Lovecraft Country: Série de terror do diretor de Corra! revela cena de caça a tesouro perdido
A HBO divulgou uma cena de quase 3 minutos de “Lovecraft Country”, série de terror racial produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra” e “Nós”), que combina drama de época, crítica social e monstros. A prévia também revela influência das tramas de caças ao tesouro perdido – ao estilo de “Indiana Jones”, “Tomb Raider” e “Tio Patinhas”. Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (lançado em março no Brasil como “Território Lovecraft”), “Lovecraft Country” se passa nos anos 1950 e acompanha Atticus Black, um rapaz que lutou na 2ª Guerra Mundial e que, quando seu pai desaparece, junta-se a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam tanto os horrores realistas da sociedade racista de sua época como horrores sobrenaturais, e tentam sobreviver a tudo isso. O elenco destaca Jonathan Majors (“Hostis”) como Atticus, Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”) como Letitia e Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”) no papel do tio George. Os coadjuvantes incluem Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”), Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Jamie Chung (“The Gifted”), Jordan Patrick Smith (“Vikings”) e a top model Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O projeto foi desenvolvido por Peele ao descobrir o livro e conceber sua transformação em série. Ele fechou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green (criador da série “Underground”) a escrever os roteiros e comandar a adaptação. Para completar, ainda trouxe para a direção dos episódios outro cineasta, Yann Demange, premiado no Festival de Veneza e vencedor do BIFA (premiação do cinema indie britânico) por “71: Esquecido em Belfast” (2014). A série vai estrear no Brasil em 16 de agosto, mesmo dia do lançamento nos EUA.
Lovecraft Country: Série de terror racial do diretor de Corra! ganha novo trailer legendado
A HBO divulgou um novo pôster e trailer legendado de “Lovecraft Country”, série de terror racial produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra” e “Nós”), que combina drama de época, crítica social e monstros. A prévia também revela a data de estreia da produção, que após os recentes protestos antirracistas nos EUA, tornou-se tematicamente ainda mais atual. Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (lançado em março no Brasil como “Território Lovecraft”), “Lovecraft Country” se passa nos anos 1950 e acompanha Atticus Black, um rapaz que lutou na 2ª Guerra Mundial e que, quando seu pai desaparece, junta-se a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam tanto os horrores realistas da sociedade racista de sua época como horrores sobrenaturais, e tentam sobreviver a tudo isso. O elenco destaca Jonathan Majors (“Hostis”) como Atticus, Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”) como Letitia e Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”) no papel do tio George. Os coadjuvantes incluem Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”), Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Jamie Chung (“The Gifted”), Jordan Patrick Smith (“Vikings”) e a top model Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O projeto foi desenvolvido por Peele ao descobrir o livro e conceber sua transformação em série. Ele fechou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green (criador da série “Underground”) a escrever os roteiros e comandar a adaptação. Para completar, ainda trouxe para a direção dos episódios outro cineasta, Yann Demange, premiado no Festival de Veneza e vencedor do BIFA (premiação do cinema indie britânico) por “71: Esquecido em Belfast” (2014). A série vai estrear no Brasil em 16 de agosto, mesmo dia do lançamento nos EUA.
Little Voice: Série musical criada por Sara Bareilles ganha primeiro trailer
A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de “Little Voice”, série musical produzida por J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), com músicas originais da cantora e compositora Sara Bareilles, e roteiro e direção da cineasta Jessie Nelson (“Uma Lição de Amor”). Bareilles e Nelson já tinham colaborado antes no musical da Broadway “Waitress”, de 2015, indicado ao Tony Awards. Descrito como uma carta de amor à diversidade musical de Nova York, a série tem o mesmo título do álbum de estreia de Bareilles, de 2007, e vai explorar a jornada de uma jovem em busca de sua própria voz aos 20 e poucos anos. A protagonista é vivida por Brittany O’Grady, que já tinha demonstrado seus dotes musicais na série “Star”, da Fox, e o elenco também inclui Sean Teale (“The Gifted”), Colton Ryan (“Homeland”), Shalini Bathina (“Undergrad”) e Nadia Mohebban (“Project Inferno”). Jessie Nelson, que também atua como showrunner, escreveu e dirigiu o primeiro episódio. A estreia está marcada para 10 de julho na plataforma de streaming da Apple.
