Ator de “Empire” é considerado culpado por forjar agressão e mentir à polícia
O ator Jussie Smollett foi considerado culpado de forjar um ataque contra si mesmo e mentir para a polícia sobre ser vítima de ódio racial e homofóbico em 2019. O veredito foi revelado nesta quinta-feira (9/12), num julgamento que durou mais de nove horas. O júri, formado por seis homens e seis mulheres, considerou o ator culpado de cinco das seis acusações da promotoria. Cada uma das acusações foi relativa às diferentes vezes que ele teria mentido para a polícia sobre o ataque. Em janeiro de 2019, Smollett alegou ter sido vítima de um ataque de apoiadores do presidente americano Donald Trump, em Chicago. O ator, que é negro e gay, contou que eles gritavam ofensas racistas e homofóbicas. O caso foi marcado por contradições e, no curso da investigação, a polícia local transformou o registro de crime de preconceito em suspeita contra o próprio ator. Problemas em relação ao tratamento público da investigação chegou a fazer a promotora original desistir do processo, mas o juiz do caso, Michael Toomin, resolveu nomear um novo promotor, que retomou as investigações e, após a conclusão do levantamento de provas e testemunhos, indiciou Smollett em seis acusações relacionadas a relatos falsos à polícia. Em meio à polêmica, o ator foi demitido da série “Empire”, em que tinha um dos papéis principais. A principal descoberta da investigação foi a participação dos irmãos Ola e Avel Osundairo na agressão. Personal trainers de descendência nigeriana, eles já haviam aparecido como figurantes em “Empire” e testemunharam que o ator lhes pagou para que o atacassem, depois que a polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria. O superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, chegou a apresentou um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Os advogados de Smollett também argumentaram que os irmãos atacaram o ator porque eles são homofóbicos e não gostam de “quem ele é” e que inventaram a história de que foi tudo encenado para escapar de condenação e também para chantagear o ator, dizendo não testemunhariam se Smollett pagasse US$ 1 milhão a cada um. O promotor Dan Webb disse ao júri que Smollett fez a polícia de Chicago gastar enormes recursos investigando o que se provou um crime falso: “Além de ser contra a lei, é simplesmente errado abusar de algo tão sério como um crime de ódio real”. A pena para sua condenação será anunciada em breve. O máximo previsto são três anos de prisão, mas Smollett provavelmente será colocado em liberdade condicional e condenado a prestar serviços comunitários. Sua carreira como ator e cantor, porém, pode ser considerada encerrada.
Justiça francesa arquiva acusação de estupro contra o cineasta Luc Besson
A Justiça francesa arquivou o processo de abuso sexual contra o cineasta Luc Besson, acusado de estupro pela atriz Sand Van Roy. Uma juíza de instrução de um tribunal de Paris seguiu a opinião do Ministério Público, que desde 2019 pede o fim da investigação por falta de provas. “Após um processo que durou três anos e meio (…), a juíza de instrução acaba de arquivar o caso, o que isenta Luc Besson das acusações”, disse o advogado do diretor, Thierry Marembert, em comunicado. Questionando a decisão da Justiça francesa, a atriz belga-holandesa que acusou o diretor também se manifestou à imprensa, dizendo que sua vida está “destruída”. “Lamento ter denunciado. Este país não protege as vítimas de pessoas famosas”, ela afirmou em um documentário no canal France 2 divulgado em novembro. Nesta quinta-feira (9/12), ela denunciou no Twitter que juíza nem a ouviu antes de arquivar o caso. Sand Van Roy trabalhou com Besson em “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” (2017), onde fez uma pequena figuração. Ela também participou de “Anna”, novamente dirigida por Besson, mas seu papel foi cortado após a denúncia. O diretor sempre se disse inocente. A investigação revelou detalhes incongruentes, como o fato de Van Roy ter mantido um relacionamento de dois anos com Besson e mesmo assim acusar o diretor de tê-la drogado para estuprá-la. Exames de sangue realizados a pedido da polícia não encontraram evidências toxicológicas no organismo da atriz que corroborassem sua alegação. A atriz apresentou uma primeira denúncia por estupro em maio de 2018 contra o produtor e diretor francês, um dia depois de ter se encontrado com ele em um hotel de luxo da capital francesa. Dois meses depois, acrescentou na denúncia outros estupros e agressões sexuais cometidas pelo diretor de “O Quinto Elemento” durante dois anos. O Ministério Público arquivou essas denúncias em 25 de fevereiro de 2019, considerando que não pôde “verificar a infração denunciada”. Inconformada, a atriz apresentou nova denúncia em âmbito civil, que gerou a abertura do atual processo, agora também arquivado. O portal Mediapart foi atrás de outras denúncias e colheu depoimento de oito mulheres não identificadas, que também apresentaram acusações de assédio, basicamente por gestos considerados inadequados. Todas as acusações estariam prescritas.
Meghan Markle vence processo contra jornal britânico
A atriz Meghan Markle evocou seus dias da série jurídica “Suits” ao vencer um processo de 450 mil libras esterlinas (cerca de R$ 3,3 milhões) contra a empresa do jornal britânico “Daily Mail”. Ela processou o tabloide por publicar uma carta privada endereçada a seu pai, Thomas Markle, sem sua autorização, na edição dominical “The Mail on Sunday”, de grande circulação nacional. O processo já estava em fase de recurso após uma condenação inicial, e nesta quinta (2/12) o jornal perdeu a última batalha legal. Em sua decisão, o tribunal “mantém a decisão de que a duquesa poderia razoavelmente esperar que sua vida privada fosse respeitada”. Publicada também no site do jornal, a carta foi escrita em agosto de 2018, poucos meses depois de Meghan se casar com o príncipe Harry,e nela a atriz pedia ao pai que parasse de fazer declarações falsas à imprensa. A defesa do jornal britânico argumentou que a carta havia sido escrita com o conhecimento de que poderia ser veiculada na mídia. Para isso, levou um ex-secretário de Markle e do Príncipe Harry que afirmou haver “a possibilidade de vazamento em mente” desde o rascunho do documento. Os advogados da atriz argumentaram que ela não acreditava que seu pai vazaria a carta e que ela não tinha o desejo de tornar o documento público. Além de precisar indenizar a atriz, o tabloide também foi condenado a relatar sua derrota legal em matéria publicada em sua primeira página. Markle comemorou a vitória, dizendo esperar que a decisão ajude a moralizar a indústria dos tabloides. “É uma vitória para mim, mas também para quem tenha tido medo de defender o que é justo”, disse a americana em comunicado. “O mais importante é que agora somos coletivamente corajosos o suficiente para remodelar uma indústria de tabloides que leva as pessoas a serem cruéis e lucra com as mentiras e a dor que criam”, afirmou.
Ator que viveu Luciano em “2 Filhos de Francisco” é preso por tráfico
O ator e influenciador digital Wigor Oliveira Lima foi preso em flagrante na quarta (1/12), acusado de tráfico de drogas. Ele trabalhou no filme “2 Filhos de Francisco”, onde fez o papel do cantor Luciano quando criança. Segundo a Polícia Civil de Goiás, o rapaz vendia drogas sintéticas nas redes sociais e também em festas da cidade de Goiânia. Durante a investigação, foram apreendidos quase três mil comprimidos de ecstasy, cogumelos e maconha, entre outras drogas, além de materiais necessários para o preparo da droga para comercialização e outras substâncias químicas usadas no preparo de drogas sintéticas. A polícia segue com as investigações para identificar e responsabilizar os fornecedores do rapaz de 28 anos, que se encontra detido.
Astro de novelas argentinas começa a ser julgado por estupro em São Paulo
Começa nesta nesta terça (30/12) em São Paulo um julgamento com alcance internacional e de grandes repercussões para o movimento #MeToo da América do Sul. Famoso por fazer novelas na Argentina, o ex-galã Juan Darthés enfrenta na 7ª Vara Criminal Federal a acusação de estupro de menor, em denúncia da atriz argentina Thelma Fardin (“Sou Luna”). O caso está sendo julgado no Brasil pois foi aqui que Darthés se refugiou após a denúncia, acreditando em impunidade por possuir dupla cidadania. Ele nasceu em São Paulo com o nome Juan Rafael Pacífico Dabul e voltou a morar no Brasil em 2018, quando o escândalo ganhou grande repercussão na Argentina. Fardin relata que o estupro aconteceu em 2009, quando ela tinha 16 anos e os dois fizeram uma viagem de trabalho à Nicarágua. Segundo a denúncia original, o ator se aproveitou da “relação de confiança” para cometer a agressão sexual em um hotel em Manágua, durante a divulgação internacional da novela infantil “Patinho Feio” (2007-2008), que ambos protagonizavam. À época, Darthés tinha 45 anos. A atriz registrou queixa na polícia nicaraguense, onde o processo começou a tramitar. Enquanto isso, Darthés estrelou mais quatro novelas na Argentina. A situação mudou em 2018, quando o Ministério público argentino passou a colaborar com a Justiça nicaraguense e iniciou um processo penal contra o ator visando extraditá-lo. Foi quando ele resolveu fugir para o Brasil. Vendo-o protegido no Brasil, Fardin tornou o caso público, numa iniciativa que deu início ao movimento #MeToo na Argentina. Após a denúncia se tornar conhecida, outras atrizes acusaram Darthés de assédio. Além disso, atrizes brasileiras, como Bruna Linzmeyer e Débora Falabella, iniciaram uma manifestação contra a permanência do ator no país. Darthés apostou no fato de as leis brasileiras não permitirem extradição de pessoas com cidadania nacional, mas esqueceu que o Código Penal prevê que podem ser julgados em território brasileiro por crimes cometidos no exterior. Em abril de 2021, o MPF (Ministério Público Federal) de São Paulo apresentou uma denúncia contra Darthés, que foi aceita pela Justiça Federal, com competência nesse caso por se tratar de um crime denunciado a partir de investigação que envolve diferentes países. Os MPFs de Brasil, Argentina e Nicarágua colaboraram por meio de acordos bilaterais e dentro do marco da Associação Iberoamericana de Ministérios Públicos para investigar e compartilhar provas. Mas isso nunca tinha acontecido antes em torno de um caso de violência sexual. “O caso da Thelma abre portas e percorre circuitos que já existem, mas não são muito conhecidos por quem denuncia crimes sexuais. Há muitos acordos de cooperação internacional que funcionam bem em casos de crimes contra a humanidade, mas em casos de abusos sexuais nem sempre. É um desafio pensar como mecanismos que já existem podem ser colocados à disposição para investigar abuso sexual”, disse Paola García Rey, diretora-adjunta da Anistia Internacional Argentina. Marcado para esta terça, ironicamente Dia da Amizade Brasil-Argentina, o julgamento de Juan Darthés começa uma semana após a sanção da Lei Mari Ferrer, que modifica o Código Penal brasileiro e proíbe o constrangimento de vítimas e testemunhas durante audiências e julgamentos relacionados a crimes sexuais. Para o advogado de Fardin, Martín Arias Duval, é um avanço importante e gera tranquilidade em relação ao que pode acontecer no julgamento desta terça. “As vítimas desse tipo de delito têm muita resistência em denunciar, não porque não queiram, mas porque sentem que não vão conseguir, porque têm medo de serem julgadas. Na nossa experiência, até agora a Justiça Federal de São Paulo conduziu tudo de maneira correta e tomou decisões dentro das regras do jogo. Nossa expectativa é que continue a velar pelo tratamento digno às testemunhas e à vítima.” Thelma Fardin tem atualmente 29 anos e estrelou este ano o longa “La Estrella Roja”, uma comédia com estrutura de falso documentário que arrancou elogios rasgados da crítica argentina.
