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    Warner oficializa Mulher-Maravilha 3

    27 de dezembro de 2020 /

    O receio de que o lançamento simultâneo na HBO Max pudesse implodir a franquia da Mulher-Maravilha foi dissipado com o anúncio da produção de “Mulher-Maravilha 3”. O chefão do departamento cinematográfico da Warner Bros., Toby Emmerich, deu a notícia num comunicado efusivo, que celebrou o bom desempenho mundial do filme – US$ 85 milhões de bilheteria global – e também os recordes quebrados pela estratégia de disponibilizar o filme na HBO Max, ao mesmo tempo de sua estreia nos cinemas. “À medida que fãs ao redor do mundo continuam a abraçar Diana Prince, rendendo uma forte presença no fim de semana de abertura da ‘Mulher-Maravilha 1984’, ficamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que voltarão para concluir a longamente planejada trilogia cinematográfica”, disse Emmerich. Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha, chegou a dizer, no sábado (26/3), que esperava concluir a trilogia. Mas Patty Jenkins também está contratada para dirigir o filme “Star Wars: Rogue Squadron”, que a Disney planeja lançar no Natal de 2023. Com isso, não está claro quando as duas poderão voltar a se juntar para filmar “Mulher Maravilha 3”. De todo modo, a cineasta já falou abertamente sobre os planos para uma terceira história por vários anos, observando que, ao contrário dos dois primeiros longas, o final da trilogia se passará nos dias atuais.

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    Zack Snyder revela função do Coringa em sua versão de Liga da Justiça

    23 de dezembro de 2020 /

    O diretor Zack Snyder revelou porque quis incluir o Coringa, interpretado por Jared Leto, em sua nova versão de “Liga da Justiça”. Em entrevista ao canal do YouTube TheFilmJunkee, ele contou que o vilão será responsável pela chamada “Knightmare Timeline”, uma distopia futurista, que foi vislumbrada em um pesadelo do Batman (Ben Affleck) em “Batman Vs Superman – A Origem da Justiça”. Nesta visão distorcida do futuro, o Superman (Henry Cavill) é corrompido por Darkseid e torna-se um ditador do planeta, a serviço do alienígena. Snyder mencionou que o Coringa estará envolvido no roubo de uma Caixa Materna que dará início a este pesadelo de Bruce Wayne. Não está claro o quanto isso será aprofundado no filme – pode ser apenas uma cena de delírio ou um grande pedaço da trama – , mas o diretor está considerando a possibilidade de continuar essa história nos quadrinhos, numa parceria com o desenhista, roteirista e chefão da DC, Jim Lee. Esta continuação provavelmente lidaria com a morte de Robin, nesse universo alternativo, pelas mãos do Coringa. “Eu sempre pensei que, de certa forma, os conflitos que acontecem ali são parte do Bruce revivendo os eventos da morte do Robin, e o que se deu com isso. Seria uma publicação interessante, mesmo que fosse apenas a história dessa morte”, considerou o diretor. A “Liga da Justiça” de Zack Snyder será lançada como uma minissérie de cerca de 4 horas de duração na HBO Max no começo de 2021. Snyder estima um lançamento em março, mas a plataforma ainda não oficializou a data.

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    Gal Gadot revela que fez sua própria denúncia contra diretor de Liga da Justiça

    18 de dezembro de 2020 /

    Depois de confessar que testemunhou na investigação da WarnerMedia sobre os problemas que teriam acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”, Gal Gadot revelou que fez sua própria denúncia contra o diretor Joss Whedon durante as refilmagens do longa de 2017. “Eu não estava presente quando Joss Whedon filmou com outros meninos [do elenco]. Mas tive minha própria experiência com ele, que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”, disse a atriz nesta sexta (18/12), em entrevista ao jornal Los Angeles Times. Gadot, que está promovendo “Mulher-Maravilha 1984”, não quis detalhar qual foi seu problema com Whedon, mas boatos anteriores mencionavam sua recusa em filmar uma cena em que o Flash caía sobre Mulher-Maravilha durante uma luta, para criar uma piada com insinuação sexual. A cena foi realizada por uma dublê e incluída no longa (veja abaixo). Se foi só isso ou se há outros detalhes, ela não revela, mas deu seu apoio ao colega de elenco Ray Fisher (o Ciborgue), que foi quem trouxe à público o ambiente tóxico no set da produção. Em julho, Fisher denunciou publicamente uma má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, definindo o comportamento do cineasta Joss Whedon set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Um desses produtores, Geoff Johns, escreveu os roteiros dos dois filmes da Mulher-Maravilha. “Eu fico feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”, disse Gadot. Ao ser entrevista mais cedo num podcast da revista Variety, ela acrescentou que não foi informada do resultado da investigação interna da WarnerMedia sobre as denúncias. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, contou a estrela de “Mulher Maravilha de 1984”, que se disse curiosa com o resultado das várias entrevistas. Em um comunicado de 11 de dezembro, a WarnerMedia afirmou que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme e, sem mencionar nomes, acrescentou que “medidas corretivas foram tomadas”. “Também não sei o que isso significa”, disse ela. “Mas estou curiosa para saber qual será o resultado”.

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    Gal Gadot revela ter testemunhado na investigação sobre bastidores de Liga da Justiça

    18 de dezembro de 2020 /

    A atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha no cinema, revelou ter testemunhado na investigação da WarnerMedia sobre os problemas que teriam acontecido no set de “Liga da Justiça”, após a saída do diretor Zack Snyder da produção. “Eu sei que eles fizeram uma investigação muito completa, tendo como parâmetro o tempo que passei com eles”, disse a estrela de “Mulher Maravilha de 1984” durante uma entrevista para o podcast da Variety “The Big Ticket”. Ela não se aprofundou sobre o assunto, dizendo que está curiosa com o resultado das várias entrevistas. A WarnerMedia disse, em um comunicado de 11 de dezembro, que havia concluído sua investigação sobre os bastidores do filme. Sem mencionar conclusões, o texto oficial afirmava apenas que “a investigação da WarnerMedia sobre o filme ‘Liga da Justiça’ foi concluída e medidas corretivas foram tomadas”. Gadot disse que ninguém lhe explicou quais seriam as “medidas corretivas” tomadas. “Também não sei o que isso significa”, disse ela, acrescentando: “Estou curiosa para saber qual será o resultado”. A investigação foi resultado de uma denúncia do ator Ray Fisher, o Ciborgue da “Liga da Justiça”, que em julho denunciou publicamente uma alegada má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, definindo o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia Um desses produtores, Geoff Johns, escreveu os roteiros dos dois filmes da Mulher-Maravilha. Ele não comentou as acusações, assim como Whedon, mas Berg disse que a denúncia era “categoricamente falsa”. Mas Fisher ganhou apoio de seus colegas. Jason Momoa, o Aquaman, postou uma mensagem reforçando as acusações do intérprete de Ciborgue. Ele descreveu no Instagram sua indignação contra “a forma de m**** como fomos tratados nas refilmagens da ‘Liga da Justiça’. Coisas sérias aconteceram. Precisa ser investigado e as pessoas precisam ser responsabilizadas”. A própria Gal Gadot chegou a contar ao jornal Los Angeles Times que também denunciou Whedon. Ela disse que, embora ela não tenha participado de refilmagens com Fisher, “eu tive minha própria experiência com [Whedon], que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito. Mas fico feliz que Ray tenha se apresentado e esteja contando a sua verdade”.

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    Veja os primeiros minutos de Mulher-Maravilha 1984

    15 de dezembro de 2020 /

    A Warner divulgou um vídeo com os primeiros minutos de “Mulher-Maravilha 1984”. A prévia é narrada por Gal Gadot, que interpreta a personagem-título, mas acompanha a heroína em sua infância, durante um torneio das amazonas. A versão mirim da Mulher-Maravilha é vivida por Lilly Aspell, que já tinha interpretado a pequena Diana no primeiro filme. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e ainda traz de volta Connie Nielsen como Hipólita e Robin Wright como a guerreira Antiope. As duas são vistas na abertura do filme. Além delas, Chris Pine também retorna como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme foi adiado devido à pandemia do novo coronavírus e finalmente vai estrear nesta quinta (17/12), acompanhado de críticas elogiosas da imprensa internacional.

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    Mulher-Maravilha 1984 estreia com elogios da crítica internacional: “Um presente de Natal”

    15 de dezembro de 2020 /

    Depois de meses de adiamentos, a tão esperada continuação de “Mulher-Maravilha” finalmente chega aos cinemas brasileiros nesta quinta (17/12). E as primeiras críticas publicadas nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá dizem que a demora é mais que compensada por um filme excelente. “Mulher-Maravilha 1984” recebeu uma resposta extremamente positiva da crítica internacional, mesmo dos que apontaram problemas no roteiro. Entre os elogios, o filme é descrito como “um presente de Natal” (Chicago Sun-Times) e “o tipo de escapismo que precisamos neste momento” (Financial Times). A maioria das críticas segue esse tom, destacando que o otimismo do longa, novamente estrelado por Gal Gadot e Chris Pine, e dirigido por Patty Jenkins, ressoa com particular importância em 2020, como distração e como mensagem para a humanidade, diante dos problemas do mundo atual. Kate Erbland, do site IndieWire, descreveu o lançamento como “algo alegre, maluco e profundamente agradável”. “E ainda está transbordando com a mesma maravilha e alegria do primeiro filme, um filme raro – de qualquer faixa – que não quer apenas acreditar na bondade das pessoas, mas está disposto a fazê-las realmente trabalhar para isso. Isso é super-heróico. ” Hoai-Tran Bui, do site Slash Film, ressalta que “os encantos otimistas de desenho animado de ‘Mulher-Maravilha 1984’ parecem uma crítica direta da paisagem política e cultural atual, de uma forma que é inquestionavelmente canastrona, mas é – tão banal quanto repetir esta frase repetida demais – um bálsamo muito necessário para 2020.” Brian Truitt, do jornal USA Today, acrescenta: “Grande parte de ‘1984’ é, para usar o vernáculo da época, radical. A química de Gadot e Pine foi um dos melhores aspectos do primeiro ‘Mulher-Maravilha’ e eles trazem muita vida para o novo, enquanto uma alegre Diana apresenta ao deslocado Steve as pochetes e calças paraquedas da época… Adicione uma trilha de Hans Zimmer e, juntos, os dois pombinhos dão ao filme uma vibração emocionante e séria que se materializa no projeto de super-herói recente da DC mais próximo do coração do ‘Superman’ original de Christopher Reeve.” Wendy Ide, do Financial Times, reflete que “com seu enredo emocionante e descrição otimista de uma humanidade que é capaz de aceitar sacrifícios pessoais para um bem maior, ‘Mulher-Maravilha 1984’ é exatamente o tipo de escapismo inebriante de que precisamos agora”. Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times, concorda, escrevendo que o filme é “um presente de Natal, com partes emocionantes, cômicas, românticas e cheias de ação, e um tom que lembra os filmes do ‘Superman’ de Richard Donner e os filmes do ‘Homem-Aranha’ de 2000. Com certeza, temos um enredo clássico de filme de quadrinhos sobre um louco megalomaníaco com a intenção de dominar o mundo, mas muitas vezes há um tom relativamente leve durante todo essa abordagem. O resultado é um espetáculo de puro entretenimento pop à moda antiga.” Ben Travis, da revista Empire, elogia a atriz principal: “Como no último filme, o coração e a alma de ‘Mulher Maravilha 1984’ é Gadot. Sua Diana exala graça e bondade, e seu poder é exibido com uma feminilidade ousada que ainda soa reveladora em meio a uma paisagem repleta de heróis machos dilacerados”. Peter Debruge, da Variety, destaca a diretora: “Jenkins é uma cineasta extremamente talentosa em quem o estúdio arriscou – raramente questionada quando comparada a homens – e ela prova seu valor ao nunca permitir que o espetáculo abafe as performances… Assim como Wakanda representa uma terra livre das restrições da supremacia branca em ‘Pantera Negra’, sua Diana Prince representa o que qualquer mulher poderia alcançar, se elevada acima do patriarcado”. Alex Abad-Santos, do site Vox, acha que o filme é bem-sucedido, mas… “‘Mulher-Maravilha 1984’ são três filmes em um: é ao mesmo tempo um romance sobre o amor perdido; uma história sobre o ciúme em nossas amizades; e a história de um homem triste e destruído, desesperado para dominar o mundo. E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso… Já vimos antes outros adultos tristes e infantilizados que querem dominar o mundo ou conduzi-lo ao apocalipse (Loki em ‘Vingadores’, Ultron em ‘Vingadores: Era de Ultron’, Luthor em ‘Batman vs Superman’). Essa história estereotipada é algo adequado para os outros caras. Quanto mais tempo se gasta nisso, menos tempo ‘Mulher-Maravilha 1984′ passa sendo maravilhoso.” Apesar dessa ressalva, Kevin Maher, do jornal The Times, insiste que tudo dá certo no final: “O roteiro de Jenkins e dos co-roteiristas Geoff Johns e Dave Callaham faz uma coisa notável – ele se desdobra na premissa e trata o material com a maior seriedade. E, de alguma forma, funciona”. Vale ressaltar que, apesar dos elogios, a maioria concorda que o filme tem falhas. “’Mulher Maravilha 1984’ é um filme com uma mensagem bem-intencionada, mas que não tem ideia de como colocar essa mensagem em uma história convincente. O filme é culpado por tentar fazer muito e se torna sobrecarregado por causa disso, e é culpado por fazer pouco com sua trama tênue e motivações confusas de personagens”, avalia Matt Goldberg, do site Collider. Segue Peter Debruge, da Variety: “Muitos dos efeitos são fracos. Alguns são absolutamente constrangedores (como quando a Mulher-Maravilha interrompe uma perseguição no deserto bem coreografada para resgatar duas crianças em perigo). E o grande final é um fracasso… pois Jenkins tenta espremer sua grande ideia em alguns minutos apressados ​​de exibição”. Mas ele alerta que, mesmo assim, o filme é “inspirador”. “Jenkins disse que gostaria que o filme durasse 15 minutos a mais. Alguns espectadores talvez preferissem que fosse 15 minutos mais curto. Mas, na maior parte do tempo, eles ficarão felizes em estar na companhia da Mulher-Maravilha. À sua maneira antiquada e pouco cínica, ‘Mulher-Maravilha 1984’ é um dos melhores blockbusters feitos desde 1984”, conclui Nicholas Barber, da rede britânica BBC.

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    Zack Snyder acha que sua versão de Liga da Justiça será para maiores

    14 de dezembro de 2020 /

    Zack Snyder acrescentou tanta coisa na nova edição da “Liga da Justiça” – e mudou tanto o filme exibido nos cinemas – que ele acredita que a obra de quatro horas receberá classificação “R” – o equivalente ao “proibido para menores” nos EUA. “O filme é insano e tão épico que provavelmente será classificado como ‘R’ – isso é uma coisa que eu acho que vai acontecer, que será uma versão censurada, com certeza”, revelou o cineasta em uma entrevista à revista EW. “Nós não ouvimos da MPA (responsável pela classificação etária), mas essa é minha intuição. ” Algumas das situações que podem levar o filme a ter uma classificação etária elevada é que o Batman de Ben Affleck diz um palavrão forte (começa com a letra F) em uma cena, Ciborgue fala o que pensa e o vilão Lobo da Estepe (Steppenwolf) é bastante violento, “cortando pessoas ao meio”, explicou o diretor. Ao revelar que o estúdio está considerando lançar essa versão nos cinemas – paralelamente ao lançamento como minissérie – , Snyder ponderou a estratégia muito criticada da Warner Bros de disponibilizar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente na HBO Max e nos cinemas. “Pareceu uma jogada bastante ousada e que talvez a implicação não tenha sido 100% pensada”, disse ele à EW. “Eu sinto que há muitas pessoas em pânico durante a covid-19. Espero que, no final, seja isso mesmo – algum tipo de empurrão para passar essa fase e não algum tipo de movimento maior para interromper a experiência cinematográfica”. A Warner Bros. ainda não fez nenhum anúncio sobre a possível classificação “R” e lançamento da nova versão de “Liga da Justiça” nos cinemas.

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    Mulher-Maravilha 1984 terá première virtual em novo DC FanDome

    13 de dezembro de 2020 /

    A WarnerMedia vai realizar uma versão especial de seu evento DC FanDome na terça-feira (15/12) com o objetivo de divulgar o lançamento de “Mulher-Maravilha 1984”. A própria Mulher-Maravilha, Gal Gadot, e a diretora do filme, Patty Jenkins, fizeram o anúncio, via comunicado oficial e também pelas rede sociais. “Temos os melhores fãs do mundo e é por isso que estamos tão animadas para comemorar o lançamento da ‘Mulher Maravilha 1984’ de uma forma tão grande. Ser um evento virtual nos permite compartilhar o momento com os superfãs da Mulher-Maravilha em todo o mundo, que não teriam a chance de assistir à première do filme”, as duas disseram em comunicado. Ao contrário do evento realizado entre agosto e setembro, o novo DC Fandome será inteiramente dedicado à produção de “Mulher-Maravilha 1984”, sem dividir atenção com outros títulos do universo DC. A ideia é realmente transformá-lo numa espécie de première do filme, incluindo um tapete vermelho virtual, com entrevistas que normalmente aconteceriam na entrada do cinema. A atração será apresentada por Tiffany Smith (do “DC FanTalk”) e contará com todo o elenco do longa, que inclui Chris Pine, Kristen Wiig e Pedro Pascal, para responder à perguntas enviadas por fãs. A programação também terá uma apresentação musical do maestro e compositor Hans Zimmer, responsável pela trilha do filme, além de vídeos exclusivos da produção, incluindo cenas inéditas e documentários de bastidores. O DC FanDome especial está marcado para começar ao meio-dia em Hollywood – 17h no horário de Brasília – no endereço DCFanDome.com. Já o filme “Mulher-Maravilha 1984” estreia na quinta (17/12) nos cinemas brasileiros.

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    Cachê de Gal Gadot para apoiar streaming de Mulher-Maravilha 1984 irrita colegas

    8 de dezembro de 2020 /

    Os astros contratados pela Warner estão furiosos com o estúdio e morrendo de inveja de Gal Gadot. Uma reportagem publicada pelo jornal New York Times afirma que Gadot e a diretora Patty Jenkins receberam cada uma US$ 10 milhões do estúdio para aceitar e até elogiar a estreia simultânea de “Mulher-Maravilha 1984” na HBO Max e nos cinemas. De acordo com a reportagem, a Warner Bros. abordou as agências de talentos William Morris Endeavor e a Creative Artists, de Gadot e Jenkins, respectivamente, para colocá-las a par de seus planos para “Mulher-Maravilha 1984” e a HBO Max. As duas agências teriam questionado como suas artistas seriam compensadas pela mudança no tipo de lançamento. As negociações teriam levado ao acordo milionário com as duas, que desde então tem comentado favoravelmente a distribuição do filme em streaming. O problema é que a história vazou e deixou as agências de talentos de Hollywood em pé de guerra. As empresas que representam Denzel Washington, Margot Robbie, Will Smith, Keanu Reeves, Hugh Jackman e Angelina Jolie querem saber se terão o mesmo tratamento que Gadot e Jenkins, uma vez que projetos que os envolvem seguirão o mesmo modelo de distribuição híbrida, estreando simultaneamente no cinema e no streaming. Mas os atores não são os únicos incomodados. Os cineastas ficaram irritadíssimos, como demonstrou o diretor Christopher Nolan (“Tenet”) ao vociferar contra a HBO Max e a estratégia da companhia. A revista The Hollywood Reporter apurou que os diretores de “Duna” e “O Esquadrão Suicida”, respectivamente Denis Villeneuve e James Gunn, estariam muito insatisfeitos ao perceber que suas franquias podem ficar sem novos filmes. Villeneuve só teria topado fazer “Duna” porque Warner e Legendary aceitaram dividir o livro de Frank Herbert em duas produções. Seu longa é apenas a primeira parte da obra. Mas o mais irritado seria Jon M. Chu, que anteriormente tinha recusado ofertas da Netflix por defender que filmes devem ser vistos no cinema. Ele e o compositor Lin-Manuel Miranda dispensaram ofertas de streaming para colocar o musical “Em um Bairro de Nova York” nos cinemas. Ele teria dito a um associado que ficou “chocado” após ser informado da decisão da Warner. Para completar, começou a circular um rumor de boicote contra a Warner Bros. Ainda de acordo com o New York Times, o Sindicado dos Diretores dos EUA (DGU, na sigla em inglês) pode ser um aliado importante nesse movimento.

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    MTV homenageia Chadwick Boseman em premiação de cinema e TV

    7 de dezembro de 2020 /

    A MTV colocou o bode no meio da sala. Devido à pandemia do coronavírus, a premiação anual MTV Movie & TV Awards virou uma retrospectiva que destacou os Melhores de Todos os Tempos na TV e no cinema. Quer dizer, não de todos os tempos, mas desde que a MTV surgiu, nos anos 1980, até os dias de hoje. Intitulada Greatest of All Time, a premiação virou GOAT na sigla em inglês, que significa bode em português. A cerimônia aconteceu no domingo (6/12) com apresentação da atriz Vanessa Hudgens (“A Princesa e a Plebeia”), e celebrou vários feitos fora do comum, com categorias como Dançando Até se Acabar (o nome original do troféu é um palavrão), vencida por Kevin Bacon pelo clássico “Footloose, De Zero a Herói, representado pela transformação de William Zabka como Johnny Lawrence – de vilão em “Karatê Kid” a mocinho em “Cobra Kai” – , e Beijo Apaixonado Lendário, conquistado por Sarah Michelle Gellar e Selma Blair por “Segundas Intenções”. Os vencedores foram anunciados com participação de vários astros, como Neve Campbell (“Pânico”), Lily Collins (“Emily in Paris”) e Derek Hough (juiz de “Dancing with the Stars”, a Dança do Faustão americana). E entre os premiados também se destacaram Gal Gadot com o troféu Heroína (chamado, em inglês, de She-Ro) e Kevin Hart como Gigante da Comédia – apesar de Jim Carey ser recordista do prêmio de Ator de Comédia da MTV… De todo modo, o ponto alto foi uma homenagem ao falecido Chadwick Boseman, que recebeu o troféu de Herói para Ficar na História por seu papel em “Pantera Negra”. Ele foi representado por dois colegas Vingadores, Don Cheadle (o Máquina de Combate) e Robert Downey Jr (o Homem de Ferro). Veja abaixo o vídeo da homenagem ao astro da Marvel e a lista de todos os premiados. .@RobertDowneyJr and @DonCheadle paid tribute to the late Chadwick Boseman ahead of his Hero for the Ages honor at the #MTVAwards: Greatest of All Time. ❤️ pic.twitter.com/EmE5FcPXUM — MTV (@MTV) December 7, 2020 Dançando Até se Acabar Kevin Bacon, “Footloose” (1984) Gigante da Comédia Kevin Hart Dupla Dinâmica Drew Barrymore & Adam Sandler, por “Afinado no Amor” (1998), “Como se Fosse a Primeira Vez” (2004) e “Juntos e Misturados” (2014) Rainha do Grito Jamie Lee Curtis, pela franquia “Halloween” (1978-2022) Beijo Apaixonado Lendário Sarah Michelle Gellar e Selma Blair, por “Segundas Intenções” (1999) Rompimento de Partir o Coração Jason Segel e Kristen Bell, “Ressaca de Amor” (2008) De Zero a Herói William Zabka como Johnny Lawrence, de “Karate Kid” (1984) a “Cobra Kai” (2018-2022) Heroína Gal Gadot, por “Mulher-Maravilha” (2017) Herói para Ficar na História Chadwick Boseman, por “Pantera Negra”

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    Astros de Mulher-Maravilha 1984 agradecem paciência dos fãs pela estreia

    6 de dezembro de 2020 /

    O elenco e a diretora de “Mulher-Maravilha 1984” encerraram uma CCXP sem muitas novidades, reprisando a visita que fizeram ao evento no ano passado. Eles voltaram à CCXP para divulgar novamente o filme que, após muitos adiamentos, finalmente vai estrear nos cinemas brasileiros em 17 de dezembro. A diretora Patty Jenkins e o elenco central, formado por Gal Gadot, Chris Pine, Kristen Wiig e Pedro Pascal, agradeceram a paciência dos fãs, que esperaram o filme por tanto tempo – antes do coronavírus, a estreia estava prevista para junho. “Estamos todos passando por uma jornada louca no mundo, é um desafio internacional, todos nós estamos tentando entender como lidar com isso. Então, quero dizer: obrigada por nos apoiar até aqui e obrigada por esperar por esse filme”, disse a cineasta. “Obrigada a todos por serem tão pacientes. É um filme maravilhoso, prometo que a espera vai valer a pena”, acrescentou Chris Pine. E este foi basicamente o único trecho diferente do bate-papo em relação à visita do ano passado, embora desta vez a conversa seja por videoconferência e inclua mais pessoas. Isto porque o painel não trouxe novidades. Ninguém quis abordar detalhes do filme para não dar spoilers, mas Gadot contou que Diana e Barbara Minerva, a vilão interpretada por Kristen Wiig (e que vira a Mulher-Leopardo no filme) se conhecem trabalhando juntas no Museu Smithsonian, em Washington, e logo estabelecem uma conexão. “O modo como a Patty Jenkins desenvolveu a história toda é muito cativante, bonito e complexo. E a tensão está lá o tempo todo. E amei trabalhar com você, Kristen”, afirmou a atriz israelense. “E eu amei trabalhar com você, Gal”, rasgou de volta a intérprete da vilã. Wiig detalhou um pouco mais a evolução de sua personagem no filme. “No começo do filme, ela tem dificuldade para socializar, é invisível, e no resto do filme ela se torna bem visível. Foi muito emocionante interpretá-la, porque era quase como interpretar três personagens diferentes, porque ela começa super quieta, daí começa a mudar e se torna completamente a Mulher-Leopardo”. Mas o resto da conversa foi só rasgação de seda. “A coisa mais interessante de interpretar o meu personagem, e digo isso de todo coração, foi poder trabalhar nesse personagem com você Patty, foi uma das melhores experiências que já tive”, derramou-se Pedro Pascal. E Jenkins retribuiu o carinho. “Pedro, trabalhar com você foi sensacional, e trabalhar com todo esse elenco é algo que não vou esquecer. Vocês são minhas pessoas, meus atores preferidos. Também são talentosos, e somos todos amigos e nos divertimos muito”, elogiou a diretora. A conversa-fiada foi curta, mas depois que o resto do elenco se despediu, Pedro Pascal acabou estendendo sua permanência para responder perguntas. Foi neste momento que ele contou que sentiu muita conexão com a época em que se passa o filme, os anos 1980. “Passei uma boa parte dos anos 1980 em San Antonio, no Texas, com a minha irmã, e tínhamos TV a cabo e íamos ao cinema e a shows o tempo todo, então eu absorvi como uma esponja muitas das coisas que são lindamente representadas nesse filme. Era uma casa onde a MTV ficava ligada como se fosse uma estação de rádio. E muito da minha imaginação e das minhas esperanças e sonhos foram construídos em torno dos filmes dos anos 1980. É uma era que me moldou. Não sei se isso é bom, mas é basicamente a razão porque sou quem eu sou”, explicou. Ele manteve o tom de mistério da produção, recusando-se a dar muitas informações sobre seu personagem, Maxwell Lord, mas disse que ele é um tipo diferente de vilão. “Tudo nesse filme é surpreendente, desde grandes revelações na trama até detalhes sutis sobre o personagem. Acho que tem muitas coisas inesperadas. Sem revelar muito, ele é excepcionalmente diferente do vilão típico”. Para completar, Pascal abordou a experiência de se juntar a um time que já estava entrosado, devido ao filme anterior. “A química deles era incrível, e eu e Kristen criamos muitas expectativas sobre se teríamos a mesma química, se chegaríamos ao mesmo patamar do primeiro filme. Mas Gal, Patty e Chris criaram a experiência mais acolhedora que já tive”. Além do bate-papo, o painel ainda revelou um novo vídeo curto do filme – com 30 segundos – , que também não revelou nenhuma novidade.

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    Veja o vídeo de Mulher-Maravilha 1984 revelado na CCXP World

    6 de dezembro de 2020 /

    A Warner divulgou um comercial exclusivo de “Mulher-Maravilha 1984”, que foi apresentado durante a CCXP World. A prévia é narrada pela mãe da heroína, a Rainha Hipolita, mostra cenas da infância de Diana, seu reencontro com Steve Trevor, além de diversas cenas de luta contra inimigos pouco identificados. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, Connie Nielsen como Hipólita e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve seu lançamento adiado para 17 de dezembro, devido à pandemia do novo coronavírus.

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    Críticos se apaixonam por Mulher-Maravilha 1984 e comovem Gal Gadot

    5 de dezembro de 2020 /

    A imprensa americana teve acesso às primeiras sessões de “Mulher-Maravilha 1984” na sexta-feira (4/12) e várias opiniões já podem ser conferidas nas redes sociais. Para quem tinha medo de se decepcionar, os comentários surgem como grande alívio. O filme recebeu uma resposta extremamente positiva, garantindo um bom presságio para a estreia, após incontáveis adiamentos e a decisão da Warner de lançá-lo simultaneamente em streaming nos EUA. Foram tantos elogios que chamaram atenção até de Gal Gadot. Ela fez questão de agradecer pessoalmente (ou melhor, pelo Twitter) e comovida os comentários de Erik Davis, editor do site Fandango. Em seu tuíte, Davis escreveu que o filme “é uma explosão absoluta do início ao fim. Um complemento excepcional ao primeiro filme, é recheado de coração, esperança, amor, ação, romance e humor. Patty Jenkins, Gal Gadot e equipe entregaram uma das melhores sequências de DC. Eu fiquei chorando quando acabou”. “Uau!!”, reagiu a intérprete da Mulher-Maravilha, usando duas exclamações. “Que palavras carinhosas! Obrigado demais, elas significam tudo para mim”, acrescentou com mais exclamações. “O maior elogio que posso fazer é que às vezes parecia um filme perdido da era de Richard Donner (‘Superman: O Filme’). Tem muito para se amar neste filme”, acrescentou Josh Horowitz, do podcast Happy Sad Confused. O Twitter do site JoBlo foi além, ao afirmar que o filme “talvez seja melhor que o primeiro”, enfatizando que Gal Gadot captou “perfeitamente a essência da Mulher Maravilha mais uma vez”, que “Pedro Pascal e Kristen Wiig foram incorporados de maneira brilhante” e que até “o retorno incomum e inspirado de Chris Pine é um grande bônus, tanto de humor quanto de emoção”. A diretora de conteúdo estratégico da IGN, Terri Schwartz, declarou que foi surpreendida positivamente pela mensagem do filme, “ainda mais importante de ser ouvida no final deste ano, de uma forma que Patty Jenkins não poderia ter previsto quando filmou”. Editora do Nerdist, Amy Ratcliffe parece que se apaixonou. “Eu assisti Mulher Maravilha 1984 ontem e… honestamente, era exatamente o que eu precisava. O que todos nós precisamos. É edificante, esperançoso e totalmente Mulher Maravilha. Um lindo filme com temas que tocam seu coração”. Germain Lussier, do Gizmodo, disse praticamente a mesma coisa, mas com menos poesia. “Era tudo que eu precisava e muito mais. O filme é extremamente ambicioso, incrivelmente excitante e cheio da esperança necessária”. No Brasil, o filme estará disponível apenas nos cinemas a partir de 17 de dezembro, oito dias antes dos EUA. Wonder Woman 1984 is a joyful, thrilling and engaging sequel, one that manages to connect to what worked the first time around, yet it’s still uniquely its own thing. Emotional, hilarious and exciting, perhaps even better than the first. @WonderWomanFilm pic.twitter.com/dvsu6fpJRX — JoBlo.com (@joblocom) December 5, 2020 I think what surprised me most was that the message #WW84 leaves you with feels even more important to hear at the end of this year in a way @PattyJenks couldn’t have predicted when she made it. Also, it just is so exciting to have big, joyful, blockbuster movies coming out again — Terri Schwartz (@Terri_Schwartz) December 5, 2020 I’m not going to toe anywhere near spoilers but I’ll also say WW84 doesn’t look or feel like any other modern superhero movie. I can’t wait for us all to talk about it! pic.twitter.com/eOhfIAuoIb — Amy Ratcliffe (@amy_geek) December 5, 2020 The highest compliment I can pay #WW84 is that it at times felt like a lost film from the Richard Donner era of superhero films. Plenty to love in this one. I have some exciting stuff cooking with the cast and @PattyJenks. Stay tuned! pic.twitter.com/aB9H7EA8XH — Josh Horowitz (@joshuahorowitz) December 5, 2020 I'd say more but the embargo specifically asks not for any specifics. Not everyone followed that direction, but I'm going to. Review embargo is on December 15. More then for sure. — Germain Lussier (@GermainLussier) December 5, 2020 Wow!! 😭 Such kind words! Thank you so much, means the world to me! https://t.co/yJsa1jj9sz — Gal Gadot (@GalGadot) December 5, 2020

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