Lovecraft Country: Série de terror do diretor de Corra! ganha novo trailer legendado
A HBO divulgou um novo trailer legendado de “Lovecraft Country”, série sobrenatural produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra” e “Nós”), que combina drama de época, crítica social e fantasmas. Graças aos protestos antirracistas que sacodem os EUA, a temática da produção, que retrata o auge do racismo americano, acabou se tornando mais atual que nunca. Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (lançado em março no Brasil como “Território Lovecraft”), “Lovecraft Country” se passa nos anos 1950 e acompanha Atticus Black, um rapaz que lutou na 2ª Guerra Mundial e que, quando seu pai desaparece, junta-se a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam os horrores brutais do racismo da época, assim como horrores sobrenaturais, e tentam sobreviver a tudo isso. O elenco destaca Jonathan Majors (“Hostis”) como Atticus, Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”) como Letitia e Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”) no papel do tio George. Os coadjuvantes incluem Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”), Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Jamie Chung (“The Gifted”), Jordan Patrick Smith (“Vikings”) e a top model Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O projeto foi desenvolvido por Jordan Peele, que descobriu o livro e concebeu sua transformação em série. Ele fechou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green (criador da série “Underground”) a escrever os roteiros da adaptação. Para completar, contou com episódios dirigidos por outro cineasta, Yann Demange, premiado no Festival de Veneza e vencedor do BIFA (premiação do cinema indie britânico) por “71: Esquecido em Belfast” (2014). A série estreia em agosto, inclusive no Brasil, em dia ainda não divulgado.
J.J. Abrams se compromete a doar US$ 10 milhões para organizações antirracistas
O cineasta JJ Abrams (“Star Trek”, “Star Wars: A Ascensão Skywalker”) comprometeu-se a doar US$ 10 milhões para organizações antirracistas nos Estados Unidos, por meio de sua produtora Bad Robbot e da fundação que compartilha com sua esposa, Katie McGrath. A iniciativa foi anunciada pelo Instagram da Bad Robot e acompanhada por um texto que ressalta a importância de grandes empresas lutarem por uma sociedade mais igualitária. A doação é uma forma de Abrams se alinhar à onda de protestos contra a brutalidade policial que abate cidadãos negros nos Estados Unidos. O assassinato de George Floyd por asfixia, quando detido por policiais brancos na segunda passada (25/5), foi o estopim de manifestações antirracistas que explodiram por todo o país e, uma semana depois, não tem previsão para serem encerradas. Veja a seguir a íntegra do comunicado da Bad Robot. “Chega é chega. Chega de brutalidade policial. Chega de privilégios desmedidos. Chega de falar educadamente. Chega de conforto branco. Chega de oportunidades desiguais. Chega de esgotar nossos amigos e colegas. Chega de ser indiferente. Chega de ser não intencional. Chega de injustiça. Chega de mortes. CHEGA. Nós da Bad Robot somos gratos aos vários estudiosos, ativistas, organizadores e líderes lutando nas linhas de frente da mudança em nosso país sistemicamente injusto. É essa constelação de pensadores e feitores que têm o projeto para uma união mais perfeita, justa, igualitária e gentil. Nesses tempos de fragilidade, palavras importam, ouvir é crítico e investir é necessário. Os séculos que negligenciaram e abusaram de nossos irmãos e irmãs negros só podem ser tratados por um investimento escalável. Uma revisão maciça e ponderada sobre a política tributária, uma que efetivamente reconheça as necessidades de muitos nesse país, não só dos poucos, está muito atrasada. Filantropia corporativa e privada nunca pode alcançar o impacto necessário para tratar dessas desigualdades sistêmicas, mas como empresas e indivíduos capazes, devemos fazer o que pudermos até nossos líderes políticos tomarem a frente. Entre a Bad Robot e a fundação familiar Katie McGrath e JJ Abrams, nos comprometemos à um adicional de US$ 10 milhões pelos próximos 5 anos para organizações e esforços baseados nos ideais antirracistas que preenchem os vãos, elevam os pobres e constroem uma América justa para todos. Estamos honrados em anunciar que os primeiros US$ 200 mil investidos serão destinados às seguintes organizações: Black Futures Lab, Black Lives Matter LA, Community Coalition, Equal Justice Initiative e Know Your Rights Camp.” Ver essa foto no Instagram We at Bad Robot are grateful to the many scholars, activists, organizers and leaders fighting on the frontlines of change in our systemically unjust country. #blacklivesmatter To learn more about each organization go to link in bio. Uma publicação compartilhada por Bad Robot (@bad_robot) em 1 de Jun, 2020 às 4:02 PDT
Lovecraft Country: Nova série de terror do diretor de Corra! ganha primeiro trailer
A HBO divulgou o primeiro trailer de “Lovecraft Country”, série sobrenatural produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra” e “Nós”), que combina drama de época, crítica social e monstros. A prévia mistura tudo isso ao som de “Land of 1000 Dances”, soul clássico de Wilson Pickett. “Lovecraft Country” é baseada no livro homônimo de Matt Ruff (lançado em março no Brasil como “Território Lovecraft”) e se passa nos anos 1950. A trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz que lutou na 2ª Guerra Mundial e que, quando seu pai desaparece, junta-se a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam os horrores brutais do racismo da época, assim como horrores sobrenaturais, na forma de criaturas vorazes, e tentam sobreviver a tudo isso. O elenco destaca Jonathan Majors (“Hostis”) como Atticus, Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”) como Letitia e Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”) no papel do tio George. Os coadjuvantes incluem Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”), Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Jamie Chung (“The Gifted”), Jordan Patrick Smith (“Vikings”) e a top model Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”). O projeto foi desenvolvido por Jordan Peele, que descobriu o livro e concebeu sua transformação em série. Para a produção, ele fechou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green (criadora da série “Underground”) a escrever os roteiros da adaptação. Já a direção do primeiro episódio ficou a cargo de outro cineasta, Yann Demange, premiado no Festival de Veneza e vencedor do BIFA (premiação do cinema indie britânico) por “71: Esquecido em Belfast” (2014). A série estreia em agosto, em dia ainda não divulgado.
HBO Max vai lançar séries baseadas nos quadrinhos de Liga Justiça Sombria e no terror O Iluminado
A plataforma HBO Max, que estreia em maio nos EUA, anunciou suas primeiras séries exclusivas feitas pela Bad Robot, produtora do cineasta J.J. Abrams (de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). São três produções, que incluem “Liga da Justiça Sombria” (Justice League Dark), grupo de heróis sobrenaturais dos quadrinhos da DC Comics, uma produção derivada do filme “O Iluminado” (1980), intitulada “Overlook”, e um drama de época, “Duster”, sobre o motorista de um grupo criminoso dos anos 1970. As atrações são os primeiros projetos da Bad Robot após Abrams assinar um contrato de exclusividade para novos projetos com a Warner, em setembro de 2019. “Que começo surpreendente para a nossa associação com a equipe imaginativa de Bad Robot, comandada por JJ e Katie [McGrath]”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max, em comunicado. Não há detalhes sobre a adaptação de “Liga da Justiça Sombria”, incluindo quais personagens da DC Comics integrarão o grupo – nos quadrinhos, isso inclui o Monstro do Pântano e John Constantine, vistos em outras séries da Warner. O título já rendeu dois longas animados – o segundo, “Justice League Dark: Apokolips War”, chega em 5 de maio para locação digital – e quase virou filme há alguns anos, quando Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) assinaria a adaptação. Já a série inspirada em “O Iluminado” irá explorar histórias não contadas do assombrado Hotel Overlook, que também foi palco do recente terror “Doutor Sono”, lançado no ano passado.
J.J. Abrams vai produzir suspense sobrenatural do roteirista de Velozes e Furiosos 9
A produtora Bad Robot, do cineasta J.J. Abrams (diretor de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”), anunciou seu primeiro filme após fechar um contrato milionário de exclusividade com a WarnerMedia. A empresa vai realizar “The Pinkerton”, novo suspense sobrenatural escrito por Daniel Casey, roteirista do vindouro “Velozes e Furiosos 9”. Como é regra nas produções da Bad Robot, a trama é mantida sob sigilo. Mesmo assim, a revista Variety cravou que se trata de um “faroeste de vingança”. O título “The Pinkerton” remete à agência de detetives e segurança privada Pinkerton, estabelecida nos Estados Unidos na metade do século 19, que ficou conhecida por manter a segurança do presidente Abraham Lincoln durante a guerra civil americana. “The Pinkerton” marca a segunda parceria entre Abrams e Casey. O roteirista trabalhou, sem créditos, na finalização do roteiro de “Rua Cloverfield, 10” (2016). Ele também escreveu a sci-fi “Kin” (2018).
Produtora de J.J. Abrams estaria desenvolvendo filmes e séries da Liga Justiça Sombria
A Liga da Justiça Sombria, grupo de heróis místicos da DC Comics, voltou a ser alvo de especulações. Segundo, o site Deadline a produtora Bad Robot, do cineasta J.J. Abrams, estaria desenvolvendo ideias de filmes e séries baseadas nos personagens que formam a versão de terror da Liga da Justiça para a Warner Bros. Os fãs já ouviram isso antes. E o próprio Deadline não parece muito entusiasmado, ao afirmar que as negociações nem começaram. Hannah Minghella e Ben Stephenson, respectivamente chefes das divisões de filmes e séries da Bad Robot, ainda estariam preparando-se para as reuniões que discutirão quais personagens pretendem levar às telas e quais abordagens imaginam para cada propriedade. A ideia de adaptar a versão “mística” da Liga da Justiça é antiga. O projeto circula há anos pelas salas de reuniões da Warner, com diretores tão variados como Guillermo Del Toro, Doug Liman e Joseph Kahn sentando com a Warner para ter essa mesma conversa dos executivos da Bad Robot. A notícia mais recente relacionada a esse projeto era de 2017. Na época, o roteirista Jon Spaihts (“Prometheus”, “Doutor Estranho”) teria sido contratado para desenvolver a história de um filme que reunisse todos os personagens. Guillermo Del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água”, também entregou um roteiro juntando o grupo – em 2014. Nos quadrinhos da DC Comics, o grupo é liderado por John Constantine e inclui o Monstro do Pântano, o demônio Etrigan, a maga Zatanna, o fantasma Desafiador, a híbrida Orquídea Negra, a vidente Madame Xanadu, o misterioso Vingador Fantasma, entre muitos outros – os membros variam durante os arcos da publicação. Além de séries e filmes individuais de “Constantine” e “Monstro do Pântano”, “Liga da Justiça Sombria” também ganhou um longa animado da Warner, lançado no mercado de home vídeo em 2017, com participação do Batman e dublagem de Matt Ryan, o intérprete televisivo de John Constantine. No ano passado, a Bad Robot fechou um contrato milionário para desenvolver filmes e séries com exclusividade para a Warner.
Star Trek: Próximo filme deve acompanhar nova tripulação espacial
A imprensa americana aproveitou a participação do showrunner e cineasta Noah Hawley (criador das séries “Fargo” e “Legion”) no evento semestral da TCA (Associação de Críticos da TV dos EUA) para descobrir o que vai acontecer no próximo longa-metragem da franquia “Star Trek”. Hawley foi confirmado em novembro passado como roteirista e diretor do quarto filme da saga espacial – desde o reboot de 2009 – , e finalmente deu os primeiros detalhes da produção. Para começar, o longa não deverá ter o número 4 em seu título. Isto porque não será centrado na tripulação da Enterprise introduzida no filme de 2009. Todo o elenco dos três filmes anteriores já está com contratos vencidos e o filme de Hawley deve relançar a franquia com novos atores. Na verdade, ele deve ir além, filmando personagens completamente diferentes. Perguntado especificamente sobre o elenco, Hawley confirmou que pretende escalar novos atores. “Sim, acredito que sim. Ainda estamos no começo do projeto, mas novos personagens costumam implicar novos atores”, disse, sinalizando que o longa pode ser mais um spin-off que uma continuação. “Eu tenho a minha própria visão da franquia, como qualquer fã de longa data”, comentou. Isto não significa o fim da jornada das atuais encarnações do Capitão Kirk (Chris Pine), Sr. Spock (Zachary Quinto), Dr. McCoy (Karl Urban), Scotty (Simon Pegg), Tenente Uhura (Zoe Saldana) e Sr. Sulu (John Cho). Mesmo com a opção por outros personagens, a inclusão de algum(ns) protagonista(s) conhecido(s) pode servir de ponto de intersecção para o lançamento de uma “nova geração” – como aconteceu com Leonard Nimoy, ao interpretar o Sr. Spock original no longa de 2009. Além do “Star Trek” dirigido por J.J. Abrams, a nova versão da franquia cinematográfica também incluiu os filmes “Além da Escuridão: Star Trek” (2013) e “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016). Recentemente, Quentin Tarantino também esteve entusiasmado com a possibilidade de filmar um exemplar da franquia, mas suas últimas declarações indicam que ele já desistiu da ideia.
Beijo lésbico de Star Wars: A Ascensão Skywalker é censurado em Singapura e Emirados Árabes
A cena em que duas personagens secundárias femininas aparecem se beijando em “Star Wars: A Ascensão Skywalker” foi censurada nos cinemas de Singapura e nos Emirados Árabes. No trecho eliminado, o beijo surge em meio a uma comemoração coletiva e dura poucos segundos. A BBC apurou que a cena foi cortada para que o filme pudesse ter classificação indicativa de 13 anos em Singapura e ser lançado nos Emirados Árabes, onde o homossexualismo é considerado crime. “Foi omitida uma cena breve que, segundo as diretrizes de classificação de filmes, exigiria uma classificação mais alta”, disse um porta-voz do Departamento de Desenvolvimento de Mídia de Singapura. Filmes com cenas LGBTQIA+ costumam receber classificação etária para 21 anos no país, como a comédia romântica adolescente “Com Amor, Simon” (2018), exibida para maiores de 12 anos no Brasil. Os dois países estão entre os mais conservadores do mundo. Enquanto em Singapura é proibido o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em Dubai, nos Emirados Árabes, a pena para relacionamentos homossexuais chega a 14 anos de detenção. Curiosamente, a China, que costuma cortar cenas de afeto LGBTQIA+ no cinema, não viu nada demais no beijo lésbico de “Star Wars”, permitindo sua exibição sem cortes no país.
Star Wars: Censura chinesa não vê importância em beijo LGBTQIA+ de A Ascensão Skywalker
A Disney não precisou aplicar truques mentais de Jedi nos censores de cinema da China, para que o filme “Star Wars: A Ascensão Skywalker” fosse aprovado sem cortes para o mercado aquele país. Após cortar cenas de afeto LGBTQIA+ até nas cinebiografias “Bohemian Rhapsody” e “Rocketman”, sobre artistas assumidamente gays, os censores de Pequim não viram nada demais no beijo ligeiro e pouco destacado de duas personagens femininas secundárias da produção. O público das pré-estreias do filme, exibidas na noite de quarta (18/12) em Pequim e Xangai, relataram que o momento foi mantido. Vale lembrar que filmes de temas assumidamente gays têm sido proibidos no país. E não é incomum que filmes de ficção científica sejam lançados com cortes no país. O beijo homossexual de Michael Fassbender foi cortado de “Alien: Covenant” em 2017, por exemplo. Por outro lado, o “momento gay” da fábula “A Bela e a Fera”, foi exibido sem cortes ou “avisos aos pais”. As autoridades do país chegaram até a chamar a atenção para sua tolerância nesse caso, com o porta-voz do Partido Comunista Chinês twittando na época: “Polêmico momento gay mantido no ‘A Bela e a Fera’ da Disney. O filme lançado em 17 de março na China não requer orientação para público menor de idade”. Os segundos LGBTQIA+ de “A Ascenção de Skywalker” acontecem perto do final do filme, quando duas integrantes da Resistência compartilham um beijo durante uma sequência de comemoração. Elas são personagens secundárias e não aparecem muito no filme. O fato de os censores chineses não se incomodarem com isso reforça o tom negativo de algumas críticas ao longa nos Estados Unidos, onde ele foi chamado de covarde por ousar tão pouco. O jornal Los Angeles Times enumerou a cena do beijo em sua lista de problemas da produção, considerando-a “uma migalha para os fãs que esperavam que a química entre Poe e Finn seria algo além de uma amizade”. Os fãs da saga especulavam desde “Star Wars: O Despertar da Força” (2015) a possibilidade de um casal formado por Poe Dameron (Oscar Isaac) e Finn (John Boyega), o que acabou não acontecendo. Segundo o diretor J.J. Abrams, a admiração entre eles é platônica. Ou seja, não sai do armário. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia nesta quinta (19/12) no Brasil.
Star Wars: A Ascensão Skywalker registra primeiro beijo LGBTQIA+ da saga
“Star Wars: A Ascensão Skywalker” tornou-se o primeiro filme da saga a contar com um beijo entre personagens do mesmo sexo. Mas não há spoilers nessa revelação. O beijo é trocado entre duas integrantes da Resistência, personagens secundárias, em um momento de comemoração. A cena é tão rápida, que pode passar batida por quem piscar no momento em que acontece sua projeção. O diretor J.J. Abrams já havia adiantado, em entrevista à revista Variety, que acenaria a uma representação mais diversa no longa. “No caso da comunidade LGBTQ, foi importante para mim que as pessoas que assistem ao filme se sintam representadas”, ele afirmou. Entretanto, a repercussão da cena não aconteceu exatamente como Abrams e a Disney poderiam esperar. E não devido a uma suposta reação dos grupos reacionários de extrema direita que já tinham atacado a nova trilogia por ter muitas mulheres. Algumas das críticas publicadas sobre o filme consideraram a atitude de incluir o beijo hipócrita e até covarde. O jornal Los Angeles Times enumerou a cena em sua lista de problemas da produção, considerando-a “uma migalha para os fãs que esperavam que a química entre Poe e Finn seria algo além de uma amizade”. Os fãs da saga especulavam desde “Star Wars: O Despertar da Força” (2015) a possibilidade de um casal formado por Poe Dameron (Oscar Isaac) e Finn (John Boyega), o que acabou não acontecendo. Segundo Abrams, a admiração entre eles é platônica. Ou seja, não sai do armário. “Aquele relacionamento, para mim, é muito mais profundo que uma relação romântica”, disse. “Os dois têm um laço profundo (…) por causa do desejo de serem tão íntimos quanto são, tão inseguros quanto são, mas ainda serem corajosos e bravos”, acrescentou. “Star Wars: A Ascensão Skywalker” estreia nesta quinta (19/12) no Brasil.










