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    Oscar 2019 não teve ter apresentador oficial

    9 de janeiro de 2019 /

    Após a decisão de Kevin Hart (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) de desistir de apresentar o Oscar 2019, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas deve realizar a cerimônia sem um anfitrião oficial. De acordo com algumas pessoas ouvidas pela revista Variety, os produtores do evento planejam trocar a figura do apresentador fixo por uma lista de astros e estrelas para introduzir os segmentos pré-gravados, performances musicais e premiações da noite. O Oscar já foi realizado sem apresentador oficial anteriormente. E mais de uma vez: nos anos de 1939, 1969, 1970, 1971 e 1989. Vale considerar que o formato com apresentador já tinha se tornado maleável, ao também contar com a participação de atores convidados para anunciar cada categoria. Na prática, a eliminação de um anfitrião agilizaria o evento. A opção por contar com diversas estrelas já rendeu saia justa. A Academia avisou a seus membros que quem decidisse apresentar o Globo de Ouro ficaria fora da cerimônia do Oscar. As únicas exceções aceitas seriam a integrantes de filmes concorrentes ao prêmio da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood. A falta de um apresentador pode também ajudar a promover uma das mudanças previstas para a cerimônia deste ano, que revelará alguns premiados de categorias menos empolgantes durante os intervalos comerciais do evento televisionado. O objetivo é diminuir a duração da premiação e se concentrar em seus nomes mais conhecidos. A cerimônia do ano passado foi a menos vista da história, vista por 26,5 milhões de telespectadores nos Estados Unidos.

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    Cerimônia do Oscar 2019 pode ficar sem apresentador

    11 de dezembro de 2018 /

    Após Kevin Hart desistir de apresentar a próxima edição do Oscar, a cerimônia de 2019 pode acontecer sem um apresentador oficial. Segundo a revista Variety, a alternativa estaria sendo analisada pelos produtores do evento, após o comediante ser pressionado nas redes sociais a abandonar o posto, em meio a uma polêmica envolvendo o resgate de antigos tuítes homofóbicos. Caso a ideia seja aprovada, vários atores se revezariam no comando do prêmio, sem que um deles se destaque mais. O formato anterior já tinha se tornado maleável, pois conta com a participação de atores convidados que anunciam cada categoria. O Oscar já foi realizado sem apresentador oficial anteriormente. E mais de uma vez, nos anos de 1939, 1969, 1970, 1971 e 1989. Observando as datas, é possível até dizer que a falta de apresentador no Oscar é uma tradição em anos terminados em 9. Seria, justamente, o caso de 2019. Nas últimas duas edições, a cerimônia foi comandada pelo apresentador Jimmy Kimmel, registrando, em 2018, seu recorde negativo de audiência, assistido por 26,5 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. A 91ª cerimônia do Oscar está marcada para o dia 24 de fevereiro e será exibida no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Sacha Baron Cohen volta a viver Borat para zoar eleitores de Trump na TV americana

    7 de novembro de 2018 /

    Sacha Baron Cohen retomou seu personagem Borat para zoar os eleitores de Trump, numa gravação ao estilo do filme de 2006, exibida no programa “Jimmy Kimmel Live!” na noite de terça-feira (6/11). Ele voltou ao famoso bigode e guarda-roupa beje do repórter do Cazaquistão para apoiar o partido do presidente Trump em locais de votação marcados por eleitores conservadores, no dia em que aconteceram eleições nos Estados Unidos. Veja abaixo. Em sua primeira visita a um eleitor de Trump, uma mulher atendeu a porta, o que levou Borat a perguntar sobre o “homem da casa”. Quando a mulher respondeu que só ela estava em casa, ele quis saber: “Há alguém nesta casa que possa votar?” Quando ela disse que podia, ele respondeu: “Não é contra a lei? Hm”. No decorrer da conversa, a mulher provou ser uma defensora da polêmica política de “tolerância zero” da Trump, que separava as crianças que haviam entrado ilegalmente nos EUA de seus pais. “É como um acampamento”, disse ela a Borat. “Trump os alimenta três vezes ao dia como ele faz com seus próprios filhos”. Ela chamou Trump de “humanitário”. Em outra parada, um defensor de Trump corrigiu a forma como Borat chamava Trump de “Premier”. “Bem, é o presidente Trump”, disse ele. Borat pressionou o homem sobre se considerava Trump racista, mas o homem afirmou que ele não era. “Eu sou racista e ele é bonzinho”, disse Cohen. No final, ele pediu para usar o banheiro do homem e reapareceu vestindo apenas uma toalha e escovando os dentes. Borat subseqüentemente foi a área de votação. “É bom ver a democracia em ação. Só que não”, afirmou. Citando pesquisas de que a maioria dos judeus americanos votam em democratas, ele colocou bacon nas calçadas e tentou impedir um judeu ortodoxo. “Você não passará”. O homem não lhe deu atenção. Ele também perguntou a um homem perto do local de votação se ele votou “republicano ou judeu” e, em seguida, fez uma pergunta sobre os órgãos genitais de Melania Trump que o homem se recusou a responder. Borat terminou sua aparição, chamando o programa de Kimmel. “Agora, é com você, Jimmy, seu pequeno elitista, porta-voz judeu globalista de Hollywood”. Desde o fenômeno de popularidade do filme de Borat, baseado no personagem criado por Cohen no programa britânico de TV “The Ali G Show”, ele só tinha revivido o personagem uma única vez, e também foi em “Jimmy Kimmel Live!”, em 2015. Neste ano, ele voltou a chamar atenção com seus personagens inusitados no programa “Who Is America?”, em que levou políticos de direita a passarem verdadeiros ridículos, em pegadinhas que entraram para a história da televisão americana.

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    Warren Beatty e Faye Dunaway voltarão a apresentar o vencedor do Oscar

    2 de março de 2018 /

    Os atores Warren Beatty e Faye Dunaway vão voltar a apresentar o Oscar. A dupla veterana foi quem anunciou o vencedor errado no ano passado, após receberem o envelope com o resultado de Melhor Atriz, em vez de Melhor Filme. Vendo que Beatty não estava entendendo o resultado, Dunaway anunciou “La La Land” como vencedor, quando na verdade o filme premiado tinha sido “Moonlight”, criando uma enorme confusão no palco da cerimônia. A escalação é uma forma de a Academia demonstrar apoio à dupla, após lhes pedir desculpas formais. Beatty, inclusive, andou participando de um comercial do Oscar 2018, em que o apresentador Jimmy Kimmel confessava ter pesadelos com o que aconteceu. Pelo visto, não lhe falta espírito esportivo. Beatty e Dunaway voltarão a presentar justamente o prêmio principal. Mas esta informação não é da Academia, e sim de fontes ouvidas pelo site TMZ, que teriam assistido aos ensaios da cerimônia. Entre as frases ensaiadas estariam: “Apresentar é melhor na segunda vez” e “O vencedor é… ‘E o Vento Levou'”. Vale lembrar que os roteiristas ainda estão trabalhando nos textos do Oscar 2018, que acontece no domingo (4/3), com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Música indicada ao Oscar 2018 vira hino não oficial de protestos nos Estados Unidos

    23 de fevereiro de 2018 /

    “Stand Up For Something”, composta por Diane Warren e o rapper Common para o filme “Marshall”, e indicada ao Oscar 2018 na categoria de Melhor Canção Original, virou o hino não oficial de diversas manifestações dos últimos meses nos Estados Unidos, e atingiu unanimidade de escolha em eventos contra a violência armada que tomaram conta do país desde 14 de fevereiro, dia em que 17 estudantes foram assassinados numa escola de Ensino Médio da Flórida. A canção, que traz uma mensagem sobre a importância de se defender o que se acredita, tem sido ouvida em vários eventos uma de suas frases, “Você não pode simplesmente falar a conversa, você tem que caminhar a caminhada”, foi adotada como slogan por diversas organizações. Entre as coberturas, eventos e manifestações em que a música ressoou incluem-se CNN Heroes, NAACP Image Awards (premiação de artistas negros), a Gala da Declaração de Direitos da ACLU, a Marcha das Mulheres, e até no programa “Jimmy Kimmel Live”, quando foi dedicada para a defesa dos direitos dos imigrantes. A música será apresentada durante a cerimônia de premiação do Oscar 2018, com interpretação de Common e da cantora Andra Day, que a entoa no filme. Apesar de toda essa repercussão, o filme “Marshall” foi ignorado pelas distribuidoras brasileiras. Assim como outra produção estrelada por ator atro indicada ao Oscar (“Roman J. Israel, Esq.”), não tem previsão de lançamento no Brasil – coincidência? Além do intérprete principal, o diretor também é negro e a trama aborda um caso jurídico real da juventude do primeiro juiz negro da Suprema Corte dos Estados Unidos, quando atuava em defesa de negros acusados de crimes que não cometeram. Vale apontar que o ator principal, Chadwick Boseman, é o mesmo de “Pantera Negra”. Veja abaixo o clipe oficial de “Stand Up For Something”, bastante despojado, com cenas do filme, e a performance de Andra Day, Common e Diana Warren (nos teclados) durante a apresentação na noite de quinte (22/2) no programa de Jimmy Kimmel, o apresentador do Oscar 2018.

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    Jimmy Kimmel tem pesadelos com erro do Oscar passado em comercial do Oscar 2018

    23 de janeiro de 2018 /

    A rede ABC divulgou um novo e divertido comercial do Oscar 2018, em que o apresentador da cerimônia, Jimmy Kimmel, confessa ter pesadelos com o erro cometido na premiação do ano passado, quando o nome errado (“La La Land”) foi anunciado como vencedor da estatueta de Melhor Filme, em vez de “Moonlight”. A gafe entrou para a história da Academia. O vídeo mostra como o erro assombra Kimmel em seu cotidiano, e ao final revela que o desabafo é feito ao ator Warren Beatty, responsável pela leitura equivocada – junto com Faye Dunaway. Kimmel volta a apresentar o Oscar no dia 4 de março, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT. Confira aqui a lista completa dos indicados ao prêmio.

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    Oscar 2018 ganha pôster oficial com Jimmy Kimmel: “O que poderia dar errado?”

    8 de janeiro de 2018 /

    A rede ABC divulgou o pôster da transmissão oficial do Oscar 2018, com várias fotos do apresentador Jimmy Kimmel com a estatueta e sob uma frase emblemática: “O que possivelmente poderia dar errado?”. Trata-se, claro, de uma referência à confusão do ano passado. Será o segundo ano consecutivo de Kimmel como anfitrião da maior festa de premiação de Hollywood. Ele recebeu elogios por sua estreia no ano passado, e conseguiu sobreviver ao maior desastre da história da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, quando “La La Land” foi anunciado por engano como Melhor Filme, em vez do vencedor real “Moonlight”. A 90ª edição do prêmio mais importante da indústria americana de cinema acontecerá em 4 de março e será transmitida para 225 países, incluindo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Jimmy Kimmel ganha um jet pack em comercial do Oscar 2018

    22 de dezembro de 2017 /

    Tudo o que Jimmy Kimmel quer para o Natal é que todos o vejam apresentar o 90º prêmio anual da Academia – e um jet pack. E no novo comercial do Oscar 2018, produzido pela rede americana ABC, ele consegue pelo menos um desses presentes. Será o segundo ano consecutivo de Kimmel como anfitrião da maior festa de premiação de Hollywood. Ele recebeu elogios por sua estreia no ano passado, e conseguiu sobreviver até ao maior desastre da história do Oscar, quando “La La Land” foi anunciado por engano como Melhor Filme, em vez do vencedor real “Moonlight”. Em 2018, se o problema acontecer de novo, ele já tem um jet pack para sumir de cena. A 90ª edição do prêmio mais importante da indústria americana de cinema acontecerá em 4 de março e será transmitida para 225 países, incluindo para o Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Primeiro comercial do Oscar 2018 destaca gafe da premiação de 2017

    4 de dezembro de 2017 /

    A rede ABC divulgou o primeiro comercial da cerimônia de premiação do Oscar 2018, que será exibida em março. A prévia destaca cenas de blockbusters que só têm chances de indicações nas categorias técnicas e a inacreditável trapalhada da entrega do troféu em 2017, quando o vencedor errado foi anunciado. Além disso, reforça que Jimmy Kimmel terá nova chance como apresentador. Interessante observar como o comercial tenta induzir o público a acreditar que a disputa dos melhores do ano se dará entre filmes de grande visibilidade, quando, ao contrário, os favoritos são produções independentes pouco vistas – com a notável exceção do terror “Corra!”. As indicações para a premiação da 90ª edição do Oscar serão anunciadas em 23 de janeiro e a entrega das estatuetas acontecerá em 4 de março em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Video mostra Kit Harington vestido como Daenerys em “teste” de Game of Thrones

    11 de julho de 2017 /

    Jimmy Kimmel aproveitou a proximidade da estreia da 7ª temporada de “Game of Thrones” para fazer uma brincadeira, apresentando “pela primeira vez” um vídeo dos testes de Kit Harington para a produção. O vídeo “exclusivo” do programa “Jimmy Kimmel Live” revela que o ator inglês se candidatou a outros papéis antes de ser contratado para viver Jon Snow. Ele também tentou ser Cersei, Tyrion, Daenerys, Hodor e até Harry Potter em “Game of Thrones”. Ao final, o apresentador elogiou a versatilidade do astro. Confira abaixo. A 7ª temporada de “Game of Thrones” estreia no domingo (16/7) na HBO.

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    Jimmy Kimmel voltará a apresentar o Oscar em 2018

    16 de maio de 2017 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta terça-feira (16/5) que o apresentador Jimmy Kimmel voltará a apresentar a cerimônia do Oscar em 2018. Será a segunda vez seguida em que o comediante comandará a premiação, apesar de ter dito, brincando, após a confusão do Oscar 2017, que nunca mais seria convidado novamente. A 90ª edição do Oscar também ganhou data. Ela vai acontecer no dia 4 de março de 2018. Um dos principais apresentadores de talk shows da televisão dos EUA, ele está à frente do “Jimmy Kimmel Live!” desde 2003. Além de apresentar o Oscar no ano passado, Kimmel também já esteve à frente de duas edições do Emmy, em 2012 e em 2016.

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    O Poderoso Chefinho brinca com personagens de A Bela e a Fera em novo trailer animado

    22 de março de 2017 /

    A DreamWorks Animation divulgou o terceiro trailer da animação “O Poderoso Chefinho”, sem legendas e com as vozes originais em inglês. Além de aprofundar a mudança de tom vista no material mais recente, a prévia faz alusão à “A Bela e a Fera”, com uma introdução inédita em que o bebê do título brinca com um candelabro e um relógio falantes. O vídeo confirma que a produção se afastou definitivamente da história original, adaptada do livro infantil de Marla Frazee, e que tinha sido vislumbrada nos primeiros trailers, em que o bebê da trama se revelava um pequeno tirano. Pois o filme não é nada disso. O bebê, que parecia mafioso, na verdade é um agente secreto. E ele não quer dominar a família. Em vez disso, está numa missão secreta para descobrir porque cachorrinhos estão ganhando mais atenção que os bebês. Mudou tudo. Na versão original, as vozes são de Alec Baldwin (“Blue Jasmin”) como o bebê, Lisa Kudrow (série “Friends”) como a mãe e Jimmy Kimmel (do programa “Jimmy Kimmel Live!”) como o pai. O roteiro é de Michael McCullers (“Austin Powers”), a direção de Tom McGrath (“Madagascar”) e a estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia após o lançamento nos EUA.

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    Comerciais dublados mudam completamente a premissa da animação O Poderoso Chefinho

    22 de março de 2017 /

    A Fox divulgou três comerciais dublados da nova animação “O Poderoso Chefinho”, que mudam completamente a premissa até então apresentada. A produção da DreamWorks Animation trazia em seu marketing inicial uma história bem próxima do livro infantil de Marla Frazee, em que se baseia, partindo da ideia comum entre pais de recém-nascidos de que bebês podem ser verdadeiros tiranos e dominar as atenções de uma família. Nos primeiros trailers, o bebê da trama se revelava, assim como no livro, um aspirante a mafioso, que usa terno, estala dedos, dá ordens e atira dinheiro sobre o irmão mais velho. Por sinal, o irmão era o único que achava isso esquisito, enquanto os pais ficavam simplesmente gugu dada pelo pequenino mandão. Pois é. Os novos comerciais mostram que o filme não é nada disso. O bebê mafioso, na verdade, é um agente secreto. E ele não quer dominar a família. Em vez disso, está numa missão secreta para descobrir porque cachorrinhos estão ganhando mais atenção que os bebês. E o irmão mais velho vira seu aliado. Mudou tudo. O que aconteceu? Será que esta sempre foi a premissa ou ocorreu uma adaptação de última hora, após testes de público terem rejeitado o bebê mafioso? Estranho. Enfim, na versão original as vozes são de Alec Baldwin (“Blue Jasmin”) como o bebê, Lisa Kudrow (série “Friends”) como a mãe e Jimmy Kimmel (do programa “Jimmy Kimmel Live!”) como o pai. O roteiro é de Michael McCullers (“Austin Powers”), a direção de Tom McGrath (“Madagascar”) e a estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia após o lançamento nos EUA.

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