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  • Filme

    Programação dos cinemas privilegia estreias para o Dia das Crianças

    12 de outubro de 2017 /

    Uma dezena de filmes chega aos cinemas no feriadão, mas os shoppings privilegiam os lançamentos infantis para o Dia das Crianças, além de um terror, lembrando ainda que sexta-feira é dia 13. Como é praxe, o circuito limitado fica com as melhores opções. Clique nos títulos em destaque abaixo para ver todos os trailers da programação. A animação da DreamWorks “As Aventuras do Capitão Cueca – O Filme” e o besteirol brasileiro “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola” dividem a maioria das salas e tem até coincidência temática. Ambos acompanham dois moleques que aprontam na escola. No desenho, os meninos hipnotizam o diretor do colégio, fazendo-o acreditar que é um super-herói, com resultados divertidos. Adaptação dos livros infantis do escritor americano Dav Pilkey, o filme tem 87% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Já na trama da comédia brasileira, baseada em livro de Danilo Gentili, o próprio autor convence os protagonistas mirins de que não é preciso estudar para se dar bem – e que a vida adulta é só diversão! Essa mensagem “politicamente” incorreta é acompanhada por piadinhas infantis, mas contadas com escatologia e vocabulário impróprio para menores de 14 anos. Destacam-se as participações do cantor Moacyr Franco e do mexicano Carlos Villagrán (o Quico do seriado “Chaves”). O terror “A Morte Te Dá Parabéns” é uma variação do tema do looping temporal, adaptando a premissa de “Feitiço do Tempo” (1993) e “No Limite do Amanhã” (2014) a um contexto de slasher. Numa situação típica do gênero, um serial killer mascarado ataca a protagonista numa república feminina. Mas, após morrer, ela acorda para reviver novamente o mesmo dia, que por acaso é o seu aniversário. E isso acontece sucessivas vezes, até ela se convencer que, para sobreviver, precisará descobrir a identidade do assassino. O filme também estreia neste fim de semana nos Estados Unidos e tem 64% de aprovação no Rotten Tomatoes. A direção é de Christopher Landon (da franquia “Atividade Paranormal” e do terrir “Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”) e foi escrito em parceria com Scott Lobdell, autor de inúmeros quadrinhos dos X-Men e derivados, como “Geração X” e o crossover da “Era de Apocalipse”. Ainda há dois lançamentos para o público infantil no circuito limitado. A animação francesa “Garoto Fantasma” é dos mesmos diretores de “Um Gato em Paris” (2010) e traz um belíssimo visual estilizado, ao estilo dos quadrinhos europeus da chamada “linha branca” (desenhos limpos influenciados por “Tintim”). A história também é típica do gênero, girando em torno de um menino que usa projeção astral para ajudar um detetive numa cadeira de rodas a prender um perigoso criminoso. 87% no Rotten Tomatoes. Por sua vez, “A Menina Índigo” é o “X-Men espírita nacional”. Cheio de situações clichês e personagens estereotipados, tem pais divorciados que só discutem, jornalistas sensacionalistas malvados, professores incapazes e uma criança mutante/espírita/superdotada, que demonstra enorme talento para as artes plásticas, jogando tinta por todo o lado feito um Jackson Pollock do ensino fundamental – além de curar pessoas doentes com seu toque!! Ela é uma das “Crianças Índigos”, uma geração dotada de inteligência e espiritualidade superior, “um novo tipo de evolução humana”, igual aos X-Men da Marvel ou à protagonista mirim da série “Believe” (2014). Só que de verdade. Assim como era “de verdade” a trama passada no plano espiritual de “Nosso Lar” (2010), longa do mesmo diretor, Wagner de Assis. Terceiro longa brasileiro da semana, “Entre Irmãs” se sai melhor, mas também abusa dos clichês. Drama de época passado nos anos 1930, acompanha Luzia (Nanda Costa, de “Gonzaga: De Pai pra Filho”), a irmã aventureira, e Emília (Marjorie Estiano, da série “Sob Pressão”), a romântica, que acabam tendo destinos muito diferentes. Uma se decepciona ao realizar o sonho de se