L. Jackson). A personagem não resiste ao ferimento e morre nos braços do verdadeiro Nick Fury, provavelmente acreditando que foi ele quem puxou o gatilho. “Ter Fury se vendo, sabendo que Hill pensa que Fury atirou nela, esse é o sofrimento daquele momento. Gosto de pensar que, quando ela partiu, sabia que não foi ele. Inicialmente, é aterrorizante e muito confuso. Mas gosto de pensar que ela entendeu no final”, declarou Smulders à revista Vanity Fair.   Maria Hill morreu mesmo? Os fãs da Marvel ficaram revoltados com a morte prematura da personagem, que foi introduzida no primeiro filme dos “Vingadores” em 2012 e, depois de fazer várias aparições breves em diversos filmes do MCU, supostamente seria uma das personagens principais da série. Smulders reconhece que a personagem teve um papel muito pequeno na série e que gostaria de ter feito mais. “Eu confio que a Marvel está fazendo o enredo que eles acham que é o melhor. Eu me sinto mal se a reação [dos fãs] for negativa e eles não gostarem, mas acho que também há algo positivo para tirar disso”, declarou. “Eles foram tão conectados com a história e esses personagens que eles se importaram. Isso é lindo e maravilhoso”. Mas ela morreu mesmo? Quando questionada sobre o destino da personagem ser definitivo, Smulders brincou: “Quero dizer, eu não sabia que era um alienígena em ‘Homem-Aranha'”. Em sua aparição em “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019), quem apareceu foi uma skrull disfarçada de Maria Hill. “Existe um Multiverso agora, então tudo é possível. Mas tenho certeza de que foi isso”, acrescentou sobre a morte da agente. Por sinal, boatos mencionaram que a atriz integraria o elenco do longa “As Marvels”, que estreia em novembro deste ano. Mas Smulders afirma apenas que “[não] sabe de nada”. “Apareceu [o boato] e parece estranho. A morte de Maria Hill é muito real, é chocante e foi muito humana. Foi um dia triste”, disse, reforçando o destino da espiã.   A história de “Invasão Secreta” A nova série da Marvel traz Samuel L. Jackson de volta ao papel de Nick Fury e retrata a silenciosa invasão de uma facção maligna dos alienígenas no planeta Terra. Os Skrull planejam se infiltrar nos governos usando sua capacidade metamórfica para assumir a aparência humana e forçara uma guerra entre EUA e Rússia para, assim, dominarem o planeta. A ameaça faz Fury abandonar uma missão no espaço para confrontar a facção terrorista, contando com ajuda apenas do skrull Talos (Ben Mendelsohn) e da agora falecida Maria Hill (Cobie Smulders). O destino da personagem dá um tom mais sério à produção, que ainda inclui entre seus personagens o agente Everett Ross (Martin Freeman) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate, além de marcar a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado da Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, a filha rebelde de Talos. Com seis episódios, “Invasão Secreta” chega semanalmente, todas as quartas-feiras, na Disney+.

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    É 10: Série da Marvel abre lista das melhores estreias da semana

    23 de junho de 2023 /

    A programação de séries da semana tem novidade da Marvel, spin-off de “Sex and the City” e série teen brasileira como principais destaques, mas a lista tem muitos outros atrativos, incluindo as novas temporada de “iCarly” e “Fantasmas”. Confira abaixo o Top 10 das melhores estreias.   | INVASÃO SECRETA | DISNEY+   Mais lenta que os fanboys podiam esperar, e sem os famosos super-heróis do estúdio, a nova série da Marvel chega em clima de thriller de espionagem ao streaming. A trama dá continuidade ao gancho de “Capitã Marvel” (2019), que apresentou os skrulls – alienígenas que podem mudar de forma, assumindo a aparência de qualquer pessoa. Baseado nos quadrinhos homônimos publicados em 2008, a história mostra uma facção maligna dos alienígenas que planeja se infiltrar nos governos da Terra, usando sua capacidade metamorfas para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Diante da ameaça, Nick Fury (Samuel L. Jakcson) retorna do exílio para impedir que isso aconteça. O personagem conta com a ajuda do skrull Talos (Ben Mendelsohn) e Maria Hill (Cobie Smulders), e logo no primeiro episódio vê um importante aliado morrer em seus braços. Essa surpresa dá um tom mais sério à produção, que ainda inclui entre seus personagens o agente Everett Ross (Martin Freeman) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate, além de marcar a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, a filha rebelde de Talos. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner).   | A VIDA PELA FRENTE | GLOBOPLAY   Representação intensa da adolescência no final dos anos 1990 no Rio de Janeiro, a nova série brasileira acompanha a jornada de Liz (interpretada por Nina Tomsic), uma estudante do ensino médio que se muda para uma escola de elite e é absorvida por um grupo diversificado de amigos. Tal como em “Elite”, a história é impulsionada por uma tragédia – a morte de uma das amigas do grupo, Beta (Flora Camolese) – e a incerteza sobre se foi um acidente ou suicídio. O enredo mistura flashbacks e momentos atuais para explorar as circunstâncias em torno da morte de Beta e o impacto em todos os envolvidos, um dispositivo narrativo também usado em “Elite”. A série também não foge de cenas intensas e sem censura, apresentando o consumo de drogas e a energia sexual dos jovens de forma bastante direta, mas tem sua própria identidade. A autenticidade se deve ao fato de ser inspirada pelas vivências das criadoras e amigas de infância Leandra Leal, Rita Toledo e Carol Benjamin, que narram as angústias que experimentaram às vésperas do bug do milênio. A trilha sonora, composta por sucessos das décadas de 1990 e 2000, contribui para o tom nostálgico. A produção combina um misto de jovens talentos e veteranos consagrados, como Ângelo Antônio, Stella Rabello, Gustavo Vaz, e a própria Leandra Leal, e chega em dois blocos de cinco episódios, com o segundo previsto para o dia 6 de julho.   | AND JUST LIKE THAT… 2 | HBO MAX   Os novos episódios do spin-off de “Sex and The City” vão se passar um ano após a repentina morte do Mr. Big (Chris Noth) no início da série, com Carrie (Sarah Jessica Parker) finalmente pronta para seguir em frente e aberta a reencontrar um amor do passado, o carinhoso Aidan Shaw (John Corbett) – um dos principais interesses amorosos da protagonista nos anos 1990. Paralelamente, Carrie, Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis) seguirão em suas trajetórias de autodescobertas. Para completar, os produtores decidiram oferecer um pouco mais de nostalgia para os fãs com um brevíssimo retorno da icônica Samantha Jones, interpretada por Kim Cattrall no desfecho da temporada. A participação é praticamente uma figuração, mas está dando muito o que falar, porque Cattrall exigiu a garantia de que não teria que se encontrar com Sarah Jessica Parker ou qualquer outro membro do elenco, nem gravaria se o showrunner da série, Michael Patrick King, estivesse presente. Desde que descobriu ter uma grande diferença salarial em relação a Parker em “Sex and The City”, Cattrall não quis mais saber de nada relacionado à franquia. Deve ter recebido um caminhão de dinheiro.   | GLAMOROUS | NETFLIX   A nova série queer acompanha Marco (Miss Benny), um jovem não-binário que consegue um emprego na empresa de uma magnata do ramo de cosméticos, interpretada por – ela novamente – Kim Cattrall (“Sex and The City”), que quer rejuvenescer a marca com a ajuda do influencer. Enfrentando desafios pessoais e um novo trabalho, Marco tem nos episódios a chance de descobrir ainda mais sobre si mesmo. A série havia sido encomendada pelo o canal norte-americano The CW em 2019, com a atriz Brooke Shields (“Um Castelo para o Natal”) no papel de Cattrall. Com a produção passando para a Netflix, o streaming encomendou 10 episódios da série e mudou o elenco. O piloto foi dirigido por Todd Strauss-Schulson (“Megarromântico”) a partir de um roteiro escrito por Jordon Nardino (“Quantico”), e ambos também atuam como produtores executivos.   | FANTASMAS 2 | PARAMOUNT+   Um mês depois de lançar a 1ª temporada, a Paramount+ corre atrás do atraso e libera todos os episódios do segundo ano de “Ghosts” (título original), uma das grandes surpresas recentes da TV americana. Enorme sucesso, a série se tornou uma das comédias mais vistas dos EUA – só fica atrás de “Young Sheldon”. Além disso, aumentou sua aprovação na 2ª temporada, conseguindo atingir 100% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. Desenvolvida por Joe Port e Joe Wiseman (produtores-roteiristas de “Zoey e a Sua Fantástica Playlist”), a produção é remake de uma comédia britânica de mesmo nome e segue um jovem casal em dificuldades, que acha que tirou a sorte grande ao herdar uma bela casa de campo. Ao se mudarem, porém, descobrem que a residência está caindo aos pedaços e ainda é habitada por seus falecidos moradores. Felizmente, os fantasmas se revelam inofensivos, transformando-se em amigos do casal formado por Rose McIver (a “iZombie”) e Utkarsh Ambudkar (“Projeto Mindy”).   | SWAGGER 2 | APPLE TV+   O drama esportivo é baseado na vida do jogador de basquete Kevin Durant – que é um dos produtores. Criada por Reggie Rock Bythewood (roteirista do filme “Notorious” e criador da série “Shots Fired”), a atração gira em torno de um prodígio do basquete, que precisa driblar inúmeras pressões se quiser superar as desvantagens de sua vida e realizar seu sonho de virar um atleta profissional. O estreante Isaiah R. Hill tem o papel principal e o elenco também destaca O’Shea Jackson Jr. (“Obi-Wan Kenobi”), filho do rapper Ice Cube.   | BASTIDORES DE UMA CONSPIRAÇÃO | NETFLIX   A série policial alemã estrelada por Max Riemelt (“Sense8”) gira em torno de um “cold case”. Após uma nova morte levantar dúvidas sobre um caso de assassinato que já estava encerrado, um ex-detetive, que virou sem teto após a repercussão do caso original, decide buscar a verdade. Mas ao fazer isso coloca em risco sua própria família. A trama é baseada numa série isrealense (“The Exchange Principle”) e foi adaptada por Christoph Darnstädt, roteirista do clássico “A Experiência” (2001).   | AGENTES DO FBI | STAR+   O thriller de suspense acompanha uma turma de agentes do FBI formada em 2009. A trama abrange vários anos, desde o aliciamento para ingressar na polícia federal americana, o treinamento, a formatura da turma e as missões, que parecem colocar uns contra os outros num aparente complô. Criada e produzido por Tom Rob Smith (criador de “American Crime Story”), a história é contada em linhas do tempo entrelaçadas e destaca em seu elenco Kate Mara (“Quarteto Fantástico”), Brian Tyree Henry (“Trem-Bala”), Sepideh Moafi (“Black Bird”) e Brian J. Smith (“Sense 8”).   | iCARLY 3 | PARAMOUNT+   Um dos maiores sucessos do canal pago infantil Nickelodeon dos anos 2000 segue seu revival com os personagens adultos, que agora até se envolvem em triângulos amorosos. Exibida entre 2007 e 2012, a série original seguia uma estudante do ensino médio (Miranda Cosgrove) que apresentava um webcast ao lado de seus amigos. Fez tanto sucesso que ganhou um spin-off, “Sam & Cat”, que terminou após uma única temporada vitaminada (de 35 episódios), supostamente por brigas de bastidores entre suas protagonistas Jennette McCurdy (a Sam de “iCarly”) e ninguém menos que Ariana Grande (a Cat de “Brilhante Victoria”). O revival se passa cerca de 10 anos após o final original de “iCarly” e mostra o que aconteceu com Carly e seus amigos, incluindo Spencer (Jerry Trainor) e Freddie (Nathan Kress), ao iniciarem a vida adulta. Mas sem Sam (McCurdy) e Gibby (Noah Munck), substituídos por novas personagens, vividas por Laci Mosley (de “Florida Girls”) e Jaidyn Triplett (“The Affair”). A primeira é colega de quarto e nova melhor amiga de Carly, enquanto a segunda interpreta a enteada sarcástica de Freddie. Os novos episódios têm roteiro e produção de Jay Kogen (um veterano de “Os Simpsons”) e Ali Schouten (“Feliz Natal e Tal”), e vão mostrar um desenvolvimento chocante para as crianças dos anos 2000: o fim da “friend zone” entre Carly e Freddie, que finalmente vão ter que lidar com o que sentem um pelo outro.   | A ILHA DA CAVEIRA | NETFLIX   A animação passada no Monstroverso da Legendary/Warner explora os horrores da terra natal do King Kong. Inspirada no filme “Kong: A Ilha da Caveira” (2017), a trama se passa nos anos 1980 e acompanha um grupo de exploradores que, após resgatar uma mulher misteriosa no mar, vai parar na traiçoeira ilha do título, lar de criaturas bizarras e monstros assustadores, incluindo o próprio King Kong. A série é criada, escrita e produzida por Brian Duffield, roteirista do filme similar “Love and Monsters” (2020), e conta com animação da Powerhouse Animation, conhecida por seu trabalho em séries como “Castlevania” (2017) e “O Sangue de Zeus” (2020). Para quem for assistir em inglês, o elenco de dubladores conta com Mae Whitman (“As Vantagens de Ser Invisível”), Nicolas Cantu (“The Walking Dead: World Beyond”), Darren Barnet (“Eu Nunca”), Benjamin Bratt (“Poker Face”) e Betty Gilpin (“GLOW”).

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  • Série

    “Invasão Secreta” é detonada por abertura criada por Inteligência Artificial

    21 de junho de 2023 /

    “Invasão Secreta”, nova série da Marvel, estreou seu primeiro episódio no Disney+ nesta quarta-feira (21/6) e já rendeu reações negativas do público por um motivo inesperado. Nas redes sociais, os espectadores se declararam desapontados com o estúdio por conta da abertura da série, criada com a ajuda de uma inteligência artificial. Na sequência inicial de créditos, são mostrados os rostos dos alienígenas Skrull se misturando com humanos e tomando conta de várias paisagens esverdeadas. Durante entrevista ao site Polygon, o produtor da série Ali Selim confirmou o uso da tecnologia para gerar as imagens. “Quando pensamos em usar a inteligência artificial, foi para realçar o clima de paranoia, a coisa da identidade Skrull”, declarou. Estrelada por Samuel L. Jackson de volta ao papel de Nick Fury, a série retrata a silenciosa invasão de uma facção maligna dos alienígenas no planeta Terra. Os Skrull planejam se infiltrar nos governos usando sua capacidade metamórfica para assumir a aparência humana e dominarem o planeta. Ao descrever o processo, o produtor explicou que as coordenadas foram dadas ao programa de inteligência artificial no computador. Conforme as cenas eram criadas, a equipe foi fazendo alterações e adicionando palavras até que chegasse ao resultado final da abertura vista na série.   Uso de inteligência artificial é tema de greve em Hollywood Apesar de alguns espectadores compreenderem o conceito que a produção queria retratar, uma parcela considerável achou a justificativa furada e criticou fortemente a Marvel por dispensar a contratação de designers e animadores profissionais para a criação das artes da abertura. “Eu quero que alguém me explique, com todas as letras, como diabos o uso de IA na abertura de ‘Invasão Secreta’ se relaciona com o conceito da porr* dos Skrulls”, escreveu um usuário no Twitter. As críticas ainda relacionaram a atitude à atual greve dos roteiristas em Hollywood, que critica a substituição de profissionais por tecnologias IA no processo de escrita. “Hollywood está em greve, o tema central é a utilização de IA nas produções de filmes e séries. No meio da greve, a Marvel lança ‘Invasão Secreta’ que tem toda a sua abertura feita por IA”, apontou Alexandre Freitas, ex-deputado estadual do Rio de Janeiro, na rede social. “A abertura de ‘Invasão Secreta’ foi feita por inteligência artificial e eu achei incrível terem coragem de seguir com algo que ficou tão ruim”, escreveu outro usuário. “Achando foda a abertura de invasão secreta até saber que é IA kkkk feia horrorosa”, disse mais um. Já em relação à trama, a série teve uma recepção menos entusiasmada da crítica e do público que costumam exaltar tudo o que a Marvel faz. Embora aborde temas intrigantes, a produção tem um ritmo diferente dos outros lançamentos do estúdio – mais lento que o comum. No site agregador de opiniões Rotten Tomatoes, a série alcançou 66% de aprovação dos críticos, em paralelo a 84% do público. Ao longo de 6 episódios, a produção dá continuidade ao gancho de “Capitã Marvel” (2019), que apresentou os skrulls – alienígenas que podem mudar de forma, assumindo a aparência de qualquer pessoa. Baseado nos quadrinhos homônimos publicados em 2008, a história mostra uma facção maligna dos alienígenas que planeja se infiltrar nos governos da Terra, usando sua capacidade metamorfas para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Diante da ameaça, Nick Fury (Samuel L. Jakcson) retorna do exílio para impedir que isso aconteça. O personagem conta com a ajuda do skrull Talos (Ben Mendelsohn), Maria Hill (Cobie Smulders) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate. A produção ainda marca a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, filha de Talos. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner). Após o lançamento do primeiro episódio nesta quarta (21/6), os novos capítulos de “Invasão Secreta” serão lançados semanalmente na Disney+, sempre às quartas-feiras. A abertura de Invasão Secreta, nova série da Marvel que estreou hoje, foi feita por inteligência artificial e eu achei incrível terem coragem de seguir com algo que ficou tão ruim 👏👏👏 https://t.co/d9Qw0emP7v — Matheus Esperon (@esperonquegoste) June 21, 2023 a abertura de invasão secreta KKKKK pic.twitter.com/qqWklpai57 — dre (@Dree_Arcanjo) June 21, 2023 isso é um pedido genuíno eu quero que alguém me explique, com todas as letras, como diabos o uso de IA na abertura de Invasão Secreta se relaciona com o conceito da porra dos Skrulls pq eu sinceramente não vejo a menor relação https://t.co/fDsoAsY394 — henry | OLHA O FIXADO (@henryaiaiai) June 21, 2023 Achando foda a abertura de invasão secreta até saber que é IA kkkk feia horrorosa — ruke ✨ (@rukesz) June 21, 2023 Hollywood está em greve, o tema central é a utilização de IA nas produções de filmes e séries.No meio da greve, a Marvel lança Invasão Secreta que tem toda a sua abertura feita por IA.Só por causa disso, vou começar a assistir a série hoje… 😏 — Alexandre Freitas (@alefreitasdep) June 21, 2023

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  • Filme

    El Muerto: Sony tira derivado do Homem-Aranha de seu calendário

    21 de junho de 2023 /

    A Sony deu sumiço em “El Muerto”, filme derivado do universo do Homem-Aranha, que seria estrelado pelo cantor Bad Bunny. Originalmente programado para 12 de janeiro de 2024 nos EUA, o filme não tem mais previsão de estreia e saiu do calendário de lançamentos do estúdio. As filmagens do longa ainda não haviam começado e o elenco ainda não tinha sido contratado. O roteiro era de Gareth Dunnet-Alcocer, que também escreveu o filme do herói “Besouro Azul” para a DC/Warner, e a direção estava a cargo de Jonas Cuarón (“Meu Amigo Lutcha”), filho do cineasta mexicano Alfonso Cuarón (“Gravidade”). Nas publicações, Juan-Carlos Estrada Sanchez é um campeão de luta-livre mexicano que recebeu a máscara e os poderes de El Muerto. Essas habilidades são inerentes de sua família e passadas de geração a geração. Mas para isso, cada lutador que recebe o dom precisa provar seu valor contra o desafiante El Dorado – ou então, morrem. Quando o pai de Juan o apresenta a El Dorado, o jovem fica com medo e recusa a luta. Na tentativa de salvar o filho, o pai sacrifica a si mesmo. Impressionado com a atitude, El Dorado concede a Juan Carlos dez anos para se tornar corajoso. Neste meio tempo, o lutador se torna uma celebridade do mundo da lucha libre e desafia o Homem-Aranha para um combate beneficente. Os dois se tornam amigos e o Aranha ajuda El Muerto a se preparar quando El Dorado retorna para cobrar a luta mortal que ele lhe deve. O filme saiu do calendário como parte de uma série de mudanças na programação da Sony, que entretanto não afetaram os demais lançamentos relacionados aos quadrinhos da Marvel, como “Kraven, o Caçador”, previsto para outubro deste ano, e “Madame Web”, esperado em fevereiro de 2024.

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  • Filme

    “Kraven” ganha trailer mais violento dos derivados do Homem-Aranha

    19 de junho de 2023 /

    A Sony Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Kraven, o Caçador”, novo filme derivado dos quadrinhos do Homem-Aranha. A prévia sugere mais a origem de um anti-herói que um vilão, com Kraven se rebelando contra as barbáries de seu pai. No filme, o jovem Kraven reluta em seguir os passos do pai caçador e assassino, até ser atacado por um leão durante uma caçada. Deixado para morrer pela própria família, ele se transforma – e não apenas de forma figurada. O contato com o sangue do animal lhe desperta poderes, permitindo que controle outras criaturas e também assuma suas habilidades. Já adulto, Kraven passa a caçar o próprio pai, eliminando todos os chefes do sindicato do crime da família. A violência de algumas cenas explica porque esse é o primeiro filme do universo Marvel da Sony com classificação etária para maiores – R-Rated nos EUA. O elenco destaca Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) no papel-título, Ariana DeBose (vencedora do Oscar por “Amor, Sublime Amor”) como a feiticeira Calipso, Fred Hechinger (“The White Lotus”) como o irmão de Kraven (também conhecido como o vilão Camaleão), Russell Crowe (“Gladiador”) como o pai de Kraven e Alessandro Nivola (“Os Muitos Santos de Newark”) como ninguém menos que o Rino. Além desta produção, Taylor-Johnson assinou um contrato múltiplo para retratar o personagem em várias obras, prevendo um encontro com o Homem-Aranha em seu futuro. Para quem não conhece o personagem dos quadrinhos, Sergei Kravinoff, o Kraven, foi apresentado originalmente em 1964 como um imigrante russo e caçador de animais selvagens, que graças a um soro místico adquiria força super-humana. Depois de conquistar vários desafios, ele se torna obcecado pelo Homem-Aranha para provar que é o maior caçador do mundo. Embora nunca tenha aparecido nos cinemas, o vilão já teve histórias icônicas, em particular “A Ultima Caçada De Kraven”, de 1987, considerada a história mais sombria de toda a trajetória do Homem-Aranha – a resposta da Marvel ao “Cavaleiro das Trevas” – que termina em suicídio. Uma paulada. O quarto longa da Sony focado num vilão do Homem-Aranha foi escrito por Richard Wenk (“O Protetor”), teve seu roteiro revisado por Art Marcum e Matt Holloway (dupla de “Homem de Ferro”), e conta com direção de JC Chandor (“Operação Fronteira”). “Kraven, o Caçador” tem estreia marcada para 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Filho de Jack Kirby questiona afirmações do documentário da Disney+ sobre Stan Lee

    18 de junho de 2023 /

    Neal Kirby, filho do lendário artista Jack Kirby, divulgou uma declaração expressando sua insatisfação com o novo documentário do Disney+ que destaca a vida de Stan Lee, que dividiu com seu pai a criação dos principais heróis da Marvel. O documentário, que estreou na sexta (16/6), teria dado a Lee créditos que pertenciam a Kirby. O filho do artista lamentou a falta de pesquisa dos produtores, numa crítica publicada na conta do Twitter de sua filha, Jillian Kirby. “É geralmente aceito que Stan Lee tinha um conhecimento limitado de história, mitologia ou ciência”, escreveu Kirby. “Por outro lado, o conhecimento de meu pai sobre esses assuntos, ao qual eu e muitos outros podemos atestar pessoalmente, era extenso. Einstein resumiu melhor: ‘Quanto mais conhecimento, menor o ego. Quanto menos conhecimento, maior o ego.'”   Stan Lee não criou sozinho heróis da Marvel A crítica de Kirby questiona até o envolvimento de Lee na criação de muitos personagens da Marvel nos anos 1960. “Vemos o nome de Lee como co-criador em todos os personagens, com exceção do Surfista Prateado, criado unicamente por meu pai. Devemos supor que Lee teve uma mão na criação de todos os personagens da Marvel? Que nunca foi o outro co-criador que entrou no escritório de Lee e disse: ‘Stan, eu tenho uma ótima ideia para um personagem!’ Segundo Lee, a ideia era sempre dele.” Ele cita o exemplo do Quarteto Fantástico, que teve “apenas uma breve referência” a seu pai. Entretanto, segundo Neal, o Quarteto Fantástico foi inicialmente criado por Jack para a DC como os personagens de “Desafiadores do Desconhecido”. A versão da Marvel basicamente deu superpoderes ao grupo. Ele ainda afirma que Ben Grimm (O Coisa) foi nomeado em homenagem ao nome verdadeiro de seu pai, Benjamin, e Sue Storm foi nomeada em homenagem à sua filha, Susan. Cansado do mito Stan Lee, Neal diz defender todos os escritores e artistas cujos trabalhos foram ofuscados para a glória do editor da Marvel. A publicação conclui: “Já passou da hora de ao menos acertar este capítulo da história literária/artística”.   Método Marvel Stan Lee colaborou com Jack Kirby e outros no chamado “método Marvel”, no qual ele supostamente tinha uma ideia, pedia para o artista desenhar e só depois acrescentava diálogos. Entretanto, com o acúmulo de trabalho, os argumentos também passaram a ser concebidos pelos artistas, com Lee apenas completando diálogos. Esse método de trabalho teria dado a Lee créditos na criação de histórias e personagens desenvolvidos exclusivamente por artistas. A gota d’água de sua relação com Kirby foi a criação do Surfista Prateado em 1966, único personagem que Lee assume não ser responsável por criar nos anos 1960. Desenhado por Kirby numa história do Quarteto Fantástico, o personagem se popularizou rapidamente. Entretanto, Stan Lee se apressou em afastar Kirby do herói, lançando uma revista do Surfista escrita por ele e desenhada por John Buscema. O Surfista Prateado se tornou um dos mais populares da Marvel, e Jack Kirby nunca engoliu bem essa história. Revoltado, o artista foi trabalhar na DC, onde teve seu nome reconhecido e enaltecido como desenhista e roteirista, trabalhando na criação de várias histórias e personagens, entre eles Darkseid, que se tornou o maior vilão da editora. My father Neal Kirby (Jack Kirby’s son) has asked me to post this written statement in response to the Stan Lee documentary released yesterday on Disney+. pic.twitter.com/V4be2xyEJg — Jillian Kirby (Granddaughter of Jack Kirby) (@Kirby4Heroes) June 17, 2023

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  • Filme

    Estreias de “The Flash” e “Elementos” frustram expectativas nos EUA

    18 de junho de 2023 /

    “The Flash”, da DC/Warner, e “Elementos”, da Pixar/Disney, frustraram as expectativas do mercado cinematográfico durante o fim de semana nos EUA, que é prolongado pelo feriado de Juneteenth. O filme do super-herói vivido por Ezra Miller arrecadou estimados US$ 55,1 milhões nos três primeiros dias – com projeção de US$ 64 milhões para os quatro dias do feriadão. Mas a Warner esperava um início de pelo menos US$ 70 milhões para ficar à frente de outros títulos desapontadores da DC como “Adão Negro”, que arrecadou US$ 67 milhões em seus primeiros três dias e deu um enorme prejuízo. O lançamento também enfrentou desafios no mercado internacional, incluindo uma arrecadação decepcionante de US$ 13,8 milhões na China, para uma abertura global de US$ 130 milhões até este domingo (18/6). David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, chegou a declarar que “The Flash” era o melhor filme de super-herói que ele já tinha visto, mas essa opinião foi amplamente questionada pelos críticos. O filme atingiu uma aprovação de 67% no agregador de críticas Rotten Tomatoes. E teve um problema maior com o próprio público, que lhe deu nota B no CinemaScore (pesquisa feita na saída dos cinemas dos EUA). Causas apontadas para a fraca bilheteria ainda passam pela greve dos roteiristas, que inviabilizaram divulgações no talk shows americanos, e a falta de repercussão na mídia, devido à falta de entrevistas com o elenco e principalmente o ator principal, Ezra Miller, escondido pela Warner em meio a vários problemas legais e controvérsias que marcaram seu nome em 2022 – incluindo prisões por atos violentos e um processo por roubo. Em meio à pós-produção, o ator precisou pedir desculpas públicas por seu comportamento e se comprometer a buscar ajuda para “problemas complexos de saúde mental”.   Implosão da Pixar A Pixar ainda se saiu pior com “Elementos”, que arrecadou estimados US$ 29,5 milhões no fim de semana, a menor estreia do estúdio desde o lançamento de seu primeiro longa, “Toy Story” – 29,1 milhões em 1995. Dirigido por Peter Sohn (“O Bom Dinossauro”), o filme atingiu 70% no Rotten Tomatoes, ligeiramente acima de “The Flash”, mas teve a mesma nota B no CinemaScore. Embora a crítica tenha elogiado o visual impressionante e o enredo por sua originalidade, a narrativa foi considerada previsível. O que é uma avaliação surpreendente para a Pixar, que geralmente é conhecida por produzir unanimidades de crítica e sucessos de bilheteria. A estreia no Brasil vai acontecer na quinta-feira (22/6).   “Aranhaverso” encosta em US$ 500 milhões Antes que alguém aponte que o público possa ter se cansado de filmes de super-heróis e animações elaboradas, o 3ª lugar no ranking joga água na teoria. A animação de super-heróis “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” teve um ótimo desempenho para seu terceiro fim de semana em cartaz, arrecadando US$ 27,8 milhões entre sexta e domingo. Com isso, chegou a US$ 285 milhões nos EUA e Canadá, e praticamente US$ 500 milhões em todo o mundo – US$ 494 milhões, para ser exato. Com orçamento estimado em US$ 100 milhões, é o único blockbuster do Top 5 que já se pagou e garantiu continuação – “Homem-Aranha: Além do Aranhaverso” estreia no ano que vem.   Problemas no resto do Top 5 Em 4º lugar, “Transformers: O Despertar das Feras” faturou US$ 20 milhões, com as vendas de ingressos caindo 67% em sua segunda semana. Ainda assim, conseguiu ultrapassar US$ 100 milhões na bilheteria doméstica – $103 milhões acumulados até o momento. Em todo o mundo, a produção da Paramount soma US$ 174,3 milhões – e segue muito longe de pagar seu orçamento de US$ 200 milhões. “A Pequena Sereia” completou o Top 5 com US$ 11,6 milhões em seu quarto fim de semana. O remake em live-action chegou a US$ 253 milhões acumulados na América do Norte e US$ 466 milhões mundiais, o que poderia ser considerado um bom resultado… se o filme não tivesse custado US$ 250 milhões. Neste ritmo, a produção da Disney está lutando para se pagar nos cinemas. As más notícias não terminam aí. Todos esses filmes que lutam para pelo menos empatar nas bilheterias terão mais dificuldades pela frente nas próximas semanas, com os lançamentos de “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” e “Missão: Impossível 7 – Acerto de Contas – Parte Um”.  

