PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Katy Keene: Spin-off de Riverdale ganha primeiro trailer

    16 de maio de 2019 /

    A rede The CW divulgou o primeiro trailer de “Katy Keene”, série que fará parte da programação da próxima temporada. A atração é um spin-off de “Riverdale” baseado nos quadrinhos homônimos, publicados desde os anos 1940 pela editora Archie Comics. A trama ganhou uma roupagem mais moderna para a TV. Em vez de atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, como na publicação original, Katy Keene será uma personal shopper nova-iorquina que sonha virar uma fashion designer. A atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) vai viver a personagem-título, mas o maior destaque da produção deve ser Ashleigh Murray repetindo seu papel de Josie McCoy, de “Riverdale”. Curiosamente, a atração vai incluir mais dois personagens dos quadrinhos (e série animada) de “Josie e as Gatinhas”, os irmãos Cabot, que, como Josie, serão interpretados por atores negros. A eterna vilã Alexandra Cabot será interpretada por Camille Hyde (“American Vandal), enquanto Alexander terá interpretação de Lucien Laviscount (“Scream Queens”). Mas eles serão coadjuvantes. Ao lado de Katy e Josie, a trama dará destaque para Jorge/Ginger Lopez (Jonny Beauchamp, a Angelique de “Penny Dreadful”) e e Pepper Smith (Julia Chan, a Dra. Maggie Lin de “Saving Hope”), além de K.O. Kelly (Zane Holtz, da série “From Dusk to Dawn”), o namorado atlético de Katy Keene nos quadrinhos. Duas curiosidades: Ginger Lopez é uma garota nas publicações de Archie e Pepper costumava ser a melhor amiga de Josie até 1969, quando foi substituída por Valerie – originalmente era a única integrante negra da banda Josie e as Gatinhas. A atração foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa, responsável também por “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, todas baseadas em quadrinhos da Archie Comics.

    Leia mais
  • Série

    Produtor Greg Berlanti bate recorde com 18 séries no ar nos EUA

    11 de maio de 2019 /

    O domínio televisivo do produtor-roteirista Greg Berlanti bateu novo recorde. Dois anos após se tornar o produtor com mais séries no ar ao mesmo tempo, ele ampliou essa influência com a aprovação de todos os três pilotos que desenvolveu para a temporada de inverno (fall season). Nos próximos meses, ele atingirá o total de 18 séries exibidas simultaneamente nos Estados Unidos. As novidades da próxima temporada são “Batwoman” e “Katy Keene” na rede The CW e “Prodigal Son” na Fox. Com isso, o produtor entrou na Fox, influenciando a programação de quatro das cinco redes de TV do país. A maior presença se dá na CW, onde Berlanti produz nada menos que nove séries – mais da metade de toda a programação do rede. No outono americano, “Batwoman” e “Katy Keene” vão se juntar a “Arrow”, “Black Lightning”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow”, “Riverdale”, “Supergirl” e “All American”. O produtor também tem “God Friended Me” e a novata “The Red Line” na CBS, e “Blindspot” na NBC. Ele também faz sucesso em streaming, com duas séries na Netflix, “You” e “O Mundo Sombrio de Sabrina” (“Chilling Adventures of Sabrina”), e três na DC Universe: “Titãs” (Titans), “Doom Patrol” (Patrulha do Destino) e a vindoura “Stargirl” (prevista para 2020). Duas dessas séries vão acabar em 2020: “Arrow” e “Blindspot”, que foram renovadas para suas últimas temporadas. Mas Berlanti assinou um contrato de US$ 400 milhões com a WBTV (Warner Bros. Television), no ano passado, para se manter ocupado no estúdio desenvolvendo ainda mais atrações – visando, inclusive, o lançamento do serviço de streaming da WarnerMedia em 2020. Ele e Sarah Schechter, diretora executiva da Berlanti Productions, recentemente recrutaram dois executivos de comédias para expandir produções na próxima temporada de desenvolvimento, para a qual o megaprodutor planeja várias novidades. Berlanti abordou seu marco histórico um série de posts no Twitter, em que agradeceu sua equipe pelo sucesso. “Existe um mito nesse negócio que uma pessoa é capaz de fazer tudo. Em minha experiência, isso realmente é um mito. Eu nunca teria nenhum sucesso se não fosse devido às pessoas com quem eu trabalho”, escreveu, elogiando especialmente sua diretora Sarah Schechter, “a contratação mais inteligente da minha vida, que estaria produzindo 18 séries em outro lugar se não estivesse aqui”, além de “todos os showrunners, roteiristas, diretores, equipes, atores, executivos do estúdio e das redes” com quem a Berlanti Productions faz negócios. O executivo ressaltou mais de uma vez que é uma ilusão achar que ele é responsável sozinho pelo sucesso de sua empresa. “Pode parecer, pelo nome da produtora, que eu trabalho mais que todos – talvez eu devesse ter pensado nisso quando a batizei, mas jamais pensei que nos tornaríamos tão grandes. Mas eu não sou mais ocupado que os muitos profissionais talentosos com quem trabalho diariamente”, explicou. “Uma das coisas que me dá mais orgulho na nossa empresa é a nossa dedicação e o apoio a cada um dos nossos criadores e artistas”, ele acrescentou, dizendo que “todos poderiam ter suas próprias séries em qualquer lugar”. Sua função seria dar liberdade para a criatividade fluir e suporte para que os projetos aconteçam. E, com isso, lembrou que “ninguém precisa fazer tudo sozinho”, especialmente um roteirista com uma ideia ótima que não sabe como começar a tirá-la do papel.

    Leia mais
  • Série

    CW oficializa séries de Batwoman, Katy Keene e Nancy Drew

    7 de maio de 2019 /

    A rede The CW aprovou três de seus pilotos, encomendado a produção de temporadas inaugurais para as novas séries “Batwoman”, “Katy Keene” e “Nancy Drew”. Todas são baseadas em IPs (sigla em inglês de propriedades intelectuais) conhecidas, como tem sido prioridade dos canais e plataformas na disputa (cada vez mais acirrada) pela audiência. Duas das produções são spin-offs. A personagem-título de “Batwoman” chegou a ser introduzida no crossover “Elseworlds”, que juntou três séries de super-heróis da DC Comics exibidas pelo CW. E “Katy Keene” se passa no mesmo universo de “Riverdale”. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose (“Megatubarão) será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Como a série vai se passar em Gotham City, também apresentará alguns personagens conhecidos dos quadrinhos de Batman. Caroline Dries é a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Para completar, a direção do piloto aprovado foi realizada por Marcos Siega, que no ano passado emplacou os pilotos de “God Friended Me” e “The Passage”. “Katy Keene” é baseada nos quadrinhos homônimos, que são publicados desde os anos 1940 pela editora Archie Comics. Mas ganhará uma roupagem mais moderna. Em vez de atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, como na publicação original, ela será uma personal shopper nova-iorquina que sonha virar uma fashion designer. A série traz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) como a personagem-título e também contará com Ashleigh Murray repetindo seu papel de Josie, de “Riverdale”. Curiosamente, a atração vai incluir mais dois personagens dos quadrinhos (e série animada) de “Josie e as Gatinhas”, os irmãos Cabot, que, como Josie, serão interpretados por atores negros. A eterna vilã Alexandra Cabot será interpretada por Camille Hyde (“American Vandal), enquanto Alexander terá interpretação de Lucien Laviscount (“Scream Queens”). A atração foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa, que também lançou “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, todas baseadas em quadrinhos da Archie Comics. Por fim, “Nancy Drew” é a nova encarnação da detetive mirim criada na literatura juvenil em 1930. Em seu contexto original, Nancy era uma pré-adolescente que vivia com seu pai na cidadezinha de River Heights, resolvendo mistérios que envolviam os jovens da vizinhança. A menina só começou a crescer a partir dos anos 1980, quando uma nova série literária, “The Nancy Drew Files”, passou a incluir enredos românticos. Popular e influente, Nancy Drew foi o protótipo de todas as detetives femininas adolescentes, incluindo Veronica Mars e até a Velma de “Scooby Doo”. Além de dezenas de livros, a personagem também já apareceu em cinco filmes (o mais recente é de 2007, com Emma Roberts no papel-título) e duas séries televisivas (nos anos 1970 e 1990), sem esquecer de games e produtos variados. A versão da CW mostrará uma Nancy Drew mais velha. Mas não tanto, acompanhando a personagem como uma jovem adulta de 18 anos – ou seja, “Veronica Mars”. O projeto foi escrito por Noga Landau (roteirista do terror tecnológico “Tau” e da série “The Magicians”) e vai mostrar Nancy após sua formatura do ensino médio. Quando ela acha que vai deixar sua cidade natal para ir a faculdade, uma tragédia familiar a detém por mais um ano, envolvendo-a em uma investigação de assassinato fantasmagórica – enquanto sua investigação revela segredos mais profundos do que jamais imaginou. A produção é de Josh Schwartz e Stephanie Savage (dupla de “Gossip Girl”, “Dinasty” e “Runaways”). Nancy será interpretada por Kennedy McMann, atriz novata que apareceu num episódio de “Law & Order: SVU” e tem sido apontada como potencial revelação da temporada. Ela terá companhia de Freddie Prinze Jr. (o Fred nos filmes live-action de “Scooby-Doo”), que viverá seu pai, além de Maddison Jaizani (“Into the Badlands”), Alex Saxon (“Os Fosters”) e Tunji Kasim (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). Além desses projetos, o canal tinha outros três pilotos para avaliar. Embora não tenha sido imediatamente aprovado, “Glamourous” foi colocado “em contenção”. Ou seja, a CW quer avaliar melhor e, por via das dúvidas, mantém elenco e equipe sob contrato por mais tempo. A comédia de Jordon Nardino (roteirista de “Quantico” e “Star Trek: Discovery”) acompanha um adolescente que recusa rótulos de gênero e acaba arranjando emprego na indústria de cosméticos. Ben J. Pierce (“Guidance”) tem o papel principal, num elenco com John Barrowman (“Arrow”), Peyton List (“Light as a Feather”) e a veterana Brooke Shields (“Jane the Virgin”). Apesar do IP forte, o projeto de “The Lost Boys”, adaptação do filme de vampiros “Os Garotos Perdidos”, não atendeu às expectativas da CW, que encomendou a produção de um segundo piloto para a próxima temporada. Isso significa que os executivos da rede gostaram da ideia, mas não de sua execução. Tyler Posey (“Teen Wolf”) tinha o papel principal, porém são esperadas mudanças no elenco. Já o spin-off de “Jane the Virgin”, intitulado “Jane the Novela”, foi totalmente descartado.

    Leia mais
  • Série

    Netflix salvou terceira série de menor audiência dos Estados Unidos

    28 de abril de 2019 /

    A Netflix ajudou a salvar a série “All American” do cancelamento. A atração foi muito mal de audiência em sua 1ª temporada e sua renovação foi considerada uma surpresa, já que, com apenas 670 mil telespectadores por episódio, era a terceira série menos vista na TV aberta dos Estados Unidos. O motivo para sua continuação agora veio à tona. A rede The CW tem um acordo com a Netflix para disponibilizar suas séries na plataforma, após a finalização das temporadas. E “All American” bombou em streaming. O produtor Greg Berlanti confirmou para o site Deadline que o drama esportivo virou um sucesso enorme na plataforma. “A Netflix nos informou que ‘All American’ chegou a ser a terceira série mais vista em toda a plataforma durante uma semana inteira. Entre os adolescentes, foi a segunda colocada”, revelou. Berlanti comparou o alcance de “All American” com “Riverdale”, outra série que ele também produz e que virou hit ao entrar na Netflix, dobrando sua audiência no retorno à TV aberta. Mas nem sempre esse fenômeno acontece. Apesar de ser exibida na Netflix, “Dynasty” não rendeu público extra para a rede CW. De fato, a série novelesca tem menos audiência que “All American”. É a segunda série menos vista na TV aberta americana – a atração que lidera o ranking negativo, “Crazy Ex-Girlfriend”, também da CW, foi cancelada nesta temporada. A 1ª temporada de “All American” foi exibida no Brasil pelo canal pago Warner. A série é inspirada pela vida real de Spencer Paysinger, jogador profissional da NFL – e chegou a ser chamada de “Spencer”, durante seu desenvolvimento. Spencer é vivido por Daniel Ezra (da série “The Missing”). Ele é introduzido na trama como um jogador de futebol americano colegial do bairro pobre, negro e violento de Crenshaw, que chama atenção de um olheiro (Taye Diggs, de “Private Practice”) e é recrutado para jogar no colégio dos filhos de milionários da cidade, Beverly Hills High. Seu chegada gera inveja nos riquinhos de Los Angeles, mas inspira sua família a buscar o melhor para seu futuro. Paralelamente, seu destino também tem impacto na família do homem que o escolheu para trazer vitórias para o time, numa colisão de perspectivas de diferentes mundos. Não é difícil entender a razão do sucesso na Netflix, já que a premissa sugere um remix de três atrações da década passada, juntando o futebol americano colegial de “Friday Night Lights”, o novato rejeitado pelos mimados de “The O.C.” e a locação privilegiada de “90210”. O elenco também inclui o vilãozinho Cody Christian (série “Teen Wolf”), Samantha Logan (série “13 Reasons Why”), Monet Mazur (série “Castle”), Bre-z (série “Empire”), Michael Evans Behling (visto em “Empire”), Karimah Westbrook (“Suburbicon”) e Danielle Campbell (série “The Originals”).

    Leia mais
  • Série

    Ator de Game of Thrones vai viver Bruce Wayne na série dos Titãs

    11 de abril de 2019 /

    O ator Iain Glen, intérprete de Jorah Mormont em “Game of Thrones”, vai viver Bruce Wayne, o Batman, na 2ª temporada de “Titãs”. Segundo o site Deadline, Glen viverá uma versão mais experiente de Wayne, que passou décadas lutando contra o crime em Gotham City. Agora, o bilionário tenta reparar o seu difícil relacionamento com o ex-pupilo Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin, e ajudar os Titãs em suas missões. Glen completa 58 anos em junho e é 16 anos mais velho que Ben Afleck, até então o ator mais velho a viver Bruce Wayne. O serviço de streaming DC Universe, que exibe “Titãs” nos EUA, não divulgou se ele vai chegar a vestir o icônico uniforme do Batman na série. O herói chegou a aparecer em flashbacks e numa cena de delírio de Dick Grayson durante a 1ª temporada, mas foi vivido por um dublê nessas ocasiões. “Titãs” segue o time de jovens super-heróis liderados pelo Robin, que inclui a alienígena Estelar (Anna Diop), a demoníaca Ravena (Teagan Croft) e o metamorfo Mutano (Ryan Potter). A 2ª temporada da série, que ainda não teve data de estreia divulgada, trará outras novidades no elenco, como Esai Morales (“How to Get Away with Murder”) no papel do vilão Exterminador e o novato australiano Joshua Orpin como Superboy. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

    Leia mais
  • Série

    Série Stargirl divulga primeira imagem da super-heroína do título

    30 de março de 2019 /

    A DC Entertainment divulgou a primeira imagem da nova série “Stargirl”, que apresenta o visual heroico da personagem do título, interpretada por Brec Bassinger (“The Goldbergs”). A prévia foi apresentada durante a WonderCon, convenção geek de Anaheim, na Califórnia, e acompanhado pelo anúncio de que a estreia, prevista inicialmente para agosto na plataforma de streaming da editora de quadrinhos, foi adiada para 2020. A série vai mostrar como a estudante Courtney Whitmore se alia aos heróis da Sociedade da Justiça da América. Na trama, Courtney é uma jovem adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, que foi também quem criou Stargirl nos quadrinhos. Para lançar sua nova heroína, ele juntou vários coadjuvantes e elementos da rica história da DC Comics, buscando ligar Stargirl à Era de Ouro dos super-heróis (anos 1940). Mas, para a série, decidiu simplificar a trama, mesclando personagens e referências. Isto afeta, inclusive, a forma como a personagem é conhecida no Brasil. Ela chegou a ser chamada de Sideral nas publicações nacionais. Mas a versão live-action não permite outra nomeação que não seja Stargirl, seu segundo nome nos quadrinhos. A explicação é longa. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. Mas Johns fez alterações significativas nessa origem para a série, mesclando as duas inspirações numa só. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia de Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda incluía outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série vai “simplificar” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, vai chamar Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além de Brec Bassinger, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. Atualmente em produção, “Stargirl” teve a estreia adiada para a equipe trabalhar nos efeitos visuais, que não são poucos, já que envolvem muitos super-heróis e supervilões. A expectativa é que tudo fique pronto para um lançamento no primeiro trimestre de 2020.

    Leia mais
  • Série

    O Mundo Sombrio de Sabrina: Trailer da 2ª temporada traz Sabrina mais poderosa e sinistra

    18 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que traz Sabrina (vivida por Kiernan Shipka) mais, hmm, sombria. Ela virou uma bad girl e gostou, depois de negociar sua alma com o diabo. E isso também a tornou mais poderosa, mostrando habilidades que nenhuma bruxa iniciante deveria ter. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha, que além de problemas românticos e provas da escola, tem que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Vale lembrar que a série já foi oficialmente renovada para suas 3ª e 4ª partes – que, com oito episódios cada, sugerem uma 3ª temporada com midseason, batizada de forma diferente para confundir. A 2ª temporada ou Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril.

    Leia mais
  • Série

    O Mundo Sombrio de Sabrina: Pôster de 2ª temporada destaca triângulo amoroso

    16 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou um pôster inédito da 2ª temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que coloca a protagonista (vivida por Kiernan Shipka) entre seus dois amores, o humano Harvey (Ross Lynch) e o bruxo Nicholas (Gavin Leatherwood). Vale lembrar que a série já foi oficialmente renovada para suas 3ª e 4ª partes – que, com oito episódios cada, sugerem uma 3ª temporada com midseason, batizada de forma diferente para confundir. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha Sabrina, que além de problemas românticos e provas da escola, tem agora que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. A 2ª temporada ou Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril. O trailer já pode ser assistido aqui.

    Leia mais
  • Série

    Atriz de Pretty Little Liars vai estrelar série derivada de Riverdale

    11 de março de 2019 /

    A rede CW achou sua Katy Keene. A atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) vai viver o papel-título do piloto da série derivada de “Riverdale”, atualmente em produção. “Katy Keene” será baseada nos quadrinhos da personagem, que são publicados desde os anos 1940 pela editora Archie Comics. Mas ganharão uma roupagem mais moderna. Em vez de atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, como na publicação original, ela será uma personal shopper nova-iorquina que sonha virar uma fashion designer. A atriz é o segundo nome confirmado no elenco, após os produtores revelarem que a personagem Josie, interpretada por Ashleigh Murray, iria se mudar de “Riverdale” para o spin-off. Hale já estava por perto, tendo estrelado a série de comédia “Life Sentence”, seu primeiro trabalho televisivo após “Pretty Little Liars”, que durou só uma temporada no mesmo canal CW. A atração vai se passar alguns anos depois da formatura dos personagens na Riverdale High School e acompanhará quatro personagens, descritos como ícones da Archie Comics, que buscam iniciar suas carreiras na indústria do entretenimento de Nova York. A trama vai narrar as lutas dos quatro aspirantes a artistas que tentam chegar à Broadway, às passarelas de moda e aos estúdios de gravação. Faltam mais dois personagens, que ainda não foram apresentados, além de seus intérpretes. “Katy Keene” será a terceira série da Archie Comics, que também originou “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Curiosamente, a série da aprendiz de feiticeira foi concebida para acompanhar “Riverdale” na rede CW, mas o canal percebeu que teria três séries de bruxas e preferiu ficar só com “Legacy” e Charmed”, deixando “Sabrina” se tornar um dos maiores sucessos da Netflix. O roteirista-produtor Roberto Aguirre-Sacasa, que criou “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, também é o responsável por “Katy Keene”, ao lado do coprodutor das duas séries Greg Berlanti. Sacasa descreve o novo projeto como completamente diferente dos anteriores, com um tom mais leve. A diretora Maggie Kiley, que comandou episódios de “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, vai assinar o piloto.

    Leia mais
  • Filme

    Vida de Rock Hudson vai virar filme do diretor de Com Amor, Simon

    5 de março de 2019 /

    A Universal vai produzir uma cinebiografia do ator Rock Hudson e abriu negociações com o roteirista Richard LaGravanese (“Invencível”) para assinar o roteiro. A trama será baseada na biografia do ator escrita por Mark Griffin, “All That Heaven”, e já tem diretor. Mais conhecido como megaprodutor de séries, Greg Berlanti vai comandar as filmagens. Ele é produtor da maioria das séries de super-heróis em exibição na TV americana, mas encontra tempo para filmar longas eventuais, como “Com Amor, Simon” no ano passado. O filme vai mostrar como o galã das comédias românticas da Universal, indicado ao Oscar por “Assim Caminha a Humanidade” (1956), era forçado a se passar por um símbolo sexual heterossexual, com medo de ser exposto como gay e encerrar sua ilustre carreira de cinema. Sem nunca ter se assumido gay, Hudson foi diagnosticado com HIV em 1984, e ainda negou rumores de que tinha AIDS até a morte. De Aids, em outubro de 1985, aos 59 anos. LaGravanese já escreveu sobre outro famoso astro gay de Hollywood, em “Minha Vida com Liberace” (2013). Na ocasião, nenhum estúdio quis produzir o filme, que foi parar na HBO e venceu diversos prêmios de melhor produção de TV do ano. Desde então, o sucesso da cinebiografia de Freddie Mercury, “Bohemian Rhapsody”, mudou o humor de Hollywood sobre o tema, ao demonstrar que o público quer saber mais sobre a vida dos ídolos, inclusive o que eles tentaram esconder no armário.

    Leia mais
  • Série

    Ruby Rose compartilha vídeos de seu treinamento para viver Batwoman

    4 de março de 2019 /

    A atriz Ruby Rose publicou no Instagram vídeos de seu treinamento para interpretar Batwoman no piloto da série da heroína, desenvolvido para a rede americana The CW. Os dois vídeos a mostram trocando socos de boxe com sparrings, enquanto treina sua agilidade. Introduzida no crossover “Elseworlds”, Batwoman pode ganhar novas aventuras em sua própria série, se o piloto for aprovado. Ruby Rose é a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” da personagem. Mais que isso, pode virar a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Já a direção do piloto está a cargo de Marcos Siega, que recentemente comandou os pilotos aprovados de “God Friended Me” e “The Passage”. Visualizar esta foto no Instagram. Let the games begin ? Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 20 de Fev, 2019 às 5:29 PST Visualizar esta foto no Instagram. ??? Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 27 de Fev, 2019 às 4:12 PST

    Leia mais
  • Série

    2ª temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina ganha primeiras fotos

    4 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que revelam a protagonista (vivida por Kiernan Shipka) dividida entre seus dois amores, o humano Harvey (Ross Lynch) e o bruxo Nicholas (Gavin Leatherwood). Vale lembrar que a série já foi oficialmente renovada para suas 3ª e 4ª partes – que, com oito episódios cada, sugerem uma 3ª temporada com midseason, batizada de forma diferente para confundir. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha Sabrina, que além de problemas românticos e provas da escola, tem agora que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. A 2ª temporada ou Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril. O trailer já pode ser assistido aqui.

    Leia mais
  • Série

    Ator australiano será o Superboy da 2ª temporada de Titãs

    27 de fevereiro de 2019 /

    A série “Titãs” escalou o seu Superboy. Após introduzir o personagem (sem revelar seu rosto) em uma cena pós-créditos do final da 1ª temporada, a produção escalou o australiano Joshua Orpin para interpretar o papel. O ator de 26 anos só tem um longa no currículo, “The Neon Spectrum”, filmado e lançado na Austrália há 15 meses. E será o terceiro australiano no elenco de “Titãs”, juntando-se aos conterrâneos Teagan Croft (Ravena) e Brenton Thwaites (Robin) no elenco. A plataforma de streaming DC Universe, que exibe a série nos EUA, também divulgou uma descrição oficial do Superboy, caracterizando-o como “um adolescente de aço revoltado, que procura por seu propósito e pela verdade sobre o seu passado”. Conforme vislumbrado pela cena pós-créditos, a aparição do personagem vai acontecer após sua fuga do laboratório genético Cadmus, refletindo também a forma como sua origem foi apresentada na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). O detalhe é que, ao fugir, ele levou um companheiro de experiências, um cachorro, que deve se tornar Krypto, o Super-Cão. Vale lembrar que o Superboy atual não tem nenhuma relação com o personagem clássico dos quadrinhos, que era a versão adolescente do Superman e até teve série própria nos anos 1980. Ele é um clone, desenvolvido a partir de células de Superman, e foi batizado de Kon-El e Connor Kent ao ser “integrado” na família de Superman e Supergirl. O personagem foi introduzido após a suposta morte de Superman em 1993, com concepção do roteirista Karl Kesel e arte de Tom Grummett – o visual original, no entanto, já foi totalmente descartado. Seu rápido sucesso chamou atenção da família de Jerry Siegel, criador de Superman e do Superboy original, que processou a DC por direitos ao personagem. Isso levou a editora a tentar diferenciá-lo por meio de diversas reinvenções, como clone de Lex Luthor, do cientista que o criou e até do filho de Superman do futuro, culminando em sua morte no crossover “Crise Infinita”, quando a justiça americana deu razão aos Siegels. Desde então, a editora e os herdeiros entraram em acordo e o personagem “melhorou” sua saúde, retornando às páginas da DC. Em contraste com essa bagunça, Superboy teve um desenvolvimento consistente na série “Justiça Jovem”. Como ela também é produzida para a DC Universe, deve dar o tom do personagem em “Titãs”. O produtor Greg Walker já confirmou que o herói vai adotar a identidade de Connor Kent, ao referir-se a ele com este nome. “O que posso dizer é que queremos seguir a mesma abordagem dimensional e psicologicamente fundamentada que fizemos com os outros personagens e aplicar essa mesma pressão a Conner Kent e ver o que acontece quando você testa um personagem assim. Você sabe, questões de identidade, questões de poder, questões de seu lugar no universo. Essas são todas as perguntas que são interessantes para qualquer tipo de personagem do Superman, e são especialmente interessantes para Conner”, disse o produtor em dezembro, na época da season finale de “Titãs”. No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu data de estreia para a 2ª temporada.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie