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  • Série

    Patricia Arquette e Joey King serão mãe e filha que querem se matar em série sobre crime real

    8 de setembro de 2018 /

    As atrizes Patricia Arquette (“Boyhood”) e Joey King (“A Barraca do Beijo”) serão mãe e filha que planejam matar uma a outra, numa nova série sobre crimes reais e com estrutura de antologia, que está sendo produzida para o serviço de streaming Hulu. Intitulada “The Act”, a série é uma criação de Nick Antosca, criador da antologia de terror “Channel Zero”, e a 1ª temporada será baseada em um artigo do Buzzfeed que viralizou com a manchete “Dee Dee queria que sua filha ficasse doente, Gypsy queria que sua mãe fosse assassinada”. A trama acompanhará a jovem Gypsy Blanchard (King), que luta para escapar do relacionamento tóxico que tem com sua mãe superprotetora, Dee Dee (Arquette). Sua busca pela independência abre uma caixa de segredos que não poderá ser mais fechada e que acabará levando ao assassinato. A HBO chegou a produzir um documentário sobre esta história no ano passado, “Mamãe Morta e Querida” (2017), que mostra as verdadeiras personagens, fisicamente diferentes de suas intérpretes. “The Act” vai se juntar a “American Crime Story” e “Law & Order: True Crime” na onda de séries de antologia sobre crimes reais que entrou em voga nos Estados Unidos. Até o Brasil terá sua própria versão do gênero, na vindoura “Assédio”, da Globo. A direção de “The Act” será assinada pela atriz francesa Laure de Clermont-Tonnerre (“As Múmias do Faraó”), que vai lançar “Mustang”, seu primeiro longa como diretora, ainda este ano. “The Act” não tem previsão de estreia.

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  • Série

    The First: Novo trailer da série traz Sean Penn dividido entre fazer História em Marte ou ajudar sua filha na Terra

    29 de agosto de 2018 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou um novo trailer de “The First”, a primeira série estrelada pelo ator Sean Penn, vencedor de dois Oscars de Melhor Ator (por “Sobre Meninos e Lobos” e “Milk”). Ele vive um astronauta convidado a comandar a primeira missão humana a Marte, mas se encontra dividido entre aceitar um lugar na História ou se fazer presente no momento em que sua filha problemática mais precisa do seu apoio. Desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”, “The First” pretende acompanhar os bastidores da missão espacial, mostrando os desafios da colonização interplanetária. Além dos astronautas, a série também irá focar em suas famílias e na equipe da Nasa que ficam na Terra. Penn decidiu estrelar sua primeira série após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impede o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”. Além dele, o elenco destaca Natascha McElhone (da série “Designated Survivor”), LisaGay Hamilton (“House of Cards”), Oded Fehr (“Covert Affairs”), James Ransone (“A Entidade”), Melissa George (“Grey’s Anatomy”), Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”), Anna Jacoby-Heron (“Finding Carter”), Keiko Agena (“13 Reasons Why”), Annie Parisse (“Friends from College”) e a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). Com um orçamento cinematográfico de US$ 56,4 milhões, “The First” foi realizado em coprodução com o Channel 4 britânico e estreia em 14 de setembro.

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  • Série

    Elle Fanning pode estrelar sua primeira série como a imperatriz Catarina, a Grande

    25 de agosto de 2018 /

    O súbito interesse na vida da imperatriz russa Catarina, a Grande, pode render duas séries simultâneas nos Estados Unidos. Os atores Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) e Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”) lideram o elenco do piloto do mais recente projeto, focado na juventude da monarca do século 18 e escrito por Tony McNamara (“A Grande Virada”) para a plataforma de streaming Hulu. A trama vai se centrar na ascensão ao trono de Catarina II (Fanning) e sua relação conflituosa com o marido, o czar Pedro III (Hoult), imperador da Rússia. Caso a produção seja encomendada, representará o primeiro papel significativo de Fanning numa série e um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção a partir de “Skins”, em 2007. Além desse projeto, a HBO já aprovou “Catherine the Great”, uma minissérie sobre o final do reinado da imperatriz, realizada em parceria com o canal pago britânico Sky Atlantic, que será estrelada por Helen Mirren (“A Rainha”).

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  • Série

    Estrela de Scandal vai estrelar série do diretor de Piratas do Caribe baseada em quadrinhos sci-fi

    15 de agosto de 2018 /

    A atriz Kerry Washington está com a agenda cheia após se despedir do papel de Olivia Pope na série “Scandal”, e acaba de adicionar um novo projeto. Ela vai estrelar e produzir a série sci-fi “Old City Blues” para a plataforma Hulu. Baseada nos quadrinhos homônimos de Giannis Milonogiannis, publicados pelo Boom! Studios, “Old City Blues” se passa no ano de 2048 em Nova Atenas, ruínas do país antigamente conhecido como Grécia, que agora estão repletas de criminosos de alta tecnologia, incluindo contrabandistas, traficantes de drogas, políticos corruptos e corporações poderosas. A trama gira em torno força policial de Nova Atenas, que se esforça para manter a cidade sob controle depois que o fundador ciborgue de uma empresa de tecnologia é encontrado morto. O cineasta Gore Verbinski (da franquia “Piratas do Caribe”) vai dirigir o piloto, que está sendo escrito por Arash Amel (“Grace de Mônaco”). O papel da atriz não está claro, mas por enquanto o projeto ainda está em fase inicial de desenvolvimento. “Old City Blues” será a segunda atração estrelada por Washington para o serviço de streaming. Ela também está escalada para contracenar com Reese Witherspoon na minissérie “Little Fires Everywhere”, adaptação do best-seller homônimo, que teve sua produção encomendada em março.

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  • Série

    Castle Rock: Série inspirada nos livros de terror de Stephen King é renovada para a 2ª temporada

    14 de agosto de 2018 /

    A plataforma Hulu anunciou a renovação de “Castle Rock”, série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. “‘Castle Rock’ é uma ideia profundamente original de dois dos maiores contadores de histórias do mundo”, disse o vice-presidente do serviço de streaming, Craig Erwich, em comunicado. “É uma história centrada em algo que muitas e muitas pessoas ao redor do mundo amam. As nossas expectativas já eram altas, mas a série ultrapassou todas elas”. A produção vai seguir o formato de antologia de séries como “American Horror Story” e “American Crime Story”, contando uma história diferente e completa por temporada. O segundo ano ainda não tem previsão de estreia. A história de “Castle Rock”, desenvolvida por Dustin Thomason e Sam Shaw (criador e roteirista de “Manhattan”), não adapta nenhuma obra específica de King, mas mergulha no universo de personagens do autor, como demonstrou a participação do xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”) na série. O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). A ideia é usar a locação de Castle Rock, citada pela primeira vez no livro “Dead Zone” (de 1979, por sua vez transformado no filme “A Hora da Zona Morta” em 1983), como ponto de confluência de personagens e horrores da carreira do escritor. Graças às adaptações dos livros de King, o nome da cidadezinha fictícia do Maine se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação de King passada nesse lugar imaginário. Na 1ª temporada, que chega ao sexto episódio nesta quarta-feira (15/8), o advogado Henry Deaver (André Holland) volta para a sua cidade natal de Castle Rock, para ajudar um rapaz sem registros (Bill Skarsgard, o Pennywise de “It: A Coisa”) encontrado num buraco da prisão de Shawshank (citada no filme “Um Sonho de Liberdade”), que quando começa a falar se torna ainda mais misterioso. O elenco da atração inclui ainda Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Terry O’Quinn (série “Lost”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original) e Chosen Jacobs (o Mike de “It: A Coisa”). A 2ª temporada deve estrear em 2019.

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  • Série

    Rodrigo Santoro entra no projeto de nova série criminal da plataforma Hulu

    8 de agosto de 2018 /

    O ator brasileiro Rodrigo Santoro (da série “Westworld”) entrou no projeto de outra série nos Estados Unidos. Ele vai protagonizar o piloto de “Reprisal”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming Hulu, ao lado de Abigail Spencer (de “Timeless”). “Reprisal” é uma “história de vingança hiper-cinética” centrada no personagem de Spencer, uma femme fatale que é atacada e deixada para morrer. Depois de sobreviver, no entanto, ela lidera uma campanha contra a gangue responsável pela violência. Santoro vai interpretar Joel Kelly, um membro antigo da gangue, The Banished Brawlers, que é praticamente o líder de fato do grupo, mas também passou por uma mudança recente em suas prioridades e sua luta agora é para manter a paz. O projeto foi criado por Josh Corbin (roteirista de “StartUp”, série da plataforma Sony Crackle) e tem produção do A + E Studios e da Littlefield Company. A direção do piloto está a cargo de Jonathan Van Tulleken (da série “Trust”). O papel não impede que Santoro retorne a “Westworld”, onde ele vive o pistoleiro Hector Escaton. O personagem (alerta de spoiler) foi morto em uma batalha no final da 2ª temporada do programa da HBO, mas os anfitriões (como são chamados os robôs na produção) costumam ser ressuscitados. Claro que, para “Reprisal” virar série, o piloto precisa ser aprovado.

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  • Série

    2ª temporada de The Handmaid’s Tale ganha data de estreia no Brasil

    1 de agosto de 2018 /

    O canal pago Paramount marcou a estreia da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale” no Brasil. Os novos episódios da série vencedora do Emmy e do Globo de Ouro 2018 estreiam no dia 2 de setembro, às 21h. Com 13 episódios, o novo ano da série dá continuidade à saga de June e mostra mais de Gilead, o país no qual os Estados Unidos se tornaram após a instauração de um regime fundamentalista que usa a Bíblia como base para retirar todos os direitos das mulheres e executar homossexuais. A trama foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Bruce Miller (da série “The 100”), tendo como base o livro homônimo de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”. Os novos episódios ultrapassam a história publicada e passam a explorar mais detalhes do futuro distópico, além de acompanhar a gravidez da protagonista, uma das últimas mulheres férteis, forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do país – o papel rendeu o Emmy de Melhor Atriz para Elizabeth Moss (da série “Mad Men”). A 2ª temporada foi disponibilizada nos Estados Unidos no serviço de streaming Hulu entre abril e julho. Apesar dessa distância para a exibição nacional, os cinco meses de espera já são bem menores do que a angústia originada pela espera de sua estreia. A 1ª temporada só chegou no Brasil dez meses após ir ao ar nos Estados Unidos, onde virou sensação quase instantânea e entrou no zeitgeist, inspirando manifestações reais em favor dos direitos das mulheres. Após “aias” de roupa vermelha aparecerem na Marcha das Mulheres na Califórnia e em Washington, recentemente o protesto chegou à Argentina, onde mulheres de robes vermelhos se manifestaram a favor da descriminalização do aborto no país. Em seu segundo ano, a série foi indicada a 20 categorias do Emmy 2018, incluindo, novamente, Melhor Série e Melhor Atriz em Série Dramática.

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  • Série

    Sean Penn vive astronauta rumo a Marte no primeiro trailer da série The First

    25 de julho de 2018 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou o trailer de “The First”, a primeira série estrelada pelo ator Sean Penn, vencedor de dois Oscars de Melhor Ator (por “Sobre Meninos e Lobos” e “Milk”). E, por coincidência, a prévia evoca um antigo trabalho do ator, com suas imagens da natureza e do espaço, sobrepostas a uma narração metafísica: “A Árvore da Vida” (2011), de Terrence Malick. Desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”, “The First” pretende acompanhar os bastidores da primeira missão humana a Marte, mostrando os desafios da colonização interplanetária. Além dos astronautas, a série também irá focar em suas famílias e na equipe da Nasa que ficam na Terra. Penn, que viverá um dos astronautas, decidiu estrelar sua primeira série após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impede o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”. Além dele, o elenco destaca Natascha McElhone (da série “Designated Survivor”), LisaGay Hamilton (“House of Cards”), Oded Fehr (“Covert Affairs”), James Ransone (“A Entidade”), Melissa George (“Grey’s Anatomy”), Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”), Anna Jacoby-Heron (“Finding Carter”), Keiko Agena (“13 Reasons Why”), Annie Parisse (“Friends from College”) e a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). Com um orçamento cinematográfico de US$ 56,4 milhões, “The First” foi realizado em coprodução com o Channel 4 britânico e estreia em 14 de setembro.

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  • Série

    The First: Série sci-fi estrelada por Sean Penn ganha primeiras fotos

    23 de julho de 2018 /

    O serviço de streaming Hulu divulgou as fotos de “The First”, a primeira série estrelada pelo ator Sean Penn, vencedor de dois Oscars de Melhor Ator (por “Sobre Meninos e Lobos” e “Milk”). Desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”, “The First” pretende acompanhar os bastidores da primeira missão humana a Marte, mostrando os desafios da colonização interplanetária. Além dos astronautas, a série também irá focar em suas famílias e na equipe da Nasa que ficam na Terra. Penn, que viverá um dos astronautas, decidiu estrelar sua primeira série após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impede o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”. Além dele, o elenco destaca Natascha McElhone (da série “Designated Survivor”), LisaGay Hamilton (“House of Cards”), Oded Fehr (“Covert Affairs”), James Ransone (“A Entidade”), Melissa George (“Grey’s Anatomy”), Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”), Anna Jacoby-Heron (“Finding Carter”), Keiko Agena (“13 Reasons Why”), Annie Parisse (“Friends from College”) e a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). Com um orçamento cinematográfico de US$ 56,4 milhões, “The First” foi realizado em coprodução com o Channel 4 britânico e estreia em 14 de setembro.

