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    Tereza Rachel (1935 – 2016)

    4 de abril de 2016 /

    Morreu a atriz Tereza Rachel, que marcou o teatro brasileiro, criou vilãs inesquecíveis de novelas e fez obras importantes do cinema nacional. Ela faleceu no sábado (2/4), aos 82 anos, após um quadro agudo de obstrução intestinal que a deixou quatro meses internada na CTI (Centro de Tratamento Intensivo) do Hospital São Lucas. Batizada Teresinha Malka Brandwain Taiba de La Sierra, ela nasceu em 19 de agosto de 1935 na cidade de Nilópolis, na Baixada Fluminense, e começou a atuar na década de 1950, já com trabalhos na TV, no cinema e no teatro. A primeira peça foi “Os Elegantes”, de Aurimar Rocha, em 1955. A estreia no cinema aconteceu no ano seguinte, na comédia “Genival É de Morte” (1956), de Aloísio T. de Carvalho, e logo em seguida veio a carreira televisiva, a partir da série “O Jovem Dr. Ricardo” na TV Tupi em 1958. A primeira metade dos anos 1960 viu multiplicar sua presença no cinema. Foram cinco filmes no período de dois anos, entre 1963 e 1965, com destaque para o clássico “Ganga Zumba” (1963), primeiro longa-metragem de Cacá Diegues, sobre escravos fugitivos e a fundação do Quilombo de Palmares, na qual viveu a senhora de uma fazenda. Participou também do drama “Sol sobre a Lama” (1963), do cineasta e crítico de cinema Alex Viany, “Procura-se uma Rosa” (1964), estreia na direção do ator Jesse Valadão, e “Canalha em Crise” (1965), do cinemanovista Miguel Borges, além de “Manaus, Glória de Uma Época” (1963), produção alemã passada na “selva brasileira”. Mas foi no teatro, na segunda metade da década, que obteve maior projeção, ao participar de peças históricas, como a montagem de “Liberdade, Liberdade”, de Flávio Rangel e Millôr Fernandes, com o Grupo Opinião em 1965, um marco do teatro de protesto. Dois anos depois, interpretou Jocasta em “Édipo Rei”, com Paulo Autran, novamente sob direção de Flavio Rangel. Em 1969, integrou o elenco da histórica encenação brasileira de “O Balcão” (1969), de Jean Genet, dirigida pelo argentino Victor Garcia. Sua relação com o teatro foi além do papel desempenhado nos palcos. Determinada a encenar cada vez mais peças de qualidade, assumiu a condição de produtora, trazendo vários textos de vanguarda para serem montados no Brasil pela primeira vez, como “A Mãe” (1971), do polonês Stanislaw Witkiewicz, que ela descobriu ao assistir a uma montagem em Paris. Empolgada, convenceu o diretor francês Claude Régy a vir ao Brasil supervisionar a montagem nacional, e o resultado lhe rendeu o prêmio Molière de melhor atriz. A vontade de manter peças ousadas por mais tempo em cartaz a levou a fundar seu próprio teatro. Aberto provisoriamente em 1971 e inaugurado em 1972, o Teatro Tereza Rachel acabou se tornando um importante polo cultural durante a década. E não apenas para montagens teatrais. Em seu palco, Gal Costa fez o cultuado show “Gal Fatal” (1971), e os cantores Luiz Gonzaga, Clementina de Jesus e Dalva de Oliveira realizaram suas últimas apresentações. O reconhecimento por seus trabalhos também se estenderam ao cinema, rendendo-lhe o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Gramado pelo papel-título de “Amante muito Louca” (1973), comédia sexual que marcou a estreia na direção de Denoy de Oliveira. Ela também estrelou o marcante “Feminino Plural” (1976), de Vera de Figueiredo, obra pioneira do feminismo brasileiro, além de “Revólver de Brinquedo” (1977), de Antônio Calmon, e “A Volta do Filho Pródigo” (1978), do marido Ipojuca Pontes. Entretanto, apesar de sua relevância cultural, o grande público só passou a acompanhar melhor sua carreira quando ela começou a aparecer nas novelas da rede Globo. Sua estreia no canal aconteceu na versão original de “O Rebu” (1974), um marco da teledramaturgia nacional, exibido no “horário adulto” da emissora, às 22 horas. Enquanto as novelas populares da emissora exploravam conflitos geracionais, a trama de “O Rebu” se passava inteiramente ao longo de dois dias, em torno de suspeitos de um assassinato cometido durante uma festa. Ela também participou de “O Grito”, outra novela ousada das 22 horas, que girava em torno dos moradores de um prédio desvalorizado pela construção do Minhocão em São Paulo. Mas foram os papeis mais populares que a consagraram na telinha. Especialmente Clô Hayalla, sua primeira grande vilã, que se materializou na novela das 20 horas “O Astro” (1977). Um dos maiores sucessos da escritora Janete Clair, “O Astro” quebrou recordes de audiência e entronizou Tereza Rachel no imaginário popular como uma perua fútil e vingativa. Ela se tornou uma das mulheres mais odiadas do Brasil ao colocar a mocinha da história, Lili Paranhos (Elizabeth Savalas), na cadeia. Além disso, era infiel (característica de mulheres malvadas da televisão), e seu amante acabou se revelando o culpado pela pergunta que mobilizou o país durante quase um ano: “Quem matou Salomão Hayalla?”, seu marido na trama. Tereza apareceu em outras novelas com menor impacto, como “Marrom-Glacê” (1978), “Baila Comigo” (1981) e “Paraíso” (1982), antes de retornar a fazer maldades em “Louco Amor” (1983), como a ricaça preconceituosa Renata Dumont, que tenta impedir o romance entre sua filha e o filho da cozinheira – e, de lambuja, entre o cunhado e uma manicure. Ainda teve seus dias de mocinha, como a Princesa Isabel na minissérie de época “Abolição” (1988), sobre o fim da escravatura no Brasil, papel que repetiu na continuação, “República” (1989), exibida no ano seguinte. Por ironia, ela não foi nada nobre quando se tornou rainha, roubando, com suas malvadezas, as cenas de “Que Rei Sou Eu?” (1988), uma das mais divertidas novelas já realizadas pela Globo. O texto de Cassiano Gabus Mendes partia dos clichês dos folhetins franceses, com direito à aventura de capa e espada e intrigas da corte de um reino imaginário, para parodiar a situação política do país. Na pele da Rainha Valentine, ela se mostrava uma governante histérica, no estilo da Rainha de Copas de “Alice no País das Maravilhas”. Mas seu despotismo era facilmente manipulado por seus conselheiros reais, que eram quem realmente mandavam no reino de Avillan, a ponto de colocarem um mendigo no trono (Tato Gabus Mendes, o filho do autor), mentindo ser um filho bastardo do falecido rei. Em contraste com essa fase de popularidade, a parceria com o marido Ipojuca Pontes lhe rendeu algumas polêmicas. No segundo filme que estrelou para o cineasta, “Pedro Mico” (1985), ela tinha uma cena de sexo com Pelé. A repercussão negativa da produção – Pelé teve muitas dificuldades nas filmagens e, no final, precisou ser dublado pelo ator Milton Gonçalves – marcou o fim de sua carreira cinematográfica. E não ajudou o fato de, logo depois, Ipojuca virar secretário nacional da Cultura do governo Collor, durante uma fase desastrosa para o cinema brasileiro, com a implosão da Embrafilme, que gerou confronto com a classe artística. O período político tumultuado levou Tereza a se afastar das telas. Ela nunca mais voltou ao cinema e só retomou as novelas em 1995, como Francesca Ferreto, uma das primeiras vítimas de “A Próxima Vítima”. Teve ainda um pequeno papel em “Era Uma Vez…” (1998), mas suas aparições seguintes aconteceram apenas como artista convidada, em capítulos de “Caras e bocas” (2009), “Tititi” (2010) e a recente “Babilônia” (2015), além da série “Alice” (2008), do canal pago HBO, com direção dos cineastas Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”) e Sérgio Machado (“Tudo o que Aprendemos Juntos”). Entre 2001 e 2008, o Teatro Tereza Rachel foi alugado para a Igreja Universal do Reino de Deus e deixou de receber produções culturais. Felizmente, o desfecho dessa história teve uma reviravolta. O local acabou tombado pelo município e reabriu como casa de espetáculos em 2012, ainda que sem o nome da atriz – virou Net Rio, mas com uma Sala Tereza Rachel. O nome de Tereza Rachel, porém, não precisa de placa para ser lembrado pela História.

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  • Série

    HBO anuncia série da autora de Garota Exemplar estrelada por Amy Adams

    3 de abril de 2016 /

    O canal pago americano HBO anunciou a produção da 1ª temporada de “Sharp Objects”, adaptação do romance “Objetos Cortantes”, primeiro livro escrito por Gillian Flynn (que já teve dois best-sellers filmados, “Garota Exemplar” e “Lugares Escuros”). A produção foi aprovada sem passar por fase de piloto, graças aos talentos envolvidos. Além da própria Flynn, que assinará os oito episódios da temporada inaugural em parceria com produtora-roteirsta Marti Noxon (criadora da série “UnReal”), a atração será estrelada por Amy Adams (a Lois Lane de “Batman vs. Superman”) e terá todos os seus capítulos dirigidos pelo cineasta Jean-Marc Vallee (“Clube de Compras Dallas”). Publicado em 2006, o livro acompanha uma jornalista (papel de Adams) que, depois de passar um tempo numa instituição psiquiátrica, precisa voltar à sua cidade natal para cobrir um caso de assassinato envolvendo duas meninas pré-adolescentes. Lá, a protagonista é forçada a conviver novamente com a sua mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca que ela mal conhece. A adaptação marcará o retorno de Amy Adams à televisão e seu reencontro com Marti Noxon. As duas começaram suas carreiras praticamente juntas na mesma série, “Buffy – A Caça-Vampiros”. Amy Adams também apareceu “Charmed”, “That ’70s Show” e outras séries do ano 2000, mas não participava de uma produção televisiva há uma década, desde que levou um fora de Jim (John Krasinski) num episódio de “The Office” de 2006. Acumulando sucessos no cinema desde então, ela está atualmente em cartaz em “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, e será vista ainda este ano na sci-fi “Story of Your Life”, de Denis Villeneuve (“Sicario”), e no thriller “Nocturnal Animals”, de Tom Ford (“Direito de Amar”), ambos ainda sem data de lançamento definida.

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  • Série

    Game of Thrones: 6ª temporada ganha novas fotos e comercial

    27 de março de 2016 /

    O canal pago americano HBO divulgou um novo comercial da 6ª temporada de “Game of Thrones” com cenas de uma vindoura batalha, que os produtores tem descrito como a mais grandiosa de toda a série. Além do vídeo, a revista Entertainment Weekly que chega às bancas na próxima semana trará seis capas diferentes, dedicadas às “Damas de ‘Game of Thrones'”. As capas podem ser vistas abaixo, assim como novas fotos divulgadas com exclusividade pela publicação. As imagens repetem alguns spoilers moderados já revelados em fotos anteriores, ao confirmarem a sobrevivência de Sansa (Sophie Turner), a cegueira de Arya (Maisie Williams), o aprisionamento de Daenerys (Emilia Clarke) pelos dohtraki e a volta de Bran Stark (Isaac Hempstead-Wright), ausente de toda a temporada anterior. Para saber o que realmente vai acontecer na nova temporada, será preciso esperar até 24 de abril, quando está prevista a estreia dos novos capítulos. Os produtores já adiantaram que a trama, a partir de agora, divergirá de sua fonte literária, já que a série ultrapassou os livros de George R. R. Martin.

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  • Série

    Game of Thrones: 6ª temporada vai abandonar história dos livros de George R.R. Martin

    26 de março de 2016 /

    Desde que ficou confirmado que a 6ª temporada de “Game of Thrones” ultrapassaria as histórias conhecidas dos livros de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, escritas por George R.R. Martin, o público vive a expectativa de ver na TV tramas ainda não publicadas. Entretanto, em entrevista ao site da revista Entertainment Weekley, os criadores da série revelaram que a situação será ainda mais complexa, pois os próximos episódios não terão relação com a história que Martin está escrevendo para o próximo volume da saga. Serão, na verdade, tramas completamente autônomas e criadas especificamente para a série, podendo divergir radicalmente dos livros ainda inéditos. “As pessoas estão discutindo se os livros receberão spoilers — e isso não é mesmo verdade”, disse David Benioff. “Muito do que estamos fazendo diverge dos livros, nesse ponto. Embora haja alguns elementos-chave que serão iguais, não falaremos muito sobre isso — e acho que George também não. De modo que as pessoas ficarão muito surpresas ao ler os livros após a série”, resumiu o produtor. Seu parceiro na série, D.B. Weiss, confirmou que havia a expectativa, desde o princípio, de a série ultrapassar os livros, e tanto os produtores quanto o escritor sabiam qual seria a consequência disso. “Nós escolhemos ver isso como uma grande coisa para ambos os lados. Existe esse incrível mundo que George criou e agora há duas versões diferentes; e não tem razão para não ficar empolgado, surpreso e consternado com ambas”, opinou. O aguardado retorno de “Game of Thrones” acontece no dia 24 de abril, no canal pago HBO. Já o sexto livro de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, intitulado “Os Ventos do Inverno”, segue sem previsão de lançamento.

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  • Série

    Togetherness é cancelada na 2ª temporada

    26 de março de 2016 /

    O canal pago americano HBO anunciou o cancelamento da série de comédia “Togetherness”, que encerra sua produção com a atual 2ª temporada, ainda em exibição. O último episódio vai ao ar no dia 10 de abril. A atração não emplacou entre o público e ainda perdeu audiência com a exibição dos novos capítulos, registrando a média de 337 mil telespectadores por episódio – menos que os 365 mil telespectadores da temporada inaugural. “Togetherness” marcou a estreia dos irmãos Mark e Jay Duplass (“Jeff e as Armações do Destino”) como roteiristas, produtores e diretores de TV, e sua trama refletia o estilo das comédias indies da dupla, ao acompanhar a vida de dois casais que moram na mesma casa. O casal central era vivido por Melanie Lynskey (série “Two and a Half Men”) e Mark Duplass, que após ter filhos começa a enfrentar crise em seu relacionamento. A situação piora quando uma parente e um amigo – Amanda Peet (“Uma Ladra Sem Limites”) e Steve Zissis (“Jeff e as Armações do Destino”) – precisam de ajuda e se mudam para o já apertado lar da família. Ao todo, a série somou 16 episódios, oito por temporada.

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    Garry Shandling (1949 – 2016)

    25 de março de 2016 /

    O famoso comediante americano Garry Shandling morreu na tarde de quinta-feira (24/3), ao sofrer um ataque cardíaco repentino em Los Angeles, aos 66 anos de idade. Ele fez muito sucesso na TV durante os anos 1980 e 1990, quando estrelou as séries “It’s Garry Shandling Show” e “The Larry Sanders Show”. Garry Emmanuel Shandling nasceu no dia 29 de novembro de 1949 em Chicago. Formado em Publicidade e Marketing, mudou-se para Los Angeles na década de 1970 para trabalhar em uma agência de propaganda, mas aproveitou a proximidade com a indústria de entretenimento para se tornar roteirista. A carreira artística começou quando ele enviou um roteiro especulativo para a série “Sanford & Son”, que acabou gravado pela rede NBC em 1975. O êxito do episódio o levou a escrever mais quatro capítulos do seriado no ano seguinte, além de uma história de “Welcome Back, Kotter”. Mas o formato dos sitcoms acabou frustrando suas expectativas. Cansado de discutir com produtores, preferiu largar a televisão para virar comediante stand-up. E logo foi “descoberto” pelo programa de variedades “The Tonight Show”. Convidado a participar da atração apresentada por Johnny Carson em 1981, fez tanto sucesso que virou atração recorrente, aparecendo como apresentador convidado em várias ocasiões, até 1987. Tanto que, quando Carson se aposentou, Shandling chegou a ser cotado para substituí-lo. A repercussão de suas aparições no “Tonight Show” lhe rendeu um especial de TV, “Garry Shandling: Alone in Vegas”, exibido pelo canal pago Showtime em 1984, que estava interessado em transformá-lo numa atração fixa de sua programação. O projeto foi a semente da primeira série estrelada pelo comediante, “It’s Garry Shandling’s Show”, criada por ele e Alan Zweibel (roteirista do humorístico “Saturday Night Live”) em 1985, como uma sátira das sitcoms tradicionais. Na trama, Shandling interpretava uma versão ficcional de si mesmo, um comediante que estrelava uma sitcom e que, durante os episódios, rompia a quarta parede, interrompendo a narrativa para conversar com o público, comentando fatos e integrando a audiência em suas histórias. Exibida até 1990, a série durou quatro temporadas, com um total de 72 episódios. Mas o grande sucesso de Shandling viria no canal concorrente, “The Larry Sanders Show”, produzida entre 1992 e 1998 para o HBO. Desta vez inspirada nas experiências de Shandling no programa de Johnny Carson, a série acompanhava os bastidores de produção de um talk show fictício, apresentado por Larry Sanders (alter-ego de Shandling) e Hank Kingsley (Jeffrey Tambor, hoje protagonista da série “Transparent”). Durante os episódios, Sanders/Shandling aparecia entrevistando celebridades reais, mas tudo seguia roteiros prévios, que embaraçavam a distinção entre os limites de um talk show real e a ficção. Desenvolvida em parceria com Dennis Klein (criador de “Cosby”), “The Larry Sanders Show” teve seis temporadas e um total de 89 episódios, mas é mais celebrada por suas mais de 50 indicações ao Emmy, que a tornaram uma das primeiras produções da TV paga valorizadas pelas mudanças promovidas pela Academia da Televisão – só a partir de 1988 séries da TV paga passaram a disputar as categorias principais, até então reservadas para programas da TV aberta. Vale lembrar que “A Família Soprano”, considerada uma espécie de marco do HBO no Emmy, só surgiu em 1999, após o fim de “The Larry Sanders Show”. Foi, portanto, a comédia de Shandling que, de fato, deu credibilidade para o canal, além de estimular seus executivos a buscar produções que desafiassem as fórmulas estabelecidas da TV aberta. Shandling aproveitou sua popularidade para também se lançar no cinema durante os anos 1990, aparecendo em comédias como “Um Dia de Louco” (1994), com Steve Martin, como dublador de um dos bichos falantes de “Dr. Dolittle” (1998), com Eddie Murphy, e “À Beira do Caos” (1998), com Sean Penn e a dupla da série “House of Cards”, Kevin Spacey e Robin Wright. Após o fim do “Larry Sanders Show”, ele escreveu e estrelou “De que Planeta Você Veio?” (2000), comédia dirigida pelo mestre Mike Nichols, em que viveu um alienígena sem emoções que vem à terra em busca de uma esposa para procriar. Seu par perfeito era Annette Bening, com quem ele também trabalhou em “Segredos do Coração” (1994). Mas não houve química com o público e a crítica, resultando num fracasso de bilheteria e resenhas negativas. Na mesma época, ele ainda coestrelou “Ricos, Bonitos e Infiéis” (2001), produção repleta de estrelas, e gozou seus últimos instantes de fama ao aparecer como si mesmo na série “Arquivo X” (num episódio de 2000) e nas comédias “Zoolander” (2001) e “Metido em Encrenca” (2001). Entretanto, a ausência na telinha logo fez as ofertas de papeis diminuírem, a ponto dele passar vários anos sem filmar. Fora uma dublagem na animação “Os Sem Floresta” (2006), Shandling só foi reaparecer nos filmes da Marvel, interpretando um senador, chamado Stern, em “Homem de Ferro 2” (2010) e “Capitão América 2: O Soldado Invernal” (2014). Foi seu último papel. Shandling nunca se casou, mas entre 1987 e 1994 viveu com Linda Doucett, atriz e modelo que integrou o elenco recorrente de “The Larry Sanders Show”.

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    Game of Thrones: Novas fotos revelam destino de personagens

    23 de março de 2016 /

    A HBO divulgou sete novas fotos da 6ª temporada de “Game of Thrones”. Apesar do número reduzido, elas trazem alguns spoilers moderados como a leva anterior, ao confirmarem a sobrevivência de Sansa (Sophie Turner), a cegueira de Arya (Maisie Williams) e o aprisionamento de Daenerys (Emilia Clarke) pelos dohtraki, além de mostrarem algo curioso: Tyrion (Peter Dinklage) devolvendo vinho para uma jarra, num sinal de que pretende ficar sóbrio para administrar o reino de Meereen. Para saber o que realmente vai acontecer na nova temporada, será preciso esperar até 24 de abril, quando está prevista a estreia dos novos capítulos – os primeiros que serão exibidos sem spoilers literários, já que o enredo ultrapassou a trama conhecida nos livros de George R. R. Martin.

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    Criadores de Game of Thrones garantem que a próxima temporada é a melhor de toda a série

    22 de março de 2016 /

    Aproveitando a liberdade inédita de realizar uma temporada inteira sem a sombra literária dos livros de George R.R. Martin, os criadores da série “Game of Thrones” garantem que os novos episódios da série são os melhores que eles já escreveram e produziram. David Benioff e Dan Weiss já assistiram a uma edição preliminar da nova temporada e afirmaram, em entrevista à revista Entertainment Weekly, que estão muito orgulhosos dos novos capítulos. “Esta temporada não tem um único episódio ruim”, disse Benioff. “Nós pensávamos, já na fase de roteiro, que esta poderia ser nossa temporada mais forte. Os episódios vieram melhor do que esperávamos. Sempre ficamos relutante em dizer ‘é a melhor temporada’. Mas assistindo a tudo junto, agora, eu posso dizer que esta é a melhor que já fizemos”, completou David Benioff. Os novos episódios prometem a resolução de muitos mistérios, como o retorno de Bran Stark (Isaac Hempstead Wright), que sumiu da última temporada, além de revelar se a morte de Jon Snow (Kit Harington) é realmente definitiva. A 6ª temporada de “Game of Thrones” estreia no dia 24 de abril, tanto nos EUA quanto no Brasil, com exibição no canal pago HBO.

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    Silicon Valley: Veja o trailer legendado da 3ª temporada

    22 de março de 2016 /

    O canal pago HBO divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada de “Silicon Valley”. A prévia mostra os gênios nerds da informática perdendo controle da empresa que criaram. A série é criação de Mike Judge (criador de “Beavis e Butt-Head” e “O Rei do Pedaço”), em parceria com John Altschuler e Dave Krinsky (roteiristas de “O Rei do Pedaço”), e acompanha um grupo de amigos que procuram se destacar na florescente indústria de tecnologia, e para isso decidem montar a sua própria empresa. O elenco inclui Thomas Middleditch (“Os Candidatos”), T.J. Miller (“Deadpool”), Zach Woods (série “The Office”), Martin Starr (série “Party Down”), Kumail Nanjiani (série “Franklin & Bash”), Josh Brener (“Os Estagiários”) e Amanda Crew (“A Incrível História de Adeline”). A 3ª temporada estreia em 24 de abril.

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    Veep: Julia Louis-Dreyfus tenta a reeleição no trailer da 5ª temporada

    21 de março de 2016 /

    O canal pago HBO divulgou um novo trailer da 5ª temporada de “Veep”. A prévia mostra como a presidente vivida por Julia Louis-Dreyfus estraga suas chances de reeleição com comentários equivocados, entrevistas desastrosas e até dormindo com um executivo de Wall Street. Detalhe: esse novo personagem é vivido por John Slattery, da série “Mad Men”. Criada por Armando Iannucci (“In the Loop”), “Veep” narra as desventuras políticas de uma neurótica (Julia Louis-Dreyfus, da série “The New Adventures of Old Christine”), que consegue o cargo de vice-presidente dos EUA, acaba virando presidente ao longo da série, mas nem por isso descobre o que fazer no cargo, fora pensar em sua reeleição. “Veep” já rendeu quatro prêmios Emmy consecutivos para Julia Louis-Dreyfus e a 5ª temporada estreia em 24 de abril na HBO.

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    Trailer da 6ª temporada de Game of Thrones é visto mais de 30 milhões de vezes em 24 horas

    10 de março de 2016 /

    O trailer da 6ª temporada de “Game of Thrones” bateu um recorde de visualizações do canal pago americano HBO. Lançado na terça (8/3), o vídeo foi visto 30 milhões de vezes em menos de 24 horas – 8 milhões no YouTube e 22 milhões na página oficial da série no Facebook. O canal pago HBO confirmou ao site da revista Entertainment Weekly que se trata de um recorde para um lançamento de trailer de série. O trailer da 5ª temporada de “Game of thrones” detinha o antigo recorde, com 27 milhões de visualizações em suas primeiras 24 horas. A razão de tanto sucesso se deve ao destino suspenso de vários personagens e a demora do escritor George R.R. Martin para publicar seu próximo livro da saga. Com isso, a série vai superar, na atual temporada, os volumes escritos sobre os sete reinos de Westeros. Além disso, o trailer faz várias revelações sobre a trama dos próximos capítulos, comprovando, inclusive, que Jon Snow (Kit Harington) está mesmo morto. Só não se sabe por quanto tempo. Confira aqui.

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    Game of Thrones: Trailer violento revela rumos da 6ª temporada

    9 de março de 2016 /

    O canal pago HBO divulgou o primeiro trailer completo da 6ª temporada de “Game of Thrones”, que revela os rumos da trama, apresentando cenas violentas e impactantes. A prévia confirma que Sansa (Sophie Turner) e Theon (Alfie Allen) sobreviveram à queda da torre de Winterfell, Daenerys (Emilia Clarke) foi escravizada pelos dohtraki e Arya (Maisie Williams) realmente ficará cega. E isso é só o aperitivo, como demonstra a volta de Jamie (Nikolaj Coster-Waldau), que inspira Cersei (Lena Headey) a partir para a guerra contra os crentes do Alto Pardal (Jonathan Pryce), numa luta para retomar o controle de Porto Real. Há também um encontro assustador entre Bran (Isaac Hempstead Wright) e o líder dos Caminhantes Brancos. Entretanto, como não poderia deixar de ser, o começo e o fim do vídeo dedicam-se ao destino de Jon Snow (Kit Harington). Como o próprio Harington já havia dito, ele aparece como um cadáver, deixando claro, para encerrar as discussões, que Jon Snow está morto. Mesmo assim, a cena final, em que Sor Davos (Liam Cunningham) desembainha sua espada para defender cadáver dos traidores da Patrulha da Noite, alimenta a teoria favorita dos fãs da série: de que Jon Snow será ressuscitado pela Bruxa Vermelha Melissandre (Carice van Houten). É dela, por sinal, a frase mais importante do trailer: “A grande vitória que eu vi nas chamas. Aquilo tudo era uma mentira”. Será? Tudo isso ao som de um cover acústico de “Wicked Game”, sucesso de Chris Isaak nos anos 1980, regravado por James Vincent McMorrow. Para saber o que realmente vai acontecer na nova temporada, será preciso esperar até 24 de abril, quando está prevista a estreia dos novos capítulos – os primeiros que serão exibidos sem spoilers literários, já que o enredo ultrapassou a trama conhecida nos livros de George R. R. Martin.

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    Game of Thrones: Kit Harington confirma que Jon Snow aparecerá na 6ª temporada

    7 de março de 2016 /

    O ator Kit Harington, que interpreta Jon Snow em “Game of thrones”, confirmou que seu personagem voltará a ser visto na 6ª temporada da série. Mas morto, segundo ele. “Eu filmei algumas cenas em que estava morto, mas não tenho a menor ideia do que vai acontecer. Eu sei por quanto tempo eu serei um cadáver, mas não posso revelar”, o ator contou, em entrevista à revista Time Out London. Esta seria a razão de ele ter sido visto na Irlanda do Norte com o elenco. Harington ainda acrescentou que não está mais na série, por isso não sabe o que acontecerá. O problema dessa versão é que, além das fotos em que foi flagrado se divertindo na noite de Belfast com integrantes do elenco, ele também foi fotografado no set de gravações, numa cena de batalha. Não exatamente morto. No final da temporada anterior, Jon foi traído e esfaqueado por seus companheiros da Patrulha da Noite. Ele terminou o último episódio caído na neve, sangrando, com olhar fixo para o céu. Para saber o que realmente vai acontecer na nova temporada, será preciso esperar até 24 de abril, quando está prevista a estreia dos novos capítulos – os primeiros que serão exibidos sem spoilers literários, já que o enredo ultrapassou a trama conhecida nos livros de George R. R. Martin.

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