Irmãs Wachowski estariam trabalhando em novo filme da franquia Matrix
Se “Star Wars” e “Avatar” voltaram, por que não “Matrix”? A Warner vem demonstrando interesse em retomar a franquia sci-fi há pelo menos três anos, quando surgiram rumores de um spin-off baseado na juventude de Morpheus (vivido por Laurence Fishburne na trilogia original). Pois agora, o diretor Chad Stahelski (da trilogia “John Wick”), que trabalhou como coordenador de dublês nos três “Matrix”, afirmou ao site do Yahoo! Movies que as irmãs Lana e Lilly Wachowski estão trabalhando no projeto. “Estou muito feliz que as Wachowski estão fazendo outro ‘Matrix’, expandindo aquilo que sempre amamos”, comentou o diretor, durante entrevista para divulgar “John Wick 3 – Parabellum”. “Se estiver perto do que elas fizeram desde então, elas só precisam me ligar se quiserem que eu volte a coordenar os dublês para elas. Eu iria até o set nem se fosse só para ser atropelado para uma cena”, brincou. Só que tem um detalhe. Pressionado para deixar claro se as Wachowski realmente iam dirigir o novo filme, ele assumiu não saber. “Não tenho certeza sobre o acordo geral. Não posso garantir se Lana está interessada.” O Yahoo! também perguntou ao astro Keanu Reeves se ele reprisaria o papel de Neo em um quarto filme de “Matrix”. “Isso seria um grande presente para mim. Eu não recusaria”, respondeu prontamente o astro, que também estrela a trilogia “John Wick”. Os três filmes originais de “Matrix” foram lançados entre 1999 e 2003. Além de Reeves e Fishburne, o elenco contava com Carrie-Anne Moss (Trinity) e Hugo Weaving (Agente Smith), entre outros. A trama da franquia se passava em um futuro no qual uma Inteligência Artificial tomou conta do mundo. A maioria das pessoas, no entanto, vive sem saber disso, habitando uma “simulação” virtual do planeta antes do apocalipse. Porém, alguns conseguem se libertar e o hacker Neo (Reeves) é escolhido para se “desplugar” deste universo virtual e ajudar os rebeldes na luta contra computadores e robôs que escravizam a humanidade.
Keanu Reeves revela título oficial do terceiro filme da franquia John Wick
O ator Keanu Reeves revelou o título oficial do terceiro filme da franquia “John Wick”. A produção será chamada “John Wick: Parabellum”. Ele explicou o sentido do nome, em entrevista ao site ComingSoon, traduzindo o termo em latim. “Prepara-se para a guerra. É parte daquela frase famosa, ‘Si vis pacem, para bellum’, que traduzido significa, ‘Se você quer paz, prepara-se para a guerra'”, disse o ator. A história do terceiro filme mostrará a fuga de John Wick, que teve a cabeça colocada à prêmio por quebrar uma regra dos assassinos profissionais: tirar uma vida no interior do Hotel Continental. Ele vai usar a indústria de assassinos para se manter vivo enquanto luta e mata para sair de Nova York. O elenco do novo filme inclui Angelica Huston (“A Família Adams”), Halle Berry (“Kingsman: O Círculo Dourado”), Hiroyuki Sanada (visto num arco recente da série “Westworld”) e o jogador sérvio basquete Boban Marjanovic, além de trazer de volta os atores Laurence Fishburne, Ruby Rose, Common, Lance Reddick e Ian McShane. A estreia de “John Wick: Parabellum” vai acontecer em maio de 2019.
Kill or Be Killed: Diretor de John Wick vai adaptar quadrinhos do criador do Soldado Invernal
O diretor Chad Stahelski, responsável pelos dois filmes da franquia “John Wick”, vai adaptar os quadrinhos de “Kill or Be Killed”. A revista mensal começou a ser publicada em agosto de 2016 e segue um estudante depressivo que consegue sobreviver a uma tentativa de suicídio. Mas isto não aconteceu por acaso. Ele descobre que foi salvo por um demônio e, se quiser continuar vivendo, precisará matar uma pessoa por mês. A publicação marca a quinta colaboração em quadrinhos entre o roteirista Ed Brubaker e o artista Sean Phillips. Brubaker é mais conhecido pelos leitores da Marvel como o criador do Soldado Invernal – por conta disso, fez uma figuração no filme “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014). Ele também escreveu um dos episódios da série “Westworld”. Não há previsão para o começo das filmagens de “Kill or Be Killed”.