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  • Série

    Série baseada nas Crônicas Vampirescas de Anne Rice é encomendada pelo Hulu

    18 de julho de 2018 /

    Quase dois anos após o anúncio do projeto, a série baseada na saga literária de “As Crônicas Vampirescas” (The Vampire Chronicles), de Anne Rice, vai sair do papel. O serviço de streaming Hulu, responsável pelo sucesso de “The Handmaid’s Tale”, encomendou a 1ª temporada da atração. O projeto chegou a contar entre seus desenvolvedores com Bryan Fuller, criador de “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “American Gods”, mas o produtor bateu seu próprio recorde para fazer o que tem feito nos últimos anos, abandonando mais uma produção – ele fez o mesmo com as duas últimas séries citadas neste parágrafo, além de “Amazing Stories” na Apple. Os leitores foram introduzidos primeiramente ao vampiro francês extravagante e filosófico do século 18, Lestat de Lioncourt, no primeiro romance da série, “Entrevista com o Vampiro” (1976), que foi adaptado para o cinema em 1994, com Tom Cruise no papel principal. O segundo volume, “O Vampiro Lestat” (1985), permanece inédito nos cinemas, mas o terceiro, “A Rainha dos Condenados” (1988), trouxe Stuart Townsend (“A Liga Extraordinária”) como uma versão roqueira de Lestat – cantando músicas de Jonathan Davis, da banda Korn – em 2002. A franquia literária possui mais de uma dezena de livros, que também abordam outros vampiros, como Armand, vivido por Antonio Bandeiras em “Entrevista com o Vampiro” (1994). Um dos mais recentes, “Príncipe Lestat”, foi publicado em 2014 para retomar a história principal, como uma continuação direta de “A Rainha dos Condenados”. A decisão de transformar os livros em série partiu da própria escritora. Ela postou uma mensagem em seu Facebook em novembro de 2016, anunciando ter recuperado os direitos das obras, cedidas para a Universal, e que pretendia transformar os livros numa série “ao estilo de ‘Game of Thrones'”. “Como muitos de vocês sabem, a Universal e Imagine Entertainment tinham adquirido a franquia para desenvolver filmes, mas não deu certo, deixando mais claro do que nunca que a televisão é o lugar onde os vampiros pertencem”, ela explicou. “Nesta nova idade de ouro da televisão, uma série é a melhor maneira de contar toda a história dos vampiros”, afirmou, adiantando seus planos. “Meu filho Christopher Rice e eu vamos desenvolver um roteiro do piloto e um esboço detalhado para uma série de duração indeterminada, que apresentará com fidelidade a história de Lestat como ela é contada nos livros. Nós provavelmente iremos começar com ‘O Vampiro Lestat’ e seguir em frente a partir daí. Quando nos sentarmos, finalmente, para conversar com produtores, teremos uma visão totalmente realizado deste projeto. Não consigo expressar o quanto estou feliz ao anunciar isso.” Anne Rice e seu filho serão produtores da série, que será realizada pela Paramount Television e a produtora Anonymous Content, com quem assinaram um contrato há três meses. “É inegável que Anne Rice criou um paradigma, com o qual todas as histórias de vampiros são medidas. O rico e vasto mundo que ela criou com ‘As Crônicas Vampirescas’ é incomparável e sofisticado, com tons góticos dos anos 1990 que serão adequados perfeitamente para o público. A série é recheada de personalidades atraentes liderados por Lestat, indiscutivelmente um dos melhores personagens originais da literatura ou qualquer outra arte”, afirmou Amy Powell, presidente da Paramount TV, em comunicado da época da negociação. Os executivos agora buscam um showrunner para começar a escalar o elenco.

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  • Série

    Casual se despede com trailer da 4ª e última temporada

    15 de julho de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada da série de comédia “Casual”, que, como revela a prévia, dá um salto de cinco anos na trama. “Casual” foi uma das primeiras séries originais da plataforma, ajudando a consolidar a Hulu no mercado de streaming, mas permanece até hoje inédita no Brasil. Criada por Zander Lehmann (roteirista de “The Shannara Chronicles”), gira em torno de uma família disfuncional, formada por um jovem namorador (Tommy Dewey, da série “Code Black”) e sua irmã mais velha recém-divorciada (Michaela Watkins, de “Como se Tornar um Conquistador”), que voltam a morar juntos, acompanhados da filha adolescente dela (Tara Lynne Barr, da série “Aquarius”). O humor dramático das situações, que retrata como o trio lida com o sexo casual, alimenta uma empatia típica do melhor cinema indie, em grande parte graças ao produtor e diretor de alguns episódios: ninguém menos que o cineasta Jason Reitman (“Juno”, “Jovens Adultos”, “Sem Escalas”). A 4ª e derradeira temporada estreia em 31 de julho.

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  • Série

    Netflix lidera indicações do Emmy pela primeira vez, mudando o perfil da “televisão”

    12 de julho de 2018 /

    O Emmy 2018 entrou para a História pelo reconhecimento dado pela Academia de Televisão dos Estados Unidos a um novo tipo de programação de TV, que pode ser assistida por dispositivos móveis ou no computador, e não mais exclusivamente num aparelho televisor. Produções de plataformas de streaming tiveram desempenho surpreendente entre as indicações, reveladas na quinta-feira (12/7). Pela primeira vez, a Netflix liderou a lista de “emissoras” com a maior quantidade de programas indicados, acabando com um domínio de 17 anos da HBO na liderança das nomeações. A plataforma foi nomeada 112 vezes, quatro a mais que a antiga campeã. Ao se estabelecer como o parâmetro de qualidade da TV norte-americana no começo do século 21, a HBO encabeçou uma troca entre padrões televisivos, deixando para trás as produções feitas para a TV aberta, que se tornaram convencionais diante da ousadia das séries da TV paga. E com a HBO vieram Showtime, FX, AMC, Starz e outros canais por assinatura, que completaram a troca da guarda. Até que as próprias redes começaram a imitar a programação premiada, com produções mais cinematográficas e temáticas mais complexas que o “caso da semana”. No Emmy 2018, entretanto, apesar de a HBO produzir as duas atrações com a maior quantidade de indicações (“Game of Thrones” e “Westworld”), está claro que o paradigma começa a mudar. Agora é a Netflix que lidera uma nova renovação na forma como se faz televisão. Os destaques da plataforma no Emmy foram as séries dramáticas “The Crown” (13 indicações) “Stranger Things” (12), “Godless” (12), “GLOW” (10), “Black Mirror” (7) e “Ozark” (5). Após a Netflix, o Hulu foi o serviço de streaming que mais se destacou com 27 indicações, 20 delas para “The Handmaid’s Tale” – que na contagem geral foi o quarto programa com o maior número de nomeações e a atração de streaming que disputa a maior quantidade de categorias. A Amazon, por sua vez, emplacou 22 indicações, puxadas pelas 14 de “The Marvelous Mrs. Maisel”. A concentração em poucos título de Hulu e Amazon contrastam com a variedade da Netflix, que multiplica sua programação sem parar, empilhando quantidade na busca de qualidade. Não é por acaso que a Amazon resolveu abrir o talão de cheques e passar a encomendar diversas séries novas. O diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, enfatizou este ponto em sua declaração após a divulgação da lista da Academia, dizendo: “Estamos particularmente entusiasmados em ver a amplitude de nossa programação celebrada com indicações espalhadas por 40 títulos novos e recorrentes que mostram nossa variada e expansiva grade – comédias, dramas, filmes, séries limitadas, documentário, variedade, animação e reality shows”. A HBO seguiu o mesmo tom em sua declaração – “A HBO está muito satisfeita com suas 108 indicações, especialmente pela ampla gama em tantas categorias” – sugerindo que está muito consciente da batalha que precisará travar por essa amplitude. O dado é especialmente significativo por ecoar o primeiro discurso de John Stankey, novo chefe da Warner Media, sobre o futuro da HBO, que deve aumentar o volume de sua programação original, buscar uma audiência maior e enfrentar a guerra por espaço no admirável mundo novo que o Emmy 2018 agora oficializou. Quem acha que vive na era do pico da TV (peak TV) vai se surpreender com o desdobramento do sucesso da Netflix. Aguardem o Emmy 2020, com os primeiros produtos das plataformas da Apple, Disney, YouTube Premium e Facebook…

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  • Série

    Castle Rock: Trailer da série de terror inspirada em Stephen King destaca intérprete do palhaço Pennywise

    10 de julho de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “Castle Rock”, série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. A prévia coloca foco no personagem de Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”), um prisioneiro encontrado sem registros num buraco da prisão de Shawshank, que quando começa a falar se torna ainda mais misterioso. Ao som do clássico “Lonesome Town”, de Ricky Nelson, o resto do vídeo passeia pela cidade que batiza a produção, em que cada centímetro “é manchado por seus próprios pecados” – e imagens sinistras reforçam a frase dita por um personagem. É a descoberta do prisioneiro sem nome que traz à cidade o personagem de André Holland (“Moonlight”), considerado o protagonista da série. E para obter respostas, ele também vai encontrar o xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”). O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). Entretanto, a história da série, desenvolvida por Dustin Thomason e Sam Shaw (criador e roteirista de “Manhattan”), é inédita. Isto é, não se trata de adaptação de nenhum livro específico do escritor. Stephen King citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. O elenco da atração também inclui Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Terry O’Quinn (série “Lost”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original) e Chosen Jacobs (o Mike de “It: A Coisa”). A 1ª temporada terá 10 episódios com estreia marcada para 25 de julho.

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