casar e morar na capital, enquanto a outra se junta a bandoleiros e vira cangaceira. Baseada em best-seller, com narrativa episódica e longa duração, a produção parece minissérie da Globo. A direção é de Breno Silveira, do filme/minissérie da Globo “Gonzaga: De Pai para Filho” (2012). Os destaques do circuito limitado são duas produções americanas independentes, “Logan Lucky – Roubo em Família” e “Detroit em Rebelião”, muito bem-avaliadas no Rotten Tomatoes, que marcam as voltas dos diretores Steven Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Kathryn Bigelow (“A Hora Mais Escura”) ao cinema, meia década após seus últimos filmes. Com notáveis 93% de aprovação, a comédia “Logan Lucky” gira em torno de dois irmãos caipiras que planejam um roubo ambicioso, mas, como são incrivelmente estúpidos, procuram ajuda de um especialista para realizar o golpe. O fato do “ajudante” estar preso é apenas um detalhe de como o plano é pouco esperto. Channing Tatum (“Magic Mike”) e Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) são os irmãos e Daniel Craig (o “007”) vive o presidiário, com os cabelos descoloridos e uma musculatura impressionante. “Detroit em Rebelião” tem 83% de críticas positivas e marca a terceira parceria de Bigelow com o roteirista Mark Boal, após “Guerra ao Terror” (2008) e “A Hora Mais Escura” (2012). Baseado em fatos reais, o longa retrata a devastadora revolta popular que tomou conta de Detroit ao longo de cinco dias em 1967, quando uma operação policial mal-planejada matou três jovens negros, precipitando uma rebelião civil, que cresceu para uma batalha campal com um saldo de 43 mortos, mais de 340 feridos e 7 mil prédios queimados. O elenco inclui John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”), Will Poulter (“O Regresso”), Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”) e Anthony Mackie (“Capitão América: Guerra Civil”). Completam a programação dois dramas premiados, que por coincidência se baseiam em fatos reais, passam-se na mesma época e exploram o mesmo tema: inocentes injustiçados e oprimidos pela suspeita de serem comunistas nos anos 1980. “El Amparo” chega aos cinemas praticamente um ano após vencer a Mostra de São Paulo. Estreia do diretor venezuelano Rober Calzadilla, acompanha dois sobreviventes de um massacre cometido pelo exército, que confundiu pescadores com guerrilheiros na fronteira entre a Colombia e a Venezuela. Presos e forçados a confessar seus crimes, os suspeitos geram comoção em sua comunidade e ganham a solidariedade dos vizinhos, que refutam a história oficial. A obra também foi premiada nos festivais de Biarritz, Havana e Marselha. Por fim, o sul-coreano “O Advogado” conquistou vários prêmios da indústria asiática, mas é uma produção de quatro anos atrás e chapa-branca. O filme e o personagem-título, que começa obcecado em fazer dinheiro, mudam de registro bruscamente quando surge o caso de um jovem espancado pela polícia e preso sem mandato, ao ser considerado, com seus colegas estudantes, simpatizante da Coreia do Norte. Indignado, o advogado contábil Roh Moo-hyun vira militante dos direitos humanos e assume tom exaltado, além de fervor patriótico, ao defender o caso no tribunal. A repercussão lançou sua carreira política. Considerado um grande exemplo de moral e justiça, o verdadeiro Roh Moo-hyun foi eleito presidente da Coreia do Sul em 2003. Mas, ao encerrar o mandato, foi implicado num grande escândalo de corrupção, envolvendo (o equivalente a) seus ministros, parentes e construtoras… Ao contrário de outros, ele não afirmou que era o homem mais honesto da história deste… do seu país. Assumiu o erro, se disse envergonhado, pediu para os seguidores deixarem de idolatrá-lo e morreu após se jogar de um precipício em 2009. Em sua nota de suicídio, ele pediu desculpas por fazer “muitas pessoas sofrerem”. A reviravolta foi que, exatamente como outros, ele saiu da vida para entrar na história, transformando-se em mártir de uma perseguição política injusta. O filme-exaltação faz parte do reboot da narrativa oficial, que visa redimir sua biografia.

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    Blade Runner 2049 decepciona nas bilheterias, apesar da estreia em 1º lugar na América do Norte

    8 de outubro de 2017 /

    “Blade Runner 2049” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte neste fim de semana, mas com uma arrecadação frustrante. Elogiadíssimo pela imprensa, com 89% de aprovação (caiu 7% desde as primeiras sessões), o filme dirigido por Denis Villeneuve (“A Chegada”) não conseguiu capitalizar as críticas positivas numa grande venda de ingressos, arrecadando apenas US$ 31,5M (milhões). A frustração se deve às primeiras previsões de faturamento. A Warner, que distribui o filme nos Estados Unidos, tinha projetado uma estreia em torno de US$ 50M. Este foi exatamente o valor obtido, mas no mercado internacional. Entretanto, a projeção internacional era de US$ 100M. Somando todos os países, a sequência da sci-fi clássica de 1982 ficou em US$ 81,5M. O longa teria que fazer US$ 400M em todo o mundo para equilibrar seu orçamento oficial de produção – de US$ 150M. Mas teve um desempenho similar a outro derivado recente de um clássico de Ridley Scott, “Alien: Covenant”, que abriu com US$ 36M no seu primeiro fim de semana em maio. Agora, “Blade Runner 2049” depende do mercado asiático para se pagar. As estreias na Coreia do Sul e no Japão acontecem nas próximas semanas, mas ainda não há previsão para o lançamento na China. Um dos fatores apontados como responsável pela baixa bilheteria é a longa duração de 163 minutos, que limita o número de exibições por dia. Além disso, o estúdio teria superestimado o interesse do público jovem na franquia, já que o filme original tem 35 anos. Não por acaso, 63% dos espectadores da estreia norte-americana foram maiores de 35 anos. Mesmo assim, “Blade Runner 2049” pode experimentar um reativamento em streaming ou Blu-ray, pois há um consenso de que deverá ser um dos destaques das categorias técnicas do Oscar 2018, assim como aconteceu com “Mad Max: Estrada da Fúria” há dois anos. É o que acredita o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, que previu muitos prêmios, mas assumiu seu desapontamento em depoimento ao site The Hollywood Reporter. “Nós ficamos desapontados por não ter um resultado mais forte na América do Norte. É difícil, porque Denis fez um lindo filme”, ​​disse Goldstein. “Nós definitivamente tivemos um público menor do que esperávamos”. Se foi ruim para “Blade Runner 2049”, as outras estreias tiveram um fim de semana ainda pior. Em 2º lugar, o romance interracial de “A Montanha Entre Nós” rendeu somente US$ 10,1M, além de ter sido considerada medíocre, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entretanto, o filme estrelado por Idris Elba e Kate Winslet custou pouco – US$ 35M. Já “My Little Pony: O Filme” implodiu com US$ 8,8M, abrindo em 4º lugar, abaixo do bicho-papão “It: A Coisa”, que ultrapassou um novo marco, ao superar os US$ 300M de arrecadação nos Estados Unidos e no Canadá. A animação infantil não empolgou a crítica, com 58% de aprovação, e não teve seu custo revelado. O ranking semanal ainda teve mais uma novidade, desta vez positiva. O drama de época “Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha” teve seu circuito ampliado e entrou no Top 10, em 8º lugar. O que torna seus US$ 4,1M dignos de nota é o fato de virem de 732 salas, enquanto os demais filmes do ranking estão em cartaz entre 2,5 mil e 4 mil telas. Em faturamento por tela, o filme em que Judi Dench volta a viver a rainha Vitória, 20 anos após “Sua Majestade, Mrs. Brown” (1997), só perde para “Blade Runner 2049”. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 31,5M Total EUA: US$ 31,5M Total Mundo: US$ 81,7M 2. A Montanha Entre Nós Fim de semana: US$ 10,1M Total EUA: US$ 10,1M Total Mundo: US$ 13,7M 3. It: A Coisa Fim de semana: US$ 9,6M Total EUA: US$ 304,9M Total Mundo: US$ 603,7M 4. My Little Pony: O Filme Fim de semana: US$ 8,8M Total EUA: US$ 8,8M Total Mundo: US$ 12,6M 5. Kingsman: O Circulo Dourado Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA: US$ 79,9M Total Mundo: US$ 253,5M 6. Feito-na-América Fim de semana: US$ 8M Total EUA: US$ 30,4M Total Mundo: US$ 98,5M 7. Lego Ninjago: O Filme Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA: US$ 43,8M Total Mundo: US$ 77,4M 8. Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA: US$ 5,9M Total Mundo: US$ 30,9M 9. Além da Morte Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA: US$ 12,3M Total Mundo: US$ 18,3M 10. A Guerra dos Sexos Fim de semana: US$ 2,4M Total EUA: US$ 7,6M Total Mundo: US$ 7,6M

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  • Filme

    Continuação de As Aventuras de Paddington ganha novo trailer

    3 de outubro de 2017 /

    O StudioCanal divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “As Aventuras de Paddington 2”, continuação do filme infantil de 2014. A prévia mostra que o simpático urso de pelúcia falante continua atrapalhado, além de introduzir os novos personagens vividos por Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) e Brendan Gleeson (“O Guarda”). Além disso, a trama é esmiuçada, mostrando como Paddington resolve fazer o bem e se dá mal, indo parar na cadeia, após ser incriminado por um ladrão mestre dos disfarces (Grant). Com roteiro e direção de Paul King, que comandou o primeiro filme, o filme também traz de volta o elenco original, formado por Hugh Bonneville (série “Downton Abbey”), Sally Hawkins (“Godzilla”), Julie Walters (“Brooklyn”), Madeleine Harris (série “Man Down”), Jim Broadbent (“O Bebê de Bridget Jones”), Peter Capaldi (série “Doctor Who”) e Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”) como a voz de Paddington. “As Aventuras de Paddington 2” tem estreia marcada para 8 de novembro no Reino Unido e apenas dois meses depois, em 18 de janeiro no Brasil, último país do mundo a exibir o filme.

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  • Série

    Remake da série clássica infantil Sigmund e os Monstrinhos do Mar ganha trailer

    1 de outubro de 2017 /

    Os monstros de borracha espumosa voltaram! A Amazon divulgou o pôster e o trailer do remake da série clássica “Sigmund e os Monstrinhos do Mar” (Sigmund and the Sea Monsters), grande sucesso infantil dos anos 1970. O original era uma produção de Sid & Marty Kroftt, que, na linha de outras séries da dupla (“A Flauta Mágica” e “Boogaloos”), caracterizava-se pelas cores vibrantes, surf music e um certo psicodelismo, além de tramas fantasiosas que misturavam atores e bonecos. A nova série conta a mesma história, em que o monstro Sigmund sofre bullying da família por ser bonzinho e, forçado a assustar humanos, acaba se atrapalhando e ficando amigo de dois irmãos surfistas adolescentes que encontra na praia. Sid e Marty Krofft estão entre os produtores executivos da nova versão, que preserva o nostálgico visual emborrachado de Sigmund. O elenco destaca os jovens Solomon Stewart (série “The Goldbergs”) e Kyle Breitkopf (série “The Whispers”) como os irmãos, que desta vez contam com a ajuda da prima vivida por Rebecca Bloom (a voz inglesa da protagonista de “Masha e o Urso”) para esconder Sigmund do vilão vivido por David Arquette, obcecado em provar que os monstros do mar são reais. A nova versão estreia em 13 de outubro na plataforma de streaming Amazon Prime Video. Aproveite e relembre a abertura original abaixo.

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  • Filme

    Disney Channel prepara remake televisivo de Abracadabra

    1 de outubro de 2017 /

    O Disney Channel está desenvolvendo um remake de “Abracadabra” (Hocus Pocus), clássico infantil de Halloween, no formato de um telefilme. Segundo o site Deadline, a adaptação está sendo escrita por Scarlett Lacey, roteirista da série “The Royals”. O filme original de 1993 contava a história de Winnie, Sarah e Mary, três bruxas do século 17 que chegam ao presente após seus espíritos serem invocados no Dia das Bruxas. Banidas há 300 anos devido à prática de feitiçaria, elas estão dispostas a tudo para garantir sua juventude e imortalidade. Porém, precisarão enfrentar três crianças e um gato falante, que podem atrapalhar seus planos. A produção foi protagonizada por Bette Midler (“Quando Me Apaixono”), Sarah Jessica Parker (“Sex and the City”) e Kathy Najimy (“Ela Dança, Eu Danço 3”), sob direção de Kenny Ortega (“Os Descendentes”), e se tornou um grande sucesso infantil da Disney. Uma curiosidade é que há anos suas estrelas fazem campanha para a Disney produzir uma continuação. Mas a opção foi por um remake televisivo. David Kirschner, produtor do filme, também assina a produção do telefilme.

