PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Filme

    Ryan Reynolds é personagem de videogame em oito fotos de Free Guy

    19 de julho de 2020 /

    A 20th Century Studios divulgou oito de fotos de “Free Guy – Assumindo o Controle”, filme que traz Ryan Reynolds (o Deadpool) como um personagem de videogame renegado. Na trama, Reynolds vive um bancário comum, que é figurante numa cena de assalto de videogame. Num belo dia, ele resolve reagir ao ataque de um jogador e se torna autoconsciente, descobrindo que sua existência é artificial, criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive uma heroína no jogo. Ela ajuda Guy a enfrentar os perigos causados por sua rebelião. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela então chamada 20th Century Fox. Nesse meio tempo, ele andou bastante ocupado, escrevendo inúmeros projetos para grandes estúdios de Hollywood, entre eles, as animações de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”. O filme também marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, seis anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, inclusive da série “Stranger Things”. A estreia de “Free Guy” estava originalmente prevista para julho, mas após a pandemia de coronavírus transformou-se num lançamento natalino, aguardado agora para dezembro.

    Leia mais
  • Filme

    Tom Holland revela começo das filmagens de Uncharted

    15 de julho de 2020 /

    Após mais de uma década de desenvolvimento, “Uncharted” finalmente começou a ser filmado. O ator Tom Holland usou as redes sociais para compartilhar uma foto dos bastidores do início da produção da Sony, que é baseada na popular franquia de games de mesmo nome. “Primeiro dia”, escreveu Holland na legenda da foto que mostra o nome “Nate”, em referência ao seu papel na trama, o arqueólogo aventureiro Nathan Drake. Veja abaixo. O filme contará uma história de origem de Nathan Drake, algo nunca apresentado nos games. A abordagem foi consequência justamente da contratação de Holland para o papel principal. Ele é muito mais jovem que o personagem nos jogos. Para quem não conhece, o game companha o arqueólogo Nathan Drake, que segue as pistas do seu antepassado Sir Francis Drake numa caça a relíquias místicas ao redor do mundo. Numa das diferentes encarnações do projeto, Mark Wahlberg (“Pai em Dose Dupla”) chegou a negociar o papel do protagonista. Apesar de tudo ter mudado desde então, ele continua a bordo, mas agora como o mentor do herói. Com Holland a bordo, a Sony desistiu de adaptar os jogos já lançados pela Naughty Dog para fazer um prólogo inédito, centrado na juventude do protagonista. Na história, Drake seria um jovem ladrão e teria seu primeiro encontro com o caçador de tesouros Victor Sullivan, que se torna seu mentor – o papel de Wahlberg. O elenco também inclui Antonio Banderas (“Dor e Glória”), Tati Gabrielle (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”). O último roteiro (o quinto desde 2010) foi escrito pela dupla Art Marcum e Matt Holloway (de “Homem de Ferro” e “MIB: Homens de Preto – Internacional”) em parceria com Rafe Judkins (da série “Agents of SHIELD”), e o diretor que finalmente vai tirar o projeto do papel é Ruben Fleischer (de “Venom” e “Zumbilândia”). A Sony tem a estreia marcada para julho de 2021, mas isso provavelmente vai mudar. Ver essa foto no Instagram Day one #uncharted Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 15 de Jul, 2020 às 12:59 PDT

    Leia mais
  • Etc

    The Last of Us: Part 2 bate recordes de venda e expõe vexame dos robôs extremistas

