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    Cineastas e produtores repudiam a Fox após apoio da Fox News à política imigratória de Trump

    19 de junho de 2018 /

    Quatro importantes produtores e cineastas da Fox resolveram protestar contra o canal de notícias do grupo, a Fox News, após o apoio dado por seus comentaristas à política imigratória do governo Trump, que separa crianças de seus pais. Foram diversos comentários, mas duas comentaristas mais conservadoras chamaram atenção por frases consideradas insensíveis, que alguns usuários das redes sociais compararam à propaganda nazista. No domingo (17/6), a comentarista Ann Coulter descreveu as crianças imigrantes detidas como “atores mirins lamentando e chorando” e alertou Donald Trump para não ceder: “Não caia nisto, Sr. Presidente”. Um dia depois, foi a vez de Laura Ingraham descrever os centros de detenção usados para abrigar as crianças separadas como “basicamente acampamentos de verão”. O criador da animação “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e da série “Orville”, Seth MacFarlane, disse no Twitter que estava “envergonhado” de trabalhar para a Fox porque o estúdio pertence à mesma companhia que a Fox News. Steve Levitan, co-criador da série de comédia vencedora do Emmy “Modern Family”, se assumiu “com nojo” da Fox, afirmando que considerava “montar sua lojinha em outro lugar” após seu contrato com o estúdio expirar no próximo ano. O diretor de “Missão Madrinha de Casamento” e “Caça-Fantasmas”, Paul Feig, disse que, apesar de amar os funcionários nas divisões de cinema e TV da Fox, “não consigo perdoar o apoio que sua divisão de notícias promove para políticas e ações imorais e abusivas tomadas por este governo atual em relação a crianças imigrantes”. E o cineasta Judd Apatow, diretor de “Descompensada” e produtor de séries como “Girls”, “Crashing” e “Love”, dirigiu-se aos funcionários da Fox para se manifestarem. “Imaginem se fossem os seus filhos. Quem tem um filme, série de TV, evento esportivo, programa de notícias na Fox? Como vocês conseguem permanecer em silêncio quando eles promovem estas políticas?”, tuitou. Milhares de anônimos das redes sociais também se manifestaram de forma ruidosa, fazendo com que a hashtag #BoycottLaura, sobre o programa de Laura Ingraham na Fox News, voltasse a virar um dos principais tópicos do Twitter. É a segunda vez que ela desperta a ira da opinião pública neste ano. Em abril, a comentarista chegou a ser afastada após – justamente – uma ameaça de boicote a seus patrocinadores, por zombar de um estudante sobrevivente do massacre de Parkland, que defendia maior controle de armas nos Estados Unidos.

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  • Série

    Roteiristas de Doentes de Amor emplacam série sobre imigrantes na Apple

    19 de junho de 2018 /

    A Apple deu sinal verde para a série do casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon, indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”. Intitulada “Little America”, a atração vai contar histórias da vida real sobre imigrantes nos Estados Unidos, baseado em relatos publicados na revista Epic Magazine. Cada episódio destacará “a vida engraçada, romântica, sincera, inspiradora e inesperada dos imigrantes na América”, segundo a sinopse. Nanjiani e Gordon estão desenvolvendo o projeto junto de Alan Yang, co-criador de “Master of None”, e do produtor Lee Eisenberg, da série “SMILF”. “Doentes de Amor” foi o filme independente de maior bilheteria de 2017 nos Estados Unidos. E, além de ter escrito e estrelado o longa, Nanjiani também é conhecido por ser uma das estrelas da série “Silicon Valley”.

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  • Série

    Série de comédia britânica criada e estrelada por Idris Elba ganha primeiras fotos

    7 de março de 2018 /

    O canal pago britânico Sky One divulgou as primeiras imagens de “In the Long Run”, série de comédia criada e estrelada por Idris Elba (“A Torre Negra”). Ambientada na Londres dos anos 1980, a série acompanha a família de Walter Easmon, imigrantes vindos de Serra Leoa. A produção é inspirada na infância de Elba, que interpreta o patriarca. Além dele, estão no elenco Jimmy Akingbola (série “Arrow”), Madeline Appiah (minissérie “Partners in Crime”), Bill Bailey (“Nanny McPhee e as Lições Mágicas”) e Kellie Shirley (novela “EastEnders”). A série estreia no Reino Unido no dia 29 de março.

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  • Filme

    Roteiristas de Doentes de Amor desenvolvem série sobre imigrantes nos Estados Unidos

    9 de fevereiro de 2018 /

    O casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon, indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”, está desenvolvendo uma série de antologia para a Apple. Intitulada “Little America”, a série vai contar histórias da vida real sobre imigrantes nos Estados Unidos, baseado em relatos publicados na revista Epic Magazine. Cada episódio destacará “a vida engraçada, romântica, sincera, inspiradora e inesperada dos imigrantes na América”, segundo a sinopse. Nanjiani e Gordon estão desenvolvendo o projeto junto de Alan Yang, co-criador de “Master of None”, e do produtor Lee Eisenberg, da série “SMILF”. “Doentes de Amor” foi o filme independente de maior bilheteria de 2017 nos Estados Unidos. E, além de disputar o Oscar, Nanjiani também é uma das estrelas da série “Silicon Valley”, que retorna para a sua 5ª temporada no dia 25 de março no canal pago HBO.

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  • Filme

    O Outro Lado da Esperança aborda questão dos refugiados de forma sutil e tocante

    11 de novembro de 2017 /

    O cinema do finlandês Aki Kaurismäki é feito de excluídos e de párias com pouco dinheiro nos bolsos mas muita nobreza no caráter. São solidários, sempre que aparece um personagem com mais dificuldades, cercam o sujeito de calor humano, comida, bebida e boa música (um rock tocado por uma banda finlandesa do underground), porque, no fundo, isso é o mais digno que se pode ter na vida. “O Outro Lado da Esperança”, o novo filme de Kaurismäki, não foge desse mundo marginal cheio de ternura. A diferença é que, desta vez, ele toca numa questão política delicada, o afluxo de refugiados sírios e iraquianos na Europa, e como a invasão dessa imensa multidão pressupõe a chegada de outros sinais de “modernidade” e de outros valores incompreensíveis e inaceitáveis. Não há dúvida sobre a posição moral do cineasta. Quando os personagens principais encontram o refugiado sírio Khaled (Sherwan Haji) morando, como clandestino, ao lado de uma caçamba de lixo, lhe oferecem emprego e falsificam seus documentos para ele não ser expulso do país. Apesar do tema pesado, Kaurismäki tem um dom muito especial para o equilíbrio. Seu filme oscila entre a crônica social, a comédia seca e o drama agridoce. E ele nunca perde a chance de dar um arremate cínico e ferino às cenas. Mais irônico de tudo é a ilusão de Khaled de imaginar que escolheu o refúgio no país certo. Sabe-se que a Finlândia tem uma boa reputação no tratamento dos direitos civis. Mas esse “avanço” funciona nos guias turísticos. Na real, o sistema se afunda em contradições. Khaled se apresenta no guichê da imigração de Helsinque cheio de esperança e se depara com a burocracia do setor. É fotografado e catalogado como se fosse um inseto e isolado por dias num quartinho da alfândega, para depois ser comunicado que seu pedido de asilo foi rejeitado e ele será deportado. Imediatamente após o veredicto, Kaurismäki mostra, numa cena irônica, um agente tentando conformar Khaled, dizendo que recebeu notícias que as coisas melhoraram na Síria, enquanto atrás, na TV, o telejornal exibe um relatório evidenciando as atrocidades que estão acontecendo em Aleppo. O personagem fica impassível diante do contraste, mas a emoção, mesmo nos momentos mais cruciais, sempre é contida. Aliás, essa postura estática, cara de pedra, se estende ao resto do elenco. É uma das marcas de Kaurismäki. As reações são minimamente esboçadas, o que acrescenta uma dimensão extra à mensagem. O refugiado não reclama, seus protetores não discutem, os fascistas, violentos, não explicam. E tudo acontece. O roteiro tem uma estrutura especial: o espectador está assistindo duas histórias separadas. Uma delas diz respeito a Khaled, mas a outra é sobre Walter Wikström (Sakari Kuosmanen, que trabalhou com o diretor em “O Homem Sem Passado”), o comerciante entediado que larga a esposa, o lar, para se aventurar no mundo dos jogos de pôquer, mas termina assentado num novo negócio, um restaurante, o Golden Lit, ao qual não tem a mínima noção de como comandar. As vidas de Wikström e Khaled se cruzam no beco atrás do restaurante e nasce um relacionamento estranho. Tão econômico em seu estilo visual como em seus diálogos, Kaurismäki atesta que num mundo feito de rotina, ou de tentativa de estabelecer uma rotina, existe muita tensão. De fato, ele faz um filme sutil e muito especial, já que, em seu minimalismo, nunca alimenta o público com comentários evidentes ou uma crítica fácil. Ao contrário, ele permite que o espectador imagine e descubra este filme por conta própria. Se um personagem chega a abstração de limpar minuciosamente uma janela que não existe ou se outro deles esmera-se para preparar um sushi, sem ter a menor ideia de como é a receita, o resultado não se fecha apenas na chave cômica, mas é profundamente tocante. Dada a situação atual de tantos refugiados do Oriente Médio e o surgimento do sentimento anti-imigrante e islamofóbico, este também é um filme oportuno por abordar uma questão global crítica. “O Outro Lado da Esperança” venceu o Urso de Prata de Melhor Direção no Festival de Berlim, foi eleito o Melhor Filme do Festival de San Sebastian e sua merecida carreira de prêmios prossegue.

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  • Série

    Estudo revela que metade dos personagens latinos das séries americanas são criminosos

    5 de novembro de 2017 /

    Uma pesquisa realizada pela The Opportunity Agenda, uma entidade sem fins lucrativos que se define como um “laboratório de comunicação de justiça social”, analisou 40 episódios de 25 séries populares, entre abril de 2014 e junho de 2016, buscando identificar como os imigrantes são retratados na TV americana. O resultado constata que os imigrantes estão sub-representados, com apenas 6% dos papéis na amostragem (enquanto representam 17% da população dos EUA). No entanto, eles estão representados em excesso como criminosos. Metade das vezes em que aparecem nas telas, os latinos vivem marginais. Já os personagens do Oriente Médio são geralmente mostrados envolvidos em atividades terroristas. A partir desta pesquisa, outra ONG, a Define American, lançou um guia para os produtores de Hollywood saberem como retratar melhor os imigrantes em seus filmes e séries. Trata-se de um tapa de luva de pelica. “É nossa esperança que, além de servir como um recurso confiável, este guia encoraje os contadores de histórias a elevar a qualidade dos personagens, cujas histórias são tão diversas quanto os 43 milhões de imigrantes estimados que vivem em nosso país”, disse Elizabeth Grizzle Voorhees, diretora de mídia da Define American, em entrevista ao site The Hollywood Reporter.

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  • Filme

    O Futuro Perfeito demonstra como a linguagem pode ampliar fronteiras

    29 de julho de 2017 /

    “O Futuro Perfeito” (2016), da diretora alemã radicada na Argentina Nele Wohlatz é tão estranho quanto atraente. Isso porque o tom, por vezes bressoniano de interpretação (e um elenco formado por não-atores), acaba se tornando acessível até para um público menos familiarizado com um tipo de cinema mais hermético, e até lembra, em alguns momentos, a trajetória da Macabeia de “A Hora da Estrela” (1986). Mas o caso de Xiaobin (Xiaobin Zhang), que adota o nome Beatriz na Argentina, é ainda mais complicado, já que ela chega àquela terra estranha sem saber nenhuma palavra do espanhol. Seus pais não se interessam em se integrar àquela sociedade, pois planejam ganhar dinheiro e voltar para a China e por isso só falam em mandarim, na empresa de lavanderia que cuidam. Mas a menina de 17 anos não: ela quer se adaptar àquele mundo novo. E para isso procura empregos simples e também cursos para aprender o espanhol. Até porque, no primeiro trabalho, ela não entendia nada o que os clientes falavam e isso lhe custou o emprego. É possível também se identificar com a personagem se, em algum momento da sua vida, você também já se sentiu excluído ou um peixe fora d´água. Daí, é possível entender um pouco a atração que Beatriz sente por um rapaz indiano, que se demonstra interessado nela. Os dois estão unidos pela exclusão social. A cena do cinema, quando ele pede para casar com ela e ambos dizem que não estão entendendo o filme, é bem representativa dessa situação incômoda. Interessante notar que Beatriz vai se tornando mais inteligente e mais esperta à medida que suas aulas de espanhol progridem. Se antes tudo era muito simples nas aulas, como dizer o nome de objetos ou das partes do corpo humano ou de eventos relacionadas ao passado ou ao presente dela, a coisa se torna mais complexa quando a professora introduz o estudo do condicional, com o verbo no que a gente chama em português de futuro do pretérito. Assim, o futuro passa a ser visualizado em uma série de possibilidades. E se o rapaz indiano for casado, o você faria? E se seus pais descobrirem e não gostarem do rapaz, o que aconteceria? E se você viajar para a Índia, como seria? Assim, as imagens surgem na tela quase como verdades, embora saibamos que estamos diante de jogos de imagem a partir dos pensamentos de Beatriz. Interessante como o drama mostra o quanto a linguagem é capaz de modificar o futuro das pessoas, após o cinema mostrar a questão com uma obra bem mais ambiciosa, no registro de ficção científica – “A Chegada” (2016), de Denis Villeneuve. Bem mais modesto, principalmente em seu orçamento, minúsculo, “O Futuro Perfeito” ganha uma dimensão enorme no que tange à reflexão sobre as influências da linguagem na vida e na mente de uma pessoa, no quanto isso pode aumentar suas fronteiras. Claro que também não é só isso, pois há toda uma angústia que acompanha a projeção da história pela ponto de vista de Beatriz. Mas “O Futuro Perfeito” realmente abre mentes e conquista corações.

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  • Filme

    A Garota Ocidental examina a repressão feminina na tradição muçulmana

    29 de julho de 2017 /

    Certos filmes se fazem necessários menos por suas implicações estéticas e mais pela necessidade de chamar atenção para injustiças sociais. Especialmente em se tratando de uma cultura muito resistente como a tradição muçulmana, que influencia variados povos, etnias e crenças com sua inequívoca mensagem de repressão feminina. “A Garota Ocidental – Entre o Coração e a Tradição”, de Stephan Streker (“Michael Blanco”), apresenta história de Zahira (Lina El Arabi, da série francesa “Kaboul Kitchen”), uma jovem paquistanesa que é obrigada pela tradição a se casar com um homem paquistanês, mesmo morando em uma moderna cidade belga e contrariada com a imposição de sua família. Para piorar ainda mais a situação da moça, ela está grávida de um rapaz que não quer assumir a paternidade. Ela tenta, em algum momento, fazer o aborto, mas é impedida por sua consciência. Ela pede para que o procedimento seja interrompido. Um dos grandes méritos do filme é colocar o espectador no lugar de Zahira, já que, desde o começo, sentimos uma angústia que permanece até o fim da projeção. Aliás, que permanece um bom tempo depois que os créditos sobem. Mas será que a culpa do destino de Zahira é mesmo da religião e da cultura, elementos que aprisionam as pessoas, ou há algo que se aproxima de maldade pura na história? O que é mostrado no filme é uma questão complexa, mas não deixa de conter esse tipo de questionamento. O filme tem uma aproximação tão forte com a protagonista que quase beira um registro documental, com uso de câmera na mão em diversos momentos. Mesmo os momentos em que Zahira tenta se libertar, fugindo de casa ou mesmo da cidade, com um rapaz que diz gostar dela, parecem inquietantes, pois há sempre uma impressão de algo muito ruim que esteja prestes a acontecer. Isso demonstra a força da direção de Streker, cineasta belga que tem sua primeira obra lançada no Brasil em circuito comercial. E talvez tenha chamado atenção dos distribuidores justamente pela temática apelativa, no bom sentido do termo.

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  • Filme

    Primeiras fotos do novo filme de Michael Haneke volta a juntar atores de Amor

    7 de maio de 2017 /

    Surgiram as primeiras imagens do novo filme de Michael Haneke, “Happy End”, selecionado para o Festival de Cannes 2017. A produção será a quarta colaboração entre o diretor alemão e a atriz francesa Isabelle Huppert e o seu segundo trabalho com o veterano Jean-Louis Trintignant. Ambos trabalharam com Haneke no premiado drama “Amor” (2012), e aparecem lado a lado numa das fotos, que reúne outros integrantes do elenco, como Mathieu Kassovitz (“O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”), Fantine Harduin (“Le Voyage de Fanny”) e o inglês Toby Jones (série “Wayward Pines”) Passada na cidade portuária de Calais, a produção irá retratar o drama dos refugiados e a crise migratória na Europa contemporânea. A estreia comercial está marcada para outubro na Europa e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Ellen DeGeneres usa Procurando Dory para cutucar Donald Trump

    31 de janeiro de 2017 /

    Ellen DeGeneres deu uma divertida cutucada em Donald Trump na edição desta terça (31/1) de seu talk show diurno. Citando que a animação “Procurando Dory” foi exibida na Casa Branca no mesmo dia em que o presidente aprovou sua polêmica lei de imigração, proibindo a entrada de imigrantes e turistas de sete países nos EUA, a comediante resolveu lembrar a trama do desenho para o público. A animação foi estrelada pela própria DeGeneres, dubladora original da peixinha que, como ela conta, morava na Austrália e, com a ajuda de amigos e desconhecidos, buscava chegar nos EUA onde se encontram seus pais. Ao chegar, porém, eles se veem detidos por um grande muro, que impede Dory de encontrar a família. “Todos eles têm que passar por cima do muro e, vocês podem não acreditar, mas aquele muro quase não surtiu efeito para mantê-los do lado de fora”, contou DeGeneres, arrancando risos pela analogia evidente aos planos de Trump, que pretende construir um muro na fronteira com o Méxicao. Dory cruza a fronteira e mesmo assim é separada da família. Para sua sorte, disse a apresentadora, outros animais estão dispostos a ajudá-la e a acolhem em seu mundo. “Animais que nem precisam dela. Animais que não têm nada em comum com ela. Eles a ajudam (…) porque é isso que você faz quando vê alguém em necessidade, você o ajuda”, ela disse, por sua vez aludindo aos refugiados de outros países. “Então é isso que espero que todos que assistiram ‘Procurando Dory’ tenham aprendido”, acrescentou.

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  • Série

    Cauã Reymond diz viver papéis de sua vida em Dois Irmãos, próxima minissérie da Globo

    2 de dezembro de 2016 /

    Adiada várias vezes pela Globo, a minissérie “Dois Irmãos” vai finalmente estrear em janeiro. E o ator Cauã Reymond (“Alemão”) já garante que, graças a ela, conseguiu os papéis de sua vida. No plural, já que ele interpreta irmãos gêmeos, Yaqub e Omar. A série teve seu primeiro teaser divulgado durante a Comic-Con Experience (CCXP), com muito drama, violência e cenas quentes, o cardápio já típico das minisséries das 23h da emissora. Além disso, rendeu conversa com o ator, o escritor do livro e a roteirista responsável pela adaptação durante o painel da rede Globo no evento. Baseada na obra homônima de Milton Hatoum, a trama gira em torno da rivalidade entre os irmãos gêmeos, que corrói uma família de imigrantes libaneses em Manaus. Eles desenvolvem essa rivalidade a partir da predileção da mãe, Zana, por um deles, Omar. Cauã revelou que desejava interpretar os irmãos desde que leu o romance homônimo de Hatoum, quando tinha 26 anos de idade. “Quem me deu o livro foi minha mãe. E eu falei ‘Eu posso fazer esses dois irmãos’. Ainda estava no começo da carreira”, contou o ator no evento. E a vontade também se estendia à oportunidade de trabalhar com o diretor Luiz Fernando Carvalho. “Tinha o sonho de trabalhar com ele desde ‘Malhação’, para vocês verem como sou arrogante”, brincou. Quando foi divulgado que o diretor da novela “Velho Chico” trabalhava na adaptação, Cauã disse a um dos produtores de elenco da Globo, que gostaria de participar. E a resposta afirmativa veio tempo depois: “Nelsinho me dá um tapinha no ombro e diz ‘Acho que esse projeto vai cair no seu colo’. Fiquei extremamente emocionado e extremamente ansioso, porque até eu encontrar o Luiz e a Maria [Camargo, escritora] levaram três meses. E quando teve esse encontro eu sabia que tinha o papel da minha vida nas mãos”. A ideia da minissérie chegou à Globo por meio da roteirista Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) em 2003. Sentindo-se “presa” pela história do livro, ela sugeriu à emissora que ele fosse adaptado para uma minissérie. O projeto, na época, não foi para a frente, mas rendeu amizade com o autor do livro. “Me apresentei pro Milton, fui muito cara de pau. Falei ‘Eu amo seu livro, estou apaixonada e quero fazer algo’. O Milton foi de uma generosidade ímpar, virou meu amigo. Depois entrou o Luiz. Várias vezes parecia que o projeto ia, não ia”. Emocionado em ver pela primeira vez uma prévia da série, Hatoum aprovou a adaptação e disse não ter preconceitos com outras mídias, como a televisão. “É uma obra pra romper os preconceitos. Ainda estou emocionando. Fico imaginando o que foi até chegar aí. Eu na minha idade ter preconceitos seria triste, o fim da picada. Acho que tem que ter nuances pra tudo. Há programas que eu não assisto na TV brasileira, não assisto de jeito nenhum, mas há minisséries que eu assisto”. Em sua avaliação, a atração pode ajudar a obra a encontrar um novo público. “Eu acho que o grande barato dessa minissérie é que ela vai atingir um público também que nunca viu isso, que infelizmente não lê, mas que pode se interessar em ler”, afirmou, em seguida emendando uma provocação: “Qual a batalha do escritor? É tirar o leitor da lista do best seller e trazer o leitor, não digo nem pro ‘Dois Irmãos’, de levar pro ‘São Bernardo’, pro ‘Vidas Secas’. Sai da lista dos mais vendidos e entra na literatura, vai ajudar você a se conhecer mais, a conhecer os outros, as relações humanas”.

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    M. Night Shyamalan prepara série animada com roteirista de Uma Família da Pesada

    30 de setembro de 2016 /

    O diretor e roteirista M. Night Shyamalan é mais conhecido por seus filmes de terror, de “O Sexto-Sentido” (1999) até o recente “A Visita” (2015), mas poucos se lembram dele como autor de comédias infantis. Mas são dele os roteiros de “Olhos Abertos” (1998) e “O Pequeno Stuart Little” (1999). E agora Shyamalan vai voltar ao gênero. Segundo o site da revista Variety, a rede Fox comprou o roteiro de “Eleven Little Indians”, projeto de uma série de comédia animada produzida por Shyamalan. A trama é, na verdade, uma criação de Alex Carter (roteirista de “Uma Família da Pesada”) sobre uma enorme família de imigrantes indianos, desde os recém-chegados, os que conseguiram se estabelecer com sucesso e os que saíram totalmente dos trilhos. “Eleven Little Indians” se junta a outras investidas de Shyamalan na TV. Ele produziu na própria Fox duas temporadas de “Wayward Pines” e prepara novos projetos no canal pago TNT, entre eles um remake de “Contos da Cripta”.

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    Um Homem entre Gigantes não tem estatura para virar filme-denúncia

    11 de março de 2016 /

    Cinebiografia do médico nigeriano Dr. Bennet Omalu, que concluiu que jogar futebol americano faz mal para a saúde, “Um Homem entre Gigantes” não se compara a filmes-denúncias contundentes, como “O Informante” (1999), que jogou uma pá de cal na indústria tabagista, ou mesmo o pós-fato consumado “Spotlight – Segredos Revelados”, que venceu o Oscar deste ano. Além de possuir uma construção dramática frágil, seu roteiro abusa da xenofobia e dos discursos patrióticos, que chegam a dar raiva no espectador. Em certo momento, por exemplo, alguém questiona a capacidade de determinado advogado, porque ele se formou em Guadalajara, no México. Mas isso não é nada perto da adoração do protagonista, o médico vivido por Will Smith (“Golpe Duplo”), pelos Estados Unidos. Ele se sente um peixe fora d’água na Terra do Tio Sam, mas não quer largar o osso, pois ali é o lugar mais perfeito do mundo. Por fim, quando a denúncia propriamente dita ganha fôlego, em vez de um ataque à Liga de Futebol Americano, por causa dos problemas de saúde que o esporte provoca, o discurso final só serve para louvar a beleza desse esporte. A falta de contundência se estende à performance de Will Smith, que interpreta Omalu com o mesmo olhar de cachorro com fome que imprime em todos os seus dramas. Ele deveria voltar a fazer filmes de ação mesmo. Ou buscar trabalhar com diretores melhores. Esse Peter Landesman (“JFK, a História Não Contada”), que além de dirigir escreveu o roteiro, não é capaz de denunciar um síndico de condomínio, que dirá uma indústria multimilionária como a NFL.

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