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  • TV

    Globo já sabe quem fotografou Paolla Oliveira nua nos bastidores da série Assédio

    3 de março de 2018 /

    A Globo e os produtores de “Assédio” já sabem quem fotografou a atriz Paolla Oliveira nua enquanto ela se preparava para gravar uma cena da série. Um operador de câmera free-lancer que prestava serviços para a produtora independente O2 confessou o crime para a polícia. Os produtores estavam empenhados em encontrar a fonte do vazamento, porque a foto foi tirada em um ambiente controlado de estúdio, ao contrário de outras vezes em que atores enfrentam problemas com flagras de nudez em gravações da Globo. Em agosto, Grazi Massafera e Rafael Cardoso foram fotografados completamente nus enquanto gravavam sequência de sexo para a novela “O Outro Lado do Paraíso”. Na ocasião, o fotógrafo Marcelo Belarmino se deparou com a cena por acaso e saiu clicando. Desta vez, porém, as imagens foram feitas num set fechado em Avaré, no interior de São Paulo. As imagens apareceram na internet na quinta (1/3). No mesmo dia, a atriz publicou um desabafo no Instagram afirmando que teve sua “intimidade exposta, explorada e desrespeitada por invasores, covardes e criminosos” durante o exercício da profissão. Falando em “invasão de privacidade”, “desrespeito a um ambiente de trabalho” e “atitude desonesta de trair a confiança de colegas”, ela já apontava que a foto tinha sido feito por alguém contratado para trabalhar no set. Em “Assédio”, Paolla Oliveira interpreta uma paciente que se apaixonou pelo médico Roger Abdelmassih, acusado de estuprar mais de 30 mulheres e sentenciado a 181 anos de prisão. Inspirada no livro “A Clínica — A Farsa e os Crimes de Roger Abdelmassih” (2016), do jornalista Vicente Vilardaga, a série traz Antonio Calloni no papel do médico. O roteiro é de Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e a direção de Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”) A Globo, que vai exibir a série em seu futuro serviço de streaming, prestou queixa à polícia de São Paulo, que passou a investigar o caso, chegando rapidamente ao responsável.

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  • Filme

    Intérprete de Laranjinha em Cidade dos Homens é preso no Rio

    3 de março de 2018 /

    O ator Darlan Cunha, intérprete do personagem Laranjinha da série “Cidade dos Homens”, foi preso na sexta-feira (2/3) no Morro da Babilônia, na zona sul do Rio de Janeiro. A prisão aconteceu por volta das 14h quando a polícia fazia um patrulhamento na rua do Rosário. Cunha foi uma das pessoas abordadas. Ele foi detido após a política identificar que havia um mandado de prisão em aberto contra o ator por lesão corporal e violência doméstica. Darlan foi levado para 12ª DP em Copacabana, na zona sul da capital fluminense. O ator publicou em seu Instagram Stories (ferramenta de compartilhamento de vídeos e fotos que desaparecem depois de 24 horas) uma imagem com a frase: “De rotina sendo encaminhado para a delegacia! Por atitude suspeita”. Em 2013, Darlan foi acusado pela namorada menor de idade de agressão e cárcere privado. Na época, a polícia instaurou um inquérito para apurar os crimes de lesão corporal dolosa (com intenção), com base na Lei Maria da Penha. De acordo com o UOL, a adolescente, então com 16 anos, retirou a acusação de agressão. Mas, como a denúncia foi feita com base na lei Maria da Penha, não poderia ser retirada nem pela própria vítima. É necessária uma nova declaração. Em janeiro, Darlan participou do retorno de “Cidade dos Homens” após um hiato de mais de uma década. A série original foi desenvolvida por Bráulio Mantovani a partir do livro “Cidade de Deus”, de Paulo Lins, que também rendeu o famoso filme de 2002. Em muitos sentidos, a obra é uma extensão da trama cinematográfica, usando a mesma linguagem e parte do mesmo elenco. Vale lembrar que Mantovani também foi roteirista do filme “Cidade de Deus” e os cineastas Fernando Meirelles e Kátia Lund assinaram três episódios da atração televisiva original. A série ainda inspirou um filme de mesmo nome em 2007, que mostrava a dupla de protagonistas com 18 anos de idade.

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  • Etc

    Vazamento de fotos nuas leva Paolla Oliveira a protestar nas redes sociais

    1 de março de 2018 /

    As gravações de um novo programa da rede Globo sofreram vazamento e, após ser surpreendida nas redes sociais por fotos em que aparece nua, a atriz Paolla Oliveira fez um desabafo em seu Instagram. Falando em “invasão de privacidade”, “desrespeito a um ambiente de trabalho” e “atitude desonesta de trair a confiança de colegas”, ela classificou o fato como um “ato criminoso”. As fotos foram tiradas num set em São Paulo durante as gravações da série “Assédio”, uma produção da Globo em parceria com a O2, e se multiplicaram na internet na tarde desta quinta-feira (1/3). A rede Globo também se manifestou, por meio de nota oficial, em que repudiou “com veemência esse tipo de abuso, que atenta contra os direitos da atriz e viola a privacidade de seus ambientes de trabalho”. “O ato, que configura crime previsto em lei, também foi informado às autoridades policiais”, acrescentou o comunicado. Essa não é a primeira vez que atores enfrentam problemas com flagras de nudez em gravações da Globo. Em agosto, Grazi Massafera e Rafael Cardoso foram fotografados completamente nus enquanto gravavam sequência de sexo para a novela “O Outro Lado do Paraíso”. Na ocasião, o fotógrafo Marcelo Belarmino se deparou com a cena por acaso e saiu clicando. Ele também publicou as imagens nas redes sociais. Assim como no primeiro vazamento, a Globo promete novas medidas de segurança, ainda mais rígidas, para garantir a privacidade das gravações fora de seus estúdios. Veja abaixo o post com o protesto de Paolla Oliveira no Instagram. ATÉ QUANDO? Até quando a invasão da privacidade de um ser humano, o desrespeito a um ambiente de trabalho e a atitude desonesta de trair a confiança de colegas de trabalho serão tratados como um ato de esperteza em nossa sociedade? Esta é a pergunta que me faço e gostaria de compartilhar com todos. Sou atriz e estou trabalhando em uma série que se chama Assédio, uma produção da Globo com a O2Filmes. Em um ambiente controlado, fechado e profissional, um criminoso (não há outra palavra que o defina – pois o que foi feito é crime) resolveu fazer fotos clandestinas de um momento mais sensual da série e divulgar em redes sociais. O que para mim é trabalho se transformou em oportunidade para alguém tentar tirar vantagens. O que esta pessoa ganhou com isso? Dinheiro, fama, cliques, likes, popularidade? Pouco importa. Pois o que ele (ou ela) fez para obter isso é crime previsto na lei. Em um momento em que todos estamos buscando uma sociedade mais correta, não há mais espaço para considerarmos esperteza o que é um desrespeito. As autoridades já foram acionadas para que esta atitude seja punida exemplarmente, e qualquer pessoa possa trabalhar dignamente, sem correr o risco de ter a sua intimidade exposta, explorada, desrespeitada por invasores, covardes e criminosos. #AteQuando Uma publicação compartilhada por Paolla Oliveira (@paollaoliveirareal) em 1 de Mar, 2018 às 12:45 PST

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  • Série

    Minissérie Amores Roubados vai ganhar versão americana

    1 de março de 2018 /

    A Globo fechou um acordo de coprodução internacional com o Telemundo, canal do grupo NBCUniversal voltada ao público hispânico dos Estados Unidos. O primeiro produto do negócio será uma versão em espanhol e inglês da minissérie “Amores Roubados”, sucesso da TV brasileira de 2014, estrelada por Cauã Reymond e Isis Valverde. A minissérie vai ganhar remake com atores latinos e residentes nos Estados Unidos. Segundo o blog Notícias da TV, a Globo fará toda a supervisão dessa produção e das próximas da parceria. Inspirada no romance “A Emparedada da Rua Nova”, de Carneiro Vilela, “Amores Roubados” é a história de um conquistador irresistível para mulheres, solteiras e casadas (Cauã Reymond, no Brasil), até se apaixonar por uma delas (Isis Valverde) e ter um destino trágico. Mas um detalhe que chamou atenção na minissérie não deve ser replicado na versão gringa: as paisagens áridas do Nordeste brasileiro, com externas gravadas em Petrolina (Pernambuco) e Paulo Afonso (Bahia). O remake marca a segunda colaboração entre a Globo e a Telemundo. Em 2001, as duas emissoras assinaram um contrato de cinco anos para a produção de novelas em espanhol. Mas a primeira tentativa, uma versão de “Vale Tudo” (1988), de Gilberto Braga, fracassou e a parceria foi desfeita. Para garantir que tudo dê certo nesta segunda incursão, Silvio de Abreu, diretor de teledramaturgia da Globo, e George Moura, autor de “Amores Roubados”, estiveram nesta semana em Miami para acertar os detalhes da produção da minissérie, que no Brasil teve dez capítulos. Além disso, na semana passada, o diretor-geral da Globo, Carlos Henrique Schroder, esteve no Festival de Berlim para se encontrar com produtores e executivos de todos os continentes, visando fechar coproduções de séries, minisséries e novelas no mercado internacional.

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  • Filme

    Crô vai voltar ao cinema acompanhado por Pabllo Vittar e Seu Peru

    6 de fevereiro de 2018 /

    Um dos filmes brasileiros de pior avaliação crítica neste século vai ganhar continuação. Começaram nesta semana no Rio de Janeiro as filmagens de “Crô – Em Família”, sequência de “Crô – O Filme”, que em 2013 levou para o cinema o personagem mais popular da novela “Fina Estampa” (2011). Segundo a Globo Filmes, o trabalho atravessará o carnaval e seguirá, inicialmente, até o dia 27 de fevereiro. Assim como na comédia anterior, o mordomo gay criado por Aguinaldo Silva e interpretado por Marcelo Serrado voltará a passar por uma crise existencial na nova trama. Dessa vez, porém, o problema não é a realização profissional e a busca por uma nova patroa-diva. Os fãs descobrirão que Crô tornou-se um empresário bem-sucedido ao abrir uma escola de etiqueta e ‘finesse’. A tranquilidade acaba quando ele se vê longe da família. Carente e vulnerável, o ex-mordomo se envolve com uma família suspeita e precisará lidar também com as críticas ácidas da colunista de celebridades Carlota Valdez (Monique Alfradique). O filme também vai contar com participações de Pabllo Vittar e Preta Gil, que viverão elas mesmas, além de Marcus Majella e Marcos Caruso como Ferdinando e Seu Peru, seus personagens nos humorísticos “Vai que Cola”, do Multishow, e “Escolinha do Professor Raimundo – Nova Geração”, da rede Globo. A direção é de Cininha de Paula (“Duas de Mim”) e a estreia está prevista para meados de 2018.

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  • Etc

    Atriz da Globo revela que sofre de esclerose múltipla

    4 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Ana Beatriz Nogueira, estrela de várias novelas da Globo, revelou sofrer de uma doença que manteve em segredo até agora: a esclerose múltipla. Ela fez a revelação à colunista Patricia Kogut, do jornalO Globo, neste domingo (4/2). Ana Beatriz conta que sentiu os primeiros sintomas da doença em janeiro de 2009, quando gravava a novela “Caminho das Índias”, de Glória Perez. Enquanto assistia a um filme de madrugada, em sua residência, ela sentiu a visão se duplicar de repente. “Achei que a legenda da televisão estava ruim”, relembrou a atriz, que no dia seguinte procurou um médico que a tranquilizou, informando que tudo não passaria de efeito colateral de um remédio para dormir. Somente vários meses e surtos depois é que ela teve a confirmação do diagnóstico. “A médica me disse: ‘Você tem esclerose múltipla, uma doença autoimune que não tem cura e pode ser incapacitante”, contou. O coração disparou, até ouvir o resto. “‘Mas a sua é na forma branda, o prognóstico é muito bom e você pode controlar isso e morrer de tijolada’”, declarou. “Achei que era o fim. Como atriz, meu corpo é meu instrumento de trabalho, meu tudo, dependo da minha visão, da audição, das funções cognitivas. O trabalho é minha festa, minha fonte de renda, minha alegria, minha beleza”, contou. Depois do baque, que a deixou de cama por dois meses, veio a reação. Ela decidiu se atirar no trabalho. “A arte me salva todos os dias. Já me salvava antes, agora, mais ainda”, afirmou. Artistas próximos dela – como Patricia Pillar, Zélia Duncan e Malu Mader – aprenderam a aplicar a injeção de imunomodulador de que ela precisa para nunca mais ter surtos. A decisão de tornar sua condição pública é fruto de um processo. Durante anos, ela disse ter temido o preconceito. Agora, com a doença sob controle, concluiu que poderia ajudar a “combater a ignorância, o maior perigo de todos”. Pretende abrir um espaço na internet para tratar do assunto (“não para dar conselhos que só um médico tem autoridade para dar. Será uma troca de experiências”). Ela diz que isso foi algo que fez falta para ela mesma, nos primeiros momentos da doença.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Oswaldo Loureiro (1932 – 2018)

    3 de fevereiro de 2018 /

    O ator e diretor Oswaldo Loureiro morreu neste sábado (3/2), em São Paulo, aos 85 anos. Ele participou de quase 150 peças, estrelou um punhado de clássicos do cinema e atuou em dezenas de novelas da Globo. O ator sofria de Alzheimer e estava afastado da carreira artística desde 2011. Oswaldo Loureiro Filho nasceu no Rio de Janeiro, em 24 de julho de 1932. Filho de artistas — a mãe era cantora lírica, o pai ator e as irmãs, bailarinas do Theatro Municipal —, ele iniciou a carreira artística ainda criança, aos 12 anos, quando atuou em filmes como “O Brasileiro João de Souza”, “É Proibido Sonhar” e “Romance Proibido”, todos realizados em 1944. Ele seguiu carreira teatral ao estrear na peça “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, em 1955. E em 1958 recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, ABCT, de Ator Revelação por “A Fábula do Brooklin”, de Irwin Shaw. A partir dos anos 1960, atuou em montagens de grande repercussão, como “Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come”, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar, “A Ópera dos Três Vinténs”, de Bertolt Brecht, e “Édipo Rei”, de Sófocles, com direção bem-sucedida de Flávio Rangel. Além disso, deslanchou no cinema numa coleção de clássicos, como o thriller conspiratório “O 5º Poder” (1962), de Alberto Pieralisi, a comédia “Sonhando com Milhões” (1963), com Dercy Golçalves, “Engraçadinha Depois dos Trinta” (1966), adaptação de Nelson Rodrigues dirigida por J.B. Tanko, o thriller criminal “Mineirinho Vivo ou Morto” (1967), com Jesse Valadão e Leila Dinis, “O Homem Nu” (1968), adaptação do famoso conto de Fernando Sabino com direção de Roberto Santos, e até a comédia italiana “Uma Rosa para Todos” (1967), estrelada por Claudia Cardinale. Na mesma época, estreou na TV. Após atuar no fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964), da TV Tupi, Loureiro foi integrar uma das primeiras turmas de atores da TV Globo, no elenco das novelas “Sangue e Areia” (1968), “Véu de Noiva” (1969) e “Acorrentados” (1969), sucessos iniciais de Janete Clair. Também participou da divertida “Corrida do Ouro” (1974), e do histórico “O Casarão” (1976), primeira novela de estrutura não linear da Globo, ambas escritas por Lauro César Muniz. A guinada do cinema para a pornochanchada nos anos 1970 não interessou Loreiro, que só fez quatro filmes na década, entre eles “Os Herdeiros” (1970), de Cacá Diegues, e “As Confissões de Frei Abóbora” (1971), de Braz Chediak. Ele preferiu dedicar sua energia aos palcos, atingindo o ápice da carreira teatral com os clássicos “Gota D’água” (1975), de Chico Buarque e Paulo Pontes, “Papa Higuirte”, de Vianinha, e “Dois Perdidos numa Noite Suja” (1977), de Plínio Marcos. Loureiro voltou com tudo ao cinema em 1981, em adaptações de dois famosos textos teatrais de Nelson Rodrigues: “O Beijo no Asfalto” (1981), dirigido por Bruno Barreto, e “Bonitinha Mas Ordinária ou Otto Lara Rezende” (1981), de Braz Chediak. Seguiu com o sucesso “Bar Esperança” (1983), de Hugo Carvana, e diversificou, com um filme dos Trapalhões, “Atrapalhando a Suate” (1983), o drama “Parahyba Mulher Macho (1983), de Tizuka Yamasaki, um adaptação musical de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes, “Para Viver Um Grande Amor” (1984), a aventura juvenil “Rádio Pirata” (1987), de Lael Rodriguez, a cinebiografia de sua amiga “Leila Diniz” (1987) e a comédia “Sonho de Verão” (1990). A agenda cinematográfica cheia coincidiu com alguns de seus melhores papéis na TV, em novelas como “Guerra dos Sexos” (1983), “Vereda Tropical” (1984) e “Cambalacho” (1986), as três de Sílvio de Abreu, o fenômeno “Roque Santeiro” (1985) e “Mandala” (1987), ambas de Dias Gomes, além da divertidíssima “Que Rei Sou Eu?” (1989), de Cassiano Gabus Mendes, na qual viveu o inesquecível conselheiro pilantra Gaston Marny, do Reino de Avillan. Fez também muitas séries, entre elas “Tenda dos Milagres” (1986), “Incidente em Antares” (1994) e “A Grande Família” (em 2001), além de dirigir “O Bem-Amado” (1980-1985) e o humorístico “Os Trapalhões” (1982-1988). Nos anos 1990, estabeleceu-se como uma figura habitual das novelas das 19h. Ele apareceu em diversas produções consecutivas do horário na Globo até o final da carreira – “Quatro por Quatro” (1994), “Cara & Coroa” (1995), “Salsa e Merengue” (1996), sequência interrompida por um pulo na extinta TV Manchete e retomada com “Uga-Uga” (2000), “As Filhas da Mãe” (2001), “Kubanacan” (2003), “Começar de Novo” (2004) e “A Lua Me Disse” (2005), seu último trabalho. Além de atuar e dirigir peças, Oswaldo também dirigiu óperas, shows musicais e de humor, e foi presidente do Sindicato dos Artistas, num momento de luta pelo reconhecimento da profissão e pela liberdade de expressão, nos anos 1980.

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  • Série

    Moacyr Franco revela ter entrado em Ilha de Ferro, nova série da Globo

    31 de janeiro de 2018 /

    Moacyr Franco não ficou muito tempo desempregado. Demitido do SBT no fim do ano passado, o ator vai participar da nova série da Globo “Ilha de Ferro”, ainda sem data de estreia – e que se passa numa plataforma de petróleo. Ele revelou a participação ao compartilhar uma foto dos bastidores em seu Instagram. “Klebber e eu posando na ‘Ilha de Ferro’. Eufóricos”, escreveu, ao publicar uma imagem ao lado do ator Klebber Toledo. Klebber Toledo (série “A Fórmula”) também foi ao Instagram destacar a chance de trabalhar com o veterano. “Hoje eu tive a honra de gravar com o querido Moacyr Franco”, postou. Conhecido como cantor e humorista, Franco foi contratado do SBT por 20 anos. Na emissora, protagonizou a série de comédia “Ô, Coitado” e integrou o elenco do humorístico “A Praça É Nossa”. Kleber e eu ,posando na ILHA DE FERRO euforicos Uma publicação compartilhada por Moacir Franco (@moacyrfranco) em 30 de Jan, 2018 às 7:04 PST Hoje eu tive a honra de gravar com o querido Moacyr Franco ?????? #IlhaDeFerro Uma publicação compartilhada por Klebber Toledo (@klebbertoledo) em 29 de Jan, 2018 às 1:26 PST

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  • Série

    Série Sob Pressão vence quatro prêmios internacionais em festival francês

    28 de janeiro de 2018 /

    A série médica brasileira “Sob Pressão” conquistou neste domingo alguns dos principais prêmios da 31ª edição do Festival Internacional de Programas Audiovisuais da França (FIPA), também conhecido como Festival de Biarritz, um dos mais importantes prêmios de TV da Europa. A produção da rede Globo concorreu com produções de vários países, como Israel, Bélgica, Áustria, Alemanha, Itália, Portugal, Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Suécia e a própria França, entre outros. E venceu o FIPA de Ouro na categoria de Melhor Série, além dos prêmios de Melhor Roteiro (Jorge Furtado, Lucas Paraizo, Antonio Prata e Marcio Alemão), Atriz (Marjorie Estiano) e Ator (Julio Andrade). É a primeira vez que o Brasil vence prêmios tão importantes no festival, que costuma destacar séries europeias. “Sob Pressão” é uma adaptação do filme homônimo de 2015, de Andrucha Waddington. No filme, a equipe do Dr. Evandro (Julio Andrade) e da Dra. Carolina (Marjorie Estiano) lidava com um dilema ético para realizar três cirurgias complicadas num mesmo dia. Na produção para a TV, são dramas como o da menina que é abusada e tenta suicídio, o da mulher espancada em casa, e o da grávida que não sabe que o marido está com Aids. Coprodução da Globo com a Conspiração Filmes, a série é livremente inspirada no livro “Sob Pressão — A Rotina de Guerra de um Médico Brasileiro”, do médico Márcio Maranhão, que também atua como consultor da série. A versão para a TV tem redação final assinada pelo cineasta Jorge Furtado (“Real Beleza”), que escreve os episódios com Lucas Paraizo, Antonio Prata e Márcio Alemão.

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  • Série,  TV

    Monique Alfradique se machuca em gravação de série da Globo

    24 de janeiro de 2018 /

    A atriz Monique Alfradique (“Ninguém Entra, Ninguém Sai”) se machucou durante as gravações da nova série produzida pela Globo “Além da Ilha”. Ela contou no Instagram que torceu o pé e já começou as sessões de fisioterapia para se recuperar a tempo do carnaval 2018. A artista é um dos destaques da escola de samba Grande Rio. “Ontem durante as filmagens de ‘Além da Ilha’ em Cachoeira de Macacu acabei torcendo meu pé… Já estou com acompanhamento médico e soube que tive torção grau 1 (a mais leve), mas tem que cuidar, né!? Já tê aqui na fisioterapia. Além disso, é gelo, repouso e pensamento positivo, porque esse pé vai ter que melhorar pro carnaval!!!”, escreveu ela. Veja abaixo. O elenco de “Além da Ilha” também inclui Paulo Gustavo (“Minha Mãe É uma Peça”), Guilherme Piva (o Licurgo da novela “Novo Mundo”), André Mattos (“Tropa de Elite 2”), Gabriel Godoy (série “O Negócio”), Letícia Lima (“Entre Abelhas”), Katiuscia Canoro (“Tô Ryca!”) Com direção de Cesar Rodrigues, a série está sendo produzida para a nova plataforma de streaming que unirá a TV Globo e a Globosat. Ontem durante as filmagens de @alemdailha em Cachoeira de Macacu acabei torcendo meu pé… Ja estou com acompanhamento médico e soube que tive torção grau 1 (a mais leve) mas tem que cuidar ne!? ?Ja to aqui na fisioterapia alem disso é gelo,repouso e pensamento positivo pq esse pé vai ter que melhorar pro carnaval!!! Pode me esperaaar @granderio ??????? Uma publicação compartilhada por Monique Alfradique (@moalfradique) em 24 de Jan, 2018 às 8:50 PST

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  • Etc,  TV

    Desirée Vignolli (1965 – 2018)

    22 de janeiro de 2018 /

    Morreu a atriz Desirée Vignolli, vítima de um infarto fulminante no domingo (21/1), no Rio de Janeiro. Conhecida pelo trabalho em novelas de sucesso da Globo, especialmente “Que Rei Sou Eu?” (de 1989), Desirée nasceu em Nova York, nos Estados Unidos, filha de uma diplomata e de um advogado, e cresceu . Além de viver a sedutora Denise de “Que Rei Sou Eu?”, a atriz também se projetou em “Mico Preto” (1991), no papel de Lucilene, e “De Corpo e Alma” (1992), na qual interpretou Mércia. Sua última novela da Globo foi “O Mapa da Mina”, em 1993. Ela passou os anos seguintes na “geladeira” da emissora. E, após ser cortada da minissérie “Chiquinha Gonzaga” em 1998, acabou presa por furtar a bolsa de uma colega de academia. Disse, em entrevista ao jornal Extra, que vivia com dificuldades financeiras. Após o incidente, foi contratada para a novela “Vidas Cruzadas” (2000), da Record, seu último papel. A atriz foi casada com o ator Luís Gustavo, com quem teve uma filha, Jéssica. Desirée também era mãe de Antônio e Anna Camilla. Em seu perfil no Facebook foi postada a seguinte mensagem: “Rezem, amigos, por Desirée e lembrem-se dela por sua grandiosidade e amor”.

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  • Série

    Supergirl vira fenômeno na Globo com mais audiência que novelas da Record

    17 de janeiro de 2018 /

    A série “Supergirl” começou a ser exibida em janeiro na TV aberta brasileira e, apesar do horário bizarro, tem se mostrado um fenômeno, com mais audiência que as principais atrações dos outros canais – em qualquer horário. A Globo começou a exibir “Supergirl” em 1 de janeiro, em formato de maratona diária, todos as madrugadas da semana. E mesmo indo ao ar muitas vezes após a 1h da manhã vem registrando em média 8,5 pontos de audiência, a maior de uma série da madrugada da Globo desde “Agentes Fora da Lei” (“Breakout Kings”), no início de 2012. Para se ter ideia, as novelas da Record dão 5,5 pontos no horário nobre. O sucesso, porém, não vai durar muito. Os episódios da 1ª temporada acabam em 26 de janeiro. “Supergirl” está atualmente na 3ª temporada e também é exibida no Brasil pelo canal pago Warner, com poucos dias de atraso em relação aos Estados Unidos. Lá, a série também está em alta, após seu episódio mais recente registrar a segunda maior audiência da atual temporada.

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    Cine Holliúdy vai virar série de comédia da Globo

    14 de janeiro de 2018 /

    A comédia “Cine Holliúdy”, sucesso inesperado do cinema brasileiro em 2013, vai virar série da Globo. Dirigido por Halder Gomes, o filme começou como fenômeno cearense, exibido em apenas nove salas do estado, para virar uma das maiores bilheterias do ano e vencer o prêmio de Melhor Comédia, conferido pela Academia Brasileira de Cinema. Mistura de “Os Trapalhões” e “Cinema Paradiso”, o filme contava as peripécias de um cineclubista – ou melhor, “cinemista” – para exibir filmes no único cinema de sua cidadezinha do interior cearense, durante os anos 1970. Segundo o jornal O Globo, a série vai manter a ambientação e voltará a trazer o ator Edmilson Filho no papel do idealista Francisgleydisson, dono do Cine Holliúdy, mas mudará a premissa, tomando emprestado de “O Bem Amado” o antagonismo do prefeito local. Além disso, o personagem de Edmilson deixará de ser um homem de família para virar um solteirão, que se envolve com a enteada de seu rival. Matheus Nachtergaele (“Trinta”) vai integrar o elenco como o prefeito de Pitombas, cidade fictícia do Ceará em que a trama se passa. Heloísa Périssé (“Odeio o Dia dos Namorados”) foi escalada como sua esposa, “importada” de São Paulo, e Letícia Colin (“Entre Irmãs”) como a enteada do prefeito – batizada, apropriadamente, de Marilyn. É para agradar as duas que o prefeito Olegário decide comprar a primeira televisão da cidade, e instala o aparelho em praça pública. “Com a chegada da televisão, o cinema perde seu público. Mas Francisgleydisson é um contador de histórias e começa a produzir seus próprios filmes para atrair as pessoas”, conta Halder Gomes. O diretor do filme vai compartilhar a direção da série com Patrícia Pedrosa (de “Mister Brau”), e o elenco contará com muitas participações especiais, como Miguel Falabella (série “Sai de Baixo”), Ney Latorraca (“Irma Vap: O Retorno”), Tonico Pereira (série “A Grande Família”) e Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”). A produção da Globo, que ainda não tem previsão de estreia, será a terceira versão da história, já que “Cine Holliúdy” começou como um curta – “Cine Holiúdy: O Artista Contra o Cabra do Mal”, de 2004. Além da série, Halder Gomes também trabalha numa continuação para o cinema. “Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral” já foi totalmente filmado e deverá ganhar lançamento ainda neste semestre.

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