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  • TV

    Conheça o novo elenco de “Quem Ama Cuida” após salto de seis anos

    30 de junho de 2026 /

    Maria Ribeiro, José Loreto, Rainer Cadete e Renato Góes entram na nova fase da novela da Globo

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  • Série

    Bruna Marquezine e Alanis Guillen agitam fãs com foto agarradinhas

    26 de junho de 2026 /

    Imagem da 2ª temporada de "Amor da Minha Vida" levantou especulações sobre relação das atrizes na trama

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  • TV

    Maria Ribeiro volta às novelas após 10 anos em “Quem Ama Cuida”

    2 de junho de 2026 /

    Longe do gênero desde "Império", atriz interpreta mulher controladora no novo folhetim de Walcyr Carrasco e Claudia Souto

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  • Filme

    Morre aos 102 anos Maria Ribeiro, ícone do Cinema Novo

    3 de janeiro de 2026 /

    Atriz ficou conhecida como Sinhá Vitória em "Vidas Secas" e teve carreira marcante nas décadas de 1960 e 1970

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  • Etc

    Maria Ribeiro relata assalto e prejuízo de R$ 30 mil em São Paulo

    22 de fevereiro de 2025 /

    Atriz teve o celular roubado durante a madrugada e questionou a segurança dos bancos após saque indevido em sua conta

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  • Filme

    Netflix divulga trailer do novo documentário sobre Anitta

    7 de fevereiro de 2025 /

    "Larissa: O Outro Lado de Anitta" promete revelar a faceta mais pessoal da artista, explorando sua trajetória nos bastidores da fama

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  • Filme,  Música

    Anitta terá nova produção na Netflix explorando sua vida pessoal

    30 de janeiro de 2025 /

    "Larissa: O Outro Lado de Anitta" revelará aspectos inéditos da intimidade da artista

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  • Filme

    Último filme de Domingos de Oliveira estreia em mostra virtual dedicada ao diretor

    5 de maio de 2020 /

    O último filme do cineasta e dramaturgo Domingos Oliveira, morto em 2019, estreia nesta terça (5/5) na internet. O documentário inédito “Os Oito Magníficos” (2017) integra a programação de uma mostra virtual dedicada ao diretor e organizada pelo Circuito Inffinito de Festivais, grupo que divulga o cinema brasileiro em festivais internacionais, como os de Miami e Nova York — adiados para o segundo semestre devido à pandemia de coronavírus. A Mostra Domingos Oliveira também disponibiliza, junto com o longa inédito, outros 13 filmes do diretor. Eles podem ser vistos neste link gratuitamente até o fim do mês. A lista inclui “Todas as Mulheres do Mundo” (1966), filme que inspirou a atual série homônima da Globo. Há também “Separações” (2002), comédia em que Domingos contracena com sua mulher, Priscilla Rozenbaum, “Infância” (2014), que traz Fernanda Montenegro como a matriarca de uma família tradicional dos anos 1950, e “BR 716” (2016), vencedor do Festival de Gramado, que retrata a juventude carioca da época do golpe militar de 1964. Já o inédito “Os Oito Magníficos” é o registro de um almoço em que Maria Ribeiro, Fernanda Torres, Wagner Moura, Carolina Dieckmann, Sophie Charlotte, Mateus Solano, Alexandre Nero e Du Moscovis discutem os rumos da arte. Além dos filmes do diretor, a programação ainda inclui o documentário “Domingos” (2009), de Maria Ribeiro, e lives de artistas, como Betty Faria, Maitê Proença, Priscilla Rozenbaum, Paulo Betti e a própria Maria Ribeiro, dedicadas a discutir sua produção. As conversas serão disponibilizadas pelo Instagram da produtora (aqui).

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  • Série

    Desalma: Cássia Kis é uma bruxa no trailer da nova série de terror da Globoplay

    7 de dezembro de 2019 /

    A Globoplay divulgou as fotos primeiro trailer de “Desalma”, que traz Cássia Kis (“Redemoinho”) como bruxa e Cláudia Abreu (“Berenice Procura”) como mãe de um menino assombrado por espíritos do mal. A prévia assume o clima de terror, com ênfase em gravações noturnas em florestas da região Sul do Brasil, mas não evita alguns clichês do gênero – em especial, cenas que parecem sair da franquia “O Chamado” e dos mais recentes “A Bruxa” e “Midsommar”. A trama se passa numa comunidade rural parada no tempo, onde fenômenos sobrenaturais assombram a população de imigrantes ucranianos ao longo de décadas. Os roteiros são de Ana Paula Maia (“Deserto”) e a direção está a cargo de Carlos Manga Jr. (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”). O elenco também conta com Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”), Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei É para Todos”), Alexandra Richter (“Minha Mãe É uma Peça”), Isabel Teixeira (“Os Amigos”) e Gabriel Muglia (“Histórias Estranhas”), misturados a atores jovens. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Zodíaca: Atrizes brasileiras encarnam seus signos em trailer de série

