Atriz de Punho de Ferro entra em Godzilla vs Kong
A atriz Jessica Henwick, que viveu a heroína Colleen Wing na série “Punho de Ferro”, entrou no filme “Godzilla vs Kong”, crossover dos monstros do estúdio Legendary. A produção não teve sinopse nem descrição de personagens divulgadas, enquanto segue reunindo um grande elenco. Henwick vai se juntar a Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), além de Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”). Os três últimos aparecerão antes em “Godzilla II: Rei dos Monstros”. “Godzilla vs Kong” será continuação desse filme. O longa tem direção de Adam Wingard (“Bruxa de Blair”) e previsão de estreia para maio de 2020, exatamente um ano após o lançamento de “Godzilla II: Rei dos Monstros”.
Eiza González e Rebecca Hall entram em Godzilla vs Kong
As atrizes Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) foram confirmadas no elenco de “Godzilla vs Kong”, que vai juntar os monstros do estúdio Legendary. “Godzilla vs Kong” será continuação de “Godzilla II: Rei dos Monstros” e voltará a trazer parte do elenco daquele filme, como Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”), além de Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”) e Brian Tyree Henry (“Atlanta”). O longa tem direção de Adam Wingard (“Bruxa de Blair”) e previsão de lançamento para maio de 2020, exatamente um ano após “Godzilla II: Rei dos Monstros”.
Alexander Skarsgard entra em Godzilla vs. Kong
O ator Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”) entrou no elenco de “Godzilla vs. Kong”, o encontro entre os monstros da Legendary Pictures. Skarsgard vai interpretar o líder de uma unidade militar, juntando-se a Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”), trio que aparecerá antes na continuação de “Godzilla”, além de Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”) e Brian Tyree Henry (“Atlanta”). “Godzilla vs. Kong” tem direção de Adam Wingard (“Bruxa de Blair”) e previsão de lançamento para maio de 2020, exatamente um ano após “Godzilla II: Rei dos Monstros”.
Godzilla II: O Rei dos Monstros ganha trailer legendado de grande impacto e destruição
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Godzilla II: O Rei dos Monstros”. Arte e vídeo destacam a atriz Millie Bobby Brown (de “Stranger Things”) em meio à fumaça erguida pela proximidade de algo terrível. A prévia mantém este clima esfumaçado, sem revelar muito da trama, mas caprichando nas cenas de destruição, que criam um grande impacto pela dramaticidade envolvida. O que se percebe, pela narração de Vera Farmiga (“Bates Motel”), intérprete da mãe da adolescente e cientista à frente de um projeto polêmico, é que a Terra está à beira de um colapso e a única salvação reside em se encontrar seus “governantes originais”. Chamados de Titãs pela protagonista, tratam-se na verdade de monstros gigantes, escondidos por milhares de anos, que precisam ser tirados de seus esconderijos naturais para impedir o apocalipse. Mas a chegada das criaturas acaba causando tanta ou até mais destruição, o que faz a personagem de Millie considerar que sua mãe também é um monstro. A sinopse oficial é bem diferente do que mostra o vídeo. Segundo o texto divulgado, a nova história segue os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam uma bateria de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco. O novos inimigos gigantes de Godzilla são kaijus conhecidos dos fãs do gênero, que entraram na cultura pop há mais de 50 anos, cada um com seu próprio filme individual no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), todos dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. Além de Millie Bobby Brown e Vera Farmiga, o elenco inclui Kyle Chandler (“Manchester à Beira-Mar”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Bradley Whitford (série “The Handmaid’s Tale”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Charles Dance (“Game of Thrones”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”), Aisha Hinds (“9-1-1”) e traz de volta os personagens de Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). Com roteiro de Zach Shields e direção de Michael Dougherty (ambos de “Krampus: O Terror do Natal”), a estreia está marcada para maio de 2019.
Millie Bobby Brown aparece nas primeiras fotos da continuação de Godzilla
A Legendary divulgou as duas primeiras fotos de cenas de “Godzilla: O Rei dos Monstros”, continuação do reboot americano de “Godzilla” (de 2014). Uma delas (abaixo) traz o próprio monstro do título, enquanto a outra (acima) reúne as atrizes Vera Farmiga (série “Bates Motel”) e Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”). Como sugere o título, que usa a palavras monstros no plural, Godzilla não será a única criatura gigante da produção. Segundo a sinopse oficial, o filme vai seguir “os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam uma bateria de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco.” Todos os novos inimigos gigantes de Godzilla já tiveram filmes individuais no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. Os protagonistas humanos serão a família formada pelos personagens de Vera Farmiga, Kyle Chandler (“Manchester à Beira-Mar”) e Millie Bobby Brown, intérprete da filha do casal. O elenco também inclui Bradley Whitford (série “The Handmaid’s Tale”), Charles Dance (“Game of Thrones”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Aisha Hinds (“9-1-1”) e Zhang Ziyi (“O Paradoxo Cloverfield”), além de trazer de volta os personagens de Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). O roteiro é de Zach Shields e direção de Michael Dougherty, ambos de “Krampus: O Terror do Natal” (2015), e a estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Círculo de Fogo vai virar série animada com produção de Guillermo del Toro
A Netflix se prepara para soltar monstros gigantes em streaming, com um trio de produções animadas baseadas em franquias famosas do popular subgênero dos kaiju. São duas novas versões de personagens icônicos e uma adaptação de um saga recente do cinema. A série “Pacific Rim” vai transformar em desenhos o universo dos dois filmes de “Círculo de Fogo”. Ainda não está confirmado, mas o projeto pode marcar o retorno de Guillermo del Toro à franquia. O cineasta, que dirigiu o primeiro filme de 2013, seria um dos produtores da nova atração, que mostrará os Jaegers, robôs gigantes, enfrentando uma invasão dos Kaiju, os grandes monstros que surgem do mar. Del Toro já tem uma relação com a Netflix como produtor da série animada “Caçadores de Trolls” (Trollhunters). Entre as releituras de clássicos, o herói dos anos 1960 “Ultraman” voltará em nova identidade, um homem que possui o espírito e o DNA do lendário personagem, que se transforma quando usa o uniforme ultra metálico para enfrentar o mal – isto é, kaijus. Para completar, a plataforma vai lançar mundialmente o novo longa animado do mais famoso kaiju do cinema. “Godzilla: City on the Edge of Battle” é o segundo longa da franquia e continua a história de “Godzilla: Planet of Monsters”, passado no futuro distante, quando a Terra foi devastada pelo rei dos monstros. A animação foi lançada em maio nos cinemas do Japão e já chega em 18 de julho na Netflix.
Ator revelação de Deadpool 2 vai estrelar Godzilla vs. Kong
O jovem ator Julian Dennison, destaque de “Deadpool 2”, entrou no elenco de “Godzilla vs. Kong”, filme que vai juntar os dois monstros gigantes mais famosos do cinema. Ele vai se juntar à atriz chinesa Zhang Ziyi (“Memórias de uma Gueixa”), anteriormente confirmada no filme, que será dirigido por Adam Wingard (“Bruxa de Blair”). A produção será o quarto filme do universo compartilhado dos dois monstros a chegar aos cinemas e está sendo escrito por um time de roteiristas, como se fosse uma temporada de série de TV. Sob o comando de Terry Rossio (“Piratas do Caribe”, “O Cavaleiro Solitário”), os roteiristas do projeto são Patrick McKay e JD Payne (“Star Trek – Sem Fronteiras”), Lindsey Beer (do vindouro “Dungeons & Dragons”), TS Nowlin (da franquia “Maze Runner”), Cat Vasko (do curta “Grrl Scouts”) e J. Michael Straczynski (“Guerra Mundial Z” e série “Sense8”). A ideia por trás da formação de esta equipe de roteiristas é a aproveitar o crossover dos monstros para plantar os próximos filmes do universo compartilhado de criaturas gigantes. Vale lembrar que “Kong – A Ilha da Caveira” já fazia referencia a “Godzilla” (2014). O próximo lançamento desse universo será “Godzilla: King of Monsters”, atualmente em produção e previsto para março de 2019. Já “Godzilla vs Kong” chegará aos cinemas apenas em maio de 2020.
Godzilla conquista a Terra em trailer de animação japonesa futurista
A Toho Animation divulgou novos pôsteres e o segundo trailer de “Godzilla: Monster Planet”, anime futurista com o “rei dos monstros”. A prévia é dublada em japonês e não tem legendas. A trama se passa após os últimos sobreviventes da humanidade embarcarem numa viagem espacial, em fuga da destruição causada por Godzilla. Porém, após uma jornada de 20 anos no espaço, eles descobrem que o planeta escolhido não tinha condições para a vida, obrigando-os a retornar à Terra. O protagonista da trama é Haruo, que viu seus pais serem mortos por Godzilla quando tinha 4 anos e agora só quer voltar para a Terra e derrotar a criatura. No entanto, os personagens encontram uma Terra muito diferente, pois o tempo transcorrido no planeta foi muito mais lento que o decorrido no espaço, com a passagem de 20 mil anos desde sua partida. E Godzilla não só permanece vivo, como controla o ecossistema. O filme animado tem direção de Kobun Shizuno (de “Knights of Sidonia”), e Hiroyuki Seshita (“Blame!”) e será lançado nos cinemas japoneses em novembro, antes de ser disponibilizado pela Netflix – detalhe: apenas em março de 2019.
Animação japonesa de Godzilla ganha trailer
A Toho Animation divulgou um pôster e o trailer de “Godzilla: Monster Planet”, anime futurista com o “rei dos monstros”. A prévia é dublada em japonês e não tem legendas. A trama se passa após os últimos sobreviventes da humanidade embarcarem numa viagem espacial, em fuga da destruição causada por Godzilla. Porém, após uma jornada de 20 anos no espaço, eles descobrem que o planeta escolhido não tinha condições para a vida, obrigando-os a retornar à Terra. O protagonista da trama é Haruo, que viu seus pais serem mortos por Godzilla quando tinha 4 anos e agora só quer voltar para a Terra e derrotar a criatura. No entanto, os personagens encontram uma Terra muito diferente, pois o tempo transcorrido no planeta foi muito mais lento que o decorrido no espaço, com a passagem de 20 mil anos desde sua partida. E Godzilla não só permanece vivo, como controla o ecossistema. O filme animado tem direção de Kobun Shizuno (de “Knights of Sidonia”), e Hiroyuki Seshita (“Blame!”) e será lançado nos cinemas japoneses no fim do ano, antes de ser disponibilizado pela Netflix no resto do mundo.
Haruo Nakajima (1929 – 2017)
Morreu Haruo Nakajima, que ficou conhecido por “vestir” a fantasia de Godzilla no filme original e nas continuações das produções sobre o monstro japonês. Ele tinha 88 anos de idade. Nakajima começou a carreira como figurante de filmes do mestre Akira Kurosawa. Chegou, inclusive, a trabalhar nos clássicos “Cão Danado” (1949) e “Os Sete Samurais” (1954), antes de virar o rei dos monstros. O ator protagonizou 12 filmes usando a vestimenta de Godzilla, começando pelo clássico de 1954 dirigido por Ishirô Honda, no qual também pôde ser visto sem a fantasia, numa pequena participação como atendente de posto de gasolina. Após 24 anos destruindo Tóquio para o estúdio Toho, ele se despediu do personagem em “Godzilla vs. Gigan”, de 1972. Mas não foi muito longe. Após pendurar a fantasia, Nakajima seguiu trabalhando em uma pista de boliche localizada no próprio estúdio. A produção do remake americano dos anos 1990 trouxe notoriedade internacional para Nakajima, que passou a ser convidado para participar de convenções e eventos de cultura pop. Nos últimos anos, era constantemente entrevistado para documentários sobre a arte dos Kaiju, os filmes de monstros gigantes japoneses. E, em 2010, ele lançou sua autobiografia, intitulada “Monster Life: Haruo Nakajima, the Original Godzilla Actor”.
Imagem da continuação de Godzilla revela Mothra, a mariposa gigante
A Legendary divulgou no Twitter da conta Monarch a descoberta arqueológica de uma escultura que retrata Mothra, a mariposa gigante que aparecerá na continuação de “Godzilla” (2014) ao lado de outras criaturas colossais. A imagem inclui ovo (acima) e estágios larvais (nos cantos). Intitulado em inglês “Godzilla – King of the Monsters”, o filme vai seguir, segundo a sinopse oficial, “os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam uma bateria de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco.” Todos os novos inimigos gigantes de Godzilla já tiveram filmes individuais no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. A trama vai trazer de volta os personagens de Sally Hawkins (“Blue Jasmine”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). Além deles, o elenco terá uma família vivida por Kyle Chandler (série “Bloodline”, “Manchester à Beira-Mar”), Vera Farmiga (série “Bates Motel”) e Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”). O roteiro é de Zach Shields e direção de Michael Dougherty, ambos de “Krampus: O Terror do Natal” (2015), e a estreia está marcada para março de 2019. Unlocked: Monarch Classified File #63061 – Temple of the Moth, Yucca Province – E. Russell #MonarchSighting pic.twitter.com/bCSAomvpCM — [MONARCH] (@MonarchSciences) July 22, 2017
Colossal transforma monstro gigante em metáfora do feminismo
Como um filme com uma premissa tão boba pode render discussões relevantes e profundas? À primeira vista, “Colossal” é sobre uma mulher com uma estranha ligação com um monstro gigantesco que ataca Seul (!) Numa análise superficial, temos mais um filme estranho no mercado, aparentemente sem pé nem cabeça, que vai desagradar muita gente acostumada com o cinema comercial de Hollywood e ganhar status de cult graças aos poucos e bons admiradores sedentos por algo diferente numa indústria que não dá muito espaço para projetos criativos. O diretor espanhol Nacho Vigalondo, por sinal, parece só fazer filmes cults. Ele é especialista em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011). Desta vez, inclusive, optou por escalar um ator fantasiado para atacar a capital da Coreia do Sul, em vez de efeitos visuais de última geração. Não é apenas nisso que o filme se difere dos blockbusters de monstros gigantes tradicionais. Para começar, seu ritmo é lento. Talvez Nacho Vigalondo se preocupe demais em se distanciar do tom ágil da maioria das produções atuais. Mas isso também combina com o momento da protagonista, que está se recuperando de um baque e ninguém supera problemas de uma hora para outra. David Lynch disse certa vez que filmes devem ser sentidos e não entendidos. Enfim, temos mais um caso aqui que comprova a teoria. “Colossal” estabelece suas próprias regras para quem se dispõe a embarcar nessa viagem e, simpatizando com Gloria – e não é difícil se pegar encantado pela personagem de Anne Hathaway (“Interestelar”) –, a tarefa de acreditar nas loucuras vistas na tela torna-se facilmente aceitável, resultando em um filme estranhamente divertido. Por vezes, duro. Até porque nunca será confortável ver homens desrespeitando e batendo em mulheres. Ao mesmo tempo, após reviravoltas muito bem construídas, a catarse gerada pela volta por cima de Gloria recompensa qualquer espectador que tenha o mínimo de juízo. “Colossal” é uma história quase que inteiramente narrada sob o ponto de vista da protagonista. O que também influencia na forma como Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), principal parceiro de Anne Hathaway em cena, é retratado. Ele fala demais, a ponto de alguns de seus diálogos parecerem monólogos, de tão cansativos. Mas é assim que Gloria o vê, num olhar propositalmente patético em relação aos homens dessa história. O filme oferece a oportunidade, a quem enxerga além das entrelinhas, de notar que toda a esquisitice narrativa, incluindo a criatura, é uma metáfora “colossal” da tentativa de Gloria superar seus problemas, originados não pela bebida, como o início sugere, mas sim por relacionamentos com homens frouxos e descontrolados. O “monstro” liberado pela moça pode ser uma consequência da submissão e anos de maus tratos dos machistas, que simplesmente não conseguem compreender ou controlar o bicho. Não é melhor aceitar que essa é a proposta de “Colossal”? Ora, qual seria o sentido da trama se a levássemos ao pé da letra? Uma mulher levanta seu braço esquerdo numa cidadezinha do interior dos EUA e o monstro em Seul repete seu movimento? Fazendo sentido ou não, o importante é “Colossal” ser mais um exemplar da tendência (necessária) de empoderamento feminino na indústria cinematográfica. Graças a sua esquisitice, “Colossal” não agradará a todo mundo, mesmo com uma atuação inspirada de Anne Hathaway, que também assina como produtora executiva. Mas quem se arriscar a enfrentar seu monstro, pode descobrir que criaturas gigantes também refletem a luta do feminismo na sociedade contemporânea atual.
Sinopse da continuação de Godzilla confirma luta com três monstros clássicos
A Warner divulgou a sinopse oficial de “Godzilla – King of the Monsters”, continuação de “Godzilla” (2014). “A nova história segue os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam uma bateria de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco.” Todos os novos inimigos gigantes de Godzilla já tiveram filmes individuais no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), todos dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. A trama vai trazer de volta os personagens de Sally Hawkins (“Blue Jasmine”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). Além deles, o elenco terá uma família vivida por Kyle Chandler (série “Bloodline”, “Manchester à Beira-Mar”), Vera Farmiga (série “Bates Motel”) e Millie Bobby Brown (a Eleven de “Stranger Things”). O roteiro é de Zach Shields e direção de Michael Dougherty, ambos de “Krampus: O Terror do Natal” (2015), e a estreia está marcada para março de 2019.