Game de ação Hitman vai virar série do criador de John Wick
A plataforma de streaming Hulu está desenvolvendo uma série baseada no game “Hitman”, o mais vendido da IO Interactive, que já foi adaptado em dois filmes. Segundo o site Deadline, a Hulu encomendou um piloto que será escrito por Derek Kolstad, roteirista criador da franquia de ação “John Wick”. O projeto é uma produção da Fox, que lançou os dois filmes da franquia, em 2007 e 2015. Com mais de 25 milhões de cópias vendidas desde seu lançamento em 2000, “Hitman” acompanha o agente 47, um assassino letal com um passado misterioso. A série deverá refletir a mitologia do videogame, cujo último jogo vendeu 7 milhões de cópias. Mais dois games da franquia estão atualmente em desenvolvimento na IO Interactive.
John Wick vai ganhar spin-off centrado em assassina letal
A Lionsgate planeja ampliar o universo de “John Wick” com o lançamento de um spin-off. O site The Hollywood Reporter informou que o estúdio adquiriu o roteiro de “Ballerina” com a intenção de situá-lo no mesmo mundo do personagem vivido por Keanu Reeves. A trama gira em torno de uma assassina letal, nos moldes de “Nikita – Criada Para Matar” (1990), de Luc Besson, mas com uma tendência à violência geralmente associada aos filmes de Quentin Tarantino. A bailarina do título foi criada desde pequena como uma assassina, e parte numa missão de vingança para matar outros assassinos que exterminaram sua família. Warner Bros. e Universal também se interessaram pela história, mas a Lionsgate viu com o roteirista a possibilidade de aproximar sua personagem de John Wick, que vai ganhar um terceiro filme. “Ballerina” é o primeiro roteiro do jovem Shay Hatten adquirido por um grande estúdio. O rapaz tem só 23 anos, mas já vem chamando atenção em Hollywood desde que sua história “Maximum King” (uma comédia de humor sobre os bastidores fictícios das filmagens do trash “Maximum Overdrive” por Stephen King) foi parar na Black List (a lista dos melhores roteiros não filmados). Graças a isso, o jovem, que era estagiário na produtora Team Downey, do ator Robert Downey Jr. (o Homem de Ferro) foi promovido a assistente de roteiro na companhia. Downey, porém, não deve ter ficado muito feliz em saber que seu funcionário usou as horas vagas para criar um roteiro para outra empresa. Basil Iwanyk, responsável pela franquia “John Wick”, assina a produção, que ainda não tem cronograma de filmagem nem previsão de estreia definida.