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  • Série

    Estúdio da Abelha Maia chama imagem de pênis em animação infantil de “piada muito ruim”

    22 de setembro de 2017 /

    Os produtores da animação europeia “A Abelha Maia” se pronunciaram sobre a polêmica do pênis, que apareceu desenhado ao fundo de um episódio da animação infantil. O episódio foi retirado da Netflix sem qualquer comentário ou pedido de desculpas, após o desenho impróprio ter sido identificado por uma mãe inglesa e disparou uma onda de protestos nas redes sociais, puxada por outra mãe dos Estados Unidos. “Uma imagem absolutamente imprópria foi descoberta em uma cena de quatro segundos em um episódio do total de 78 episódios da série”, minimizou a produtora Studio 100 Animation em um comunicado divulgado na sexta (22/9). “A origem desta imagem, obviamente, é resultado de uma piada muito ruim de um dos 150 artistas que trabalharam na produção”. De acordo com o site da revista Variety, o Studio 100 procura o culpado entre os artistas da França e da Ásia que trabalharam na série, considerando que imagem foi adicionada durante as etapas de composição ou layout. Uma nova versão da cena foi feita, para que o episódio seja substituído. Por enquanto, a Netflix mostra apenas 38 dos 39 episódios da 1ª temporada, tendo excluído o capítulo da polêmica. A produção do estúdio europeu Studio 100 Animation é baseada na personagem literária criada pelo escritor alemão Waldemar Bonsels em 1912 e tem como protagonista Maia, uma abelha que deixa sua colmeia para se aventurar no mundo ao lado dos amigos insetos. A série foi feita em 2012 e a Netflix é apenas a distribuidora de seu streaming. A animação também foi adaptada para os cinemas em 2014, com direção de Alexs Stadermann (animador da série “Timão & Pumba”), que inclusive prepara uma continuação para 2018. This show is on @netflix its called maya the Bee this episode is S1E35 around 5:14 mins in they have a #dick on the log wall pic.twitter.com/lb5bK88Ex5 — Ariel Wray (@ArielWray) September 15, 2017

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  • Filme

    Trailer encantador de Pedro Coelho ganha versões legendada e dublada em português

    22 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou o trailer legendado e dublado em português de “Pedro Coelho” (Peter Rabbit), híbrido de animação e live action, que combina os bichinhos falantes da literatura infantil com humanos interpretados por atores de carne e osso. O resultado desta combinação encanta pelo realismo. Baseada no famoso personagem de Beatrix Potter, que no Brasil sempre foi conhecido como Pedro Coelho, a adaptação tem direção de Will Gluck (“Annie”), que também escreveu o roteiro com Rob Lieber (“Alexandre e o Dia Terrivel, Horrível, Espantoso e Horroroso”). E o que chama atenção, além dos efeitos que combinam perfeitamente digital e real, é que a trama foi atualizada para os dias de hoje. As histórias de Potter sobre o coelho antropomórfico, que usa roupas, datam de 1902, época em que Peter desobedecia sua mãe para aprontar no jardim do Sr. McGregor, comendo vários cenouras até ser visto e perseguido, acabando doente ao perder um sapato e o casaco na perseguição. O trailer mostra que a farra agora acontece na casa moderna de McGregor, vivido por Domnhall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”). Rose Byrne (“Vizinhos”) também tem um papel de carne e osso, mas a maioria dos atores famosos da produção fazem apenas vozes. A começar por James Corden (“Caminhos da Floresta”), que dubla Peter, ou melhor Pedro Coelho. O resto do elenco inclui Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) e Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”). Toda essa gente famosa pode ser ignorada no Brasil por conta da dublagem nacional. Embora já possam ser ouvidos no trailer, os dubladores brasileiros ainda não foram revelados. Será a primeira vez que “Pedro Coelho” ganhará um filme, mas o personagem já teve algumas adaptações para o palco e a televisão. Além de uma série animada britânica dos anos 1990, exibida no Brasil pela TV Cultura, ele pode ser visto atualmente numa série criada por computação gráfica no canal pago Nickelodeon. O filme estreia em 8 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Novo pôster de Jumanji reúne os quatro protagonistas e um bicão

    22 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou um novo pôster de “Jumanji”, nova comédia de ação estrelada por Dwayne Johnson (“Baywatch”), que ganhou o subtítulo de “Bem-Vindo à Selva”. A imagem mostra os quatro protagonistas num rio, ao lado de um bicão – na verdade, um bocarrão. O filme é uma história completamente diferente do clássico juvenil estrelado por Robin Williams em 1995. Para começar, o tabuleiro mágico é agora um videogame. E além de serem sugados para dentro do jogo, os protagonistas também mudam de aparência. Originalmente quatro adolescentes, eles se transformam em Dwayne Johnson (“Baywatch”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”), Jack Black (“Goosebumps”) e Karen Gillan (“Guardiões da Galáxia”) e precisam enfrentar inúmeros perigos – e não apenas feras como há 22 anos. O novo “Jumanji” tem direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”) e estreia marcada para 4 de janeiro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos EUA (em 20 de dezembro).

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  • Etc,  Série

    Netflix deleta episódio polêmico de pênis animado sem fazer nenhum comentário

    22 de setembro de 2017 /

    Após uma mãe britânica descobrir um pênis num episódio da animação infantil “A Abelha Maia”, o escândalo se tornou viral nas redes sociais. Mas a Netflix, que disponibilizou o desenho, não se manifestou oficialmente. Em silêncio, apenas tirou do ar o capítulo polêmico da série animada europeia, como pode ser visto na imagem acima. O estúdio responsável pela produção também não fez nenhum comentário. O episódio virou um escândalo após a constatação de que um pênis aparecia desenhado como uma pichação em uma árvore, ao fundo de uma cena. A imagem foi percebida por Chey Robinson, enquanto assistia à atração infantil com os filhos na Netflix e postou um vídeo no Facebook para divulgar a descoberta. “Sei que não estou louca e sei que algo assim não deveria estar em programa para crianças. Estou extremamente enojada, não há motivos para meus filhos estarem vendo uma coisa assim”, disse ela na publicação, que já foi excluída. Outra mãe, a americana Ariel Wray, levou o assunto ao Twitter, incitando ainda mais protestos. A produção, do estúdio europeu Studio 100 Animation, é baseada na personagem literária criada pelo escritor alemão Waldemar Bonsels em 1912 e tem como protagonista Maia, uma abelha que deixa sua colmeia para se aventurar no mundo ao lado dos amigos insetos. A série foi feita em 2012 e a Netflix é apenas o distribuidor em streaming. A animação também foi adaptada para os cinemas em 2014, com direção de Alexs Stadermann (animador da série “Timão & Pumba”), que inclusive prepara uma continuação para 2018. This show is on @netflix its called maya the Bee this episode is S1E35 around 5:14 mins in they have a #dick on the log wall pic.twitter.com/lb5bK88Ex5 — Ariel Wray (@ArielWray) September 15, 2017

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  • Filme

    Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola ganha outro trailer “reprovado pela crítica”

    21 de setembro de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou um novo trailer do besteirol “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”, baseado no livro de mesmo nome do humorista Danilo Gentili (“Mato sem Cachorro”), que também atua como “conselheiro” no filme. Mesmo com seus palavrões e cenas de escatologia básicos, o material se diferencia pela honestidade, prevendo que será reprovado pela crítica. Claro que a aposta do marketing é que isso pouco importa para o sucesso da produção, pois em sua lógica interna ser reprovado pela crítica é ser legal. Enfim, pelo menos não há a hipocrisia de tentar vender o besteirol como algo melhor do que é. O longa tem direção de Fabrício Bittar, do MTV Sports, e além de Gentili também traz no elenco Bruno Munhoz (“descoberto pelas redes sociais”, segundo o release), Daniel Pimentel, Raul Gazola, Joana Fomm, o músico Rogério Skylab, o cantor Moacyr Franco e o mexicano Carlos Villagrán (o Quico do seriado “Chaves”). “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola” estreia em 12 de outubro.

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  • Filme

    Trailer de Pedro Coelho impressiona com combinação realista de atores e animação

    21 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Pedro Coelho” (Peter Rabbit), híbrido de animação e live action, que combina os bichinhos falantes da literatura infantil com humanos interpretados por atores de carne e osso. O resultado desta combinação impressiona pelo realismo. Baseada no famoso personagem de Beatrix Potter, que no Brasil sempre foi conhecido como Pedro Coelho, a adaptação tem direção de Will Gluck (“Annie”), que também escreveu o roteiro com Rob Lieber (“Alexandre e o Dia Terrivel, Horrível, Espantoso e Horroroso”). E o que chama atenção, além dos efeitos que combinam perfeitamente digital e real, é que a trama foi atualizada para os dias de hoje. As histórias de Potter sobre o coelho antropomórfico, que usa roupas, datam de 1902, época em que Peter desobedecia sua mãe para aprontar no jardim do Sr. McGregor, comendo vários cenouras até ser visto e perseguido, acabando doente ao perder um sapato e o casaco na perseguição. O trailer mostra que a farra agora acontece na casa moderna de McGregor, vivido por Domnhall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”). Rose Byrne (“Vizinhos”) também tem um papel de carne e osso, mas a maioria dos atores famosos da produção fazem apenas vozes. A começar por James Corden (“Caminhos da Floresta”), que dubla Peter, ou melhor Pedro Coelho. O resto do elenco inclui Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) e Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”). Será a primeira vez que “Pedro Coelho” ganhará um filme, mas o personagem já teve algumas adaptações para o palco e a televisão. Além de uma série animada britânica dos anos 1990, exibida no Brasil pela TV Cultura, ele pode ser visto atualmente numa série criada por computação gráfica no canal pago Nickelodeon. O filme estreia em 8 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Mãe descobre um pênis na série animada infantil da Abelha Maia

    21 de setembro de 2017 /

    Um episódio da animação infantil “A Abelha Maia” virou um escândalo após a constatação de que um pênis aparecia desenhado como uma pichação em uma árvore em uma cena. A cena foi percebida pela britânica Chey Robinson, enquanto assistia à atração infantil com os filhos na Netflix e postou um vídeo no Facebook para divulgar a descoberta. “Sei que não estou louca e sei que algo assim não deveria estar em programa para crianças. Estou extremamente enojada, não há motivos para meus filhos estarem vendo uma coisa assim”, disse ela na publicação, que foi excluída depois de viralizar. De acordo com Chey, a imagem do pênis aparece aos 18 minutos e 35 segundo do episódio 35 da 1ª temporada do desenho, a única que está disponível no serviço de streaming. “Não sei se eles farão algo sobre isso, mas não há porquê isso estar neste show mais. Então, estou avisando para que vocês tomem cuidado com o que seus filhos estão vendo”, acrescentou a mulher, que garantiu não ter manipulado a imagem do frame. A produção, do estúdio europeu Studio 100 Animation, é baseada na personagem literária criada pelo escritor alemão Waldemar Bonsels em 1912 e tem como protagonista Maia, uma abelha que deixa sua colmeia para se aventurar no mundo ao lado dos amigos insetos. A série foi feita em 2012 e a Netflix é apenas o distribuidor em streaming. A animação também foi adaptada para os cinemas em 2014, com direção de Alexs Stadermann (animador da série “Timão & Pumba”), que inclusive prepara uma continuação para 2018.

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  • Filme

    Sem Fôlego: Novo filme do diretor de Carol ganha trailer

    20 de setembro de 2017 /

    A Amazon divulgou dois pôsteres e o trailer completo de “Sem Fôlego” (Wonderstruck), novo filme de época de Todd Haynes (“Carol”). A prévia é embalada pelo clássico “Space Oddity”, de David Bowie, que acompanha as descobertas de seus personagens infantis, um menino e uma menina em Nova York, separados por décadas – e por uma edição que separa cores de imagens em preto e branco. O filme adapta o livro infantil homônimo de Brian Selznick (autor de “A Invenção de Hugo Cabret”), sobre duas crianças surdas, Ben e Rose, cujas histórias são separadas por 50 anos. Rose foge de casa em 1927, rumo a Nova York para conhecer Lillian Mayhew, estrela de cinema que idolatra. Jack também escapa para Nova York, mas em 1977, em busca de seu pai. Em determinado momento, porém, suas vidas se cruzam de maneira inesperada. O próprio Selznick assina o roteiro da adaptação, que destaca em seu elenco Julianne Moore (“Jogos Vorazes: A Esperança”), Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”), Tom Noonan (série “13 Monkeys”), Cory Michael Smith (série “Gotham”), Amy Hargreaves (série “13 Reasons Why”) e as crianças Oakes Fegley (“Meu Amigo, o Dragão”) e Millicent Simmonds (estreante). Exibido no Festival de Cannes, o filme terá sua estreia norte-americana no Festival de Nova York e lançamento comercial em 20 de outubro nos Estados Unidos e duas semanas depois, em 2 de novembro, no Brasil.

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