Sabrina Carpenter vai estrelar musical de “Alice no País das Maravilhas”
Cantora, que concorre a seis Grammys, irá produzir e protagonizar o novo filme da diretora de "As Golpistas"
Ridley Scott negocia dirigir cinebiografia dos Bee Gees
Com seu filme “Bob Marley: One Love” superando “Madame Teia” nas bilheterias, a Paramount Pictures decidiu priorizar outra cinebiografia sobre um grupo musical popular e negocia com um diretor de primeira linha para liderar o projeto. Embora o acordo não tenha sido finalizado, o Deadline afirma que Ridley Scott está em negociações para dirigir um filme sobre os Bee Gees. Caso feche o contrato, será a primeira cinebiografia musical do diretor, conhecido por filmes épicos e de sci-fi, mas que recentemente se aventurou em dramas biográficos com resultados mistos em “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), “A Casa Gucci” (2021) e “Napoleão” (2023). Ele está atualmente trabalhando em “Gladiador 2”, que estreia nos cinemas em novembro. Bastidores tumultuados Scott já é a quarta opção para comandar as filmagens. Em dezembro passado, a Paramount teria fechado com Lorene Scafaria (“As Golpistas”) para substituir John Carney (“Apenas uma Vez”), que citou conflito de agenda para abandonar o projeto. Mas Carney já era o substituto de Kenneth Branagh (vencedor do Oscar 2020 de Melhor Roteiro Original por “Belfast”), que também deixou a produção com a desculpa da agenda. Boatos de bastidores afirmam que o filme enfrenta dificuldades com os responsáveis pelo espólio da banda, que estaria tentando controlar todos os aspectos da produção. Mas fontes do Deadline refutam essa informação, sem, entretanto, dar outra explicação para tantas mudanças. Produção e roteiro A equipe de produção, liderada por Graham King, é a mesma do premiado “Bohemian Rhapsody”, que contou com supervisão constante dos músicos da banda Queen. No novo filme, quem acompanha de perto o projeto é Barry Gibb, último dos três irmãos da banda que permanece vivo – após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. O roteiro mais recente foi escrito por John Logan (“007 – Operação Skyfall”) e mostraria o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, acompanhando sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977.
Filme da banda Bee Gees troca diretor pela terceira vez
A diretora Lorene Scafaria (“As Golpistas”) foi contratada pelo estúdio Paramount para assumir o comando da cinebiografia da banda Bee Gees. Ela vai substituir John Carney (“Apenas uma Vez”), que citou conflito de agenda para abandonar o projeto. Curiosamente, Carney já era o substituto de Kenneth Branagh (vencedor do Oscar 2020 de Melhor Roteiro Original por “Belfast”), que também deixou o projeto alegando conflitos de agenda. Boatos de bastidores afirmam que a produção enfrenta dificuldades com os responsáveis pelo espólio da banda, que estaria tentando controlar todos os aspectos da produção. Mas fontes do Deadline refutam essa informação, sem, entretanto, dar outra explicação para tantas mudanças. A equipe de produção, liderada por Graham King, é a mesma do premiado “Bohemian Rhapsody”, que contou com supervisão constante dos músicos da banda Queen. No novo filme, quem acompanha de perto o projeto é Barry Gibb, último dos três irmãos da banda que permanece vivo – após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Scafaria, terceira diretora do filme, vai trabalhar com o roteiro mais recente, escrito por John Logan (“007 – Operação Skyfall”). O longo pretende mostrar o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, acompanhando sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977.