Terror de temática racial lidera as bilheterias dos EUA com 100% de aprovação da crítica
O terror “Corra!” (Get Out) assustou a concorrência com uma estreia monstruosa nos EUA. Primeiro longa dirigido pelo comediante Jordan Peele (da série “Key and Peele”), faturou US$ 30,5 milhões e se tornou o filme mais visto nos cinemas americanos no fim de semana. A trama, que envolve a visita de um jovem negro (Daniel Kaluuya, de “Sicário”) à casa de campo da família rica de sua namorada branca, causou comoção entre o público e a crítica, conseguindo nota A no CinemaScore e impressionantes 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Corra!”, que ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, é o segundo terror consecutivo da produtora Blumhouse a abrir em 1º lugar, após o impacto de “Fragmentado”, que já faturou US$ 130,8 milhões nos EUA e ainda está no ranking, em 9º lugar. Com isso, “Lego Batman” caiu para a 2ª posição com US$ 19 milhões, seguida por “John Wick: Um Novo Dia Para Matar” com US$ 9 milhões no Top 3. “A Grande Muralha” e “Cinquenta Tons Mais Escuros” completam o Top 5. E três indicados ao Oscar 2017 ainda aparecem no Top 10: “Estrelas Além do Tempo” , “La La Land” e “Lion”. As outras duas estreias amplas, com lançamento em mais de 2 mil salas, não conseguiram boas bilheterias: a animação “Rock Dog” fez R$ 3,7 milhões em 11º lugar e o thriller “Collide”, filmado originalmente em 2015, fez US$ 1,5 milhão em 13º lugar. Estes, claro, já têm distribuição garantida no Brasil e estreiam, respectivamente, em 13 de abril e 18 de maio. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Corra! Fim de semana: US$ 30,5 milhões Total EUA: US$ 30,5 milhões Total Mundo: US$ 30,5 milhões 2. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 19 milhões Total EUA: US$ US$ 133 milhões Total Mundo: US$ 226 milhões 3. John Wick – Um Novo Dia para Matar Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 74,4 milhões Total Mundo: US$ 125,5 milhões 4. A Grande Muralha Fim de semana: US$ 8,7 milhões Total EUA: US$ 34,4 milhões Total Mundo: US$ 300 milhões 5. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: US$ 7,7 milhões Total EUA: US$ 103,6 milhões Total Mundo: US$ 328,3 milhões 6. Te Pego na Saída Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 23,2 milhões Total Mundo: US$ 24,7 milhões 7. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 152,8 milhões Total Mundo: US$ 182,8 milhões 8. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 140,8 milhões Total Mundo: US$ 368,9 milhões 9. Fragmentado Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 130,8 milhões Total Mundo: US$ 221,2 milhões 10. Lion Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 42,8 milhões Total Mundo: US$ 88,7 milhões
John Wick revigora o cinema de ação com um espetáculo de violência e adrenalina
No primeiro filme da franquia, “De Volta ao Jogo” (2014), um filhinho de papai da máfia russa roubou o mustang de John Wick e matou seu cachorro. Não sabia que Wick era um pistoleiro lendário, chamado de Baba Yaga (Bicho Papão) pelos chefões. Mesmo assim, o rapaz mimado ficou com o carro. De troco, o rancoroso Wick (vivido por Keanu Reeves) espalhou uma centena de corpos pela tela. A contagem de cadáveres nesta sequência, intitulada “John Wick – Um Novo Dia para Morrer”, extrapola o primeiro filme umas três vezes. O raivoso John Wick é o fodão da bala chita mesmo. É um bad guy duro de matar. Enfronha-se na multidão, enfrenta os bandidos em tiroteios precisos (nunca acerta um inocente). E atira pra no mínimo aleijar. A direção de Chad Stahelski tem um brilho inflamado e aquele ódio de quem parece estar insatisfeito consigo mesmo. Mas é tudo maravilhosamente feito de forma cinemática. Stahelski deve admirar o cinema de John Woo. Os duelos são coreografados com movimentos vertiginosos, uma torrente de imagens que nos fazem ter uma recepção propriamente física do ritmo do filme, uma composição e uma estruturação propriamente dinâmica do espaço cinematográfico. Seu cinema é cinético, e vai rápido. Mais rápido, às vezes, até do que nossa percepção da história. E cada confronto segue um estilo e se passa num ambiente diferente. Claro, há algo de videogame em cena também. Só que nada é virtual. Stahelski, que antes de diretor era dublê, coloca um exército de stunts a serviço de arremessos, vôos e quedas hiperrealistas. Ainda que Keanu esteja em cena e também Laurence Fishburne, esqueça “Matrix” (1999). Todo mundo sangra, o suor escorre a todo instante e invariavelmente alguém grita de dor. Inclusive o personagem de Keanu que termina com um braço quebrado, uma perna menor que a outra e o rosto coalhado de cortes. Mesmo mancando, John Wick continua atrás do mustang que a máfia russa roubou no filme anterior. Ele recupera o carro, mas não antes de mandar duas dezenas de desafetos para o inferno. Volta para a casa para descansar, e mal sobra tempo para um cochilo. Um representante da Camorra, a máfia italiana, bate na porta e vem cobrar uma dívida antiga. E o protagonista que se achava aposentado, terá que voltar ao crime e cometer mais um assassinato mirabolante em Roma. O senso de humor é sempre ferino. Há um hotel luxuoso e exclusivo para pistoleiros em Roma e a primeira pergunta que o dono do local faz quando vê John Wick é se por acaso ele veio matar o papa. Há um suspense de dois segundos antes de Wick negar, mas é o suficiente para os criminosos, respirarem aliviados. Outra cena muito divertida é a que opõe Keanu Reeves e Laurence Fishburne. Os dois se entreolham e, numa piada particular, o Morfeu de “Matrix” dispara: Há quanto tempo, hein? John Wick procura ser sempre habilidoso nas negociações com as organizações criminosas, mas quando oferecem US$ 7 milhões por sua cabeça, torna-se caçado até pelos próprios amigos. Mas não adianta muito descrever a história. Esse capítulo dois da saga Wick é como um espetáculo de ritmo, movimento, montagem, alterações no plano. Pouco importa o que é contado, o essencial ainda fica na imagem, intransferível. Importa, sim, declarar que, em todas as cenas de ação diante da tela, tamanha é a quantidade de informações que aparecem, tão preciso é o estabelecimento dos espaços, tão meticulosos são os enquadramentos e a duração de cada plano, que os músculos se retesam imperceptivelmente e o coração pulsa com a adrenalina. Se o espectador estava ávido por um filme de ação de categoria, suas preces são atendidas com esse “John Wick”.
John Wick tem estreia matadora em semana repleta de filmes do Oscar 2017
Os lançamentos da semana se dividem claramente entre filmes de shopping center e filmes de Oscar. Mesmo assim, a estreia mais ampla também conquistou excelente avaliação crítica. Com 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “John Wick – Um Novo Dia para Matar” mostra que é possível fazer cinema de ação de qualidade. Com ritmo desenfreado e muita violência, o filme traz Keanu Reeves de volta ao papel do matador profissional John Wick, que ele desempenhou em “De Volta ao Jogo” (2014). O sucesso inesperado daquele longa animou a distribuidora a dobrar o circuito na continuação. A estreia acontece em 358 salas, contra 230 do primeiro filme. A diferença de qualidade para o segundo maior lançamento é abissal. Estrelado por Brad Pitt e Marion Cottilard, o romance de espionagem “Aliados” consegue ser mais brega que “Cinquenta Tons Mais Escuros”, mas a crítica americana foi bondosa, com 61% de aprovação. Fracasso nos EUA, onde já saiu de cartaz, o longa faturou US$ 40 milhões no mercado doméstico, menos da metade de seu orçamento de US$ 85 milhões. A terceira e última estreia comercial é “A Cura”, que marca a volta de Gore Verbinski ao terror, 15 anos após “O Chamado” (2002). E todo seu capricho visual não esconde que se trata de uma trama pouco original, já vista várias vezes antes. Com 41% de aprovação, a história do spa do qual ninguém consegue sair é tão medíocre quanto a parceria anterior do diretor com o roteirista Justin Haythe, “O Cavaleiro Solitário” (2013). A maior estreia do Oscar 2017 é “Lion – Uma Jornada para Casa”, que chega em 100 salas. O filme traz Dev Patel, estrela de “Quem Quer ser um Milionário?” (2008), como um jovem adotado por uma família australiana, após se perder da família biológica na Índia. Anos depois, ele busca pistas para reencontrar sua mãe. Ao todo, o longa recebeu seis indicações, incluindo para os troféus de Melhor Ator Coadjuvante e Atriz Coadjuvante (Patel e Nicole Kidman). Há ainda mais quatro estreias de indicados ao prêmio máximo do cinema. Entretanto, elas chegam em circuito ridículo, eufemisticamente chamado de “circuito de arte”. Para se ter ideia, o maior lançamento, depois de “Lion”, ocupa 13 salas. Ironicamente, é uma animação com potencial para alcançar o grande público, a produção suíça “Minha Vida de Abobrinha”. Outro candidato ao Oscar de Melhor Animação, a produção franco belga “A Tartaruga Vermelha”, impressiona por ocupar apenas quatro salas – uma em São Paulo, uma no Rio, uma em Brasília e uma em Porto Alegre. Indicado ao Oscar de Melhor Documentário, “Eu Não Sou Seu Negro”, sobre a história do racismo nos EUA, estreia em seis capitais, e a comédia sueca “Um Homem Chamado Ove”, que disputa o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, tem lançamento em nove salas. Completa o circuito o drama tcheco “Eu, Olga Hepnarová”, que abriu no ano passado a mostra Panorama do Festival de Berlim, venceu vários prêmios internacionais e foi exibido na Mostra de São Paulo. Estará disponível em quatro salas entre São Paulo, Rio e Salvador. Clique nos títulos dos filmes para assistir aos trailers das estreias da semana.
John Wick ganha mais seis pôsteres com artes deslumbrantes
A Lionsgate divulgou seis novos pôsteres da continuação de “De Volta ao Jogo” (2014), que no Brasil vai se chamar “John Wick: Um Novo Dia para Matar”. As artes registram a volta de Keanu Reeves ao papel do assassino profissional John Wick e são deslumbrantes. Pena que o estúdio não tenha divulgado seus autores, que devem ser artistas conhecidos. Fãs descobriram que Jock, desenhista dos quadrinhos do Arqueiro Verde, assinou um cartaz anterior do filme. “John Wick: Um Novo Dia para Matar” vai marcar o reencontro de Reeves com Laurence Fishburne, 13 anos após o fim da trilogia “Matrix”, onde interpretaram os famosos papéis de Neo e Morpheus. Além deles, o elenco inclui Ruby Rose (“xXx: Reativado”), Peter Stormare (“Anjos da Lei 2”), Common (“Selma”), John Leguizamo (“Conexão Escobar”) e até o veterano Franco Nero (“Django”) como novas ameaças, além de retomar as participações de Ian McShane, Bridget Moynahan, Lance Reddick e Thomas Sadoski, que sobreviveram ao longa original. O roteiro é novamente escrito por Derek Kolstad e a direção está outra vez a cargo do ex-dublê Chad Stahleski, que dirigiu o primeiro em parceria com David Leitch – a dupla acabou se dividindo diante das inúmeras ofertas recebidas após sua impressionante estreia. “John Wick: Um Novo Dia para Matar” estreia na quinta (16/2) no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA. Clique nas artes para ampliá-las.
Keanu Reeves surge estiloso e elogiado pela crítica em novos pôsteres e comerciais de John Wick
A Lionsgate divulgou seis novos pôsteres e nada menos que oito comerciais da continuação de “De Volta ao Jogo” (2014), que no Brasil vai se chamar “John Wick: Um Novo Dia para Matar”. Os vídeos (todos sem legendas) registram a volta de Keanu Reeves ao papel do assassino profissional John Wick, que ao querer se aposentar acaba tendo que matar mais. Alguns já destacam os elogios rasgados da crítica americana, aproveitando que o filme recebeu 95% de aprovação positiva no site Rotten Tomatoes. Outros fazem uma comparação direta entre o estiloso personagem de Reeves e seu rival do próximo fim de semana, sugerindo que só um deles realmente tem “Cinquenta Tons Mais Escuros”. “John Wick: Um Novo Dia para Matar” vai marcar o reencontro de Reeves com Laurence Fishburne, 13 anos após o fim da trilogia “Matrix”, onde interpretaram os famosos papéis de Neo e Morpheus. Além deles, o elenco inclui Ruby Rose (“xXx: Reativado”), Peter Stormare (“Anjos da Lei 2”), Common (“Selma”), John Leguizamo (“Conexão Escobar”) e até o veterano Franco Nero (“Django”) como novas ameaças, além de retomar as participações de Ian McShane, Bridget Moynahan, Lance Reddick e Thomas Sadoski, que sobreviveram ao longa original. O roteiro é novamente escrito por Derek Kolstad e a direção está outra vez a cargo do ex-dublê Chad Stahleski, que dirigiu o primeiro em parceria com David Leitch – a dupla acabou se dividindo diante das inúmeras ofertas recebidas após sua impressionante estreia. “John Wick: Um Novo Dia para Matar” estreia em 12 de fevereiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Keanu Reeves volta a viver John Wick em cena da continuação
A Lionsgate divulgou uma cena da continuação de “De Volta ao Jogo” (2014), que mostra Keanu Reeves de volta ao papel do assassino profissional John Wick. No Brasil, o filme vai se chamar “John Wick: Um Novo Dia para Matar”. A continuação vai marcar o reencontro de Reeves com Laurence Fishburne, 13 anos após o fim da trilogia “Matrix”, onde interpretaram os famosos papéis de Neo e Morpheus. Além deles, o elenco inclui Ruby Rose (“xXx: Reativado”), Peter Stormare (“Anjos da Lei 2”), Common (“Selma”), John Leguizamo (“Conexão Escobar”) e até o veterano Franco Nero (“Django”) como novas ameaças, além de retomar as participações de Ian McShane, Bridget Moynahan, Lance Reddick e Thomas Sadoski, que sobreviveram ao longa original. O roteiro é novamente escrito por Derek Kolstad e a direção está outra vez a cargo do ex-dublê Chad Stahleski, que dirigiu o primeiro em parceria com David Leitch – a dupla acabou se dividindo diante das inúmeras ofertas recebidas após sua impressionante estreia. “John Wick: Um Novo Dia para Matar” estreia em 9 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Keanu Reeves enfrenta assassinos em 15 fotos de John Wick: Um Novo Dia para Matar
A Lionsgate divulgou mais 15 fotos da continuação de “De Volta ao Jogo” (2014), que no Brasil vai se chamar “John Wick: Um Novo Dia para Matar”, evocando “007: Um Novo Dia para Morrer” (2002). As imagens registram a volta de Keanu Reeves ao papel do assassino profissional John Wick, que ao querer se aposentar acaba tendo que matar mais. O filme vai marcar o reencontro de Reeves com Laurence Fishburne, 13 anos após o fim da trilogia “Matrix”, onde interpretaram os famosos papéis de Neo e Morpheus. Além deles, o elenco inclui Ruby Rose (“xXx: Reativado”), Peter Stormare (“Anjos da Lei 2”), Common (“Selma”), John Leguizamo (“Conexão Escobar”) e até o veterano Franco Nero (“Django”) como novas ameaças, além de retomar as participações de Ian McShane, Bridget Moynahan, Lance Reddick e Thomas Sadoski, que sobreviveram ao longa original. O roteiro é novamente escrito por Derek Kolstad e a direção está outra vez a cargo do ex-dublê Chad Stahleski, que dirigiu o primeiro em parceria com David Leitch – a dupla acabou se dividindo diante das inúmeras ofertas recebidas após sua impressionante estreia. “John Wick: Um Novo Dia para Matar” estreia em 9 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Todos querem matar Keanu Reeves em novo comercial de John Wick 2
A Lionsgate divulgou um comercial (sem legendas) da continuação de “De Volta ao Jogo” (2014), que no Brasil vai se chamar “John Wick: Um Novo Dia para Matar”. Repleta de tiroteios, a prévia revela que todos querem matar o protagonista, mas, como ele mesmo diz em cena: “Venha quem vier, eu mato todos”. O filme vai marcar o reencontro de Reeves com Laurence Fishburne, 13 anos após o fim da trilogia “Matrix”, onde interpretaram os famosos papéis de Neo e Morpheus. Além deles, o elenco inclui Ruby Rose (“xXx: Reativado”), Peter Stormare (“Anjos da Lei 2”), Common (“Selma”) e John Leguizamo (“Conexão Escobar”) como novas ameaças, além de retomar as participações de Ian McShane, Bridget Moynahan, Lance Reddick e Thomas Sadoski, que sobreviveram ao longa original. O roteiro é novamente escrito por Derek Kolstad e a direção está outra vez a cargo do ex-dublê Chad Stahleski, que dirigiu o primeiro em parceria com David Leitch – a dupla acabou se dividindo diante das inúmeras ofertas recebidas após sua impressionante estreia. “John Wick: Um Novo Dia para Matar” estreia em 16 de fevereiro no Brasil, uma semana depois do lançamento nos EUA.