    12 de novembro de 2019 /

    A plataforma Hysteria, divisão feminina da Conspiração Filmes, divulgou o trailer da série “Zodíaca – O Monólogo Definitivo de cada Signo”, que será lançada nesta quinta-feira (13/11). A produção vai apresentar, em episódios de 20 minutos, 12 atrizes brasileiras interpretando a persona do seu próprio signo. Entre elas, Fabíula Nascimento, Mariana Ximenes, Cris Vianna, Fernanda Paes Leme, Maria Flor e Maria Ribeiro. A temática astrológica não foi escolhida por acaso. Segundo a produtora, dados da Tubular Labs, líder mundial em análise de vídeos em social media, mostram que a busca por conteúdo de astrologia no YouTube aumentou 67%. No Facebook, a procura pelo termo cresceu 116% e, no Twitter, houve um pico de 300% no mesmo período. A exibição dos capítulos será feita no canal da Hysteria no YouTube.

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  • Série

    Ex-namorados, Fábio Assunção e Maria Ribeiro viverão amantes em nova série

    13 de setembro de 2019 /

    Fábio Assunção (“Entre Idas e Vindas”) e Maria Ribeiro (“Como Nossos Pais”) vão estrelar a série “Todas as Mulheres do Mundo”, baseada no filme homônimo de Domingos de Oliveira. Ex-namorados, os dois participarão de um triângulo amoroso que envolve ainda o protagonista da história, interpretado por Emílio Dantas (“O Paciente: O Caso Tancredo Neves”). Na versão desenvolvida para a Globo, Ruy (Fábio Assunção), que é casado, se envolve com Renata (Maria Ribeiro), sua colega de trabalho num escritório de arquitetura. Insatisfeita com a relação, ela começa a fingir que está de namorico com Paulo (Emílio Dantas), que, sem querer, acaba formando um triângulo amoroso com os dois arquitetos. O filme original de 1966 se passava numa época em que homens se orgulhavam em ser cafajestes e mulherengos. O Paulo da comédia clássica era vivido por Paulo José, um boa vida que um dia encontra Maria Alice e fica tão impressionado que passa a acreditar que ela era a síntese de todas as mulheres do mundo – daí o título. A partir daí, ele encara o dilema de se atirar na relação e virar monogâmico ou continuar a correr atrás de mulheres diferentes. A trama não tinha personagens chamados Ruy e Renata, mas a mulher icônica era Leila Diniz. A nova Maria Alice será vivida por Sophie Charlotte, que Domingos de Oliveira dirigiu em seu último filme, “BR 716” (2016). A adaptação de “Todas as Mulheres do Mundo” está a cargo do cineasta Jorge Furtado (“O Homem que Copiava”) e o elenco também inclui Fernanda Torres (“Sob Pressão”), Matheus Nachtergaele (“Cine Holliúdy”), Lilia Cabral (“Divã”), Felipe Camargo (“O Rastro”), Floriano Peixoto (“Carandiru”), além de Maria Mariana (“Confissões de Adolescente”) e Priscilla Rozenbaum (“Infância”), respectivamente filha e viúva de Domingos de Oliveira. As gravações da série começaram na quinta-feira (12/9) em Araras, interior do Rio de Janeiro, com direção de Patrícia Pedrosa (“Mister Brau”, “Shippados”).

