Bilheteria | “Guerra Civil”, com Wagner Moura, lidera arrecadação de cinemas brasileiros
Lançamento registrou a maior abertura do estúdio americano A24 no Brasil e a maior bilheteria do ano para a distribuidora brasileira Diamond Films.
Bilheteria | “Guerra Civil”, com Wagner Moura, se mantém em primeiro lugar nos EUA
Thriller distópico superou três novos lançamentos para ser o mais visto da América do Norte pela segunda semana consecutiva
Estreias | “Guerra Civil” é principal lançamento de cinema
Programação também destaca o terror "Abigail" e os filmes brasileiros "Vidente por Acidente", "Sem Coração" e "Jorge da Capadócia"
“Guerra Civil”, com Wagner Moura, lidera bilheterias e quebra recordes nos EUA
Thriller distópico registra maior estreia do estúdio A24 em todos os tempos e maior bilheteria de uma produção para maiores em 2024
Bilheteria | “Guerra Civil”, com Wagner Moura, bate recorde na estreia nos EUA
Thriller distópico tem maior abertura da história do estúdio A24 e deve fechar fim de semana com mais de US$ 20 milhões
Trailer | “Guerra Civil”, superprodução com Wagner Moura, ganha prévia nacional
Ator vive jornalista que cobre o avanço de tropas insurgentes contra o governo americano, numa visão distópica do futuro assinada pelo diretor de "Ex-Machina" e "Aniquilação"
Trailer | EUA mergulham na “Guerra Civil” em prévia tensa com Wagner Moura
Atores vivem jornalistas que cobrem o avanço de tropas insurgentes contra o governo americano, numa visão distópica do diretor de "Ex-Machina" e "Aniquilação"
Campanha de bolsonaristas pode dar outro sucesso a Wagner Moura no cinema
A hashtag #BoicoteaWagnerMoura voltou a aparecer no X (antigo Twitter) nesta terça-feira (19/12), alimentada por pessoas identificadas como “bolsonaristas”. O alvo é o novo filme do ator, uma produção americana chamada “Guerra Civil”, que só estreia em junho de 2024. Histórico de boicotes Esta é a quarta campanha de boicote a filmes disparada por bolsonaristas. A primeira, por sinal, teve como alvo o próprio Wagner Moura. Eles se empenharam com muito afinco contra “Marighella”, filme dirigido por Wagner Moura, que acabou se tornando a maior bilheteria brasileira de 2021. Também se manifestaram contra “Medida Provisória”, dirigido por Lázaro Ramos, que virou outro sucesso de público – a quarta maior bilheteria nacional do ano passado. A terceira tentativa foi uma nova investida contra Lázaro Ramos, mirando o filme “Ó Pai, Ó”. Após a iniciativa, a comédia esgotou sessões em Salvador, na Bahia, estreou com R$ 1 milhão nas bilheterias e encerrou seu passagem pelos cinemas com a maior bilheteria do Nordeste em 2023. Ao todo, o filme fez R$ 2,2 bilhões na região, que mesmo sem computar o resto do país já representa uma das maiores arrecadações de um filme nacional neste ano. Lázaro e Wagner se tornaram alvo de bolsonaristas por terem apoiado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. Mas embora o ódio esteja concentrado apenas nos dois, milhares de outros artistas também fizeram o mesmo, declarando voto em Lula. Até o momento, as campanhas tiveram resultado inverso, ajudando a divulgar as produções com o engajamento nas redes sociais. Muitas pessoas que não tinham ouvido falar nos filmes acabaram interessadas em conhecer o motivo da discórdia. Além disso, o público declarado de esquerda também tem comprado as brigas e prestigiado os alvos. Essa audiência ainda zoa as iniciativas, afirmando que não surtem efeito porque bolsonaristas nunca veem filmes brasileiros mesmo. Novo filme polêmico Vale observar que o novo filme estrelado por Wagner Moura tem um tema especialmente incômodo para extremistas. O thriller de ação se passa num futuro próximo e distópico, em que a polarização dos EUA mergulha o país numa luta brutal pelo poder. A trama acompanha um grupo de jornalistas tentando cobrir o avanço de militares alinhados com a ideologia de ultradireita, que pretendem atacar a capital do país. Alvos de tiros e bombas, os jornalistas são vividos por Wagner Moura e Kirsten Dunst (“Melancolia”). Na trama, 19 estados se separaram da União, formando um exército de Forças Ocidentais que desafiam o governo e o poderio militar dos estados do Leste. Reflexo da divisão real criada no país durante o governo de Donald Trump, o filme tem roteiro e direção de Alex Garland, cineasta de ficções científicas premiadas como “Ex-Machina” e “Aniquilação”. O elenco também inclui Cailee Spaeny (“Priscilla”), Jesse Plemons (“Assassinos da Lua das Flores”), Nick Offerman (“The Last of Us”), Stephen McKinley Henderson (“Beau Tem Medo”), Jefferson White (“Yellowstone”) e Sonoya Mizuno (“A Casa do Dragão”). A produção é a mais cara da história da A24, estúdio responsável por filmes como “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (vencedor do Oscar 2023), “Midsommar” (2019) e “X – A Marca da Morte” (2022) e “Priscilla” (2023). A estreia está marcada para 11 de julho no Brasil, quase três meses após o lançamento nos EUA (em 26/4). A expectativa é tanta que o trailer americano do filme, ainda sem versão oficial no Brasil, já ganhou diversas alternativas legendadas por fãs no YouTube.
Wagner Moura tenta sobreviver à Guerra Civil nos EUA em trailer de filme polêmico
O estúdio indie americano A24 divulgou o trailer de “Guerra Civil”, um thriller de ação passado num futuro próximo e distópico, em que a polarização dos EUA mergulha o país numa luta brutal pelo poder. A prévia acompanha um grupo de jornalistas tentando cobrir o avanço de militares, alinhados com a ideologia de ultradireita, contra a capital do país. Alvos de tiros e bombas, os jornalistas são vividos por Wagner Moura (“Narcos”) e Kirsten Dunst (“Melancolia”). Na trama, 19 estados se separaram da União, formando um exército de Forças Ocidentais que avançam contra o poderio militar dos estados do Leste. Reflexo da divisão real criada no país durante o governo de Donald Trump, o filme tem roteiro e direção de Alex Garland, cineasta de ficções científicas premiadas como “Ex-Machina” e “Aniquilação”. O elenco também inclui Cailee Spaeny (“Priscilla”), Jesse Plemons (“Assassinos da Lua das Flores”), Nick Offerman (“The Last of Us”), Stephen McKinley Henderson (“Beau Tem Medo”), Jefferson White (“Yellowstone”) e Sonoya Mizuno (“A Casa do Dragão”). A estreia está marcada para 18 de abril no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Trailer de A Cabeça de Gumercindo Saraiva mostra guerra mais sangrenta do Brasil
A Elo Company divulgou o trailer de “A Cabeça de Gumercindo Saraiva”, novo filme de Tabajara Ruas, especialista em épicos gaúchos. Desta vez, o tema não é a Guerra dos Farrapos, mas o conflito posterior, a Revolução Federalista, que aconteceu após a Proclamação de República no final do século 19. Uma das mais sangrentas páginas da História do Brasil, o conflito ficou marcado pelo costume de cortar cabeças dos inimigos. A trama acompanha a saga macabra do filho do comandante rebelde Gumercindo Saraiva, ao tentar resgatar a cabeça do pai, decapitada por revolucionários legalistas e enviada como troféu ao governador gaúcho Júlio de Castilhos. Além dos soldados, a paisagem dos pampas é quase um personagem à parte, fotografada como um western grandioso. O elenco é encabeçado por Murilo Rosa (“A Comédia Divina”), Marcos Pitombo (atualmente na novela “Orgulho e Paixão”), Allan Souza Lima (“Aquarius”) e Leonardo Machado (“O Tempo e o Vento”). “A Cabeça de Gumercindo Saraiva” estreia no dia 25 de outubro.
Angelina Jolie visita cidade iraquiana destruída pela guerra contra o Estado Islâmico
A atriz Angelina Jolie visitou no sábado (16/6) a cidade iraquiana de Mossul, transformada em destroços pela guerra contra o Estado Islâmico, na qualidade de embaixadora especial da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur). Ela aproveitou a oportunidade para pedir à comunidade internacional que não se esqueça dos iraquianos. “Espero que haja um compromisso contínuo para reconstruir e estabilizar toda a cidade (de Mossul). E faço uma chamada à comunidade internacional para que não se esqueça de Mossul e não desvie sua atenção dessas pessoas”, disse em discurso diante das ruínas da mesquita Al-Nuri, onde o líder do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al Baghdadi, instaurou o “califado”, que levou a região à guerra. Jolie caminhou entre as ruínas dos edifícios nas estreitas ruas da parte antiga da cidade e se reuniu com famílias que perderam tudo, para saber como estavam os esforços para reconstruir a comunidade, quase um ano depois de Mossul ser recuperada pelas forças iraquianas. “Esta é a pior devastação que vi em todos os meus anos trabalhando com a Acnur. Aqui, as pessoas perderam tudo: seus lares foram destruídos… não têm remédios para seus filhos e muitos não têm água corrente e nem serviços básicos. Ainda estão rodeados de corpos entre os escombros”, afirmou. A batalha na parte antiga foi a última fase da ofensiva em Mossul, que durou quase nove meses, e foi a mais sangrenta de todas as iniciadas pelas forças iraquianas apoiadas pela coalizão internacional, liderada pelos Estados Unidos. “Frequentemente a gente acredita, como comunidade internacional, que quando a luta termina, o trabalho está terminado. Mas as condições que observei aqui no oeste de Mossul são espantosas”, indicou Jolie, em um dia de celebração pelo Eid al-Fitr, que marca o fim do mês sagrado do Ramadã. Os iraquianos “estão traumatizados, mas também têm esperanças. Estão limpando suas casas com as próprias mãos, e se oferecem como voluntários, ajudam uns aos outros. Mas eles necessitam da nossa ajuda”, acrescentou a atriz.
Madonna vai dirigir seu terceiro filme
A cantora Madonna vai voltar a trocar o microfone pelas câmeras de cinema. Já distante dos fracassos comerciais de “Sujos e Sábios” (2008) e “W.E.: O Romance do Século” (2011), ela anunciou planos de dirigir seu terceiro filme. Trata-se de “Taking Flight”, cinebiografia da bailarina Michaela DePrince, com produção do estúdio MGM. O longa será baseado nas memórias da própria bailarina, nascida na Serra Leoa e adotada por uma família americana de Nova Jersey. O pai da menina foi assassinado por rebeldes, durante a guerra civil que incendiou o país africano, quando ela tinha 3 anos de idade e sua mãe morreu de febre e fome uma semana depois. Ela também teve três irmãos que morreram jovens. Sem condições de criá-la, seu tio a enviou para um orfanato, onde ela foi encontrada e adotada por uma família americana. Ela cresceu com 11 irmãos, nove deles adotados como ela, e foi incentivada pela família, ao notar seu talento como dançarina, a seguir o balé. Ela se formou no American Ballet Theatre de Nova York e fez sua estréia profissional aos 17 anos no Joburg Ballet na África do Sul. Em pouco tempo começou a chamar atenção. Apareceu no documentário de balé “First Position”, num dos vídeos de “Lemonade” de Beyoncé e, agora, aos 20 anos, é uma bailarina solo do Balé Nacional da Holanda. “A jornada de Michaela me tocou profundamente tanto como artista quanto como uma ativista que entende a adversidade. Temos uma oportunidade única de falar sobre a Serra Leoa e fazer de Michaela uma voz para todas as crianças órfãs com as quais ela cresceu. Estou honrada em trazer sua história à vida”, disse Madonna no comunicado do anúncio da produção. Madonna também abordou órfãos africanos como produtora e roteirista do documentário “I Am Because We Are” (2008), sobre os mais de 1 milhão de órfãos do Malawi, devido à pandemia da AIDS na região. A bailarina Michaela DePrince comemorou a notícia em seu Instagram. Veja abaixo. So excited to announce that I’m working with this wonderful human being and she’s directing my movie about my life. @madonna. Another incredible person I’m excited to work with is the one and only @thecamillard ❤️? #michaeladeprince Uma publicação compartilhada por Michaela DePrince (@michaeladeprince) em 13 de Mar, 2018 às 12:04 PDT
Filme africano de diretor brasileiro vence Festival de Cartago e vai buscar vaga no Oscar
A 28ª edição do Festival de Cartago, um dos mais importantes eventos do cinema africano e árabe, premiou no sábado (11/11) em Túnis, na Tunísia, o filme “Comboio de Sal e Açúcar”, dirigido pelo brasileiro Licínio Azevedo. Coprodução de cinco países, inclusive Brasil, o filme é na verdade de 2016 e já tinha rendido a Azevedo o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cairo, no Egito, no ano passado. Além disso, entrou para a história do cinema ao se tornar o primeiro longa selecionado por Moçambique para tentar uma vaga no Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. Licínio Azevedo mora em Moçambique desde 1975 e é um dos fundadores da empresa moçambicana de produção de cinema Ébano Multimédia, principal produtora do filme – e de vários outros longas-metragens e documentários premiados em todo o mundo. “Comboio de Sal e Açúcar” é seu quinto longa de ficção. Entre os anteriores, estão “Desobediência” (2003), premiado no Festival de Biarritz, e “Virgem Margarida” (2012), premiado em Amiens. Descrito como um “western africano”, o filme que venceu o troféu Tanit de Ouro mostra a perigosa viagem de um grupo, a bordo de um trem que tenta trocar sal por açúcar, atravessando zonas rebeldes de Moçambique em 1989, durante a guerra civil que varreu o país africano. Veja abaixo o trailer, repleto de cenas de ação, cuja narrativa envolvente destaca a divisão entre militares e civis no trem (comboio) que batiza a produção. “Comboio de Sal e Açúcar” chegou a ser exibido no Festival do Rio, mas, apesar de falado em português, não tem previsão de lançamento comercial no Brasil.







