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  • Filme

    Animação baseada na obra de Vinicius de Moraes ganha primeiro trailer

    25 de julho de 2024 /

    "Arca de Noé" reúne grande elenco de vozes, com destaque para Marcelo Adnet e Rodrigo Santoro como dois ratinhos

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada de “5x Comédia” junta grande elenco

    11 de julho de 2024 /

    Produção da Prime Video reúne Lázaro Ramos, Ingrid Guimarães, Fabiana Karla, Fernanda Paes Leme e Rafael Portugal

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  • Filme

    “Os Farofeiros 2” é terceiro filme brasileiro a bater 1 milhão de espectadores após a pandemia

    26 de março de 2024 /

    Mercado renasce após sucesso de “Minha Irmã e Eu” e “Nosso Lar 2” nos cinemas do Brasil

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  • Filme

    Cinemas brasileiros batem recorde de público com ingressos a R$ 12

    26 de fevereiro de 2024 /

    A promoção “Semana do Cinema” leva 2,19 milhões de telespectadores às salas de cinema, estabelecendo um novo recorde para 2024

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  • Filme

    Bilheteria | “Madame Teia” estreia em 1º lugar nos cinemas brasileiros

    19 de fevereiro de 2024 /

    Filme baseado em personagens da Marvel foi o mais visto do fim de semana, seguido pela cinebiografia “Bob Marley: One Love” e a comédia romântica “Todos Menos Você”

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  • Filme

    “Minha Irmã e Eu” chega a 2 milhões de espectadores

    5 de fevereiro de 2024 /

    A comédia “Minha Irmã e Eu”, estrelada por Tatá Werneck e Ingrid Guimarães, atingiu 2 milhões de espectadores nesta segunda-feira (5/2), aumentando seu sucesso como a maior bilheteria do cinema brasileiro desde a pandemia. Mesmo lançado no último fim de semana de 2023, o novo filme da diretora Susana Garcia também quebrou o recorde de maior bilheteria de estreia do ano passado. Fez mais que o dobro do filme que, até a véspera, detinha o título de maior abertura nacional do ano: “Mussum, O Filmis”, com cerca de R$ 2 milhões de faturamento. O longa ainda foi a primeira produção nacional a levar mais de 1 milhão de pessoas ao cinema desde “Minha Mãe é uma Peça 3”, lançado em 2019. No mesmo ano, Jair Bolsonaro assumiu o governo e criou diversos entraves para a produção e distribuição de filmes nacionais, incluindo omissão na renovação da “lei de cotas”, que tornava sucessos com mais de 1 milhão de ingressos vendidos comuns no período anterior.   “Boicote” Vale lembrar que “Minha Irmã e Eu” foi alvo de “boicote” nos cinemas. Bolsonaristas miraram principalmente em Tatá Werneck para “tirar o sono dessa lulista”, conforme descrição de Samantha Cavalca num post sobre a atriz no X. Ela é a grande incentivadora nas redes sociais de todos os boicotes que fracassaram no ano passado. Os alvos são sempre artistas que apoiaram a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. O filme visado anteriormente, “Ó Pai, Ó 2”, com o “lulista” Lázaro Ramos, tornou-se a maior bilheteria de cinema do Nordeste em todos os tempos. Como Lázaro também faz participação na nova comédia, o boicote tinha “que ser forte”.   Nosso Lar 2 No momento em que “Minha Irmã e Eu” atinge 2 milhões, “Nosso Lar 2 — Os Mensageiros” chega à marca 1 milhão de espectadores, atingida no final de semana com apenas 14 dias em cartaz. O filme espírita dirigido por Wagner de Assis liderou as bilheterias em sua estreia na semana passada, e em seus primeiros quatro dias superou o total de espectadores do filme brasileiro mais visto no ano passado, “Nosso Sonho”. Por coincidência, isso aconteceu logo após a notícia da promulgação da nova lei de cotas para filmes nacionais nos cinemas, pelo governo Lula. “Nosso Lar 2” também teve a 6ª maior abertura nacional desde 2002 – quando começou a contabilização da Comscore no Brasil. Entre os lançamentos nacionais, só foi superado por grandes sucessos como “Minha Mãe é uma Peça 3”, “Nada a Perder” e “Os Dez Mandamentos”, que lideram o ranking de maiores aberturas do país. O sucesso da nova adaptação da obra de Chico Xavier ecoa o legado de seu antecessor, que em 2010 levou 4 milhões de pessoas aos cinemas, ficando atrás apenas de “Tropa de Elite 2” em termos de audiência. A continuação agora se destaca não apenas pela sua recepção pelo público, mas também pelo seu impacto significativo no cenário cinematográfico nacional, marcando com “Minha Irmã e Eu” uma retomada expressiva para o cinema brasileiro. Neste final de semana, “Nosso Lar 2” ficou em 2º lugar, desbancado do topo do ranking pela comédia americana “Todos Menos Você”. O filme brasileiro teve renda de R$ 5,19 milhões e público de 231 mil espectadores. Mas “Minha Irmã e Eu” também segue no Top 5, ocupando a 5ª colocação entre os títulos mais assistidos do país.

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  • Filme

    “Turma da Mônica Jovem” fracassa e “Minha Irmã e Eu” chega a 1,5 milhão de público

    23 de janeiro de 2024 /

    A estreia de “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo” não atingiu as expectativas do mercado. De acordo com dados da Comscore, o filme teve um público de 73 mil pessoas entre quinta-feira e domingo (21/1), faturando R$ 1,48 milhão e se posicionando apenas em 7º lugar nas bilheterias do país. Em comparação, “Turma da Mônica – Laços”, lançado em 2019, ultrapassou a marca de 2 milhões de espectadores, enquanto sua continuação, “Turma da Mônica – Lições”, alcançou 500 mil espectadores em apenas duas semanas de exibição, tornando-se o filme brasileiro mais assistido em 2022. O público deixou claro, desde antes da estreia, que não aprovou a troca de elenco na nova produção – um equívoco da Mauricio de Sousa Produções, que buscou o lucro imediato ao negociar “Turma da Mônica” e “Turma da Mônica Jovem” como franquias independentes para estúdios diferentes, resultando em elenco, abordagem e equipe de produção distintos no novo filme. As críticas também penderam para as avaliações negativas, em contraste com a aprovação unânime dos primeiros filmes.   O pódio Enquanto isso, “Aquaman 2: O Reino Perdido” manteve a liderança nas bilheterias brasileiras pela quinta semana consecutiva. A produção da Warner Bros. arrecadou R$ 4,51 milhões, com um público de 200 mil pessoas. Ao todo, o filme já soma R$ 30 milhões em receita e 3,37 milhões de espectadores no Brasil. “Minha Irmã e Eu” também permaneceu na 2ª posição no ranking, seguido por “Wish: O Poder dos Desejos” em 3º. Com seu sucesso, “Minha Irmã e Eu” superou a marca de 1,54 milhão de espectadores em seu acumulado, consolidando-se nas bilheterias como maior sucesso nacional pós-pandemia.   “Boicote” Vale lembrar que o sucesso nacional foi alvo de “boicote” nos cinemas. Bolsonaristas miraram principalmente em Tatá para “tirar o sono dessa lulista”, conforme descrição de Samantha Cavalca num post sobre a atriz no X. Ela é a grande incentivadora nas redes sociais de todos os boicotes que fracassaram no ano passado. Os alvos são sempre artistas que apoiaram a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. O filme visado anteriormente, “Ó Pai, Ó 2”, com o “lulista” Lázaro Ramos, tornou-se a maior bilheteria de cinema do Nordeste em todos os tempos. Como Lázaro também faz participação na nova comédia, o boicote tinha “que ser forte”. Mesmo lançado no último fim de semana do ano, “Minha Irmã e Eu” também quebrou o recorde de maior bilheteria de estreia de 2023. Fez mais que o dobro do filme que, até a véspera, detinha o título de maior abertura nacional do ano: “Mussum, O Filmis”, com cerca de R$ 2 milhões de faturamento.

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  • Filme

    “Minha Irmã e Eu” atinge o dobro da bilheteria de “Nosso Sonho”

    15 de janeiro de 2024 /

    Novos dados da Comscore apontam que o filme “Minha Irmã e Eu” já foi visto por cerca de 1,18 milhão de pessoas nos cinemas brasileiros. O longa, que está em cartaz há três semanas, chegou a quase o dobro do público de “Nosso Sonho”. O filme biográfico de Claudinho e Buchecha teve cerca de 520 mil espectadores em seis semanas de exibição, números que representaram a maior bilheteria nacional de 2023. Por outro lado, “Minha Irmã e Eu” foi a opção escolhida por 227 mil pessoas apenas no último fim de semana, o que manteve sua posição no Top 3 de bilheteria, arrecadando R$ 4,96 milhões entre quinta-feira e domingo (14/1). Ao todo, a comédia já rendeu R$ 23,22 milhões.   “Boicote” Vale lembrar que o sucesso nacional foi alvo de “boicote” nos cinemas. Bolsonaristas miraram principalmente em Tatá para “tirar o sono dessa lulista”, conforme descrição de Samantha Cavalca num post sobre a atriz no X. Ela é a grande incentivadora nas redes sociais de todos os boicotes que fracassaram no ano passado. Os alvos são sempre artistas que apoiaram a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. O filme visado anteriormente, “Ó Pai, Ó 2”, com o “lulista” Lázaro Ramos, tornou-se a maior bilheteria de cinema do Nordeste em todos os tempos. Como Lázaro também faz participação na nova comédia, o boicote tinha “que ser forte”. Mesmo lançado no último fim de semana do ano, “Minha Irmã e Eu” também quebrou o recorde de maior bilheteria de estreia de 2023. Fez mais que o dobro do filme que, até a véspera, detinha o título de maior abertura nacional do ano: “Mussum, O Filmis”, com cerca de R$ 2 milhões de faturamento.   Ranking geral Enquanto isso, “Aquaman 2: Reino Perdido” segue imbatível no ranking geral de bilheteria nacional. O filme está há quatro semanas na liderança, com renda acumulada de R$ 60,5 milhões e quase 3 milhões de espectadores. Já o 2º lugar ficou com o filme animado “Wish: O Poder dos Desejos”, que obteve receita de R$ 5,43 milhões para um público de 250 mil espectadores. No total, os cinemas arrecadaram R$ 29,95 milhões no último fim de semana, com a presença de 1,36 milhão de pessoas nas mais variadas salas.

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  • Reality

    Alvo de “boicote”, “Minha Irmã e Eu” vira maior sucesso nacional desde “Minha Mãe É uma Peça 3”

    12 de janeiro de 2024 /

    A comédia “Minha Irmã e Eu”, estrelada por Ingrid Guimarães e Tatá Werneck, conseguiu um feito nesta semana, ao ultrapassar a marca de 1 milhão de espectadores nas salas de cinema. Foi a primeira vez que uma produção brasileira atingiu essa marca desde o começo da pandemia de covid-19. Lançado no final de dezembro, o longa precisou de três semanas para atingir esse público, tornando-se a primeira produção desde “Minha Mãe é uma Peça 3”, lançado em 2019, a atingir esse número. Por coincidência, os dois filmes tem a mesma diretora: Susana Garcia. Vale lembrar que o filme estrelado por Paulo Gustavo foi visto ao todo por 11,8 milhões de espectadores, quando o cinema brasileiro tinha lei de cotas vigente e não era visto como algo a ser destruído por bolsonaristas. “Minha Irmã e Eu” chegou a 1 milhão de espectadores em meio a uma campanha de boicote de bolsonaristas, assim como “Mamonas Assassinas – O Filme”, “Ó Pai, Ó 2”, “Medida Provisória” e “Marighella”, todos sucessos de bilheteria. O motivo desses supostos boicotes é sempre o mesmo: o envolvimento de atores que apoiaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas últimas eleições.   Comemoração Susana Garcia, que também dirigiu “Minha Vida em Marte”, se disse orgulhosa pelo sucesso da obra. “Eu vejo com muita alegria porque depois de uma pandemia que mudou tanto os hábitos dos brasileiros. Sinto que ‘Minha Irmã e Eu’ lembra a todos nós como é gostoso ir ao cinema e como a cultura nos fortalece. E também lembra a gente que o cinema nacional tem folego para vencer qualquer preconceito de quem ainda acha que o que produzimos é ruim. A comédia, em especial, tem o dom do vencer preconceitos e, por meio do riso, tocar em assuntos sérios e envolver o espectador”, ela disse ao jornal O Globo. “Para mim é também a comprovação de que trabalho duro dá resultado, pois venho de uma trilogia de sucesso. Como diretora me sinto feliz, honrada e orgulhosa, me faz querer continuar e também me mostra que estou no caminho certo que é contar histórias engraçadas e emocionantes e que provocam questionamentos e reflexões na vida das pessoas”, completou. Além de “Minha Irmã e Eu”, o início de 2024 também destacou o sucesso de “Mamonas Assassinas – O filme”, que vem alcançando bons números em cartaz, com mais de 600 mil espectadores, audiência maior que a do filme brasileiro mais visto do ano passado, “Nosso Sonho”, com 521 mil espectadores.

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  • Filme

    Estreias | Filme do Mamonas Assassinas chega aos cinemas

    28 de dezembro de 2023 /

    Dois filmes nacionais tem tratamento de blockbuster nesta quinta (28/12) após fracassos consecutivos do cinema americano no país. “Mamonas Assassinas – O Filme” e “Minha Irmã e Eu” chegam em cerca de mil salas do circuito nacional. Além deles, as estreias incluem um terror britânico e um drama francês. Confira os detalhes.   MAMONAS ASSASSINAS – O FILME   A cinebiografia conta a história da banda de Guarulhos que se tornou sensação nacional em meados anos 1990. Ela acompanha a vida dos Mamonas antes da fama, principalmente Dinho, as dificuldades no início da carreira e mostra como um conjunto fracassado de rock progressivo, chamado Utopia, se reinventa como uma banda comédia e se torna um fenômeno. Mamonas Assassinas acabou virando uma das bandas mais amadas do Brasil com sua alegria contagiante, mas sua trajetória foi curta, interrompida por um fim trágico – com a morte de todos os seus integrantes em um acidente aéreo na volta de um show, em 2 de março de 1996. Entretanto, quem não conhece direito a banda pode ter dificuldades em entender a trama, que é apresentada de forma episódica, sem um desenvolvimento narrativo coerente. Isso talvez se deva ao fato do projeto original ter sido concebido por Carlos Lombardi – autor de novelas como “Uga Uga” (2000) e Kubanacan (2004) – e escrito pelo repórter Carlos Amorim como uma minissérie da Record TV. O projeto acabou reconfigurado para as telas grandes com direção de Edson Spinello, que comandou as novelas “Apocalipse” (2017) e “Rei Davi” (2012), e faz sua estreia no cinema. Entretanto, a impressão é que faltam “capítulos” na história. A Record deve exibir a versão com todos os episódios ainda em 2024. O que a produção tem de positivo é a energia do elenco, composto por atores desconhecidos do grande público, mas com grande experiência em musicais, que entregam performances melhores que o próprio filme. Ruy Brissac, que interpreta o vocalista Dinho, repete o papel que viveu no teatro em “Mamonas, o Musical”, e que lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Ator Revelação. Adriano Tunes, que vive o baixista Samuel Reoli, é humorista e já trabalhou no programa “Dedé e o Comando Maluco”, do SBT, além de musicais como o da apresentadora Hebe Camargo. Robson Lima, que interpreta o tecladista Júlio Rasec, também é ator de teatro e trabalhou em “Yank – O Musical”. Rhener Freitas, que tem o papel do baixista Sérgio Reoli, trabalhou na série “Bia”, do Disney Channel. Já o guitarrista Bento quase foi vivido pelo cantor e apresentador Yudi Tamashiro, que acabou substituído por Alberto Hinomoto, sobrinho do personagem real. Alberto, que tinha 17 anos durante a produção, filmou com a mesma guitarra que pertenceu a seu tio, usada por ele nos shows da banda. As filmagens marcam sua estreia nas telas. Outro nome que estreia como atriz na produção é a famosa tiktoker Fernanda “Fefe” Schneider, intérprete de Valéria Zoppello, a namorada de Dinho, que perdeu seu companheiro quando tinha apenas 24 anos. Fernanda é um fenômeno no TikTok e acumula mais de 16 milhões de seguidores na plataforma. Para completar, os pais de Dinho são interpretados por Guta Ruiz, que já esteve no filme “Gostosas, Lindas e Sexies”, e Jarbas Homem de Mello, marido de Cláudia Raia e ator de “Roque Santeiro – O Musical”.   MINHA IRMÃ E EU   Ingrid Guimarães e Tatá Werneck vivem duas irmãs que se odeiam sem deixar de se amar em seu novo encontro cinematográfico. Amigas de longa data, as duas já dividiram a tela em “De Pernas pro Ar 2” (2012), “Loucas para Casar” (2015) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017). Desta vez, elas vivem as irmãs Mirian (Ingrid) e Mirelly (Tatá), que nasceram em Rio Verde, Goiás, mas seguiram caminhos opostos na vida. Mirian nunca saiu de sua cidade e se acostumou à rotina pacata do interior. Já Mirelly partiu cedo para o Rio de Janeiro e toda a família acompanha pelas redes sociais seu sucesso, sempre rodeada de amigos famosos. O que os familiares não sabem é que é tudo fake. Na verdade, ela vive com as contas atrasadas e passa muito perrengue fazendo bicos e cuidando dos animais de estimação de celebridades, como a cantora IZA e o casal de atores Lázaro Ramos e Taís Araújo (que interpretam a si mesmos na produção), que ela mente que são seus amigos. Acreditando na mentira, Mirian decide que sua mãe (Arlete Salles) passará a morar com a irmã rica. A situação gera uma grande discussão e o caos culmina com o desaparecimento da mãe das duas, que a partir daí têm que deixar de lado as diferenças e se unir para procurá-la. “Minha Irmã e Eu” é o terceiro filme com “Minha” no título da diretora Susana Garcia, após “Minha Vida em Marte” e o blockbuster “Minha Mãe é uma Peça 3”. Explorando a dinâmica de opostos das irmãs, a comédia de apelo popular é uma das mais divertidas a chegar aos cinemas em 2023.   O SENHOR DO CAOS   O terror folk britânico acompanha Rebecca Holland, interpretada por Tuppence Middleton (“Sombras da Guerra”), uma pregadora cristã que se muda para a cidadezinha de Burrow com a filha Grace e é recebida com curiosidade pela comunidade local, cujas crenças ainda mantém tradições pagãs. Uma dessas tradições é um festival agrícola, que acaba escolhendo Grace como o “Anjo da Colheita”. Entretanto, a menina desaparece misteriosamente durante o evento, levando a protagonista a uma busca angustiante, que revela segredos sombrios sobre o local e seu líder. A atmosfera do filme é impulsionada pelas performances marcantes, especialmente a de Ralph Ineson (“A Bruxa”), que vive o líder carismático e ameaçador da comunidade. As descobertas da protagonista sobre a natureza da cidade e o misterioso festival proporcionam reviravoltas na trama, mantendo o suspense. Com roteiro de Tom Deville (de “A Maldição da Floresta”) e direção de William Brent Bell (de “A Órfã 2: A Origem”), o filme segue alguns padrões do terror pagão rural, estabelecidos no clássico “O Homem de Palha” (1973), mas também oferece surpresas e uma cinematografia marcante, que enfatiza a beleza natural do cenário campestre, capaz de se apresentar tanto de forma idílica quanto inquietante.   PARE COM SUAS MENTIRAS   Adaptação cinematográfica do romance autobiográfico de Philippe Besson, o drama gira em torno de Stéphane Belcourt (interpretado por Guillaume de Tonquédec, de “Qual É o Nome do Bebê”), um autor famoso que retorna, após 35 anos, à sua cidade natal na região francesa de Cognac. O motivo de seu retorno é um convite para um evento, mas suas verdadeiras intenções são reencontrar seu passado romântico, e ao chegar estabelece uma conexão com Lucas (Victor Belmondo, neto do icônico Jean-Paul Belmondo), filho de seu primeiro amor perdido. A narrativa se alterna entre o presente e flashbacks do jovem Stéphane, um estudante desajeitado do último ano do ensino médio, interpretado por Jérémy Gillet, e sua relação com Thomas Andrieu (Julien De Saint Jean), um aluno popular. A história explora a intensidade do primeiro amor e as repercussões de um romance secreto e envergonhado. Apresentado com duas narrativas paralelas – a do Stéphane adulto, celebridade local em Cognac, e a de seu eu jovem em 1984 – , o filme investiga as ramificações da fascinação do protagonista por outro jovem, às vezes beirando o sentimentalismo. A obra guarda semelhanças com “Verão de 85” de François Ozon, ambas adaptações de romances que lidam com o romance gay masculino às vésperas da crise da AIDS, e ambas apaixonadas por um amante que anda de moto. A dor de um tempo desperdiçado e de um amor perdido é um tema familiar no cinema queer, mas o filme de Olivier Peyon (“O Filho Uruguaio”) também oferece uma reflexão comovente sobre o amor adolescente.

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  • Filme

    “O Primeiro Natal do Mundo” estreia no catálogo do Prime Video

    8 de dezembro de 2023 /

    O filme “O Primeiro Natal do Mundo” estreou no catálogo do Amazon Prime Video nesta sexta-feira (8/12). A produção estrelada por Lázaro Ramos (“Ó Pai Ó 2”) e Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) apresenta a celebração natalina de uma família que vive uma véspera de feriado completamente caótica. A comédia brasileira gira em torno da família Pinheiro Lima, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando um dos filhos deseja que o Natal desapareça. Esse pedido inusitado é atendido, gerando uma série de confusões para todos. O elenco é liderado por Lázaro Ramos como Pepê, um professor de história viúvo e pai de duas filhas, e Ingrid Guimarães como Tina, sua esposa, uma chef de cozinha divorciada e mãe de dois filhos. Juntos, eles embarcam em uma jornada para restaurar a data, suas tradições e o verdadeiro significado do Natal. A produção se diferencia ao focar no Natal no Brasil, um aspecto raramente explorado em produções de streaming do gênero – uma das raras exceções é “Tudo Bem no Natal que Vem”, com Leandro Hassum. Por isso, a comédia busca não só entreter, mas também colocar em destaque símbolos e valores culturais do Brasil na trama. Com direção de Susana Garcia (“Minha Mãe É uma Peça 3”) e Gigi Soares (“Novela”), o longa também destaca no elenco Fabiana Karla (“Rensga Hits!”), Igor Jansen (“Poliana Moça”), Theo Matos (“Fuzuê”), a estreante Valen Gaspar, além de Yasmin Londuik (“A Magia de Aruna”), Stella Miranda (“Toma Lá Dá Cá”), Cézar Maracujá (“Nada Suspeitos”), Wilson Rabelo (“Dom”) e uma participação especial de Rafael Infante (“Porta dos Fundos”).   Bastidores Em entrevista à CNN, os atores protagonistas comentaram sobre o clima leve dos bastidores da produção de Natal. “Já fiz muitos filmes na vida e tem filmes que ficam dentro da gente na gravação. Esse foi um filme que ficou muito em mim, que me traz uma sensação de alegria completa de set, porque um set com criança é um set muito feliz, né?”, explicou Ingrid Guimarães, acrescentando que “nem parecia trabalho”. Lázaro Ramos, por sua vez, contou que a presença das duas crianças (Theo Matos e Valen Gaspar) motivou um cronograma de atividades diferentes para sua faixa etária junto ao elenco. “Fomos para kart, escape360… A gente fazia as coisas para se despedir devagarinho, porque acaba que a energia durante a preparação rapidamente conquistou, que foi esse entrosamento de família, um cuidar do outro, nós transformamos pra nossa vida”, ele disse, que não conseguia segurar o riso durante as filmagens. “A gente ria horrores. A gente ria muito, era muito gostoso, era muito legal. Mesmo com as coisas de set, que tem sempre um fio ali, uma coisa aqui, puxa um menino ali. Mas parecia um pouco uma família. Esse filme foi realmente um clima natalino. E vou confessar uma coisa, eu adorava fazer o Lázaro e a Ingrid rirem. A gente fica querendo fazer o outro rir, isso é muito generoso, muito genuíno, então um fica querendo rir do outro”, complementou Fabiana Karla. A sensação de leveza também foi notada por Igor Jansen, ator que ganhou destaque nas telas como João em “As Aventuras de Poliana”. O adolescente afirmou ter vivido uma experiência “prazerosa” junto com os veteranos. “Foi de uma forma tão genuína, tão leve, sabe? Que quando a gente parou para perceber já estava todo mundo conversando e brincando para compor a cena”, ele declarou. “Trabalhar com eles de uma forma como família de verdade porque tinha uns mais novos, que a gente que realmente consideramos como irmãos. E o Lázaro e a Ingrid, abraçaram a gente como pai e mãe mesmo”, concluiu. “O Primeiro Natal do Mundo” estreia nesta sexta-feira (8/12) no catálogo do Amazon Prime Video.

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  • Filme

    Ingrid Guimarães e Tatá Werneck são irmãs em trailer de comédia

    25 de novembro de 2023 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer de “Minha Irmã e Eu”, comédia em que as atrizes Ingrid Guimarães e Tatá Werneck vivem duas irmãs que se odeiam sem deixar de se amar. Amigas de longa data, as duas já dividiram a tela em “De Pernas pro Ar 2” (2012), “Loucas para Casar” (2015) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017). Dirigido por Susana Garcia (do blockbuster “Minha Mãe é uma Peça 3”), o filme conta a história das irmãs Mirian (Ingrid) e Mirelly (Tatá), que nasceram em Rio Verde, Goiás. Elas não realizaram o sonho da mãe, de se tornarem uma dupla sertaneja e, além de terem seguido caminhos opostos, vivem às turras. Mirian nunca saiu de sua cidade e se acostumou à rotina pacata do interior. Já Mirelly partiu cedo para o Rio de Janeiro e toda a família acompanha pelas redes sociais seu sucesso, sempre rodeada de amigos famosos. O que os familiares não sabem é que é tudo mentira. Na verdade, ela vive com as contas atrasadas e passa muito perrengue fazendo bicos e cuidando dos animais de estimação de celebridades, como a cantora IZA e o casal de atores Lázaro Ramos e Taís Araújo (que interpretam a si mesmos na produção). Acreditando na mentira, Mirian decide que sua mãe (Arlete Salles) passará a morar com a irmã rica. A situação se torna uma discussão e culmina no desaparecimento da mãe das duas, que terão que deixar de lado as diferenças e se unir para procurá-la. A estreia vai acontecer em 28 de dezembro nos cinemas.

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    Match nas Estrelas: Amazon revela trailer de reality com Ingrid Guimarães e Papisa

    15 de agosto de 2023 /

    A Amazon Prime Video divulgou o trailer de “Match nas Estrelas”, um novo reality show apresentado pela atriz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e pela astróloga Tati Lisbon, conhecida como Papisa. O programa, que estreia em 15 de setembro, promete uma abordagem única ao mundo dos encontros amorosos, combinando astrologia e romance em 12 episódios.   Astrologia e romance O reality show é, na verdade, um dating show, uma espécie de “Bachelorette” astral, onde cada participante encontra quatro pretendentes de diferentes signos do zodíaco. A busca pelo “match” ideal depende da compatibilidade astral, resultando em encontros inusitados, beijos apaixonados e até conflitos. Na prévia, é possível perceber a diversidade do elenco e a dinâmica divertida do programa. Com a ajuda bem-humorada de Ingrid Guimarães e Papisa, cada participante vai para quatro encontros com pretendentes de diferentes signos, nos quais o coração e a compatibilidade astral serão fundamentais na busca pelo par perfeito. Ao final, um pretendente precisa ser escolhido, momento que deixa o participante na dúvida entre o coração e a “sinastria” – convergência de mapas astrais.   Equipe Com uma grande equipe, o programa tem roteiros de Celso Duvecchi, Larri Andrade, Jô Hallack, Jéssica Reis, Sarah Rodrigues, Edu Araújo, Luli Romano e Priscila Nicolielo, e direção de Eduardo Pupo e Raphael Alvarez. A produção executiva fica a cargo de João Cardia, Kátia Nascimento, Juliana Farias, Dante Hideki, Caio di Napoli, Juliana Bauer e Marcos Araujo.

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