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  • Etc

    Maria Ribeiro é agredida por segurança de bar na Espanha

    29 de outubro de 2017 /

    A atriz Maria Ribeiro sofreu uma agressão na Espanha, na noite de sábado (28/10), enquanto fazia uma transmissão ao vivo no Instagram. Ela teve o celular arrancado das mãos pelo segurança de um bar em Madri, após a cineasta Laís Bodanzky ter sido barrada no local por estar de tênis. Ambas brincavam com os integrantes da equipe de divulgação do longa “Como Nossos Pais” quando o funcionário avançou para impedir que gravassem com o celular na frente do local. Quando o segurança a atacou, Maria questionou: “O que é isso? Você está louco?”. A transmissão termina logo após a agressão. Nas palavras da atriz, o grupo “tirava sarro de uma atitude tão sem sentido”, já que Laís Bodanzky estava acostumada a andar de tênis em tapetes vermelhos. Depois da agressão, ela publicou um post falando sobre feminismo e encorajando as mulheres a denunciarem a violência e o machismo. “Como cada vez mais tenho certeza de que o feminismo é uma questão de sobrevivência. O segurança, com o dobro do meu tamanho, jamais teria feito o que fez — vir pra cima de mim e pegar meu celular — com um homem. Denunciem o machismo. Na polícia. Nas redes sociais. Denunciem quando for com a vizinha, com a mulher do lado, com a mulher do outro lado”, destacou Maria Ribeiro. Veja o vídeo da “live” da atriz abaixo.

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  • Filme

    Como Nossos Pais é um filme cheio de amor e ousadia

    16 de setembro de 2017 /

    Embora Laís Bodanzky tenha vários trabalhos em seu currículo, longas-metragens de ficção são apenas quatro. E “Como Nossos Pais”, grande vencedor do Festival de Gramado deste ano, talvez seja o seu trabalho mais bem acabado e também mais ousado, ao dar conta de temas tão em voga como a questão da busca de libertação da mulher da herança patriarcal, que, apesar da independência financeira trazida por sua chegada ao mercado de trabalho, não evitou o acúmulo de afazeres – uma jornada dupla, fora e dentro de casa. Assim, o sonho de fazer uma peça de teatro, por exemplo, acaba ficando em segundo plano por causa de tanta coisa para resolver. Eis um dos motivos de os homens terem alcançado mais espaço nas artes. A personagem Rosa, vivida por Maria Ribeiro (“Tropa de Elite”), é uma personificação dessa mulher brasileira de classe média alta. Mãe de duas crianças pequenas, sendo que uma delas já quer ter um pouco mais de independência, mesmo sendo tão nova, e suspeitando que o marido Dado (Paulo Vilhena, de “O Amor no Divã”) a está traindo com outra, Rosa vive uma crise ainda mais intensa quando uma revelação lhe chega como uma bomba: a mãe (Clarisse Abujamra, de “Getúlio”), durante almoço em família, resolve lhe contar que ela é fruto de uma aventura amorosa, que não é filha de seu pai (vivido com muita simpatia pelo cantor Jorge Mautner). Embora bastante importante, a cena da revelação é uma das mais frágeis do filme. Parece dita de maneira tão fria que chega a destoar da dramaturgia adotada ao longo do filme na maior parte de sua metragem. O contraste é relevado na medida em que a narrativa e os personagens, todos interessantes e cativantes, envolvem o público no ponto de vista de Rosa. É por meio dela que conhecemos os demais personagens e nos afeiçoamos a eles. E também suspeitamos de Dado e encaramos com interesse uma aventura que ela se permite ter com um amigo com quem nutre atração física. Mas o mais importante talvez seja, mais uma vez, a relação com a mãe, que está com uma doença terminal e passa a se despedir da vida com a paz e a confiança de ter feito tudo o que gostaria de ter feito. Nota-se, portanto, que “Como Nossos Pais” tenta abraçar muitas coisas ao mesmo tempo. Os problemas de Rosa deverão fazer parte de seu amadurecimento para torná-la mais forte. Se, por um lado, o encadeamento de problemas (e de aventuras e de situações amargas e divertidas) torna o filme muitíssimo agradável de ver, a sua montagem dinâmica mostra-o como uma obra mais horizontal do que vertical, no sentido de que há pouca coisa a se buscar quando aprofundadas as cenas. Há espaço para muito debate, a partir dos diversos temas expostos e muito bem-vindos, mas o fato de os personagens já problematizarem suas situações em seus próprios diálogos acaba por diminuir o aprofundamento. Ainda assim, o resultado é agradável graças ao roteiro feito por Laís e seu marido Luiz Bolognesi, que também foi responsável pelo roteiro do ótimo “Bingo – O Rei das Manhãs”, de Daniel Rezende. E tão cheio de amor que é difícil não gostar, difícil não nutrir simpatia e até empatia pela personagem de Maria Ribeiro. Que, aliás, parece estar interpretando a si mesma, de tão natural que ficou seu papel. Como ela é o centro do filme, isso é um ponto bem positivo.

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