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  • Série

    Invasão Secreta: Críticos acham nova série da Marvel “lenta”, “monótona” e “uma decepção”

    14 de junho de 2023 /

    “Invasão Secreta”, a aguardada série da Marvel no Disney+, teve uma recepção morna pela crítica especializada. Com Samuel L. Jackson de volta ao papel de Nick Fury, a produção debutou com 62% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama tem uma proposta bastante diferente de “Mulher Hulk” (2022) e “Wandavision” (2021), mas, segundo os críticos norte-americanos, o ritmo da série é mais lento do que o esperado. Na série, a Marvel finalmente dá continuidade ao gancho apresentado em “Capitã Marvel” (2019), que apresentou os skrulls – alienígenas que podem mudar de forma, assumindo a aparência de qualquer pessoa. Baseado nos quadrinhos homônimos publicados em 2008, a história mostra uma facção maligna dos alienígenas que planeja se infiltrar nos governos da Terra, usando sua capacidade metamorfas para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Diante do desafio de proteger a humanidade mais uma vez, Nick Fury retorna para impedir que isso aconteça. O personagem amado pelos fãs conta com a ajuda do skrull Talos (Ben Mendelsohn), Maria Hill (Cobie Smulders) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate. A produção também marca a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, filha de Talos.   Ritmo lento Apesar dos alienígenas já terem sido apresentados em “Capitã Marvel”, a série parece dar conta de contextualizar o papel dos skrulls para o público que não assistiu ao filme. Com uma aposta num tom mais sombrio, os críticos comentam que a série apresenta um ritmo menos eletrizante e mais preocupado em criar camadas para a trama. “Nos dois primeiros episódios, a série é uma decepção”, lamentou Daniel Finberg, da revista The Hollywood Reporter. “Um elenco tremendo, liderado por Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Olivia Colman e Don Cheadle, mantém as coisas geralmente assistíveis e, quando eles têm a oportunidade de interagir, você pode identificar a melhor versão da série. Mas, na maioria das vezes, ‘Invasão Secreta’ é mais sombria e até monótona do que se poderia esperar” “De certa forma, “Secret Invasion” tem um começo lento”, concordou Rachel Labonte, do Screenrant. “Felizmente, também estabelece mistérios e arcos de personagens suficientes para despertar o interesse do público”, continuou, afirmando que “este talvez seja o programa mais sombrio da Marvel no Disney+ até agora”. Já a crítica Emily Murray, da Games Radar, disse que os episódios de quase uma hora não favorecem a série, diluindo a tensão dos dramas intensos. “O segundo episódio é certamente uma melhora em relação ao primeiro, encontrando seu caminho quando se trata da história e estabelecendo mistérios curiosos para resolver”, explicou. “No entanto, uma edição mais enxuta teria evitado que a série arrastasse o passo, nos permitindo chegar à emoção mais rapidamente”. Comparando o novo suspense da Marvel com a série “Andor”, derivada do Universo Star Wars na Disney+, o crítico Matt Webb Mitovich, do TV Line, defendeu que ambos “têm menos foco em explosões e se aprofundam nas áreas mais realistas e turvas do mundo da espionagem”. “As apostas são estabelecidas de uma forma dramática que você não vai esperar e que vai parecer um soco no estômago”, escreveu. “Semelhante a ‘Falcão e o Soldado Invernal’, a história central de ‘Secret Invasion’ é algo como um thriller politicamente carregado que retrata seus heróis e vilões em tons de cinza, para fazer você entender como ambos os lados do conflito se veem como estando fundamentalmente corretos”, disse Charles Pulliam-Moore, da The Verge.   Samuel L. Jackson domina a tela Introduzido no MCU em uma cena pós-crédito de “Homem de Ferro” (2008), o personagem de Samuel L. Jackson finalmente ganha seu merecido destaque como protagonista. E o desempenho do ator foi aclamado pelos críticos. Apesar de uma aparência mais desgastada do personagem, ele é destacado como o grande triunfo da nova produção. “Este é Fury como nunca o vimos antes, quebrado e cansado, claramente pronto para se aposentar”, destacou Murray. “É possível ver que Jackson aproveita a oportunidade de revelar novas camadas de um personagem com o qual ele claramente se sente à vontade, mostrando-nos o lado vulnerável de seu mestre espião geralmente confiante”. Caso seja a última produção do personagem na Marvel, a crítica ainda apontou que a história faz jus ao personagem, dando uma despedida “certamente adequada” a sua trajetória até então.   Olivia Colman rouba a cena enquanto Emilia Clake fica deslocada Inicialmente, a adição das atrizes Olivia Colman e Emilia Clarke no MCU empolgou os fãs da franquia. Conhecida por seu papel como Daenerys Targaryen em “Game Of Thrones”, Clarke rendia bastante expectativa do público com sua entrada na Marvel. Apesar disso, a crítica aponta que a personagem é “rasa” e a atriz parece “deslocada” na trama. Os críticos ainda apontaram a atuação de Clarke como “rígida” e “desconfortável”, o que pode ter vindo de uma má escalação da atriz para o papel. Por outro lado, Olivia Colman rouba a cena com todo seu carisma em uma personagem aparentemente impiedosa. “Colman traz uma diversão muito necessária à série, com energia travessa e imprevisibilidade selvagem”, escreveu a jornalista do Games Radar. “A atriz está claramente se divertindo muito, e essa alegria transparece, mesmo quando Sonya está torturando violentamente alguém”. “A postura brincalhona de Sonya é contrastada de maneira fascinante com uma determinação firme e perigosa”, disse o crítico do Screenrant.   Debates raciais Mergulhando no tom mais sério e temas profundos, a série parece abordar assuntos importantes do cotidiano. De acordo com crítico Matt Webb Mitovich, do TV Line, os primeiros episódios contam com uma cena de Fury e Rhodes que deve comover os espectadores. Na descrição, os personagens têm uma conversa marcante em um restaurante. “[Eles] são velhos amigos, algo que talvez, e compreensivelmente, tenha passado despercebido durante suas aparições ocasionalmente sobrepostas nos filmes”, escreveu. “Os dois tem uma conversa profunda que abrange alienígenas metamorfos, política externa complicada e o fardo imposto aos homens negros bem-sucedidos, culminando em um clímax emocionante”. Mas Daniel Finberg, do THR, alerta que esta é “a única dose de política racial da série”. “Na maioria das vezes, as conversas nos dois primeiros episódios se resumem a várias pessoas dizendo a Nick Fury que ele passou do auge ou, em sua ausência, discutindo como eles não estão preocupados com Nick Fury porque ele já passou do auge”. “Invasão Secreta” terá 6 episódios para explorar a trama e dar um vislumbre do que está por vir nos próximos lançamentos da Marvel. O elenco da série ainda conta com Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”), Christopher McDonald (“Space Jam: Um Novo Legado”) e Dermot Mulroney (“Hanna”), que fazem sua estreia no MCU. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner), e Ali Selim, especialista em séries de ação cerebral como “Condor”, “Manhunt” e “The Looming Tower”. A estreia está marcada para a próxima quarta-feira (21/6) na Disney+.

