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  • Série

    Chloe Bennet desiste de viver Florzinha na série das “Meninas Superpoderosas”

    11 de agosto de 2021 /

    A atriz Chloe Bennet (a Daisy/Tremor de “Agents of SHIELD”) desistiu de interpretar Florzinha na série live-action de “As Meninas Superpoderosas”. Segundo a revista Variety, “conflitos a forçaram a sair do projeto”. O estúdio Warner Bros. Television queria estender o contrato com Bennet, enquanto eles trabalhavam na reformulação do projeto, que teve seu piloto original rejeitado pela rede The CW, mas ela encaixou outros projetos na agenda. A atração tinha gerado muita curiosidade e chegou até a ganhar um pôster, divulgado pela emissora americana, mas não foi aprovada porque o piloto teria ficado “brega demais”, na definição do presidente da CW, Mark Pedowitz. Apesar disso, ele não descartou completamente a produção, encomendando um segundo piloto e uma reformulação geral. As gravações do segundo piloto ainda não foram marcadas, o que pode levar a novos conflitos de atenda com as atrizes remanescentes: Dove Cameron (“Descendentes”), que viveria Lindinha e a estreante Yana Perrault (do musical da Broadway “Jagged Little Pill”), interprete de Docinho. Concebida pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso), a versão live-action deveria apresentar as Meninas Superpoderosas como jovens de mais de 20 anos de idade, cheias de traumas e ressentimentos por terem perdido a infância para combater o crime. Entretanto, eles precisam superar seus problemas para voltar a se juntar quando um novo perigo ameaça o mundo.

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  • Série

    Série live-action das Meninas Superpoderosas foi recusada porque ficou “brega demais”

    25 de maio de 2021 /

    Durante a apresentação da nova programação da rede The CW, o presidente da emissora, Mark Pedowitz abordou o que levou ao descarte do piloto de “Powerpuff”, a série live-action (com atores reais) de “As Meninas Superpoderosas”. A atração tinha gerado muita curiosidade e chegou até a ganhar um pôster, divulgado pela emissora, mas seu piloto acabou rejeitado. Embora a série não tenha sido totalmente descartada, não estreará no outono (nossa primavera) na CW como se esperava. Segundo Pedowitz, o projeto vai passar por reformulações porque o piloto apresentado ficou brega demais. O termo que ele usou foi “campy”, que tem significado equivalente ao brega em inglês. “Achei um pouco brega demais. Não parecia estar tão ‘real’ como deveria”, ele contou. A opinião foi compartilhada pelo público, que teve a mesma reação ao ver as primeiras fotos e vídeos vazados durante as gravações do piloto. Ao mesmo tempo, Pedowitz não desistiu da atração, optando por manter a equipe sob contrato, inclusive o elenco, para que o projeto seja repensado e ganhe uma nova oportunidade de ser apresentado aos executivos da emissora para disputar uma vaga na próxima temporada da programação. “Acreditamos no elenco completamente, acreditamos em Diablo Cody e Heather [Regnier], os escritores, e acreditamos no [produtor executivo] Greg Berlanti e Warner [Bros.] Studios. Neste caso, o piloto simplesmente não funcionou. Mas, como vemos elementos suficientes lá, tentaremos novamente. Não queríamos seguir com o que tínhamos em mãos”, finalizou o presidente da rede CW. Concebida pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso), a versão live-action trazia as Meninas Superpoderosas como jovens de mais de 20 anos de idade, cheias de traumas e ressentimentos por terem perdido a infância para combater o crime. Entretanto, eles precisam superar seus problemas para voltar a se juntar, porque um novo perigo ameaça o mundo. O trio de heroínas do piloto foi interpretado por Chloe Bennet (“Agents of SHIELD”), Dove Cameron (“Descendentes”) e a estreante Yana Perrault (do musical da Broadway “Jagged Little Pill”), respectivamente como Florzinha, Lindinha e Docinho. Além delas, Donald Faison (“Scrubs”) foi escalado como o Professor Utônio e Nicholas Podany (“Hart of Dixie”) como Joseph “Jojo” Mondel Jr., o filho do Macaco Louco (em inglês Mojo Jojo), que era o grande vilão da animação original do Cartoon Network.

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    Série live-action de “As Meninas Superpoderosas” é rejeitada

    24 de maio de 2021 /

    A rede The CW rejeitou o piloto de “Powerpuff”, a série live-action de “As Meninas Superpoderosas”. Mas ao mesmo tempo não desistiu da atração. A emissora optou por manter a equipe sob contrato, inclusive o elenco, para que o projeto seja repensado e ganhe uma nova oportunidade de ser apresentado aos executivos da emissora, com a possibilidade de conseguir uma vaga na próxima temporada da programação. Antes da decisão, Channing Dungey, presidente do canal, elogiou a escolha do elenco e a abordagem do programa: “Temos um trio incrível de atrizes principais. Não vou dizer que não tem sido desafiador. É uma linha tênue para se caminhar, o processo de trazer um desenho infantil para a vida adulta e em live-action, mas sinto que estamos fazendo um bom trabalho”, afirmou. Entretanto, quando fotos e vídeos das gravações do piloto vazaram, o público rejeitou com veemência o visual escolhido para a produção. Concebida pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso), a versão live-action trazia as Meninas Superpoderosas como jovens de mais de 20 anos de idade, cheias de traumas e ressentimentos por terem perdido a infância para combater o crime. Entretanto, eles precisam superar seus problemas para voltar a se juntar, porque um novo perigo ameaça o mundo. O trio de heroínas do piloto foi interpretado por Chloe Bennet (“Agents of SHIELD”), Dove Cameron (“Descendentes”) e a estreante Yana Perrault (do musical da Broadway “Jagged Little Pill”), respectivamente como Florzinha, Lindinha e Docinho. Além delas, Donald Faison (“Scrubs”) foi escalado como o Professor Utônio e Nicholas Podany (“Hart of Dixie”) como Joseph “Jojo” Mondel Jr., o filho do Macaco Louco (em inglês Mojo Jojo), que era o grande vilão da animação do Cartoon Network.

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    Versão live-action das Meninas Superpoderosas ganha primeira imagem oficial

    12 de abril de 2021 /

    A rede americana The CW revelou a primeira imagem oficial de “Powerpuff”, a série live-action baseada em “As Meninas Superpoderosas”. A foto mostra Dove Cameron (“Descendentes”), Chloe Bennet (“Agents of SHIELD”) e a estreante Yana Perrault (do musical da Broadway “Jagged Little Pill”) como Lindinha, Florzinha e Docinho, respectivamente. A imagem foi divulgada após as primeiras fotos de paparazzi circularem nas redes sociais, originando comentários negativos sobre o visual das personagens. Além das protagonistas, o elenco conta com Donald Faison (“Scrubs”) como o Professor Utônio e Nicholas Podany (“Hart of Dixie”) no papel de Joseph “Jojo” Mondel Jr., o filho do Macaco Louco (Mojo Jojo), grande vilão da animação. Na versão live-action, as heroínas já são jovens com mais de 20 anos de idade, cheias de traumas e ressentimentos por terem perdido a infância para combater o crime, mas terão que superar seus problemas para voltar a se juntar, porque o mundo vai precisar delas mais uma vez. O projeto está sendo desenvolvido pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). O piloto, que precisa ser aprovado pela rede The CW para virar série, está sendo dirigido por Maggie Kiley (“Riverdale”, “Dirty John”) para a Warner Bros. Television.

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    Vazam fotos e vídeos da série live-action das Meninas Superpoderosas

    7 de abril de 2021 /

    Os paparazzi americanos flagraram as gravações da série das Meninas Superpoderosas e vazaram as primeiras imagens e vídeos do visual live-action de Florzinha, Lindinha e Docinho. As reações na internet foram mistas, com um usuário do Twitter resumindo: “Eu honestamente não sei o que estava esperando de um live-action de ‘As Meninas Superpoderosas'”. A atriz Yana Perrault, que vai estrear nas telas no papel de Docinho, confessou nos Stories de seu Instagram que tinha sido a primeira vez que foi perseguida por paparazzi na vida. Ela começou a carreira no teatro e estrela o musical “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, na Broadway. As outras intérpretes superpoderosas da série são Chloe Bennet (“Agents of SHIELD”) e Dove Cameron (“Descendentes”), respectivamente como Florzinha e Lindinha. Além delas, Donald Faison (“Scrubs”) viverá o Professor Utônio e Nicholas Podany (“Hart of Dixie”) será Joseph “Jojo” Mondel Jr., o filho do Macaco Louco (Mojo Jojo), grande vilão da animação. Na versão live-action da trama, as heroínas já são jovens com mais de 20 anos de idade, cheias de traumas e ressentimentos por terem perdido a infância para combater o crime, mas terão que superar seus problemas para voltar a se juntar, porque o mundo vai precisar delas mais uma vez. O projeto está sendo desenvolvido pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). O piloto, que precisa ser aprovado pela rede The CW para virar série, está sendo dirigido por Maggie Kiley (“Riverdale”, “Dirty John”) para a Warner Bros. Television. Veja abaixo várias fotos e vídeos relacionados à produção. A única imagem “oficializada” é a foto da cadeira da diretora, divulgada no Instagram de Maggie Kiley. We have our first look at #Powerpuff!!! #PowerPuffGirls #TheCW pic.twitter.com/433sk3g2yQ — 🌈🌈Colton that guy obsessed with the cw shows (@ColtonPaz) April 7, 2021 I honestly didn't know what I was expecting from the live-action #PowerPuffGirls series, but I'm pretty sure it wasn't this: pic.twitter.com/rYMQ9k6mgB — Seoul Patch (서울팻치) (@DLohRidah) April 7, 2021 First look at donald faison as Professor Utonium! pic.twitter.com/KEjv9cY4hV — Powerpuff! ☼ (@powerpuffcw) April 7, 2021 Chloe Bennet as Blossom in CW's #PowerpuffGirls series 🌺 if u think that I'm gonna watch this series bc of her… then you're probably right 🤭 pic.twitter.com/9aeDs96mRL — fitz ⴵ (@drgjNics) April 7, 2021 NEW! Chloe Bennet, Yana Perrault, and Dove Cameron on set of The CW’s #Powerpuff. pic.twitter.com/yivqgRcRSQ — Powerpuff! ☼ (@powerpuffcw) April 7, 2021 Yana Perrault talks about shooting the pilot episode today! 💕✨source: @yanaperrault/IG 📸 pic.twitter.com/EBgS294Mzu — Powerpuff! ☼ (@powerpuffcw) April 7, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maggie Kiley (@maggiekiley.director)

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    As Meninas Superpoderosas: Ator de “Hart of Dixie” viverá filho do Macaco Louco

    2 de abril de 2021 /

    Mais um ator entrou no projeto live-action de “As Meninas Superpoderosas”. Nicholas Podany, da série “Hart of Dixie”, viverá Joseph “Jojo” Mondel Jr., o filho do Macaco Louco, grande vilão da animação. De acordo com a sinopse, Jojo será apresentado como um nerd, que na infância era fascinado pelo trio de heroínas, apesar do ódio do pai por Florzinha, Lindinha e Docinho. Já adulto, ele precisa lidar com os seus sentimentos em relação às Meninas Superpoderosas. Na versão live-action da trama, as heroínas já são jovens com mais de 20 anos de idade, cheias de traumas e ressentimentos por terem perdido a infância para combater o crime, mas terão que superar seus problemas para voltar a se juntar, porque o mundo vai precisar delas mais uma vez. As Meninas Superpoderosas serão vividas por Chloe Bennet (“Agents of SHIELD”), Dove Cameron (“Descendentes”) e a estreante nas telas Yana Perrault (atualmente no musical da Broadway “Jagged Little Pill”). Além delas, Donald Faison (“Scrubs”) viverá o Professor Utônio, que, ao atravessar uma crise de meia-idade, tentará se reaproximar de suas filhas. O projeto está sendo desenvolvido pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). O piloto, que precisa ser aprovado pela rede The CW para virar série, será dirigido por Maggie Kiley (“Riverdale”, “Dirty John”) para a Warner Bros. Television.

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    Ator de Scrubs será Professor Utônio na série live-action das Meninas Superpoderosas

    30 de março de 2021 /

    Depois de apresentar as versões crescidas de Florzinha, Lindinha e Docinho, o piloto da versão live-action de “As Meninas Superpoderosas” definiu o intérprete do Professor Utônio, “pai” das meninas. E ele também vai parecer bem diferente do visual dos desenhos do Cartoon Network. O cientista, que era branco na animação, será interpretado pelo ator negro Donald Faison, conhecido por papéis nas séries “Patricinhas de Beverly Hills”, “Scrubs” e na recente “Emergence”. A produção pretende explorar a veia cômica do ator, pois o personagem é descrito no projeto com um homem de personalidade engraçada e levemente narcisista, que, ao atravessar uma crise de meia-idade, tentará se reaproximar de suas filhas. Mas elas não responderão bem, ressentidas por perderem a infância lutando contra o crime. As Meninas Superpoderosas serão vividas por Chloe Bennet (“Agents of SHIELD”), Dove Cameron (“Descendentes”) e a estreante nas telas Yana Perrault (atualmente no musical da Broadway “Jagged Little Pill”). Na versão live-action da trama, as heroínas já são jovens com mais de 20 anos de idade, que terão que superar seus problemas para voltar a se juntar, porque o mundo vai precisar delas mais uma vez. O projeto está sendo desenvolvido pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). O piloto, que precisa ser aprovado pela rede The CW para virar série, será dirigido por Maggie Kiley (“Riverdale”, “Dirty John”) para a Warner Bros. Television.

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    Atrizes de Agents of SHIELD serão As Meninas Superpoderosas adultas

    9 de março de 2021 /

    A rede americana The CW revelou o elenco do projeto da série live-action (com atores reais) baseada na série animada “As Meninas Superpoderosas”, do Cartoon Network. E duas das estrelas já foram mulheres superpoderosas na TV, na série “Agents of SHIELD”. Para começar, Chloe Bennet, conhecida como a heroína Tremor/agente Daisy Johnson, viverá a doce e sensível Lindinha (Blossom). Embora mais lembrada como Mal de “Descendentes”, Dove Cameron também participou da série da Marvel, como a vilã Ruby na 5ª temporada, e interpretará a líder Florzinha (Bubbles). Quem completa o trio, como a rebelde Docinho (Buttercup), é Yana Perrault, estreante nas telas, que participou recentemente do musical “Jagged Little Pill” na Broadway. Perrault é uma atriz e cantora negra, o que significa que, além de aparecerem adultas, as Meninas Superpoderosas também sofrerão transformação racial – e poderão cantar. Vale lembrar que o reboot dos desenhos introduziu uma quarta Menina Superpoderosa negra em 2017, chamada Estrelinha (Bliss), mas a nova série não inclui esta personagem. O projeto está sendo desenvolvido pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). Uma das séries mais populares do Cartoon Network, “As Meninas Superpoderosas” foi ao ar originalmente de 1998 a 2005 e rendeu até um longa-metragem em 2002. A segunda versão da série, desenvolvida por Nick Jennings e Bob Boyle, foi lançada em 2016 e durou três temporadas. O projeto live-action pretende ser uma continuação de tudo isso, mostrando Florzinha, Lindinha e Docinho já crescidas, como jovens adultas ressentidas pelo fato de terem perdido a infância para combater o crime. Só que o mundo vai precisar delas mais uma vez. O piloto, que precisa ser aprovado para virar série, será dirigido por Maggie Kiley (“Riverdale”, “Dirty John”) para a Warner Bros. Television. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chloe Bennet (@chloebennet) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por DOVE (@dovecameron) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Yana Perrault (@yanaperrault)

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    Roteirista de Juno assina piloto de série live-action das Meninas Superpoderosas

    9 de fevereiro de 2021 /

    A rede americana The CW encomendou oficialmente o piloto de uma série live-action (com atores reais) baseada na série animada “As Meninas Superpoderosas”, do Cartoon Network. A série está sendo desenvolvida pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). Uma das séries mais populares do Cartoon Network, “As Meninas Superpoderosas” foi ao ar originalmente de 1998 a 2005 e rendeu até um longa-metragem em 2002. Uma nova versão da série, desenvolvida por Nick Jennings e Bob Boyle, foi lançada em 2016 e durou três temporadas, até o ano passado. O projeto live-action pretende ser uma continuação de tudo isso, mostrando Florzinha, Lindinha e Docinho já crescidas, com mais de 18 anos e ressentidas pelo fato de terem perdido a infância para combater o crime. Só que o mundo vai precisar delas mais uma vez. Curiosamente, a série original já teve um episódio em que as Meninas viraram Adolescentes Superpoderosas. Confira abaixo como a adolescência atrapalha o combate ao crime.

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    As Meninas Superpoderosas vai virar série live-action da roteirista de Juno

    24 de agosto de 2020 /

    A rede americana The CW está desenvolvendo uma série live-action (com atores reais) baseada na produção animada “As Meninas Superpoderosas”, do Cartoon Network. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto mostraria Florzinha, Lindinha e Docinho já crescidas, com mais de 18 anos, e ressentidas pelo fato de terem perdido a infância para combater o crime. Só que o mundo vai precisar delas mais uma vez. A adaptação do programa original de Craig McCracken está sendo desenvolvida pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno”) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). McCracken, que atualmente comanda a série de animação “Kid Cosmic” na Netflix, não está envolvido. O projeto combina vários elementos de sucesso comprovado na CW: uma franquia bastante conhecida de uma de suas empresas-mãe (WarnerMedia e ViacomCBS), super-heróis (como cerca de metade das séries do canal) e produção de Berlanti, que responsável por oito séries na rede (das 18 realizadas atualmente pela Berlanti Productions). “As Meninas Superpoderosas” foram ao ar originalmente de 1998-2005 no Cartoon Network e geraram um longa-metragem em 2002. Uma nova versão da série, desenvolvida por Nick Jennings e Bob Boyle, foi lançada em 2016 e durou três temporadas, até o ano passado. Para quem não lembra, a série original já teve um episódio em que as Meninas viraram Adolescentes Superpoderosas. Confira abaixo como a adolescência atrapalha o combate ao crime.

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