Angus Cloud, ator de “Euphoria”, morre aos 25 anos
O ator Angus Cloud, conhecido por seu papel como Fezco na série “Euphoria” da HBO, faleceu nesta segunda-feira (31/7), aos 25 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada. A família de Cloud confirmou a notícia em uma declaração à imprensa dos EUA. “É com o coração pesado que tivemos que dizer adeus a um ser humano incrível hoje”, escreveu a família de Cloud. “Como artista, amigo, irmão e filho, Angus era especial para todos nós de tantas maneiras. Na semana passada, ele enterrou seu pai e lutou intensamente com essa perda. O único conforto que temos é saber que Angus agora está reunido com seu pai, que era seu melhor amigo. Angus foi aberto sobre sua batalha com a saúde mental e esperamos que sua morte possa ser um lembrete para os outros de que eles não estão sozinhos e não devem lutar contra isso sozinhos em silêncio.” A família de Cloud também expressou a esperança de que ele seja lembrado por seu humor, riso e amor por todos. Eles pediram privacidade neste momento enquanto ainda estão processando essa perda devastadora. Carreira de Angus Cloud Cloud virou ator por acaso. Ele estava atravessando a rua quando chamou atenção de um professional de casting que o convidou a fazer um teste para a série. O papel de Fezco foi seu primeiro trabalho como ator. Um dos principais personagens das duas primeiras temporadas de “Euphoria”, Fezco era um traficante “com consciência” que cuidava da família e fornecia drogas para a protagonista Rue (Zendaya). Depois da estreia em “Euphoria”, Cloud também atuou nos filmes independentes “North Hollywood” (2021) e “The Line” (2023). Ele deixou pronto o drama “Freaky Tales”, do casal Anna Boden e Ryan Fleck (diretores de “Capitã Marvel”), e um novo terror de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (dos dois últimos filmes da franquia “Pânico”), mas não começou a gravar a 3ª temporada da série da HBO – após terminar o segundo ano num grande momento de angústia para seu personagem, ferido e preso diante da morte do irmão pela polícia. Reação da HBO O canal pago americano também divulgou uma declaração sobre a morte do astro de sua série. “Estamos profundamente tristes com a notícia do falecimento de Angus Cloud”, disse a HBO. “Ele foi um artista extremamente talentoso e admirado por todos na família HBO e ‘Euphoria’. Enviamos nossas condolências aos amigos e familiares durante este momento difícil.” Estamos profundamente tristes com a notícia do falecimento de Angus Cloud. Ele foi um artista extremamente talentoso e admirado por todos na família HBO e Euphoria. Enviamos nossas condolências aos amigos e familiares durante este momento difícil. 🖤 pic.twitter.com/lw3yh3akMf — HBO Brasil (@HBO_Brasil) July 31, 2023
Paul Reubens, ator conhecido por Pee-wee Herman, morre aos 70 anos
O ator Paul Reubens morreu no último domingo (30/7) aos 70 anos de idade. Conhecido por seu personagem infantil Pee-wee Herman, o ator enfrentava em segredo um diagnóstico de câncer há seis anos. Em nota publicada nesta segunda-feira (31/7), a assessoria do comediante lamentou a despedida de Reubens. “Ontem à noite nos despedimos de Paul Reubens, um icônico ator, comediante, escritor e produtor americano cujo amado personagem Pee-wee Herman encantou gerações de crianças e adultos com a sua positividade, capricho e crença na importância da bondade”, escreveu. “Paul lutou corajosamente e privadamente contra o câncer durante anos com a sua tenacidade e sagacidade. Um talento prolífico, viverá para sempre no panteão da comédia e nos nossos corações como um amigo precioso e homem de caráter notável e generosidade de espírito.” A publicação também adicionou um texto escrito por Paul, onde ele pedia perdão por ter ocultado seu estado de saúde. “Por favor, aceite minhas desculpas por não tornar público o que tenho enfrentado nos últimos seis anos. Sempre senti muito amor e respeito de meus amigos, fãs e apoiadores. Eu amei muito todos vocês e gostei de fazer arte para vocês”, finalizou. Começo da carreira Paul Reubens nasceu em uma família judia em Peekskill, no interior de Nova York, nos Estados Unidos, e desde criança quis trabalhar como ator. Ele estudou teatro da Universidade de Boston e se mudou para Los Angeles para estudar atuação no California Institute of the Arts. Sau carreira começou nos anos 1970 com apresentações em clubes de comédia, juntando-se à trupe de improviso The Groudlings. Já nesta época se tornou uma figura querida entre as crianças por seu humor leve e entre adultos por sua sagacidade anárquica. Em 1980, o comediante teve um pequeno papel como garçom em “Os Irmãos Cara de Pau” (The Blues Brothers) e também apareceu na comédia “Loucuras em Plena Madrugada”, iniciando sua carreira nas telas. O sucesso com Pee-wee Herman A vida de Reubens virou do avesso já no ano seguinte, quando virou a estrela do programa infantil “Pee-wee Herman Show”. O sucesso foi tanto que, durante um bom período, o ator se tornou o personagem, batizado com o nome de uma marca de gaitas, em tempo integral, fazendo participações em séries, desenhos animados e até filmes como Pee-wee. O auge veio com o lançamento de seu primeiro filme como protagonista, que também foi o primeiro longa de Pee-wee em 1985: “As Grandes Aventuras de Pee-wee”, dirigido por ninguém menos que Tim Burton (“Wandinha”) em sua estreia no cinema. Em 1986, Reuben ganhou um novo programa infantil, “Pee-wee’s Playhouse”, que tinha maior apelo comercial e ganhou 22 prêmios Emmy. Também viveu Pee-wee no filme “De Volta à Praia” (1987) e na continuação de seu sucesso, “Pee-Wee: Meu Filme Circense” (1988). Até que tudo desmoronou de forma abrupta. O escândalo Em junho de 1991, Reuben foi preso por atentado ao pudor num teatro adulto de Sarasota, na Flórida, ao tentar se masturbar. O escândalo levou ao cancelamento de seu programa e de todo o merchan do personagem, e quase acabou com a carreira do ator. Embora a maior parte da indústria do entretenimento tenha lhe virado as costas, Reuben contou com a ajuda de Tim Burton para reaparecer nas telas após o escândalo, num pequeno papel como o pai do Pinguim (Danny DeVito) em “Batman: O Retorno” (1992) e como dublador da animação “O Estranho Mundo de Jack” (1993). Depois disso, ele conseguiu algumas figurações em filmes infantis, incluindo os sucessos “Matilda” (1996) e “Dr. Doolitle” (1998), até ganhar maior destaque na comédia “Heróis Muito Loucos” (1999). A partir daí, porém, começou a se afastar de sua imagem infantil. Fez o drama policial “Profissão de Risco” (2001), estrelado por Johnny Depp e Penélope Cruz, como um cabeleireiro traficante. E foi ainda mais longe em “A Vida Durante a Guerra” (2009), vivendo um suicida transformado em assombração depressiva. A volta de Pee-wee Apesar da guinada na carreira, ele nunca esqueceu Pee-wee. Duas décadas depois do escândalo, Reubens decidiu retomar o personagem em uma série de vídeos, novas participações especiais e em seu terceiro filme, “The Pee-Wee Herman Show on Broadway” (2011), desta vez feito para a HBO. Cinco anos depois, ainda fez mais um longa, “Pee-wee’s Big Holiday” (2016). Lançado na Netflix, marcou a despedida do personagem e o último filme do ator. Após reabilitar Pee-wee, Reubens se dedicou à dublagens de animações e participações recorrentes em séries, com destaque para “Lista Negra” (The Blacklist) e diversas produções relacionadas aos quadrinhos da DC Comics, como “Gotham” e “Legends of Tomorrow”. Seu último trabalho foi dublagem no desenho “O Show de Tom & Jerry”, em 2021. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pee-wee Herman (@peeweeherman)
“The Righteous Gemstones” é renovada para 4ª temporada
A família Gemstone continuará no púlpito para mais uma temporada. A HBO anunciou a renovação de “The Righteous Gemstones” para seu quarto ano de produção, poucos dias antes da exibição do final da 3ª temporada no domingo (30/7). A produção dos próximos episódios só começará após a resolução das greves de roteriristas e atores. Criada e estrelada por Danny McBride, “The Righteous Gemstones” segue a história de uma família de televangelistas mundialmente famosa, com três gerações e uma longa tradição de desvios, ganância e machismo. Na 3ª temporada, os filhos Gemstone (interpretados por McBride, Edi Patterson e Adam Devine) finalmente conseguem o que desejam: assumir o controle da igreja de seu pai (interpretado por John Goodman). No entanto, eles logo descobrem que liderar é muito mais difícil do que imaginavam e que seu estilo de vida extravagante tem um preço alto. O sucesso da série Em declarações sobre a renovação da série, Amy Gravitt, Vice-Presidente Executiva de Programação da HBO e Chefe de Séries de Comédia da HBO e Max, expressou seu entusiasmo com a continuação da jornada da família Gemstone. “Prepare-se para mais da hilária montanha-russa de adrenalina que é ‘The Righteous Gemstones’. À medida que esta temporada verdadeiramente bíblica chega ao fim na noite de domingo, estou encantada em anunciar que estamos renovando-a para uma 4ª temporada”, disse a executiva em comunicado. A renovação da série vem em um momento de sucesso para a produção. A 3ª temporada tem registrado nos EUA uma média de 4,9 milhões de espectadores por episódio desde sua estreia em 18 de junho, em todas as plataformas, e deve se encerrar como a mais assistida da série até o momento. Além disso, está atraindo mais espectadores do que as séries anteriores de McBride na HBO, “Eastbound and Down” e “Vice Principals”, que tiveram médias de 4,2 milhões e 4,8 milhões de espectadores, respectivamente. Veja abaixo o trailer da 3ª temporada.
Criador de “The Last of Us” revela planos para 2ª temporada
Craig Mazin, co-criador de “The Last of Us”, revelou os planos para a 2ª temporada do sucesso da HBO. Durante uma longa entrevista com o site americano Deadline, o produtor-roteirista deu um vislumbre do que o público pode esperar nos episódios inéditos da história – que deve ganhar uma 3ª temporada. “Faremos algumas coisas exatamente como no jogo. Faremos outras coisas que estão no jogo, mas as faremos de forma diferente, de acordo com o nosso método”, revelou. “Independentemente se você jogou ou não, ficará surpreso com o desenrolar da temporada. Temos algumas reviravoltas interessantes”. Em relação aos desafios contra os infectados, o co-criador prometeu que os mortos-vivos devem marcar uma boa quantidade de cenas na próxima temporada. “Haverá momentos, assim como houve na 1ª temporada, em que os infectados estarão muito presentes”, revelou. Mazin também abordou a 3ª temporada, afirmando que a continuidade da história está nos planos da produção. “Vai ser mais do que uma temporada”, declarou. “Há mais história, então essa série não terminará com a 2ª temporada, a menos que as pessoas não a assistam e formos cancelados”. Na última semana, a série chamou a atenção pelas 24 indicações no Emmy, incluindo Melhor Série de Drama, Melhor Ator em Série de Drama (Pedro Pascal como Joel), Melhor Atriz em Série de Drama (Bella Ramsey com Ellie) e Melhor Direção em Série de Drama (Peter Hoar). Personagens da 2ª temporada A 1ª temporada de “The Last Of Us” introduziu vários personagens memoráveis que apareceram em um ou dois episódios apenas, antes de encontrarem um destino fatal. Questionado sobre o retorno daqueles que já morreram na trama, o co-criador deixou a possibilidade em aberto. “Há sempre uma chance para tudo. Conosco, nunca se sabe e obviamente não nos limitamos por cronogramas”, comentou. “Pessoas que estão mortas às vezes reaparecem e às vezes conhecemos pessoas que nem sabíamos e depois descobrimos que elas são alguém [importante]”. Apesar disso, ele esclareceu que as esperanças de um possível retorno não se aplicam aos personagens Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett). “O que você não verá é, por exemplo, outro episódio muito especial com Bill e Frank, não vamos estender demais”, pontuou. “Quando fazemos algo que achamos bonito, deixamos como está e encontramos outras coisas bonitas para fazer”. O novo ano ainda deve introduzir personagens aguardados como Abby, uma soldada membro do grupo militar hostil conhecido como WLF (Washington Liberation Front), que se revela a grande vilã da franquia. Os episódios serão marcados pela volta de Joel (Pedro Pascal) e Ellie (Bella Ramsey) nos papéis principais, mas também devem contar com Gabriel Luna no papel de Tommy, o irmão de Joel. Impacto da greve Apesar dos roteiros terem sido iniciados, a produção da 2ª temporada está interrompida desde de maio, devido à greve dos roteiristas decretada em Hollywood. “Nós sabemos como toda a temporada será, e eu consegui escrever e enviar o primeiro episódio antes do prazo”, revelou Mazin na entrevista ao Deadline. Desde então, os responsáveis pela história de “The Last of Us” não podem trabalhar na série até que o Sindicato dos Roteiristas (WGA) confirme o fim da greve. Mas Mazin diz que está escrevendo mentalmente as cenas. “Eu terei que basicamente me lançar de um canhão [após a greve], porque realmente queremos tentar colocar essa série no ar quando ela deve ir ao ar”, confessou Mazin. Até o momento, a HBO planeja lançar a 2ª temporada da atração em algum momento de 2025. Entretanto, com a greve dos roteiristas e a recém-decretada greve do Sindicato dos Atores (SAG), a produção pode sofrer atrasos no cronograma. A 1ª temporada de “The Last of Us” está disponível na HBO Max.
“A Casa do Dragão” não sofrerá impacto da greve dos atores
“A Casa do Dragão” e “Industry”, ambos sucessos da HBO, não devem ter as gravações interrompidas, apesar da greve recém-decretada pelo Sindicato dos Atores (SAG-AFTRA) dos EUA. Apesar de serem produções de um estúdio americano, as duas tem um elenco majoritariamente formado por britânicos, que são filados ao Equity, o sindicato dos atores do Reino Unido. De acordo com o Deadline, nenhuma das produções será paralisada e a HBO vai seguir o calendário das gravações conforme o planejado. A 2ª temporada de “A Casa do Dragão” e a 3ª temporada de “Industry” começaram a ser gravadas em abril deste ano. Embora o elenco principal de “Industry” conte com os americanos Myha’la Herrold e Ken Leung, as diretrizes anunciadas pelo SAG-AFTRA não afetam atores sob contratos da Equity. Segundo o sindicato americano, estes atores devem “continuar a comparecer ao trabalho”, enquanto o restante dos membros seguem em greve. Por outro lado, não ficou claro se os dois atores vão querer continuar em atividade diante das condições atuais de Hollywood – que enfrenta duas greves ao mesmo tempo. Diferente do território americano, o Reino Unido possui leis antissindicais rigorosas, que proíbem seus membros de conduzirem greves em apoio aos colegas de outros países. “A legislação de relações industriais no Reino Unido é drástica e muitas vezes vista como a mais restritiva do mundo ocidental”, observou um membro do Equity ao Deadline. “Os obstáculos complicados e nocivos enfrentados por todos os sindicatos no Reino Unido são uma desgraça nacional e precisam de uma reforma urgente”. Sindicatos unidos pela mesma causa O Equity possui cerca de 47 mil membros em vários setores do entretenimento. Apesar de não poder ingressar na greve, o sindicato afirmou que “está em solidariedade definitiva” com o SAG-AFTRA. “O Equity também está lidando com empregadores agressivos que tentam minar nossos acordos coletivamente negociados”, pontuou o sindicato. A greve foi decretada pelo sindicato americano nesta quinta-feira (13/7) após uma tentativa fracassada de negociações com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP), que reúne grandes estúdios como Netflix, Amazon, Apple, Disney, Warner, NBC Universal, Paramount e Sony. O SAG afirmou que a AMPTP não atendeu as demandas principais dos atores, sobre aumentos salariais e a ameaça representada pelo uso de Inteligência Artificial (IA) na produção de filmes, séries e programas para TV e streaming. O Equity afirma lidar com problemas parecidos no Reino Unido. “Garantir a justiça salarial, termos e condições é crucial, seja com produtores tradicionais ou novos streamers globais, e com novos modos de criar e distribuir trabalhos para um público global”, declarou o Equity. “Dizemos claramente à AMPTP e seus membros que eles precisam agir significativa e rapidamente para atender às aspirações razoáveis dos membros do SAG-AFTRA”.
Andréia Horta e Marcos Palmeira são confirmados na série de “Cidade de Deus”
A HBO Max oficializou os nomes de Andréia Horta (“Elis”) e Marcos Palmeira (“Pantanal”) na série derivada do filme “Cidade de Deus” (2002). Os dois retornam à HBO após mais de 15 anos, depois de protagonizarem as séries ‘Alice’, em 2008, e ‘Mandrake’, em 2005, respectivamente. Além de confirmar os atores, a plataforma também adiantou seus personagens e detalhes da série, que será produzida pelo diretor de “Cidade de Deus”, Fernando Meirelles, junto com Andrea Barata Ribeiro e a equipe da O2. Com direção de Aly Muritiba (“Deserto Particular”) e Bruno Costa (“Mirador”), a série continuará a história dos personagens originais 20 anos depois. Tendo como ponto de partida as memórias de Buscapé (Alexandre Rodrigues), o enredo se passa no início dos anos 2000 e trará trechos do filme em flashbacks, para reconstrução de lembranças e memórias afetivas dos protagonistas. Ao longo de seis episódios, a série vai mostrar a comunidade assolada pela disputa entre traficantes, policiais e milicianos, com foco principal nas pessoas comuns e como os confrontos afetam diretamente suas vidas. Andréia Horta viverá Jerusa, uma advogada perigosa, manipuladora e destemida. “Estou felicíssima por estar em Cidade de Deus! É pra mim uma honra voltar à HBO com essa série! Tenho uma personagem que me desafia em um trabalho que nos convocará a refletir os rumos de nossa história”, ela comentou. Já Marcos Palmeira interpretará Genivaldo Curió, o líder carismático e generoso que controla o tráfico na Cidade de Deus. “Eu fiquei muito feliz com o convite, porque eu sou apaixonado pelo filme e pelo trabalho do Fernando! E fazer um personagem maravilhoso como o Curió para mim é bastante desafiador, porque é aquele cara temido e ao mesmo tempo amado, o que é bem complexo e interessante. Mas estou muito feliz de poder trabalhar com o Aly Muritiba, adoro os filmes dele. É um diretor intenso, que sabe o que quer”, disse o ator. O roteiro é de Sérgio Machado (“O Rio do Desejo”), Renata Di Carmo (“Vai que Cola”), Armando Praça (“Greta”), Estevão Ribeiro (“Dra. Darci”), Rodrigo Felha (“5x Favela, Agora por Nós Mesmos”) e Aly Muritiba. A série ainda não tem previsão de estreia.
Dominic Fike trabalhou drogado em “Euphoria” e quase foi demitido
O ator e cantor Dominic Fike, conhecido pelo papel de Elliot em “Euphoria”, revelou que quase foi demitido da série da HBO por problemas com drogas. Durante uma entrevista gravada pela Apple Music, ele se abriu sobre sua trajetória e admitiu que era dependente químico. “Eu era um dependente químico e entrar em um programa que é, você sabe, principalmente sobre drogas, é muito difícil”, revelou. “Sam [Levinson], o diretor e roteirista, arrumou um treinador de sobriedade para mim, alguém que estivesse sempre presente. Mas não funcionou”. Ele entrou na série na 2ª temporada como Elliot, um usuário de drogas que contribui para a recaída de Rue e se envolve em um triângulo amoroso com Rue (Zendaya) e Jules (Hunter Schafer). Assim como o personagem, Fike lidava com problemas de vício nos bastidores. Embora a produção tivesse tentado forçar o cantor a ficar sóbrio, ele continuou gravando as cenas sob efeito de substâncias. “Eu estava tão drogado durante boa parte daquela série. Foi realmente ruim”, confessou. “Quase fui expulso do programa… Eles disseram: ‘Cara, você não pode fazer isso'”. Apesar disso, ele permaneceu na série. Por outro lado, Fike revelou que Sam Levinson, criador da atração, precisou utilizou algumas cenas gravadas enquanto ele estava bastante afetado pelos efeitos das drogas. Segundo ele, o diretor não teve muitas opções se não incluir as tomadas no resultado final. Ele volta sóbrio para a 3ª temporada Apesar dos momentos tumultuosos nas gravações da 2ª temporada, Fike já confirmou que vai retornar como Elliot para a 3ª temporada da trama. Durante uma entrevista para o jornal Los Angeles Times, o cantor afirmou que está sóbrio. Ele confessou que o retorno para os novos episódios vai ser estranho, devido a situação enfrentada na última temporada. “Sabe como às vezes, quando você quer mudar, precisa renovar todo o seu grupo de amigos? Parece que estou voltando atrás nesse aspecto”, declarou. Embora tenha estreado na televisão na série, Fike tem se concentrado na sua carreira musical e está divulgando seu segundo álbum “Sunburn”, lançado nesta sexta-feira (7/7). As gravações dos novos episódios de “Euphoria” não tem previsão para começar. A série foi atrasada devido à concentração de Sam Levinson na produção de “The Idol”, polêmica série também realizada com a HBO, e também pela atual greve dos roteiristas, que paralisou a produção de diversos filmes e séries de Hollywood.
“A Black Lady Sketch Show” é cancelada após quatro temporadas
A HBO confirmou que sua premiada série de comédia “A Black Lady Sketch Show” foi encerrada em sua 4ª temporada, que foi concluída em maio. Produzida por Robin Thede (estrela e criadora do talk show “The Rundown with Robin Thede”) e Issa Rae (estrela e criadora de “Insecure”) com um superelenco, o programa era, como o título deixava claro, uma atração de esquetes protagonizadas por atrizes negras, que refletem situações enfrentadas por diversas “black ladies” no mundo atual. Agradecimentos Em um comunicado, a HBO descreveu a criadora Robin Thede como “um talento visionário da comédia”, e acrescentou: “Por quatro excepcionais temporadas de ‘A Black Lady Sketch Show’, ficamos emocionados em nos associar a ela nesta série inovadora e hilária. Robin, ao lado de Hoorae, Jax Media e o incrível elenco e equipe, deixa um legado indelével não apenas nas esquetes, mas na comédia televisiva, e aguardamos ansiosamente a continuação da colaboração criativa em seu contrato conosco.” Como indica a nota, Thede continuará ocupada na HBO, onde está desenvolvendo a série de comédia “Disengagement”. Ela também se manifestou, agradecendo aos parceiros pelas quatro temporadas da atração. “Obrigada a todos os membros do elenco imensamente talentosos, estrelas convidadas, escritores, diretores, editores e membros da equipe que fizeram de ‘A Black Lady Sketch Show’ um sucesso vencedor do Emmy. Eu especialmente quero reconhecer as mulheres negras e outras mulheres de cor que se destacaram em todos os departamentos da ABLSS. Também sou eternamente grata pelo apoio de Issa Rae e Jax Media, Amy Gravitt, Casey Bloys e toda a equipe da HBO, Max e Warner Bros. Discovery.” Premiação Ao longo de sua exibição, “A Black Lady Sketch Show” recebeu 13 indicações ao Emmy e teve três vitórias – além de ter conquistado o prêmio da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA) como melhor programas de esquete/variedades, o prêmio de melhor comédia da HCA (Associação dos Críticos de Hollywood) e cinco prêmios Black Reel (voltados à produções afro-americanas). A série pode ser vista no Brasil pela plataforma HBO Max. Veja abaixo o trailer da temporada final.
Allison Mack, ex-atriz de “Smallville”, é liberada da prisão
A atriz Allison Mack, conhecida por sua atuação na série “Smallville”, foi liberada da prisão na segunda-feira (3/7), após cumprir dois dos três anos de sua sentença. A atriz de 40 anos foi condenada por acusações de extorsão e conspiração em conexão com o escândalo de tráfico sexual da seita NXIVM. Mack foi presa em abril de 2018, após as autoridades federais invadirem a sede da NXIVM perto de Albany, Nova York. Em 2021, ela se declarou culpada das acusações e enfrentou uma pena de 14 a 17 anos e meio de prisão. No entanto, sua sentença foi reduzida a três anos por ter ajudado os promotores no caso contra Keith Raniere, líder da NXIVM. Raniere foi condenado em 2020 a 120 anos de prisão por tráfico sexual, entre outros crimes. A atriz começou a cumprir sua sentença em setembro de 2021 na Instituição Correcional Federal de Dublin, na Califórnia. Além do tempo de prisão, Mack recebeu uma multa de US$ 20 mil e precisa cumprir mil horas de serviço comunitário. Assim como Mack e Raniere, Clare Bronfman, herdeira do grupo de bebidas Seagram, também foi condenada por seu envolvimento na seita, recebendo uma sentença de seis anos e nove meses de prisão. Saída antecipada da prisão A libertação antecipada de Allison Mack foi confirmada pelo site do Bureau Federal de Prisões. Ela foi liberada devido ao bom comportamento durante o período em que esteve detida. Em uma carta enviada ao tribunal antes de sua sentença, ela se dirigiu “àqueles que foram prejudicados por minhas ações”, afirmando que ela se jogou nos ensinamentos de Raniere “com tudo que eu tinha”. “É agora de suma importância para mim dizer, do fundo do meu coração, que sinto muito”, disse a carta. “Este foi o maior erro e arrependimento da minha vida.” Mack disse que se uniu à organização NXIVM há uma década para encontrar propósito na vida: “Ao longo de todo o tempo, eu acreditei que as intenções de Keith Raniere eram de ajudar pessoas. Eu estava errada. Eu agora percebo que eu e outras pessoas nos envolvemos em condutas criminosas”. A seita sexual Gabando-se de que seus membros incluíam atores de Hollywood e atletas profissionais, Raniere atraiu várias pessoas para seu programa de autoajuda, que se tornou extremamente popular. Mas, conforme sua influência crescia, ele também passou a fundar diversos subgrupos, entre eles o DOS (“Dominus Obsequious Sororium”), formado só por mulheres atraentes e que funcionava como uma seita sexual, onde as integrantes eram marcadas com as iniciais do guru, forçadas a seguir dietas estritas e não saudáveis, e transformadas em escravas sexuais por meio de chantagem. Mack ajudou a atrair várias mulheres para o DOS, como uma das principais recrutadoras da NXIVM. Mas fechou um acordo de detalhes não revelados para colaborar com a promotoria de Justiça e entregou gravações incriminadoras de Raniere, que ajudaram a condená-lo a uma sentença centenária. O escândalo da NXIVM rendeu duas séries documentais, “Seduced: Inside the NXIVM Cult” (2020), na Starz, e “The Vow”, na HBO, que teve sua 1ª temporada exibida em 2020 e ainda teve uma continuação em 2022, após as condenações dos envolvidos. Veja baixo os trailers das duas temporadas de “The Vow”.
“The Idol” é classificada como “pior série o ano” por críticos dos EUA e Reino Unido
A polêmica série “The Idol” liberou seu último episódio neste último domingo (2/7) na HBO Max, tendo um final prematuro. Originalmente, a atração teria um total de seis episódios, mas a trama foi encerrada no quinto capítulo, o que alimentou os boatos de que a série não terá uma 2ª temporada. Nos últimos meses, a produção acumulou comentários negativos do público e da crítica. E com o episódio final não foi diferente. Criada por Sam Levinson (“Euphoria”), The Weeknd e Reza Fahim, a série é estrelada pelo cantor como o misterioso Tedros e por Lily Rose Depp como uma cantora chamada Jocelyn. Após um colapso nervoso, Jocelyn interrompeu sua última turnê e começou a se envolver com Tedros, que promete levá-la a novas alturas gloriosas, enquanto explora as profundezas mais escuras de sua alma. De acordo com o cantor, a trama foi baseada em diversos acontecimentos da sua vida e experiências que observou na indústria artística. Com uma proposta inicial de fazer um retrato sombrio da indústria, a série exagera em clichês, tramas fracas, conteúdo sexual e nudez. Apesar do tratamento artístico, os cinco episódios foram considerados um pior que o outro, o que valeu à produção o título de “pior série do ano”. Uma bomba histórica O jornal inglês The Guardian não poupou as palavras e classificou a série como “um dos piores programas já feitos”. De acordo com a crítica Leila Latif, a atração era “um evento televisivo dolorosamente tedioso” que teve “o final mais fraco” possível. Entediante e sem sentido, a série “sentiu a necessidade de fazer um ponto sobre como o feminismo e o movimento #MeToo atrapalham a diversão”. Em relação à performance dos atores, esse aspecto passou longe de conquistar pela falta de carisma, com a personagem de Depp consistindo em “nada além de apatia, olhar vago e fumo em série”, enquanto a atuação de The Weeknd deveria ser julgada em um tribunal penal. “Estávamos preparados para ficar chocados. Estávamos preparados para ficar horrorizados. Mas nada pode prepará-lo para ficar tão incrivelmente entediado”. Segundo a crítica, a HBO “gastou milhões e milhões de dólares para entregar mulheres se contorcendo alegremente, sendo sexualizadas e encontrando paz ao admitir o quanto elas são ruins”. Seguindo a mesma linha, o jornal britânico Telegraph considerou “The Idol” como “certamente o pior programa de TV do ano”. Na crítica de Ed Power, a série foi chamada de “extremamente ruim e sexista”, conseguindo “manter uma consistente mediocridade ao longo [dos episódios]”. A crítica ainda apontou que a HBO decaiu no seu padrão de qualidade e que finalmente “lançou uma bomba histórica”. “Confirmou que não era apenas o pior programa de TV do ano, mas um possível fracasso histórico”, disse o crítico sobre o episódio final. “Foi o Lado Sombrio da Lua da televisão terrível – tão embaraçoso que é difícil imaginar como saiu do papel, quanto mais como chegou às nossas telas”. A série não era tudo isso Apesar da série não agregar quase nenhuma opinião positiva, alguns veículos não foram tão extremistas nas críticas. De acordo com Chris Vognar, da Rolling Stone, a HBO “já teve contratempos piores” no passado. Por outro lado, ele lamentou o “acúmulo atonal de motivações vagas dos personagens, becos sem saída narrativos e cenas de sexo incrivelmente desinteressantes” da atração. “Não foi um estrondo nem um murmúrio”, escreveu sobre o final. “Foi só menos ruim que o que o precedeu. Isso pode ser interpretado como uma crítica com elogio fraco ou visto como uma pequena vitória de alguma forma”. Já para Alison Herman, da Variety, a série não era “tão ofensiva quanto seus detratores afirmavam nem tão ‘revolucionária’ quanto o co-criador Sam Levinson acreditava”. “Como tantas obras de arte que buscam provocação aberta demais, o drama de cinco episódios da HBO se atrapalhou, passando clichês redutivos como transgressões radicais”, ponderou. Narrativa incoerente Quando anunciada, a atração prometia ser uma das produções mais aclamadas do ano, o que deixou o público e a crítica bastante desapontados. Segundo Lovia Gyarkye, do Hollywood Reporter, a série terminou “com um final tão desorientador que a previsão de Levinson de que sua última criação seria ‘o maior programa do verão’ agora parece ridícula”. “Os problemas de ‘The Idol’ não se limitam à sua nudez gratuita ou erotismo juvenil. O programa é assombrado por uma trama rasa e uma narrativa incoerente”, pontuou. “As histórias são levantadas e descartadas de forma descuidada, com seus restos assombrando os espectadores atentos”. A crítica ainda ressaltou que o péssimo desenvolvimento dos personagens, atuações fracas e ritmo fora de tom deixaram o programa pior. “E ainda assim, a temporada contém alguns momentos inspirados – vislumbres do que ‘The Idol’ poderia ter sido”, finalizou. Ponderando a capacidade desperdiçada da série, a crítica de Laura Martin, da BBC, apontou que sempre houve uma “confusão sobre o que exatamente ‘The Idol’ deveria ser”. Para ela, “qualquer aspecto positivo foi perdido na caótica discussão em torno do programa.” “Parecia ser muitos programas se passando por um”, escreveu. “O programa vacilava de forma estranha, nunca se comprometendo completamente com o que queria entregar”. “Enquanto isso, o aparente foco em ser vanguardista – ou ‘doente e distorcido’, como os primeiros trailers alegavam que as mentes de Levinson e Tesfaye eram – teve um custo”, apontou. “O diálogo era terrível, a trama não se movia até o penúltimo episódio – e mesmo assim era uma confusão – e não houve praticamente nenhuma progressão de personagem”. Todos os episódios de “The Idol” estão disponíveis na HBO Max.
HBO Max divulga trailer de série documental sobre o Massacre de Realengo
A HBO Max divulgou o primeiro trailer de “Massacre na Escola – A Tragédia das Meninas de Realengo” nesta terça-feira (4/7). A nova série documental vai retratar o caso real que chocou o Brasil há mais de 10 anos. A produção aborda a tragédia ocorrida em uma escola municipal de Realengo, no Rio de Janeiro, em 2011. A prévia mostra que a trama vai revisitar os principais momentos que culminaram no evento que tirou a vida de estudantes. Ao longo de quatro episódios, a produção alerta sobre o tema da violência escolar, marcada por um aumento de casos expressivo nos últimos anos. O Massacre de Realengo A tragédia aconteceu em 7 de abril de 2011, às 8h30 da manhã, na Escola Municipal Tasso de Silveira, no Rio de Janeiro. A escola estava em clima de festa para celebrar seus 40 anos, até que tudo mudou. Um ex-aluno da escola entrou no local se passando por palestrante e iniciou um massacre com armas de fogo. Ele disparou cerca de 40 tiros, atingindo estudantes que estavam presentes na escola. Ao todo, 24 estudantes foram feridos e 12 perderam suas vidas, incluindo 10 meninas. O crime foi o primeiro massacre em uma escola da rede pública no país, ganhando repercussão nacional e internacional. O caso foi tratado como um episódio de feminicídio em massa, despertando debates sobre segurança nas escolas e a necessidade de prevenção da violência escolar, além de ter levantado debates sobre bullying, saúde mental e acesso a armas de fogo. Créditos O roteiro e a direção são da cineasta brasileira Bianca Lenti (“Fio do Afeto”), que também atua como produtora. A produção é uma parceria da Giros Filmes e a Warner Bros. Discovery. A equipe de produtores é formada por Maurício Magalhães, Anouk Aaron, Adriana Cechetti e Patricio Díaz. “Massacre na Escola – A Tragédia das Meninas de Realengo” estreia no domingo (9/7) na HBO Max. Os episódios também e serão exibidos semanalmente no canal pago da HBO às 22h (horário de Brasília).
Nasce o segundo filho de Kit Harington e Rose Leslie, de “Game Of Thrones”
Os atores Kit Harington e Rose Leslie, da série “Game Of Thrones”, são pais novamente com o nascimento de seu segundo filho. O casal teve sua primeira garotinha, após dois anos do primeiro filho, que nunca teve seu nome revelado. Apesar dos atores manterem a vida pessoal bastante privada, a notícia foi confirmada pelos seus representantes a coluna Page Six nesta segunda-feira (3/6). Segundo as fontes, os dois estão “encantados por terem recebido uma linda menininha na família”. Harington anunciou a segunda gravidez da esposa durante uma entrevista no talk-show do comediante Jimmy Fallon, em fevereiro passado. Na conversa, o ator comentou que seu filho, nascido em 2021, estava prestes a ganhar o maior choque de sua vida, ao descobrir que se tornará irmão mais velho de “um novo irmão ou irmã”. “Apontamos para a barriga de Rose e dizemos ‘o bebê da mamãe’, mas então ele aponta para a própria barriga e diz ‘o meu bebê'”, explicou. Ele também confessou que estava “apavorado” diante da segunda gravidez. “A realidade bate mais rápido”, explicou. O casal se conheceu enquanto gravava a série “Game of Thrones”, da HBO, onde interpretavam o icônico Jon Snow e a destemida Ygritte, que também formavam um par romântico. Com a química na tela, dois começaram a alimentar rumores de um relacionamento em 2012. O relacionamento foi oficialmente confirmado em 2016 e eles se casaram em 2018, dois anos depois.
Warner negocia exibir títulos originais da HBO na Netflix
A Warner Bros. Discovery estaria em negociações para exibir títulos originais da HBO na plataforma da Netflix. A apuração do site americano Deadline afirma que o estúdio quer disponibilizar séries na concorrente para aumentar o rendimento financeiro das produções. Caso o acordo seja concluído, os títulos selecionados perderão o selo de exclusividade da HBO. A ação faz parte de uma mudança de estratégia da Warner Bros. para encontrar novas formas de monetizar seu catálogo de títulos enquanto implementa um plano de redução de custos. Segundo o Deadline, inicialmente a proposta não foi bem recebida pelos executivos da HBO, mas o apelo financeiro acabou falando mais alto. O acordo visa trazer mais visibilidade aos títulos da HBO através de uma nova audiência global. Caso as séries sejam disponibilizadas na Netflix, elas irão alcançar um público diferente dos assinantes da Max. A reportagem ainda revelou que a primeira série a ser negociada é a comédia “Insecure”, encerrada em 2021, que conta com cinco temporadas produzidas pela HBO. Distribuição das séries originais ao longo dos anos Embora a parceria com a Netflix surpreenda, essa não seria a primeira vez que a HBO opta por distribuir seus títulos em outras redes. Afinal, a empresa atuou apenas como um canal televisivo no decorrer de quase 50 anos. Com isso, a emissora fez acordos de exibição em outros canais para títulos como “Sex and the City”, “Curb Your Entusiasm”, “A Sete Palmos” (Six Feet Under), “Entourage” e “Sopranos”. Mais recentemente, em 2014, a HBO fechou um acordo com a Amazon Prime Video para licenciar algumas de suas produções de sucesso como “A Sete Palmos”, “A Escuta”, “Deadwood” e “Os Sopranos”. Apesar disso, as negociações foram feitas antes da Amazon se tornar concorrente direta da HBO no mercado de assinaturas premium. Todos esses acordos tinham sido encerrados ou congelados com a chegada da HBO Max no ano de 2020 – por sua vez, transformada em Max, em maio nos EUA. Entretanto, após a fusão da Warner com a Discovery, a HBO começou a distribuir produções como “Westworld” em plataformas FAST (streaming gratuito), como Roku e Tubi.