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  • Etc

    John Romita Sr., lenda dos quadrinhos da Marvel, morre aos 93 anos

    14 de junho de 2023 /

    John Romita Sr., mestre dos quadrinhos e co-criador de personagens icônicos da Marvel, como Wolverine, o Justiceiro e Mary Jane Watson, faleceu aos 93 anos. Sua morte foi anunciada na terça-feira (13/9) à noite no Twitter por seu filho, John Romita Jr., que também é um artista bem-sucedido da Marvel. “Digo isso com um coração pesado, meu pai faleceu pacificamente em seu sono”, escreveu ele. “Ele é uma lenda no mundo da arte, e foi uma honra seguir seus passos… Ele foi o maior homem que já conheci.”   Início de carreira Romita Sr. nasceu em Brooklyn, filho de um padeiro, e se formou na Manhattan School of Industrial Art em 1947. De forma precoce, ele começou a desenhar quadrinhos aos 19 anos, sendo publicado no pioneiro gibi “Famous Funnies”. Por uma década e meia, o artista dividiu seu tempo entre as empresas que eventualmente se tornariam Marvel e DC — Timely Comics e National Comics, respectivamente — trabalhando em vários títulos e ganhando reputação por suas histórias em quadrinhos de romance. Mas com a chegada da década de 1960, os super-heróis dominaram o mercado. Romita começou em 1966 um período de cinco anos trabalhando estritamente com o editor-chefe da Marvel, Stan Lee, na revista do Homem-Aranha, assumindo o lugar do artista Steve Ditko, que havia criado o herói com Lee em 1961, antes de romper a parceria por uma briga.   Amor e morte no Homem-Aranha A passagem de Romita resultou numa revolução na vida do Homem-Aranha, com a introdução de vários dos personagens mais memoráveis de seus quadrinhos, incluindo sua amada Mary Jane Watson e famoso vilão Wilson Fisk, o Rei do Crime. Foi também durante o período de Romita que o Homem-Aranha ultrapassou o Quarteto Fantástico como campeão de vendas da Marvel, fazendo o herói mascarado se tornar o símbolo (o Mickey Mouse) da empresa. Além de criar personagens duradouros no universo do “Homem-Aranha”, o artista também contribuiu para o fim de outros. Foi ele quem assinou a arte do trágico e icônico gibi da morte de Gwen Stacy, considerada uma das melhores histórias do “Homem-Aranha” em todos os tempos. Para compensar sua participação nessa tragédia, também fez a capa da edição histórica do casamento de Peter Parker/Homem-Aranha e Mary Jane em 1987.   Luke Cage, Justiceiro e Wolverine Em 1972, Romita tornou-se o diretor de arte não oficial da Marvel, um cargo que foi formalizado um ano depois, quando contribuiu para a criação do design de vários personagens, incluindo Luke Cage, o Justiceiro e Wolverine. Foi ele também quem redesenhou a Viúva Negra para apresentá-la com seu icônico traje preto de espiã e ainda ilustrou a estreia da primeira versão feminina do Capitão Marvel, Monica Rambeau. Quase todos esses personagens apareceram inúmeras vezes no cinema e na TV, tanto em live-action quanto em animações. Ele deixou a Marvel em 1996, entrando numa semi-aposentadoria — um termo vago, dada sua produção nos anos seguintes, com vários projetos relacionados ao Homem-Aranha para a Marvel e até uma capa para o Superman na DC, a primeira vez que ele trabalhou para a concorrência em meio século. Reconhecido como uma verdadeira lenda dos quadrinhos, Romita Sr. entrou no Hall da Fama dos Prêmios Eisner em 2002 e no Hall da Fama dos Prêmios Inkwell em 2020. Ele deixa sua esposa, Virginia, e dois filhos. John Romita Jr., por sinal, seguiu os passos do pai e virou um dos desenhistas mais celebrados do Homem-Aranha.

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