Novo trailer de As Golpistas traz Jennifer Lopez, Constance Wu, Lili Reinhart e Cardi B como strippers
A STX divulgou um novo trailer de “As Golpistas” (Hustlers), thriller de strippers estrelado por Jennifer Lopez (“Shades of Blue”), Constance Wu (“Podres de Rico”), Lili Reinhart (“Riverdale”), Julia Stiles (“Jason Bourne”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Trace Lysette (“Transparent”), Mette Towley (do vindouro “Cats”) e as rappers Cardi B e Lizzo, que fazem suas estreias como atrizes. A prévia tem direito a cenas de pole dancing e muitos rebolados, enquanto mostra um grupo de strippers, liderado pela personagem de Lopez, aplicando golpes em seus clientes, a maioria deles executivos de Wall Street, o centro financeiro do mercado norte-americano, durante a crise econômica do começo dos anos 2000. Vale lembrar que, antes de estourar como rapper e vencer um Grammy, Cardi B trabalhava como stripper em Nova York. É dela a música que toca no vídeo, o hit “Money”. Roteiro e direção estão a cargo de Lorene Scafaria (“A Intrometida”), que adapta a reportagem sobre o crime publicada pelo New York magazine. A estreia está marcada apenas para 5 de dezembro no Brasil, três meses após chegar aos cinemas dos Estados Unidos.
Jennifer Lopez ensina como fazer pole dance em cena de As Golpistas
O estúdio americano STX divulgou uma cena de “As Golpistas” (Hustlers), comédia em que Jennifer Lopez interpreta a líder de uma gangue de strippers criminosas. A prévia mostra o momento em que a personagem da atriz ensina como fazer pole dance para a stripper novata vivida por Constance Wu (de “Podres de Ricos”). “Toda garota tem os músculos para isso”, diz ela, ao executar passos cada vez mais complicados. O filme conta a história real de um grupo de strippers de Nova York que armou um esquema para roubar os seus clientes, a maioria deles executivos de Wall Street, o centro financeiro do mercado norte-americano, durante a crise econômica do começo dos anos 2000. O elenco também inclui Julia Stiles (“Jason Bourne”), Lili Reinhart (“Riverdale”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Trace Lysette (“Transparent”), Mette Towley (do vindouro “Cats”) e as rappers Cardi B e Lizzo, que fazem suas estreias como atrizes. Escrito e dirigido por Lorene Scafaria (“A Intrometida”), o filme tem estreia marcada para 5 de dezembro no Brasil, três meses após chegar aos cinemas dos Estados Unidos.
Jennifer Lopez é stripper em novas imagens de As Golpistas
O filme “As Golpistas” (Hustlers) ganhou uma coleção de pôsteres e duas novas fotos, que trazem Jennifer Lopez (“Shades of Blue”) no papel de stripper. O filme contará a história real de um grupo de strippers de Nova York que armou um esquema para roubar os seus clientes, a maioria deles executivos de Wall Street, o centro financeiro do mercado norte-americano, durante a crise econômica do começo dos anos 2000. Lopez vive a líder do bando de ladras sensuais e o elenco também inclui Constance Wu (“Podres de Rico”), Julia Stiles (“Jason Bourne”), Lili Reinhart (“Riverdale”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Trace Lysette (“Transparent”), Mette Towley (do vindouro “Cats”) e as rappers Cardi B e Lizzo, que fazem suas estreias como atrizes. Escrito e dirigido por Lorene Scafaria (“A Intrometida”), o filme tem estreia marcada para 5 de dezembro no Brasil, três meses após chegar aos cinemas dos Estados Unidos.
As Golpistas: Jennifer Lopez, Constance Wu e Lili Reinhart são strippers no trailer legendado
A Diamond Films divulgou fotos e o primeiro trailer legendado de “As Golpistas” (Hustlers), thriller de strippers estrelado por Jennifer Lopez (“Shades of Blue”), Constance Wu (“Podres de Rico”), Lili Reinhart (“Riverdale”), Julia Stiles (“Jason Bourne”), Keke Palmer (“Scream Queens”) e as rappers Cardi B e Lizzo, que fazem suas estreias como atrizes. A prévia tem direito a cenas que ensinam pole dancing e muitos rebolados, mas também explicam a trama, que mostra como um grupo de strippers, liderado pela personagem de Lopez, resolve se unir para aplicar golpes em seus clientes, a maioria deles executivos de Wall Street, o centro financeiro do mercado norte-americano, durante a crise econômica do começo dos anos 2000. Vale lembrar que, antes de estourar como rapper e vencer um Grammy, Cardi B trabalhava como stripper em Nova York. É dela a música que toca no vídeo, o hit “Money”. Roteiro e direção estão a cargo de Lorene Scafaria (“A Intrometida”), que adapta a reportagem sobre o crime publicada pelo New York magazine. O lançamento marca uma das últimas produções realizadas em parceria por Will Ferrell e Adam McKay, dupla que fez “O Âncora” e que recentemente desfez sua sociedade. A estreia está marcada para 5 de dezembro no Brasil, três meses após chegar aos cinemas dos Estados Unidos.
Jennifer Lopez, Lili Reinhart e Cardi B são strippers no teaser de Hustlers
O estúdio STX divulgou o teaser de “Hustlers”, drama de strippers estrelado por Jennifer Lopez (“Shades of Blue”), Julia Stiles (“Jason Bourne”), Lili Reinhart (“Riverdale”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Constance Wu (“Podres de Rico”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Trace Lysette (“Transparent”) e as rappers Cardi B e Lizzo, que fazem suas estreias como atrizes. Como se pode imaginar, a prévia tem direito a cenas de pole dancing e muitos rebolados. Vale lembrar que, antes de estourar como rapper e vencer um Grammy, Cardi B trabalhava como stripper em Nova York. É dela a música que toca no vídeo, o hit “Money”. O filme contará a história real de um grupo de strippers de Nova York que armou um esquema para roubar os seus clientes, a maioria deles executivos de Wall Street, o centro financeiro do mercado norte-americano, durante a crise econômica do começo dos anos 2000. Lopez vive a líder do bando de ladras sensuais. Roteiro e direção estão a cargo de Lorene Scafaria (“A Intrometida”), que adapta a reportagem sobre o crime publicada pelo “New York” magazine. O lançamento marca uma das últimas produções realizadas em parceria por Will Ferrell e Adam McKay, dupla que fez “O Âncora” e que recentemente desfez sua sociedade. A estreia está marcada para 5 de dezembro no Brasil, três meses após chegar aos cinemas dos Estados Unidos.
Cardi B vai estrear como atriz em filme sobre strippers criminosas
A rapper Cardi B vai fazer sua estreia como atriz de cinema. Ela entrou no elenco de “Hustlers”, sobre um grupo de strippers que se junta para dar um golpe em seus clientes mais ricos. A trama é baseada na história real de strippers de Nova York que armaram um esquema para roubar os seus clientes, a maioria deles executivos de Wall Street, o centro financeiro do mercado norte-americano, durante a crise financeira do começo dos anos 2000. A também cantora Jennifer Lopez (“Shades of Blue”) será a líder do bando de ladras sensuais, que ainda inclui Constance Wu (“Podres de Ricos”), Lili Reinhart (“Riverdale”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Julia Stiles (“Jason Bourne”) e Mercedes Ruehl (“O Pescador de Ilusões”). Vale lembrar que, antes de estourar como rapper e vencer um Grammy, Cardi B trabalhava como stripper em Nova York. Roteiro e direção estão a cargo de Lorene Scafaria (“A Intrometida”), que vai adaptar a reportagem “The Hustlers at Scores” sobre o crime publicada pelo New York magazine. Além de estrelar, Lopez coproduzirá o filme, ao lado de Will Ferrell e Adam McKay, dupla que fez “O Âncora” e é sócia em duas empresas de produção. A distribuição é da Annapurna. Mas ainda não há previsão de estreia.
Jennifer Lopez vai viver “Robin Hood stripper” no cinema
Jennifer Lopez vai estrelar o drama “Hustlers”, num papel que o site The Hollywood Reporter chamou de “Robin Hood stripper”. O filme contará a história real de um grupo de strippers de Nova York que armou um esquema para roubar os seus clientes, a maioria deles executivos de Wall Street, o centro financeiro do mercado norte-americano, durante a crise financeira do começo dos anos 2000. Lopez será a líder do bando de ladras sensuais. Roteiro e direção estão a cargo de Lorene Scafaria (“A Intrometida”), que vai adaptar a reportagem sobre o crime publicada pelo “New York” magazine. Lopez também deve produzir o filme, ao lado de Will Ferrell e Adam McKay, dupla que fez “O Âncora” e é sócia em duas empresas de produção. A distribuição é da Annapurna. Mas ainda não há previsão de estreia.
