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  • TV

    Liniker destaca importância da luta contra o preconceito no “Papo de Segunda”

    6 de junho de 2023 /

    Liniker participou do primeiro episódio do quadro “Kit Sobrevivência LGBTQIAPN+”, exibido no programa “Papo de Segunda” do GNT, onde destacou a importância da luta contra o preconceito. Segundo a artista, a população precisa respeitar a diversidade para além das datas especiais. “Acho que o Mês do Orgulho é mais um mês. Nós, corpos LGBTQIA+, somos só lembrados, principalmente, nessa data”, afirmou ela. “Mas eu vivo em janeiro, fevereiro, março, abril… Acho importante toda essa celebração em prol da nossa resistência, em prol da nossa existência. Mas é importante a gente pensar quais são os outros meses que corpos LGBTQIA+ também têm importância, não só no mês de junho.” Liniker destacou que seu processo artístico se tornou algo indispensável para mostrar a importância da pluralidade. “A poesia me deu chão primeiro e, depois, as músicas começaram a ser os adornos. Então, é muito especial e bonito hoje poder sobreviver do meu trabalho, da minha arte, e saber que tantas pessoas se inspiram nessas canções. Essa foi a forma que eu consegui mostrar com clareza que sou um corpo um corpo plural e não só um corpo LGBTQIA+. Que eu componho, sofro, sinto, desejo”, pontuou a artista. Por fim, a cantora reforçou a necessidade de se colocar no lugar do próximo e de se entender outras realidades: “É muito importante que a escuta seja uma força principal de qualquer elo. Acho que, às vezes, falta escuta.” “Por mais que a pessoa não viva uma realidade de LGBTQIA+, ela tem dificuldade de entender a nossa vivência porque ela não sabe ouvir. Dentro da nossa trajetória, a gente não está esperando aceitação ou validação. A gente está esperando respeito”, completou Liniker.

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  • Série

    Nanda Costa e Lan Lahn lançam série documental no GNT

    6 de junho de 2023 /

    O canal pago GNT lança nesta terça (6/6) a série documental “Do Amor e de Luta”. O projeto tem como objetivo celebrar o mês do orgulho LGBTQIAPN+, e traz a atriz Nanda Costa e a percussionista Lan Lahn, juntas desde 2014, em uma viagem às questões importantes da comunidade. Inicialmente, a série vai narrar a história pessoal de cada uma, bem como a trajetória enquanto casal e como mães de duas meninas, aprofundando enfrentamentos, dilemas familiares e até mesmo a pressão para que elas assumissem sua sexualidade. Para além da história de Nanda e Lan, a produção também irá trazer histórias de outros casais e famílias LGBTQIAPN+. O público poderá assistir homens e mulheres que enfrentaram alguns dos problemas vividos pelo casal protagonista, bem como todos os desafios da sociedade em núcleos familiares fora do padrão. “A chegada das gêmeas foi uma realização pra gente e para as nossas famílias. Também nos trouxe outros desejos, como de, por exemplo, ir atrás de nossas raízes e de conhecer outras famílias plurais e diversas. Acho que num movimento de ajudar a naturalizar cada vez mais outros formatos familiares”, disse Nanda em comunicado sobre o projeto. O documentário traz relatos reais. Para a realização, Lan Lanh e Nanda tiveram que entrar em universos de pessoas distintas e conversar sem medo de abordar temas doloridos “Daqui a pouco, as nossas meninas vão viver outras experiências, vão pro mundo. Elas já nasceram com duas mães, para elas é natural. Trocar sobre circunstâncias como a entrada de filhos na escola, por exemplo, com outras famílias permite não só a nós, mas ao público refletir e acolher núcleos familiares diferentes daqueles a que estão acostumados”, diz Lan. A série documental foi criada e dirigida por Tatiana Issa (“Br Trans”), ganhadora de três Emmys por seu trabalho documental. A produção da série é dividida com Guto Barra, revivendo a parceria de “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez”. Os dois são fundadores da Producing Partners. Com estreia às 23h15 desta terça, “Do Amor e de Luta” possui quatro episódios de 30 minutos.

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  • Etc

    Renata Sorrah desmente bissexualidade: “Estava emocionada”

    5 de junho de 2023 /

    Renata Sorrah (“Vai Na Fé”) desmentiu no domingo (4/6) ter se assumido bissexual durante a peça teatral “Manifesto Transpofágico”, exibido no mês passado. A artista esclareceu que teria se emocionado com a apresentação e disse que queria interagir com a atriz Renata Carvalho. A confusão começou pouco antes do fim da atração, quando Carvalho decidiu conversar com o público sobre relações afetivas. Na ocasião, a atriz trans questionou quem se identificava como bissexual. Discreta, Sorrah não hesitou em levantar o braço. A cena foi flagrada por um jornalista, que divulgou a notícia no jornal Extra como uma confirmação sobre a sexualidade da artista de 76 anos. “Colocaram como se aquilo fosse uma declaração minha sobre bissexualidade. Não foi uma declaração de nada”, rebateu Sorrah ao jornal O Globo. “Tudo que Renata [Carvalho] perguntasse naquele momento eu levantaria a mão só para estar junto. ‘Quem é trans?’, ‘Quem é hétero?’. Ali eu era tudo. Estava emocionada com as mães, as irmãs de mulheres e homens transexuais que estavam lá”, afirmou Sorrah, que estaria apenas sendo atriz. Renata Sorrah reforçou que a “apropriação do vale” foi apenas uma demonstração de apoio à comunidade LGBTQIAPN+: “Levantei a mão no sentido de estar de braço dado com todes, todos e todas essas pessoas maravilhosas que estavam lá”, concluiu ela.

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  • TV

    Globo censura sexta cena LGBTQIAPN+ em um mês

    3 de junho de 2023 /

    A rede Globo censurou mais um beijo entre pessoas do mesmo sexo. Depois de evitar três vezes os beijos de Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman) em “Vai na Fé”, outro casal LGBTQIAPN+ teve cenas de afeto cortadas no capítulo deste sábado (3/6) da novela das sete. A decisão foi criticada pelo público nas redes sociais. “Cortou de novo?”, questionou um internauta. Nos roteiros entregues aos atores, havia a indicação explícita de um beijo entre Vini (Guthierry Sotero) e Yuri (Jean Paulo Campos): “No alívio, os dois se encaram. Rola um clima. Yuri, mais tentado que nervoso, dá um selinho em Vini”. Entretanto, a Globo optou por apenas deixar o beijo apenas subentendido. Mesmo sem mostrar o beijo, a troca de afeto foi registrada por uma fala do personagem de Guthierry Sotero. “Por que tu tem vergonha de beijar um cara?”, questionou o rapaz. Além dos quatro beijos em “Vai na Fé”, duas sequências amorosas entre as personagens de Camila Pitanga (“Velho Chico”) e Elisa Volpatto (“Bom Dia, Verônica”) em “Aruanas” também foram censuradas pela emissora. Enquanto a novela das sete tem um público evangélico e mais conservador, “Aruanas” é uma produção de cunho mais progressista e exibida após as 22h, supostamente para pessoas adultas. A decisão de cortar pela sexta vez uma manifestação de carinho LGBTQIAPN+ consolidou na Globo o estigma de retrocesso. Os cortes, que buscam tornar invisível o afeto LGBTQIAPN+, foram acompanhados pela decisão de esconder o especial “Falas de Orgulho” na grade da madrugada. No início deste ano, a Globo informou que o especial seria exibido após a novela das nove, assim como aconteceu há dois anos atrás, quando o projeto recebeu diversos elogios e marcou 16,9 pontos de audiência na Grande São Paulo. Contudo, nas últimas semanas a emissora informou ter mudado os planos, optando por apresentar o documentário dedicado ao mês de orgulho LGBTQIAPN+ depois da “Tela Quente”, por volta da meia-noite. A mudança de horário escancara a nova e surpreendente postura da emissora, que após marcar posição a favor das minorias durante o governo ultraconservador de Jair Bolonaro, fecha as portas por vontade própria em plena abertura cultural do governo Lula. Um detalhe dos bastidores pode explicar a reviravolta. O recrudescimento coincide com a saída de Ricardo Waddington e a nomeação de Amauri Soares para comandar os Estúdios Globo.

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  • TV

    Após censurar lésbicas, Globo esconde especial LGBT+ na grade da madrugada

    2 de junho de 2023 /

    Após censurar diversas cenas homoafetivas, a TV Globo optou por esconder o especial “Falas de Orgulho” na grade da madrugada. A decisão acontece em meio a uma escalada de conservadorismo da emissora, que transparece estar “assustada” com a diversidade LGBTQIAP+. No início deste ano, a Globo informou que o especial seria exibido após a novela das nove, assim como aconteceu há dois anos atrás, quando o projeto recebeu diversos elogios e marcou 16,9 pontos de audiência na Grande São Paulo. Contudo, a emissora optou por apresentar o documentário depois da “Tela Quente”, por volta da meia-noite, já que a sessão de filmes será um pouco mais curta do que o habitual. Vale citar que outros especiais do projeto “Falas” têm sido exibidos na faixa das 23h30. A mudança de horário está sendo considerada significativa pelo público, que tem criticado a Globo por tesourar cenas românticas entre pessoas do mesmo sexo em suas produções. Muitos apontaram hipocrisia da emissora fazer um especial sobre diversidade quando está cada vez mais claro que a emissora não se importa com o Mês do Orgulho. O documentário é repleto de histórias emocionantes sobre diversidades e acolhimento, porém a edição deve centrar sua história num casal sáfico, Lena (Ana Flávia Cavalcanti) e Kátia (Kika Sena). Na trama, Lena é uma mulher cisgênero que decide morar com sua esposa trans numa casa que recebeu de herança. Elas terão dificuldades para se adaptar à vizinhança. “Falas de Orgulho” será exibida no dia 26 de junho.

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  • TV

    Ana Paula Padrão é detonada por usar pronome neutro: “Críticas raivosas”

    25 de maio de 2023 /

    Ana Paula Padrão recebeu inúmeras críticas depois de usar pronome neutro na abertura do “MasterChef Brasil”, programa exibido na terça-feira (23/5). A apresentadora não deixou barato e se manifestou sobre “o elefante na sala” em seu Instagram. A confusão começou porque a apresentadora iniciou o episódio de maneira inclusiva: “Olá, agora sim de forma definitiva, sejam muito bem-vindas, bem-vindos e bem-vindes à cozinha do ‘MasterChef 10’”, disse ela. Essa não foi a primeira vez que a Ana Paula usou o pronome neutro na atração, mas os espectadores ainda não suportam a tentativa de neutralizar o gênero. Dentre os argumentos dos “incomodados”, eles dizem que pessoas surdas sofrerão com o uso da linguagem neutra. No entanto, a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) não emprega gêneros nas frases. Além disso, há usuários de leitores de tela que não se incomodam com o uso das letras “e” e “u” para neutralizar o gênero dos indivíduos. A adesão do pronome neutro não atrapalha a leitura. Na quarta-feira (24/5), Ana Paula Padrão se pronunciou sobre os ataques recebidos nas redes sociais. A famosa explicou ter usado a expressão por conta de Wilton, uma pessoa participante da edição que se define como não-binária. “Toda vez que eu uso palavras como ‘bem-vindes’ ou ‘todes’, eu recebo críticas raivosas, agressivas, muitas vezes desrespeitosas mesmo. Parece que o uso da linguagem neutra dói em muita gente. E por quê?”, refletiu a apresentadora. “O argumento dessas pessoas é que eu tô matando a gramática da língua portuguesa”, disse ela, que acrescentou ter sido acusada de ser um mau exemplo para os jovens. “A reação não é ao uso do idioma, é ao que esse uso representa. Gente, palavra tem muito poder.” Na sequência, Ana Paula reforçou a existência de indivíduos LGBTQIAPN+: “Quando eu uso a linguagem neutra porque eu sei que há ali ou pode haver ali na minha frente alguém que se identifica como não-binário, eu estou reconhecendo a existência dessa pessoa. E é isso que dói em quem não aceita essa existência”, pontuou. “Eu pretendo sim deixar o outro ter luz na sociedade, ainda que ele seja muito diferente de mim. Quando eu trato essa pessoa com os pronomes que ela escolheu pra se definir, eu dou visibilidade a ela, eu reconheço que ela tem o direito de existir, e não uma existência apartada da sociedade, ignorada, varrida pra debaixo do tapete. Eu vou continuar tratando essas pessoas assim, e os incomodados podem ir se mudando”, concluiu a famosa. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ana Paula Padrão (@anapaulapadraooficial)

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  • TV

    “Todas as Flores” ignora censuras e lança beijo sáfico no streaming

    23 de maio de 2023 /

    Na contramão da censura, “Todas as Flores” antecipou o final feliz de Gabriela (Camila Alves) e Laura (Amanda Mittz). Na série do Globoplay, as personagens escancaram o amor e trocam um beijo sáfico de tirar o fôlego. Recentemente, a TV Globo optou por vetar as cenas homoafetivas que seriam vistas em “Vai na Fé” e na série “Aruanas”. A emissora alegou ter medo de rejeição por parte dos telespectadores mais conservadores, porém não há indícios de desaprovação por parte majoritária do público. A cena sáfica de “Todas as Flores” deixou evidente que a censura da emissora está presente apenas na TV aberta, que deveria acompanhar o comportamento da sociedade brasileira e aproximar ainda mais sua audiência. Apesar do ponto positivo, a sequência sáfica de “Todas as Flores” não constava no texto apresentado no capítulo 79, mas não quer dizer que o romance teria sido escondido da produção. Acontece que há um trabalho minucioso nos bastidores com os deficientes visuais do elenco, como é o caso de Camila Alves. No diálogo final, as coadjuvantes vão ressaltar a inclusão na saga escrita por João Emanuel Carneiro. A cena digna de filme mostrará as dificuldades vividas por Gabriela, que terá que mudar sua maneira de se relacionar mesmo já apaixonada por Laura. O romance deve atingir um novo patamar assim que a funcionária da Rhodes, que é defensora do amor livre, se abrir para um relacionamento monogâmico. O casal será alvo do “cupido” Márcio (Cleber Tolini) para aceitar a reconciliação. Com um encontro marcado, Márcio não comparecerá no restaurante com o intuito de reaproximar o casal. O encontro acontece no local onde a dupla trocou os primeiros afetos, e a oportunidade será aproveitada por Gabriela, que vai se declarar à Laura. “Queria aproveitar que a gente está aqui para dizer que eu fiquei pensando muito na gente nos últimos dias. Eu me sinto disposta e aberta a me relacionar de uma forma diferente do que a que eu vinha me relacionando nos últimos tempos. Eu fico falando para todo mundo dessa coisa de liberdade. Mas eu não quero que a liberdade seja uma prisão que me impeça de ficar com quem eu amo”, dirá a personagem de Camila Alves.

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  • Filme

    Joaquin Phoenix viverá romance gay em novo longa do diretor de “Carol”

    22 de maio de 2023 /

    O ator Joaquin Phoenix (“Coringa”) vai estrelar um novo projeto do diretor Todd Haynes (“Carol”) ainda sem título divulgado. A trama será um romance gay de época ambientado na década de 1930 em Los Angeles. A informação foi revelada pelo próprio Haynes durante sua passagem pelo Festival de Cannes. “O próximo filme é um longa que é um roteiro original que desenvolvi com Joaquin Phoenix baseado em alguns pensamentos e ideias que ele me trouxe”, revelou o diretor ao IndieWire. “Nós basicamente escrevemos com ele como um escritor de histórias. Eu, Jon Raymond e Joaquin compartilhamos o crédito da história”. Ainda segundo Haynes, ele espera que o filme comece a ser rodado no início do próximo ano. Seguindo a linha conceitual dos filmes estrelados por Phoenix, o longa deve retratar temas adultos de forma crua. “Joaquin estava me pressionando ainda mais e dizendo ‘não, vamos mais longe’”, disse Haynes. “Este será um filme NC-17” (expressamente proibido para menores nos EUA). Com a previsão da classificação indicativa mais elevada, abaixo só da pornografia, a trama deve trazer cenas fortes. Narrativas LGBTQIAPN+ são comuns para o diretor, já consagrado em produções do gênero como “Veneno” (1991), “Velvet Goldmine” (1998) e “Carol” (2015), sendo esta última coprotagonizada pela atriz Rooney Mara, esposa de Joaquin Phoenix. Entretanto, a escalação de um ator heterossexual para uma história queer foi alvo de críticas negativas do público. Nas redes sociais, apontaram que o longa deveria ser estrelado por um ator gay e não por Phoenix. Além disso, os internautas pontuaram que o mesmo foi feito em “Carol”. O romance lésbico foi protagonizado por Rooney Mara ao lado de Cate Blanchett, duas atrizes também heterossexuais. Inclusive, Blanchett interpretou novamente uma personagem queer no aclamado “Tár” (2022), que rendeu uma série de indicações ao Oscar, incluindo na categoria de Melhor Atriz. O argumento na internet é que esse hábito da indústria em escalar atores heterossexuais para papéis LGBTQIAPN+ a torna menos inclusiva, impedindo a verdadeira representatividade em produções prestigiadas. “Não há mais homens gays em Hollywood para interpretar esses papéis agora?”, ironizou uma internauta”. “Por que estão escolhendo todos esses atores heterossexuais para interpretar homens gays?”, disse outra. “Joaquin é um ator incrível. Mas o último ator gay a ganhar um Oscar foi John Gielgud em 1981. Então, se mais um homem heterossexual ganhar um Oscar por interpretar um personagem gay, vou ficar um pouco irritado”, apontou outro comentário Até o momento, nem Phoenix ou Haynes se pronunciaram sobre as críticas. Recentemente, o diretor compareceu ao Festival de Cannes para a premiere de seu novo longa “May December”, que concorre à Palma de Ouro. Exibido no evento no último sábado (20/5), o filme foi aclamado pela crítica especializada. No gay men left in Hollywood to do these roles now? — sk (@generalmyth) May 21, 2023 Why are they choosing all these straight actors to play gay men?this is like the 4th gay romance movie filmupdates posted with no actual gay men. — riley (@Ripleyriley26) May 21, 2023 Joaquin is an incredible actor. But the last gay actor to win an Oscar was John Gielgud in 1981. So if one more heterosexual man wins an Oscar for playing a gay character, I'm going to be a little pissed off. — Drew (@drewlpool) May 21, 2023

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  • TV

    “Vai na Fé” grava novo beijo sáfico que pode não ser exibido

    22 de maio de 2023 /

    A TV Globo gravou uma nova cena romântica de Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman) na novela “Vai na Fé”. No entanto, a emissora pode não exibir o beijo sáfico, pois ainda tem dúvidas sobre a reação do público conservador. A nova cena homoafetiva pode ser o estopim para que as duas iniciem um namoro. Vale lembrar que, a essa altura, Clara já terá quase certeza de que seu marido Theo (Emilio Dantas) mantém um caso com Luminar (Carolina Dieckman). O beijo de “Clarena” está previsto para quarta-feira (24/5). Contudo, a decisão da exibição deve ser adiada até os últimos instantes, enquanto a Globo monitora as reações nas redes sociais. Desta forma, a direção de dramaturgia vai realizar algumas reuniões e pode bater o martelo apenas na terça-feira (23/5). A emissora parece ter receio de chamar a atenção do público conservador, que espera um “tom familiar” na novela escrita por Rosane Svartman. Apesar disso, pesquisas recentes mostram que não há qualquer rejeição à trama das sete.

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    Dicesar é eleito dono da Casa Azul de “A Grande Conquista”

    18 de maio de 2023 /

    Dicesar Ferreira foi eleito na quarta-feira (17/5) o novo dono da Casa Azul e, a partir de agora, comanda todos os vileiros de “A Grande Conquista”. Dias atrás, o maquiador se emocionou por chegar no TOP 20 e seguir na competição, fazendo um discurso que viralizou nas redes sociais. Depois de uma votação, Dicesar foi escolhido quase que por unanimidade pelos colegas da Vila. Contudo, o humorista Tiago Dionisio optou por outro candidato e arrancou risos dos confinados: “Eu acredito que dá para virar ainda, vou votar no Hulk Magrelo”, disse ele. Na sequência, Dicesar não pôde votar em si mesmo e também escolheu Hulk. Ao ser eleito, Dicesar prometeu manter a paz e o amor entre os sobreviventes de “A Grande Conquista”. O maquiador também garantiu uma rodada de churrasco com cerveja para aliviar a tensão dos últimos dias. Na terça-feira (16/5), Dicesar comoveu seus colegas com um discurso emocionado sobre falta de oportunidades no mercado de trabalho e etarismo na sociedade. Ele também mencionou o preconceito vivido no “BBB 10”, edição do qual foi eliminado contra Marcelo Dourado numa berlinda histórica. “Eu tô emocionado porque eu me inscrevi e, com 56 anos, comecei a perder muito trabalho. Eu falei ‘agora é a minha chance de mostrar, na ‘Grande Conquista’, o que eu não pude mostrar 13 anos atrás’”, disse entre lágrimas após ter revelado sua candidatura como anônimo para tentar uma vaga no reality. “Eu passei por muita coisa. A pandemia derrubou. Me derrubou a pandemia. E estou aqui para mostrar que a gente pode recomeçar e que nunca é tarde para a gente recomeçar. Eu amei e estou apaixonado por ter conhecido cada um de vocês. Desculpa se eu gritei, se eu brinquei, se eu briguei, se eu emocionei, se eu contei a minha história. Mas cada um de vocês merece muito [estar no reality]. Muito obrigado por estar aqui com vocês. Eu tô muito feliz”, completou. Segundo a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, o artista enfrentou dificuldades financeiras antes de encarar a disputa milionária. Dicesar chegou a fechar sua conta corrente durante a pandemia por conta dos juros altos e taxas excessivas. Dicesar discursa emocionado "com 56 anos perdi muitos trabalhos" 😥💖 #AGrandeConquista pic.twitter.com/FEmmoRv7ta — A Grande Conquista (@agconquista) May 17, 2023

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    Globo censura mais uma cena de beijo lésbico na TV

    17 de maio de 2023 /

    A TV Globo parece não ter se incomodado com as reclamações contra a censura de “Clarena”, na novela “Vai na Fé”. Acontece que a emissora decidiu cortar mais uma cena de beijo lésbico e meteu a tesoura em “Aruanas”, durante a versão para TV aberta da série do Globoplay. Em menos de uma semana da primeira censura, a Globo omitiu boa parte da cena romântica entre Olga (Camila Pitanga) e Ivona (Elisa Volpatto). No streaming, o trecho tem duração de 10 segundos na íntegra, mas a nova versão mostrou apenas elas encostando os lábios. Na cena exibida na terça-feira (16/5), Olga e Ivona se encontram numa galeria de arte e, sem resistir, as ex-namoradas cedem à atração mútua. Só que tem detalhe: o romance lésbico ficará ainda mais tórrido nos próximos episódios da série, já exibida na Globoplay. No caso de “Vai na Fé”, a emissora removeu a cena completa do beijo sáfico entre Clara (Regiane Alves) e Helena (Priscila Sztejnman) sob justificativa de edição de “rotina” para atender “às estratégias de programação ou artísticas”. Nos bastidores, a justificativa se deu pela novela focar o público evangélico. A alta cúpula da dramaturgia temia que os casais homoafetivos fossem rejeitados pela parcela mais conservadora de telespectadores. O novo corte, porém, atingiu uma série que jamais agradaria esse público pelo tema: ambientalismo. Além disso, “Aruanas” vai ao ar às 23h10, horário liderado para produções focados em público adulto, de forma que se não poderia alegar “má influência” em crianças. Até o momento, a Globo não se pronunciou sobre a censura.

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    Rodrigo Simas diz ter sofrido pressão para assumir bissexualidade

    17 de maio de 2023 /

    Rodrigo Simas contou na terça-feira (16/5) que não havia feito planos para se assumir bissexual. Embora tenha sido um alivio, o ator revelou ter sofrido cobranças externas. Durante um evento no Copacabana Palace, o galã de “Malhação” confessou que se sentiu “mais maduro” para trazer sua sexualidade à tona. “Não me planejei contar e falar sobre nada. Eu acho que é um momento mais maduro. Acho que cada uma tem o seu momento de falar sobre isso”, afirmou. “Quando me perguntaram foi um alívio em algum lugar, um prazer enorme, um orgulho de falar quem eu sou. Eu acho que é exatamente isso, essa coisa de ter que se posicionar, quem você é, você simplesmente é”, acrescentou ele. Em seguida, Rodrigo revelou que sentiu medo de se expor há alguns anos atrás por conta da carreira artística. “Eu já fui muito cobrado e já tive muitas crises, medos em vários lugares. Falando de dez anos atrás, ainda era uma grande preocupação a carreira, [ter que] se encaixar em algum lugar na heteronormatividade, essa coisa de ser considerado galã. Tudo isso contava muito”, disse o ator. “Mas eu fiquei super feliz de falar sobre e ser uma coisa super natural. A gente ainda vive num mundo de muitos rótulos e, infelizmente, com muito preconceito, muita homofobia, bifobia, galera marginalizando as travestis. Tudo isso acho que a comunidade tenta se defender muito, mas a gente tem que parar de botar como tabu”, pontuou Rodrigo. Por fim, Rodrigo Simas celebrou ter se assumido no momento em que aceitou trabalhar na peça “Prazer, Hamlet”, espetáculo sobre um personagem que tem a sexualidade tratada de forma dúbia. A obra está em cartaz no Rio de Janeiro. “Eu fiquei muito feliz de falar nesse momento sobre isso com o assunto voltado ao teatro, entendeu? Porque tem a ver muito porque na peça a gente discute a sexualidade de Hamlet. É um julgamento que acho que a personagem vive o que queria viver pela nobreza, sociedade e tudo mais. É um momento muito importante que eu fiquei feliz, mas não mudou a minha vida porque eu já sou o que sou e ponto, entendeu? A gente trabalha no sentido terapia de se autoconhecer”, concluiu o artista.

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