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  • Série

    Clássico noir Chinatown vai virar série da Netflix

    18 de novembro de 2019 /

    A Netflix vai produzir uma série baseada no clássico noir “Chinatown” (1974). O projeto está sendo desenvolvido pelo roteirista do filme original, Robert Towne, que venceu o Oscar por seu trabalho, em parceria com o cineasta David Fincher, que já produz a elogiada série “Mindhunter” para a plataforma. Assim como no clássico dirigido por Roman Polanski, a trama vai se passar na Los Angeles dos anos 1930 e acompanhar o ponto de vista de Jake Gittes, o detetive particular interpretado por Jack Nicholson no cinema. Mas a série vai contar casos diferentes daquele explorado no filme. O personagem, por sinal, já apareceu em outra produção, “A Chave do Enigma” (1990), continuação oficial de “Chinatown” que também foi escrita por Towne e estrelada por Nicholson. Ainda não há previsão de estreia para a série.

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  • Música,  Série

    Peter Tork (1942 – 2019)

    21 de fevereiro de 2019 /

    O músico e ator Peter Tork, que ficou conhecido como integrante da banda The Monkees, morreu nesta quinta (21/2), aos 77 anos. Baixista e vocalista dos Monkees, Tork foi diagnosticado em 2009 com um carcinoma que afetou sua língua, mas não há informações se este mal teve relação com a morte. Banda criada especificamente para estrelar uma série de televisão, os Monkees chegaram a rivalizar com os Beatles e os Rolling Stones no final dos anos 1960. A formação artificial aconteceu por meio de testes realizados com centenas de jovens, pelo produtor Bob Rafelson e seu sócio Bert Schneider (futuro produtor de “Easy Rider”), que queriam lançar um programa inspirado nos filmes dos Beatles “Os Reis do Iê-Iê-Iê” (A Hard Day’s Night, 1964) e “Help!” (1965). Os jovens escolhidos foram Peter Tork, Davy Jones, Mike Nesmith e Micky Dolenz, graças à boa aparência, afinação e capacidade de tocar instrumentos. Tork foi o último escolhido. Ele vinha tocando na cena folk de Greenwich Village e soube dos testes por meio de Stephen Stills (de Crosby, Stills, Nash & Young), que Rafelson e Schneider já tinham rejeitado no programa. Lançada em 1966, a série acompanhava uma banda fictícia que, quando não estava nos palcos, se metia em aventuras completamente nonsense. O sucesso foi instantâneo – de público, não de crítica. Músicos e críticos de rock ridicularizaram o fenômeno, acusando os atores de serem mímicos, fingindo que tocavam na série, já que os instrumentos eram gravados por profissionais. Ainda assim, músicas como “I’m a Believer” e “Daydream Believer” alcançaram o topo das paradas. A própria banda reagiu mal ao ver seu primeiro álbum estourar nas paradas de sucesso. Os quatro ficaram furiosos por a série ter cruzado uma fronteira perigosa, já que eles foram contratados como atores e o disco com a trilha sonora tinha saído como se fossem uma banda real, sem créditos para quem realmente tocou. A partir daí, decidiram assumir o controle dos rumos do programa, o que gerou uma crise, com demissão do supervisor musical – Don Kirshner, que depois estouraria as músicas da série animada “Os Archies”. Os Monkees decidiram tocar todas as músicas dali para frente. E, para deixar bem claro, o último episódio da 1ª temporada foi “The Monkees on Tour”, com imagens gravadas em shows da banda, mostrando que eles eram músicos de verdade. A série durou dois anos e conquistou dois Emmys (Melhor Série de Comédia e de Direção). Mas o mais interessante é que seu cancelamento apenas fortaleceu a carreira musical verdadeira da banda. Isto é, os artistas se uniram após o final da produção televisiva, transformando de vez a banda fictícia num atração do mundo real, graças à disposição em fazer mais shows e lançar mais discos. Com o fim da série, eles também passaram a compor seu próprio repertório – que até então era criado por compositores contratados. E o resultado surpreendeu até quem minimizava seus talentos. Os discos “Headquarters” (1967) e “Pisces, Aquarius, Capricorn & Jones” (1968) foram considerados os melhores da carreira da banda. E “Headquarters” ainda conseguiu uma façanha, ao atingir o 1º lugar da parada de sucessos sem render singles. Nesta época, eles também chegaram a ter seu próprio longa-metragem, “Os Monkees Estão Soltos” (Head, de 1968), co-escrito pelo ator Jack Nicholson e dirigido por Rafelson, em sua estreia como cineasta – depois, faria clássicos como “Cada um Vive como Quer” (1970) e “O Destino Bate à sua Porta” (1981). O filme virou cult e a rede NBC ainda produziu um telefilme da banda em 1969, “33⅓ Revolutions Per Monkee”. Mas a falta de hits, motivada pela necessidade de provar seus próprios talentos, acabou criando atrito entre os integrantes. Desentendimentos forçaram a saída de Tork em 1968 e, um ano depois, o guitarrista Michael Nesmith também largou o grupo. The Monkees foi dissolvido oficialmente no início dos anos 1970, mas voltou à moda no final dos anos 1980, com o surgimento da MTV, que reprisou a série e despertou interesse sobre a banda entre uma nova geração. Pouco a pouco, os músicos ensaiaram um reencontro, até que, nos anos 1990, voltaram a se reunir, resultando no especial para TV “Hey, Hey, É o Monkees” (Hey, Hey, It’s the Monkees, 1997). Houve um novo encontro em 2001 e outro em 2011. Eles tinham muitos fãs famosos, inclusive entre roqueiros inesperados, como John Lennon, que os chamava de “os irmãos Marx do rock”, Frank Zappa, que participou de seu longa-metragem, e até Sid Vicious, que tocou uma música da banda nos pouco shows que realizou após sair dos Sex Pistols. Tork se manteve ativo na música, acompanhando outros artistas e também à frente de sua própria banda. E desde os anos 1990 tinha voltado a aparecer na TV, em breves participações nas séries “O Mundo É dos Jovens” (Boy Meets World), “O Rei do Queens” (The King of Queens) e “Sétimo Céu” (7th Heaven). Ele foi o segundo integrante da banda a morrer. O cantor Davy Jones faleceu aos 66 anos em 2012, após um ataque cardíaco.

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  • Etc

    Kathleen Turner revela que foi alvo de aposta sexual de três grandes atores de Hollywood

    9 de agosto de 2018 /

    A atriz Kathleen Turner deu uma entrevista ao site Vulture em que lembrou seus dias de sex symbol nos anos 1980. Ela contou que a popularidade também lhe rendeu assédio de grandes atores de Hollywood. Segundo a atriz, ela virou “alvo sexual” de Michael Douglas, Jack Nicholson e Warren Beatty, que teriam feito uma aposta que premiaria quem transasse primeiro com ela. “Você tem que lembrar que meu primeiro grande papel foi ‘Corpos Ardentes’ (1981) e depois disso eu virei um alvo sexual”, disse a atriz. “Eu descobri depois, através de Michael Douglas, que havia uma competição entre ele, Jack Nicholson e Warren Beatty para ver quem me levaria para a cama primeiro. Nenhum deles conseguiu, afinal. Não gostei de ser vista como um troféu”. A atriz lembrou algumas circunstâncias dessa competição. “Quando Jack e eu estávamos filmando ‘A Honra do Poderoso Prizzi’ (1985), o elenco foi para a sua casa. E Jack disse, sabendo do interesse de Warren em mim, ‘Por que você não liga para Warren e diz que eu não tenho saca-rolhas? Você verá o quão rápido ele chega aqui'”, relembrou. “Havia uma suposição de que as mulheres eram propriedades a serem reivindicadas”. Kathleen ainda lembrou quando foi um jantar e sentou numa cadeira vazia ao lado de Jack Nicholson. “Sentei e me diverti muito. Depois de um tempo, porque eu tinha que filmar no dia seguinte, disse que tinha que sair e dirigi de volta para o [hotel] Château Marmont. Eu chego lá e o telefone toca. Era Jack. ‘Como você pôde fazer isso comigo? Você era minha acompanhante e foi embora'”, teria dito o ator a ela. “E eu disse: ‘Eu era sua acompanhante? Ninguém me informou’. Situações como essa foram o motivo de eu nunca querer morar em Los Angeles. Toda vez que vou para lá, me sinto insegura”, afirmou a atriz.

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  • Filme

    Rebecca Ferguson negocia estrelar a continuação de O Iluminado

    29 de junho de 2018 /

    A atriz sueca Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Secreta”) negocia se juntar ao escocês Ewan McGregor (“Trainspotting”) na adaptação de “Doutor Sono” (“Doctor Sleep”, em inglês), que continua a trama do clássico “O Iluminado” no cinema. O papel de Ferguson não foi revelado, mas muito provavelmente se trata da vilã Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat), líder de uma seita psíquica chamada Verdadeiro Nó (True Knot), que enfrenta na trama o personagem de McGregor. Ele interpreta a versão adulta de Danny Torrance, que no clássico de terror de 1980 era apenas um menino. Stephen King escreveu “Doutor Sono” como sequência oficial do livro original e a obra venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. A trama acompanha Danny Torrence, que cresceu traumatizado após seu pai (Jack Nicholson no cinema) enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz continua enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, para a Netflix. Ele também reescreveu o roteiro originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King) A produção é da Warner Bros., estúdio que levou às telas a mais bem-sucedida adaptação de um livro do escritor, “It: A Coisa”, que faturou US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais. A previsão de estreia é para 2020.

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  • Filme

    Ewan McGregor vai estrelar continuação de O Iluminado

    13 de junho de 2018 /

    O ator Ewan McGregor (“Trainspotting”) vai estrelar “Doutor Sono” (“Doctor Sleep”, em inglês), a continuação de “O Iluminado” no cinema. Ele viverá a versão adulta de Danny Torrance, que no clássico de terror de 1980 era apenas um menino. A produção vai adaptar a obra homônima de Stephen King, publicada como sequência oficial do livro original e que venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. A trama acompanha Danny Torrence, que cresceu traumatizado após seu pai (Jack Nicholson no cinema) enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz continua enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, para a Netflix. Ele também reescreveu o roteiro originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King) A produção é da Warner Bros., responsável pela mais bem-sucedida adaptação de um livro do escritor, “It: A Coisa”, que faturou US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais. A previsão de estreia é para 2020.

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    Milos Forman (1932 – 2018)

    14 de abril de 2018 /

    O cineasta Milos Forman, vencedor de dois Oscars de Melhor Direção, morreu nesta sexta em Hartford, no estado americano de Connecticut, aos 86 anos. “Morreu em paz, rodeado por sua família e seus amigos íntimos”, disse a viúva do diretor às agências de notícia. A causa da morte, definida como uma “breve doença”, não foi divulgada. Famoso por clássicos do cinema americano, Forman era tcheco. Nasceu em 18 de fevereiro de 1932, na cidade de Caslav, perto de Praga, e perdeu seus pais nos campos de concentração nazistas durante a 2ª Guerra Mundial, vítimas do Holocausto. Sua carreira como cineasta começou nos anos 1960, em meio à nova onda cinematográfica que desafiava o regime comunista da então Tchecoslováquia. Nesse período, rodou longas como “Os Amores de uma Loira” (1965), drama feminista estrelado por sua bela ex-cunhada Hana Brejchová, e “O Baile dos Bombeiros” (1967), no qual denunciou a burocracia da sociedade comunista. Esta fase de inovação no cinema da Tchecoslováquia durou até 1968, quando a repressão soviética esmagou com tanques a Primavera de Praga. Forman se exilou nos Estados Unidos, onde deu continuidade a sua carreira com “Procura Insaciável” (1971), uma comédia sobre pais que procuram a filha que fugiu de casa, premiada no Festival de Cannes. Em 1975, veio o reconhecimento da Academia com “Um Estranho no Ninho”, filme em que Jack Nicholson se vê preso num hospício. A denúncia dos abusos do tratamento psiquiátrico conquistou cinco prêmios no Oscar: Melhor Filme, Ator (Nicholson), Atriz (Louise Fletcher), Roteiro Adaptado e, claro, Diretor. Seus filmes seguintes foram o musical “Hair” (1979), adaptação do espetáculo homônimo da Broadway e marco da contracultura hippie, e o drama “Na Época do Ragtime” (1981), que lidava com racismo na era do jazz. Mas foi por outro tipo de música que Forman voltou a conquistar um Oscar. A Academia ficou novamente a seus pés com “Amadeus” (1984), sobre a rivalidade intensa entre o jovem prodígio da música erudita Wolfgang Amadeus Mozart e o compositor italiano Antonio Salieri. As filmagens aconteceram em Praga, marcando seu primeiro retorno a seu país natal desde 1968. Além do Oscar de Direção, o longa venceu mais sete categorias, incluindo Melhor Filme. Ele deu muito azar em seu projeto seguinte, “Valmont – Uma História de Seduções” (1989), por ter sido precedido por “Ligações Perigosas” (1988), adaptação da mesma obra de Choderlos de Laclos. Mas sacudiu a poeira com “O Povo contra Larry Flint”, cinebiografia do editor da revista masculina Hustler, que defendia o direito à liberdade de expressão – o tema mais importante de sua filmografia. O longa lhe rendeu sua última indicação ao Oscar, em 1997, além de um Globo de Ouro. Forman completou sua filmografia americana com mais duas cinebiografias: “O Mundo de Andy” (1999), com Jim Carrey como o comediante Andy Kauffman, que lhe rendeu o Leão de Prata no Festival de Berlim, e “Sombras de Goya” (2006), com Stellan Skarsgård no papel do pintor Francisco de Goya, retratado em meio aos horrores da inquisição espanhola. Após estes trabalhos, ele voltou a Praga, finalmente livre do comunismo, e retomou contato com as referências culturais de sua juventude. Forman retomou literalmente suas raízes, decidindo filmar uma comédia musical tcheca de 1965, que ele próprio já havia adaptado para a TV do país em 1966, agora na companhia dos filhos, como a compartilhar sua história de vida. O resultado, “Dobre Placená Procházka” (2009), foi seu último filme.

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    Diretor de Ouija: Origem do Mal vai filmar continuação de O Iluminado

    27 de janeiro de 2018 /

    A Warner Bros. contratou Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”) para dirigir “Doutor Sono” (Doctor Sleep), continuação do clássico “O Iluminado”. Será a segunda adaptação de King consecutiva na carreira do diretor, que filmou “Jogo Perigoso” neste ano para a Netflix. Segundo o site Deadline, além de dirigir, Flanagan também vai dar um novo tratamento para o roteiro. O que é importante, pois a Warner encomendou o texto para Akiva Goldsman, o mais superestimado roteirista de Hollywood, responsável por destruir outra adaptação de King, “A Torre Negra”. “Doutor Sono” se passa muitos anos depois dos acontecimentos de “O Iluminado” e acompanha Danny Torrance, o menino cujo pai (Jack Nicholson no cinema) enlouqueceu e tentou matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz se tornou traumatizado, mas continua desenvolvendo seus poderes psíquicos, até que entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. O livro venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. Considerado um dos maiores clássicos do cinema de terror, “O Iluminado” foi dirigido por Stanley Kubrick em 1980 e é citado até hoje como referência no gênero. Um detalhe curioso é que King acha o filme ruim e uma das piores adaptações de seus livros. Um dos maiores sucessos da Warner no ano passado foi outra adaptação de King, “It – A Coisa”, que arrecadou mais de US$ 700 milhões ao redor do mundo.

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    Criadora de Girls negocia escrever o remake de Toni Erdmann

    27 de junho de 2017 /

    A Paramount estaria negociando com Lena Dunham, criadora da série “Girls”, para escrever o roteiro do remake de “Toni Erdmann”, comédia premiada da cineasta alemã Mare Ade. Segundo o site Deadline, a negociação se encontra em estágios iniciais e Dunham trabalharia com Jenni Konner, produtora-roteirista de “Girls”. A versão americana deve ser estrelada por Jack Nicholson (“Melhor É Impossível”) no papel vivido pelo austríaco Peter Simonischek, como o pai de uma executiva bem-sucedida, que chega inesperadamente para uma visita questionando se ela era feliz. A atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) está cotada para viver a filha, interpretada no original pela alemã Sandra Hüller. A refilmagem terá produção da companhia Gary Sanchez Productions, comandada por Adam McKay (diretor e roteirista vencedor do Oscar 2016 por “A Grande Aposta”) e o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). “Toni Erdmann” teve sua première mundial no Festival de Cannes 2016 e, apesar de ser ignorado pelo juri presidido por George Miller (“Mad Max: Estrada da Fúria”), venceu o Prêmio da Crítica e não parou mais de acumular conquistas, entre elas cinco troféus da Academia Europeia de Cinema, inclusive Melhor Filme Europeu do ano. O longa também foi indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira.

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  • Filme

    Bill Murray era primeira opção do remake de Toni Erdmann que será estrelado por Jack Nicholson

    15 de fevereiro de 2017 /

    A volta de Jack Nicholson ao cinema, após sete anos sem filmar, não foi comemorada por Bill Murray. Em entrevista ao canal de notícias CNBC, o ator revelou que foi trocado pelo astro de “O Iluminado” no remake de “Toni Erdmann”. “Kristen Wiig, a quem considero maravilhosa, me mandou algo dizendo: ‘você daria uma olhada nisso?’ E eu não sou muito organizado, por um tempo eu perdi, depois encontrei, mas eu não dediquei um tempo a assistir a essa coisa que ela queria que eu assistisse. E então ela disse: ‘bem, Jack Nicholson assumiu o papel’”, contou Murray, sobre a filmagem americana do longa alemão. Indicado ao Oscar 2017 de Melhor Filme de Língua Estrangeira,“Toni Erdmann”conta a história do piadista Winfried Conradi, que quase não vê sua filha Ines, que trabalha em Bucareste. Até que decide ir à Romênia sem avisar e descobre que ela se dedica demais ao trabalho. Decidido a fazê-la compreender que está desperdiçando a vida, ele passa a incorporar um personagem chamado Toni Erdmann e a realizar uma sucessão de pegadinhas. O remake será realizado pela Paramount Pictures com produção do cineasta Adam McKay (vencedor do Oscar 2016 de Melhor Roteiro por “A Grande Aposta”) e seus sócios, o comediante Will Ferrell e a produtora Jessica Elbaum, junto com diretora do longa original, Maren Ade.

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    Oprah Winfrey pode estrelar remake de Laços de Ternura

    11 de fevereiro de 2017 /

    O cineasta Lee Daniels pode retomar sua parceria com a apresentadora Oprah Winfrey num remake de “Laços de Ternura”, segundo o site The Wrap. Oprah seria uma das estrelas do projeto, interpretando a personagem que rendeu o Oscar de Melhor Atriz para Shirley MacLaine no drama clássico de 1982. O filme original girava em torno de mãe protetora (MacLaine) e filha com câncer (Debra Winger), mas graças a Jack Nicholson, que também venceu um Oscar por seu papel de astronauta aposentado, não virava um melodrama de chorar sem parar. O mais impressionante é que “Laços de Ternura” superou a obra-prima “Os Eleitos” para ficar com o Oscar 1984 de Melhor Filme. Caso aconteça, o remake será a segunda parceria entre Lee Daniels e Oprah, após realizarem juntos “O Mordomo da Casa Branca” (2013), que, além de estrelar, ela também produziu. A Paramount, que detém os direitos de “Laços de Ternura”, não confirmou a produção.

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    Toni Erdmann é um filme de pegadinhas que surpreende pela profundidade

    10 de fevereiro de 2017 /

    A primeira sugestão do que esperar das 2 horas e 32 minutos de “Toni Erdmann”, o candidato alemão ao Oscar 2017 de Melhor Filme em Língua Estrangeira, é dada logo nos primeiros segundos da trama: uma câmera foca uma porta. Nada acontece durante um minuto e meio até que um carteiro chega, toca a campainha e é atendido por Winfried Conradi, um homem grisalho que comenta: “O que meu irmão comprou desta vez? Ele acabou de sair da prisão. Foi preso por mandar um pacote-bomba”. O carteiro segue impassível, Winfried sai de cena e retorna como se fosse o tal irmão. Essa “pequena peça sem graça” que ele tenta pregar no carteiro e a gordura exagerada da cena são um pequeno resumo do que “Toni Erdmann” irá oferecer a partir do terceiro minuto de projeção, e o fato da história sobreviver (e de Hollywood se interessar a ponto de preparar um remake com Jack Nicholson no papel principal) demonstra que, sim, há um grande filme aqui. Escrito e dirigido por Maren Ade, uma das cineastas expoentes do movimento Escola de Berlim, “Toni Erdmann” é uma interessante tragicomédia que observa as relações familiares no mundo moderno através de um filtro provocante: Winfried (o excelente Peter Simonischek) é um professor de música divorciado viciado em brincadeiras bizarras. Ele usa uma dentadura postiça, um terno velho e, quando assume a persona de Toni Erdmann, uma peruca hilária. Toni, o personagem de Winfried, nasce em uma viagem a Bucareste, cidade onde vive a filha Ines (a também excelente Sandra Hüller), executiva de uma grande empresa de demissões e terceirizações. A relação dos dois é distante e complica quando o pai pergunta: “Você é feliz aqui?”. Maren Ade explora com destreza o cânion que separa pais e filhos, ofertando situações cômicas e bizarras, como uma cena sensacional de sexo (em que a filha parece tentar herdar o “estranho” humor do pai – e ao menos aqui consegue), uma festa de aniversário com o pessoal “da firma” transformada em festa do cabide e num dos grandes momentos musicais do ano (Whitney sorri) resultando num filme que, apesar das arestas pontudas, se revela uma pequena joia cinematográfica.

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    Jack Nicholson vai voltar a atuar no remake da premiadíssima comédia alemã Toni Erdmann

    8 de fevereiro de 2017 /

    Menos de um mês após ser “aposentado” pelo amigo Peter Fonda, Jack Nicholson topou voltar a Hollywood. Sem filmar desde “Como Você Sabe” (2010), ele estrelará o remake da comédia alemã “Toni Erdmann”, um dos longas europeus mais premiados de 2016 e candidato ao Oscar 2017 de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Segundo o site da revista Variety, o estúdio Paramount Pictures adquiriu os direitos cinematográficos da produção alemã após um pedido do próprio Nicholson, que seria um grande do filme. No remake, Nicholson terá o papel vivido pelo austríaco Peter Simonischek, como o pai de uma executiva bem-sucedida, que chega inesperadamente para uma visita questionando se ela era feliz. A atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) está cotada para viver a filha, interpretada no original pela alemã Sandra Hüller. A refilmagem terá produção da companhia Gary Sanchez Productions, comandada por Adam McKay (diretor e roteirista vencedor do Oscar 2016 por “A Grande Aposta”), pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”) e pela produtora Jessica Elbaum, em parceria com a diretora do filme alemão, Maren Ade. “Toni Erdmann” teve sua première mundial no Festival de Cannes 2016 e, apesar de ser ignorado pelo juri presidido por George Miller (“Mad Max: Estrada da Fúria”), venceu o Prêmio da Crítica e não parou mais de acumular conquistas, entre elas cinco troféus da Academia Europeia de Cinema, inclusive Melhor Filme Europeu do ano.

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    Peter Fonda confirma que Jack Nicholson está aposentado

    20 de janeiro de 2017 /

    Se alguém ainda tinha dúvidas, Peter Fonda confirmou. Seu velho amigo Jack Nicholson está realmente aposentado. “Eu acho que ele basicamente se aposentou. Eu não quero falar em nome dele, mas ele já trabalhou bastante e está muio bem financeiramente”, contou Fonda, que é amigo de Nicholson desde a época em que rodaram juntos “Sem Destino” (Easy Rider, 1969). Na entrevista, publicada pelo tabloide inglês The Sun, Fonda explicou que o astro está mais interessado em curtir o tempo com os amigos e a família e não tem tido mais paciência para a correria de Hollywood. Nicholson não faz filmes desde 2010, quando atuou pela última vez em “Como Você Sabe”. Apesar disso, ainda detém o recorde masculino de indicações ao Oscar, acumulando 12 no currículo, sendo oito de Melhor Ator e quatro na categoria de Coadjuvante. Ele levou a estatueta de Melhor Ator em duas ocasiões: em 1976, por “Um Estranho no Ninho”, e em 1998, por “Melhor É impossível”, além de possuir um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, conquistado em 1984 pelo filme “Laços de Ternura”. Ele também foi um dos primeiros atores na história do cinema a se tornar tão popular a ponto de receber participações das bilheterias dos filmes nos quais era protagonista. Um exemplo é o cachê que ele embolsou para interpretar o Coringa em “Batman” (1989), que lhe rendeu mais de US$ 60 milhões.

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