    4 de julho de 2020 /

    O sucesso sem precedentes do game “The Last of Us: Part 2” encerra de vez a discussão sobre a capacidade dos nerds da extrema direita de mobilizar qualquer boicote cultural. Eles já atacaram os filmes “Pantera Negra” (herói negro), “Capitã Marvel” (heroína feminina) e a nova trilogia “Star Wars” (falta de homens brancos heroicos), que se tornaram fenômenos de bilheteria. Agora, miraram em seu primeiro game, bombardeando sites como Metacritic e IMDb com preconceito e notas baixas para tentar impedir o sucesso do jogo. Com mais de 100 mil comentários (a maioria negativos), “The Last of Us: Part 2” virou o produto mais comentado do Metacritic em todos os tempos. A se acreditar nessas resenhas, o jogo deve ter sido o maior fracasso de todos os tempos… Mas, graças a essa mobilização sem precedentes, os extremistas conseguiram apenas demonstrar o que não queriam. Barulhentos e armados com robôs para multiplicar suas opiniões, revelaram que, na prática, são muito poucos para fazer qualquer diferença no mundo real. Isto porque “The Last of Us: Part 2” é o maior sucesso de vendas de 2020. Em menos de um mês, o jogo, lançado em 19 de junho passado, já vendeu mais cópias no Reino Unido do que todos os outros títulos do top 10 (dos mais vendidos do ano)… somados. O levantamento foi realizado pela GfK, empresa global que realiza estudos de mercado, e foi divulgado pelo site Games Industry. A continuação da história de Ellie e Joel ficou na frente de jogos como “Fifa 20” (2º), “Ring Fit Adventure” (3º), “Animal Crossing: New Horizons” (4º) e “Mario Kart 8: Deluxe” (5º). Só em seu primeiro fim de semana, “The Last of Us: Part 2” já tinha alcançado a marca de 4 milhões de cópias vendidas. Além disso, quebrou o recorde de estreia para o PlayStation 4. Perdidos no meio da gritaria extremista, alguns fãs verdadeiros realmente lamentaram o destino de um dos protagonistas da franquia. Mas a campanha fraudulenta abafou tanto as reclamações legítimas quanto os elogios rasgados, para fazer prevalecer apenas ataques homofóbicos – os reacionários apelidaram o jogo de “the lesbian of us”, dizendo que ele é fruto de “ideologia de gênero”. Sem cair nesta falsa polêmica, a crítica colocou a nota do game nas alturas, com 94% de aprovação no Metacritic. O jogo é a continuação do premiado “The Last of Us”, de 2013, história de sobrevivência numa espécie de pós-apocalipse zumbi, que liderou diversas listas de melhores games da década, e que recentemente teve sua adaptação para o formato de série anunciada pelo canal pago HBO. A série será escrita e dirigida pelos criadores de “Chernobyl”, o roteirista Craig Mazin e o diretor Johan Renck, que trabalharão na adaptação com o autor do game, Neil Druckmann.

    Leia mais
  • Série

    Criadores de Westworld farão série baseada no game Fallout para a Amazon

    2 de julho de 2020 /

    Os produtores-roteiristas Jonathan Nolan e Lisa Joy, criadores de “Westworld”, estão trabalhando em uma nova série de ficção científica. A dupla será responsável por adaptar o videogame “Fallout” numa série da Amazon Studios. O anúncio do novo projeto foi acompanhado por um teaser misterioso no perfil oficial do jogo no Twitter, que inclui o logo da produtora Kilter Filmes, criada pelo casal. “Cada capítulo dessa trama insanamente criativa nos custou incontáveis horas de jogo que poderíamos ter passado com família e amigos. Então estamos incrivelmente animados pela parceria com Todd Howard e o resto dos lunáticos da Bethesda para trazer vida à esse universo massivo, subversivo e com humor sombrio na Amazon Studios”, disseram Nolan e Joy em comunicado. Lançado em 1997, “Fallout” é uma franquia premiada de RPG pós-apocalíptico, que se passa no século 22, após uma guerra nuclear devastar o planeta e os sobreviventes começarem a sair de suas comunidades subterrâneas para um mundo repleto de perigos e criaturas mutantes. O diretor da Bethesda Game Studios, Todd Howard, assinará a produção criativa ao lado da dupla. Ainda não há previsão de estreia para a atração. Confira abaixo o teaser da série e o trailer da versão mais recente do game, “Fallout 76”. #PleaseStandBy. @AmazonStudios #KilterFilms pic.twitter.com/7YmLZKIPAe — Fallout (@Fallout) July 2, 2020

    Leia mais
  • Série

    Game Cyberpunk 2077 vai virar série animada da Netflix

    26 de junho de 2020 /

    “Cyberpunk 2077”, vindouro game da CD Projekt RED (“The Witcher”), ainda nem foi lançado, mas já está ganhando uma adaptação para a Netflix. A Studio Trigger, produtora japonesa de “Kill La Kill”, foi encarregada de transformar o game numa série anime. Intitulada “Cyberpunk: Edgerunners”, a atração será lançada apenas em 2022, mas já começou a ser divulgada com um vídeo da CD Projekt RED. Veja abaixo. O projeto será uma derivado ambientado em Night City, mesmo cenário do jogo, mas com uma trama diferente, acompanhando personagens inéditos. Com 10 episódios, a série será centrada num “menino de rua que tenta sobreviver em uma cidade do futuro obcecada por tecnologia e modificações corporais. Tendo tudo a perder, ele escolhe permanecer vivo, tornando-se um edgerunner – um fora da lei mercenário, também conhecido como cyberpunk.” Hiroyuki Imaishi (“Kill la Kill”) será o diretor de “Edgerunners”, numa equipe que ainda conta com Masahiko Otsuka (“Guerren Lagann”) como diretor assistente e a dupla Yoh Yoshinari e Yuto Kaneko (“Little Witch Academia”) no comando do design dos personagens. O roteiro está a cargo de Yoshiki Usa (“Promare”) e a trilha sonora será de Akira Yamaoka, compositor conhecido pela franquia gamer “Silent Hill”. Confira o vídeo de apresentação do projeto abaixo.

    Leia mais
  • Etc

    The Last of Us: Part 2 encanta crítica e desperta ódio de gamers homofóbicos

    21 de junho de 2020 /

    O aguardado lançamento do game “The Last of Us: Part 2” na sexta passada (19/6) encantou a crítica, mas também demonstrou mais uma vez o lado negro da força do universo geek. O jogo atingiu 95% de aprovação na média das avaliações críticas consideradas pelo site Metacritic. Mas apenas nota 3,7 (de 10) entre o público no mesmo site. No IMDb, a nota ficou em 5,3. O resultado da suposta decepção do público é fruto de uma campanha de um grupo pequeno mas ruidoso nas redes sociais, que usa robôs para manipular as votações. A tática é tão descarada que Neil Druckmann, criador do game, chegou a ironizar no Twitter: “Nossa… em poucas horas de lançamento já temos quase o dobro do número de críticas de usuários obtido pelo primeiro jogo… em sete anos! Adoro essa paixão!”. A mesma tática foi usada anteriormente e por motivos similares contra os filmes “Pantera Negra”, “Capitã Marvel” e a recente trilogia “Star Wars”, todas produções da Disney que se tornaram blockbusters, demonstrando quão minoritários são os descontentes. O motivo do descontentamento é o fato de “The Last of Us: Part 2” não ser conservador. Gamers homofóbicos odiaram o fato de a protagonista Ellie ter se tornado uma lésbica assumida, envolver-se com uma mulher e enfrentar outra, que é “puro músculo, um caminhão”, nas palavras da roteirista do game, Halley Gross. Para completar, a trama também inclui um personagem trans em fuga de uma seita de fanáticos religiosos e a presença de muitas mulheres boas de briga em posições de comando. Nas redes sociais, os reacionários apelidaram o jogo de “the lesbian of us”, dizendo que ele é fruto de “ideologia de gênero”, denominação da extrema direita para qualquer visão de visão de mundo fora da heteronormatividade. O jogo é a continuação do premiado “The Last of Us”, de 2013, que liderou diversas listas de melhores games da década, e que recentemente teve sua adaptação para o formato de série anunciada pelo canal pago HBO. A série será escrita e dirigida pelos criadores de “Chernobyl”, o roteirista Craig Mazin e o diretor Johan Renck, que trabalharão com o autor do game, Neil Druckmann. A trama começa cinco anos após a dupla Joel e Ellie iniciar sua jornada pelo que restou dos Estados Unidos, agora destruído por uma pandemia causada por um fungo zumbi. Se no primeiro game o foco era na relação quase de pai e filha entre os dois protagonistas, em “The Last of Us Part 2” Ellie já tem 19 anos e deixa claro que é sexualmente ativa – com outras mulheres. Enquanto as críticas da imprensa usam adjetivos como “perfeito”, “cinematográfico” e “excelente” – o jornal The Guardian achou o game “inovador e poderoso”, enquanto o Washington Post o chamou de “um dos melhores videogames já criados” – , as resenhas dos “fãs” se resumem a repetir que “lésbicas no apocalipse f****** a saga”. Em meio à polêmica, a intérprete de Ellie (via captura de movimentos), a atriz Ashley Johnson, disse que se sentia “incrivelmente orgulhosa de interpretar essa personagem”, numa reportagem feita pela BBC. “Eu amo Ellie e acho muito importante que as pessoas vejam personagens como ela nos videogames. Ter uma jovem líder feminina que é gay faz com que o jogo pareça mais real”, ela apontou. Disse mais: “Eu acho que é essencial ter representação feminina e LGBTQIA+ em todas as mídias, precisamos disso em todos os formatos. As coisas estão começando a mudar lentamente, mas adoraria chegar logo a um ponto no entretenimento em que isso não seja mais considerado algo ousado”. Na mesma reportagem, Neil Druckmann afirmou que sua produtora, Naughty Dog, está numa situação confortável, graças a uma série de sucessos comerciais que lhes “permite arriscar”. “Se ‘The Last of Us: Part 2″ for bem sucedido, e alguém quiser fazer um novo game com um elenco semelhante, pelo menos as equipes de marketing poderão olhar e ver: ‘Bem, isso funcionou’, então o medo [de preconceituosos] deixará de ser entrave para que possamos refletir mais as pessoas à nossa volta”. Veja o impressionante trailer legendado do game abaixo.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Ian Holm (1931 – 2020)