André Gonçalves cumprirá prisão domiciliar por dívidas de pensão alimentícia
O ator André Gonçalves vai cumprir prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica em sua residência no Rio de Janeiro por dívidas com pensão alimentícia de sua filha. A decisão foi decretada pela Justiça de Santa Catarina em um processo movido por sua ex-mulher, a jornalista e atriz Cynthia Benini. Desempregado, ele não tem como pagar a pensão e ficará restrito por 60 dias ao apartamento onde mora no Rio com a atual mulher e também atriz Danielle Winits. Após o período estabelecido pela decisão, pode haver novos desdobramentos no processo. Mas, segundo seu advogado, assim que retomar a vida profissional, André Gonçalves pretende voltar a fazer os pagamentos e cumprir suas responsabilidades como pai. Gonçalves, que completou 46 anos na terça-feira passada (16/11), deve cerca de R$ 350 mil em pensão alimentícia da filha Valentina, de 18 anos. O valor mensal estabelecido é de R$ 4,5 mil, que ele pagava até ser desligado da Globo em 2016. Neste período, a dívida chegou a R$ 112.044,33. Com juros e correção monetária, o valor subiu para R$ 352.579,01. Em julho deste ano, ele teve os bens penhorados por conta desta dívida. Benini e Gonçalves se conheceram em 2002, quando participaram do reality show “Casa dos Artistas 2”. Ela foi eliminada após um mês e meio de programa. Ele chegou à final e terminou em 3º lugar. Ao sair da confinamento, os dois mantiveram um relacionamento até 2006. Desde 2016 ele é casado com a atriz Danielle Winits, com quem mora atualmente no Rio. Gonçalves também é pai de Manuela, de 23 anos, da relação com Tereza Seiblitz, e de Pedro Arthur, de 19, fruto de seu relacionamento com Myrian Rios – ambas também atrizes. Fora da Globo, o ator participou de “Jesus” (2018), da TV Record no papel do personagem bíblico Barrabás, e entrou na série “Impuros”, que teve a 3ª temporada lançada em agosto na plataforma Star+.
Kevin Spacey terá que pagar US$ 31 milhões à produtora de “House of Cards”
O ator Kevin Spacey foi condenado a pagar à MRC Entertainment, produtora da série “House of Cards”, quase US$ 31 milhões por má conduta sexual nos bastidores da série. O veredito foi proferido por uma corte de arbitragem e nesta segunda (22/11) a MRC deu entrada na Corte Superior de Los Angeles para confirmar a sentença. O intérprete de Frank Underwood foi demitido da produção após denúncias de abuso sexual. As acusações, que incluíam tocar um assistente de produção, fizeram com que o MRC conduzisse uma investigação e, por fim, rescindisse seus contratos de atuação e produção. De acordo com a decisão de 19 de outubro, Spacey violou repetidamente as obrigações contratuais de fornecer serviços “de maneira profissional” e “consistente com as orientações, práticas e políticas razoáveis” da produtora. Além disso, a produtora teve que interromper as gravações da 6ª temporada da série, reescrever a temporada e encurtá-la de 13 para oito episódios para cumprir o prazo de entrega. Além disso, a Netflix optou por cancelar a série após o escândalo. Spacey chegou a alegar que tinha direito a uma indenização, porque foi a decisão da MRC e da Netflix de demiti-lo — ou seja, não sua conduta — que causou perdas financeiras. Não conseguiu convencer. A produção de “House of Cards” foi interrompida dois dias após a primeira denúncia, quando o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) revelou que Spacey tentou abusar dele quando tinha 14 anos, em 1986. Desde então, as denúncias contra o ator se multiplicaram, e até funcionários da atração resolveram acusá-lo. Além de demitir Spacey de “House of Cards”, a Netflix também cancelou o lançamento da cinebiografia de Gore Vidal, “Gore”, estrelada e produzida pelo ator, que já se encontrava em pós-produção. Outro prejuízo causado pelo ator foi a refilmagem de “Todo o Dinheiro do Mundo”. O diretor Ridley Scott decidiu refazer parte do filme para retirar o ator do longa, que já estava finalizado quando o escândalo estourou. Ele foi substituído por Christopher Plummer, que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho. Spacey também chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais de Los Angeles, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas impediram todos os casos de ir a julgamento. Por conta disso, ele não foi condenado e ainda brincou num vídeo de 2019 que aquele “foi um ano muito bom”. Embora “House of Cards” tenha sido cancelada, Spacey continua postando vídeos caracterizado como seu personagem. No ano passado, comparou sua situação à das pessoas que perderam empregos durante a pandemia.
Britney Spears diz que está “nas nuvens” com final da tutela
Britney Spears passou o fim de semana comemorando o final de sua tutela de 13 anos. Em um post publicado em seu Instagram, ela se disse “nas nuvens” e revelou que até tomou champanhe, quebrando uma sobriedade de mais de uma década. “Que fim de semana incrível”, Spears escreveu na tarde de segunda-feira (15/11). “Eu me senti como se estivesse nas nuvens o tempo todo. Na verdade, tomei minha primeira taça de champanhe no restaurante mais lindo que já vi na noite passada”. A cantora, que completará 40 anos no dia 2 de dezembro, disse que planeja passar dois meses celebrando não apenas sua liberdade, mas também seu aniversário. E fez questão de agradecer especialmente seu advogado, Mathew Rosengart, que “realmente mudou minha vida”. “Serei eternamente grata por isso. ” Spears também destacou seus fãs, escrevendo: “Que visão ver tantas pessoas celebrando minha vitória… Eu amo tanto meus fãs… então, obrigada”. Rosengart tornou-se advogado de Britney há apenas quatro meses e realmente mudou tudo na vida da cantora. Antes dele, o caso de Britney era tocado por um defensor indicado pela própria corte no início do processo, há 13 anos, que nunca conseguiu fazer valer qualquer pedido da artista. Reclamando da falta de empenho e pouco caso em seu processo, ela chegou a chorar para convencer a juíza responsável a lhe dar o direito de escolher o próprio advogado. Ao assumir o caso, Rosengart foi claro no objetivo de retirar o pai de Britney, Jamie Spears, da tutela que controlava a vida e a fortuna da artista, e em seguida acabar com a tutela totalmente. Ele foi bem sucedido em ambos os casos, com a ajuda de dois documentários. Tudo começou com o documentário “Framing Britney Spears”, dedicado ao movimento #FreeBritney, que gerou até pedidos de desculpas à cantora de várias celebridades. Ele foi seguido por “Controlling Britney Spears”, que trouxe à tona em setembro a situação de vigilância constante da vida de Britney, com escutas em seu quarto e espionagem de suas ligações, sob ordens de seu pai. As revelações foram incluídas na petição de Rosengart, que conseguiu tirar Jamie Spears da tutela poucas semanas depois do filme chegar na plataforma Hulu – e antes da estreia na Globoplay no Brasil. “Esta situação não é sustentável… Esta situação é tóxica”, disse a juíza Brenda Penny em setembro, ao livrar Britney do controle do pai – com uma citação ao hit “Toxic”! – , mas mantendo um contador responsável pelo controle de seus bens. Até que na última sexta, Rosengart afirmou que já não havia motivos para manter Britney sob a tutela de terceiros, afirmando que uma “rede de segurança” havia sido criada para ajudar sua transição para uma vida normal. Quando a juíza concordou, os fãs que se aglomeravam do lado de fora do tribunal explodiram em aplausos e começaram a dançar e cantar o hit “Stronger”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Britney Spears (@britneyspears)
Acaba a tutela de Britney Spears: “Finalmente livre!”
A cantora Britney Spears teve sua tutela encerrada na sexta-feira (12/11), após 13 anos sem poder decidir os rumos de sua carreira e vida pessoal. “A partir de hoje, a tutela da pessoa e do espólio de Britney Jean Spears está encerrada”, disse a juíza Brenda Penny numa audiência de apenas 30 minutos, na qual ninguém se opôs ao fim do controle legal sobre a artista. Como queriam os fãs que organizaram o movimento #FreeBritney, ela finalmente se encontra completamente livre para fazer o que quiser. Britney não compareceu à audiência em Los Angeles, mas em em junho deu um forte depoimento de 20 minutos, implorando ao tribunal que encerrasse o acordo legal que regia sua vida pessoal e sua fortuna desde 2008. A tutela foi criada numa audiência de 10 minutos que deu a seu pai, Jamie Spears, as chaves para trancá-la em casa e abrir seu cofre. A decisão foi tomada depois que ela teve um colapso público e passou por tratamento para problemas de saúde mental nunca revelados. A situação só encontrava paralelos em outros casos escandalosos da História, como a internação forçada de Camille Claudel. O detalhe é que a escultura foi classificada como louca por critérios de 100 anos atrás. Desde que foi considerada “incapaz”, Britney gravou discos, fez turnês e acumulou um patrimônio de mais de US$ 60 milhões, que era totalmente controlado por seu pai. Isto só começou a mudar após vários desdobramentos midiáticos nos últimos meses. Tudo começou com o documentário “Framing Britney Spears”, dedicado justamente ao movimento #FreeBritney, que gerou até pedidos de desculpas à cantora de várias celebridades. Mas o ponto de virada foi a ida de Britney ao tribunal em junho passado, quando denunciou o próprio pai por situação análoga à escravidão. Mesmo assim, a juíza manteve tudo como estava. Até este momento, Brenda Penny vinha sendo muito dura com Britney, ignorando várias demandas ao longo do processo. A cantora de 39 anos precisou até chorar numa audiência posterior para convencer a juíza a lhe dar o direito de escolher o próprio advogado. Até poucos meses atrás, o caso de Britney era defendido por uma advogado indicado pela própria corte no início do processo, há 13 anos, que nunca conseguiu fazer valer qualquer pedido da artista. Mas bastou ele ser substituído para Mathew Rosengart, o escolhido pela artista, para o processo se resolver em velocidade acelerada, deixando claro os abusos a que ela estava submetida. O último empurrão foi dado por um novo documentário da equipe de “Framing”, intitulado “Controlling Britney Spears”, que trouxe à tona em setembro a situação de vigilância constante da vida de Britney, com escutas em seu quarto e espionagem de suas ligações, sob ordens de seu pai. As revelações foram incluídas numa petição de Matthew Rosengart, que conseguiu tirar Jamie Spears da tutela poucas semanas depois do filme chegar na plataforma Hulu – e antes da estreia na Globoplay no Brasil. “Esta situação não é sustentável… Esta situação é tóxica”, disse a juíza Brenda Penny em setembro, ao livrar Britney do controle do pai – com uma citação ao hit “Toxic”! – , mas mantendo um contador responsável pelo controle de seus bens. Na audiência desta sexta, Rosengart afirmou que já não havia motivos para manter Britney sob a tutela de terceiros: “Depois de mais de uma década, chegou a hora de a tutela ser totalmente encerrada”. E sustentou o pedido afirmando que uma “rede de segurança” havia sido criada para ajudar na transição de Britney para a vida normal. Quando a juíza concordou, os fãs que se aglomeravam do lado de fora do tribunal explodiram em aplausos e começaram a dançar e cantar o hit “Stronger”. Britney comemorou no Instagram com um vídeo da reação dos fãs e um post em que exclama “Finalmente Livre!”, acompanhado por emojis de coração e um vídeo em que ri e dança. “Meu Deus, eu amo tanto meus fãs que é uma loucura!!! Acho que vou chorar o resto do dia!!!! Melhor dia de todos… louvado seja o Senhor… posso obter um Amém?”, acrescentou ao lado do vídeo com a comemoração dos fãs. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Britney Spears (@britneyspears) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Britney Spears (@britneyspears)
Brigitte Bardot é multada por insultos racistas
A atriz Brigitte Bardot foi multada em 25 mil euros por insultos racistas e de preconceitos religiosos pela Procuradoria da França na quinta-feira (7/10). A multa foi consequência de uma carta aberta da atriz, datada de 2019, em que chamou a Ilha da Reunião, departamento francês situado no Oceano Índico, de “Ilha do Diabo, com uma população formada por degenerados ainda imbuídos das tradições bárbaras das suas raízes”. O texto também afirmava que “os nativos mantiveram seus genes selvagens” para denunciar supostas práticas perversas contra animais. A manifestação foi motivada pelo conhecido ativismo da atriz de 87 anos contra crueldades cometidas contra animais. Bardot, que se aposentou das telas em 1973 para se dedicar à luta pelos direitos dos animais, acusou os habitantes do local de usar cães e gatos como isca para tubarões, além de “decapitar cabras e bodes em festivais indígenas”. “Tudo tem reminiscências de canibalismo de séculos passados. Tenho vergonha desta ilha, da selvageria que ainda reina lá”, acrescentou a estrela francesa. Várias ONGs que lutam contra o racismo na França apresentaram queixas contra a atriz, que se desculpou dizendo que estava com raiva com o que acontecia com os animais na ilha. Ao levar os processos adiante, a Procuradoria francesa acusou a atriz de proferir “insultos sérios, racistas e repetidos que atacam os cidadãos da Reunião como um todo”.
Britney Spears agradece fãs e movimento #FreeBritney pelo apoio contra tutela do pai
Britney Spears voltou a se manifestar sobre o fim da tutela de seu pai, Jamie Spears, encerrada pela Justiça na quinta passada (29/9). Desta vez foi mais direta, ao agradecer aos fãs pela dedicação e o empenho do movimento #FreeBritney, que pressionou nas redes sociais pelo fim do controle exercido por seu pai sobre sua vida. A cantora passou 13 anos impedida de decidir o que queria para si mesma e para sua carreira artística. “Movimento #FreeBritney, não tenho palavras”, ela escreveu no Twitter e no Instagram. “Por causa de vocês e de sua resistência constante para me libertar da minha tutela, minha vida agora está na direção certa! Eu chorei ontem à noite por duas horas porque meus fãs são os melhores e eu sei disso.” “Eu sinto seus corações e vocês sentem o meu. Eu sei que isso é de verdade”, completou. Dos 22 anos de Britney como cantora profissional, 13 deles foram vividos tendo o pai como tutor. A situação foi originalmente definida numa audiência de 10 minutos em 2008, após a cantora ser internada numa clínica de reabilitação. À frente da fortuna da artista, Jamie teria ficado milionário, controlando os compromissos profissionais e a vida pessoal da filha com a desculpa de que ela não teria condições mentais para assumir qualquer responsabilidade. Vale observar que, apesar de submetida à tutoria judicial, a natureza do estado mental de Britney nunca foi revelada. O fim dessa situação aconteceu de forma acelerada, após vários desdobramentos midiáticos nos últimos meses, entre testemunhos chocantes e denúncias de documentário. Tudo começou com o documentário “Framing Britney Spears”, dedicado justamente ao movimento #FreeBritney, que gerou até pedidos de desculpas à cantora de várias celebridades. Mas o ponto culminante foi a ida de Britney ao tribunal em junho passado, quando denunciou o próprio pai por situação análoga à escravidão. Em seguida, ela conseguiu fazer prevalecer seu desejo antigo de trocar seu advogado, um defensor indicado pela corte há 13 anos, por um representante de sua própria escolha. E o novo advogado atropelou o ritmo devagar quase parando dos últimos 13 anos para conseguir uma resolução-relâmpago. O último empurrão foi dado por um novo documentário da equipe de “Framing”, intitulado “Controlling Britney Spears”, que trouxe à tona em 24 de setembro a vigilância constante, com escutas no quarto da artista e espionagem de suas ligações, sob ordens de seu pai. As revelações foram incluídas na última petição de Matthew Rosengart, o atual advogado da cantora, que conseguiu tirar Jamie Spears da tutela. “Esta situação não é sustentável… Esta situação é tóxica”, disse a juíza Brenda Penny ao proferir sua decisão e livrar Britney do controle do pai. Britney continua tendo um tutor, John Zabel, um contador profissional designado pelo tribunal, mas esse arranjo pode ser encerrado em breve, em nova audiência no tribunal. #FreeBritney movement … I have no words … because of you guys and your constant resilience in freeing me from my conservatorship … my life is now in that direction !!!!! I cried last night for two hours cause my fans are the best and I know it … pic.twitter.com/7OpsOKoHNc — Britney Spears (@britneyspears) October 4, 2021
Britney Spears se pronuncia sobre fim da tutela do pai: “Muito a curar”
A cantora Britney Spears pronunciou-se em suas redes sociais sobre o fim da tutela de seu pai, encerrada pela Justiça na quinta passada (29/9). “Embora haja mudanças e coisas para comemorar na minha vida, ainda tenho muito a curar. Felizmente, tenho um bom sistema de suporte e estou tirando um tempo para entender que não há problema em desacelerar e respirar. Somente através do amor próprio eu posso orar, amar e apoiar os outros em troca”, escreveu a cantora em seu Instagram no sábado. Mesmo sem a tutela do pai, Britney não tem planos de voltar aos palcos tão cedo. Ela acusou o pai de forçá-la a trabalhar e, após a repercussão de seu depoimento na Justiça, seu empresário de longa data, Larry Rudolph, pediu demissão. Em carta aberta, Rudolph revelou que não falava pessoalmente com Britney há dois anos, ocasião em que ela comunicou “que queria fazer um hiato de trabalho por tempo indeterminado” e, neste ano, ficou “sabendo que Britney estava expressando sua intenção de se aposentar oficialmente”, ele escreveu. Jamie Spears, pai de Britney, tinha a cantora sob tutela desde 2008, ou seja, era ele quem dava a palavra final em várias decisões da vida da artista como, por exemplo, se ela faria turnês ou se poderia se casar. Sem o controle do pai, os planos imediatos de Britney são um casamento com o noivo e personal trainer Sam Asghari. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Britney Spears (@britneyspears)
Antonia Fontenelle é condenada por injúria contra Felipe Neto
A atriz e youtuber Antonia Fontenelle foi considerada culpada pelo crime de injúria contra Felipe Neto e condenada a pagar R$ 63 mil. O caso se refere a uma postagem de julho de 2020 no Instagram. Na época, a apresentadora chamou Felipe Neto de “canalha” e “câncer da internet”. De acordo com a sentença do 9º Juizado Especial Criminal, da Barra da Tijuca, no Rio, além da multa, Antonia deve arcar também com os custos do processo. No Instagram, Felipe Neto comemorou a decisão. “Grande dia. Eu falei pra vocês que eles cairiam um por um. Essa é a primeira condenação criminal nos processos que abrimos contra esta senhora bolsonarista. As coisas que ela disse, as associações da minha imagem com pedofilia e uso de drogas, as ofensas, são imperdoáveis. Decidimos dar a ela a chance de provar o que disse na justiça, mas já no primeiro processo ela não conseguiu. Agora vamos aguardar os outros”, escreveu. Antonia Fontenelle informou à imprensa que irá recorrer da decisão. No mês passado, ela foi indiciada pelo crime de preconceito e racismo após ter feito comentários sobre DJ Ivis, preso por agredir a ex-mulher, Pamella Holanda. Na ocasião, a youtuber utilizou expressões como “esse paraíbas” e “paraibada”, que foram consideradas preconceituosas. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Felipe Neto (@felipeneto)








