Programação do 30ª Festival Mix Brasil contará com filmes premiados
A organização do Festival Mix Brasil, maior evento cultural da América Latina dedicado à diversidade, divulgou a programação de sua 30ª edição. Ao todo, o evento, que vai acontecer entre os dias 9 e 20 de novembro em São Paulo, vai contar com a exibição de 119 filmes, além de espetáculos teatrais, shows musicais, literatura, performances, palestras, workshops e experiências em realidade virtual, sempre com temas relevantes à comunidade LGBTQIAP+. O filme de abertura do evento será o brasileiro “Três Tigres Tristes”, de Gustavo Vinagre, vencedor do prêmio Teddy de Melhor longa no Festival de Berlim. Além deste, o evento também vai contar com as exibições de “Close” de Lukas Dhont, vencedor do Grand Prix no Festival de Cannes, “Algo Que Você Disse Ontem à Noite” de Luis De Filippis, premiado no Festival de San Sebastian, “Túnica Turquesa” de Maryam Touzani, vencedor do Un Certain Regard no Festival de Cannes, “Nelly & Nadine” de Magnus Gertten, vencedor do Teddy de Melhor Documentário em Berlim, e “Girl Picture” de Alli Haapasalo, que venceu o Prêmio do Público no Festival de Sundance. Outros destaques da programação são “Fogo-Fátuo”, do cineasta português João Pedro Rodrigues, exibido na Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes, e “Winter Boy”, do francês Christophe Honoré, exibido no Festival de Toronto; além de “Sublime” de Mariano Biasi, “Antes Que Eu Mude de Ideia” de Trevor Anderson, “Casa Susanna” de Sébastien Lifshitz, “The Five Devils” de Léa Mysius, “O Amor” de Shariff Nasr e “Objetos Não Identificados” de Juan Felipe Zuleta. O evento também vai contar com a exibição de diversos filmes brasileiros, entre eles “Regra 34”, de Julia Murat (vencedor do Leopardo de Ouro no Festival de Locarno), “A Filha do Palhaço” de Pedro Diógenes, “Germino Pétalas no Asfalto” de Coraci Ruiz e Julio Matos, “Paloma” de Marcelo Gomes, “Panteras” de Breno Baptista, “Transe” de Anne Pinheiro Guimarães e Carolina Jabor, e “Uýra – A Retomada da Floresta” de Juliana Curi. Além disso, o Festival Mix Brasil trará em sua programação experiências de realidade virtual e realidade aumentada. As chamadas “experiências XR” permitirão aos visitantes vivenciarem de forma virtual e com muitos recursos tecnológicos temas como parentalidade pós-humana, transhumanismo, prazer feminino e diferentes identidades de gênero. Entre elas, destacam-se “Projeto Flâneur #Experimento nº1”, que conta com ações interativas e imersivas, levando o público a flanar pelo centro da cidade de São Paulo; “Parentalidade Pós-Humana em Realidade Híbrida”, experiência transmídia que permite casais ou solteiros ‘procriarem’ digitalmente em uma clínica pós-humana usando Inteligência Artificial e simulação visual; “Lady Sapiens – The Experience”, uma viagem no corpo de uma mulher caçadora da era paleolítica; “Lips”, que convida o público a entrar em um corpo feminino para despertar seu desejo; e “No Vapor”, que se passa em uma sala cheia de neblina e silhuetas de homens que exploram a sua sexualidade. A programação fora das telas ainda inclui a apresentação de seis espetáculos teatrais e os eventos Mix Literário, com participação da escritora-violinista Léonor de Récondo e autores queer de todo o Brasil, e o Mix Music, primeiro festival de música voltado para o público LGBTQIAP+ no Brasil, que destaca a presença da cantora Assucena. Com curadoria de Alexandre Rabello, a programação inclui ainda o Mix Talks, painel de debates como temas atuais e relevantes, e uma homenagem à artista multimídia e ex-BBB Linn da Quebrada com o prêmio Ícone Mix. O 30º Festival Mix Brasil vai acontecer nos seguintes espaços culturais de São Paulo: CineSesc, Espaço Itaú Augusta – Salas 3 e 4, Centro Cultural São Paulo – Salas Lima Barreto e Paulo Emilio, salas do Circuito Spcine, MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo, Teatro Sérgio Cardoso e Centro Cultural da Diversidade. A programação é gratuita, exceto as sessões do Espaço Itaú Augusta, pelas quais será cobrado o valor único de R$ 20 por ingresso. Mas os evento também poderá ser acompanhado fora de São Paulo de maneira online e gratuita a partir de 14 de novembro. Mais informações podem ser conferidas no site oficial do evento (mixbrasil.org.br)
Lúcia Veríssimo sofre ataques nas redes sociais por foto de beijo em Cassia Kis
A atriz Lúcia Veríssimo virou alvo de ataques nas redes sociais após publicar uma foto em que aparece aos beijos com Cassia Kis. A foto foi publicada para denunciar a hipocrisia de Cassia, que participou de uma live criticando relações homoafetivas, adoções e aborto. Em sua conta no Instagram, Lúcia compartilhou algumas publicações com recados agressivos que recebeu. “Estou sendo atacada por uma horda de ignorantes no Twitter, que defende o indefensável usando a expressão erro do passado. Pecado e erro do passado é a doença da cabeça de vocês que fizeram e fazem tão mal à humanidade. Amar nunca foi pecado ou erro do passado”, iniciou a atriz. “Vocês estão cometendo um crime. E esse crime se chama homofobia, que é passível de processo. Muito cuidado com o que dizem, seus lobotomizados. Não se pede perdão a Deus por amar. E o que vocês fazem não tem perdão. Vocês incitam o ódio, a intolerância, o desrespeito e o pior, não amam seu semelhante, porque falta de respeito é falta de amor”, continuou. “E essa, sim, é uma regra divina [a do amor]. É um dos mandamentos, inclusive. Sejamos claros. Vocês não têm nenhuma procuração de Deus para criarem regras a partir de seus preconceitos e desejos enrustidos, leis que ele jamais criou. O que Deus criou foi a vida, a verdade e o amor. Seguirei lutando contra a hipocrisia”, completou Lúcia. Cassia Kis também se pronunciou após Lúcia compartilhar a foto em que as duas aparecem aos beijos. Falando à jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, a veterana disse que a imagem não passa de um “selo idiota”, que, segundo ela, não tem a ver com o que ela acredita atualmente. “De uma pessoa idiota que eu era. E ainda há resquícios dessa ignorância”, disse, acrescentando ter gostado da grande repercussão às suas declarações homofóbicas. “A cruz só está mais pesada. Mas eu continuo amando minha cruz, desta vez, com mais fervor”. A declaração que levou Lucia Veríssimo a resgatar a foto foi um ataque de Cassia Kis às relações homossexuais e à “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana). “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). “Eu nem sabia que existia isso”, deixou escapar Leda Nagle, que publicou o bate-papo, diante do sensacionalismo da atriz. Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ainda na conversa, a atriz também destacou que a “pandemia foi maravilhosa” por tê-la ajudada a se descobrir conservadora. Cássia Kis declarou recentemente seu voto em Jair Bolsonaro e teria sido alvo de reclamação de colegas nos bastidores das gravações de “Travessia” por suposta militância extremista fora das gravações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lúcia Veríssimo LV 🏹🎥📷🐆🐎🎞🖋🐱🐶 (@lverissimo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lúcia Veríssimo LV 🏹🎥📷🐆🐎🎞🖋🐱🐶 (@lverissimo)
