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  • Reality,  TV

    Fogo no parquinho: Ícaro Silva xinga BBB e Tiago Leifert responde

    21 de dezembro de 2021 /

    O ator Ícaro Silva, que foi revelado em “Malhação” e participou da novela bizarra-erótica “Verdade Secretas 2”, atacou a produção do “Big Brother Brasil” após seu nome aparecer entre os cotados para integrar o elenco da edição de 2022 do programa. Ele não só desmentiu a participação como tuitou que tinha “ódio por entretenimento medíocre”. A publicação viralizou e atraiu inúmeros comentários, a maioria contra a opinião do ator. Uma das respostas também viralizou nas redes sociais, alastrando-se como fogo no parquinho: um textão de Tiago Leifert, ex-apresentador do “BBB”. “Oi, Ícaro, sou o ex-apresentador do ‘BBB'”, escreveu Tiago, falando diretamente com o ator. “Não vou tentar mudar sua opinião: você tem total direito de achar qualquer produto ‘medíocre’. Assim como eu, por exemplo, posso dizer o que eu penso de você: você é um excelente ator. Contudo, sua opinião sobre realities não é uma crítica construtiva e, sim, apenas uma agressão gratuita a quem nunca te fez mal”, disse o apresentador, que continuou: “Não só não te fizemos mal como provavelmente pagamos o seu salário nessa última aê!” O apresentador do “BBB 21” disse que o tuite de Ícaro havia interrompido seu sossego e considerou o texto um surto de arrogância. “Achar que o que você faz é superior não é baseado em fatos, é arrogância mesmo. Nenhuma métrica é capaz de dar embasamento ao que você escreveu: nem audiência, faturamento, repercussão, relevância, etc. Só seu gosto pessoal está do seu lado nessa, mas ele deixa de ser pessoal quando você o escreve na rede social”, disse ele. Por ter comandado a atração por 5 anos, Tiago pediu respeito não só aos ex-participantes, mas também aos responsáveis por fazer o programa acontecer. “Respeita nossa história, nossas equipes e o entretenimento que a gente proporciona”, escreveu. E terminou com um ultimato: “Se você realmente acredita no que você escreveu, você deveria ser adulto e nunca mais aceitar trabalho de nenhuma empresa que promova o entretenimento que você acha ruim. Que tal? Qual seu plano para 2022? Alguma novela? Talvez seja hora de repensar, não se misturar com produtos inferiores a você. Vai firme e feliz ano novo”. Vários ex-BBBs comentaram o desabafo do apresentador, dizendo-se representados. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tiago Leifert (@tiagoleifert)

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  • Série

    Série de terror dos diretores de Todos os Mortos estreia este mês no Canal Brasil

    2 de outubro de 2020 /

    O Canal Brasil definiu a data de estreia de “Noturnos”, série de terror de Marco Dutra e Caetano Gotardo, dupla premiada do terror brasileiro, que este ano exibiu “Todos os Mortos” no Festival de Berlim. A atração é inspirada em contos do compositor Vinícius de Moraes, mostrando um lado pouco conhecido do “poetinha”, a partir do próximo dia 21 de outubro. Dutra, que também dirigiu os premiados “Trabalhar Cansa” e “As Boas Maneiras”, assina os episódios com Gotardo e Renato Fagundes (da série “Sob Pressão”). A série vai juntar os contos de Vinícius de Moraes num mesmo contexto, ao acompanhar personagens de uma companhia de teatro confinada por causa de uma tempestade. As histórias de assombração que os atores contam para passar o tempo acabam virando as tramas dos episódios, encenadas em diferentes épocas e com temáticas variadas, que vão de escravidão ao fanatismo religioso, e até à transexualidade. Cada episódio será contado a partir de um ponto de vista diferente e o elenco trará artistas como Marjorie Estiano, Andrea Marquee, Bruno Bellarmino, Ícaro Silva e Rafael Losso.

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  • Filme

    O Rei Leão divide a crítica e ganha uma das piores notas da Disney no Rotten Tomatoes

    11 de julho de 2019 /

    Há algo podre no reino do Rotten Tomatoes. As primeiras críticas avaliadas no site agregador sobre “O Rei Leão” provaram-se um contraste gritante em relação às ditas “primeiras impressões” no Twitter. Enquanto os fanboys que editam sites geeks (não são de cinema) urraram de satisfação ao sair da première do filme, os críticos (de cinema) vaiaram com insatisfação nas resenhas publicadas nesta quinta (11/7) nos Estados Unidos. O resultado foi uma nota de 57% para o filme em sua chegada ao Rotten Tomatoes. Uma decepção gigantesca, considerando o material e o elenco envolvido. Houve um consenso. O filme dirigido por Jon Favreau (dos blockbusters “Homem de Ferro” e “Mogli – O Menino Lobo”) seria visualmente impressionante. Os efeitos de computação gráfica, que criaram animais realistas, bastaram para que uma fatia da crítica considerasse o filme genial. Mas a outra metade destacou que o visual é apenas distração e não sustenta o filme, que seria incapaz de emocionar como o desenho original de 1994. Os bichos realistas não transmitiriam a mesma sensibilidade da animação tradicional. Apenas Timão e Pumba foram considerados efetivos, graças às confessadas improvisações de dublagem da dupla Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”). Já Donald Glover (da série “Atlanta”) e a cantora Beyoncé (“Dreamgirls”), que dão voz à Simba e Nala, teriam sido sub-aproveitados. A aprovação pode subir – ou cair – , mas neste momento, com 57%, “O Rei Leão” não entra nem sequer no Top 100 das melhores animações realizadas com o uso de computação gráfica avaliadas pelo Rotten Tomatoes. A nota também qualifica o filme como o segundo pior remake de fábula da Disney desde que o estúdio passou a investir nesta fórmula em 2010 – superando apenas os 46% de “Dumbo”, que fracassou nas bilheterias. O novo “O Rei Leão” estreia na próxima quinta-feira (18/7) no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo um resumo dos comentários da imprensa norte-americana. “Um filme bem feito, mas criativamente falido, de um estúdio de cinema comendo sua própria cauda” – Indiewire. “Às vezes é fascinante, freqüentemente é ridículo e às vezes – como quando um animal incrivelmente realista morre na tela à sua frente, enquanto seu único filho chora – atinge um limite grotesco” – The Wire. “O que constantemente ofusca a história são os efeitos, desde a menor contração de uma orelha até a visão impressionante de gnus em disparada” – Newsday. “É um lembrete comovente do que pode ser alcançado com todo o talento (e dinheiro) do mundo, bem como um lição preventiva sobre o que pode acontecer quando não há uma visão para unir tudo isso” – New York Magazine/Vulture. “Está faltando alguma coisa em ‘O Rei Leão’. Um propósito, talvez, e um coração” – Associated Press. “O resultado é um filme bem-feito e satisfatório, ainda que ao mesmo tempo se pareça mais com um produto de consumo do que a maioria dos revivals da Disney de seus clássicos animados” – CNN. “Este ‘Rei Leão’ é um remake fiel, e em termos de sua tecnologia, às vezes é muito bonito de se ver… Mas não há nenhum senso de encantamento neste novo ‘Rei Leão’ – seu atributo mais visível é a ambição” – Time.

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  • Filme

    Ícaro Silva e Iza cantam hit de O Rei Leão em novo teaser nacional

    5 de julho de 2019 /

    A Disney Brasil divulgou no Instagram um novo teaser de “O Rei Leão” com a dublagem nacional. O destaque é para a versão de “Can You Feel The Love Tonight”, que vira “Nesta Noite o Amor Chegou” na gravação de Ícaro Silva (Simba) e Iza (Nala). Confira abaixo, junto da versão original, com as vozes de Donald Glover (série “Atlanta”) e Beyoncé (“Dreamgirls”). A interpretação afinada segue muito de perto a gravação original. Em entrevista ao UOL, Iza explicou que teve “que ouvir a Beyoncé e imitar os melismas e o jeito de cantar dela” para o cover nacional. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável por “Mogli, o Menino Lobo”, e estreia marcada para 18 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram Prepare-se para cantar e se emocionar com o filme mais esperado do ano! Garanta seus ingressos no link da bio para #OReiLeão, dia 18 de julho nos cinemas! Uma publicação compartilhada por Walt Disney Studios BR (@disneystudiosbr) em 5 de Jul, 2019 às 2:05 PDT

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  • Filme

    Remake de O Rei Leão terá 29 minutos a mais que o desenho original

    4 de julho de 2019 /

    A nova versão de “O Rei Leão” teve a sua duração revelada. De acordo com a Disney, o filme dura quase duas horas, mais exatamente 118 minutos (1 hora e 58 minutos). Ou seja, o remake tem 29 minutos a mais que “O Rei Leão” original, de 1994. Isto não significa que o filme tenha mais cenas ou percorra uma narrativa diferente, já que, até agora, todas as refilmagens dos clássicos da Disney contaram com mais tempo que os originais – geralmente, isto significa apenas espaço para a trama respirar e incluir um número musical inédito. No caso de “Aladdin”, por exemplo, a diferença foi ainda maior. Mas os 38 minutos a mais pouco alteraram a história em relação à animação de 1992, já que a trama exibida foi basicamente a mesma do desenho original. O novo “O Rei Leão” estreia em 18 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Novo comercial de O Rei Leão destaca os divertidos Timão e Pumba

    3 de julho de 2019 /

    O ator Seth Rogen (“Vizinhos”) compartilhou no Twitter um novo comercial de “O Rei Leão”, que destaca seu personagem, o divertido javali Pumba. Na legenda, ele escreveu “Timão e Pumba estão aqui”. O vídeo mostra algumas das peripécias em que os inseparáveis Timão e Pumba se metem na trama, tentando ajudar Simba desde seus dias de leãozinho perdido e sem noção. Numa das cenas, os dois tentam convencer Simba a comer insetos. Em outra, viram distração perigosa para que Simba penetre um território protegido por hienas vorazes. O suricato Timão é dublado por Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e o javali Pumba por Seth Rogen (“Os Vizinhos”), enquanto Simba tem a voz de JD McCrary (“The Paynes”) na infância e Donald Glover (da série “Atlanta”, mas também conhecido como o rapper Childish Gambino) em sua fase adulta. O novo “O Rei Leão” estreia em 18 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos, mas a Disney não informou se disponibilizará cópias legendadas. “Toy Story 4”, por exemplo, só exibe versões legendadas em horários limitados e em poucas cidades. Em vez de Donald Glover e Beyoncé (no papel de Nala), a versão brasileira terá as vozes de Ícaro Silva (“Coisa Mais Linda”) e da cantora Iza. Timon and Pumbaa are here! #TheLiongKing pic.twitter.com/TZnlyrO3Xt — Seth Rogen (@Sethrogen) 3 de julho de 2019

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  • Filme

    Fotos juntam dubladores e personagens da nova versão de O Rei Leão

    2 de julho de 2019 /

    A Disney divulgou um ensaio fotográfico com os dubladores de “O Rei Leão”. Nas fotos de Kwaku Alston, os atores encaram seus personagens no filme. De forma simbólica – e refletindo a adaptação musical da Broadway – , todos os leões africanos são dublados por artistas negros. Donald Glover (da série “Atlanta”, mas também conhecido como o rapper Childish Gambino) dubla Simba, cantora Beyoncé (“Dreamgirls”) dá voz à Nala, Alfre Woodard (série “Luke Cage”) interpreta Sarabi, a mãe de Simba, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) aparece como o vilão Scar, enquanto JD McCrary (“The Paynes”) e Shahadi Wright Joseph (“Nós”) vivem as versões mirins de Simba e Nala. Os demais retratados são John Oliver (do talk show da HBO) como Zazu, Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”) como a dupla Timão e Pumba, além das hienas, dubladas por Keegan-Michael Key (“O Predador”), Florence Kasumba (“Pantera Negra”) e Eric André (“A Noite É Delas”). Ficaram faltando os veteranos John Kani (“Mistério no Mediterrâneo”), voz de Rafiki, e James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”), que volta a dublar Mufasa, pai de Simba, repetindo o papel que desempenhou no desenho clássico de 25 anos atrás. Também foi revelado nesta terça (2/7) um vídeo sobre os bastidores das sessões de dublagens, com comentários do elenco americano e do diretor Jon Favreau (que também fez “Mogli, o Menino Lobo”). O novo “O Rei Leão” estreia em 18 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos, mas a Disney não informou se disponibilizará cópias legendadas. “Toy Story 4”, por exemplo, só exibe versões legendadas em horários limitados e em poucas cidades. Em vez de Donald Glover e Beyoncé, a versão brasileira terá as vozes de Ícaro Silva (“Coisa Mais Linda”) e da cantora Iza.

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  • Filme

    O Rei Leão: Vídeo de bastidores mostra gravações de Beyoncé e música do filme

    2 de julho de 2019 /

    A Disney divulgou mais pôsteres internacionais e um vídeo de bastidores da animação foto-realista “O Rei Leão”. A prévia traz depoimentos do elenco e do diretor Jon Favreau (que também fez “Mogli, o Menino Lobo”), destaca o realismo impressionante dos animais criados por computação gráfica e apresenta o trabalho de dublagem, mostrando gravações das vozes de Donald Glover (da série “Atlanta”, mas também conhecido como o rapper Childish Gambino) e da cantora Beyoncé (“Dreamgirls”) – intérpretes do casal Simba e Nala – , além de apresentar uma prévia da canção “Hakuna Matata”. De forma simbólica, todos os leões africanos são dublados por artistas negros. Além dos citados, Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dá voz à Sarabi, a mãe de Simba, James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”) volta a dublar Mufasa, pai de Simba – como no desenho clássico de 25 anos atrás – , e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) aparece como o vilão Scar, que bane o pequeno Simba para o exílio na floresta. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba – que cantam “Hakuna Matata” – , são dublados pelos comediantes Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. O novo “O Rei Leão” estreia em 18 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos, mas a Disney não informou se disponibilizará cópias legendadas. “Toy Story 4”, por exemplo, só exibe versões legendadas em horários limitados e em poucas cidades. Em vez de Donald Glover e Beyoncé, a versão brasileira terá as vozes de Ícaro Silva (“Coisa Mais Linda”) e da cantora Iza.

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  • Filme

    Ícaro Silva e Iza serão Simba e Nala na dublagem nacional de O Rei Leão

    27 de junho de 2019 /

    A Disney definiu os dubladores da versão nacional de “O Rei Leão”. O ator Ícaro Silva (“Coisa Mais Linda”) será Simba, enquanto a cantora Iza dublará Nala. Na versão original, Donald Glover vive o personagem-título enquanto a popstar Beyoncé interpreta seu par romântico. Eles também devem dublar as canções, como demonstraram na “palhinha” oferecida pelo vídeo oficial do anúncio, disponibilizado nas redes sociais. Assim, a Disney brasileira mantém na dublagem brasileira uma característica do filme americano, que escalou astros negros nos papéis dos leões – após a célebre versão musical da Broadway ter tomado esta iniciativa em 1997. Vale lembrar que o desenho original de 1994 tinha atores brancos nos dois papéis, ninguém menos que Matthew Broderick (o eterno Ferris Bueller, de “Curtindo a Vida Adoidado”) e Moira Kelly (da série “One Tree Hill”). O resto do elenco de vozes nacionais inclui João Acaiabe (Rafiki), Graça Cunha (Sarabi), Robson Nunes (Kamari), João Vitor Mafra (Simba jovem), Carol Roberto (Nala jovem), Saulo Javan (Mufasa), Glauco Marques (Pumba), Ivan Parente (Timão), Rodrigo Miallaret (Scar), Marcelo ‘Salsicha’ Caodaglio (Zazu), Carol Crespo (Shenzi) e Thiago Fagundes (Azizi). O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável por “Mogli, o Menino Lobo” (2016), e a previsão de estreia é para 18 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Veja abaixo a foto do elenco nacional completo e o vídeo da apresentação de Ícaro Silva e Iza. Com um anúncio desses a ansiedade para #OReiLeão só aumenta, né? @IzaReal e @icsilva vão ser as vozes de Nala e Simba nesse filme que marcou uma geração! Garanta seus ingressos e não perca essa super estreia dia 18 de julho nos cinemas: https://t.co/xoZpBMaPEH pic.twitter.com/J9zqBLFwm7 — WaltDisneyStudiosBR (@DisneyStudiosBR) June 27, 2019

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  • Filme,  Música

    Legalize Já acerta praticamente tudo ao contar a gênese do Planet Hemp

    27 de outubro de 2018 /

    É raro uma cinebiografia acertar a mão. Muitas tentam dar conta da vida completa do artista ou da pessoa em questão e acabam por tornar tanto a narrativa quanto o personagem rasos. Não é o caso de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”, dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que faz um recorte destacando a amizade entre Marcelo D2 e Skunk, responsáveis pela criação de uma das bandas mais importantes do cenário brasileiro dos anos 1990, o Planet Hemp. Bastava estar vivo naquela década para lembrar o que o rolava nas rádios e nas televisões: era o boom do pagode e do axé. O surgimento das novas bandas da turma de 1994 foi crucial para dar uma oxigenada no rock daquele período, ainda que as bandas da década anterior ainda estivessem ativas e interessantes. Mas era preciso sangue novo e essa nova turma em geral soube lidar com a transgressão de maneira muito mais efetiva que a turma anterior. Colocar a legalização da maconha como principal bandeira por si só já foi um trunfo. Mas o Planet Hemp tinha também muito a oferecer no que se refere à qualidade de sua música. Uma coisa que muita gente não sabia era a importância de Skunk para a criação do conceito da banda. Marcelo não acreditava em si mesmo, embora as letras tenham partido dele desde o começo. Skunk, soropositivo, tentou lidar com a doença até onde deu. Na época, os coquetéis para combater o avanço do HIV eram muito desconfortáveis e tinham efeitos colaterais desagradáveis. “Legalize Já” ganhou o subtítulo “Amizade Nunca Morre” justamente por focar mais na amizade da dupla do que na criação musical. As linhas paralelas das vidas de Marcelo, camelô que vendia camisetas de banda de rock na rua, e Skunk, que morava com um amigo argentino dono de bar e de uma espécie de mini-estúdio caseiro, cruzam-se em um momento em que o rapa aparece para desmontar as bancas de alguns vendedores de rua. Chega a ser tocante ver a aproximação e a ótima química entre os dois, com Skunk sempre sendo o cara que motiva Marcelo a acreditar em si, em pensar grande com a ideia de montar uma das melhores bandas de rock do país. Apesar de haver aspectos dramáticos muito fortes, devido às situações nada fáceis da vida de ambos, o filme tem uma pegada leve, com cenas bem divertidas. E há também momentos musicais, que são de arrepiar. O que dizer da primeira vez em que ouvimos “Phunky Bhuda”? O que é aquele riff de guitarra, aquela energia? Vale destacar aqui as excelentes performances dos atores. Tanto Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como Marcelo D2 quanto Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk estão ótimos. Principalmente o segundo, que exala um carisma impressionante. E também a evolução do diretor Johnny Araújo, que filma rock desde sua estreia, “O Magnata” (2007), com roteiro de Chorão e participação do Marcelo Nova, e seguiu firme no tema com “Depois de Tudo” (2015), uma espécie de ode à canção “Soldados”, da Legião Urbana. “Legalize Já” é poesia urbana que, em vez de rimas, usa imagens.

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    Ícaro Silva é atingido por tiros da PM no Rio de Janeiro

    5 de setembro de 2018 /

    O ator Ícaro Silva foi atingido por estilhaços de balas às 5h da manhã desta quarta (5/9) quando passava de carro pelo Túnel Zuzu Angel, nas proximidades da Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. Os tiros teriam sido disparados por policiais militares. Segundo boletim de ocorrência obtido pelo jornal carioca Extra, Ícaro havia saído da Zona Sul e estava deixando o Zuzu Angel quando viu um carro reduzindo a velocidade. Ele disse que ultrapassou esse veículo e se deparou com PMs na via. Num primeiro momento, o ator alegou que não entendeu se a ordem dada pelos agentes era para que parasse ou seguisse. Ainda de acordo com o relato de Ícaro, ele acelerou e, logo depois, ouviu disparos, sentiu que um atingiu seu veículo e notou sangue em seu braço esquerdo. Mesmo ferido, ele dirigiu até o Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, onde foi atendido. Ícaro recebeu alta por volta das 8h30 e, nove horas depois do ocorrido, fez um desabafo em seu perfil nas redes sociais, agradecendo por estar vivo, ao lado da foto do curativo em seu braço. “Um policial pediu para reduzir e eu obedeci. Baixei o vidro e perguntei o que estava acontecendo. O nível de estresse dele era muito alto, ele falava comigo diretamente do inferno, o coração em guerra. Outros dois policiais vieram gritando, os fuzis apontados para mim. Não sei se me reconheceram ou não, mas com a mesma violência com que me pararam, me mandaram ir embora, xingando e berrando em seu estado de guerra. Quando eu voltava a acelerar e, antes de entender o que estava acontecendo, um estampido no meu carro me congelou. ‘Isso é um tiro?’ Os próximos vários confirmaram que sim”, escreveu no Instagram. “Abaixei a cabeça e enfiei o pé no acelerador como se tudo no mundo fosse tiro e pedal. Enquanto meu pé e meu coração aceleravam, minha sensação física era de ‘não precisa ser assim’. De fato, não precisa. Acelerei sem fim até me ver longe dali, o corpo em choque, a cabeça caçando sentido, como se houvesse algum nessa barbárie cotidiana que é o Rio, minhas mãos trêmulas. Só depois de respirar fundo percebi o buraco de bala no para-brisa do meu carro e minha blusa molhada”, continuou. “’Meu Deus. Eu levei um tiro?’” Me apalpei até encontrar o furo ensanguentado no meu braço. Sim, uma bala rasgou meu braço e deixou uns estilhaços ali, carimbo metalizado da violência urbana. Um pequeno pedaço de metal e morte que podia ter cruzado meu peito ou minha cabeça, um lembrete da nossa frágil condição de gente”. Em seguida, ele lamentou a violência sofrida e agradeceu por estar vivo. “Estou legal. Estou muito feliz por não ter morrido, sério. Tem muita coisa para fazer por aqui, muita coisa para ver e muita, muita coisa para consertar. Muito obrigado por todas as mensagens, estou mais solicitado que no meu aniversário. Vocês são lindos, são lindos demais. Espero que essa história infelizmente cotidiana nos inspire a desconstruir nossa agressividade diante da vida. É hora de desarmar e amar”, escreveu o ator no Instagram. Em nota, a assessoria da Polícia Militar informou que policiais militares do 23º BPM (Leblon), que realizam o cerco da Rocinha, foram informados por populares que criminosos estariam praticando roubos no interior do túnel Zuzu Angel. Eles foram até a Autoestrada Lagoa-Barra para verificar a informação e nada foi constatado. “Já próximo à Rocinha, os policiais avistaram o veículo com as características mencionadas e tentaram a abordagem, houve reação, gerando o confronto. Os criminosos conseguiram fugir. Até aquele momento não havia informações de feridos. Logo após, policiais do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foram alertados da entrada do ator Ícaro Silva no Hospital Barra D’Or, ferido por estilhaços de arma de fogo no braço”. Ícaro estreou na televisão em 1998, na novela “Meu Pé de Laranja Lima” e depois de pequenas participações em outras novelas ganhou destaque com o personagem Rafa, de “Malhação”, onde permaneceu por quatro temporadas. Ele também viveu o cantor Jair Rodrigues no filme “Elis”, estrelou o longa “Sob Pressão”, que deu origem à série de mesmo nome e ainda integrou o elenco da novela “Pega Pega”, concluída em janeiro deste ano. A seguir, ele será visto no filme “Legalize Já!”, que conta a origem da banda Planet Hemp, com estreia prevista para 18 de outubro, e na série “Coisa Mais Linda”, sobre a época da bossa nova, ainda sem previsão de lançamento na Netflix. Queridos amigos, amores, seguidores e parceiros, eu estou bem! Hoje mais cedo, ao sair do túnel Zuzu Angel voltando para a Barra, me vi em meio a uma violenta confusão que até agora não sei se era uma blitz, um tiroteio ou uma dessas operações de guerra infelizmente tão habituais na nossa cidade. Viaturas, policiais com fuzis na mão e aquele medo súbito que o carioca conhece tão bem. Um policial me pediu para reduzir e eu obedeci. Baixei o vidro e perguntei o que estava acontecendo. O nível de stress dele era muito alto, ele falava comigo diretamente do inferno, o coração em guerra. Outros dois policiais vieram gritando, os fuzis apontados para mim; não sei se me reconheceram ou não, mas com a mesma violência com que me pararam, me mandaram ir embora, xingando e berrando em seu estado de guerra. Quando eu voltava a acelerar e antes de entender o que estava acontecendo, um estampido no meu carro me congelou. “Isso é um tiro?” Os próximos vários confirmaram que sim. Abaixei a cabeça e enfiei o pé no acelerador como se tudo no mundo fosse tiro e pedal. Enquanto meu pé e meu coração aceleravam, minha sensação física era de “não precisa ser assim”. De fato, não precisa. Acelerei sem fim até me ver longe dali, o corpo em choque, a cabeça caçando sentido, como se houvesse algum nessa barbárie cotidiana que é o Rio, minhas mãos trêmulas. Só depois de respirar fundo percebi o buraco de bala no para-brisa do meu carro e minha blusa molhada. “Meu Deus. Eu levei um tiro?” Me apalpei até encontrar o furo ensanguentado no meu braço. Sim, uma bala rasgou meu braço e deixou uns estilhaços ali, carimbo metalizado da violência urbana. Um pequeno pedaço de metal e morte que podia ter cruzado meu peito ou minha cabeça, um lembrete da nossa frágil condição de gente. Eu to legal. To muito feliz por não ter morrido, sério. Tem muita coisa pra fazer por aqui, muita coisa para ver e muita, muita coisa para consertar. Muito obrigado por todas as mensagens, to mais solicitado que no meu aniversário, rs. Vocês são lindos, são lindos demais. Espero que essa história infelizmente cotidiana nos inspire a desconstruir nossa agressividade diante da vida. É hora de desarmar e amar. Uma publicação compartilhada por Ícaro (@icsilva) em 5 de Set, 2018 às 9:58 PDT

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  • Filme,  Música

    Legalize Já: Filme sobre a história da banda Planet Hemp ganha primeiro trailer

    28 de agosto de 2018 /

    A Imagem Filmes divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”, que narra a história do Planet Hemp por meio da amizade entre os formadores da banda, Marcelo D2 (Renato Góes) e o falecido rapper Skunk (Ícaro Silva). A prévia supera expectativas e até o título genérico-preguiçoso com hífen, mostrando o encontro dos músicos e as dificuldades da vida de D2 – expulso de casa, sem dinheiro e com a namorada grávida – antes de formarem a banda que se tornaria a mais famosa do Brasil nos anos 1990, ao juntar rock, funk, rap e defender abertamente a legalização da maconha. O filme, porém, não tem final feliz. Logo depois da gravação da primeira demo, Skunk morreu de complicações decorrentes da Aids. Marcelo D2 participou ativamente da produção desde o início do projeto, que durou nove anos. Ele é um dos responsáveis pela trilha sonora do longa, já premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. Dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que antes fizeram a comédia de boy band da meia-idade “Chocante” (2017), o longa destaca em seu elenco Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como D2, Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk, além de Ernesto Alterio (“Infância Clandestina”), Marina Provenzzano (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Stepan Nercessian (“Os Penetras”) e Rafaela Mandelli (“O Negócio”). A estreia está marcada para o dia 18 de outubro.

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  • Música

    Elis: Trailer do filme de Elis Regina já foi visto mais de 2 milhões de vezes

    23 de outubro de 2016 /

    O trailer do filme “Elis”, cinebiografia da cantora Elis Regina, está despertando grande curiosidade do público brasileiro. Ele já se tornou o mais rápido trailer brasileiro a ultrapassar a marca de 1 milhão de visualizações na internet, feito atingido em menos de 24 horas apenas com o vídeo disponibilizado no Facebook. Além disso, deixou para trás outra marca, de 2 milhões de visualizações em três dias, somando o público da rede social e do YouTube. O trailer também foi compartilhado mais de 50 mil vezes no Facebook. Vencedor de três Kikitos no 44º Festival de Gramado – Melhor Filme pelo júri popular, Melhor Atriz para Andréia Horta, intérprete de Elis, e melhor montagem para Tiago Feliciano -, o longa resume a carreira e a vida pessoal da artista gaúcha como a chegada ao Rio de Janeiro no dia do Golpe de 1964, o primeiro contato com o boa praça Luiz Carlos Miéle e o charmoso Ronaldo Bôscoli, seu primeiro marido, o rápido sucesso e amadurecimento musical, o terror imposto pelos militares, a parceria amorosa e artística com o pianista César Camargo Mariano, que rendeu espetáculos históricos como “Falso Brilhante”, a maternidade e o fim da vida. No elenco, também estão Lucio Mauro Filho, como Miéle; Caco Ciocler, como César Camargo Mariano; Julio Andrade, como o dzi croquette Lennie Dale; Gustavo Machado, como Ronaldo Bôscoli e Zécarlos Machado, como Romeu, pai de Elis. Em participações especiais, aparecem ainda Rodrigo Pandolfo, como Nelson Motta; Isabel Wilker, como Nara Leão; e Icaro Silva, como Jair Rodrigues. O filme marca a estreia em longas do diretor Hugo Prata (da série infantil “Castelo Ra-tim-bum”), e foi escrito por Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças”) e Vera Egito (“À Deriva”), com participação do próprio Prata. A estreia está marcada para 24 de novembro. Para aumentar ainda mais as visualizações do trailer oficial, dê play no vídeo abaixo.

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