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  • Filme

    Hugh Jackman e Rebecca Ferguson vão estrelar sci-fi da criadora de Westworld

    30 de janeiro de 2019 /

    Os atores Hugh Jackman (“Logan”) e Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) vão protagonizar a sci-fi “Reminiscence”, primeiro longa escrito e dirigido por Lisa Joy, co-criadora da série “Westworld”. O roteiro chegou a entrar na Black List (a lista dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood) de 2013. Após a repercussão de “Westworld”, chamou atenção de uma agência de talentos que buscou o comprometimento dos dois astros para levar o projeto para o mercado. “Reminiscence” será apresentado para investidores durante o Festival de Berlim, que começa no próximo dia 7 de fevereiro, e a expectativa é que atraia ofertas de grandes estúdios – e provavelmente da Netflix. A produção representará um reencontro entre Jackman e Ferguson, que trabalharam juntos em “O Rei do Show”, em 2017. A trama se passa no futuro, numa Miami parcialmente submersa pelos efeitos do aquecimento global. Jackman vive um detetive especializado em “recapturar” as memórias de seus clientes, que se sentirá incomodado ao aceitar o contrato da personagem de Ferguson, envolvendo-se mais do que deveria. Não há mais detalhes sobre a história, que o site Deadline descreve como complexa e cheia de camadas. Além de escrever e dirigir, Lisa Joy também vai assinar a produção, ao lado do marido Jonathan Nolan (co-criador de “Westworld”), Michael De Luca (produtor de “Cinquenta Tons de Cinza”) e Aaron Ryder (produtor de “A Chegada”). O longa deve ser filmado durante o período de outono nos Estados Unidos, entre setembro e novembro, e não tem previsão de estreia.

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  • Música

    Hugh Jackman vai fazer sua primeira turnê musical internacional

    29 de novembro de 2018 /

    O ator Hugh Jackman anunciou nesta quinta-feira (29) sua primeira turnê musical internacional. Ele vai fazer shows em diversos países cantando hits dos musicais de sua carreira, como “O Rei do Show” e “Os Miseráveis”. Além desses trabalhos no cinema, Jackman também venceu um Tony por sua performance em “The Boy from Oz”, apresentado em 2003 na Broadway. Intitulada “The Man. The Music. The Show.”, a turnê vai começar com uma apresentação em Hamburgo, na Alemanha, em 13 de maio, e terá uma orquestra providenciando a música do espetáculo. Depois de seguir pela Europa, a maratona será estendida para diversas cidades dos Estados Unidos. Por enquanto, não há shows confirmados para a América Latina. Jackman já fez apresentações musicais antes. Entre 3 e 15 de maio de 2011, cantou no Curran Theatre, em San Francisco, várias canções da Broadway e de musicais hollywoodianos, acompanhado de uma orquestra de 17 músicos. Esta, porém, será a primeira vez que levará os shows para a estrada, apresentando-se em turnê por vários países com o mesmo repertório.

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  • Filme

    Criador de Deadpool faz campanha para que Hugh Jackman estrele um filme de Wolverine e Deadpool

    22 de novembro de 2018 /

    O criador de Deadpool, o artista Rob Liefeld, juntou-se a Ryan Reynolds na campanha para que Hugh Jackman reconsidere sua aposentadoria de Wolverine para fazer um filme ao lado de Deadpool. A motivação foi uma entrevista recente de Jackman, que nesta semana reforçou que realmente se despediu do papel em “Logan” e ainda disse que duvidava haver interesse do público por esse crossover. Rob Liefeld escreveu uma carta aberta para o ator no Instagram, pedindo que ele reconsiderasse sua decisão, porque, sim, os fãs querem ver muito este crossover. “Querido Hugh Jackman, apenas aparecendo aqui para te assegurar, após seus comentários recentes, que, sim, os fãs desejam absolutamente com o mais profundo nível possível de afeto e emoção, ver você voltar como Wolverine ao lado de Ryan como Deadpool. Estando no ramo dos quadrinhos por 33 anos e falando como alguém que criou alguns encontros memoráveis entre Logan e Wade, posso garantir e confirmar um público e uma reação como nada que você já experimentou!! Wolverine é meu personagem favorito na história dos quadrinhos, ele inspirou todos os aspectos da criação de Deadpool!! Por favor, dê alguma consideração para voltar a usar suas garras em mais uma aventura gloriosa!” Vale lembrar que quando anunciou sua aposentadoria do papel, Jackman brincou que só uma coisa o faria voltar a viver Wolverine: um filme que juntasse os X-Men e os Vingadores. Na época, ele não acreditava que isso seria possível, porque os X-Men habitavam um universo paralelo da Marvel, lançado pela Fox. Agora que a Disney comprou a Fox, não vai demorar para os X-Men se juntarem aos Vingadores. Será que Jackman vai cumprir a promessa? Visualizar esta foto no Instagram. Dear @thehughjackman just checking in to reassure you per your recent comments that, yes, fans absolutely desire on the deepest possible level of affection and excitement that we can collectively muster to see you return as Wolverine alongside Ryan as Deadpool. Being in the comic business for 33 years and speaking as someone who has crafted a few memorable encounters between Logan and Wade, I can guarantee and confirm an audience and a reaction like nothing you have ever before experienced!! Wolverine is my favorite character in the history of comics, he inspired every aspect of Deadpool’s creation!! Please give some consideration to unsheathing your claws for one more glorious adventure! #wolverine #deadpool #marvel p.s. please feel free to adapt directly from Wolverine #154-155 and feature The Administrator, The Watchtower! Unapologetically and unashamedly, your pal, Rob! #BiggerthanInfinityWar #robliefeld Uma publicação compartilhada por RobertLiefeld (@robliefeld) em 21 de Nov, 2018 às 8:18 PST

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  • Filme

    Missing Link: Nova animação de monstros do diretor de ParaNorman ganha primeiro trailer

    8 de novembro de 2018 /

    A produtora Laika divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer de “Missing Link”, sua nova animação de stop-motion com temática de terror. “Missing Link” mostra a descoberta do Elo Perdido, popularmente conhecido como o monstro Pé Grande, por um explorador britânico que se surpreende pelos modos civilizados da criatura, que sabe falar e até escrever. Cansado de fugir da humanidade, o monstro pede ajuda ao famoso aventureiro para acompanhá-lo numa jornada ao outro lado do mundo, querendo encontrar o resto de sua família perdida, os abomináveis homens da neve, que vivem no vale lendário de Shangri-La. O elenco de dubladores originais destaca o comediante Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Pé-Grande e Hugh Jackman (“Logan”) como o explorador Sir Lionel Frost, além de Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), Matt Lucas (“Doctor Who”) e Stephen Fry (franquia “O Hobbit”). Roteiro e direção são de Chris Butler, que dirigiu “ParaNorman” (2012) e também trabalhou nas outras animações do estúdio, fazendo a animação de “Coraline e o Mundo Secreto” (2009) e o roteiro de “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016). Em comunicado, Butler descreveu o filme como “uma aventura épica com um espírito gentil e doce”, e diz que “Missing Link” é uma homenagem a um dos seus filmes favoritos, “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Ainda sem previsão de lançamento no Brasil, “Missing Link” chega aos cinemas americanos em 12 de abril.

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  • Etc

    Ryan Reynolds e Hugh Jackman trocam provocações em vídeos nas redes sociais

    2 de novembro de 2018 /

    A zoeira não para entre Ryan Reynolds e Hugh Jackman, que se provocam sem cansar desde que trabalharam juntos em “X-Men Origens: Wolverine” (2009). Por conta disso, Reynolds não desiste de cobrar que Jackman volte a viver Wolverine num filme de “Deadpool”. E esta sexta (2/11) a campanha atingiu novo nível. Tudo começou com um vídeo nas redes sociais de Reynolds, em que o ator explica porque Jackman não deveria ser indicado a prêmios por sua interpretação em “The Front Runner”, em que vive Gary Hart, candidato à presidência dos Estados Unidos em 1988. Entre os motivos apontados, estão o fato dele mentir seu nome, já que se chama Hugh Michael Jackman, mas principalmente por se recusar a voltar a viver Wolverine. Ao final, ele faz propaganda do filme. Em resposta, Jackman postou outro vídeo. Menos elaborado, registra apenas o ator recolhendo o cocô feito por seu cachorro em cima de uma foto de Reynolds/Deadpool. Na legenda, ele ironizou: “high road”, que significa “atitude superior” na gíria americana. Confira abaixo. Visualizar esta foto no Instagram. How well do we really know this man? @thehughjackman Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 2 de Nov, 2018 às 9:11 PDT Visualizar esta foto no Instagram. HIGH ROAD. @vancityreynolds Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em 2 de Nov, 2018 às 12:09 PDT

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  • Filme

    Pretensões políticas de Hugh Jackman são arruinadas por escândalo em trailer dramático

    31 de agosto de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Front Runner”, drama político em que Hugh Jackman (“Logan”) encarna um personagem da vida real. A trama acompanha o senador Gary Hart (Jackman), candidato democrata favorito à presidência dos EUA em 1988, cuja campanha promissora foi interrompida pela divulgação de um escândalo sexual, que se tornou uma das maiores histórias dos tabloides da época. Considerado mulherengo, ele foi seguido por paparazzi em suas viagens, que flagram uma pernoite de Donna Rice, futura CEO da ONG Enough Is Enough, apesar dele ser casado. Sara Paxton (série “Murder in the First”) interpreta Donna Rice no longa, que ainda tem em seu elenco Vera Farmiga (série “Bates Motel”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Kaitlyn Dever (“Last Man Standing”), Molly Ephraim (também de “Last Man Standing”), Ari Graynor (“I’m Dying Up Here”), Mike Judge (o criador da série “Silicon Valley”), Kevin Pollak (“Cães de Guerra”) e Alex Karpovsky (“Girls”). A direção é de Jason Reitman (“Tully”) e a estreia está marcada para 21 de novembro nos Estados Unidos. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música

    Trilha sonora de O Rei do Show atinge 1º lugar nas paradas de sucessos dos Estados Unidos

    8 de janeiro de 2018 /

    A trilha do filme “O Rei do Show” (The Greatest Showman) chegou nesta semana ao 1º lugar das paradas de álbuns da Billboard e do iTunes. Trata-se do primeiro disco de trilha sonora a atingir a posição desde “Cinquenta Tons Mais Escuros” em março do ano passado. Mas com uma diferença: as músicas de “O Rei do Show” não são cantadas por astros da música pop, mas pelo elenco do filme. A façanha aconteceu ao mesmo tempo em que a música “This Is Me”, da trilha do filme, venceu o Globo de Ouro 2018 de Melhor Canção. Na última semana, foram comercializadas mais de 100 mil cópias do disco (78 mil físicas). Mas levaram quatro semanas para essa vendagem engrenar. O disco estreou em 71º lugar e foi dando saltos, semana após semana. O trabalho cinematográfico anterior dos compositores Benj Pasek e Justin Paul, a trilha de “La La Land”, também fez muito sucesso, mas não passou do 2º lugar na Top 200 da Billboard. Mas o mais curioso é que este não é o primeiro disco campeão de vendas da carreira musical de Hugh Jackman e Zac Efron, astros de “O Rei do Show”. Os dois atores-cantores já tinham emplacado três álbuns de trilhas sonoras no topo das paradas: respectivamente, do filme “Os Miseráveis” (2013) e dos telefilmes “High School Musical” (2006) e “High School Musical 2” (2007).

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  • Filme

    O Rei do Show é um musical bonito, cafona, mas pouco espetacular

    26 de dezembro de 2017 /

    A cota de filmes musicais poderia ser maior, levando em consideração o sucesso de “La La Land”. Mas só “O Rei do Show” conseguiu uma vaga fácil no Globo de Ouro 2018 devido a este aspecto. “O Rei do Show” até tem dois compositores do filme de Damien Chazelle. Mas acontece que Benj Pasek e Justin Paul não fizeram as belas canções do longa premiado com seis Oscars, apenas as letras. E isso faz alguma diferença, pois as canções do musical deste ano, por mais que sejam grudentas, não são tão especiais. Ainda assim, não dá para negar a beleza da produção do filme do estreante Michael Gracey, vindo da publicidade para o cinema. Também não incomoda tanto a história simplória. Em geral, as histórias de musicais são simples mesmo. O que importa é o modo como essa trama é contada a partir de um bom conjunto de canções que deveriam emocionar. E é aí que começam os problemas. “O Rei do Show” busca uma sonoridade mais contemporânea que “La La Land”, mas acaba por se inspirar no que de pior há na música pop atual. Ou seja, aquele tipo de música que costuma ser cantada em programas de calouros, que valorizam mais a extensão vocal do que qualquer outra coisa. Assim, a cafonice dá o tom e a melodia do filme, que conta uma história até bastante curiosa: a trajetória de P.T. Barnum, vivido por Hugh Jackman. Vindo de família muito pobre, mas apaixonado por uma menina rica de sua cidade, ele cresce, consegue se estabelecer financeiramente e leva a garota (Michelle Williams) consigo, para desgosto do pai dela. A ideia de construir um circo com pessoas singulares, que eram vistas como aberrações por boa parte da população, surgiu quando ele viu um anão atravessando a rua. E é curioso como esse tema se tornou tabu com a passagem do tempo, já que vender pessoas pelos seus “defeitos” ou singularidades tornou-se politicamente incorreto – o que já foi colocado em filmes que denunciam a exploração perversa de tipos físicos, como o clássico “Homem-Elefante” (1980) e o mais recente “Vênus Negra” (2010). Até a exibição de truques de animais sob chicote, como era tradição nos circos, é praticamente escondida na nova produção. São assuntos delicados. Mas o filme busca encontrar uma forma de abordá-los. A principal justificativa é mostrar essas pessoas como se fossem especiais, no melhor sentido da palavra, além de dignas de aplausos, mesmo não sendo muito bem-vistas pelo crítico de teatro que teima em alfinetar o espetáculo de Barnum. Há ainda algumas subtramas capazes de envolver, como a da paixão do ator de teatro vivido por Zac Efron (que deveria se concentrar apenas em comédias mesmo) pela trapezista (Zendaya). Mas a mais importante é a que envolve a mulher considerada melhor cantora da Europa, Jenny Lynd, vivida por uma deslumbrante Rebecca Ferguson. E ela é desperdiçada. Ferguson, aliás, está tão atraente e cheia de brilho que nem precisa se esforçar muito para parecer mais interessante do que a esposa de Barnum – o que aconteceu com Michelle Williams, que vive estampando agora um sorriso sem graça? Ela sempre foi assim ou foi piorando? Acontece que o filme não explora o perigo do adultério de Barnum. Há um pouco (muito pouco) de tensão no ar, mas o roteiro de Jenny Bicks (“Rio 2”) e Bill Condon (“A Bela e a Fera”) prefere brincar com clichês manjados. As canções, em vez de ajudar, entrecortando as cenas dramáticas, acabam por estragar o clima ainda mais. E é nesta toada que “O Rei do Show” busca se firmar como o musical do ano, num ano em que sua única concorrência foi “A Bela e a Fera”, esquecido até pelo Globo de Ouro.

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  • Música

    Diretor de Logan participou em sigilo de refilmagens de O Rei do Show

    21 de dezembro de 2017 /

    A revista Variety revelou que o diretor James Mangold foi convocado a ajudar seu velho amigo Hugh Jackman nos bastidores de “O Rei do Show”, novo longa estrelado pelo astro de “Logan”. Ele teria sido chamado em sigilo para supervisionar a produção e refilmar algumas cenas cruciais, após a 20th Century Fox se mostrar preocupada com o fato de o diretor Michael Gracey se mostrar intimidado pelo tamanho do filme. Gracey, que está fazendo sua estréia no cinema, tem um extenso currículo de trabalhos publicitários, mas, segundo a Variety, teve dificuldades para se ajustar à pressão de comandar um filme orçado em US$ 84 milhões. Prevendo problemas, a Fox estabeleceu contratualmente que ele poderia ser acompanhado por um cineasta veterano no processo de pós-produção. Além de realizar refilmagens, Mangold também ajudou a editar o longa. Mas, curiosamente, seu nome aparecerá no filme entre os produtores executivos. Além de créditos de produção, ele recebeu um salário de sete dígitos por suas contribuições. Uma fonte ouvida pela revista, porém, contesta a versão de que Gracey teria perdido o controle da produção. Esta fonte afirma que o diretor original completou toda a filmagem principal dentro do cronograma, e depois ainda acompanhou o trabalho de Mangold. Desta forma, a contribuição do “substituto”, embora extensa, foi bastante colaborativa, quase como uma consultoria. Vale lembrar que o filme só existe por causa de Gracey, que lutou por mais de cinco anos para que “O Rei do Show” recebesse sinal verde da Fox. Ele conheceu Jackman no set de um comercial de chá em 2010, e desde então mantinha o objetivo de fazer o musical com o ator. A escolha por Mangold para completar o trabalho se deu por o cineasta ter dirigido “Johnny & June” (2005), que tinha elementos musicais, e por sua longa associação com Jackman. Os dois trabalharam juntos em três filmes: “Logan” (2017), “Wolverine – Imortal” (2013) e “Kate & Leopold” (2001). Segundo a Variety, a aprovação do filme, em testes de audiência, teria melhorado após a incorporação das cenas refilmadas. “O Rei do Show” acabou conquistando nota A no CinemaScore, pesquisa que registra a opinião do público, mas dividiu a crítica, com apenas 50% de aprovação. Mesmo assim, recebeu três indicações ao Globo de Ouro 2018. Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum (papel de Hugh Jackman), empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por apresentar freaks – anões, mulher barbada, etc – como se fosse um espetáculo. Ele também criou um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e bichos exóticos, que revolucionou os shows circenses – e o maltrato aos animais. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A história é transformada num musical alegre, ao mesmo tempo revisionista e anacrônico, e com composições inéditas de Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”. O elenco ainda inclui Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Zac Efron (“Baywatch”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) e Keala Settle (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”). O filme entrou em cartaz nesta quinta-feira (21/12) no Brasil.

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  • Filme

    Estreias europeias são destaques da semana, de animação para crianças ao vencedor do Festival de Berlim

    21 de dezembro de 2017 /

    A maior aposta dos cinemas no feriadão de Natal é uma animação espanhola, visando o público infantil, que superou a concorrência do musical circense de Hugh Jackman (“Logan”) e da tentativa de George Clooney (“Ave César”) de se tornar um dos irmãos Coen (“Ave César”), para vir ocupar mais de 400 telas nesta quinta-feira (21/12). Apesar disso, os cinéfilos não ficarão sem presente de Papai Noel. A programação do circuito limitado traz um dos melhores filmes de 2017 – para incluir naquelas listas obrigatórias de fim de ano. Leia abaixo para saber mais detalhes e clique nos títulos para ver os trailers de cada estreia. “As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas” traz aos cinemas a continuação da simpática animação espanhola de 2012 sobre o herói Tadeo Jones, inspirado em Indiana Jones. Criado por Enrique Gato, Tadeo sonhava virar arqueólogo, mas acabou se tornando pedreiro, até embarcar numa viagem ao Peru, onde reencontrou sua vocação – em luta contra um grupo de mercenários, ao lado de uma exploradora e com a descoberta do tesouro de uma cidade perdida. A história continua com uma nova aventura mirabolante, envolvendo uma relíquia mística, sua parceira favorita, bichinhos de estimação e a múmia com quem ele fez amizade no primeiro filme. As duas outras produções com distribuição ampla não entusiasmam tanto a crítica, apesar de terem sido feitas com pretensões sérias para a temporada de premiações. “O Rei do Show”, que estreia simultaneamente na América do Norte, ficou com 48% de aprovação no Rotten Tomatoes. Curiosamente, os maiores elogios e os comentários mais negativos tiveram o mesmo alvo: o clima de exaltação otimista, a energia positiva e a cafonice conservadora, sem matizes, do longa. Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum (papel de Hugh Jackman), empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por apresentar freaks – anões, mulher barbada, etc – como se fosse um espetáculo. Ele também criou um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e bichos exóticos, que revolucionou os shows circenses – e o maltrato aos animais. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A história é transformada num musical alegre, ao mesmo tempo revisionista e anacrônico, e com composições inéditas de Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”, e direção de Michael Gracey, que faz sua estreia no cinema após se destacar na publicidade. O elenco ainda inclui Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Zac Efron (“Baywatch”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) e Keala Settle (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”). “Suburbicon – Bem-Vindos ao Paraíso” fez mais barulho ao fracassar. Tentativa de criar um noir de humor negro, o filme foi incluído em vários festivais importantes e acabou ridicularizado pela crítica – 29% de aprovação no Rotten Tomatoes. E olha que George Clooney chegou a chamar os irmãos Coen para ajudar no roteiro. A trama se passa num bairro tranquilo de subúrbio, durante o verão de 1959, e envolve o assassinato misterioso da mulher de Matt Damon (“Perdido em Marte”), a máfia, a cunhada pronta para ajudar o viúvo e um agente de seguros cheio de suspeitas. E é para o meio disso que se muda a primeira família negra da vizinhança. Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) estão no elenco. Em compensação, o circuito limitado tem um filme que atingiu 92% de aprovação. O grande destaque entre os lançamentos da semana é o romance húngaro “Corpo e Alma”, que venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim e está na disputa por uma indicação ao Oscar 2018, na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. “Corpo e Alma” é o sétimo longa da diretora Ildiko Enyedi, a quinta mulher a ganhar o Urso de Ouro, e seu trabalho mais sensual desde que venceu a Câmera de Ouro do Festival de Cannes por “My Twientieth Century” em 1989. A trama é um romance inusual, com toques de surrealismo, muito erotismo e violência animal. Uma bela mulher com síndrome de Asperger descobre que tem os mesmos sonhos de seu chefe, um homem mais velho e solitário que sofre sintomas de AVC. Ambos se veem como cervos apaixonados em seus sonhos, interagindo numa floresta nevada, e isto faz com que se aproximem, mesmo não tendo nada em comum. A simbologia ainda inclui um detalhe: os dois trabalham num matadouro, e as imagens explicitam a brutalidade do ambiente. O circuito limitado também inclui duas produções francesas completamente diferentes entre si. Cinemão comercial, “Assim É a Vida” é a nova comédia dos diretores do blockbuster “Intocáveis” (2011), Olivier Nakache e Eric Toledano, passada nos bastidores de um casamento milionário onde tudo dá errado. Apesar de convencional, supera os similares americanos. Já “Jovem Mulher” representa a nova geração do cinema de arte francês. Rendeu a Câmera de Ouro no Festival de Cannes para a diretora estreante Léonor Serraille, mas sua grande revelação é a atriz Laetitia Dosch, que vive uma “Frances Ha” francesa e energética. Sua personagem não é tão jovem quanto acredita ser, nem tem dinheiro, planos ou mesmo um teto, mas está decidida a não se deixar abalar e recomeçar do zero após sair de um relacionamento. Sem se preocupar em resolver totalmente a trama, o filme é um estudo de personagem apaixonante. Por fim, “Todas as Meninas Reunidas Vamos Lá” apresenta um projeto de resistência roqueira e feminista nacional: o Girls Rock Camp Brasil, um acampamento só para meninas em Sorocaba, interior de São Paulo, em que elas aprendem a tocar instrumentos, formam bandas, desenvolvem a criatividade, exploram a autoestima e experimentam o empoderamento. Bacana. Mas pena que pareça mais um infomercial do curso do que um documentário de verdade.

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    O Rei do Show: Vídeo de bastidores mostra Hugh Jackman rompendo pontos cirúrgicos para cantar

    19 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou um vídeo de bastidores de “O Rei do Show”, que mostra como Hugh Jackman desobedeceu ordens médicas e arrebentou pontos cirúrgicos ao cantar a plenos pulmões num ensaio da produção. Conforma o ator e o diretor explicam, ele tinha acabado de realizar uma operação para eliminar um câncer de pele no nariz, e o combinado era que apenas atuaria no ensaio, mas acabou se entusiasmando. O resultado pode ser visto abaixo. Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum (papel de Jackman), empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, que revolucionou os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A história é transformada num musical alegre com composições inéditas de Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”, e direção de Michael Gracey, que faz sua estreia no cinema após se destacar na publicidade. O elenco também inclui Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Zac Efron (“Baywatch”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) e Keala Settle (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”).

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    Hugh Jackman, Zac Efron e Zendaya cantam em comercial ao vivo de O Rei do Show

    18 de dezembro de 2017 /

    A Fox inovou com o marketing de “O Rei do Show”, exibindo um comercial ao vivo do filme na TV americana. A transmissão aconteceu na noite de domingo (17/12), durante um intervalo do especial natalino “A Christmas Story Live”, outra produção apresentada ao vivo. Disponibilizado também no Facebook, o evento juntou as estrelas do filme, Hugh Jackman (“Logan”), Zac Efron (“Baywatch”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Keala Settle (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”) cantando uma das músicas da trilha sonora, “Come Alive”, em meio a 150 dançarinos nos estúdios da Warner Bros em Burbank. Confira abaixo, com direito a problemas de equalização do som – Settle mais estridente que os demais – , mas coreografia contagiante. O elenco também inclui Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”). Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum, empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, que revolucionou os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A história é transformado num musical alegre com composições inéditas de Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”, e direção de Michael Gracey, que faz sua estreia no cinema após se destacar na publicidade. A estreia está marcada para 25 de dezembro.

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    Zendaya canta música do filme O Rei do Show

    17 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou um clipe da trilha de “O Rei do Show” (The Greatest Showman), em que a atriz Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) demonstra seus talentos vocais. Ela interpreta uma trapezista no musical, que é passado no mundo do circo, e canta “Rewrite the Stars”. O vídeo registra a gravação e o clima dos bastidores. O filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum, empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, que revolucionou os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A prévia mostra que o filme deixará a parte controversa – dos animais – de lado, concentrando-se no show de talentos produzido por Barnum (vivido por Hugh Jackman), que originou o showbusiness moderno. A produção tem grande elenco e ainda destaca Zac Efron (“Baywatch”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) e Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”). Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme tem direção de Michael Gracey, que fará sua estreia no cinema após se destacar na publicidade, além de músicas dos compositores Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”. A estreia está prevista para 25 de dezembro.

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