Filha de Daniela Mercury pede indiciamento de Cassia Kis por LGBTfobia
A advogada Márcia Verçosa de Sá Mercury, filha da cantora Daniela Mercury e da empresária Malu Verçosa, entrou com uma ação criminal no Mistério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contra a atriz Cassia Kis, após uma polêmica live com a jornalista Leda Nagle em que a veterana fez declarações homofóbicas. Márcia acusa Kiss de promover LGBTfobia, de incitar violência contra a comunidade LGBTQIAP+ e afirmou, em nota, que a população não heterossexual “merece respeito”. No bate-papo, Cassia Kis disse que as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) estão destruindo as famílias. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). “Eu nem sabia que existia isso”, deixou escapar Leda Nagle, diante do sensacionalismo da atriz. Cássia continuou, dizendo que quando há uma relação entre duas pessoas do mesmo sexo há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. A filha de Daniela Mercury disse ter ficado chocada. “Como filha de um casal de lésbicas, me sinto no dever, por minhas irmãs e por toda comunidade LGBTQIAP+ que é vítima violências cotidianas, de agir para que ela seja punida no rigor da lei. Minha família merece respeito, a população LGBTQIAP+ merece respeito!”, afirmou Márcia, em nota enviada à imprensa. “Ao ver a gravação em que ela ataca famílias como a minha, chorei. Ela fala que as pessoas LGBTQIAP+ destroem as famílias. Com que direito ela pode falar isso se a minha família foi justamente construída a partir de uma união homoafetiva? A adoção é um ato de amor que muda a vida de muitas crianças e adolescentes. Mudou a minha vida e a de minhas irmãs.” “Espero que Cássia Kiss responda pelo crime de LGBTfobia e seja condenada. Só com o cumprimento da Lei conseguiremos ter nossos direitos respeitados”, completa a filha da cantora. Em nota, a Globo também repudiou as declarações da atriz, atualmente no ar na novela “Travessia”. “A Globo tem um firme compromisso com a diversidade e a inclusão e repudia qualquer forma de discriminação”, disse a emissora.
Série “Doctor Who” passará a ser exibida na Disney+
A Disney fechou acordo com a BBC para exibir a série britânica “Doctor Who” em seu serviço de streaming em todo o mundo. O acordo de distribuição colocará a famosa série sci-fi em quase todos os países onde a Disney+ opera, com exceção do Reino Unido e da Irlanda, onde continuará a ser exclusiva da BBC. “É o melhor dos dois mundos”, disse Russell T. Davies, showrunner da série, em comunicado oficial. “Com a visão e a alegria da BBC e da Disney+ juntas podemos lançar a Tardis em todo o planeta, alcançando uma nova geração de fãs enquanto mantemos nosso lar tradicional firmemente na BBC no Reino Unido.” A presidente do Disney+, Alisa Bowen, disse que a série é “um complemento perfeito” para a crescente variedade de programação global do serviço de streaming. “Estamos empolgados com a oportunidade de trazer novas temporadas desta amada franquia exclusivamente para o Disney+ e apresentar a série para a próxima geração de fãs”, disse ela. Os novos episódios de “Doctor Who”, que trarão a volta de David Tennant como protagonista, antes de o papel passar para o ator Ncuti Gatwa (“Sex Education”), vão estrear em 2023. A série vinha sendo disponibilizada no Brasil pela Globoplay.
Veja despedida de Jodie Whittaker e volta de David Tennant em “Doctor Who”
A BBC divulgou a cena de despedida da atriz Jodie Whittaker da série “Doctor Who”, que mostra a regeneração surpreendente da Doutora num velho conhecido do público. Além disso, foi divulgado um teaser que confirma a volta de David Tennant ao papel-título da série. O ator estrelou a série do final da 1ª à 4ª temporada completa, passando a ter a companhia de Donna Noble, a personagem de Catherine Tate, a partir do terceiro ano da produção. Ela também aparece no teaser, 12 anos após a última vez em que os dois foram vistos juntos – no especial de Ano Novo de 2010. Apesar disso, Tennant não deve permanecer muito tempo na série. Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”) vai assumir a vaga logo no começo da 14ª temporada, prevista apenas para novembro de 2023. A despedida de Jodie Whittaker, primeira mulher no papel-título, aconteceu neste domingo, no especial intitulado “The Power of the Doctor”, que fez parte das comemorações do centenário da BBC, fundada em 18 de outubro de 1922 como um serviço de rádio no Reino Unido. Quem também se despediu da série foram os companheiros de viagem da Doutora, Yas (Mandip Gill) e Dan (John Lewis), além do showrunner Chris Chibnall, que foi substituído por Russell T. Davis, num retorno à franquia após ter sido o responsável pelo reboot de 2005 – que resgatou a antiga atração originalmente cancelada em 1989. A participação de Tennant também é uma forma de ressaltar o retorno de Davis, que foi quem escalou o ator como Doctor Who em 2005. Além disso, ele aparecerá como o protagonista do próximo especial, que será lançado em novembro do ano que vem, em comemoração aos 60 anos de “Doctor Who”, antes do primeiro episódio oficial da 14ª temporada. O artifício narrativo que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que Doctor Who é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966). Quando Gatwa assumir o papel, a série também passará a contar com Yasmin Finney (a Elle Argent de “Heartstopper”) e Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), que interpretará um novo vilão – com direito a uma prévia no teaser. A série pode ser acompanhada no Brasil pela Globoplay, que também disponibiliza os episódios especiais. Veja abaixo a despedida de Jodie Whittaker e o teaser com a volta de David Tennant a “Doctor Who”.
Casal sofre com separação no trailer de “Young Royals 2”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer nacionais da 2ª temporada de “Young Royals”, que mostra a difícil e dolorida separação do casal central do drama LGBTQIAP+ adolescente. O romance sueco conta a história do jovem príncipe Wilhelm (Edvin Ryding), que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon (Omar Rudberg), um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. A 1ª temporada teve seis episódios de 40 minutos cada, escritos por Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman, e a história vai continuar com mais seis capítulos no dia 1 de novembro.
Trailer mostra última aventura de Jodie Whittaker como “Doctor Who”
A BBC divulgou o trailer do especial de despedida da atriz Jodie Whittaker da série “Doctor Who”, que mostra o começo da regeneração da Doutora. Intitulado “The Power of the Doctor” (“O Poder da Doutora”, em tradução literal), o especial também traz os atuais companheiros de viagem da Doutora, Yas (Mandip Gill) e Dan (John Lewis), além de alguns personagens antigas. Duas coadjuvantes vem dos anos 1980: Tegan Jovanka (Janet Fielding), que teve aventuras com o quarto e o quinto Doutores (Tom Baker e Peter Davison), e Ace (Sophie Aldred), parceira de jornada do sétimo e último Doctor Who (Sylvester McCoy) da atração original. Além delas, também retornam Kate Stewart (Jemma Redgrave), introduzida na 7ª temporada do reboot (exibida em 2012) quando Matt Smith era o Doutor, e duas novidades da recente 13ª temporada: Vinder (Jacob Anderson) e a nova regeneração do Mestre, interpretada por Sacha Dhawan. Após este especial, “Doctor Who” terá um novo protagonista, Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”), e um novo showrunner, Russell T. Davis, num retorno à franquia após ter sido o responsável pelo reboot de 2005 – que resgatou a antiga atração originalmente cancelada em 1989. O artifício narrativo, que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que Doctor Who é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966). Com a transição, também devem sair da série os atuais companheiros de viagem da Doutora. Junto de Gawa, a série passar a contar com participações de Yasmin Finney (a Elle Argent de “Heartstopper”) e Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), que interpretará um novo vilão. Para completar, duas estrelas antigas da série farão participações especiais nos novos episódios como parte das comemorações de 60 anos de “Doctor Who”: David Tennant e Catherine Tate, que viveram o 10º Doutor e sua companheira. A 14ª temporada de “Doctor Who” será exibida em 2023. A série é disponibilizada no Brasil pela Globoplay.
Novo desenho de “Scooby-Doo” confirma que Velma é lésbica
A animação mais recente do “Scooby-Doo” vai tirar do armário um dos segredos pior guardados da infância de gerações. Em “Doces ou Travessuras Scooby-Doo!” (Trick or Treat Scooby-Doo!), Velma Dinkley vai demonstrar ser lésbica. Numa cena da produção que viralizou no Twitter, Velma fica de olhos arregalados e sem palavras ao se encontrar com a estilista Coco Diablo pela primeira vez. O crush confirma o que os fãs de “Scooby-Doo” já sabiam – ou suspeitavam – há muito tempo. Tanto o cineasta James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), que escreveu os primeiros filmes live action de “Scooby-Doo”, quanto Tony Cervone, produtor das mais recentes animações dos personagens, já tinham confirmado a sexualidade de Velma, mas nunca conseguiram torná-la oficial. Em 2020, Gunn revelou no seu Twitter que “tentou” transformar Velma em lésbica nos filmes, mas não conseguiu. “Em 2001, Velma era explicitamente gay no meu roteiro inicial”, escreveu ele. “Mas o estúdio continuou diluindo e diluindo, tornando ambíguo (na versão filmada), depois nada (na versão lançada) e culminando com ela tendo um namorado (na sequência).” Durante o Mês do Orgulho LGBTQIAP+ de 2020, Cervone fez uma postagem no seu Instagram relatando uma dificuldade semelhante. “Eu já disse isso antes, mas Velma em ‘Mystery Incorporated’ não é bi. Ela é gay”, disse ele. “Nós sempre planejamos que Velma agisse um pouco desconfortável quando ela estava namorando Salsicha porque esse relacionamento era errado para ela e ela tinha uma dificuldade tácita com o porquê. Há dicas sobre o porquê naquele episódio com a sereia, e se você seguir todo o arco de Marcie, fica tão claro quanto poderíamos fazer 10 anos atrás. Eu não acho que Marcie e Velma tiveram tempo de agir de acordo com seus sentimentos durante a cronologia original, mas após o reset, elas seriam um casal. Vocês podem não gostar, mas essa era a nossa intenção.” “Doces ou Travessuras Scooby-Doo!” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, mas será lançado em 16 de outubro na HBO Max dos EUA. Assista abaixo as cenas que indicam de forma clara a sexualidade de Velma. Velma first meets Coco Diablo in “Trick or Treat Scooby-Doo”#Scoobydoohistory pic.twitter.com/TnWGS0B5GK — Scooby-Doo History (@scoobyhistory) October 4, 2022 this my fave scene of her !! pic.twitter.com/V07OfY1nsS — Pia 🍃 (@soleildiddle) October 4, 2022
Terror “Sorria” estreia em 1º lugar nos EUA
O novo filme de terror “Sorria” estreou no topo das bilheterias dos EUA e Canadá, com US$ 22 milhões em 3.645 cinemas. Impulsionado por críticas positivas – 75% de aprovação no Rotten Tomatoes – fez sucesso em todo o mundo, levando seu faturamento global a US$ 36,5 milhões. Como foi orçado em apenas US$ 17 milhões, o filme de estreia do diretor Parker Finn, que também foi lançado no Brasil na quinta passada (29/9), deve ser totalmente pago na segunda semana de exibição. A trama de “Sorria” acompanha uma terapeuta (Sosie Bacon, a filha de Kevin Bacon) amaldiçoada após testemunhar o suicídio de uma paciente, que dizia não suportar mais ver sorrisos horripilantes nas pessoas ao seu redor. Quando a própria médica começa a ver os sorrisos distorcidos, descobre que outros que tiveram as mesmas visões morreram após uma semana. O chefe de distribuição doméstica da Paramount chegou a elogiar o diretor, além do departamento de marketing por uma campanha viral – pessoas sorrindo como no filme foram plantadas no público de jogos de beisebol e ganharam closes durante as transmissões de TV. “É difícil abrir um conteúdo original neste mercado. Mas criamos uma mística em torno de ‘Sorria’ e fizemos uma campanha inteligente”, disse Chris Aronson em comunicado. “Este é um começo muito bom para a Parker Finn. Há um estilo neste filme que é sagaz e inteligente.” Em 2º lugar, “Não se Preocupe Querida” teve uma queda de 62% de arrecadação em seu segundo fim de semana em cartaz. Faturou US$ 7,3 milhões entre sexta e domingo (2/10) e um total de US$ 32,8 milhões em 10 dias na América do Norte. Em todo o mundo, chegou a US$ 54,7 milhões. “A Mulher Rei” ficou em 3º lugar com US$ 7 milhões – uma queda de apenas 36% – em seu terceiro fim de semana para uma receita doméstica total de quase US$ 47 milhões. Mas seu apelo é bem menor no mercado internacional, onde rendeu apenas US$ 3 milhões. A grande decepção ficou por conta da estreia de “Mais que Amigos, Friends” (“tradução” nacional de “Bros”), a primeira comédia romântica gay assumida de um grande estúdio de Hollywood. Mesmo agradando ao público (nota A no CinemaScore) e a crítica (95% de aprovação no Rotten Tomatoes), o filme da Universal estrelado por Billy Eichner (“American Horror Tory”) e Luke Macfarlane (“Killjoys”) ficou em 4º lugar com somente US$ 4,8 milhões em 3.350 cinemas. A maior parte da bilheteria veio de metrópoles com cena gays vibrantes, como Nova York, São Francisco e Los Angeles, mas a produção foi rejeitada em redutos conservadores – basicamente, a maior parte do sul dos EUA. A estreia de “Mais que Amigos, Friends” vai acontecer na quinta-feira (5/10) no Brasil. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA. 1 | SORRIA | 2 | NÃO SE PREOUCUPE, QUERIDA | 3 | A MULHER REI | 4 | MAIS QUE AMIGOS, FRIENDS | 5 | AVATAR |
Cássio Pereira dos Santos, diretor de “Valentina”, morre aos 42 anos
O cineasta Cássio Pereira dos Santos, diretor do longa “Valentina”, morreu na sexta-feira (30/9), aos 42 anos. A informação foi confirmada hoje pela atriz Guta Stresser, que trabalhou com o cineasta. “É com muito pesar que nos despedimos desse pequeno gigante, Cássio Pereira dos Santos, diretor de ‘Valentina’ e de outros filmes, todos com a marca desse diretor generoso, talentoso e assertivo”, anunciou a artista em seu Instagram. Na postagem, Guta Stresser se despediu do amigo e confessou que ele fará falta. “Um coração enorme, deixa a nós todos, que trabalhamos com ele, e a sua família tão querida, meio órfãos e atônitos. (…) Força e carinho para sua família e para nós todos do lado de cá”, escreveu. O diretor estava em sua casa em Uberlândia, Minas Gerais, e até o momento não há informações sobre a causa da morte. Nascido em 1980 em Patos de Minas, Cássio estudou cinema na Universidade de Brasília (UnB) e iniciou sua carreira na capital brasileira, primeiro como assistente de produção e assistente de edição em comerciais de TV, curtas e vídeos institucionais para governo. Também atuou como produtor na TV Escola, canal do Ministério da Educação, onde acompanhou licitações e supervisionou a produção de séries documentais para televisão. Sua experiência com direção começou como assistente no documentário de 2003 sobre Dom Helder Camara, de Erika Bauer. E a partir daí passou a dirigir curtas-metragens. Fez oito, entre 2004 e 2018, sendo premiado por “A Menina-Espantalho” (2008) no Festival de Brasília e por “Marina Não Vai à Praia” (2014) no Cine Ceará. Lançado em 2020, “Valentina” foi seu primeiro e único longa-metragem, “um retrato esperançoso e inspirador das dificuldades da vida real enfrentadas por uma jovem que busca abraçar quem ela é”, de acordo com a sinopse oficial. O filme conta a história de uma jovem trans que se muda para o interior de Minas com a mãe, Márcia (Guta Stresser), para um recomeço. Com receio de ser intimidada na nova escola, a garota busca mais privacidade e tenta se matricular com seu nome social. No entanto, a menina e a mãe começam a enfrentar dilemas quando a escola começa a exigir, de forma injusta, a assinatura do pai ausente (Rômulo Braga) para realizar a matrícula. A obra colecionou aclamação mundial. “Valentina” fez sua première no Outfest Los Angeles, onde a atriz Thiessa Woinbackk recebeu o Grande Prêmio de Melhor Interpretação. A primeira exibição nacional aconteceu na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que consagrou o longa como Melhor Filme na escolha do público, além de render uma menção honrosa do júri para a atriz Thiessa Woinbackk. Em seguida, o longa venceu o Festival Mix Brasil, premiado duplamente como Melhor Filme, tanto pelo júri quanto pelo público, além de render prêmios de Melhor Roteiro para Cássio e Interpretação para Thiessa. Foram, ao todo 22 troféus conquistados pela produção, inclusive no exterior, em festivais da América do Norte e Europa, que garantiu a “Valentina” distribuição em cinemas da Espanha, Suécia e Japão, e também pela Netflix. Ele estava trabalhando em seu segundo longa. Em 2021, recebeu o Prêmio Paradiso do TorinoFilmLab, da Italia, e foi selecionado pelo programa Berlinale Talents, do Festival de Berlim, para desenvolver o filme “Temporada de Fogo”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maria Augusta L Stresser (@gutastresser)
2ª temporada de “Young Royals” ganha prévia inédita e data de estreia
A Netflix divulgou a data de estreia, o pôster oficial e um vídeo com os primeiros minutos da 2ª temporada de “Young Royals” em suas redes sociais. O romance sueco adolescente conta a história do jovem príncipe Wilhelm (Edvin Ryding), que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon (Omar Rudberg), um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. A 1ª temporada teve seis episódios de 40 minutos cada, escritos por Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman, e a história vai continuar com mais seis capítulos no dia 1 de novembro. O VIDEO VAZOU! A segunda temporada de Young Royals estreia dia 1 de novembro. 👑 pic.twitter.com/MtBDIRIR8x — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 30, 2022 FELIZ NATAL!!!!!!! A 2ª temporada de Young Royals estreia dia 1º de novembro. 👑❤️ E tá aqui mais um presentinho de Natal pra comemorar a volta às aulas em Hillerska: os primeiros 4 minutos da 2ª temporada. 🎁🎄 pic.twitter.com/626Eu3cuXM — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 30, 2022
Elenco de “Heartstopper” festeja reencontro para 2ª temporada. Veja o vídeo
A Netflix divulgou um vídeo para os fãs de “Heartstopper”, registrando o reencontro do elenco para o começo das gravações da 2ª temporada. As imagens mostram Joe Locke, Kit Connor e demais integrantes da produção fazendo festa ao se juntarem novamente para ler os roteiros dos novos episódios. Publicado nas redes sociais da plataforma, o post também anunciou novidades no elenco. Serão quatro integrantes novos na produção, incluindo o intérprete de David, irmão mais velho do Nick (Connor), que será interpretado por Jack Barton (“Carta ao Rei”). Primeira série adolescente de temática gay produzida em inglês pela Netflix, a trama gira em torno de dois estudantes britânicos do Ensino Médio: Charlie (vivido pelo estreante Joe Locke), um jovem abertamente gay e muito intenso, e Nick (Kit Connor, de “Rocketman”), um jogador de rúgbi atlético e de coração mole, que um dia são forçados a sentar juntos na classe e rapidamente se tornam amigos. Mas não demora para Charlie se ver profundamente apaixonado por Nick, embora não ache que tenha uma chance. Só que Nick está mais interessado no amigo do que qualquer um dos dois imagina – e a proximidade se transforma no primeiro amor de suas vidas. Diferente das muitas histórias trágicas de amor gay, a produção é uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas, transmitindo conforto, ternura e reforço de positividade para a tão atacada comunidade LGBTQIAP+. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A série é escrita pela própria Oseman e tem direção de Euros Lyn, que já assinou episódios de séries como “Doctor Who”, “Torchwood”, “Demolidor” e “His Dark Materials”. Os novos episódios, no entanto, ainda não têm previsão de estreia, mas devem chegar à Netflix até o final de 2023. Oi 🥹🍂 A segunda temporada de Heartstopper já está em produção. E teremos 4 novos personagens, um deles é o David, irmão mais velho do Nick.💕 pic.twitter.com/RIxkFvsWYv — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 22, 2022
Última aventura de Jodie Whittaker em “Doctor Who” ganha título e fotos
A BBC revelou o título e as primeiras fotos do especial de despedida da atriz Jodie Whittaker da série “Doctor Who”. Em posts nas redes sociais, a rede britânica anunciou que a produção vai se chamar “The Power of the Doctor” (“O Poder da Doutora”, em tradução literal). Por enquanto, não há previsão de estreia, mas o especial estava sendo chamado de “Centenary Special” em alusão ao centenário da BBC, fundada em 18 de outubro de 1922 como um serviço de rádio no Reino Unido. Junto da Doutora e seus atuais companheiros de viagem, Yas (Mandip Gill) e Dan (John Lewis), a atração terá a volta de personagens antigas. Duas coadjuvantes vem dos anos 1980: Tegan Jovanka (Janet Fielding), que teve aventuras com o quarto e mais famoso Doctor Who (Tom Baker) e também o quinto (Peter Davison), e Ace (Sophie Aldred), parceira de jornada do sétimo e último Doctor Who (Sylvester McCoy) da atração original. Além delas, também retornam Kate Stewart (Jemma Redgrave), introduzida na 7ª temporada do reboot (exibida em 2012) quando Matt Smith era o Doutor, e duas novidades da recente 13ª temporada: Vinder (Jacob Anderson) e a nova regeneração do Mestre, interpretada por Sacha Dhawan. Após este especial, “Doctor Who” terá um novo protagonista, Ncuti Gatwa (o Eric de “Sex Education”), e um novo showrunner, Russell T. Davis, num retorno à franquia após ter sido o responsável pelo reboot de 2005 – que resgatou a antiga atração originalmente cancelada em 1989. O artifício narrativo, que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que Doctor Who é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966). Com a transição, também devem sair da série os atuais companheiros de viagem da Doutora. Junto de Gawa, a série passar a contar com Yasmin Finney (a Elle Argent de “Heartstopper”) e Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), que interpretará um novo vilão. Para completar, duas estrelas antigas da série farão participações especiais nos novos episódios como parte das comemorações de 60 anos de “Doctor Who”: David Tennant e Catherine Tate, que viveram o 10º Doutor e sua companheira. A 14ª temporada de “Doctor Who” será exibida em 2023. The Power of the Doctor. Coming soon 🔥 #DoctorWho pic.twitter.com/Xnq7Ls2hym — Doctor Who (@bbcdoctorwho) September 21, 2022 Old friends and enemies reunite 🔥 The Power of the Doctor. Coming soon #DoctorWho pic.twitter.com/DKijXQZst0 — Doctor Who (@bbcdoctorwho) September 21, 2022 "Five tickets to The Power of the Doctor please" pic.twitter.com/RrAujxrg5M — Doctor Who (@bbcdoctorwho) September 21, 2022