    19 de junho de 2020 /

    O ator britânico Ian Holm, conhecido por viver Bilbo em “O Senhor dos Anéis” e Ash em “Alien: O Oitavo Passageiro”, morreu nesta sexta (19/6) aos 88 anos. O agente do ator confirmou a notícia citando complicações do Mal de Parkinson como causa da morte. “Ele morreu pacificamente no hospital, com sua família e seu cuidador. Ian era charmoso, gentil e talentoso, e vamos sentir falta dele enormemente”, escreveu o agente, em comunicado. Um dos atores britânicos mais famosos de sua geração, Ian Holm nasceu em 12 de setembro de 1931, filho de médicos escoceses, na cidade inglesa de Goodmayes, e acumulou diversos prêmios em sua carreira. Ele também deu, literalmente, sangue pela arte. Em 1959, quando fazia parte da Royal Shakespeare Company, a mais prestigiosa trupe do teatro britânico, Holm teve o dedo cortado por Laurence Olivier durante uma luta de espadas na montagem de “Coriolanus”. Acabou com uma cicatriz, que para ele tinha conotação de dedicação e orgulho por seu trabalho. Sua trajetória rumo à fama incluiu várias aparições na televisão britânica no início dos anos 1960, até conquistar destaque como o rei Ricardo III na minissérie da BBC “The Wars of the Roses” (1965). Em seguida, conquistou o papel que lhe deu projeção internacional, ao vencer o Tony (o Oscar do teatro) em sua estreia na Broadway em 1967, como Lenny em “Volta ao Lar”, de Harold Pinter, atuando sob direção de Peter Hall. Holm também estrelou a versão de cinema da peça em 1973, novamente dirigida por Hall, que ainda foi o diretor que o lançou no cinema, apropriadamente numa adaptação de Shakespeare, “Sonho de uma Noite de Verão”, em 1968. Na obra shakespeariana, ele viveu o icônico elfo Puck, que foi o primeiro personagem fantástico de sua filmografia. A consagração no cinema e no teatro seguiram paralelas por quase toda a sua carreira. Ele trabalhou em clássicos como “O Homem de Kiev” (1968), de John Frankenheimer, “Oh! Que Bela Guerra!” (1969), de Richard Attenborough, “Nicholas e Alexandra” (1971), de Franklin J. Schaffner, “Mary Stuart, Rainha da Escócia” (1971), de Charles Jarrot, “As Garras do Leão” (1972), novamente de Attenborough… obras premiadíssimas. Seus personagens marcaram época. Viveu, por exemplo, o vilanesco Príncipe João no cultuadíssimo “Robin e Marian” (1976), sobre a morte de Robin Hood (vivido por Sean Connery), sem esquecer as minisséries que impressionaram gerações, estabelecendo-o no imaginário televisivo como Napoleão em “Os Amores de Napoleão” (1974), o escritor JM Barrie, criador de “Peter Pan”, em “Os Garotos Perdidos” (que lhe rendeu indicação ao BAFTA Awards) e o monstruoso nazista Heinrich Himmler na icônica “Holocausto” (1978). A consagração no cinema veio com a indicação ao Oscar e a vitória no BAFTA por “Carruagens de Fogo”, o filme esportivo mais célebre de todos os tempos, em que viveu um treinador olímpico. Sua versatilidade também lhe garantiu muitos admiradores geeks. Holm impactou a ficção científica por suas atuações como Ash, o androide traidor, que acabava decapitado em “Alien: O Oitavo Passageiro” (1979), de Ridley Scott, o burocrata Sr. Kurtzmann em outro clássico, o fantástico “Brazil, o Filme” (1985), de Terry Gilliam, o padre Cornelius em “O Quinto Elemento” (1997), melhor filme de Luc Besson, e o cientista que prevê o apocalipse de “O Dia Depois de Amanhã” (2004), de Roland Emmerich. Ele ainda trabalhou com Gilliam em “Os Bandidos do Tempo” (1981), numa das três vezes em que viveu Napoleão. Foi nesta época, inclusive, que começou sua conexão com “O Senhor dos Anéis”. Em 1981, quando a BBC produziu uma adaptação para o rádio da obra de J.R.R. Tolkien, ele foi o escolhido para dar voz a Frodo. Vinte anos depois, virou o tio de Frodo, Bilbo Bolseiro, na trilogia cinematográfica de Peter Jackson, lançada entre 2001 e 2003 — o final da saga, “O Retorno do Rei”, rendeu-lhe o SAG Awards (prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA) como parte do Melhor Elenco do ano. Sua carreira foi repleta de aventuras fantásticas, incluindo “Juggernaut: Inferno em Alto-Mar” (1974), de Richard Lester, e “Greystoke: A Lenda de Tarzan” (1984), uma das mais fiéis adaptações da obra de Edgar Rice Burroughs, na qual interpretou o francês Phillippe D’Arnot, o melhor amigo de Tarzan. Mas também dramas sutis, como “Dançando com um Estranho” (1985), de Mike Newell, e “A Outra” (1988), de Woody Allen. Holm perpetuou-se nas telas em várias adaptações shakespeareanas, numa lista que conta ainda com “Henrique V” (1989), de Kenneth Branagh, e “Hamlet” (1990), de Franco Zeffirelli. E multiplicou-se em obras cults, como “Kafka” (1991), de Steven Sodebergh, “Mistérios e Paixões” (1991), de David Cronenberg, “As Loucuras do Rei George (1994), de Nicholas Hytner, “Por uma Vida Menos Ordinária” (1997), de Danny Boyle, “O Doce Amanhã” (1997), de Atom Egoyan, etc, etc. Ele até voltou a viver Napoleão uma terceira vez, em “As Novas Roupas do Imperador” (2001), de Alan Taylor, tornando-se o ator mais identificado com o papel. Entre os cerca de 130 desempenhos que legou ao público também destacam-se os primeiros filmes dirigidos pelos atores Stanley Tucci (“A Grande Noite”, em 1996) e Zach Braff (“Hora de Voltar”, em 2004), os dramas premiados “O Aviador” (2004), de Martin Scorsese, e “O Senhor das Armas” (2005), de Andrew Niccol, e a animação “Ratatouille” (2007), da Disney-Pixar. Seus últimos trabalhos foram resgates de seus papéis mais populares. Ele voltou a viver Ash no videogame “Alien: Isolation”, lançado em 2014, e a versão envelhecida de Bilbo na trilogia “O Hobbit”, encerrando sua filmografia em 2014, com “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”. Tudo isso, apesar de sofrer de ataques de pânico a cada vez que as luzes acendiam, o diretor dizia “ação” e as cortinas se abriam. Tudo isso, que também lhe rendeu a nomeação de Comandante do Império Britânico em 1989, a distinção de cavaleiro, conferida pela Rainha Elizabeth II em 1998, a admiração de seus pares e o encantamento de fãs, ao redor do mundo.

    Leia mais
  • Etc

    Trailer revela novo game de Star Wars focado em batalhas de caças espaciais

    15 de junho de 2020 /

    A Electronic Arts divulgou o primeiro trailer de “Star Wars: Squadrons”, novo game da franquia “Star Wars”. A prévia é um comercial cinematográfico, que não revela muito sobre a jogabilidade, mas apresenta a história e seus personagens, que consistem de dois esquadrões rivais de caças do Império e da Rebelião. A trama do jogo se passa em locais que ainda não tinham sido apresentados na galáxia distante de “Star Wars” e promete muitos tiros em primeira pessoa, disparados da cabine dos caças. Há várias batalhas no espaço e, em determinados momentos, chega a lembrar outra franquia: “Battlestar Galactica”, série que explorou lutas de caças espaciais como nenhuma outra. Entre as promessas feitas sobre a jogabilidade, os jogadores terão opções de modificar suas naves e pilotar da forma que acharem melhor enquanto atiram contra os inimigos. “Star Wars: Squadrons” será o segundo game da franquia baseado em lutas de caças. O primeiro foi o clássico “Star Wars: Rogue Squadron”, que abriu uma trilogia em 1998. O lançamento vai acontecer em 2 de outubro para PC, Xbox One e PS4.

    Leia mais
  • Série

    Criador e diretor de Chernobyl voltarão a se juntar na adaptação do game The Last of Us

    7 de junho de 2020 /

    O criador e o diretor de “Chernobyl” vão voltar a trabalhar juntos numa série da HBO: na atração baseada no game “The Last of Us”. Johan Renck, que comandou todos os capítulos de “Chernobyl”, vai dirigir “pelo menos” o episódio piloto da adaptação, que será escrito por Craig Mazin, o roteirista da minissérie sobre o acidente nuclear dos anos 1980. Ambos venceram o Emmy pela primeira parceria. Além de dirigir, Renck também será produtor-executivo da série, ao lado de Mazin e Neil Druckmann, que concebeu o game de 2013 e também sua sequência, prevista para 19 de junho no PlayStation 4. A trama vai adaptar a premissa original de Druckmann, que é similar às histórias tradicionais de apocalipse zumbi. Ao longo da trama, os espectadores poderão acompanhar a fascinante história de sobrevivência de Joel, convencido a transportar a menina Ellie, que pode representar uma chance de cura para uma praga apocalíptica, numa jornada brutal e comovente. A série será a primeira produção televisiva a ostentar a marca PlayStation, que vai virar uma produtora independente de conteúdo do conglomerado Sony. Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Continuação de Sonic terá diretor e roteiristas do primeiro filme

    29 de maio de 2020 /

    A Paramount vai produzir a continuação de “Sonic: O Filme”, último blockbuster mundial antes da pandemia de coronavírus. Lançado em fevereiro passado, o filme faturou US$ 306 milhões antes dos cinemas fecharem em todo o mundo e bateu o recorde de maior bilheteria de estreia de uma adaptação de videogame (com US$ 58 milhões) na América do Norte. Segundo apurou a revista Variety, a sequência voltará a contar com o diretor Jeff Fowler à frente do projeto, e também com os roteiristas do primeiro filme, Pat Casey e Josh Miller. Até o momento, não há previsão para o início das filmagens nem informações sobre o retorno do elenco, incluindo a participação de Jim Carrey como o vilão Dr. Robotnik/Eggman.

    Leia mais
  • Filme

    Cate Blanchett é confirmada na adaptação do game Borderlands

    28 de maio de 2020 /

    O estúdio Lionsgate oficializou a escalação de Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) como estrela da adaptação do game “Borderlands”. A notícia de que a atriz negociava participar do filme vazou no começo de maio, mas ela estava sendo sondada para mais duas produções e ainda não tinha definido qual estrelaria. O anúncio da Lionsgate também confirmou que ela vai interpretar a protagonista Lilith, uma ladra com poderes extraordinários. A filmagem vai voltar a reunir a atriz com o diretor Eli Roth. Os dois já trabalharam juntos no filme “O Mistério do Relógio na Parede”, de 2018. Lançado em 2009, “Borderlands” se passa em um planeta chamado Pandora, que foi explorado por uma mega-corporação e, após ser abandonado, se tornou uma terra sem lei à la “Mad Max”. No jogo original, Lilith pertence a uma espécie de “sereias” com poderes especiais, capaz de manipular o tempo-espaço. Ela era um dos quatro “Caçadores de Relíquias” que viajam até Pandora para encontrar um cofre alienígena, que, segundo boatos, contém tecnologia avançada. Só que, para atingir seu objetivo, os caçadores precisam lutar contra a fauna local e a população de bandidos, além de tentar impedir que o chefe de um exército particular alcance o cofre primeiro. A franquia teve três jogos principais e dois derivados. O título mais recente é “Borderlands 3”, lançado em 2019 para PC, Xbox One e PlayStation 4. Devido à pandemia de coronavírus, não há previsão para o começo das filmagens ou para a estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Cate Blanchett negocia estrelar adaptação do game Borderlands

    10 de maio de 2020 /

    A atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) está negociando estrelar a adaptação do game “Borderlands”. Embora a Lionsgate, responsável pela produção, não tenha confirmado, várias fontes da imprensa americana indicam que ela deve interpretar a protagonista Lilith. Lançado em 2009, “Borderlands” se passa em um planeta chamado Pandora, que foi explorado por uma mega-corporação e, após ser abandonado, se tornou uma terra sem lei à la “Mad Max”. No jogo original, Lilith pertence a uma espécie de “sereias” com poderes especiais, como a manipulação do tempo-espaço. Ela era um dos quatro “Caçadores de Relíquias” que viajam até Pandora para caçar um cofre alienígena, que, segundo boatos, contém tecnologia avançada. Só que para atingir seu objetivo, os caçadores precisam lutar contra a fauna local e a população de bandidos, além de tentar impedir que o chefe de um exército particular alcance o cofre primeiro. A franquia teve três jogos principais e dois derivados. O título mais recente é “Borderlands 3”, lançado em 2019 para PC, Xbox One e PlayStation 4. O detalhe é que a adaptação para os cinemas foi anunciada antes desse lançamento, em 2015, com o mesmo produtor envolvido no atual projeto: Avi Arad, dos filmes do “Homem-Aranha”. Na época, a direção estava a cargo de Eli Roth (“Bata Antes de Entrar”). Não há previsão para o começo das filmagens ou para a estreia, devido à pandemia do novo coronavírus.

    Leia mais
  • Filme

    Versão digital de Sonic: O Filme chega ao Brasil na quarta-feira

    18 de abril de 2020 /

    Um dos últimos sucessos de bilheteria antes do fechamento dos cinemas pela pandemia do novo coronavírus já vai chegar às plataformas digitais no Brasil. “Sonic: O Filme”, adaptação do famoso videogame do ouriço azul mais veloz do mundo, será disponibilizado na AppleTV, Google Play, Xbox Video e Playstation Store a partir da próxima quarta-feira (22/4). Uma semana depois, em 29 de abril, o filme será lançado para locação nas principais operadoras de TV paga do país. As cópias digitais de “Sonic: O Filme” contarão com diversos conteúdos extras, como cenas excluídas, erros de gravação e faixa de comentários do ator Ben Schwartz (“House of Lies”), dublador original de Sonic, e do diretor Jeff Fowler. Maior estreia de um filme baseado em videogame, “Sonic: O Filme” faturou US$ 58 milhões em seu lançamento nos EUA. Mas a pandemia encurtou sua trajetória cinematográfica, finalizada com US$ 300 milhões em bilheteria mundial. Jeff Fowler fez sua estreia como diretor de longas à frente de “Sonic”, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). O filme também contou com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler, e seu elenco ainda inclui James Marsden (“Westworld”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”), Adam Pally (“The Mindy Project”) e Jim Carrey (“Sim Senhor”) como o vilão Dr. Ivo Robotnik, cientista maluco que é o grande inimigo de Sonic no game clássico.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie