Estrela de “Velozes e Furiosos” será Noiva de Drácula
A atriz Nathalie Emmanuel, que interpreta a hacker Ramsey na franquia “Velozes e Furiosos”, vai estrelar “The Bride” (A Noiva), uma produção da Screen Gems (do grupo Sony) inspirada pelo clássico romance gótico “Drácula”, de Bram Stoker. O terror vai se passar nos dias de hoje e contar a história de uma jovem (Emmanuel) que é cortejada e seduzida, apenas para perceber que se encontra no meio de uma conspiração gótica em andamento. O ator Garrett Hedlund (“Mudbound”) também está no elenco, mas seu papel não foi confirmado. “The Bride” tem roteiro de Blair Butler (“Parque do Inferno” e série “Hellstrom”) e direção da australiana Jessica M. Thompson (“The Light of the Moon”). escreveu o roteiro original, baseado em seu argumento de venda, com revisões de Thompson. Emile Gladstone está produzindo. Emmanuel a seguir será visto na nona edição de Fast & Furiou s e em Army of Thieves, a prequela de Army of the Dead de Zack Snyder . Anteriormente, ela estrelou como Missandei na série de sucesso Game of Thrones da HBO ; A minissérie de Hulu, Four Weddings & a Funeral; e Die Hart, de Quibi , no qual ela contracenou com Kevin Hart e John Travolta. Hedlund apareceu mais recentemente em The United States vs. Billie Holiday, de Lee Daniels . Seus outros créditos incluem Triple Frontier, contracenando com Ben Affleck, Mudbound e Tron: Legacy, indicado ao Oscar . A seguir, ele vai estrelar The Plowman, ao lado de Robert Duvall e dirigido por Ed Harris. Thompson é mais conhecido por A Luz da Lua, seu vencedor do Prêmio do Público SXSW 2017 de Melhor Filme Narrativo . Os créditos de Butler incluem Polaroid e Helstrom da Marvel .
Emma Roberts revela primeira foto de seu bebê
A atriz Emma Roberts (“American Horror Story”) anunciou que virou mamãe. Ela postou uma foto em que embala seu bebê no Instagram, revelando o nome do menino na legenda. “Obrigado 2020 por acertar uma coisa. Nossa luz brilhante Rhodes Robert Hedlund”, ela escreveu. A criança é fruto do relacionamento da atriz com o também ator Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”). O nascimento foi inicialmente relatado por vários meios de comunicação logo após o Natal, mas só agora foi confirmado. Em agosto, a atriz revelou que estava grávida de um filho de Hedlund, ao postar uma foto da barriga crescida e duas adicionais do ator, ao lado da legenda: “Eu … e meus dois caras favoritos”. O casal celebrou a gravidez com um chá de bebê particular em outubro, que Roberts também compartilhou no Instagram. Estrelas como Kristen Stewart e Camila Morrone estavam supostamente presentes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Emma Roberts (@emmaroberts)
Filme sobre a cantora Billie Holiday ganha primeiro trailer
A plataforma Hulu divulgou o trailer da cinebiografia de Billie Holiday, com cenas de blues, drogas e prisão feminina. Intitulado “The United States Vs. Billie Holiday”, o longa do diretor Lee Daniels (criador da série “Empire”) se concentra no período em que a lendária artista de blues e jazz foi alvo de uma operação de agentes federais com o objetivo de proibi-la de cantar sua famosa música de 1939, “Strange Fruit”, um protesto contra os linchamentos de negros americanos. O longa foi co-escrito por Daniels e Suzan-Lori Parks, primeira mulher afro-americana a receber um Prêmio Pulitzer (por sua peça “Topdog / Underdog”) e responsável pela 3ª temporada de “Genius” (sobre a vida da cantora Aretha Franklin). O elenco destaca a cantora Andra Day (“Marshall: Igualdade e Justiça”) no papel principal e também conta com Trevante Rhodes (“Moonlight”), Garrett Hedlund (“On the Road”), Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Evan Ross (“Star”) e Tyler James Williams (“Todo Mundo Odeia o Cris”). “The United States Vs. Billie Holiday” é o segundo filme produzido sobre a vida de Billie Holiday. O primeiro, “O Ocaso de uma Estrela” (Lady Sings the Blues), de 1972, rendeu indicação ao Oscar de Melhor Atriz para a cantora Diana Ross. A estreia vai acontecer em streaming em 26 de fevereiro nos EUA, a tempo de integrar a qualificação para o Oscar 2021. Devido à pandemia de coronavírus, os períodos de elegibilidade para longas-metragens concorrerem ao Oscar deste ano foram excepcionalmente estendidos para lançamentos até 28 de fevereiro.
Filme sobre Billie Holiday sai do cinema para estrear em streaming
A cinebiografia de Billie Holiday, filmada por Lee Daniels, não vai mais marcar a volta do criador de “Empire” ao cinema, oito anos após seu último filme, “O Mordomo da Casa Branca” (2013). O longa “The United States Vs. Billie Holiday” foi negociado pela Paramount com a plataforma Hulu. O filme se concentra no período em que a lendária artista de blues e jazz foi alvo de uma operação secreta de agentes federais com o objetivo de proibi-la de cantar sua polêmica música de 1939, “Strange Fruit”, um protesto contra os linchamentos de negros americanos. O longa foi co-escrito por Daniels e Suzan-Lori Parks, primeira mulher afro-americana a receber um Prêmio Pulitzer (por sua peça “Topdog / Underdog”) e responsável pela 3ª temporada de “Genius” (sobre a vida da cantora Aretha Franklin). O elenco destaca a cantora Andra Day (“Marshall: Igualdade e Justiça”) no papel principal e também conta com Trevante Rhodes (“Moonlight”), Garrett Hedlund (“On the Road”), Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Evan Ross (“Star”) e Tyler James Williams (“Todo Mundo Odeia o Cris”). “The United States Vs. Billie Holiday” é, na verdade, o segundo filme sobre a vida de Billie Holiday, que já foi interpretada por Diana Ross em 1972, no drama “O Ocaso de uma Estrela” (Lady Sings the Blues), que recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo na categoria de Melhor Atriz. A expectativa é de uma estreia em streaming em fevereiro, a tempo de integrar a qualificação para o Oscar 2021. Devido à pandemia de coronavírus, os períodos de elegibilidade para longas-metragens concorrerem ao Oscar deste ano foram excepcionalmente estendidos para estreias até 28 de fevereiro.
Castle Rock é cancelada após duas temporadas
A plataforma Hulu anunciou o cancelamento da série de terror “Castle Rock” após duas temporadas. A atração tinha formato de antologia e contou duas histórias diferentes durante dois anos distintos, utilizando a cidade e personagens criados pelo mestre do terror Stephen King. Na 2ª temporada, Lizzy Caplan (“Masters of Sex”) deu vida à Annie Wilkes, vilã encarnada por Kathy Bates no filme “Louca Obsessão” (1990). O último episódio foi exibido há quase um ano, em dezembro de 2019. A série era uma criação de Dustin Thomason e Sam Shaw (respectivamente, criador e roteirista de “Manhattan”) e tinha produção de JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e do próprio Stephen King. O escritor citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. E um dos personagens daquele filme, “Ace” (interpretado no longa por Kiefer Sutherland), também apareceu na série (na pele de Garrett Hedlund). Apesar do cancelamento, King e Abrams vão continuar sua parceria, que também inclui a minissérie “11.22.63”, lançada em 2016 na Hulu. A dupla vai agora realizar um spin-off de “O Iluminado”, chamado “Overlook Hotel”, para a plataforma HBO Max. Não é demais lembrar que “Castle Rock” encerrou sua 1ª temporada com uma cena pós-créditos que aludia a uma história em potencial focada em “O Iluminado”.
Margot Robbie é criminosa procurada em trailer de drama de época
A Paramount divulgou o primeiro trailer de “Dreamland”, romance criminal de época estrelado por Margot Robbie (a Arlequina de “Aves de Rapina”). Na prévia, Robbie aparece como uma criminosa em fuga da polícia pelo interior rural dos EUA durante os anos 1930, era da Grande Depressão e dos gângsteres americanos. A produção também destaca Finn Cole (o Michael de “Peaky Blinders”) como um jovem que sonha escapar de sua pequena cidade no Texas. Quando ele encontra o personagem de Robbie ferida em sua fazenda, fica dividido entre reivindicar a valiosa recompensa por seu paradeiro e sua crescente atração por ela. “Dreamland” tem direção de Miles Joris-Peyrafitte, que venceu um prêmio especial do Festival de Sundance por sua estreia indie, “Como Você É” (2016), e o elenco ainda inclui Travis Fimmel (“Vikings”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Kerry Condon (“Better Call Saul”), a menina Darby Camp (“Big Little Lies”) e a voz de Lola Kirke (“Mistress America”). Exibido no Festival de Tribeca do ano passado, o filme conquistou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes e tem sua estreia comercial marcada para 13 de novembro em circuito limitado nos EUA, quatro dias antes de sair para locação digital em Premium VOD.
Jared Leto diz ter começado malhação para estrelar Tron 3
O ator Jared Leto revelou em seu Instagram que a produção de “Tron 3” será o próximo filme de sua agenda. Após indicar que o título do filme pode ser “Tron: Ares”, ele compartilhou uma foto em que aparece com músculos definidos para o filme da Disney. “Começando a malhação para ‘Tron’… vão se juntar a mim?”, escreveu o ator na legenda da foto. O ator está ligado ao projeto desde 2017 e seu papel deve se chamar Ares, um personagem inédito na franquia, mas que figurava com destaque num roteiro antigo e não filmado do terceiro longa. Para se ter ideia, esta continuação chegou a entrar no cronograma de produções da Disney para 2015, mas o fracasso de “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível” (2015) mudou os planos do estúdio. Assim como “Tron: O Legado” (2010), a continuação seria dirigida por Joseph Kosinski e estrelada por Garrett Hedlund e Olivia Wilde. Em 2011, o diretor afirmou que pretendia continuar a história de “O Legado” acompanhando Quorra (Olivia Wilde) no mundo real. Mas agora, sem Kosinski, a Disney pode optar por um reboot. No mês passado, o estúdio contratou Garth Davis, diretor de “Lion: Uma Jornada Para Casa”, para realizar o fecho da trilogia, iniciada em 1982 com o clássico “Tron: Uma Odisseia Eletrônica”. A produção deve chegar aos cinemas em 2022, a tempo de celebrar os 40 anos do filme original. Além de estrelar, Leto será um dos produtores da continuação junto com Justin Springer, produtor de “Tron: O Legado” e de “Oblivion”, dois filmes dirigidos por Kosinski. E o fato de Springer estar a bordo pode ser um bom sinal para quem torce por uma continuação direta da história. Para quem não lembra, o filme original acompanhava Kevin Flynn, um programador que adentra um mundo cibernético para provar a fraude de um colega de trabalho. O elenco contava com Jeff Bridges e Bruxe Boxleitner, que depois voltaram para a continuação. “Tron: O Legado”, por sua vez, era centrado no filho de Flynn, que viajava ao mesmo mundo virtual para resgatar o pai preso lá há desde os anos 1980. A missão não é bem-sucedida, mas ele escapa ao final na companhia de um avatar digital, Quorra. Ver essa foto no Instagram Starting the Tron workout 🏋🏻…join me? Uma publicação compartilhada por JARED LETO (@jaredleto) em 15 de Set, 2020 às 11:32 PDT
Jared Leto confirma que vai estrelar continuação de Tron: O Legado
A Disney avançou com a esperada continuação do filme “Tron: O Legado”, lançado há dez anos. O ator Jared Leto (o Coringa de “Esquadrão Suicida”) confirmou sua escalação na produção. O ator está ligado ao projeto desde 2017 e nesta segunda (10/8) postou no Twitter: “Estou muito animado e orgulhoso de confirmar que SIM, vou estrelar ‘Tron’. Vamos trabalhar o máximo que pudermos para criar algo que espero que todos vocês amem. Temos algumas ideias muito especiais reservadas para todos vocês…” Ele ainda acrescentou: “Tenho grande gratidão pela oportunidade de dar vida a este filme, especialmente porque tanto o videogame original quanto o filme me afetaram profundamente quando eu era uma criança. O fato de fazer parte deste novo capítulo é alucinante”. O anúncio foi feito no mesmo dia em que o site The Hollywood Reporter revelou que o estúdio contratou Garth Davis, diretor de “Lion: Uma Jornada Para Casa”, para realizar o fecho da trilogia, iniciada em 1982 com o clássico “Tron: Uma Odisseia Eletrônica”. A produção deve chegar aos cinemas a tempo de refletir os 40 anos do filme original. Além do diretor recém-contratado, a equipe inclui o roteirista Jesse Wigutow, que só tem um lançamento de cinema no currículo, a comédia “Acontece nas Melhores Famílias” de 2003. O papel de Leto deve se chamar Ares, um personagem inédito na franquia, mas que figurava com destaque num roteiro antigo e não filmado do terceiro longa. Para se ter ideia, esta continuação chegou a entrar no cronograma de produções da Disney para 2015, mas o fracasso de “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível” (2015) mudou os planos do estúdio. Assim como “Tron: O Legado”, a continuação seria dirigida por Joseph Kosinski e estrelada por Garrett Hedlund e Olivia Wilde. Em 2011, o diretor afirmou que pretendia continuar a história de “O Legado” acompanhando Quorra (Olivia Wilde) no mundo real. Mas agora, sem Kosinski, a Disney pode optar por um reboot. Além de estrelar, Leto será um dos produtores da continuação junto com Justin Springer, produtor de “Tron: O Legado” e de “Oblivion”, dois filmes dirigidos por Kosinski. E o fato de Springer estar a bordo pode ser um bom sinal para quem torce por uma continuação direta da história. Para quem não lembra, o filme original contava a história de Kevin Flynn, um programador que adentra um mundo cibernético para provar a fraude de um colega de trabalho. O elenco contava com Jeff Bridges e Bruxe Boxleitner, que depois voltaram para a continuação. “Tron: O Legado”, por sua vez, era centrado no filho de Flynn, que entrava no mesmo mundo digital para resgatar o pai preso lá há desde os anos 1980, e ao final escapava acompanhado por uma mulher digital, Quorra. I am so very excited and proud to confirm that YES – I will be starring in TRON. We will work as hard as we possibly can to create something that I hope you all will love. We have some very special ideas in store for you all…🤗 See you in the grid!👨🏼🎤 — JARED LETO (@JaredLeto) August 10, 2020
Criador de Empire vai filmar cinebiografia de Billie Holiday
O diretor Lee Daniels, criador de “Empire”, definiu sua volta ao cinema, sete anos após seu último filme, “O Mordomo da Casa Branca” (2013). Ele vai filmar a história da cantora Billie Holiday no longa “The United States Vs. Billie Holiday”. O projeto foi anunciado pela distribuidora Sierra/Affinity, nas vésperas de negociações com empresas internacionais no mercado virtual de Cannes. O filme vai se concentrar no período em que Holiday foi alvo de uma operação secreta de agentes federais com o objetivo de proibi-la de cantar sua polêmica música de 1939, “Strange Fruit”, um protesto contra os linchamentos de negros americanos. “Com os olhos do mundo forçados a refletir sobre a opressão secular dos negros, espero que ‘The United States Vs. Billie Holiday’ contribuirá para essa importante conversa, iluminando o racismo estrutural e a injustiça social”, disse Daniels, em comunicado. “Também sinto que, neste momento de grande acerto de contas, é essencial que comemoremos a vida e a arte de uma guerreira desconhecida dos Direitos Civis, Billie Holiday. Estamos orgulhosos de fazer parceria com a Sierra/Affinity para trazer essa história para o cenário global. ” O longa foi co-escrito por Daniels e Suzan-Lori Parks, primeira mulher afro-americana a receber um Prêmio Pulitzer (por sua peça “Topdog / Underdog”) e responsável pela 3ª temporada de “Genius” (sobre a vida da cantora Aretha Franklin). O elenco destaca a cantora Andra Day (“Marshall: Igualdade e Justiça”) no papel principal, e também conta com Trevante Rhodes (“Moonlight”), Garrett Hedlund (“On the Road”), Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Evan Ross (“Star”) e Tyler James Williams (“Todo Mundo Odeia o Cris”). “The United States Vs. Billie Holiday” será a segunda cinebiografia de Billie Holiday, que já foi interpretada por Diana Ross em 1972, no filme “O Ocaso de uma Estrela” (Lady Sings the Blues), que recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo na categoria de Melhor Atriz.
Castle Rock: Trailer da 2ª temporada destaca vilã do terror Louca Obsessão
A plataforma Hulu divulgou o trailer da 2ª temporada de “Castle Rock”. A série inspirada no universo de terror do escritor Stephen King tem formato de antologia e contará uma nova história em seu segundo ano. A prévia apresenta uma das tramas centrais, ao destacar a personagem Annie Wilkes, vilã encarnada por Kathy Bates no filme “Louca Obsessão” (1990), que ganha vida em interpretação de Lizzy Caplan (“Masters of Sex”). Na série, a enfermeira desequilibrada e obcecada por romances de mistério tem uma filha adolescente, Joy (Elsie Fisher, de “Oitava Série”), que, criada de forma reclusa, começa a questionar a sanidade mental da mãe. O vídeo também enfatiza a participação de Tim Robbins, ator conhecido pelos fãs das adaptações dos livros do escritor pelo papel de Andy Dufresne em “Um Sonho de Liberdade” (1994), uma das obras mais celebradas da filmografia de King. Vale lembrar que a 1ª temporada contou com Sissy Spacek, intérprete original de “Carrie, a Estranha” (1976), e Bill Skarsgård, o palhaço Pennywise de “It: A Coisa” (2017). A presença de Robbins reforça o tom de homenagem da produção. O papel do ator é Reginald “Pop” Merrill, patriarca de uma família criminosa da cidade de Castle Rock, e tio de John “Ace” Merrill, vivido por Garrett Hedlund (“Operação Fronteira”). E esta é outra referência ao universo de King. “Ace” é um dos personagens de “Conta Comigo”, filme de 1986 (adaptado do conto “O Corpo”, de King). Ele era o delinquente que confrontava as crianças da história – interpretado no longa por Kiefer Sutherland. Com o tio morrendo de câncer, “Ace” está prestes a assumir o império criminoso da família. Seu temperamento explosivo, no entanto, ameaça a frágil paz que os Merrill forjaram com os criminosos da cidade vizinha, Jerusalem’s Lot. A cidade vizinha é, claro, mais uma citação. Jerusalem’s Lot é mais conhecida pelo nome abreviado de Salem’s Lot, título de outro livro de King que também virou filme, traduzido no Brasil como “Os Vampiros de Salem” (1979). O elenco também vai contar com Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”) e Matthew Alan (“13 Reasons Why”). Com roteiros de Sam Shaw e Dustin Thomason, criadores da série, a 2ª temporada estreia em 23 de outubro.
Castle Rock: 2ª temporada terá Tim Robbins e vilões de Conta Comigo e Louca Obsessão
A 2ª temporada de “Castle Rock”, série da plataforma Hulu inspirada no universo de terror de Stephen King, terá participação de Tim Robbins, ator conhecido pelos fãs das adaptações do escritor pelo papel de Andy Dufresne em “Um Sonho de Liberdade” (1994), uma das obras mais celebradas da filmografia de King. Vale lembrar que a 1ª temporada contou com Sissy Spacek, intérprete original de “Carrie, a Estranha” (1976), e Bill Skarsgård, o palhaço Pennywise de “It: A Coisa” (2017). A presença de Robbins reforça o tom de homenagem da produção. A série tem formato de antologia e contará uma nova história em seu segundo ano, onde Robbins interpretará Reginald “Pop” Merrill, patriarca de uma família criminosa da cidade de Castle Rock. O personagem é tio de John “Ace” Merrill, que, por sua vez, será vivido por Garrett Hedlund (“Operação Fronteira”). E esta é outra referência, ainda mais direta, ao universo de King. “Ace” é um dos personagens de “Conta Comigo”, filme de 1986 (adaptado do conto “O Corpo”, de King). Ele era o delinquente que confrontava as crianças da história – interpretado no longa por Kiefer Sutherland. Com o tio morrendo de câncer, “Ace” está prestes a assumir o império criminoso da família. Seu temperamento explosivo, no entanto, ameaça a frágil paz que os Merrill forjaram com os criminosos da cidade vizinha, Jerusalem’s Lot. A cidade vizinha é, claro, outra citação. Jerusalem’s Lot é mais conhecida pelo nome abreviado de Salem’s Lot, título de outro livro de King que também virou filme, traduzido no Brasil como “Os Vampiros de Salem” (1979). Tem mais. A 2ª temporada vai incluir uma nova versão de Annie Wilkes, a vilã encarnada por Kathy Bates no filme “Louca Obsessão” (1990). Lizzy Caplan (“Masters of Sex”) viverá a enfermeira desequilibrada, que nutre uma obsessão por um romancista de mistério. Na série, ela também será a mãe solteira de Joy (Elsie Fisher, de “Oitava Série”), que, criada de forma reclusa, começa a questionar a sanidade mental da mãe. Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”) e Matthew Alan (“13 Reasons Why”) completam a leva de atores anunciados para os novos episódios. A relação de personagens indica que a trama permanecerá em Castle Rock, em vez de seguir a história indicada ao final da 1ª temporada, com Jackie Torrance (Jane Levy, de “O Homem nas Trevas”) indo para o hotel de “O Iluminado” (1980). Com roteiros de Sam Shaw e Dustin Thomason, criadores da série, a 2ª temporada de “Castle Rock” ainda não tem previsão de estreia.
Operação Fronteira enfrenta clichês de ação dos anos 1980 com elenco atual de peso
Kathryn Bigelow, a única mulher da História do Oscar a ganhar a estatueta de Melhor Direção, por “Guerra ao Terror”, considerou dirigir “Operação Fronteira”. Ela desistiu e ficou com créditos de produtora executiva. Mas com isso a história original, desenvolvida por seu roteirista de confiança, Mark Boal, com quem trabalhou em “Guerra ao Terror” (2008), “A Hora Mais Escura” (2012) e “Detroit em Rebelião” (2017), acabou reescrita pelo diretor J.C. Chandor. O resultado deixa o espectador imaginando o quanto esse filme tinha potencial para ir mais longe, sob comando de Bigelow. É sobre cinco amigos, ex-soldados das Forças Especiais (Oscar Isaac, Ben Affleck, Charlie Hunnam, Garrett Hedlund e Pedro Pascal), que decidem voltar a se juntar para uma última missão: roubar uma fortuna de um chefão das drogas na América do Sul – supostamente na tríplice fronteira entre Paraguai, Argentina e Brasil, embora as filmagens tenham acontecido na Colômbia. A premissa evoca “Três Reis” (1999), o melhor filme de David O. Russell. Mas, estranhamente, o que se materializa no primeiro ato é o tipo de filme de ação que era estrelado por machões nos anos 1980, algo próximo à narrativa saudosista de “Os Mercenários” (2010). As semelhanças são mais de tom – trilha sonora roqueira, diálogos ruins e curtos, repletos de frases de efeito e narizes empinados – do que em relação à execução das cenas de ação, que são muito bem orquestradas e lembram a pegada visceral de Kathryn Bigelow (sem câmera balançante, graças a Deus). A partir da segunda metade, dominada por um mix de tensão, ganância e um senso de moral capaz de enlouquecer mais os protagonistas que seus perseguidores, as guitarras rasgadas e barulhentas dão um descanso na trilha. E os atores finalmente demonstram porque tem nomes de peso, inclusive Ben Affleck. Mas a diferença entre as duas partes é tão gritante que a impressão é que as cabeças pensantes por trás do projeto jamais chegaram a um equilíbrio criativo. E nome mais fraco do trio, J.C. Chandor, ficou com a maior responsabilidade. Infelizmente, o diretor de “Margin Call”, “Até o Fim” e “O Ano Mais Violento” costuma fazer filmes que parecem quase bons. Nunca são bons completamente. Ao contrário de Kathryn Bigelow, que poderia tornar “Operação Fronteira” numa contraparte de “Guerra ao Terror”.
Operação Fronteira: Ben Affleck rouba traficantes na fronteira do Brasil em trailer repleto de ação
A Netflix divulgou o novo trailer legendado do filme de ação “Operação Fronteira”, que traz Ben Affleck (“Liga da Justiça”) à frente de um elenco famoso. O título é a “tradução” de “Triple Frontier”, longa supostamente passado na Tríplice Fronteira entre Brasil, Uruguai e Argentina, mas filmado na Colômbia mesmo. Embora ofereça belas panorâmicas por montanhas e favelas, a prévia não mostra as famosas “cataratas de Wakanda” nem faz menção à locação de seu título original, já que sua trama de ação genérica poderia se passar em qualquer lugar. Afinal, a história da unidade de elite que assalta uma fortuna de traficantes já foi vista antes, no filme “Sabotagem” e até na série “The Shield”, ambas as vezes nos Estados Unidos. Com o também conhecido discurso de que não são compensados o suficiente pelo trabalho arriscado que fazem, os assaltantes do novo filme só se diferenciam num detalhe de seus precursores. Não são homens da lei e sim ex-militares. Affleck lidera o elenco que inclui Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Pedro Pascal (série “Narcos”) e Adria Arjona (série “Emerald City”). Eles se juntam para roubar a fortuna do traficante vivido por Reynaldo Gallegos (da série “Animal Kingdom”), que fica numa fortaleza em meio ao mato e é defendida por capangas armados. O flashback, agora, é da série “Narcos”, passada justamente na Colômbia. Ao menos, a prévia é cheia de tensão e promete momentos eletrizantes de luta pela sobrevivência, desde que se desligue o GPS. O roteiro original foi escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”) e deveria ser dirigido por Kathryn Bigelow (também de “A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”) em 2009, mas ela acabou desistindo após não conseguir aval para filmar na locação real – sim, isto foi há uma década. A Netflix entrou nesse projeto após ele ser concebido como uma superprodução de Hollywood, que seria estrelada por um time formado simplesmente por Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Hanks (“The Post: A Guerra Secreta”). Mas o orçamento da produção fez com que ela nunca saísse do papel. Nem mesmo em sua configuração posterior, de elenco menos dispendioso, que reuniu Channing Tatum (“Magic Mike”), Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Mahershala Ali (“Moonlinght”) como protagonistas. A versão que chega ao streaming acabou sendo dirigida por J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”), que também trabalhou no aprimoramento do roteiro. Teria sido Chandor quem levou a trama para seu lugar mais comum, o que, por sua vez, teria sido o estopim de outra implosão da produção. Supostamente, a versão final do roteiro desagradou Hardy e Tatum, que optaram por deixar o longa a um mês do início previsto para as filmagens, em maio do ano passado. A decisão dos atores fez a Paramount, que passava por um conturbado processo de transição de poder, desistir do projeto, que assim acabou na Netflix. Reconfigurado e finalmente filmado, “Operação Fronteira” vai estrear agora em streaming, no dia 13 de março.










