Gal Gadot vai estrelar e produzir nova franquia de ação
A atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha no cinema, vai estrelar uma nova franquia, desta vez no mundo da espionagem. Ela será a protagonista de “Heart of Stone”, que a Skydance Media pretende explorar em várias continuações. O filme é descrito como uma versão feminina de “Missão: Impossível” e “007”. “Heart of Stone” tem roteiro do autor de quadrinhos Greg Rucka (criador de “The Old Guard”, da Netflix) em parceria com Allison Schroeder (“Estrelas Além do Tempo”), e será dirigido por Tom Harper (“The Aeronauts”). Além de estrelar, Gadot também coproduzirá o filme por meio de sua empresa Pilot Wave. Gadot será vista a seguir em “Mulher Maravilha 1984”, que estreia em 17 de dezembro no Brasil, além de “Morte no Nilo” e “Red Notice”, já inteiramente filmados, mas ainda sem previsão de lançamento. Ela também vai estrelar o filme “Cleópatra”, com direção de Patty Jenkins (da franquia “Mulher-Maravilha”).
Mulher-Maravilha 1984 ganha novo pôster exclusivo para estreia no Brasil
A Warner Bros. Pictures Brasil revelou um pôster nacional exclusivo de “Mulher-Maravilha 1984”, que traz a heroína dos quadrinhos com um novo uniforme alado dourado. A imagem, por sinal, dá bastante ênfase para as asas do traje, que aparecem abertas, ocupando metade do cartaz. O novo visual reflete uma tendência curiosa das continuações de super-heróis, que sempre procuram mostrar os personagens em uniformes diferentes daqueles usados nos filmes anteriores. As mudanças vão tão longe que chegam a perder as referências originais. A imagem atual, por exemplo, é do segundo filme da Mulher-Maravilha, embora pareça sugerir a estreia da Mulher-Gavião no cinema. De todo modo, o estúdio aproveitou para fazer divulgação dupla, ao incluir o cartaz num post com o anúncio de sua participação na convenção virtual Comic Con Experience (CCXP), que este ano vai acontecer de 4 a 6 de dezembro como um evento digital e gratuito, rebatizado como CCXP Worlds. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, Connie Nielsen como a Rainha Hipólita e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre o enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve seu lançamento adiado para 17 de dezembro, devido à pandemia do novo coronavírus. Com isso, a estreia vai acontecer oito dias antes dos EUA, onde a produção será lançada no Natal, simultaneamente nos cinemas e em streaming.
Ryan Reynolds fez 400 vídeos de agradecimentos para equipe de seu novo filme
Quando revelou ter encerrado as filmagens de “Red Notice”, nova comédia de ação da Netflix, Ryan Reynolds (o Deadpool) informou que, para realizar a produção, “mais de 300 almas” precisaram viver “em uma bolha”, afastados da família para evitar o contágio de coronavírus. “Esse sacrifício não é só deles, mas também de seus familiares, amigos e entes queridos que não os veem há meses”, ele acrescentou, num post feito há quase um mês no Instagram. O que o ator não disse – e que o site The Hollywood Reporter acaba de descobrir – é que ele gravou cerca de 400 vídeos para as famílias, amigos e entes queridos dos membros da equipe, que estavam “sequestrados” pela produção. Contatado pelo THR, Reynolds confirmou o gesto de gratidão e acrescentou que, para quem não tinha família, “fiz vídeos para os cães deles”. “O moral estava tão baixa porque todos estavam presos. Eles não podiam ir a lugar nenhum a não ser ao trabalho ou ao hotel. Em alguns casos, suas famílias estavam em casa a menos de um quilômetro de distância. Não consigo imaginar esse tipo de separação. ” Ele admite que filmar “Red Notice” foi um esforço exaustivo, mas “valeu cada segundo”. Assim que o filme terminou e todos estavam livres para voltar para casa, Reynolds ainda presenteou cada membro da equipe com uma garrafa de seu gin Aviation, junto com uma nota personalizada. “Excelente grupo de pessoas”, disse ele. “O que eles fizeram foi muito difícil.” Trama de perseguição de ladrão de arte internacional, “Red Notice” foi escrita e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”) e também inclui em seu elenco Gal Gadot (a Mulher-Maravilha) e Dwayne Johnson (the Rock). O filme deve ser lançado em 2021 em streaming.
Trailer chinês de Mulher-Maravilha 1984 mostra cenas inéditas
A Warner de Hong Kong divulgou um trailer exclusivo de “Mulher-Maravilha 1984” para o mercado chinês, repleto de cenas inéditas. A prévia revela diversos momentos da jovem Diana em Themyscira, incluindo um novo monólogo da Rainha Hipolita, e uma aparição inédita do traje dourado, além de diversas cenas de luta contra inimigos pouco identificados. Assim como no Brasil, a China será um dos países que exibirá o filme nos cinemas na terceira semana de dezembro, enquanto os americanos precisarão esperar até o Natal para assistir ao lançamento – tanto nos cinemas quanto por streaming, na plataforma HBO Max. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, Connie Nielsen como Hipólita e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve seu lançamento adiado para 17 de dezembro, devido à pandemia do novo coronavírus.
Mulher-Maravilha 1984 tem estreia antecipada no Brasil
A Warner Bros. Pictures Brasil anunciou que “Mulher-Maravilha 1984” vai chegar mais cedo aos cinemas brasileiros. Previsto para a véspera do Natal, o longa agora vai estrear uma semana antes, em 17 de dezembro, e com sessões de pré-estreia no dia 17. A mudança foi divulgada um dia depois da Warner definir o lançamento simultâneo do filme nos cinemas e na plataforma de streaming HBO Max nos EUA, no dia 25 de dezembro. Como a HBO Max ainda não chegou ao Brasil, a estreia por aqui será exclusiva do circuito exibidor. Assim como a estreia simultânea nos EUA, a antecipação no Brasil faz parte de uma estratégia de prevenção contra uma segunda onda de coronavírus. Até as maiores redes exibidoras da América do Norte desistiram de protestar contra as decisões políticas que mantém os cinemas de Los Angeles e Nova York fechados desde março passado, diante da disparada da pandemia e a percepção de que os fechamentos podem ser retomados a qualquer momento nos locais reabertos, como já acontece na Europa. Os cinemas mal reabriram no Brasil e também correm risco de voltar a fechar, se o quadro de avanço notável da contaminação por covid-19 não for revertido. Os casos de coronavírus voltaram a apresentar alta em 13 estados, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, o que não é um bom indicativo para o futuro.
Mulher-Maravilha 1984 será lançado no cinema e em streaming no Natal
A Warner transformou “Mulher Maravilha 1984″ num lançamento natalino da HBO Max. O estúdio anunciou que disponibilizará o filme em 25 de dezembro simultaneamente nos cinemas e em sua plataforma de streaming. O CEO da WarnerMedia, Jason Kilar, divulgou uma nota sobre a decisão oficial do conglomerado de mídia no fim desta quarta (18/11). A diretora Patty Jenkins também tuitou sobre a notícia, relativizando a decisão. “Em algum momento você tem que escolher compartilhar qualquer amor e alegria que você tem para dar, acima de tudo”, ela escreveu. “Amamos nosso filme como amamos nossos fãs, então realmente esperamos que nosso filme traga um pouco de alegria e alívio para todos vocês nesta temporada de festas. ” A HBO Max disponibilizará o filme para seus assinantes sem cobrar uma quantia adicional, ao contrário do que a Disney fez com “Mulan”. Fora dos EUA, onde a plataforma da WarnerMedia ainda não foi lançada, a distribuição convencional nos cinemas ficou mantida. A estreia no Brasil continua marcada para 24 de dezembro nas salas de exibição. Apesar disso, é um senso comum que a distribuição parcial em streaming contribui para o avanço da pirataria, com potencial para corroer os rendimentos até dos mercados em que o filme entrará em cartaz. A falta de grandes lançamentos nos cinemas é tão grave, que as redes exibidoras concordaram com a proposta da Warner e não devem boicotar a distribuição do filme – como fariam antes do coronavírus. A decisão da Warner também representa uma cachoeira de água fria no mercado exibidor, que começa a perceber o longo inverno que se aproxima. Assim como aconteceu durante o verão norte-americano, os estúdios não deverão lançar grandes títulos nos cinemas durante as férias de inverno, período que vai até março nos EUA. Vários títulos que deveriam ser exibidos no começo do ano já foram adiados para a metade e até para o final de 2021. Não há a menor expectativa da volta da programação normal de lançamentos. “À medida que navegamos nestes tempos sem precedentes, nós tivemos que ser inovadores para manter as nossas empresas avançando e continuando a servir aos nossos fãs”, disse Ann Sarnoff, Presidente e CEO, da WarnerMedia Studios e do Grupo Networks, que inclui Warner Bros. “Este é um filme incrível que realmente ganha vida na tela grande e, trabalhando com nossos parceiros na comunidade de exibição, iremos fornecer essa opção aos consumidores nos EUA, onde os cinemas estão abertos. Percebemos que muitos consumidores não podem voltar ao cinema devido à pandemia, então também queremos dar a eles a opção de ver ‘Mulher Maravilha 1984’ por meio de nossa plataforma HBO Max.” “Nós apreciamos a paciência do público e, dada a grande expectativa em torno de ‘Mulher Maravilha de 1984’, somos gratos por poder tornar este filme incrivelmente divertido amplamente disponível nestes tempos desafiadores”, acrescentou Toby Emmerich, Presidente do Warner Bros. Pictures Group. Para um filme dessa escala, isso não tem precedentes. Dado isso, queríamos compartilhar algum contexto. “Há muitas coisas que influenciam em uma decisão como esta”, explicou Jason Killar, o CEO da WarnerMedia. Ele listou: “A pandemia. Nossa crença na experiência teatral e, portanto, na importância dos expositores. Nossa missão de ser parceiros fortes e de apoio para Patty, Gal, o produtor Chuck Rovner e toda a equipe da ‘Mulher Maravilha 1984’. E, finalmente, a torcida, que é onde decisões importantes como essa sempre devem começar e sempre devem terminar”. Killar continua: “Estamos, é claro, em um momento extraordinário. Isso envolve uma colcha de retalhos de regulamentos, considerações geográficas e, o mais importante, preferências dos fãs. Com isso em mente, vemos uma oportunidade de fazer algo firmemente focado nos fãs: dar a eles o poder de escolher entre ir ao cinema local ou ver a estreia na HBO Max. Os super fãs provavelmente escolherão ambos”. “Se você tem a sorte de morar em um local onde os cinemas são abertos, acreditamos que estamos oferecendo uma ótima opção, dados os protocolos segurança que nossos parceiros implementaram. Com isso, os exibidores estão oferecendo uma experiência de cinema com distanciamento social, máscaras, protocolos de limpeza e ventilação. Por outro lado, se você e sua família preferem ficar em casa e fazer sua própria pipoca neste feriado, queremos compartilhar a experiência da ‘Mulher Maravilha 1984’ com você no mesmo dia na HBO Max. A decisão é sua”. pic.twitter.com/mLwGrB07vO — Patty Jenkins (@PattyJenks) November 18, 2020
Liga da Justiça: Nova versão do filme de super-heróis ganha trailer épico
A HBO Max divulgou a segunda versão do trailer do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”, a edição do filme refeita pelo diretor Zack Snyder. A prévia assume o nome “Zack Snyder’s Justice League” e apresenta muitas cenas e até mesmo personagens não vistos no cinema, como Iris West, interpretada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), e o supervilão Darkseid. Tudo ao som de “Hallellujah”, de Leonard Cohen, celebrando a produção como um milagre – materializado pela força de vontade dos fãs. O clima é épico do começo ao fim. Mas também chama atenção pelo formato da janela do vídeo, que lembra as antigas televisões de tubo. O detalhe é que a imagem não é mais curta que o padrão widescreen atual. Na verdade, ela é mais alta, como uma tela IMAX, e traz elementos no campo superior que foram cortados na exibição original nos cinemas. A opção por resgatar este formato, pensado durante o planejamento inicial do longa, é curiosa porque, embora o nome HBO Max seja parecido, o filme não vai passar em IMAX – a menos que a Warner tenha planejado e não avisado. Vista na internet, como as atrações da HBO Max, a imagem quadrada acaba parecendo o oposto do planejado: um videozinho do Instagram. Para completar o impacto do meio em que será lançado, o filme vai até deixar de ser filme. Será disponibilizado como uma minissérie de quatro episódios, somando cerca de 4 horas de duração. De qualquer forma, será um produção bem maior e muito diferente da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter os pedidos pela versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. E a inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro para trabalhos de pós-produção e até refilmagens do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontrava-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento ainda contou com a volta do elenco original ao estúdio. Por enquanto, porém, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics ainda não tem data confirmada de lançamento, além do fato de ser esperada para 2021.
Grande demais, Dwayne Johnson não coube em Porsche para cena de ação
O tamanho descomunal de Dwayne Johnson – conhecido popularmente como “The Rock” – impressiona nas telas, mas também traz seus próprios desafios nas filmagens. O maior deles: entrar nos carros esportivos que os roteiristas incluem nas cenas. O problema ocorreu mais recentemente durante as filmagens do próximo longa do ator, a comédia de ação “Red Notice”. O próprio The Rock revelou o vexame em seu Instagram. De acordo com o ator, suas costas não entravam no Porsche Taycan, que foi importado exclusivamente para a produção. “Eeeeee adivinha quem é grande demais para caber em outro carro esportivo e agora teremos que mudar toda a sequência de tomadas em torno dele?”, falou. “Bem, depois de meses de preparação e custos, comprando e despachando este carro para os EUA, era hora de ensaiar a grande sequência de perseguição.” Após ser orientado pelo diretor, o ator simplesmente não coube no veículo para uma sessão de fotos. Após risos nervosos da produção, o diretor e o ator conseguiram contornar o momento difícil encontrando uma “maneira criativa” de fazer o trabalho, segundo disse Dwayne. Na foto seguinte em seu Instagram, Johnson aparece de pé, do lado de fora do carro. Não está claro se foi essa a “maneira criativa” encontrada pela produção para resolver o problema. Mas já é uma cena para se antecipar na estreia do filme, que ainda não foi marcada. Em Red Notice”, Johnson interpreta um detetive do FBI que caça o maior contrabandista de artes do mundo. A produção da Netflix também conta com Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”), e foi escrita e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock)
Dwayne Johnson revela foto de seu personagem no filme Red Notice
O longa “Red Notice” encerrou suas filmagens há cerca de dez dias, mas seu elenco estrelado não parou de divulgar imagens da produção nas redes sociais. Desta vez, Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase) divulgou uma foto de si mesmo no Instagram, em pose de pôster. Ele interpreta um detetive do FBI que, na trama, caçará o maior contrabandista de artes do mundo. A produção da Netflix também conta com Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”), e foi escrita e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”). O lançamento vai acontecer em 2021 em streaming, em data ainda não divulgada. Ver essa foto no Instagram The FBI behavioral profiler (minus the fanny pack;). The most wanted art thief in the world. And the greatest conman the world has never seen. #OnSet #REDNOTICE 🔥 @netflix @sevenbucksprod @flynnpictureco @masistills 📸 Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 5 de Nov, 2020 às 7:34 PST
Ryan Reynolds revela final das filmagens de Red Notice
O ator Ryan Reynolds (o Deadpool) revelou no seu Instagram que encerrou sua participação nas filmagens de “Red Notice”, nova comédia de ação da Netflix. A informação foi acompanhada por várias fotos dos bastidores da produção, que ele estrela ao lado de Gal Gadot (a Mulher-Maravilha) e Dwayne Johnson (the Rock). “Não tem havido muitos filmes ultimamente. Eu sinto falta deles. Ontem foi meu último dia no ‘Red Notice’. Começamos esse filme há 10 meses. Paramos em março sem ideia de quando ou se voltaríamos. Com a ajuda de tantos profissionais de saúde e segurança inteligentes, a Netflix encontrou uma maneira de nos fazer voltar ao trabalho”, escreveu. Ele ainda elogiou os profissionais que trabalharam na produção. “Tiro meu chapéu para esta equipe. Não conseguiria enfatizar sua coragem o suficiente. Mais de 300 almas vivendo em uma bolha sequestrada para tornar isso uma realidade. Eles foram trabalhar nas circunstâncias mais intensas todos os dias. Esse sacrifício não é só deles, mas também de seus familiares, amigos e entes queridos que não os veem há meses. Nem todos os heróis usam capas. Alguns usam máscaras. E viseiras. E tem cotonetes enfiados em seus narizes todos os dias”, completou. Trama de perseguição de ladrão de arte internacional, “Red Notice” foi escrita e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”) e deve ser lançada em 2021 em streaming. Ver essa foto no Instagram There haven’t been a lot of movies lately. I miss them. Yesterday was my final day on #RedNotice. We started this film 10 months ago. We stopped in March with no idea when or if we’d go back. With the help of so many whip-smart health and safety workers, Netflix found a way to get us back to work. My hat is OFF to this crew. I can’t emphasize their grit enough. Over 300 souls living in a sequestered bubble to make this a reality. They went to work under the most intense circumstances every day. That sacrifice is not only theirs, but it also belongs to their family, friends and loved ones who haven’t seen them in months. Not all heroes wear capes. Some wear masks. And visors. And have cotton swabs shoved up their noses every day. #RedNotice @netflix 📷: @masistills @hhgarcia41 Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 30 de Out, 2020 às 9:01 PDT
Jared Leto voltará a viver o Coringa na nova versão de Liga da Justiça
O ator Jared Leto vai retomar o papel de Coringa, que ele interpretou no filme “Esquadrão Suicida”, de 2016, nas filmagens adicionais do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”. O site The Hollywood Reporter apurou que as cenas de Leto já estão sendo rodadas nos estúdios da Warner, e incluem ainda participações de Ben Affleck (o Batman), Ray Fisher (o Ciborgue) e Amber Heard (Mera). Curiosamente, o Coringa não apareceu no filme original de 2017 e a entrada de Leto no projeto levanta questões sobre quanto de conteúdo inédito será mostrado na nova versão de Snyder da “Liga da Justiça”. Vale lembrar que o cineasta foi um dos produtores de “Esquadrão Suicida”, que, por sua vez, contou com uma aparição do Batman vivido por Ben Affleck – e o diretor David Ayer também está em campanha pela produção de um “Ayer Cut” daquele filme. A nova versão da “Liga da Justiça” é uma produção da HBO Max, que vai relançar o longa como uma minissérie de 4 horas e está financiando a nova rodada de filmagens. Enquanto as filmagens avançam, dois produtores que estiveram envolvidos na versão cinematográfica do longa foram afastados da nova edição. Jon Berg e Geoff Johns, então executivos da Warner, que supervisionaram o trabalho de Snyder e a refilmagem de Joss Whedon lançada em 2017, não participarão nem receberão créditos por seu trabalho na nova versão, segundo fontes do THR. Os dois teriam decidido remover seus nomes do “Snyder Cut”, uma vez que não trabalharam nesta versão e não são mais executivos do estúdio. Mas eles também foram alvos de denúncias de Ray Fisher, que os acusou de permitir abusos e má conduta de Joss Whedon durante as refilmagens. É interessante reparar que o ator, anteriormente bastante inflamado em suas acusações, baixou o tom nas últimas semanas e está participando das refilmagens. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após ele encerrar as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para assumir a pós-produção, que na prática resultou em refilmagem de boa parte do longa. A intervenção seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter uma campanha pela liberação da versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. No ano passado, a Warner foi comprada pela AT&T, teve sua diretoria inteira trocada e sua prioridade passou a ser produzir lançamentos atrativos em streaming. A inauguração da HBO Max virou o jogo, fazendo a Warner não só topar, como desembolsar mais dinheiro para Snyder refazer o longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontrava-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento está contando com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas cenas – e não apenas novos diálogos, como foi originalmente noticiado. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming em 2021, em data ainda não confirmada.
Escalação de Gal Gadot como Cleópatra rende polêmica nas redes sociais
Como era previsível e tinha sido antecipado pela Pipoca Moderna, a notícia de que Gal Gadot será a nova Cleópatra do cinema gerou protestos nas redes sociais. As duas situações previstas aconteceram. Em primeiro lugar, a acusação de “whitewashing”, prática cultivada por Hollywood durante décadas para representar pessoas de diferentes etnias com intérpretes brancos. Os filmes mais recentes sobre o Egito antigo, “Êxodo: Deuses e Reis” (2014) e “Deuses do Egito” (2016), enfrentaram a mesma denúncia, em campanhas cada vez mais fortes para que a prática seja encerrada, sob a ameaça de fracasso nas bilheterias. A segunda polêmica girou em torno da escalação específica de Gadot, uma atriz israelense, país que há 50 anos travou guerra contra o Egito. Opiniões mais radicais consideraram a escolha uma afronta, com usuários muçulmanos das redes sociais lembrando o serviço militar obrigatório cumprido por Gadot nas forças armadas de Israel. Em meio à polêmica, a intérprete de “Mulher-Maravilha” (2017) limitou-se a destacar no Twitter que o filme contará a “história pela primeira vez através dos olhos das mulheres, tanto atrás quanto na frente das câmeras”. O longa vai voltar a reunir Gadot com a diretora Patty Jenkins, responsável por “Mulher-Maravilha” e sua continuação, “Mulher-Maravilha 1984”, prevista para dezembro, e tem seu roteiro assinado por Laeta Kalogridis (criadora de “Altered Carbon”). Laeta Kalogridis, por sinal, foi quem se arriscou a acirrar a discussão ao lembrar que Cleópatra não era negra ou, no limite, “africana”. Ela se manifestou após o escritor sul-africano James Hall, um branco que escreveu sete livros e, segundo seu Twitter, 6 mil artigos sobre a África, lamentou o suposto racismo da escalação de Gadot. “Hollywood sempre escala atrizes americanas brancas como a Rainha do Nilo. Pelo menos uma vez, eles não conseguem encontrar uma atriz africana?”, tuitou o autor, que não pesquisou a origem da intérprete da produção, chamando-a de americana. Kalogridis retrucou os comentários com uma constatação óbvia. “Incrivelmente animada para ter a chance de contar a história de Cleópatra, minha faraó ptolemaica favorita e indiscutivelmente a mulher greco-macedônia mais famosa da história”, ela escreveu. E a postagem foi retuitada por Gadot, sem acrescentar comentários sobre o tema. De descendência grega, Kalogridis aprendeu na escola que a governante egípcia do século 1 a.C. era descendente de Ptolomeu, general macedônico do Imperador Alexandre, o Grande. Mais que isso, os homens da dinastia ptolomaica eram obcecados pela Grécia e só se casavam com mulheres gregas, o que garante uma herança genética branca para Cleópatra. De fato, uma das maiores cidades helenistas do mundo antigo, Alexandria, foi fundada no Egito por Alexandre, e abrigou a maior biblioteca, o maior farol e a maior comunidade urbana judaica de sua época. Judeus, gregos e egípcios conviveram simultaneamente no Egito antes e depois de Cleópatra, até a invasão Persa, que só aconteceu cerca de 600 anos após a morte da rainha. A propósito, assim que começaram os argumentos sobre Cleópatra ser grega, as redes sociais também reagiram, reclamando que, então, uma atriz grega devia interpretá-la. Vale lembrar que boa parte dos personagens americanos de Hollywood são interpretados por atores britânicos, inclusive Martin Luther King em “Selma”. E que Chadwick Boseman não é africano, apesar de ter interpretado um rei daquele continente em “Pantera Negra”.
Gal Gadot será Cleópatra em filme da diretora de Mulher-Maravilha
A estrela e a diretora da “Mulher Maravilha” vão se juntar novamente em outro filme focado numa mulher poderosa: Cleopatra. Gal Gadot vai estrelar a nova cinebiografia da rainha do Egito, que terá direção de Patty Jenkins. A produção é da Paramount Pictures e se baseia num roteiro original de Laeta Kalogridis (roteirista de “Alita: Anjo de Combate” e criadora da série “Altered Carbon”). A Paramount venceu ofertas de vários interessados, da Apple à Netflix, e pretende dedicar um grande orçamento para as filmagens. Ou seja, este não é projeto que se arrasta há exatamente uma década na Sony, baseado no best-seller “Cleopatra: A Life”, de Stacy Schiff, que deveria ser estrelado por Angelina Jolie (“Malévola”) e, após negociações em 2017, dirigido por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Envolvido na franquia “Duna”, que terá continuação e um spin-off em streaming, Villeneuve não estará disponível para filmagens imediatas, fazendo com que a produção da Sony desmorone e desapareça no deserto de ideias de Hollywood sob a maldição faraônica da procrastinação. Com o filme de Cleópatra, Gadot e Jenkins vão se juntar pela terceira vez. Além do primeiro “Mulher-Maravilha” de 2017, elas filmaram “Mulher-Maravilha 1984”, que por enquanto tem previsão de lançamento para dezembro deste ano. Mas este projeto ainda pode enfrentar turbulências. Em meio à pressão cada vez maior por inclusão racial, a escalação de uma nova Elizabeth Taylor (atriz branca) na pele de uma rainha africana tem potencial para ser muito questionada, ainda que esteja historicamente correta – Cleópatra pertencia à dinastia Ptolomeu, cujos membros eram gregos macedônicos. Só que há outro complicador específico na escalação de Gal Gadot. O fato dela ser israelense não deve ser menosprezado, pois Egito e Israel têm diferenças políticas e religiosas históricas. Imaginem a recepção do filme no Egito… Logicamente, o longa nem sequer poderá ser filmado no país, sob o risco de atrair protestos e ser considerado, desde antes da estreia, uma afronta.









