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    Star Wars ganhará game de realidade virtual com R2-D2 e Darth Vader

    17 de julho de 2016 /

    A empresa de efeitos visuais ILMxLAB e a produtora de cinema Lucasfilm divulgaram a primeira prévia de “Trials on Tatooine”, game de realidade virtual passado no universo de “Star Wars”, que contará com a presença do robô R2-D2, da nave Millennium Falcon e do vilão Darth Vader, entre outros ícones da franquia clássica. O projeto tem roteiro de David S. Goyer (“Batman vs Superman”), que comentou o lançamento durante a convenção Star Wars Celebration, em Londres. “Darth Vader é o personagem perfeito para nos levar ao universo da realidade virtual. Teremos personagens que vocês conhecem e alguns que vocês não viram antes”, afirmou Goyer. Segundo os produtores, o projeto fará parte da cânone oficial da saga “Star Wars”. Não foram divulgados maiores detalhes da jogabilidade, mas o espectador fará parte da história através da realidade aumentada, podendo agir em primeira pessoa e interagir com o ambiente ao seu redor. Mas o lançamento deve demorar pelo menos mais um ano para chegar nas lojas. Antes disso, Darth Vader voltará aos cinemas em “Rogue One: Uma História Star Wars”, o primeiro filme derivado da saga, com estreia marcada para 15 de dezembro deste ano.

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  • Filme

    Pokémon pode ganhar filmes com atores reais

    13 de julho de 2016 /

    O fenômeno do “Pokémon Go” pode gerar o primeiro filme live action da franquia “Pokémon”. Diante do sucesso instantâneo e mundial do recém-lançado jogo de realidade aumentada, a Nintendo planeja transformar a ideia num filme, usando atores de verdade para contracenar com criaturinhas de CGI (computação gráfica). Segundo o site Deadline, a produtora Legendary teria aberto negociações com a fabricante do game para realizar a adaptação, e há rumores sobre o envolvimento do roteirista Max Landis, que escreveu “American Ultra” e “Victor Frankenstein” (que fracassaram em 2015) e é responsável pelo reboot da franquia “Power Rangers” nos cinemas. Há anos, a Nintendo discute com Hollywood a produção de filmes de “Pokémon”, mas as conversas nunca foram adiante. O sucesso de “Pokémon Go” pode materializar esse antigo desejo. Desde o lançamento do game, no começo desse mês, a Nintendo viu seu valor de mercado aumentar em US$ 7,5 bilhões. Sucesso também na televisão, com uma longeva série animada de quase mil episódios, a franquia já rendeu um longa animado, “Pokémon: O filme” (1998), que arrecadou US$ 163 milhões no mundo todo. Porém, sua sequência, “Heróis Pokémon” (2002), foi muito mal nas bilheterias, com apenas US$ 28 milhões.

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  • Série

    Game Battlefield vai virar série de TV

    11 de julho de 2016 /

    A Paramount Television e a produtora Anonymous Content fecharam uma parceria para desenvolver uma série de TV baseada no game “Battlefield”. O acordo foi firmado com a Dice, estúdio pertencente à Electronic Arts e responsável pela produção dos games da franquia. De acordo com o presidente da Paramount TV, Amy Powell, a empresa tem buscado conteúdos em diversas mídias. “‘Battlefield’ tem uma narrativa dinâmica e uma base de fãs leais, o que permitirá trazer essa franquia empolgante e única para a TV”, afirmou, em comunicado. A produção da série está a cargo de Michael Sugar (produtor de “Spotlight”, filme vencedor do Oscar 2016). Já a Anonymous Content tem no seu currículo séries premiadas como “Mr. Robot” e “True Detective”. Lançado em 2002, o game começou centrado em batalhas da 2ª Guerra Mundial, mas, ao longo de 18 lançamentos diferentes, evoluiu para uma coleção de jogos de diferentes conflitos. Ainda não há canal associado ao projeto. Mas “Battlefield” terá em breve uma novidade no universo dos games. Uma nova versão do jogo, passada na 1ª Guerra Mundial, será lançada em 21 de outubro para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

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  • Filme

    Assassin’s Creed: Novas fotos destacam os dois personagens de Michael Fassbender

    9 de julho de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou duas novas fotos de “Assassin’s Creed”, que trazem Michael Fassbender (“Macbeth: Ambição e Guerra”) no passado e no futuro, como dois assassinos diferentes. Baseado no popular videogame da Ubisoft, o filme acompanha um assassino condenado à pena de morte, que, após sua suposta execução, é levada para um local secreto em que se vê forçado a reviver as memórias de um ancestral da Idade Média com objetivos obscuros. O elenco ainda inclui Marion Cotillard (também de “Macbeth”), Ariane Labed (“The Lobster”), Jeremy Irons (“Trem Noturno para Lisboa”), Brendan Gleeson (“O Guarda”) e Michael Kenneth Williams (série “Boardwalk Empire”). O filme marca o reencontro de Fassbender e Cotillard com o diretor Justin Kurzel, após a recente colaboração dos três em “Macbeth: Ambição e Guerra”. Atualmente em pós-produção, “Assassin’s Creed” tem sua estreia marcada para 21 de dezembro nos EUA e 5 de janeiro no Brasil.

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  • Filme

    Assassin’s Creed: Novo trailer leva Michael Fassbender para a Espanha medieval

    3 de julho de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou um novo trailer internacional de “Assassin’s Creed”. A prévia revela imagens belíssimas da Espanha medieval, influência de “Matrix” e como as tramas paralelas, estreladas por Michael Fassbender (“Macbeth: Ambição e Guerra”) no passado e no futuro, entrelaçam-se. Baseado no popular videogame da Ubisoft, o filme acompanha um assassino condenado à pena de morte, que, após sua suposta execução, é levada para um local secreto em que se vê forçado a reviver as memórias de um ancestral da Idade Média com objetivos obscuros. O elenco ainda inclui Marion Cotillard (também de “Macbeth”), Ariane Labed (“The Lobster”), Jeremy Irons (“Trem Noturno para Lisboa”), Brendan Gleeson (“O Guarda”) e Michael Kenneth Williams (série “Boardwalk Empire”). O filme marca o reencontro de Fassbender e Cotillard com o diretor Justin Kurzel, após a recente colaboração dos três em “Macbeth: Ambição e Guerra”. Atualmente em pós-produção, “Assassin’s Creed” tem sua estreia marcada para 21 de dezembro nos EUA e 5 de janeiro no Brasil.

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  • Filme

    Ansel Elgort pode estrelar filme baseado em Dungeons and Dragons

    27 de junho de 2016 /

    A adaptação do game “Dungeons and Dragons” virou prioridade no estúdio Warner Bros. Segundo o site Deadline, o ator Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”) já teria iniciado negociações para viver o protagonista da produção, que levará aos cinemas o universo de fantasia medieval que desde 1974 inspira a imaginação de jogadores em todo o mundo. Passado num mundo de magos, dragões e guerreiros, como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”, o filme tem roteiro de David Leslie Johnson (“Invocação do Mal 2”) e será dirigido por Rob Letterman (“Goosebumps”). O game já ganhou algumas adaptações anteriores. A mais popular foi uma série animada dos anos 1980, conhecida no Brasil como “Caverna do Dragão”, que durou três temporadas. Em 2000, a mesma Warner lançou (via New Line) a primeira adaptação cinematográfica, “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, cuja aventura mais parecia uma comédia infantil e se provou um fracasso de público e crítica.

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    Assassin’s Creed: Veja o vídeo de bastidores divulgado na E3

    13 de junho de 2016 /

    A Ubisoft apresentou um vídeo inédito de bastidores de “Assassin’s Creed” durante a E3 2016, famosa feira de games que acontece nos EUA, e após a prévia parar na internet, o estúdio 20th Century Fox divulgou uma versão oficial, com legendas. Com depoimentos do ator Michael Fassbender e do diretor Justin Kurzel (que já colaboraram em “Macbeth”), o vídeo explica a premissa da trama, enquanto imagens das filmagens e cenas impressionantes de ação, com muito parkour, completam o recado. Baseado no popular videogame homônimo, o filme da 20th Century Fox acompanha um assassino condenado à morte, que se vê forçado a reviver as memórias de um ancestral da Idade Média com objetivos obscuros. O elenco ainda inclui Marion Cotillard (também de “Macbeth”), Ariane Labed (“The Lobster”), Jeremy Irons (“Trem Noturno para Lisboa”), Brendan Gleeson (“O Guarda”) e Michael Kenneth Williams (série “Boardwalk Empire”). Atualmente em pós-produção, “Assassin’s Creed” tem sua estreia marcada para 19 de janeiro no Brasil, um mês depois do lançamento nos EUA (em 21 de dezembro).

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    Kit Harington viverá antagonista do novo game da franquia Call of Duty

    11 de junho de 2016 /

    A produtora de games Activision anunciou que o ator britânico Kit Harington (o Jon Snow de “Game of Thrones”) viverá o principal antagonista do novo volume da franquia “Call of Duty”. O 14º jogo ganhou o título de “Call of Duty: Infinite Warfare” e será ambientado num futuro distante, durante a colonização de planetas. Segundo a sinopse, a Terra teve seus recursos naturais dizimados, o que deixou a humanidade dependente de colônias que exploram planetas e asteroides pelo sistema solar. O jogador controla o Capitão Reyes, piloto de uma das últimas naves de guerra da Terra, na luta contra A Frente, uma organização fascista que busca controlar as riquezas dessas colônias, cujo líder será personificado por Harington. A escalação do ator britânico acontece após o volume anterior da franquia, “Call of Duty: Advanced Warfare”, ter contado com participação do americano Kevin Spacey (série “House of Cards”). “Call of Duty: Infinite Warfare” tem lançamento marcado para 4 de novembro no mundo dos games.

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    Como adaptação de game, Warcraft não passa do primeiro nível

    10 de junho de 2016 /

    Antes do nome do filme surgir na tela, embora seja o melhor momento de “Warcraft”, o público cai de cabeça em um mundo que se prepara para ser o palco do primeiro confronto entre orcs e humanos. Basicamente é tudo o que você precisa saber, e isso não costuma ser um problema para situar uma trama de ação e aventura. O problema, na verdade, é que tudo o que vem a seguir continua a ser subentendido e desenvolvido aos trancos e barrancos. Quando entramos em “Star Wars” e “O Senhor dos Anéis”, muita coisa já aconteceu na timeline de seus universos, mas a narrativa é tão eficiente que é possível pegar a história com o bonde andando, preencher o que não foi mostrado com breves informações, uma curta introdução muito bem contada e uma bem-vinda dose de imaginação. Afinal, menos costuma ser mais. Em “Warcraft”, pelo contrário, os excessos dominam as intenções do diretor e roteirista Duncan Jones (“Contra o Tempo”) e a trama entra em convulsão contínua. Nos primeiros minutos, nossos olhos se assustam com tanto CGI, numa qualidade técnica de causar inveja a “Speed Racer” (2008), das Irmãs Wachowski, e aos piores momentos dos episódios I e II de “Star Wars”. Chamar o design de cartunesco seria bondade demais com o filme e uma ofensa aos cartuns. Mas não é só o visual que parece artificial em “Warcraft”. Também os personagens, suas motivações e arcos dramáticos. Duncan Jones divide a trama em vários núcleos, com uma pressa danada para costurá-los e levar a história adiante na marra, mas é claro que não consegue desenvolver adequadamente nenhum deles. O fato é que o espectador não familiarizado com os games acabará se perdendo. A começar pelo herói. Afinal, o que é o humano Lothar? O ator Travis Fimmel (série “Vikings”) faz uma espécie de Aragorn de braços curtos (pode reparar) se requebrando, com as veias saltando da cara, todo suado e vermelho, como se estivesse bêbado ou drogado full time. Que herói é esse que chega atrasado na batalha final? É verdade, espere para ver isso. O sujeito é tão estranho que não é difícil gostar mais de Durotan (Toby Kebbell, de “Quarteto Fantástico”), o orc que questiona a invasão e acredita numa aliança com os humanos para evitar uma catástrofe maior. Pena que ele seja obrigado a dar espaço a outros personagens mal construídos, como o pior de todos: Medivh, o Guardião patético interpretado pelo sempre exagerado Ben Foster (“Programado para Vencer”). Duvido que o leigo em “Warcraft” tenha conseguido entender 100% o que aconteceu com ele. Mas temos duas peças neste tabuleiro que são bem tratadas, o “aprendiz de feiticeiro” Khadgar, e Garona, que é metade orc. Ambos são bem defendidos respectivamente pelos atores Ben Schnetzer (“Orgulho e Esperança”) e Paula Patton (“Missão Impossível: Protocolo Fantasma”). Embora ela seja prejudicada pela pesada maquiagem (estranhamente, a personagem não é CGI) e lembre a Gamora de “Guardiões da Galáxia” – carregando até um nome parecido -, Paula Patton empresta dignidade e força a uma personagem feminina no meio de tantos machos estúpidos, passando a impressão de ter a jornada mais interessante do filme. Como Garona, Durotan, Khadgar e um bebê orc que ainda pode dar o que falar, o filme passa a sensação de que há algo bom escondido no meio de tanta poluição visual e narrativa. Alguns momentos são divertidos e há trabalhos competentes em matéria de direção de arte e figurinos, sem falar que Duncan Jones conduz muito bem as cenas de ação. Mas a produção é prejudicada não por uma história ruim ou sem sentido, mas por uma história mal contada. Talvez os fãs do game consigam preencher facilmente em suas cabeças as lacunas do roteiro, afinal o que não falta em “Warcraft” é fan service. Mas o público em geral pode achar chato ver gameplay na tela grande. Especialmente porque “Warcraft” não tem final e vincula o interesse dos espectadores à possibilidade de continuar sua aventura para além do que mostrou nesse fraco primeiro nível.

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    Jake Gyllenhaal vai estrelar adaptação do game pós-apocalíptico The Division

    4 de junho de 2016 /

    O ator Jake Gyllenhaal (“O Abutre”) vai estrelar a versão de cinema do game “The Division”. Segundo o site da revista Variety, além de atuar, ele será o produtor do filme, baseado no jogo da Ubisoft. “The Division” arrecadou US$ 330 milhões somente em cinco dias de venda. O jogo acompanha a ação de um agente da SHD (Strategic Homeland Division) em uma Nova York pós-apocalítica após uma pandemia de varíola dizimar a população. O protagonista precisa ajudar a reconstruir as operações da agência em Manhattan, combater o crime e investigar a origem do surto. Em estágio inicial, a produção ainda não tem diretor, nem roteirista.

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    David Bowie chegou a ver Warcraft antes de morrer

    31 de maio de 2016 /

    O diretor Duncan Jones revelou que chegou a mostrar a seu maior fã uma versão inicial de “Warcraft – O Primeiro Encontro De Dois Mundos”. Seu pai, o cantor David Bowie, viu e aprovou o filme antes de morrer, ainda que fosse uma versão inacabada. “Mostrei uma versão inicial de ‘Warcraft’, que tinha alguns efeitos”, Jones contou em entrevista ao site The Daily Beast. “Ele era um certo tipo de pessoa para todo mundo. Mas, para mim, ele era o meu pai e estava sempre interessado nas coisas que eu fazia. Por isso mostrei no que estava trabalhando. Ele ficou muito emocionado com o fato de eu estar fazendo aquilo que gosto”, completou. Adaptado do popular videogame “World of Warcraft”, o filme acompanha o conflito gerado pelo primeiro contato entre orcs e humanos, mostrando os dois lados da história. De um lado está Anduin Lothar (Travis Fimmel, da série “Vikings”), o personagem principal da Aliança, que sacrifica tudo para salvar o povo de Azeroth, e do outro Durotan (Toby Kebell, de “Quarteto Fantástico”), o nobre chefe do clã orc Frostwolf, que se esforça para salvar seu povo e sua família da extinção. Os dois precisam superar antigas rivalidades para impedir que a guerra entre suas raças leve ao extermínio de ambas as civilizações. O elenco também inclui Ben Foster (“360”), Paula Patton (“Missão Impossível – Protocolo Fantasma”), Dominic Cooper (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Ryan Robbins (série “Arrow”), Clancy Brown (série “Sleepy Hollow”) e Rob Kazinsky (“Círculo de Fogo”). A estreia acontece nesta quinta (2/5) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Warcraft: Vídeos legendados de bastidores destacam os efeitos visuais do filme

    28 de maio de 2016 /

    A Universal divulgou um novo pôster e dois vídeos legendados de bastidores de “Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos”. Um deles traz o elenco comentando a trama e o outro destaca o trabalho realizado na criação dos orcs gigantes, materializados pelos efeitos da ILM (Industrial Light & Magic), a lendária empresa concebida por George Lucas para os primeiros filmes de “Star Wars”. O filme acompanha o conflito gerado pelo primeiro contato entre orcs e humanos, mostrando os dois lados da história. De um lado está Anduin Lothar (Travis Fimmel, da série “Vikings”), o personagem principal da Aliança, que sacrifica tudo para manter salvo o povo de Azeroth, e do outro Durotan (Toby Kebell, de “Quarteto Fantástico”), o principal personagem da Horda, nobre chefe do clã Frostwolf, que se esforça para salvar seu povo e sua família da extinção. Os dois precisam se aliar contra um mal maior para impedir que a guerra entre suas raças leve ao extermínio de ambas as civilizações. A história foi idealizada por Chris Metzen, roteirista do game, e roteirizada por Charles Leavitt (“Diamante de Sangue”). A direção é de Duncan Jones (“Contra o Tempo”) e o elenco também inclui Ben Foster (“360”), Paula Patton (“Missão Impossível – Protocolo Fantasma”), Dominic Cooper (“Capitão América: O Primeiro Vingador”), Ryan Robbins (série “Arrow”), Clancy Brown (série “Sleepy Hollow”) e Rob Kazinsky (“Círculo de Fogo”). A estreia acontece nesta quinta (2/5) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Sem sentido e bom senso, Angry Birds deve virar a pior animação do ano

    24 de maio de 2016 /

    Baixe e aproveite todos os aplicativos da série “Angry Birds”, mas esqueça a animação feita para o cinema, porque deve disputar a condição de pior do ano. Sem graça, nexo, inspiração e uma mínima noção de bom senso, “Angry Birds – O Filme” entra para a coleção de filmes para levar filhos e sobrinhos ao cinema em que dizemos a eles no fim da sessão – como prova de amor – que gostamos do que vimos. Mas, cuidado, a “melhor cena” envolve pássaros bebendo e fazendo gargarejo com xixi. Ou seja, não dá para acreditar que deram dinheiro para produzir essa bomba. Compreensível pelo sucesso da marca, mas é uma bola fora da Sony tratar isso como cinema. A parte do xixi pode ser a “melhor”, porém o mau gosto domina e é difícil escolher qual é o momento mais embaraçoso. Mas antes de citá-los, vamos recapitular o que é “Angry Birds”: surgiu como um app para jogar no ônibus ou no trem. Sem história alguma. A missão é arremessar passarinhos raivosos contra porcos verdes que roubaram seus ovos. É isso. Embora se espere que isso aconteça no filme, a adaptação teria um roteiro que parte praticamente do zero e sem limites para explorar a criatividade. Mas apostaram numa trama para lá de manjada. Até chegar a hora que remete ao game, sobram desdobramentos enfadonhos sobre personagens nada carismáticos, liderados por um protagonista estressado – mesmo vivendo numa ilha paradisíaca – , que não tem graça nenhuma. Todos os exemplos utilizados para ele demonstrar sua raiva foram vistos em diversos filmes. Pior: não há explicação alguma para o personagem ser assim e ainda tentam dizer lá na frente que é bom ser estressado. Ok, ninguém é de ferro, entendo, mas isso deveria ser um filme para crianças. Prepare-se para cenas com flatulências, insinuações machistas, bundas na cara de outros pássaros e piadas sobre sexo, como em um momento inacreditável: você sabe que os porcos roubarão os ovos do pobres pássaros, certo? Antes de decidir pelo resgate, um dos personagens principais sugere que basta substituir os filhotes “reunindo a mulherada num cantinho e mandar ver”. Quantas crianças entenderam isso? E qual é a necessidade disso? Mas vamos nos concentrar na estrutura do roteiro de Jon Vitti (“Alvin e os Esquilos”). Quando chega a tão esperada parte dos pássaros atacando os porcos, ela não faz o menor sentido. Não há preparação para esse momento. Nenhum personagem estava acostumado a ser arremessado por estilingues gigantes até ali. Eles simplesmente acham que é a melhor estratégia para o ataque. Enfim, não há muito para dizer. Apenas para o filho ou o sobrinho. Enquanto eles consomem a última pipoca, você pode contar a eles que “Angry Birds” (o filme, não o game) não foi o melhor filme que vocês já viram. Não se preocupe, porque provavelmente eles concordarão.

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