PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Jeff Bridges será homenageado no Globo de Ouro 2019

    17 de dezembro de 2018 /

    O Globo de Ouro vai homenagear o ator Jeff Bridges com o tradicional Cecil B. DeMille Award, que premia o conjunto da obra de grandes artistas de Hollywood. Bridges, que já venceu o Globo de Ouro de Melhor Ator em Drama por “Coração Louco”, desempenho que também lhe rende o Oscar em 2010, vai receber o prêmio na cerimônia que acontece no dia 6 de janeiro, em Los Angeles. Além da vitória pelo papel de cantor country, Bridges tem outras quatro indicações ao Globo de Ouro no currículo, que começam com um lançamento de 1985, “O Homem das Estrelas” (1985). A indicação mais recente foi por “A Qualquer Custo” (2017). O astro, que completou 69 anos no último dia 4 de dezembro, foi visto este ano em “Mau Momentos no Hotel Royale”, que só estreia no Brasil em janeiro. Seu próximo trabalho é um drama sem título da diretora Reed Morano, premiadíssima pela série “The Handmaid’s Tale”. Homenageados recentes do Globo de Ouro com o troféu Cecil B. DeMille incluem Oprah Winfrey, Meryl Streep, Denzel Washington, George Clooney, Woody Allen, Jodie Foster, Morgan Freeman e Robert De Niro. A cerimônia do Globo de Ouro 2019 será transmitida ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT.

    Leia mais
  • Série

    Goliath é renovada e ganha reforços de peso para sua 3ª temporada

    15 de dezembro de 2018 /

    O serviço de streaming Amazon Prime Video renovou a série Goliath para sua 3ª temporada. Além disso, adiantou a sinopse e anunciou algumas adições de peso ao elenco dos próximos episódios. Os atores Dennis Quaid (“O Dia Depois de Amanhã”), Amy Brenneman (“The Leftovers”), Beau Bridges (“Homeland”), Griffin Dunne (“House of Lies”), Sherilyn Fenn (“Twin Peaks”) e Shamier Anderson (“Destroyer”) entram no drama criado pelo produtor-roteirista David E. Kelley (“Big Little Lies”). Eles se juntam a Billy Bob Thornton, que retorna como o protagonista Billy McBride, um advogado que busca redenção ao defender pessoas vulneráveis que tem pouca chance de conseguir justiça. A 3ª temporada vai lidar com a morte inesperada do protagonista, que o levará a pegar um caso na região quase desértica de Central Valley, onde entra em conflito com um fazendeiro bilionário (Quaid) e sua irmã (Brenneman). Ainda não há previsão de estreia para os novos capítulos.

    Leia mais
  • Filme

    Dramédia política Vice lidera indicações malucas do Globo de Ouro 2019

    6 de dezembro de 2018 /

    A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood divulgou os indicados ao Globo de Ouro 2019. E a lista inclui vários filmes que não estão no radar para o Oscar, enquanto favoritos da crítica americana foram esquecidos. O tom foi de comédia maluca. A premiação registra, pela primeira vez, o tamanho das pretensões da dramédia política “Vice”, em que Christian Bale se transforma no ex-vice presidente dos Estados Unidos Dick Cheney. Sua transformação vinha dando o que falar. Mas, apesar de o filme liderar a lista, com seis indicações, Bale não apareceu entre os Melhores Atores. Vá entender… Espere. É fácil entender: é o Globo de Ouro. Os indicados e vencedores são escolhidos pelos cerca de 80 membros da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, e por conta esse eleitorado bastante específico não tem nenhuma relação com os demais prêmios da temporada, entre eles o Oscar. A premiação é conhecida por outro motivo: como a mais desinibida da temporada, por ser regada à álcool. E como é televisada, com a presença de vários famosos, costuma garantir muitos memes. Este ano, o álcool deve ter sido liberado antes, o que talvez explique a lista dos cinco selecionados para Melhor Filme Dramático, entre eles um musical, “Bohemian Rhapsody”, apesar de existir a categoria de Melhor Filme de Comédia ou Musical, que incluiu o dramático “Green Book – O Guia”. Não é piada. Ou melhor, é… o Globo de Ouro. Que, como é bom lembrar, já premiou “Perdido em Marte” (2015) como Melhor Comédia. Este ano, pela primeira vez, a premiação também incluiu um filme de super-heróis, “Pantera Negra”, na sua lista. O CEO da Disney, Bob Iger, agradeceu em seu Twitter. Parece que os críticos estrangeiros de Hollywood não gostaram da variedade de lançamentos do ano de “First Reformed”, “Domando o Destino”, “Support the Girls”, “Não Deixe Rastros” e “Oitava Série”, que pelo menos foi lembrada numa categoria – Melhor Atriz para a revelação Elsie Fisher. Mas talvez faça sentido, afinal as produções americanas estão fraquíssimas em 2019, comparadas aos longas de “língua estrangeira” como o mexicano “Roma”, que se infiltrou em várias categorias. Até o inglês “A Favorita”, dirigido por um grego, demonstra isso ao aparecer como segundo filme com maior quantidade de nomeações. Já venceu o BIFA (prêmio indie britânico) no Reino Unido. E séries? “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” foi a mais celebrada, com quatro indicações. Os críticos estrangeiros amam as séries de Ryan Murphy – “Pose” também foi lembrada. E amam “The Americans”, que se despede com três indicações, dominando a categoria dramática. Por outro lado, a unanimidade em torno de “The Handmaid’s Tale” arrefeceu, tirando-a da lista de Melhores Séries de Drama. E embora aceitem “Pantera Negra” como Melhor Filme, os eleitores do Globo de Ouro não descobriram ainda que as séries de super-heróis são tão boas quanto os filmes do gênero – algumas, melhores. Nenhuma foi indicada. Mesmo com seu excesso de produções, a Netflix ficou apenas em 4º lugar na soma total de nomeações entre as plataformas e canais, abaixo da líder FX, da HBO e até da concorrente direta Amazon, e apenas ligeiramente à frente do pouco assistido Showtime. Com apresentação do comediante Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”) e da atriz Sandra Oh (“Killing Eve”), a cerimônia de premiação do Globo de Ouro 2019 está marcada para o dia 6 de janeiro, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT. Confira abaixo a lista completa de indicados. CINEMA Melhor Filme – Drama “Nasce uma Estrela” “Pantera Negra” “Se a Rua Beale Falasse” “Infiltrado na Klan” “Bohemian Rhapsody” Melhor Filme – Comédia ou Musical “A Favorita” “Green Book – O Guia” “O Retorno de Mary Poppins” “Podres de Ricos” “Vice” Melhor Ator – Drama Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) Willem Dafoe (“No Portal da Eternidade”) Lucas Hedges (“Boy Erased: Uma Verdade Anulada”) John David Washington (“Infiltrado na Klan”) Melhor Atriz – Drama Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”) Glenn Close (“A Esposa”) Melissa McCarthy (“Poderia me Perdoar?”) Nicole Kidman (“Destroyer”) Rosamund Pike (“A Private War”) Melhor Ator – Comédia ou Musical Christian Bale (“Vice”) Viggo Mortensen (“Green Book – O Guia”) Robert Redford (“The Old Man & the Gun”) Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”) John C. Reilly (“Stan & Ollie”) Melhor Atriz – Comédia ou Musical Olivia Colman (“A Favorita”) Emily Blunt (“O Retorno de Mary Poppins”) Elsie Fisher (“Oitava Série”) Constance Wu (“Podres de Ricos”) Charlize Theron (“Tully”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Green Book – O Guia”) Richard E. Grant (“Poderia me Perdoar?”) Timothee Chalamet (“Querido Menino”) Adam Driver (“Infiltrado na Klan”) Sam Rockwell (“Vice”) Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Amy Adams (“Vice”) Emma Stone (“A Favorita”) Rachel Weisz (“A Favorita”) Claire Foy (“O Primeiro Homem”) Melhor Diretor Alfonso Cuaron (“Roma”) Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) Peter Farrelly (“Green Book – O Guia”) Spike Lee (“Infiltrado na Klan”) Adam McKay (“Vice”) Melhor Roteiro Deborah Davis e Tony McNamara (“A Favorita”) Peter Farrelly, Nick Vallelonga e Brian Hayes Currie (“Green Book – O Guia”) Barry Jenkins (“Se a Rua Beale Falasse”) Alfonso Cuaron (“Roma”) Adam McKay (“Vice”) Melhor Trilha Sonora Alexandre Desplat (“Ilha dos Cachorros”) Justin Hurwitz (“O Primeiro Homem”) Ludwig Göransson (“Pantera Negra”) Marco Beltrami (“Um Lugar Silencioso”) Marc Shaiman (“O Retorno de Mary Poppins”) Melhor Canção Original “Shallow” (“Nasce uma Estrela”) “All the Stars” (“Pantera Negra”) “Requiem For A Private War” (“A Private War”) “Revelation” (“Boy Erased: Uma Verdade Anulada”) “Girl in the Movies” (“Dumplin”) Melhor Animação “Os Incríveis 2” “Ilha dos Cachorros” “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” “Homem-Aranha no Aranhaverso” “Mirai” Melhor Filme Estrangeiro “Girl” (Bélgica) “Shoplifters” (Japão) “Never Look Away” (Alemanha) “Roma” (México) “Capernaum” (Líbano) TV Melhor Série – Drama “Killing Eve” “Homecoming” “The Americans” “Pose” “Bodyguard” Melhor Ator de Série – Drama Matthew Rhys (“The Americans”) Jason Bateman (“Ozark”) Stephan James (“Homecoming”) Richard Madden (“Bodyguard”) Billy Porter (“Pose”) Melhor Atriz de Série – Drama Sandra Oh (“Killing Eve”) Julia Roberts (“Homecoming”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Keri Russell (“The Americans”) Caitriona Balfe (“Outlander”) Melhor Série – Comédia ou Musical “A Maravilhosa Sra. Maisel” “Barry” “The Good Place” “Kidding” “O Método Kominsky” Melhor Ator de Série – Comédia ou Musical Bill Hader (“Barry”) Donald Glover (“Atlanta”) Jim Carrey (“Kidding”) Michael Douglas (“O Método Kominsky”) Sacha Baron Cohen (“Who is America”) Melhor Atriz de Série – Comédia ou Musical Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) Alison Brie (“GLOW”) Debra Messing (“Will & Grace”) Candace Bergen (Murphy Brown”) Kristen Bell (“The Good Place”) Melhor Telefilme ou Série Limitada “O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story” “Sharp Objects” “O Alienista” “A Very English Scandal” “Escape at Dannemora” Melhor Ator – Telefilme ou Série Limitada Hugh Grant (“A Very English Scandal”) Benedict Cumberbatch (“Patrick Melrose”) Daniel Bruhl (“O Alienista”) Darren Criss (“O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story”) Antonio Banderas (“Genius: Picasso”) Melhor Atriz – Telefilme ou Série Limitada Amy Adams (“Sharp Objects”) Patricia Arquette (“Escape at Dannemora”) Laura Dern (“The Tale”) Regina King (“Seven Seconds”) Connie Britton (“Dirty John”) Melhor Ator Coadjuvante – Série ou Telefilme Henry Winkler (“Barry”) Edgar Ramirez (“O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story”) Ben Whishaw (“A Very English Scandal”) Alan Arkin (“O Método Kominsky”) Kieran Culkin (“Succession”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série ou Telefilme Patricia Clarkson (“Sharp Objects”) Thandie Newton (“Westworld”) Penelope Cruz (“O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story”) Alex Borstein (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) Yvonne Stahovski (“The Handmaid’s Tale”)

    Leia mais
  • Etc

    Sandra Oh e Andy Samberg vão apresentar o Globo de Ouro 2019

    5 de dezembro de 2018 /

    Um dia antes de anunciar os concorrentes do Globo de Ouro 2019, a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood divulgou os apresentadores da premiação. Sandra Oh e Andy Samberg vão se dividir como mestres da cerimônia, marcada para o dia 6 de janeiro. Por coincidência, os atores já dividiram o palco para apresentar um prêmio juntos. Foi no último Emmy, quando entregaram um troféu para Amy Sherman-Palladino por “The Marvelous Mrs. Maisel”. Estrela de “Killing Eve”, Sandra Oh é a escolha mais inusitada, pois o público está mais acostumado a vê-la em papéis dramáticos, como o vivido por 10 temporadas em “Grey’s Anatomy”. Já Andy Samberg tem experiência com improviso ao vivo, tendo despontado no humorístico “Saturday Night Live”, antes de estrelar “Brooklyn Nine-Nine”. Além disso, ele já apresentou o Emmy em 2015. “Sandra e Andy são as escolhas perfeitas para conduzir este evento de renome internacional”, declararam Paul Telegdy e George Cheeks, da NBC, canal que transmite a cerimônia nos Estados Unidos. “Eles vão trazer sagacidade, charme e estilo para os melhores do cinema e da televisão. Com certeza será outra noite divertida e inesquecível.” O Globo de Ouro 2019 vai premiar as melhores produções do cinema e da TV do ano corrente. Os vencedores são escolhidos pelos cerca de 80 membros da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, e por conta esse eleitorado bastante específico não tem nenhuma relação com os demais prêmios da temporada, entre eles o Oscar. A premiação é conhecida por outro motivo: como a mais desinibida da temporada, por ser regada à álcool. E isso costuma garantir muitos memes. Os indicados serão divulgados na quinta-feira (6/12) em Los Angeles, nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Etc

    Associação do Globo de Ouro diz que assédio sexual sofrido por Brendan Fraser foi “piada”

    6 de junho de 2018 /

    A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), responsável pela premiação do Globo de Ouro, declarou ter investigado as alegações de assédio sexual feitas pelo ator Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia”) contra Philip Berk, ex-presidente da organização, e chegado à conclusão de que nada de grave aconteceu. Teria sido uma “piada” mal-interpretada, segundo comunicado oficial. Um dos atores mais populares dos anos 1990, Brendan Fraser contou originalmente à revista americana GQ, em fevereiro, ter entrado em depressão e ficado sem vontade de continuar a carreira por conta de um assédio sexual que sofreu em 2003, durante um almoço realizado pela HFPA. Uma jornalista do The New York Times já havia revelado na época que Philip Berk, ex-presidente da organização, havia apertado as nádegas do ator durante o evento. Mas, segundo Fraser, Berk foi além: “Sua mão esquerda se aproximou, me agarrou na poupa da minha bunda e um de seus dedos tocou no períneo. E começou a movê-lo”, relembrou o ator. Fraser diz que o gesto o deixou paralisado. “Eu me sentia mal. Eu me senti como uma pequena criança. Senti como se houvesse uma bola na garganta. Eu pensei que ia chorar”. Ele conta que deixou o local imediatamente e cogitou contar o episódio a um policial do lado de fora do local, mas se sentiu humilhado. “[Isso] me fez recolher. Isso me fez sentir recluso.” À época da divulgação da história, a associação prometeu que iria realizar uma investigação interna sobre o caso, apesar de Berk negar a alegação, classificando-a como mentirosa. A investigação chegou à conclusão diferente. O fato teria realmente acontecido. Mas, diante do escândalo, a HFPA procurou o ator para propor um comunicado conjunto que classificaria a questão como uma piada. O ator não aceitou. Mesmo assim, a HFPA emitiu seu comunicado jogando panos quentes na polêmica, sem punir seu ex-presidente. “Apesar de ter sido concluído que o Sr. Berk tocou inapropriadamente o Sr. Fraser, a evidência aponta que o toque era para ser levado como uma piada, não como um avanço sexual”, diz o texto, que ainda acrescenta que “todas as partes consideram o caso concluído”. O ator, entretanto, não se deu por satisfeito. “Eu não entendi a piada”, afirmou ele em nova declaração à GQ, dizendo que se sentiu violado com o toque. “Eu sou o único que sabe onde fui tocado”. Fraser ainda revelou que a HFPA se negou a compartilhar com ele o relatório completo com os resultados da investigação. Citando o sigilo necessário para proteger testemunhas, a associação enviou a ele apenas um resumo das conclusões. Fraser disse se sentir como se estivesse sendo novamente forçado a se calar sobre o caso. “Há um sistema com regras não-escritas. Se você obedecer a ele, você será recompensando. Se não, você não será. Mas, além disso, eu quero encerrar esse episódio da minha vida e da minha carreira e seguir em frente, na esperança de que outros conseguirão o mesmo no futuro”. O ator se pronunciou novamente na esperança de que a HFPA tome atitudes e peça a renúncia de Berk. “Queria dar a eles todas as oportunidades para mudarem isso. Acho que sou o primeiro tijolo do caminho. Talvez alguém coloque outro e o caminho continue. Não sei. Ainda não é tarde demais. Eles ainda podem fazer a coisa certa”. Novamente procurado pela revista, Philip Berk, que dizia que Fraser tinha mentido, agora afirmou não ter recebido nenhuma reprimenda da Associação pela “piada” e que continua membro dela. A HFPA não se pronunciou mais. Vale lembrar que o último Globo de Ouro foi marcado por manifestações do movimento #MeToo, com destaque para o figurino totalmente preto das atrizes que participaram da premiação, em protesto justamente contra assédios como o sofrido por Fraser.

    Leia mais
  • Série

    Billy Bob Thornton se envolve em novo caso no trailer e fotos da 2ª temporada de Goliath

    6 de maio de 2018 /

    A Amazon Prime divulgou o pôster, 22 fotos e o trailer da 2ª temporada de “Goliath”, que em sua estreia rendeu a Billy Bob Thornton o Globo de Ouro de Melhor Ator em série dramática. Ele retorna ao papel do advogado Billy McBride, mas a maior parte do elenco mudou, já que a trama acompanha um novo caso legal. Tudo começa quando um adolescente amigo da filha de Billy é preso por duplo homicídio. Mas, conforme a investigação avança, o que parecia um caso simples de assassinato aos poucos se revela uma conspiração mortal instalada no submundo de Los Angeles, onde drogas, mercado imobiliário e política se misturam. Além de Billy Bob Thornton, também retornam as atrizes Nina Arianda (“Florence: Quem É Essa Mulher?”), Tania Raymonde (série “Lost”) e Diana Hopper (série “Casual”), respectivamente como a parceira advogada/corretora de imóveis, a assistente paralegal/prostituta e a filha do protagonista. E entre as novidades da temporada estão os atores Mark Duplass (série “Togetherness”), Morris Chestnut (série “Rosewood”) e Ana De La Reguera (série “Narcos”). Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série retorna no dia 15 de junho no serviço de streaming.

    Leia mais
  • Série

    Mozart in the Jungle é cancelada após quatro temporadas

    7 de abril de 2018 /

    A Amazon anunciou o cancelamento da série “Mozart in the Jungle”, estrelada por Gael Garcia Bernal (“Neruda”), após quatro temporadas. A decisão foi tomada pela nova diretora de programação da plataforma de streaming, Jennifer Salke, que assumiu o cargo em fevereiro deste ano. A atração, que venceu o Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia em 2016, ainda era bastante querida pela crítica, tendo atingido 100% de aprovação em sua última temporada, disponibilizada em fevereiro na plataforma de streaming. “Estamos muito orgulhosos pelas quatro temporadas que fizemos e agradecemos ao elenco, equipe, fãs e à Amazon por escrever esta sinfonia para a gente. Esperamos que as pessoas sigam descobrindo a série por muitos anos”, destacaram os produtores executivos Paul Weitz, Roman Coppola, Jason Schwartzman e Will Graham em comunicado oficial. “Mozart in the Jungle” era uma criação do roteirista Roman Coppola (“Moonrise Kingdom”), filho de Francis Ford Coppola, e seu primo, o ator Jason Schwartzman (também de “Moonrise Kingdom”), que foram inspirados pelo livro de memórias da música Blair Tindall, cuja “personagem” é vivida na trama por Lola Kirke (“Mistress America”). O elenco também incluía Saffron Burrows (“Efeito Dominó”), Bernadette Peters (“Acontece nas Melhores Famílias”), Mark Bloom (“Não Sei Como Ela Consegue”) e o veterano Malcolm McDowell (“Halloween: O Início”). O cancelamento da produção segue o novo direcionamento da plataforma, após a demissão de Roy Price, afastado da empresa após denúncias de assédio sexual, e ao apelo do dono da empresa, Jeff Bezos, para que o serviço criasse seu próprio “Game of Thrones”. Contratada para tornar a Amazon mais popular, Salke vem da rede NBC, onde lançou “This Is Us” e quatro séries procedimentais de Dick Wolf passadas em Chicago. Neste contexto, “Mozart in the Jungle” passou a ser considerado um patinho feio. A série se passava num universo pouco popular, o mundo da música clássica, centrada nos bastidores da Filarmônica de New York e a relação de seu excêntrico maestro (Bernal) com seus integrantes. Mas na última temporada tinha se assumido como uma singela e leva comédia romântica, com grande potencial comercial, se melhor divulgada. A limpeza geral em curso na Amazon também já varreu “One Mississippi”, “I Love Dick”, “Jean-Claude Van Johnson”, “The Last Tycoon”, “Z: The Beggining of Everything” e “Hand of God”.

    Leia mais
  • Etc

    Filho de Gary Oldman defende o pai contra acusações de abuso feitas por sua mãe

    7 de março de 2018 /

    Gulliver Oldman, filho de Gary Oldman, vencedor do Oscar 2018 de Melhor Ator por “Destino de Uma Nação”, publicou uma carta aberta na terça (6/3) em defesa do pai, após o ressurgimento das acusações de abuso físico e moral feitas por sua mãe, Donya Fiorentino, ex-mulher do ator. A carta do jovem de 20 anos foi uma reação à entrevista de sua mãe ao site TMZ após o Oscar, em que ela voltou a atacar o ator. “Parabéns a Gary e à Academia por premiar dois abusadores. Pensei que tivéssemos evoluído”, afirmou ela, também se referindo ao ex-jogador de basquete Kobe Bryant, vencedor do Oscar de Curta Animado, que sofreu acusações de abuso no passado. “Foi preocupante e doloroso ver essas falsas acusações contra o meu pai sendo publicadas novamente, especialmente depois de tantos anos. Há boas razões para que essas acusações tenham sido encerradas anos atrás”, respondeu Gulliver. O intérprete de Winston Churchill em “O Destino de uma Nação” foi acusado de agredir a ex-esposa em 2001 na frente dos dois filhos. Apesar da agressão constar no processo de separação, Oldman sempre sustentou que as acusações estavam repletas de mentiras e meias verdades. Fiorentino detalhou o episódio numa entrevista de 2015. “Assim que peguei o telefone para ligar para a Polícia, Gary colocou as mãos no meu pescoço e apertou. Eu recuei com a base do telefone e tentei discar para o 911. Gary pegou o telefone da minha mão e me bateu no rosto com o aparelho por três ou quatro vezes. Meus dois filhos estavam chorando”, ela relatou, acusando-o também de abusar de drogas. Apesar desse relato, a justiça deu a guarda dos filhos para o ator. Segundo Gulliver, que citou em sua carta a entrevista publicada pela imprensa, as acusações são mentirosas. “Meu pai é minha única e verdadeira luz guia. Meu único herói”, escreveu ele, classificando mãe como uma pessoa deprimida e problemática ao longo da vida. As acusações de violência doméstica voltaram à tona logo após o Globo de Ouro 2018, quando Oldman apareceu como favorito a vencer todos os prêmios de interpretação da temporada. Mesmo assim, não impediram sua conquista no Oscar. Veja abaixo a íntegra da carta escrita por Gulliver Oldman. ❗️IMPORTANT – please read AND share!!Gulliver Oldman's statment about the totally false allegations against his father Gary Oldman. It saddens us he had to write this, but hopefully he'll be heard and understood.https://t.co/JKIDGiR793 pic.twitter.com/POJu8bUhTN — Gary Oldman Web ? (@GaryOldmanWeb) 5 de março de 2018

    Leia mais
  • Etc

    Brendan Fraser culpa assédio de ex-presidente do Globo de Ouro por declínio na carreira

    22 de fevereiro de 2018 /

    Um dos atores mais populares dos anos 1990, Brendan Fraser desapareceu nos últimos anos. Mas a causa não teriam sido fracassos de bilheteria no começo do século. Ele finalmente resolveu contar sua versão da história, como mais um a dizer #MeToo (eu também). Em uma longa reportagem publicada pela revista americana GQ, o astro da trilogia “A Múmia” revelou que, além da atenção necessária para cuidar do filho autista, um fato o deixou depressivo e sem vontade de continuar a carreira: o assédio sexual que ele sofreu em 2003, durante um almoço realizado pela Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na singla em inglês), que promove o Globo de Ouro. Uma jornalista do The New York Times já havia revelado na época que Philip Berk, ex-presidente da organização, havia apertado as nádegas do ator durante o evento. Mas, segundo Fraser, Berk foi além: “Sua mão esquerda se aproximou, me agarrou na poupa da minha bunda e um de seus dedos tocou no períneo. E começou a movê-lo”, relembrou o ator. Fraser diz que o gesto o deixou paralisado. “Eu me sentia mal. Eu me senti como uma pequena criança. Senti como se houvesse uma bola na garganta. Eu pensei que ia chorar”. Ele conta que deixou o local imediatamente e cogitou contar o episódio a um policial do lado de fora do local, mas se sentiu humilhado. “[Isso] me fez recolher. Isso me fez sentir recluso.” Berk, que ainda é membro da HFPA, foi procurado pela GQ e contestou a história: “Fabricação total”. Entretanto, há fatos que atestam a veracidade da acusação. Além do relato da jornalista, os representantes do ator pediram na época um pedido de desculpas por escrito à Associação. Berk escreveu uma carta, mas afirmou que não admitiu “nenhuma transgressão”. “[Escrevi] o habitual. ‘Se eu fiz qualquer coisa que aborreceu o Sr. Fraser, não foi intencional e peço desculpas.” Fraser ainda comentou que tem acompanhado o movimento das mulheres que têm denunciado casos de assédio, tanto dentro quanto fora de Hollywood. “Eu conheço Rose [McGowan], conheço Ashley [Judd], eu conheço Mira [Sorvino]. Eu trabalhei com elas. Não falo com elas há anos, mas as considero minhas amigas. Eu assisti a este movimento maravilhoso, essas pessoas com a coragem de dizer o que não tive coragem de dizer.” O ator revelou também que desde o incidente com o ex-presidente da HFPA raramente é convidado ao Globo de Ouro. Berk nega qualquer tipo de boicote. “Sua carreira declinou sem nossa culpa”, diz o acusado de assédio. Brendan Fraser poderá ser visto a seguir no elenco da série “Trust”, que estreia em 25 de março no canal pago americano FX. Na produção, sobre o sequestro do neto de John Paul Getty nos anos 1970, ele terá o mesmo papel vivido por Mark Wahlberg no filme “Todo o Dinheiro do Mundo”.

    Leia mais
  • Filme,  Série

    A Forma da Água, de Guillermo del Toro, vence o Critics Choice 2018

    12 de janeiro de 2018 /

    O Critics Choice Awards entregou seus prêmios na noite de quinta (11/1) em Los Angeles, numa cerimônia apresentada pela atriz Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse). E os resultados foram muito parecidos com a premiação de domingo passado (7/11), o Globo de Ouro 2018, que também é um prêmio de críticos. A principal diferença ficou por conta dos discursos menos engajados, das roupas mais coloridas e do troféu principal, de Melhor Filme. Enquanto os críticos estrangeiros preferiram “Três Anúncios para um Crime”, os americanos premiaram “A Forma da Água”, fantasia de Guillermo Del Toro produzida pela Fox Searchlight, que teve direito a recado para a Disney no discurso do produtor J. Miles Dale: “Eu não sei se Bob Iger [CEO da Disney] está aí ou não. Não tenho certeza do que vai acontecer. Mas não estrague isso”. Del Toro ainda venceu o troféu de Melhor Direção, repetindo a conquista do Globo de Ouro. Também foram iguais os resultados de Melhor Ator e Atriz de Drama, conquistados, respectivamente, por Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”) e Frances McDormand (“Três Anúncios de um Crime”). E James Franco (“Artista do Desastre”) voltou a vencer como Melhor Ator de Comédia. Enfrentando denúncias de assédio, que surgiram após sua premiação no Globo de Ouro, Franco não compareceu ao evento dos críticos e seu troféu acabou recebido por Walton Goggins (“Vice Principals”) em seu nome. A Melhor Atriz de Comédia foi Margot Robbie (“Eu, Tonya”), marcando uma diferença em relação aos críticos estrangeiros, que preferiram Saoirse Ronan (“Lady Bird”). Já os coadjuvantes foram os mesmos de domingo: Allison Janney (“Eu, Tonya”) e Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”). A maior divergência, porém, ficou por conta da vitória de “Doentes de Amor” como Melhor Comédia. O filme nem tinha sido indicado ao Globo de Ouro. Por conta disso, “Lady Bird”, que venceu a categoria no domingo, acabou sem nenhum troféu do Critics Choice. O prêmio dos críticos também inclui produções cinematográficas de outros gêneros, assim “Corra!” venceu como Melhor Terror ou Sci-Fi e “Mulher-Maravilha” como Melhor Filme de Ação. Além disso, a intérprete da heroína, Gal Gadot, foi homenageada no evento, mantendo o empoderamento feminino na pauta da temporada. Entre os prêmios televisivos, houve ainda maior coincidência. Apenas um troféu importante foi diferente. Ted Danson (“The Good Place”) venceu como Melhor Ator de Comédia, em vez de Aziz Ansari (“Master of None”). Os demais nomes foram basicamente uma reprise do Globo de Ouro: “Handmaid’s Tale” como Melhor Série e Atriz (Elisabeth Moss) de Drama, “The Marvelous Mrs. Maisel” como Melhor Série e Atriz (Rachel Brosnahan) de Comédia, “Big Little Lies” como Melhor Minissérie, Atriz (Nicole Kidman), Atriz Coadjuvante (Laura Dern) e Ator Coadjuvante (Alexander Skarsgård) de Minissérie, além dos prêmios de Sterling K. Brown (“This Is Us”) como Melhor Ator de Série Dramática e Ewan McGregory (“Fargo”) como Melhor Ator de Minissérie. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. PREMIAÇÃO DO CRITICS CHOICE AWARDS 2018 CINEMA MELHOR FILME “A Forma da Água” MELHOR DIRETOR Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) MELHOR ATOR Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”) MELHOR ATRIZ Frances McDormand (“Três Anúncios de um Crime”) MELHOR ATOR EM COMÉDIA James Franco (“Artista do Desastre”) MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA Margot Robbie (“Eu, Tonya”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Sam Rockwell (“Três Anúncios de um Crime”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Allison Janney (“Eu, Tonya”) MELHOR REVELAÇÃO Brooklynn Prince (“Projeto Flórida”) MELHOR ELENCO “Três Anúncios de um Crime” MELHOR ROTEIRO ADAPTADO James Ivory (“Me Chame pelo seu Nome”) MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Jordan Peele (“Corra”) MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA Roger Deakins “Blade Runner 2049”) MELHOR FIGURINO Mark Bridges (“Trama Fantasma”) MELHOR MONTAGEM Paul Machliss e Jonathan Amos (“Em Ritmo de Fuga”) e Lee Smith (“Dunkirk”) MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO Paul Denham Austerberry, Shane Vieau e Jeff Melvin (“A Forma da Água”) MELHOR TRILHA SONORA Alexandre Desplat (“A Forma da Água”) MELHOR CANÇÃO “Remember Me” (“Viva – A Vida é uma Festa”) MELHORES EFEITOS VISUAIS “Planeta dos Macacos – A Guerra” MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO “O Destino de uma Nação” MELHOR ANIMAÇÃO “Viva – A Vida É uma Festa” MELHOR COMÉDIA “Doentes de Amor” MELHOR FILME DE AÇÃO “Mulher-Maravilha” MELHOR FILME DE TERROR OU SCI-FI “Corra!” MELHOR FILME ESTRANGEIRO “Em Pedaços” (Alemanha) TELEVISÃO MELHOR SÉRIE DE DRAMA “The Handmaid’s Tale” MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA Sterling K. Brown (“This Is Us”) MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA David Harbour (“Stranger Things”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA Ann Dowd (“The Handmaid’s Tale”) MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA “The Marvelous Mrs. Maisel” MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA Ted Danson (“The Good Place”) MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA Walton Goggins (“Vice Principals”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA Mayim Bialik (“The Big Bang Theory”) MELHOR SÉRIE LIMITADA “Big Little Lies” MELHOR TELEFILME “The Wizard of Lies” MELHOR ATOR EM TELEFILME OU SÉRIE LIMITADA Ewan McGregory (“Fargo”) MELHOR ATRIZ EM TELEFILME OU SÉRIE LIMITADA Nicole Kidman (“Big Little Lies”) MELHOR ATOR COADJUVANTE EM TELEFILME SÉRIE LIMITADA Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM TELEFILME SÉRIE LIMITADA Laura Dern (“Big Little Lies”) MELHOR SÉRIE ANIMADA “Rick and Morty” MELHOR TALK SHOW “The Tonight Show Starring Jimmy Fallon” MELHOR REALITY SHOW DESESTRUTURADO “Born This Way” MELHOR REALITY SHOW ESTRUTURADO “Shark Tank” MELHOR REALITY SHOW DE COMPETIÇÃO “The Voice” MELHOR APRESENTADOR DE REALITY SHOW RuPaul (RuPaul’s Drag Race”)

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Vitória de Gary Oldman no Globo de Ouro 2018 resgata acusações de abuso e agressão

    8 de janeiro de 2018 /

    Enquanto os discursos femininos foram celebrados no Globo de Ouro 2018, os atores de cinema que venceram as estatuetas não tiveram a mesma sorte. Assim como James Franco, cuja vitória como Melhor Ator de Comédia disparou denúncias de assédio sexual, a consagração de Gary Oldman como Melhor Ator de Drama voltou a trazer à tona as acusações de violência que constam de seu divórcio. Os dois atores foram ao Globo de Ouro de preto e com o broche do movimento Time’s Up, em apoio ao empoderamento feminino, o que foi considerado intragável para usuários das redes sociais. O intérprete de Winston Churchill em “O Destino de uma Nação” foi acusado de agredir a ex-esposa Donya Fiorentino em 2001 na frente dos dois filhos. Apesar da agressão constar no processo de separação, Gary diz que as acusações estão repletas de mentiras e meias verdades. Mas numa entrevista de 2015, ao jornal New York Daily News, ela detalhou o episódio, que levou ao seu divórcio logo em seguida. “Assim que peguei o telefone para ligar para a Polícia, Gary colocou as mãos no meu pescoço e apertou. Eu recuei com a base do telefone e tentei discar para o 911. Gary pegou o telefone da minha mão e me bateu no rosto com o aparelho por três ou quatro vezes. Meus dois filhos estavam chorando. O ator também já se envolveu em outras polêmicas, como quando defendeu discursos antissemitas do amigo Mel Gibson. A premiação fez os usuários das redes sociais lembrarem da polêmica, tornando-a um dos assuntos mais comentados do Twitter. “Gary Oldman, um abusador, acaba de vencer um Globo de Ouro enquanto ostenta um broche do Time’s Up. Incrível”, escreveu a ilustradora que se identifica como F. gary oldman, an abuser, just won a golden globe while wearing a “time’s up” pin. incredible — f✍? (@surfinginthesky) January 8, 2018 “Gary Oldman é um abusador. Próximo”, resumiu uma usuária de Nova York. Gary Oldman is an abuser, next. — Michelle Collins (@michcoll) January 8, 2018 “Timothée Chalamet fez a interpretação do ano e Gary Oldman bateu na cara de sua mulher com um telefone”, disparou outro. Timothée Chalamet gave the performance of the year and Gary Oldman beat his wife in the face with a telephone — Simon Curtis (@simoncurtis) January 8, 2018 “Como você premia um abusador conhecido, Gay Oldman, e fala de canto de boca sobre justiça para mulheres…”, questionou mais um. “Depois de todo #MeToo e #ItsTime (sic) em volta de Hollywood nos últimos meses, os maiores vencedores da noite foram abusadores e predadores”. Once again, the Golden Globes prove their concern is only performative- how do you give an award to known domestic abuser, Gary Oldman, and speak out the side of your mouth about justice for women — Nerdy POC (@nerdypoc) January 8, 2018 Final Thoughts on the Golden Globes: After all the #MeToo and #ItsTime buzz surrounding Hollywood the last few months and in to tonight, the biggest winners tonight were abusers and predators. — Nerdy POC (@nerdypoc) January 8, 2018

    Leia mais
  • Filme,  Série

    Três Anúncios para um Crime e Big Little Lies são os grandes vencedores do Globo de Ouro 2018

    8 de janeiro de 2018 /

    O filme “Três Anúncios para um Crime” e a série “Big Little Lies” foram as produções mais premiadas do Globo de Ouro 2018. Ambas receberam quatro prêmios, inclusive os de Melhor Filme e Melhor Série Limitada (definição já ultrapassada com a encomenda de uma 2ª temporada). Mas o que marcou a premiação foi seu tom politizado, assumidamente feminista. Da abertura do comediante Seth Meyers aos agradecimentos, passando pelo forte discurso da homenageada da noite, a atriz Oprah Winfrey, e pelos evidentes trajes pretos enfocados durante 99% da transmissão, os temas da inclusão racial, igualdade sexual, empoderamento feminino e a reação firme contra o assédio pontuaram todo evento. De forma condizente com estre clima, as principais vitórias refletiram os temas da noite. “Três Anúncios para um Crime” conta uma história de estupro e assassinato, que policiais homens pouco se esforçam para investigar, fazendo a mãe da vítima tomar uma atitude radical. Além de Melhor Filme de Drama, venceu os troféus de Melhor Roteiro (escrito pelo diretor Martin McDonaugh), Atriz (Frances McDormand) e Ator Coadjuvante (Sam Rockwell). “Big Little Lies” segue linha paralela, ao denunciar abusos e violência doméstica. Junto do Globo de Ouro de Melhor Série Limitada, venceu os troféus de Atriz (Nicole Kidman), Ator (Alexander Skarsgard) e Atriz Coadjuvante (Laura Dern) de Série Limitada. Entre as séries de drama e comédia, as mais premiadas também destacaram temática feminista. A sci-fi “The Handmaid’s Tale”, sobre um futuro distópico em que as mulheres perdem seus direitos, venceu como Melhor Série e Atriz de Drama (Elisabeth Moss), enquanto “The Marvelous Mrs. Maisel”, em que uma mulher troca a vida doméstica pelo sucesso como comediante nos anos 1950, levou os prêmios de Melhor Série e Atriz de Comédia (Rachel Brosnahan). Diante deste zeitgeist inescapável, destoaram o fato de a presidente da Associação da Imprensa Estrangeira em Hollywood, responsável pela premiação, ser a única a subir ao palco com vestido colorido – vermelho! – e os comentários de Natalie Portman e Barbra Streissand sobre a ausência de mulheres na disputa dos prêmios de direção. Em toda a história do Globo de Ouro, Streissand foi única a vencer como cineasta. E este ano os indicados foram todos “diretores homens”, como fez questão de ressaltar Portman, ao apresentar o prêmio ao vencedor, Guillermo del Toro, por “A Forma da Água”. Entretanto, o vencedor da categoria de Melhor Filme de Comédia, “Lady Bird”, foi escrito e dirigido por uma mulher, a atriz Greta Gerwig. “Lady Bird” também rendeu o prêmio de Melhor Atriz de Comédia para Saoirse Ronan, e consagrou-se, com seus dois troféus, como o segundo filme mais premiado da noite, num empate com “A Forma da Água”. Outros troféus importantes incluem o de Melhor Ator de Comédia para James Franco (“O Artista do Desastre”), Melhor Ator de Drama para Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”), Melhor Filme Estrangeiro para o alemão “Em Pedaços” e Melhor Animação para “Viva – A Vida É uma Festa”. Confira abaixo a lista completa da premiação. Vencedores do Globo de Ouro 2018 TELEVISÃO Melhor Série – Drama “The Handmaid’s Tale” Melhor Série – Comédia/Musical “The Marvelous Mrs. Maisel” Melhor Série Limitada/Telefilme “Big Little Lies” Melhor Ator – Drama Sterling K. Brown (“This Is Us”) Melhor Atriz – Drama Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Ator – Comédia/Musical Aziz Ansari (“Master of None”) Melhor Atriz – Comédia/Musical Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Melhor Ator – Série Limitada/Telefilme Ewan McGregor (“Fargo”) Melhor Atriz – Série Limitada/Telefilme Nicole Kidman (“Big Little Lies”) Melhor Ator Coadjuvante – Série/Série Limitada/Telefilme Alexander Skarsgard (“Big Little Lies”) Melhor Atriz Coadjuvante – Série/Série Limitada/Telefilme Laura Dern (“Big Little Lies”)   CINEMA Melhor Filme – Drama “Três Anúncios para um Crime” Melhor Filme – Comédia/Musical “Lady Bird – A Hora de Voar” Melhor Diretor Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) Melhor Ator – Drama Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”) Melhor Atriz – Drama Frances McDormand (“Três Anúncios Para um Crime”) Melhor Ator – Comédia/Musical James Franco (“Artista do Desastre”) Melhor Atriz – Comédia/Musical Saoirse Ronan (“Lady Bird”) Melhor Ator Coadjuvante Sam Rockwell (“Três Anúncios Para um Crime”) Melhor Atriz Coadjuvante Allison Janney (“Eu, Tonya”) Melhor Filme de Animação “Viva – A Vida é uma Festa” Melhor Filme Estrangeiro “Em Pedaços” (Alemanha) Melhor Roteiro Martin McDonaugh (“Três Anúncios para um Crime”) Melhor Trilha Sonora Original Alexandre Desplat (“A Forma da Água”) Melhor Canção Original “Remember Me”, Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez (“Viva – A Vida é uma Festa”)

    Leia mais
  • Música

    Dominic Frontiere (1931 – 2017)

    24 de dezembro de 2017 /

    Morreu Dominic Frontiere, compositor de temas clássicos de séries televisivas, como “Quinta Dimensão”, “A Noviça Voadora” e “Patrulha do Deserto”. Ele faleceu aos 86 anos na quinta-feira (21/12) em Tesuque, Minnesota, mas só agora a notícia chegou à imprensa americana. Frontiere marcou época como compositor televisivo entre os anos 1960 e 1980, sendo responsável por centenas de horas de músicas inesquecíveis. Além de trabalhar em séries, ele também criou trilhas para muitos filmes do período. A carreira do músico, nascido em Connecticut em 17 de de junho de 1931, incluiu ainda passagens pela big band de Horace Heidt, no final da década de 1940, e um disco solo cultuadíssimo de 1959, “Festival Pagano”, considerado um clássico do gênero conhecido como exotica. Ele se mudou para Hollywood no início da década de 1950, ao ser contratado por Alfred Newman, então diretor musical da 20th Century Fox, para trabalhar como músico na orquestra do estúdio. Os dois forjaram grande amizade e Newman incentivou Frontiere a começar a compor no começo dos anos 1960. Ao fazer sua terceira trilha, para a comédia “Eu, Ela e o Problema” (1961), Frontiere encontrou outro parceiro importante, o roteirista e produtor Leslie Stevens, que em 1962 o convocou para compor o tema de sua primeira produção televisiva: o western “Stoney Burke”, estrelado por Jack Lord (o futuro Steve McGarrett de “Havaí 5-0”). Mas foi a segunda série da parceria, “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), que determinou o rumo da carreira do compositor. A música da abertura era bastante experimental, criando “white noise” e ambiências para sugerir que a TV estava fora do ar – “Não há nada de errado com sua TV”, alertava a narração – , alimentando um clima crescente de mistério e tensão. Vieram outras séries que ajudaram a definir a época, como “Os Invasores”, “Noviça Voadora”, “Patrulha do Deserto”, “Cavalo de Aço”, “Que Garota”, “Os Audaciosos”, “O Imortal”, “Missão Heroica”, “Controle Remoto” e “Vega$”. Ele também compôs a trilha do western “A Marca da Forca” (1968), primeiro western americano de Clint Eastwood, e conseguiu a proeza de manter o nível estabelecido por Ennio Morricone na trilogia spaghetti do ator. A façanha fez com que John Wayne o convidasse a orquestrar seu especial televisivo de cunho patriótico, “Swing Out, Sweet Land” (1970), que rendeu um Emmy para Frontiere e uma nova amizade importante em sua carreira. A parceria acabou se estendendo a mais três filmes de Wayne: “Chisum, Uma Lenda Americana” (1970), “Os Chacais do Oeste” (1973) e “A Morte Segue Seus Passos” (1975). O compositor continuou fazendo trilhas diversas para filmes de ação e comédia e até venceu o Globo de Ouro pela música do cultuadíssimo thriller “O Substituto” (1980), de Richard Rush. Mas sua trajetória foi bruscamente interrompida em 1986, quando foi sentenciado a um ano de prisão por sonegação fiscal, efeito colateral de seu casamento com a enrolada proprietária do time de futebol americano Los Angeles Rams. Além de trilhas de cinema, ele também produziu discos de Gladys Knight, Dan Fogelberg, Chicago e The Tubes, até encerrar a carreira com a composição do filme “A Cor da Noite” (1994), que lhe rendeu nova indicação ao Globo de Ouro. Relembre abaixo 15 temas e trilhas da carreira de Dominic Frontiere.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie