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  • Série

    The Outsider não terá 2ª temporada na HBO

    10 de novembro de 2020 /

    Concebida como minissérie, “The Outsider” não será transformada em série convencional com a produção de novos episódios. A atração estrelada por Ben Mendelsohn (“Rogue One”), Jason Bateman (“A Noite do Jogo”) e Cynthia Erivo (“As Viúvas”) contou uma história completa, baseada no livro homônimo do escritor de terror Stephen King (publicado no Brasil como “Outsider”, sem o “The”). Entretanto, a produtora MRC pretendia retomar alguns personagens numa 2ª temporada. Para isso, o roteirista-produtor da série Richard Price (criador de “The Night of”) elaborou um enredo completo para a 2ª temporada com a aprovação de King, focando-se na personagem Holly (Erivo), uma detetive diferente, especializada no paranormal. Curiosamente, a HBO abandonou a produção após “The Outsider” se tornar sua série estreante mais assistida dos últimos três anos, com 11 milhões de visualizações multitelas por episódio. A audiência ao vivo também foi ótima, crescendo constantemente, de 1,2 milhão de espectadores na estreia para 2,2 milhões no final (+ 90%). Também se acredita que a série teve um bom desempenho nos principais territórios internacionais. Agora, a MRC e os produtores, entre eles o ator Jason Bateman, que também dirigiu a série, vão tentar lançar a história inédita em outro canal ou plataforma. “Gostamos de nossa colaboração com Richard, Jason [Bateman], Andrew [Bernstein] e a equipe MRC, e desejamos-lhes felicidades na continuidade do mundo criado pelo brilhante Stephen King”, disse a HBO em um comunicado sobre a decisão. “Agradecemos à HBO por uma grande parceria na 1ª temporada e por ajudar a trazer um grande público que se apaixonou por ‘The Outsider”, disse a presidente da MRC Television, Elise Henderson. “Estamos ansiosos para encontrar um novo lar para esta série notável”. Vale lembrar que a MRC tem um relacionamento de longa data com a Netflix, onde produziu as séries de sucesso “House of Cards” e “Ozark”.

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  • Etc

    Estrela de Veep comemora Kamala Harris: “Sra. Vice-Presidente não é mais ficção”

    7 de novembro de 2020 /

    A atriz Julia Louis-Dreyfus comemorou um detalhe específico da vitória da chapa do Partido Democrata na disputa presidencial dos EUA: a eleição de Kamala Harris como vice-presidente, ao lado do presidente Joe Biden. Seis vezes vencedora do Emmy de Melhor Atriz de Série de Comédia por interpretar a vice-presidente fictícia de “Veep” (Vice) do canal pago HBO, Louis-Dreyfus tuitou entusiasmada: “’Senhora Vice-Presidente’ não é mais um personagem fictício”. A vitória do partido fez de Harris a primeira mulher vice-presidente dos EUA. Já a intérprete da vice-presidente da ficção demonstrou seu apoio à candidata desde a Convenção Nacional Democrata realizada no início deste ano, que oficializou a chapa de Biden e Harris. A atriz também organizou uma reunião online de “Veep”, em apoio à campanha Democrata. “Madam Vice President” is no longer a fictional character. @KamalaHarris pic.twitter.com/rg1fErtHGX — Julia Louis-Dreyfus (@OfficialJLD) November 7, 2020

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  • Série

    Clive Barker vai produzir série baseada no terror Hellraiser na HBO

    1 de novembro de 2020 /

    O escritor britânico Clive Barker se juntou ao projeto de adaptação de “Hellraiser” numa série de TV. Criador da longeva saga de terror, Barker escreveu e dirigiu o primeiro filme de 1987, mas não estava ligado à franquia desde “Hellraiser IV – Herança Maldita”, lançado em 1996. Em comunicado sobre o projeto, ele se disse “muito animado em ver a mitologia da franquia ganhar uma nova vida”. “Está na hora das histórias voltarem às origens. Estou ansioso para trazer para o público o elemento mais antigo do terror: o mal que invade nossas vidas e como nós precisamos ter forças para resisti-lo”, completou. Barker foi uma adição tardia ao projeto, mas oferece uma espécie de selo de garantia de fidelidade à sua criação. Fãs de terror já estavam babando com a configuração infernal da produção, que reuniu uma equipe de peso, com roteiros de Mark Verheiden (criador da série do “Monstro do Pântano”) e Michael Dougherty (“Contos do Dia das Bruxas”) e direção de David Gordon Green (do novo “Halloween”, de 2018). Os três também são coprodutores da série, com Verheiden assumindo o papel de showrunner. A série não será um reboot, mas uma continuação e expansão da mitologia imaginada por Clive Barker sobre os Cenobitas, liderados pelo icônico personagem Pinhead. Considerado o “Stephen King britânico”, Barker adaptou um livro de sua autoria (“The Hellbound Heart”) para virar cineasta com o primeiro filme da franquia, “Hellraiser – Renascido do Inferno”, em 1987. A história original envolvia um cubo sinistro, que prometia prazeres transcendentes, mas na verdade abria as portas do inferno, condenando almas a uma eternidade de sofrimento nas mãos dos terríveis Cenobitas. Uma dessas vítimas era um homem chamado Frank (Sean Chapman), que em busca de prazeres proibidos encontra o artefato capaz de abrir a porta para outra dimensão e tem seu corpo dilacerado pelos anjos do inferno (os cenobitas). A partir daí, sua amante Julia (Clare Higgins) faz de tudo para libertá-lo do inferno, praticando rituais sinistros sem que sua família desconfie de seus planos. Até que sua sobrinha Kirsty (Ashley Laurence) encontra o artefato maldito e, sem querer, acaba invocando os cenobitas. O lançamento de “Hellraiser” causou enorme impacto com sua mistura de sadomasoquismo, pactos demoníacos, artefato maldito, ultraviolência gore e criaturas de pesadelos – entre elas, o já citado Pinhead, um cenobita que tem a cabeça inteira coberta por alfinetes. Virou um dos marcos do terror da década de 1980. O filme ganhou uma continuação oficial em 1988, baseada num conceito do próprio Barker, mas o sucesso acabou tirando a franquia das mãos de seu criador, resultando em produções cada vez mais fracas e distantes do clima original – assim como Jason, de “Sexta-Feira 13”, Pinhead também foi parar até numa nave espacial! Ao todo, dez filmes foram lançados, mas os seis últimos saíram direto em DVD – entre eles, “Hellraiser: Inferno” (2000), dirigido por Scott Derrickson, que depois ficou mais conhecido como o diretor de “Doutor Estranho”. O último lançamento da franquia aconteceu em 2018, mas um projeto de refilmagem do original chegou a ser concebido pela produtora Dimension dos irmãos Weinstein. Com o escândalo dos abusos sexuais de Harvey Weinstein, a Dimension entrou em colapso e os direitos foram adquiridos pela Spyglass, que no ano passado contratou o roteirista David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e o diretor David Bruckner (“O Ritual”) para realizar o longa, que estaria em pré-produção. Confira abaixo o trailer original do terror de 1987.

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  • Série

    Uzo Aduba vai estrelar nova versão da série Em Terapia

    27 de outubro de 2020 /

    O canal pago americano HBO resolveu retomar a série “Em Terapia” (In Treatment), que tinha abandonado há dez anos. A atração vai ganhar uma 4ª temporada, que terá Uzo Aduba como nova psicanalista. O papel marcará o primeiro trabalho como protagonista da atriz, que já venceu o prêmio Emmy por dois desempenhos de coadjuvante, nas séries “Orange Is the New Black” e “Mrs. America”. A ideia é começar a gravar os episódios ainda em 2020 para um lançamento em 2021. Para quem já esqueceu, a antiga versão do programa, exibida entre 2008 e 2010, acompanhava o ator Gabriel Byrne como o psicanalista Paul, que lidava com seus pacientes e com sua vida pessoal ao longa de diversas sessões. Na 4ª temporada, a Dra. Brooke (Aduba) vai lidar com três novos pacientes em episódios de 30 minutos. Enquanto a nova versão “In Treatment” (título original) segue sem previsão de estreia, a versão brasileira da série segue sendo produzida pela Globoplay. Também chamada de “Em Terapia”, a atração nacional está na 4ª temporada e é atualmente estrelada por Selton Mello (“O Mecanismo”) e Morena Baccarin (“Gotham”). Ambas as séries são baseadas na produção israelense “BeTipul”, criada em 2005 e que durou só duas temporadas.

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  • Etc

    Keith Raniere, guru da seita sexual NXIVM, é condenado a 120 anos de prisão

    27 de outubro de 2020 /

    O guru Keith Raniere, líder do grupo de autoajuda e seita sexual NXIVM, foi condenado a 120 anos de prisão nesta terça-feira (27/10), após ter sido acusado de tráfico sexual, extorsão e posse de pornografia infantil no ano passado. Os promotores queriam que o guru recebesse prisão perpétua, enquanto seus advogados defendiam uma pena de 15 anos. “Raniere recrutava pessoas para as organizações que fundou, supostamente para seu próprio benefício, e depois as explorava para obter poder, dinheiro ou sexo. A sentença imposta a Raniere deve refletir o dano imensurável que ele infligiu às suas vítimas”, disseram os promotores em um documento entregue a Nicholas Garaufis, juiz que acompanhou o caso. Gabando-se de que seus membros incluíam atores de Hollywood e atletas profissionais, Raniere atraiu vários adeptos a seu programa de autoajuda, que incluía diversos subgrupos, entre eles o DOS (“Dominus Obsequious Sororium”), formado só por mulheres atraentes e que funcionava como uma seita sexual, onde as integrantes eram marcadas com as iniciais do guru, forçadas a seguir dietas estritas e não saudáveis, e transformadas em escravas sexuais por meio de chantagem. Além da longa sentença, ele também foi multado em 1,75 milhão. No começo deste mês, Clare Bronfman, herdeira do grupo de bebidas Seagram, também foi condenada a seis anos e nove meses de prisão por seu envolvimento na seita. E a atriz Allison Mack, de “Smallville”, aguarda sua sentença, após se declarar culpada das acusações de tráfico sexual, conspiração para tráfico sexual e trabalho forçado. Na ocasião, ela se defendeu dizendo-se vítima de uma lavagem cerebral realizada por Raniere. “Eu estava perdida”, declarou. A NXIVM, Raniere e seguidores hollywoodianos da seita foram o foco de duas séries documentais recentes: “The Vow”, da HBO, que terá uma 2ª temporada focada no julgamento de seus membros, e “Seduced: Inside the NXIVM Cult”, na Starz.

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  • Música,  Série

    The Undoing: Nicole Kidman canta o tema da minissérie

    25 de outubro de 2020 /

    Além de estrelar e produzir a minissérie “The Undoing”, Nicole Kidman demonstrou outro talento artístico na atração que estreia neste domingo (25/10) na HBO. É ela quem canta a música nos créditos de abertura, “Dream a Little Dream of Me”. Segundo a atriz, a ideia partiu da diretora dinamarquesa Susanne Bier (conhecida pelo filme vencedor do Oscar “Em um Mundo Melhor”). “Ela me convenceu dizendo que era um modo de, desde o começo, imbuir a narrativa com a alma de Grace, minha personagem”. Kidman já tinha demonstrado seu talento vocal anteriormente no musical “Moulin Rouge” (2001), Mas ela não é a primeira atriz a gravar “Dream a Little Dream of Me”. Composta em 1931, a canção foi anteriormente interpretada com sucesso por Doris Day, em seu disco “Day by Night”, de 1957. “The Undoing” volta a reunir Nicole Kidman, como atriz e produtora, e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”, e marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) numa produção televisiva americana. Apesar disso, não empolgou a crítica americana. A exibição do capítulo de estreia vai acontecer às 22 horas no canal pago HBO Brasil.

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  • Série

    The Undoing: Crítica acha nova série de Nicole Kidman medíocre

    25 de outubro de 2020 /

    Estreia deste domingo (25/10) na HBO, a minissérie de suspense “The Undoing” dividiu a crítica americana. A produção atingiu 65% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas quando considerados apenas os críticos top (da grande imprensa), a avaliação cai para medíocres 51%. Esperava-se mais de uma atração que volta a reunir Nicole Kidman, como atriz e produtora, e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. Mas se trata apenas de mais uma história de ricaços que exibem sua opulência enquanto acham que podem escapar de tudo impunemente. A minissérie é baseada no livro “Já Devias Saber… Agora é Tarde Demais” (You Should Have Known), de Jean Hanff Korelitz, e o lançamento nacional inclui um subtítulo que alude a esse título – “The Undoing – Já Devias Saber”. Na trama, Kidman vive Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um assassinato, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A atração marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) numa produção televisiva americana, como o marido de Kidman. E, para completar, a direção dos seis capítulos é assinada pela cineasta dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Em um Mundo Melhor” (2010). Confira abaixo algumas das observações da imprensa norte-americana. “‘The Undoing’ é banhado por cores ricas e outonais conforme chegamos rapidamente à parte do julgamento da trama, que, é claro, apresenta todos os tipos de acontecimentos que você nunca veria na vida real. Mas quem se importa?”, publicou o jornal Chicago Sun-Times. “Nem as performances afiadas nem a bela fotografia podem salvar roteiros que têm tão pouco a dizer”, contestou a revista Time. “Não é uma obra-prima, mas é terrivelmente repleta de reviravoltas”, tentou elogiar o jornal canadense Globe and Mail. Já o Detroit News não se impressionou com as reviravoltas e sim com a estética “pornô” do luxo, descrita como “salas cheias de arte ornamentadas, pessoas impecavelmente vestidas, motoristas e porteiros, aulas de balé em Manhattan, leilões de caridade de primeira linha”, antes de concluir que “o desfile de casacos caros que Nicole Kidman usa enquanto caminha pelas ruas de Nova York pode ser suficiente para alguns telespectadores”. “Tudo isso deveria ser sexy e até mesmo divertido, com Kidman e Hugh Grant interpretando Grace e Jonathan, e Kelley contando as brincadeiras que eles fazem na cozinha. E por um episódio é”, aponta o New York Times, lembrando que, infelizmente, a minissérie tem seis episódios. “Lá pelo quinto episódio, a história parece totalmente gasta e muito esticada. Beleza e humor só são capazes de levar as coisas até certo ponto”, emenda o Washington Post. “Mas mesmo quando ‘The Undoing’ encontra seu caminho para reconhecer que seus protagonistas ricos e brancos são pessoas más – e eles definitivamente são – já é tarde demais para transformar a série de seis episódios em uma crítica mordaz ao privilégio”, conclui o site Indiewire. A exibição do capítulo de estreia vai acontecer às 22 horas no canal pago HBO Brasil.

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  • Filme

    Deixando Neverland vai ganhar continuação

    21 de outubro de 2020 /

    O diretor Dan Reed decidiu filmar uma sequência do seu documentário “Deixando Neverland”, em que pretende mostrar as batalhas legais de Wade Robson e James Safechuck, os dois acusadores de Michael Jackson que deram seus depoimentos para seu filme. Ambos alegam que Jackson cometeu abuso sexual contra eles quando eram menores de idade, e processam a MJJ Productions e a MJJ Ventures, que administram o legado do cantor, para tentar ganhar algum reconhecimento de culpa. Paralelamente, os responsáveis pelo legado de Jackson querem impedir a produção dessa continuação, processando o diretor e sua companhia de produção, a Amos Pictures. Os advogados também querem que o juiz obrigue Reed a testemunhar em julgamento e entregar documentos de produção do filme. O diretor rebateu a tentativa de processo com uma moção alegando que ele e sua companhia não são baseados nos EUA, e sim no Reino Unido, além de dizer que não tem nenhuma afiliação pessoal com Safechuck e Robson, que não foram pagos para aparecer nos filmes. O canal britânico Channel 4, que está apoiando a produção do documentário, acrescentou que o novo filme buscará abordar as ramificações legais do caso de todos os ângulos, inclusive o da defesa de Jackson. O diretor anexou à sua moção cópias de e-mails entre ele e Howard Weitzman, o principal advogado do legado de Jackson no caso. Weitzman chegou a ter uma reunião com os produtores, mas acabou recusando-se a aparecer no filme. O caso da MJJ Productions contra Reed chegará a julgamento em abril de 2021. Já o caso de Safechuck foi rejeitado por um juiz ontem, e o acusador de Jackson prepara recurso. A demanda de Robson, por sua vez, deve chegar aos tribunais só em junho do ano que vem. A continuação de “Deixando Neverland” não tem data de estreia definida e nem a HBO, que exibiu o primeiro filme em todo o mundo (inclusive no Brasil), ainda não fechou acordo para fazer o mesmo com a sequência. Além de dar o que falar, “Deixando Neverland” venceu o prêmio Emmy de Melhor Documentário e um BAFTA de melhor série factual.

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  • Série

    The Vow: Série documental da HBO ganha trailer da 2ª temporada

    20 de outubro de 2020 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada da série documental “The Vow”, que explora a seita NXIVM. O vídeo foi divulgado dois dias após o final da 1ª temporada, exibido no domingo (18/10), e anuncia a continuação como “Parte 2” de sua história. Após contar a história da seita e os escândalos sexuais que envolvem seu líder, Keith Raniere, os diretores Jehane Noujaim e Karim Amer vão aprofundar sua cobertura da seita por meio do julgamento de seus membros pela Justiça dos EUA, conforme novas evidências e revelações impressionantes são trazidas à tona por agentes do FBI e promotores federais. A prévia se divide entre denúncias e a defesa intransigente de Raniere, com apoio dos advogados, que tentam apresentar pontos de vista positivos. A série estreou em 23 de agosto com aclamação da crítica – tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes – , exibindo uma história perturbadora narrada por diversos ex-membros da NXIVM, que compartilham suas experiências ao longo dos anos em que buscavam crescimento pessoal, apenas para descobrir que foram manipulados. Em junho de 2019, Raniere foi condenado por extorsão, tráfico sexual, conspiração de trabalho forçado, roubo de identidade e produção e posse de pornografia infantil. Ele ainda aguarda sua sentença, prevista para este outono – e os produtores devem cobrir o julgamento para a série. Além dele, várias celebridades integraram a seita, inclusive uma estrela de “Smallville”, Allison Mack, que foi mentora do subgrupo de escravidão sexual DOS, presa em 2018 sob a acusação de tráfico sexual, conspiração para tráfico sexual e trabalho forçado. Em abril de 2019, Mack se confessou culpada das acusações e ainda está aguardando sua sentença.

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  • Série

    Jake Gyllenhaal vai estrelar sua primeira série

    20 de outubro de 2020 /

    O astro Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) vai estrelar a primeira série de sua carreira. Ele fechou contrato com a HBO para protagonizar uma adaptação do best-seller “The Son”, do mestre do noir nórdico Jo Nesbø (“Headhunters”), lançado no Brasil com o título “O Filho”. A atração terá formato de minissérie e será produzida pelo cineasta Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) e o casal Lisa Joy e Jonathan Nolan (criadores de “Westworld”). Com isso, a produção voltará a reunir Gyllenhaal e Villeneuve, que trabalharam juntos nos filmes “Os Suspeitos” e “O Homem Duplicado” (ambos em 2013). Na trama de “The Son”, Sonny Lofthus (Gyllenhaal) vive uma vida à deriva desde que o pai foi encontrado morto com uma carta de suicídio, na qual admitia ser um policial corrupto. Viciado em heroína, ele aceitou cumprir pena por crimes que não cometeu, em troca de nunca lhe faltar droga. Mas quando descobre a chocante verdade por trás da morte do pai, uma revolta desperta Sonny para a vida, que passa a planejar uma engenhosa fuga da prisão, além de uma grande vingança. Apesar do envolvimento de Nolan e Joy, os dois não serão os roteiristas da minissérie. Esta função está a cargo de Lenore Zion, que escreveu episódios de “Billions” e “Ray Donovan”, e recentemente criou “Brand New Cherry Flavor”, série de terror que estreia em breve na Netflix. Vale observar que Pierce Brosnan estrelou uma série recente chamada “The Son” (2017-2019), o que pode levar a HBO a rebatizar a produção. Veja abaixo a capa nacional do romance de Nesbø.

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  • Série

    Euphoria vai ganhar dois episódios especiais – um deles de Natal

    19 de outubro de 2020 /

    A HBO anunciou nesta segunda-feira (19/10) que a série “Euphoria” vai ganhar dois episódios especiais antes da estreia oficial de sua 2ª temporada, que teve suas gravações adiadas por causa da pandemia de coronavírus. Originalmente, o canal pago americano planejava produzir um especial de Natal, mas depois que Zendaya venceu o Emmy de Melhor Atriz em Série Dramática no mês passado, o número de especiais dobrou. O primeiro segue o cronograma planejado e já irá ao ar em 6 de dezembro, mas o segundo episódio ainda não tem data de exibição prevista. Intitulado “Trouble Don’t Last Always”, o especial de dezembro vai acompanha a celebração de Natal de Rue (Zendaya). Ele já se encontra gravado. Foi escrito e dirigido pelo criador da série, Sam Levinson, e também inclui participação de Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”), que apareceu na 1ª temporada. Zendaya ainda indicou nas redes sociais que Hunter Schafer vai aparecer nos episódios. “Dois episódios especiais de ‘Euphoria’ em breve. Primeiro dia 6 de dezembro na HBO”, ela escreveu, marcando a intérprete de Jules, o criador Sam Levinson e o cinematógrafo Marcell Rev, ao lado de uma imagem em que aparece refletida nos olhos de Schafer. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram We really missed them. Two special Euphoria episodes coming soon. First one December 6th on @hbo Uma publicação compartilhada por Zendaya (@zendaya) em 19 de Out, 2020 às 2:53 PDT

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  • Série

    The Vow: Série documental sobre seita da atriz de Smallville terá 2ª temporada

    16 de outubro de 2020 /

    A HBO anunciou a renovação da série documental “The Vow”, que explora a seita NXIVM. O anúncio foi feito na véspera do final da (agora) 1ª temporada, previsto para ir ao ar no domingo (18/10). Após contar a história da seita e os escândalos sexuais que envolvem seu líder, Keith Raniere, os diretores Jehane Noujaim e Karim Amer vão continuar a história em 2021 acompanhando o julgamento de seus membros pela Justiça dos EUA, conforme novas evidências e revelações impressionantes são trazidas à tona por agentes do FBI e promotores federais, enquanto os advogados de defesa tentam apresentar pontos de vista opostos. A série estreou em 23 de agosto com aclamação da crítica – tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes – , exibindo uma história perturbadora narrada por diversos ex-membros da NXIVM, que compartilham suas experiências ao longo dos anos em que buscavam crescimento pessoal, apenas para descobrir que foram manipulados. Em junho de 2019, Raniere foi condenado por extorsão, tráfico sexual, conspiração de trabalho forçado, roubo de identidade e produção e posse de pornografia infantil. Ele ainda aguarda sua sentença, prevista para este outono. Além dele, várias celebridades integraram a seita, inclusive a estrela de “Smallville”, Allison Mack, uma das mentoras do subgrupo de escravidão sexual DOS, que foi presa em 2018 sob a acusação de tráfico sexual, conspiração para tráfico sexual e trabalho forçado. Em abril de 2019, Mack se confessou culpada das acusações e ainda está aguardando sua sentença.

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  • Série

    Lovecraft Country: Veja o trailer do último capítulo da temporada

    13 de outubro de 2020 /

    A HBO divulgou o trailer do último episódio de “Lovecraft Country”. Uma das melhores produções disponibilizadas durante a pandemia, a série de terror racial encerra sua 1ª temporada no domingo (18/10) com um confronto final, que vai decidir o destino do protagonista Atticus Black. Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (lançado em março no Brasil como “Território Lovecraft”), a série foi desenvolvida pelo produtor Jordan Peele (diretor de “Corra!”), que descobriu o livro e concebeu sua adaptação. Ele fechou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green (criador da série “Underground”) a escrever os roteiros e comandar a produção. A trama se passa nos anos 1950 e acompanha Tic, apelido de Atticus, um rapaz que lutou na Guerra da Coreia e que, quando seu pai desaparece, embarca numa jornada que o apresenta a um mundo secreto de magia sobrenatural, em meio aos horrores da sociedade racista de sua época. O elenco destaca Jonathan Majors (“Hostis”) como Atticus, além de Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), Michael Kenneth Williams (“Olhos que Condenam”), Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”), Abbey Lee (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jordan Patrick Smith (“Vikings”), Jamie Chung (“The Gifted”) e Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”).

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