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  • Filme

    Charlie Hunnam é o Rei Arthur em novo teaser repleto de efeitos visuais

    22 de janeiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou o novo pôster e um teaser de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, dirigido por Guy Ritchie (“O Agente da UNCLE”). Ainda sem legendas, a prévia mostra uma reimaginação completa e ambiciosa da lenda de Excalibur, com Charlie Hunnam (série “Sons of Anarchy”) no papel principal, enfrentando até monstros gigantes, entre muitos efeitos visuais. A trama foi escrita por Ritchie em parceria com Lionel Wigram (outro de “O Agente da UNCLE”) e Joby Harold (que também assina o vindouro filme de origem de Robin Hood), e o elenco ainda destaca Jude Law (“A Espiã que Sabia de Menos”), Astrid Bergès-Frisbey (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”), Eric Bana (“Livrai-Nos do Mal”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Annabelle Wallis (“Annabelle”), Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) e o jogador de futebol David Beckham. O filme vai mostrar Arthur como um malandro medieval, que, entre furtos e golpes com sua gangue, descobre ter a capacidade de tirar a famosa espada da pedra, cumprindo uma antiga profecia. Mas o homem que iria se tornar rei encontra pela frente um rei já estabelecido no trono, Vortigern (Law), que além de comandar um exército impressionante, também demonstra domínio da magia negra – o que explica a computação gráfica exagerada. Os efeitos complexos, por sinal, renderam sucessivos adiamentos para a produção, que deveria ter estreado há sete meses, mas só chegará aos cinemas em 11 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Assassin’s Creed quer ser Avatar, mas é só outra adaptação fraca de videogame

    12 de janeiro de 2017 /

    Baseado no popular game que acompanha as aventuras de membros de uma secular irmandade de assassinos, “Assassin’s Creed” traz para o cinema a tediosa experiência de se assistir outra pessoa jogar videogame. A impressão que dá é que todo mundo na tela está se divertindo – do ator (e aqui produtor) Michael Fassbender com suas lutas coreografadas, até o diretor Justin Kurzel (que dirigiu Fassbender antes em “Macbeth”) com seus movimentos de câmera rebuscados e cenários grandiosos pra brincar – enquanto quem está sentado na poltrona só pode torcer para acabar logo, para poder fazer outra coisa. Não que seja tudo um desastre. O filme é visualmente deslumbrante e o elenco é excelente – tem ainda Marion Cotillard (também de “Macbeth”), Jeremy Irons (“Batman vs. Superman”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Charlotte Rampling (“45 Anos”) e Ariane Labed (“Alpes”). Mas há um problema básico na concepção, que tenta equilibrar duas linhas temporais de forma paralela por toda a história. Por um lado, acompanhamos no presente um prisioneiro (Fassbender) que tem uma espécie de memória genética despertada graças a equipamentos de extrema tecnologia. Por outro, acompanhamos esta mesma memória na figura de um antepassado dele (Aguilar, vivido pelo mesmo Fassbender, membro do credo de assassinos do título, em luta contra a Inquisição pela proteção de um objeto misterioso) na Espanha de 1492. E aí começam os problemas de uma produção que parece querer ser “Avatar”, sem os ingredientes certos pra isso. Como o assassino do presente não é capaz de interferir ou modificar o passado, não há nenhum tipo de identificação ou torcida por Aguilar, já que sua participação é apenas flashback de fatos já estabelecidos. Imagine “Matrix” com o Neo podendo apenas assistir ao que ocorre no mundo virtual, sem chance de agir por conta própria. Ao mesmo tempo, a montagem que insiste, a todo instante, cortar do passado para o presente, reforçando o espelhamento dos movimentos do assassino, quebra constantemente o clima da história vista, já que qualquer ação é interrompida em uma época para mostrar outra. As cenas de ação, inclusive, são por vezes confusas, com a câmera próxima demais, em contraste com os belos planos gerais que sempre abrem cada nova memória. A Espanha de 1492 é um cenário qualquer que nunca é realmente explorado, não há um real estranhamento do personagem do presente em estar em um lugar tão diferente, com características tão peculiares. Há um ou outro momento divertido, visual bacana (que é mérito do jogo), mas tudo engolido por uma trama confusa habitada por pessoas confusas para as quais não ligamos. Partindo de ideias no mínimo duvidosas – como a criminalidade ser algo hereditário – “Assassin’s Creed” pode até agradar aos fãs do jogo já familiarizados com sua complexa mitologia, mas ainda não é dessa vez que uma adaptação de game funciona como cinema puro e simples.

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  • Filme

    Ben Mendelsohn será o Xerife de Nottingham no filme de origem de Robin Hood

    13 de dezembro de 2016 /

    O ator Ben Mendelsohn (série “Bloodline”) vai incluir outro vilão em sua galeria. Segundo o site da revista Variety, o ator, que vive um oficial do Império em “Rogue One: Uma História Star Wars”, foi escalado para interpretar o Xerife de Notthingham no filme “Robin Hood: Origins”. A produção será uma história de “origem” e se concentrará nas primeiras aventuras do herói fora-da-lei. Para isso, vai mostrar o herói retornando das Cruzadas e formando seu bando de criminosos para enfrentar a corrupção que tomou conta do reino, na ausência do Rei Ricardo Coração-de-Leão. Ou seja, a história de sempre. Para quem não lembra, a última versão cinematográfica de Robin Hood, estrelada por Russell Crowe em 2010, também era, supostamente, uma história de origem. Assim como a anterior, “Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões”, com Kevin Costner em 1991. O papel de Robin Hood será vivido por Taron Egerton (“Kingsman: Serviço Secreto”) e seu bando já inclui Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) como Will Scarlett e Jamie Foxx (“Annie”) como João Pequeno, além de Eve Hewson (série “The Knick”, filha de Bono Vox, da banda U2), que viverá Lady Marian. O filme tem roteiro de Joby Harold, também responsável pela história de “origem” do Rei Artur, “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, com lançamento marcado para maio. A direção está a cargo de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), que fará sua estreia no cinema. “Robin Hood: Origins” inclui entre seus produtores o astro Leonardo DiCaprio (“O Regresso”), e chega aos cinemas em março de 2018.

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  • Série

    Netflix cancela série Marco Polo, que não terá mais episódios

    13 de dezembro de 2016 /

    A Netflix anunciou o cancelamento de “Marco Polo”, que não terá 3ª temporada. A série épica era uma das mais caras da plataforma, mas não rendia a repercussão esperada. Lançada no final de 2014, Marco Polo marcou o início dos investimentos pesados da Netflix em conteúdo próprio. Ao todo, a empresa investiu US$ 90 milhões nos dez primeiros episódios da série – um orçamento inferior apenas ao da HBO para “Game of Thrones”. A 2ª temporada, exibida em julho deste ano, foi ainda mais cara: US$ 110 milhões. Criada por John Fusco (roteirista de “O Tigre e o Dragão: A Lenda Verde”), “Marco Polo” contava as aventuras do famoso explorador veneziano que desbravou o Oriente no século 13. A série trazia o ator italiano Lorenzo Richelmy (“100 Metri dal Paradiso”) no papel-título, como um dos primeiros ocidentais a percorrer a Rota da Seda, escrevendo relatos que se tornaram as principais fontes de informação da Europa sobre a Ásia na Idade Média. Na trama, ele acaba prisioneiro, depois conselheiro do reino de Kublai Khan, em meio a uma guerra brutal pelo controle da China, um país onde reinam as artes marciais, intrigas sexuais, manobras políticas e guerreiros sedentos por sangue. O elenco também contava com Benedict Wong (“Doutor Estranho”) como o imperador Kublai Khan, além de Zhu Zhu (“O Homem Com Punhos de Ferro”), Joan Chen (“Desejo e Perigo”), Remy Hii (série “Neighbours”), Olivia Cheng (“A Arte da Guerra II”), Uli Latukefu (minissérie “Devil’s Playground”), Tom Wu (série “Da Vinci’s Demons”) e a 2ª temporada ainda contou com a atriz malaia Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”) e o irlandês Gabriel Byrne (“Os Suspeitos”) como o Papa Gregório X. A Netflix não confirmou os motivos que levaram ao cancelamento, mas diz que a decisão foi tomada em conjunto com a produtora The Weinstein Co. “Queremos agradecer a todos os nossos parceiros de Marco Polo”, disse a vice-presidente de conteúdo original Cindy Holland em um comunicado. “Desde os atores, cujas performances eram apaixonantes e de alto nível, ao comprometimento dos produtores e sua equipe, que entregaram seus corações à série”. Em uma mesa-redonda recente, organizada pela revista The Hollywood Reporter, Ted Sarandos, diretor de conteúdo da Netflix, chegou a classificar a série como “irrelevante”, embora ela tivesse sido bem aceita na Ásia e na Europa. Dessa forma, Marco Polo se junta à até agora pequena lista de produções descontinuadas pela Netflix, ao lado de “Bloodline”, “Lilyhammer” e “Hemlock Grove”. Vale observar que todas as demais tiveram três temporadas – “Bloodline” atualmente produz sua 3ª. “Marco Polo” foi a primeira série da Netflix cancelada em sua 2ª temporada.

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  • Filme

    A Grande Muralha ganha vídeo épico de 9 minutos de duração

    2 de dezembro de 2016 /

    A produção de “A Grande Muralha” divulgou um vídeo de 9 minutos de ostentação para o mercado chinês. Mesmo com muitas repetições, a prévia ressalta a opulência épica do filme, destacando figurino, cenografia, centenas de figurantes e muitos efeitos visuais. Apesar de estrelada por Matt Damon (“Jason Bourne”), o vídeo também enfatiza o elenco chinês. Como a produção original é do estúdio Legendary, trata-se inevitavelmente de um filme de monstros, conforme tem sido a maioria de seus lançamentos (de “Godzilla” ao vindouro “Kong: Ilha da Caveira”). E como a Legendary foi adquirida por uma empresa chinesa, a ação se passa na China, tem coadjuvantes chineses e é dirigida por um mestre do cinema chinês, Zhang Yimou (“Flores do Oriente”). A trama traz Matt Damon e Pedro Pascal (série “Narcos”) como cavaleiros medievais, que, ao viajarem ao Oriente, acabam descobrindo porque a Grande Muralha foi erguida na China: para proteger seus habitantes de monstros vorazes, é claro. O elenco também inclui Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”), Andy Lau (“O Clã das Adagas Voadoras”), Tian Jing (“O Mestre dos Jogos”), Hanyu Zhang (“O Tomar da Montanha do Tigre”) e o cantor Han Lu (da boy band EXO). A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA e dois meses após a première na China.

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  • Série

    Vikings: Novo trailer revela muitas batalhas na volta da série

    25 de novembro de 2016 /

    O canal pago americano History divulgou uma cena e um novo trailer 4ª temporada de “Vikings”, que volta ao ar na quarta (30/11). Enquanto a cena surge um aparente suicídio de Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel), o trailer destaca diversas batalhas, especialmente entre os vikings e os saxões do Rei Ecbert (Linus Roache). Seis anos se passaram desde o confronto com Rollo (Clive Standen) em Paris, e com isso os filhos de Ragnar serão representados crescidos. Outra novidade da segunda metade da temporada será a revelação de um novo interesse romântico de Lagherta (Katheryn Winnick): Astrid, vivida pela sueca Josefin Asplund (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), que se tornará sua amante. A metade final do quarto ano terá mais dez episódios. Além disso, a série já foi renovada para seu quinto ciclo, que terá 20 episódios como a atual temporada. “Vikings” terá exibição simultânea no Brasil pelo canal pago Fox Action.

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  • Série

    Vikings: Fotos dos próximos episódios adiantam personagens e detalhes da série

    1 de novembro de 2016 /

    O canal pago americano History divulgou 23 fotos dos próximos três episódios da 4ª temporada de “Vikings”, que volta ao ar neste mês. Boa parte das imagens traz os filhos crescidos de Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel), refletindo a passagem de seis anos na trama, além do novo interesse romântico de Lagherta (Katheryn Winnick), Astrid, vivida pela sueca Josefin Asplund (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), que se tornará sua amante. Em uma entrevista para o site The Hollywood Reporter, o showrunner Michael Hirst confirmou que “a história de Ragnar está longe de ter fim”. Falando sobre o futuro do personagem, ele adiantou: “Se você soubesse o que eu sei sobre o que acontece com Ragnar na segunda metade da temporada, você também estaria muito feliz por ele não ter morrido [durante a luta com Rollo]. Eu acho que Travis é absolutamente incrível nesta jornada e mais poderoso do que nunca. O que acontece com ele é inacreditável. Prepare-se para debulhar um monte de lágrimas.” A metade final do quarto ano terá mais dez episódios, que estreiam em 30 de novembro nos EUA. Além disso, a série já foi renovada para seu quinto ciclo, que terá 20 episódios como a atual temporada. “Vikings” é exibida no Brasil pelo canal pago NatGeo. Aproveite e reveja o primeiro trailer divulgado da nova fase.

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  • Filme

    Transformers: Fotos e vídeos revelam grande batalha medieval no set da produção

    19 de outubro de 2016 /

    Depois de ir para a pré-história num flashback de “A Era da Extinção” (2014), a franquia “Transformers” vai para a Idade Média em “O Último Cavaleiro”. Fotos e vídeos feitos por paparazzi e curiosos registraram a produção de cenas grandiosas, em que dezenas de figurantes parecem à caráter, de armadura e a cavalo, participando de uma batalha medieval em Surrey, no interior da Inglaterra. Ao captar explosões, os vídeos também revelam que… se Transformers são tão antigos quanto os dinossauros, logicamente venceram as Cruzadas. Com Michael Bay comandando o estrago histórico, “Transformers: O Último Cavaleiro” estreia no dia 22 de junho de 2017.

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  • Filme

    Knightfall: Série sobre os Cavaleiros Templários ganha primeiro trailer épico

    13 de outubro de 2016 /

    O canal pago History divulgou o trailer de sua segunda série de ficção, “Knightfall”, produzida pelo ator Jeremy Renner (“Os Vingadores”). Assim como “Vikings”, a atração se passa na Idade Média e inclui várias batalhas e escala época. “Knightfall” é dedicada aos misteriosos Cavaleiros Templários, que se dedicaram às Cruzadas e, segundo a lenda, recuperaram nas ruínas de Jerusalém o Santo Graal, o cálice em que Jesus Cristo bebeu o vinho da Última Ceia. Mas o sucesso de suas missões também despertou inveja na própria Igreja e culminou em sua perseguição implacável, que começou na sexta-feira 13 de 1307, razão pela qual a data tem sido lembrada, mais de 700 anos depois, como amaldiçoada. A ordem dos Templários foi formada por cavaleiros das Cruzadas, com o propósito original de libertar a Terra Santa e, após a conquista de Jerusalém, proteger os cristãos que faziam peregrinação ao local. Ficaram conhecidos como Templários em decorrência do local em que se estabeleceram (o monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa). O fervor religioso os tornou poderosíssimos, aumentando seus seguidores e riquezas, por meio de doações de terras e financiamento de suas campanhas. Mas isto causou dívidas e medo entre os países da Europa. Por isso, aproveitando-se de rumores acerca de suas atividades secretas, envolvendo supostas relíquias descobertas na Terra Santa, o rei Filipe IV de França passou a pressionar o papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, a França passou a perseguir e executar os Templários, apossando-se de suas propriedades, até que, em 1312, o papa Clemente dissolveu a Ordem. De uma hora para outras, todos os templários desapareceram, junto com seus diversos segredos, dando origem a especulações e lendas, que perduram até os dias atuais. Desenvolvida desde março de 2015 pelo astro das franquias “Vingadores” e “Missão Impossível”, em parceria com o produtor Don Handfield (do thriller “O Mensageiro”, estrelado por Renner) e o roteirista Richard Rayner (“Absolutamente Los Angeles”), a produção ainda não tem data de estreia definida. Além de produzir, Renner fará participações como ator convidado, mas não assumirá papel fixo, devido a seus vários compromissos cinematográficos. “Knightfall”

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    Roteirista de Jogos Vorazes vai adaptar Dom Quixote para a Disney

    13 de outubro de 2016 /

    A Disney vai produzir uma versão de “Dom Quixote”. Segundo o site da revista Variety, o roteirista Billy Ray (“Jogos Vorazes” e “Capitão Phillips”) vai adaptar o clássico romance medieval de Miguel de Cervantes, com a missão de criar uma franquia nos moldes de “Piratas do Caribe”. Escrito por Cervantes em 1605, “Dom Quixote” acompanha a história de Alonso Quixada, um espanhol que, obcecado pelos romances de cavalaria, passa a acreditar que é um cavaleiro errante em missões heróicas. Alonso renega seus bens e passa a chamar-se Don Quixote De La Mancha, partindo à procura da aventura, montado no seu cansado cavalo Rocinante e acompanhado por seu escudeiro, Sancho Pança. “Don Quixote” é o projeto dos sonhos do diretor Terry Gilliam. O ex-Monty Python tenta há décadas filmar uma homenagem ao clássico – não é uma adaptação literal – , tendo inclusive já começado a produção por sete vezes – uma dessas ocasiões, com Johnny Depp no papel principal, deu origem a um documentário. Ele esteve próximo de retomar o projeto neste mês de outubro, porém acabou adiando-o mais uma vez, devido à falta de verbas.

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    A Grande Muralha: Matt Damon enfrenta monstros em novo trailer épico legendado

    10 de outubro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou quatro pôsteres chineses de personagens e um novo trailer legendado de “A Grande Muralha”, superprodução épica estrelada por Matt Damon (“Jason Bourne”). Como a produção original é do estúdio Legendary, trata-se inevitavelmente de um filme de monstros, conforme tem sido a maioria de seus lançamentos (de “Godzilla” ao vindouro “Kong: Ilha da Caveira”). E como a Legendary foi adquirida por uma empresa chinesa, a ação se passa na China, tem coadjuvantes chineses e é dirigida por um mestre do cinema chinês, Zhang Yimou (“Flores do Oriente”). A prévia mostra Matt Damon e Pedro Pascal (série “Narcos”) em trajes medievais, descobrindo, ao serem detidos pelo exército chinês, a razão pela qual a Grande Muralha foi erguida na China: para proteger seus habitantes de monstros vorazes, é claro. Apesar da ênfase em efeitos visuais, o vídeo também explora a capacidade de Yimou para evocar a China feudal com uma fotografia deslumbrante, ao estilo de seus épicos de artes marciais “Herói” (2002) e “O Clã das Adagas Voadoras” (2004). Mas numa escala muito mais grandiosa, graças ao maior orçamento de sua carreira – estimado em US$ 150 milhões. O elenco também inclui Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”), Andy Lau (“O Clã das Adagas Voadoras”), Tian Jing (“O Mestre dos Jogos”), Hanyu Zhang (“O Tomar da Montanha do Tigre”) e o cantor Han Lu (da boy band EXO). A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA e dois meses após a première na China.

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    Astro de Cinquenta Tons de Cinza será um fora-da-lei no novo filme de Robin Hood

    21 de setembro de 2016 /

    O ator Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) está em negociações para estrelar o novo filme baseado na lenda de Robin Hood, segundo o site da revista Variety. A produção será uma história de origem e se concentrará nas primeiras aventuras do fora-da-lei. Intitulado “Robin Hood: Origins”, o filme vai mostrar o herói retornando das Cruzadas e formando seu bando de foras-da-lei para enfrentar a corrupção que tomou conta do reino, na ausência do Rei Ricardo Coração-de-Leão. O papel de Robin Hood será vivido por Taron Egerton (“Kingsman: Serviço Secreto”) e Dornan viverá o fora-da-lei Will Scarlett. Em algumas versões, Scarlett é apresentado como irmão de Robin Hood. Outros integrantes já confirmados do bando alegre da Floresta de Sherwood são Jamie Foxx (“Annie”) como João Pequeno e Eve Hewson (série “The Knick”, filha de Bono Vox, da banda U2) como Lady Marian. O filme tem roteiro de Joby Harold, também responsável pela história de origem do Rei Artur, “Knights of the Roundtable: King Arthur”, que teve seu lançamento adiado indefinidamente. A direção está a cargo de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), que fará sua estreia no cinema. “Robin Hood: Origins” ainda inclui entre seus produtores o astro Leonardo DiCaprio (“O Regresso”), e até o momento não tem previsão de estreia. A última versão cinematográfica de Robin Hood, estrelada por Russell Crowe em 2010, também era, supostamente, uma história de origem. Assim como a anterior, “Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões”, com Kevin Costner em 1991. Curiosamente, a produção mais antiga rendeu mais, US$ 390 milhões, contra US$ 321 milhões da nova versão dirigida por Ridley Scott.

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  • Assassin's Creed
    Filme

    Assassin’s Creed: Michael Fassbender vive um assassino medieval em 10 novas fotos

    13 de setembro de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou novas 10 fotos de “Assassin’s Creed”, que trazem Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”) no passado e no futuro, como dois assassinos diferentes. A maioria das imagens, porém, enfatiza seu personagem da era medieval. Baseado no popular videogame da Ubisoft, o filme acompanha um assassino condenado à pena de morte, que, após sua suposta execução, é levada para um local secreto em que se vê forçado a reviver as memórias de um ancestral da Idade Média com objetivos obscuros. O elenco ainda inclui Marion Cotillard (também de “Macbeth”), Ariane Labed (“The Lobster”), Jeremy Irons (“Trem Noturno para Lisboa”), Brendan Gleeson (“O Guarda”) e Michael Kenneth Williams (série “Boardwalk Empire”). O filme marca o reencontro de Fassbender e Cotillard com o diretor Justin Kurzel, após a recente colaboração dos três em “Macbeth: Ambição e Guerra”. Atualmente em pós-produção, “Assassin’s Creed” tem sua estreia marcada para 21 de dezembro nos EUA e 5 de janeiro no Brasil.

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