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    Castle Rock: Série inspirada nos livros de terror de Stephen King é renovada para a 2ª temporada

    14 de agosto de 2018 /

    A plataforma Hulu anunciou a renovação de “Castle Rock”, série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. “‘Castle Rock’ é uma ideia profundamente original de dois dos maiores contadores de histórias do mundo”, disse o vice-presidente do serviço de streaming, Craig Erwich, em comunicado. “É uma história centrada em algo que muitas e muitas pessoas ao redor do mundo amam. As nossas expectativas já eram altas, mas a série ultrapassou todas elas”. A produção vai seguir o formato de antologia de séries como “American Horror Story” e “American Crime Story”, contando uma história diferente e completa por temporada. O segundo ano ainda não tem previsão de estreia. A história de “Castle Rock”, desenvolvida por Dustin Thomason e Sam Shaw (criador e roteirista de “Manhattan”), não adapta nenhuma obra específica de King, mas mergulha no universo de personagens do autor, como demonstrou a participação do xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”) na série. O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). A ideia é usar a locação de Castle Rock, citada pela primeira vez no livro “Dead Zone” (de 1979, por sua vez transformado no filme “A Hora da Zona Morta” em 1983), como ponto de confluência de personagens e horrores da carreira do escritor. Graças às adaptações dos livros de King, o nome da cidadezinha fictícia do Maine se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação de King passada nesse lugar imaginário. Na 1ª temporada, que chega ao sexto episódio nesta quarta-feira (15/8), o advogado Henry Deaver (André Holland) volta para a sua cidade natal de Castle Rock, para ajudar um rapaz sem registros (Bill Skarsgard, o Pennywise de “It: A Coisa”) encontrado num buraco da prisão de Shawshank (citada no filme “Um Sonho de Liberdade”), que quando começa a falar se torna ainda mais misterioso. O elenco da atração inclui ainda Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Terry O’Quinn (série “Lost”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original) e Chosen Jacobs (o Mike de “It: A Coisa”). A 2ª temporada deve estrear em 2019.

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    Rodrigo Santoro entra no projeto de nova série criminal da plataforma Hulu

    8 de agosto de 2018 /

    O ator brasileiro Rodrigo Santoro (da série “Westworld”) entrou no projeto de outra série nos Estados Unidos. Ele vai protagonizar o piloto de “Reprisal”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming Hulu, ao lado de Abigail Spencer (de “Timeless”). “Reprisal” é uma “história de vingança hiper-cinética” centrada no personagem de Spencer, uma femme fatale que é atacada e deixada para morrer. Depois de sobreviver, no entanto, ela lidera uma campanha contra a gangue responsável pela violência. Santoro vai interpretar Joel Kelly, um membro antigo da gangue, The Banished Brawlers, que é praticamente o líder de fato do grupo, mas também passou por uma mudança recente em suas prioridades e sua luta agora é para manter a paz. O projeto foi criado por Josh Corbin (roteirista de “StartUp”, série da plataforma Sony Crackle) e tem produção do A + E Studios e da Littlefield Company. A direção do piloto está a cargo de Jonathan Van Tulleken (da série “Trust”). O papel não impede que Santoro retorne a “Westworld”, onde ele vive o pistoleiro Hector Escaton. O personagem (alerta de spoiler) foi morto em uma batalha no final da 2ª temporada do programa da HBO, mas os anfitriões (como são chamados os robôs na produção) costumam ser ressuscitados. Claro que, para “Reprisal” virar série, o piloto precisa ser aprovado.

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    2ª temporada de The Handmaid’s Tale ganha data de estreia no Brasil

    1 de agosto de 2018 /

    O canal pago Paramount marcou a estreia da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale” no Brasil. Os novos episódios da série vencedora do Emmy e do Globo de Ouro 2018 estreiam no dia 2 de setembro, às 21h. Com 13 episódios, o novo ano da série dá continuidade à saga de June e mostra mais de Gilead, o país no qual os Estados Unidos se tornaram após a instauração de um regime fundamentalista que usa a Bíblia como base para retirar todos os direitos das mulheres e executar homossexuais. A trama foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Bruce Miller (da série “The 100”), tendo como base o livro homônimo de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”. Os novos episódios ultrapassam a história publicada e passam a explorar mais detalhes do futuro distópico, além de acompanhar a gravidez da protagonista, uma das últimas mulheres férteis, forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do país – o papel rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Elizabeth Moss (da série “Mad Men”). A 2ª temporada foi disponibilizada nos Estados Unidos no serviço de streaming Hulu entre abril e julho. Apesar dessa distância para a exibição nacional, os cinco meses de espera já são bem menores do que a angústia originada pela espera de sua estreia. A 1ª temporada só chegou no Brasil dez meses após ir ao ar nos Estados Unidos, onde virou sensação quase instantânea e entrou no zeitgeist, inspirando manifestações reais em favor dos direitos das mulheres. Após “aias” de roupa vermelha aparecerem na Marcha das Mulheres na Califórnia e em Washington, recentemente o protesto chegou à Argentina, onde mulheres de robes vermelhos se manifestaram a favor da descriminalização do aborto no país. Em seu segundo ano, a série foi indicada a 20 categorias do Emmy 2018, incluindo, novamente, Melhor Série e Melhor Atriz em Série Dramática.

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    Sean Penn vive astronauta rumo a Marte no primeiro trailer da série The First

    25 de julho de 2018 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou o trailer de “The First”, a primeira série estrelada pelo ator Sean Penn, vencedor de dois Oscars de Melhor Ator (por “Sobre Meninos e Lobos” e “Milk”). E, por coincidência, a prévia evoca um antigo trabalho do ator, com suas imagens da natureza e do espaço, sobrepostas a uma narração metafísica: “A Árvore da Vida” (2011), de Terrence Malick. Desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”, “The First” pretende acompanhar os bastidores da primeira missão humana a Marte, mostrando os desafios da colonização interplanetária. Além dos astronautas, a série também irá focar em suas famílias e na equipe da Nasa que ficam na Terra. Penn, que viverá um dos astronautas, decidiu estrelar sua primeira série após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impede o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”. Além dele, o elenco destaca Natascha McElhone (da série “Designated Survivor”), LisaGay Hamilton (“House of Cards”), Oded Fehr (“Covert Affairs”), James Ransone (“A Entidade”), Melissa George (“Grey’s Anatomy”), Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”), Anna Jacoby-Heron (“Finding Carter”), Keiko Agena (“13 Reasons Why”), Annie Parisse (“Friends from College”) e a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). Com um orçamento cinematográfico de US$ 56,4 milhões, “The First” foi realizado em coprodução com o Channel 4 britânico e estreia em 14 de setembro.

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    The First: Série sci-fi estrelada por Sean Penn ganha primeiras fotos

    23 de julho de 2018 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou as fotos de “The First”, a primeira série estrelada pelo ator Sean Penn, vencedor de dois Oscars de Melhor Ator (por “Sobre Meninos e Lobos” e “Milk”). Desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”, “The First” pretende acompanhar os bastidores da primeira missão humana a Marte, mostrando os desafios da colonização interplanetária. Além dos astronautas, a série também irá focar em suas famílias e na equipe da Nasa que ficam na Terra. Penn, que viverá um dos astronautas, decidiu estrelar sua primeira série após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impede o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”. Além dele, o elenco destaca Natascha McElhone (da série “Designated Survivor”), LisaGay Hamilton (“House of Cards”), Oded Fehr (“Covert Affairs”), James Ransone (“A Entidade”), Melissa George (“Grey’s Anatomy”), Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”), Anna Jacoby-Heron (“Finding Carter”), Keiko Agena (“13 Reasons Why”), Annie Parisse (“Friends from College”) e a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). Com um orçamento cinematográfico de US$ 56,4 milhões, “The First” foi realizado em coprodução com o Channel 4 britânico e estreia em 14 de setembro.

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    Série baseada nas Crônicas Vampirescas de Anne Rice é encomendada pelo Hulu

    18 de julho de 2018 /

    Quase dois anos após o anúncio do projeto, a série baseada na saga literária de “As Crônicas Vampirescas” (The Vampire Chronicles), de Anne Rice, vai sair do papel. O serviço de streaming Hulu, responsável pelo sucesso de “The Handmaid’s Tale”, encomendou a 1ª temporada da atração. O projeto chegou a contar entre seus desenvolvedores com Bryan Fuller, criador de “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “American Gods”, mas o produtor bateu seu próprio recorde para fazer o que tem feito nos últimos anos, abandonando mais uma produção – ele fez o mesmo com as duas últimas séries citadas neste parágrafo, além de “Amazing Stories” na Apple. Os leitores foram introduzidos primeiramente ao vampiro francês extravagante e filosófico do século 18, Lestat de Lioncourt, no primeiro romance da série, “Entrevista com o Vampiro” (1976), que foi adaptado para o cinema em 1994, com Tom Cruise no papel principal. O segundo volume, “O Vampiro Lestat” (1985), permanece inédito nos cinemas, mas o terceiro, “A Rainha dos Condenados” (1988), trouxe Stuart Townsend (“A Liga Extraordinária”) como uma versão roqueira de Lestat – cantando músicas de Jonathan Davis, da banda Korn – em 2002. A franquia literária possui mais de uma dezena de livros, que também abordam outros vampiros, como Armand, vivido por Antonio Bandeiras em “Entrevista com o Vampiro” (1994). Um dos mais recentes, “Príncipe Lestat”, foi publicado em 2014 para retomar a história principal, como uma continuação direta de “A Rainha dos Condenados”. A decisão de transformar os livros em série partiu da própria escritora. Ela postou uma mensagem em seu Facebook em novembro de 2016, anunciando ter recuperado os direitos das obras, cedidas para a Universal, e que pretendia transformar os livros numa série “ao estilo de ‘Game of Thrones'”. “Como muitos de vocês sabem, a Universal e Imagine Entertainment tinham adquirido a franquia para desenvolver filmes, mas não deu certo, deixando mais claro do que nunca que a televisão é o lugar onde os vampiros pertencem”, ela explicou. “Nesta nova idade de ouro da televisão, uma série é a melhor maneira de contar toda a história dos vampiros”, afirmou, adiantando seus planos. “Meu filho Christopher Rice e eu vamos desenvolver um roteiro do piloto e um esboço detalhado para uma série de duração indeterminada, que apresentará com fidelidade a história de Lestat como ela é contada nos livros. Nós provavelmente iremos começar com ‘O Vampiro Lestat’ e seguir em frente a partir daí. Quando nos sentarmos, finalmente, para conversar com produtores, teremos uma visão totalmente realizado deste projeto. Não consigo expressar o quanto estou feliz ao anunciar isso.” Anne Rice e seu filho serão produtores da série, que será realizada pela Paramount Television e a produtora Anonymous Content, com quem assinaram um contrato há três meses. “É inegável que Anne Rice criou um paradigma, com o qual todas as histórias de vampiros são medidas. O rico e vasto mundo que ela criou com ‘As Crônicas Vampirescas’ é incomparável e sofisticado, com tons góticos dos anos 1990 que serão adequados perfeitamente para o público. A série é recheada de personalidades atraentes liderados por Lestat, indiscutivelmente um dos melhores personagens originais da literatura ou qualquer outra arte”, afirmou Amy Powell, presidente da Paramount TV, em comunicado da época da negociação. Os executivos agora buscam um showrunner para começar a escalar o elenco.

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    Casual se despede com trailer da 4ª e última temporada

    15 de julho de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada da série de comédia “Casual”, que, como revela a prévia, dá um salto de cinco anos na trama. “Casual” foi uma das primeiras séries originais da plataforma, ajudando a consolidar a Hulu no mercado de streaming, mas permanece até hoje inédita no Brasil. Criada por Zander Lehmann (roteirista de “The Shannara Chronicles”), gira em torno de uma família disfuncional, formada por um jovem namorador (Tommy Dewey, da série “Code Black”) e sua irmã mais velha recém-divorciada (Michaela Watkins, de “Como se Tornar um Conquistador”), que voltam a morar juntos, acompanhados da filha adolescente dela (Tara Lynne Barr, da série “Aquarius”). O humor dramático das situações, que retrata como o trio lida com o sexo casual, alimenta uma empatia típica do melhor cinema indie, em grande parte graças ao produtor e diretor de alguns episódios: ninguém menos que o cineasta Jason Reitman (“Juno”, “Jovens Adultos”, “Sem Escalas”). A 4ª e derradeira temporada estreia em 31 de julho.

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    Netflix lidera indicações do Emmy pela primeira vez, mudando o perfil da “televisão”

    12 de julho de 2018 /

    O Emmy 2018 entrou para a História pelo reconhecimento dado pela Academia de Televisão dos Estados Unidos a um novo tipo de programação de TV, que pode ser assistida por dispositivos móveis ou no computador, e não mais exclusivamente num aparelho televisor. Produções de plataformas de streaming tiveram desempenho surpreendente entre as indicações, reveladas na quinta-feira (12/7). Pela primeira vez, a Netflix liderou a lista de “emissoras” com a maior quantidade de programas indicados, acabando com um domínio de 17 anos da HBO na liderança das nomeações. A plataforma foi nomeada 112 vezes, quatro a mais que a antiga campeã. Ao se estabelecer como o parâmetro de qualidade da TV norte-americana no começo do século 21, a HBO encabeçou uma troca entre padrões televisivos, deixando para trás as produções feitas para a TV aberta, que se tornaram convencionais diante da ousadia das séries da TV paga. E com a HBO vieram Showtime, FX, AMC, Starz e outros canais por assinatura, que completaram a troca da guarda. Até que as próprias redes começaram a imitar a programação premiada, com produções mais cinematográficas e temáticas mais complexas que o “caso da semana”. No Emmy 2018, entretanto, apesar de a HBO produzir as duas atrações com a maior quantidade de indicações (“Game of Thrones” e “Westworld”), está claro que o paradigma começa a mudar. Agora é a Netflix que lidera uma nova renovação na forma como se faz televisão. Os destaques da plataforma no Emmy foram as séries dramáticas “The Crown” (13 indicações) “Stranger Things” (12), “Godless” (12), “GLOW” (10), “Black Mirror” (7) e “Ozark” (5). Após a Netflix, o Hulu foi o serviço de streaming que mais se destacou com 27 indicações, 20 delas para “The Handmaid’s Tale” – que na contagem geral foi o quarto programa com o maior número de nomeações e a atração de streaming que disputa a maior quantidade de categorias. A Amazon, por sua vez, emplacou 22 indicações, puxadas pelas 14 de “The Marvelous Mrs. Maisel”. A concentração em poucos título de Hulu e Amazon contrastam com a variedade da Netflix, que multiplica sua programação sem parar, empilhando quantidade na busca de qualidade. Não é por acaso que a Amazon resolveu abrir o talão de cheques e passar a encomendar diversas séries novas. O diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, enfatizou este ponto em sua declaração após a divulgação da lista da Academia, dizendo: “Estamos particularmente entusiasmados em ver a amplitude de nossa programação celebrada com indicações espalhadas por 40 títulos novos e recorrentes que mostram nossa variada e expansiva grade – comédias, dramas, filmes, séries limitadas, documentário, variedade, animação e reality shows”. A HBO seguiu o mesmo tom em sua declaração – “A HBO está muito satisfeita com suas 108 indicações, especialmente pela ampla gama em tantas categorias” – sugerindo que está muito consciente da batalha que precisará travar por essa amplitude. O dado é especialmente significativo por ecoar o primeiro discurso de John Stankey, novo chefe da Warner Media, sobre o futuro da HBO, que deve aumentar o volume de sua programação original, buscar uma audiência maior e enfrentar a guerra por espaço no admirável mundo novo que o Emmy 2018 agora oficializou. Quem acha que vive na era do pico da TV (peak TV) vai se surpreender com o desdobramento do sucesso da Netflix. Aguardem o Emmy 2020, com os primeiros produtos das plataformas da Apple, Disney, YouTube Premium e Facebook…

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    Castle Rock: Trailer da série de terror inspirada em Stephen King destaca intérprete do palhaço Pennywise

    10 de julho de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “Castle Rock”, série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. A prévia coloca foco no personagem de Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”), um prisioneiro encontrado sem registros num buraco da prisão de Shawshank, que quando começa a falar se torna ainda mais misterioso. Ao som do clássico “Lonesome Town”, de Ricky Nelson, o resto do vídeo passeia pela cidade que batiza a produção, em que cada centímetro “é manchado por seus próprios pecados” – e imagens sinistras reforçam a frase dita por um personagem. É a descoberta do prisioneiro sem nome que traz à cidade o personagem de André Holland (“Moonlight”), considerado o protagonista da série. E para obter respostas, ele também vai encontrar o xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”). O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). Entretanto, a história da série, desenvolvida por Dustin Thomason e Sam Shaw (criador e roteirista de “Manhattan”), é inédita. Isto é, não se trata de adaptação de nenhum livro específico do escritor. Stephen King citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. O elenco da atração também inclui Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Terry O’Quinn (série “Lost”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original) e Chosen Jacobs (o Mike de “It: A Coisa”). A 1ª temporada terá 10 episódios com estreia marcada para 25 de julho.

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    Netflix vai produzir série de terror do filho de Stephen King recusada pela Hulu

    30 de maio de 2018 /

    A Netflix está negociando produzir a série de terror “Locke & Key” após o piloto ter sido rejeitado por uma plataforma rival. A falta de entusiasmo da Hulu pelo projeto tinha surpreendido o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, que voltaria a trabalhar com três atores jovens de “It: A Coisa” na atração. Mas a produção da Netflix será diferente da versão apresentada para a Hulu, o que significa que perderá sua grife cinematográfica. O escritor Joe Hill, filho de Stephen King e autor da obra original, e o roteirista-produtor Carlton Cuse (de “Lost”, “Bates Motel” e “Colony”) estão à frente da atual encarnação do projeto, que não aproveitará o piloto gravado e precisará escalar novo elenco. A série é baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, indicada ao prêmio Eisner (o Oscar dos quadrinhos) em duas ocasiões, em 2009 e 2011, sendo que na segunda ocasião venceu o prêmio de melhor roteiro. A trama acompanha uma família que se muda para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados pela entidade do mal chamada Dodge, determinada a mantê-los presos de qualquer jeito até conseguir o que quer. Mas eles descobrem chaves que abrem portas para outras dimensões e que são capazes transformar as pessoas que passam por elas. O detalhe é que a recusa da Hulu não foi o primeiro obstáculo enfrentado pelos quadrinhos para virar série. Em 2011, a Fox encomendou uma adaptação de “Locke & Key” para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E também naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitadado. Carlton Cuse envolveu-se com o material durante o desenvolvimento do piloto para a Hulu. Ele e Hill decidiram refazer o projeto e apresentar para a Netflix quando Andy Muschietti passou a priorizar a continuação de “It: A Coisa”. Por conta disso, Muschietti não irá dirigir o novo piloto. Mesmo assim, ainda continuará a ser creditado como produtor da atração na Netflix. Veja algumas capas da publicação da editora IDW abaixo.

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    Quem É Você Alasca?, best-seller de John Green, vai virar série

    21 de maio de 2018 /

    A plataforma Hulu anunciou a produção de “Looking For Alaska”, série que adapta o livro homônimo de John Green, lançado no Brasil como “Quem É Você Alasca?”. O primeiro livro do autor, que se tornou conhecido pelo estouro de “A Culpa É das Estrelas”, acompanha um adolescente chamado Miles que se muda para uma nova escola em outro estado, onde conhece a jovem e enigmática Alasca, por quem se apaixona, enquanto descobre que ela não era tão perfeita quando ele imaginava. A obra chegou a ser cotada para o cinema, com Elle Fanning no papel de Alaska, mas após a baixa bilheteria de “Cidades de Papel”, segunda adaptação cinematográfica de Green, o projeto foi cancelado. O formato de série, por outro lado, permitirá maior liberdade para a exploração da trama, já que o livro causou certa polêmica e chegou a ser banido de diversas escolas dos EUA por fazer descrição de sexo entre adolescentes. A adaptação está cargo de Josh Schwartz, o criador de “Chuck” e “Gossip Girl”, que atualmente se divide entre o novelão de “Dynasty” e os super-heróis de “Runaways”. Ele estava envolvido com o projeto original do filme e tem sido um entusiasta do livro desde que a Paramount adquiriu os direitos em 2005. A produção será realizada entre a Paramount TV e a Fake Empire, empresa de Schwartz e sua sócia criativa Stephanie Savage. Os dois trabalharão como showrunners da série, com consultoria do próprio Green. “Faz uns 13 anos que tentam descobrir como adaptar ‘Quem É Você, Alasca’, e Josh se preocupava com o livro antes que quase ninguém mais soubesse do que se tratava. Ele e Stephanie trabalharam tanto para chegar a esse momento, por isso estou muito animado”, escreveu Green num tópico de fãs do Reddit. “Eu sei que eles se importam muito com o livro e têm trabalhado com afinco nos últimos 13 anos para conseguir um bom lugar – e eu realmente acho que finalmente conseguiram. Então, estou esperançoso!”, concluiu.

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    Castle Rock: Série de Stephen King com atores de Carrie e It: A Coisa ganha novo trailer

    5 de maio de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “Castle Rock”, misteriosa série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. A prévia é narrada por Terry O’Quinn (série “Lost”), que começa sua descrição com a frase “Eu temo por este lugar” e passeia por acontecimentos e personagens, sem dar muitas pistas sobre a história. O que se sabe é que a trama vai acompanhar a chegada do personagem de André Holland (“Moonlight”) na cidade fictícia que dá nome à produção, onde vai encontrar o xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”). O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). Entretanto, a história da série, desenvolvida por Dustin Thomason e Sam Shaw (criador e roteirista de “Manhattan”), é inédita. Isto é, não se trata de adaptação de nenhum livro específico do escritor. Stephen King citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. O elenco da atração também inclui Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original), Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”) e Chosen Jacobs (o Mike de “It: A Coisa”). A 1ª temporada terá 10 episódios com estreia marcada para 25 de julho.

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    Oficial: Quatro Casamentos e um Funeral vai virar série

    5 de maio de 2018 /

    O serviço de streaming Hulu oficializou a encomenda de uma temporada da série “Four Weddings and a Funeral”, adaptação da cultuada comédia romântica britânica “Quatro Casamentos e um Funeral” (1994), que transformou o ator Hugh Grant em ídolo do gênero. Ninguém menos que a atriz e produtora Mindy Kaling está desenvolvendo o projeto. Como no filme, a série acompanhará um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam através de cinco eventos. Kaling vai escrever e produzir o piloto ao lado do roteirista Matt Warburton, showrunner de sua sitcom “The Mindy Project”. Além deles, a produção contará com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. Vale lembrar que a atriz já tinha uma boa relação com a Hulu, que exibiu com exclusividade três temporadas de “The Mindy Project”, após a série ser cancelada em sua 3ª temporada na rede Fox. Ainda não há previsão de estreia para a nova série, que terá duração limitada – a menos que vire um sucesso.

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