Madonna lamenta morte de ator de Procura-se Susan Desesperadamente
A cantora Madonna se manifestou nas redes sociais sobre a morte de Mark Blum, ator americano com quem contracenou no filme “Procura-se Susan Desesperadamente”, que aconteceu quarta (25/3) devido á complicações da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Em seu Instagram, ela postou uma foto em que aparece com Bloom no filme de 1985. “Quero registrar a passagem deste humano marcante, ator, amigo e parceiro, Mark Blum, vítima do coronavírus. Isto é realmente trágico e meu coração está com ele, sua família e a todos que ele amava. Me lembro de Mark quando fizemos ‘Procura-se Susan Desesperadamente’ em 1985 como alguém acolhedor, amável e profissional. Outro lembrete de que este vírus não é uma brincadeira, na é para tratar como algo casual ou fingir que não nos afetará de alguma forma. Temos que nos manter gratos – ser esperançosos – e seguir as regras de quarentena”, afirmou Madonna. Com muitos filmes de sucesso nos anos 1980, Blum também se tornou conhecido das novas gerações por seus papéis nas séries “Mozart in the Jungle”, na Amazon, “Você” (You), na Netflix, e “Succession”, na HBO. Ver essa foto no Instagram I Want to Acknowledge the Passing of a remarkable Human, fellow actor and friend Mark Blum, who succumbed to Coronavirus. This is really tragic and my heart goes out to him, his family and his loved ones. I remember him as funny warm, loving .and professional when we made Desperately Seeking Susan in 1985!! Another reminder that this virus is no joke, nothing to be casual about or pretend wont affect us in some way. ♥️ we need to stay grateful -be hopeful- help each other-and follow the quarantine rules! #covid_19 #markblum #desperatelyseekingsusan Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 26 de Mar, 2020 às 12:58 PDT
Danny Aiello (1933 – 2019)
O ator Danny Aiello morreu na noite de quinta (13/12), aos 86 anos. O astro veterano, que foi indicado ao Oscar por “Faça a Coisa Certa” (1989), estava passando por tratamento médico depois de sofrer um mal súbito, quando contraiu uma infecção e acabou não resistindo. Nascido Daniel Louis Aiello Jr. em uma família de origem italiana em Nova York, Danny serviu no exército e teve diversos empregos, de segurança de boate a carregador de malas de ônibus, antes de virar ator aos 35 anos. Quando acumulava os trabalhos de leão de chácara e apresentador de atrações numa boate, chamou atenção do jovem dramaturgo Louis La Russo II, que decidiu incluí-lo numa peça. Não foi num papel pequeno. Aiello interpretou Biggie, um cantor de Hoboken, New Jersey, na peça “Lampost Reunion”, e acabou indicado ao Tony (o Oscar do teatro). Ele seguiu para o cinema, aparecendo como jogador de beisebol em “A Última Batalha de um Jogador” (1973), em que contracenou com Robert De Niro, e acabou se destacando no clássico “O Poderoso Chefão II” (1974), no papel do mafioso Tony Rosato. O filme de Francis Ford Coppola lhe deu reconhecimento em Hollywood graças à frase famosa de seu personagem: “Michael Corleone mandou um olá”, dita enquanto tentava estrangular o traidor Frankie Pentangeli (Michael V. Gazzo). Detalhe: a frase não estava no roteiro e foi improvisada. Em “Testa-de-ferro Por Acaso” (1976), Aiello iniciou uma parceria com Woody Allen, que voltaria a escalá-lo nos sucessos “Rosa Púrpura do Cairo” (1985) e “A Era do Rádio” (1987). Tentando compensar a demora para começar sua carreira, ele acumulou inúmeros papéis em poucos anos, contracenando com astros famosos como Richard Gere em “Irmãos de Sangue” (1978) e Paul Newman em “41ª DP: Inferno no Bronx” (1981), além de voltar ao mundo da máfia em outro clássico do cinema, “Era uma Vez na América” (1984), de Sergio Leone, desta vez como o chefe da polícia. Aiello ainda estrelou o cultuado terrir “A Coisa” (1985), contracenou com Jackie Chan em “O Protetor” (1985), viveu o pai de Madonna no clipe de “Papa Don’t Preach” (1986) e até ficou noivo de Cher em “Feitiço da Lua” (1987), filme que rendeu o Oscar para a cantora, antes de ser escalado por Spike Lee em seu papel mais memorável. Em “Faça a Coisa Certa” (1989), ele vive Sal, o dono da pizzaria em que a maior parte da história se passa. Em uma entrevista para o canal PBS em 2016, Aiello contou que Spike Lee insistiu muito para que fizesse o papel, mas ele relutava por ser estereotipado – um italiano dono de pizzaria. Só topou quando o diretor-roteirista aceitou que ele improvisasse para dar maior autenticidade ao personagem – como a frase em que diz sobre as crianças negras do bairro: “Eles cresceram com a minha comida”. Sem nunca ter feito uma aula sequer de atuação, Aielo foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, mas acabou perdendo para Denzel Washington, por “Tempo de Glória”. Sua filmografia, que já era grande, disparou nos anos 1990 com o prestígio da indicação. Vieram “Alucinações do Passado” (1990), de Adrian Lynne, “Meu Querido Intruso” (1991), de Lasse Hallstrom, “Hudson Hawk, o Falcão Está à Solta” (1991), de Michael Lehmann, e finalmente seu primeiro papel de protagonista, “Caso Kennedy, uma Conspiração” (1992), em que viveu Jack Ruby, o mafioso que matou Lee Harvey Oswald, o assassino do presidente Kennedy. Teve seu segundo protagonismo em “Uma Estréia Divertida” (1993), de Paul Mazursky, como um diretor de cinema fracassado, e completou a boa fase com papéis em “O Clube das Viúvas” (1993), de Bill Duke, “Prêt-à-Porter” (1994), de Robert Altman, e no cultuadíssimo “O Profissional” (1994), de Luc Besson. Mas a partir daí vieram uma série de filmes que, se na teoria pareciam irrecusáveis, provaram-se equívocos que acabaram erodindo sua carreira. Como poderia dar errado um filme com Antonio Banderas, sua esposa Melanie Griffith e Daryl Hannah? Pois “Quero Dizer que te Amo” (1995) foi um fracasso. E um thriller com Al Pacino e John Cusack? “City Hall: Conspiração no Alto Escalão” (1996) teve desempenho ainda pior. Seus filmes seguintes como protagonista, “Mojave: Sob o Luar do Deserto” (1996) e “Homens de Honra” (1998), foram rapidamente esquecidos. Em pouco tempo, Aiello se viu restrito a clichês de mafiosos ou donos de restaurantes italianos – “Mambo Café: Servindo à Máfia” (2000), “Uma Receita Para a Máfia” (2000), “Uma História do Brooklyn” (2005), etc. Seus últimos filmes foram parcerias com o diretor-produtor-roteirista Frank D’Angelo, especialista em produções baratas de gângsteres, geralmente lançadas direto em VOD, que não tiveram distribuição no Brasil. Ao saber da morte do ator, Spike Lee se disse “quebrado” num post no Instagram e lembrou “Nós fizemos História no Cinema juntos”, enquanto Cher acrescentou no Twitter que “fazer ‘Feitiço da Lua’ foi um dos momentos mais felizes da minha vida” e Aiello “foi um dos motivos”. Ver essa foto no Instagram I’m 💜 Broken. Just Found Out My Brother DANNY AIELLO Made His Transition Last Night. Danny,We Made Cinema History Together With DO THE RIGHT THING. May You Rest In PARADISE.🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿 Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee) em 13 de Dez, 2019 às 7:02 PST
Pose vai ter novo salto temporal no final da 2ª temporada
O produtor Ryan Murphy revelou, em evento LGBTQIA+ realizado neste sábado (10/8) em Los Angeles, que a 2ª temporada de “Pose” terá um novo salto temporal ao final de sua 2ª temporada. A série está atualmente refletindo eventos do ano de 1990, após o sucesso da música “Vogue”, de Madonna, e exibirá o final de sua temporada em 20 de agosto. A trama do último capítulo vai levar a série até 1991. Murphy também adiantou que “Pose”, já renovada para sua 3ª temporada, vai acabar quando a trama chegar em 1996, ano em que os medicamentos para tratamento de AIDS finalmente se tornaram acessíveis para todos os pacientes. Indicada a seis prêmios Emmy, a série tem o maior elenco de atores transexuais já reunidos numa mesma produção e se passa na cena underground LGBTQ de Nova York durante o auge da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna) e da epidemia da Aids. A trama acompanha a trajetória de um grupo de jovens gays e transexuais que tenta deixar sua marca nos anos 1990, mostrando suas conquistas e decepções com o mundo ao seu redor. No Brasil, “Pose” é exibida no canal pago Fox Premium.
Madonna canta com artistas cabo-verdenses em novo clipe
A cantora Madonna lançou mais um clipe do disco “Madame X”. A música “Batuka” é uma homenagem aos ritmos e cantos das antigas escravas da ilha de Cabo Verde. Assim como a canção, o vídeo tem participação da Orquestra Batukadeiras, artistas cabo-verdenses. “Sou muito sortuda de ter conhecido e trabalhado com mulheres tão inspiradoras”, disse Madonna, sobre a parceria. Em material da gravadora sobre a produção do clipe, Madonna explicou que a colaboração foi sugestão do músico português Dino D’Santiago. “Ele me falou: ‘Você precisa conhecer as Batukadeiras’. Elas são uma força de empoderamento feminino, energia e paixão. Nesse lugar pequeno, no meio do nada, tem essas mulheres sentadas, que tocam essas músicas, é incrível. Elas levantam para fazer solos ou duetos e é muito inspirador. Depois de ver isso, eu quis colaborar, e elas aceitaram”. O resultado é o melhor single extraído de “Madame X” até o momento. Mas pode chamar de apropriação cultural, já que está na ponta da língua. A carreira de Madonna apropria-se de outras culturas desde “Vogue”, em 1990. E o pop americano visita a Africa e convida músicos do país para “participação especial” desde muito antes disso. Mick Fleetwood lançou o disco “The Visitor” em 1981 e Paul Simon venceu o Grammy com o álbum “Graceland” em 1986. A direção do clipe é do holandês Emmanuel Adjei, que também assinou “Dark Ballet”, um dos clipes anteriores de “Madame X”.
Novo clipe de Madonna faz crítica violenta contra a política de liberação de armas
Madonna lançou o clipe de “God Control”, que faz uma crítica contundente à política de armas dos Estados Unidos, a mesma que o governo Bolsonaro tenta copiar no Brasil. Já no começo, o vídeo avisa ao espectador que as imagens contém cenas de violência brutal. Iguais às que acontecem todo o dia. E a seguir passa a exibir imagens de TV sobre os protestos de adolescentes contra o massacre de colegas de sua escola, enquanto Madonna redige seu próprio protesto em forma de letra musical, antes de sair para uma balada, ser assaltada no caminho e, após chegar a seu destino, morrer sob as balas de uma assassino armado, que dispara contra os frequentadores da boate. A edição não segue ordem cronológica e ainda inclui cenas mórbidas de caixões decorados com flores numa igreja barroca, enquanto um coro de crianças embala a parte sacra da canção. Ao final, o vídeo mostra dados estatísticos de assassinatos por armas de fogo nos Estados Unidos e exige maior controle estatal (proibição) sobre o comércio de armas. Há muitas referências visuais na obra, entre elas a recriação do ataque armado à boate Pulse, em Orlando, nos EUA, em 2016, quando um atirador matou 49 pessoas num ato de homofobia raivosa. Entretanto, a cena do crime lembra mais a pista do famoso clube Studio 54, o primeiro que Madonna visitou ao se mudar para a cidade de Nova York na década de 1970. Assim como essa justaposição, a música que acompanha a politização de Madonna atira para os todos os lados, num surto esquizofrênico que abraça gospel, house, disco music, rap, techno e electropop, alternando-se bruscamente entre suas diferentes partes/personalidades. A direção é de Jonas Åkerlund, que tem longa relação com Madonna, desde os bons tempos de “Ray of Light” (1998). Nos últimos anos, ele tem trabalhado mais como diretor de filmes, como “Lords of Chaos” (2018), cinebiografia da banda Mayhem, e “Polar” (2019), adaptação de quadrinhos lançada na Netflix. A música “God Control” faz parte do disco “Madame X”, lançado em 14 de junho, que se tornou o nono álbum da Madonna a atingir o topo da parada da Billboard.
Pose é renovada para 3ª temporada após estreia elogiada do segundo ano
O canal pago americano FX renovou “Pose” para sua 3ª temporada. O anuncio foi feito após a exibição do primeiro capítulo do segundo ano da produção de Ryan Murphy e Brad Falchuck (a dupla de “American Horror Story”) em parceria com Steven Canals, que reúne o maior elenco de atores transgêneros da TV. A 2ª temporada estreou na terça passada (11/6) com críticas muito positivas – 96% de aprovação no Rotten Tomatoes – e foco maior nos personagens trans da trama – Blanca (Mj Rodriguez), Elektra (Dominique Jackson) e Angel (Indya Moore). A atração também registrou aumento de público, sendo vista ao vivo por 1,2 milhões em seu retorno. Trata-se da maior audiência da série, superando os 781 mil que assistiram ao primeiro season finale. E com reprises e exibições na plataforma digital do canal durante os primeiros três dias desde a estreia, o total de espectadores chegou a 1,8 milhão. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York da virada dos anos 1980 para os 1990, durante o auge do garage (estilo house com vocais de divas), da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna) e da epidemia da Aids. A trama acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca na época, mostrando suas conquistas e decepções com o mundo ao seu redor. Os novos episódios se passam no verão de 1990 e devem mostrar o impacto do sucesso da música “Vogue”, de Madonna, sobre a cena LGBTQIA+ mostrada na série. No Brasil, “Pose” é exibida no canal pago Fox Premium.
Madonna lança clipe com Joana d’Arc gay queimada viva por cristãos
Madonna divulgou o clipe de “Dark Ballet”, faixa de seu novo álbum, “Madame X”. Realizado pelo diretor de publicidade Emmanuel Adjei, traz o artista performático e rapper Mykki Blanco como Joana d’Arc a caminho da fogueira. A produção é uma metáfora para a perseguição contra a comunidade LGBTQIA+, feita com justificativa religiosa. O disco será lançado em 14 de junho e conta com participação da brasileira Anitta. O álbum anterior de Madonna, “Rebel Heart”, foi lançado em 2015.
Pose: Trailers e pôsteres da 2ª temporada destacam personagens e anos 1990
O canal pago FX divulgou quatro pôsteres, um trailer e três vídeos de personagens de “Pose”, série criada por Ryan Murphy e Brad Falchuck (a dupla de “American Horror Story”) em parceria com Steven Canals, que reúne o maior elenco de atores transgêneros da TV. Os vídeos destacam individualmente um dos três personagens trans centrais da trama, Blanca (Mj Rodriguez), Elektra (Dominique Jackson) e Angel (Indya Moore), que aparecem dançando e confessando seus desejos, cada um numa jornada bem diferente, enquanto a trama avança para os anos 1990 no embalo do “club mix” de um dos maiores sucessos da época, “Back to Life”, do Soul II Soul – que na verdade foi lançado em 1989. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York do período, durante o auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna). A trama acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca na cena da época. Por sinal, a música de Madonna vai ser muito importante para os novos episódios. A 2ª temporada mostrará a descoberta da cena underground LGBTQIA+ pela mídia comercial, graças à repercussão alcançada pelo hit “Vogue”. Inspirada nos ballrooms transexuais, a música também descontextualizou a inspiração e ganhou um vídeo com dançarinos exclusivamente cisgêneros. A série deve mostrar a reação dos personagens a essa apropriação cultural, mas não está claro como isso será abordado, nem quando – provavelmente só no final da temporada. A série retorna em 11 de junho nos Estados Unidos. No Brasil, “Pose” é exibida no canal pago Fox Premium.
Madonna revive fase Erótica em clipe com Maluma
O primeiro clipe da volta de Madonna é “Medellín”, parceria com Maluma. O vídeo começa em clima “Like a Prayer”, mas logo entra na fase “Erotica”, cheio de momentos quentes entre os dois. Além de ganhar destaque no dueto vocal, Maluma também beija e dança com a Rainha do Pop, que se alterna entre loira e morena para a produção. Por sinal, um momento “Na Cama com Madonna” chamou mais atenção da internet: em que a cantora aparece chupando o dedão do pé do colombiano. O clipe com toques de sadomasoquismo tem direção de Diana Knust, que em janeiro assinou o cinematográfico “De Aquí no Sales (Cap.4: Disputa)”, da revelação espanhola Rosalía. “Medellín” abre o álbum “Madame X”, que será lançado em junho e também inclui uma parceria com a brasileira Anitta.
Madonna lança teasers de seu novo disco, com título de filme clássico
A cantora Madonna divulgou um vídeo em suas redes sociais para confirmar o título e o conceito de seu 14º álbum de estúdio. Após várias pistas nas últimas semanas, ela anunciou oficialmente que o disco vai se chamar “Madame X”. O vídeo traz cenas da cantora em Lisboa, onde ela reside atualmente, alternando-se entre visuais de loira platinada e morena perigosa. Madonna explica no teaser o conceito por trás do nome e das mudanças de penteado, afirmando que assumirá várias identidades “Decidi chamar meu álbum de ‘Madame X’. Uma agente secreta viajando ao redor do mundo, trocando sua identidade, lutando por liberdade, trazendo luz a lugares sombrios. Ela é uma instrutora de dança, uma docente, uma chefe de estado, uma governanta, uma prisioneira, uma estudante, uma professora, uma freira, uma cantora de cabaret, uma santa e uma prostituta”. Antes do vídeo, ela compartilhou trechos desse texto no Instagram, além de dar pistas do novo álbum. Cinéfilos conhecem bem esta personagem. “Madame X” é o título de um melodrama clássico de 1966 (baseado numa peça de Alexandre Bisson), em que Lana Turner finge a própria morte, após um acidente mortal envolver seu suposto amante. Ela acaba adotando personalidades diferentes, até decair tanto que vai a julgamento por outro assassinato. A esta altura, nem seu filho é capaz de reconhecê-la, ao assumir seu caso como advogado. Em outro post, a cantora também citou o título de um romance de Anais Nin, “Uma Espiã na Casa do Amor”, clássico erótico de 1954 sobre uma mulher de vida dupla. Seja quem for, a nova Madame X parece gostar de ensinar, pois Madonna frisou a palavra professora com mais dois sinônimos para defini-la. Ela só não deu previsão de lançamento das gravações. Veja abaixo os vídeos criados para divulgar o disco. Welcome to the World of Madame ❌. ………………… @nunoxico #stevenkleinstudio pic.twitter.com/bo0L0MAstr — Madonna (@Madonna) April 14, 2019 Madame ❌ is a spy in the house of Love ♥️ pic.twitter.com/8DE5SF6uyR — Madonna (@Madonna) April 14, 2019 What song is Madame ❌ playing…………… pic.twitter.com/257fxOHwyN — Madonna (@Madonna) April 14, 2019 pic.twitter.com/oswdYUdCbz — Madonna (@Madonna) April 13, 2019
Madonna e Tom Hanks homenageiam a diretora Penny Marshall nas redes sociais
A cantora Madonna e o ator Tom Hanks usaram as redes sociais ara homenagear a cineasta Penny Marshall, que dirigiu os dois no filme “Uma Equipe Muito Especial” (1992). Marshall, que teve sua morte confirmada na terça (18/12) aos 75 anos de idade, também comandou Hanks no blockbuster “Quero Ser Grande” (1988). Madonna postou uma foto de bastidores do longa de 1992, em que aparece rindo junto da diretora, durante as filmagens. “Tive muita sorte por ter lhe conhecido e trabalhado com você, Penny Marshall”, ela escreveu ao lado da imagem. “Seu talento era tão grande quanto o seu coração. Você abriu caminho para as mulheres em Hollywood. Deus a abençoe e a sua família”, completou. Tom Hanks também lembrou da alegria que foi trabalhar com a cineasta duas vezes em sua carreira. “Adeus, Penny”, escreveu Hanks no Twitter. “Cara, nós rimos bastante! Gostaria que ainda pudéssemos rir mais. Amo você”. Visualizar esta foto no Instagram. So Lucky to have known you and worked with you Penny Marshall!! ♥️ Your Talent was as BIG as your Heart! ♥️ and you were aTrailblazer For Women In Hollywood! ?? GOD BLESS you and your family! #pennymarshall #leagueofthierown Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 18 de Dez, 2018 às 10:05 PST Goodbye, Penny. Man, did we laugh a lot! Wish we still could. Love you. Hanx. — Tom Hanks (@tomhanks) 18 de dezembro de 2018
Penny Marshall (1943 – 2018)
A atriz e cineasta Penny Marshall, que ficou conhecida pela série clássica “Laverne & Shirley” e por ter dirigido comédias de sucesso como “Quero Ser Grande” e “Uma Equipe Muito Especial”, morreu aos 75 anos de idade por complicações de diabetes, após ter sobrevivido ao câncer de cérebro e pulmão em 2009. Seu nome completo era Carole Penny Marshall, em homenagem à atriz Carole Lombard. Ela nasceu em 15 de outubro de 1943 no Bronx, em Nova York, e era a irmã mais nova do cineasta Garry Marshall (1934–2016). Penny já era divorciada quando resolveu viajar para Los Angeles em busca de ajuda do irmão, na época roteirista de séries, para tentar a carreira de atriz. Quando sua mãe descobriu, pediu que ela mudasse de nome para não envergonhar a família. Garry não deixou. No final dos anos 1960, Penny começou a aparecer em comerciais, um deles ao lado da deslumbrante Farrah Fawcett (“As Panteras”), interpretando sua colega de quarto normal. Seu irmão conseguiu incluí-la como figurante na comédia “Lua de Mel com Papai” (1968) e no romance “Sede de Pecar” (1970), primeiros longas que ele escreveu. E, a partir daí, a jovem emendou participações em séries. Ela chegou a fazer teste para viver a esposa de Rob Reiner na série “Tudo em Família”, mas não conseguiu o papel. Ironicamente, acabou aprovada na vida real, casando-se com o ator logo depois. Os dois ficaram casados até 1979 – por coincidência, mesmo ano em que “Tudo em Família” acabou. Novamente com ajuda do irmão, Penny conseguiu seu primeiro papel fixo na série “The Odd Couple”, adaptação do filme “Um Estranho Casal” (1968) desenvolvida por Garry. Ela viveu a secretária volúvel de Oscar (Jack Klugman), Myrna Turner, entre a 2ª e a 5ª temporadas da atração. Quando a série acabou em 1975, Penny foi convidada pelo irmão a participar de um episódio da 3ª temporada de “Happy Days”, fenômeno de audiência que o roteirista tinha criado no ano anterior. Era para ser uma simples aparição. Virou uma carreira. A atriz foi escalada como Laverne DeFazio, que vai a um encontro duplo com Fonzie (Henry Winkley) e Richie (Ron Howard), acompanhada por sua amiga Shirley Feeney (Cindy Williams). Intitulado “A Date with Fonzie”, o episódio acabou registrando uma das maiores audiências da série e rendeu elogios rasgados para a dupla feminina, que roubou a cena dos atores principais. A repercussão positiva rendeu mais participações. E o inesperado: um spin-off focado em Laverne e Shirley. A série “Laverne & Shirley” foi a primeira sobre mulheres trabalhadoras normais. Elas não eram mães de família nem tinham carreiras glamourosas. Eram operárias, que engarrafavam cervejas e dividiam um apartamento de subsolo para pagar as contas. A atração superou a sintonia de “Happy Days”, tornando-se a série de maior audiência da TV americana entre 1977 e 1979. Ao todo, durou oito temporadas até 1983, além de ter rendido seus próprios derivados – os desenhos animados “Laverne & Shirley in the Army” e “Mork & Mindy/Laverne & Shirley/Fonz Hour”. O sucesso também permitiu a Penny negociar nova função na atração, fazendo sua estreia como diretora. Ela comandou quatro episódios, e quando a série acabou resolveu testar essa nova habilidade nos cinemas. Sua estreia como cineasta aconteceu com a comédia “Salve-me Quem Puder” (1986), estrelada por Whoopy Goldberg. Mas foi o filme seguinte, “Quero Ser Grande” (1988), em que uma criança virava Tom Hanks, que a fez ser levada a sério como diretora. “Quero Ser Grande” virou um das comédias mais bem-sucedidas dos anos 1980 e o primeiro filme dirigido por uma mulher a arrecadar mais de US$ 100 milhões nos Estados Unidos. Seu terceiro trabalho como cineasta, o drama “Tempo de Despertar” (1990), estrelado por Robin Williams e Robert DeNiro, foi o segundo longa dirigido por uma mulher a receber indicação ao Oscar de Melhor Filme. Ela voltou a trabalhar com Tom Hanks em “Uma Equipe Muito Especial” (1992), uma das primeiras comédias feministas de sucesso, sobre a formação da liga feminina de beisebol nos EUA. No elenco, estavam Geena Davis, Madonna e Rosie O’Donnell. A grande bilheteria inspirou a criação de uma série, que entretanto durou só uma temporada no ano seguinte. Apesar desse começo avassalador, ela só dirigiu mais três longas na carreira, “Um Novo Homem” (1994), com Danny DeVito, “Um Anjo em Minha Vida” (1996), com Whitney Houston, e “Os Garotos da Minha Vida” (2001), com Drew Barrymore. Depois disso, dirigiu produções televisivas, dublou animações e fez participações em séries. Seu papel favorito acabou sendo o dela mesma, uma diretora de cinema chamada Penny Marshall, que encarnou em episódios de “Bones” e “Entourage” e nos filmes “O Nome do Jogo” (1995) e “Noite de Ano Novo” (2011), este último dirigido por seu irmão. Seu último trabalho foi uma participação especial no remake de “The Odd Couple” em 2016, numa homenagem à primeira personagem marcante de sua carreira.
Mark Hamill se junta à campanha #EleNão contra o lado negro da Força
O ator Mark Hamill sentiu o surgimento de uma nova ameaça e decidiu se manifestar contra o equivalente à volta da Primeira Ordem ao poder numa galáxia distante chamada Brasil. O intérprete de Luke Skywalker na franquia “Star Wars” aderiu à campanha #EleNão nas redes sociais. E para deixar claro que sabia quem estava levando multidões para o lado negro da Força, acrescentou o nome do vilão em seu tuíte. “#EleNão. Mulheres merecem muito MUITO melhor. #NoToBolsonaro”, ele escreveu no Twitter. A campanha #EleNão foi criada após o ataque de hackers ao grupo do Facebook Mulheres contra Bolsonaro. A hashtag ganhou a adesão de várias artistas brasileiras, como Daniela Mercury, Camila Pitanga e Letícia Spiller, entre outras. E recentemente atingiu projeção internacional, com manifestações de astros do cinema e das séries, como Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Stephen Fry (“Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras”), Alfonso Herrera (“Sense8”), Indya Moore (“Pose”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Edgar Ramírez (“The Assassination of Gianni Versace: American Crime History”), Shangela (“Nasce uma Estrela”), além dos músicos Madonna, Lauren Jauregui (Fifth Harmony), Dan Reynolds (Imagine Dragons), Nicole Scherzinger, Dua Lipa, Kehlani e Black Eyed Peas. No sábado (29/9), manifestações de pessoas que aderiram à campanha foram realizadas em várias cidades brasileiras. A polícia militar se recusou a fazer avaliações de público, mas estima-se que 200 mil pessoas se reuniram no protesto no Rio, naquela que foi a maior manifestação social já registrada na capital carioca – diante da mesma Candelária que testemunhou a campanha histórica das Diretas Já, que fãs da ditadura militar devem execrar. Em São Paulo, houve número equivalente no Largo da Batata, em Pinheiros. #EleNao ?? women deserve much MUCH better! ?#NoToBolsonaro ? https://t.co/vnWFWQ0zXw — Mark Hamill (@HamillHimself) 30 de setembro de 2018