A Intrometida rende um dos melhores papeis recentes de Susan Sarandon
A luta das atrizes veteranas de Hollywood por bons papéis parece estar surtindo efeito nestes tempos em que a representatividade é a palavra de ordem no cinema. Isso porque tivemos nos últimos meses ao menos quatro filmes que se sobressaíram dentro do circuito independente com mulheres maduras: “Reaprendendo a Amar”, “Aprendendo com a Vovó”, “Hello, My Name Is Doris” e, agora, “A Intrometida”. Grande atriz, Susan Sarandon vive no segundo longa-metragem de Lorene Scafaria (“Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo”) a sua melhor protagonista desde “Anjo de Vidro”, drama natalino produzido em 2004. Na superfície, a sua Marnie tem semelhanças com a Carol Petersen de Blythe Danner em “Reaprendendo a Amar”. São duas mulheres na faixa dos 60 anos que não sabem muito bem como aplacar a solidão advinda da viuvez, reavaliando as próprias funções em uma vida que não as surpreende mais. No entanto, as semelhanças param a partir do momento em que fica evidente a personalidade mais expansiva de Marnie, que não tem qualquer dificuldade em se meter em assuntos alheios, como bem deixa explícito o título do filme. É um comportamento que sufoca a sua filha única Lori (Rose Byrne, de “Vizinhos”), uma roteirista com dificuldades para superar o fim do relacionamento com Jacob (Jason Ritter, da série “Parenthood”), um jovem ator que já está com outra companheira. Diante da exigência de Lori para que tenha a sua independência respeitada, Marnie passa a estreitar os laços com outras pessoas, tentando justificar a sua presença a partir de um auxílio por vezes financeiro para quem não tem a mesma fortuna que a sua. A primeira a contar com as suas generosas contribuições é Jillian (Cecily Strong, do humorístico “Saturday Night Live”), colega lésbica de Lori que teve um casamento feito às presas e que agora terá a chance de celebrar como deseja em uma festa de mais de US$ 10 mil totalmente bancada por Marnie. Outro a ter a sua ajuda é Freddy (Jerrod Carmichael, também de “Vizinhos”), vendedor de uma loja da Apple que conta com as caronas de Marnie para se deslocar até a faculdade iniciada recentemente. Mesmo partindo de um registro mais cômico do que dramático, surpreende como Lorene Scafaria (também autora do roteiro) não ridiculariza Marnie por estar em uma posição privilegiada diante dos personagens secundários. Claro que a protagonista terá o momento em que ouvirá algumas boas verdades sobre o seu comportamento a partir das consultas com a mesma terapeuta de sua filha, Diane (Amy Landecker, da série “Transparent”). No entanto, isso não reduz a sua benevolência natural, a sua amabilidade com o próximo. Outro fato que traz maior interesse ao filme é o seu tom de crônica, oferecendo uma perspectiva crível de pequenas cenas do cotidiano, que irá gerar uma proximidade muito especial com o público da terceira idade, inclusive no interesse amoroso de Marnie com o policial aposentado Zipper (J.K. Simmons, de “Whiplash”). Não que o espectador mais jovem seja incapaz de ter empatia por essa história, que também destaca a cumplicidade na relação entre mães e filhas.
A Intrometida: Susan Sarandon é mãe sem controle em trailer legendado de comédia
A Sony Pictures divulgou o pôster nacional e o trailer legendado da comédia “A Intrometida” (The Meddler), que traz Susan Sarandon (“Tammy”) no papel-título. Na prévia, ela resolve se mudar para perto da filha crescida (Rose Byrne, de “Os Vizinhos”), fazendo de tudo para encontrar-lhe um marido e sufocando-a com amor maternal. Mas quando a filha resolve dar um basta na situação, a senhora otimista descobre um novo foco de interesse: um simpático divorciado (J.K. Simmons, de “Whiplash”) que pode lhe dar um novo propósito. Escrito e dirigido por Lorene Scafaria (“Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo”), “A Intrometida” chega aos cinemas brasileiros na quinta (4/8), três meses após o lançamento original nos EUA.
Diretor fala mal de Keira Knightley, é criticado por colegas e acaba mal visto
O diretor John Carney alimentou uma polêmica desnecessária ao se pronunciar, de forma pouco elegante, sobre a atriz Keira Knightley, durante uma entrevista ao jornal britânico The Independent. Ele dirigiu a atriz no filme musical “Mesmo se Nada der Certo”, que arrancou muitos elogios da crítica em 2013. Falando sobre os bastidores da produção, ele disse que nunca mais faria um filme com “supermodelos”, opinando que Keira, indicada duas vezes ao Oscar, “não estava pronta” para ser uma atriz de cinema. O desabafo veio por conta da comparação entre “Mesmo se Nada der Certo” e seu novo longa, “Sing Street”, filmado na Irlanda, sua terra natal, com atores do país. Segundo ele, essa decisão partiu de um “desencantamento em trabalhar com certas estrelas de cinema”. “Eu não gostei daquela experiência de paparazzi e grandes estreias. O mundo das estrelas de cinema nunca me atraiu. Eu gosto de trabalhar com atores e quis voltar para o que eu sabia, gostar de fazer filmes novamente. Não que eu não tenha gostado de ‘Mesmo se Nada Der Certo’, mas a Keira tem uma entourage que a segue por toda parte, então é muito difícil fazer algum trabalho de verdade”, reclamou. Ele afirmou, ainda, que a atriz não conseguiu interpretar sua personagem de forma verossímil, preferindo elogiar o desempenho dos atores da produção. “Aprendi que nunca mais vou fazer um filme com supermodelos novamente. Mark Ruffalo é um ator fantástico e Adam Levine é ótimo de se trabalhar (…) Então, não é como se eu odiasse essa coisa de Hollywood, mas eu gosto de trabalhar com atores decentes e curiosos, ao contrário de estrelas de cinema. Eu não quero execrar a Keira, mas você sabe, é difícil ser um ator de cinema e isso requer um certo nível de honestidade e auto-análise para o qual não acho que ela está pronta, e certamente não acho que estava pronta para isso nesse filme”, avaliou Carney. A execração pública causou comoção nas redes sociais e levou outros cineastas que já trabalharam com Keira, como Mark Romaneck, Lorene Scafaria, Lynn Shelton e Massy Tadjedin, a defenderem a atriz, que atua desde os 10 anos de idade. Romanek, que a dirigiu na bela sci-fi “Não me Abandone Jamais” (2010), escreveu no Twitter: “Minha experiência com Keira Knightley foi totalmente espetacular em todos os níveis. Eu não tenho ideia do que esse cara está falando”. Ele ainda emendou: “Minha lembrança da ‘entourage’ de #keiraknightley foi quando a mãe dela visitou o set por uma hora ou duas”. Diretora de “Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo” (2012), que Knightley estrelou com Steve Carell, Lorene Scafaria tratou de concordar com Romanek. “Foi uma alegria trabalhar com Keira. Presente, fácil de lidar, e muito, muito boa em seu trabalho. Simplesmente adorável”. Lynn Shelton, que a dirigiu em “Encalhados” (2014), fez eco: “Trabalhar com #KeiraKnightley foi magnífico, do começo ao fim. Ela é uma atriz de verdade”. E Massy Tadjedin, que trabalhou com Keira duas vezes, como diretora de “Apenas uma Noite” (2010) e roteirista de “Camisa de Força” (2005), foi taxativa: “As afirmações de John Carney não podem ser mais inverídicas e deselegantes. Elas revelam muito mais sobre ele do que sobre ela”. Logo, atores, assistentes de produção, contra-regras e outros juntaram-se ao coro. Resultado: Carney ficou tão mal-visto que decidiu publicar uma retratação, com um pedido de desculpas para a atriz, dizendo-se “envergonhado”. Em seguida tentou remendar, dizendo que “Keira não foi nada além de profissional e dedicada durante o filme, e contribuiu enormemente para o seu sucesso”. Veja a íntegra das desculpas abaixo. A propósito, Keira, elegantérrima, não falou nada. From a director who feels like a complete idiot. pic.twitter.com/vfO8m4U2Hl — John Carney (@jayceefactory) June 1, 2016









