Emmy 2019 tira American Horror Story da disputa de série limitada
Colecionadora de prêmios Emmy como Série Limitada (ou Telefilme!), “American Horror Story” não poderá competir nesta categoria na premiação deste ano da indústria televisiva americana. Ao reprisar personagens durante o arco “Apocalypse”, exibido em sua 8ª temporada, a produção do canal FX caiu numa tecnicalidade, que diferencia as séries limitadas das convencionais pela falta de personagens contínuos em suas temporadas. “American Horror Story: Apocalypse” retomou personagens vistos em temporadas anteriores – respectivamente, no primeiro e no terceiro ano da série. Por isso, foi desqualificada como minissérie/série limitada. Além dela, “The Sinner” e “American Vandal” também foram enquadradas na mesma situação e não poderão concorrer como séries limitadas. Para disputar prêmios em 2019, elas devem ser inscritas como séries de drama ou comédia. A qualificação do que é série limitada tem sido motivo de controvérsia constante no Emmy. O caso de “American Horror Story” aconteceu após várias reclamações de concorrentes, pelo fato de a série produzir temporadas e apresentar o mesmo elenco todos os anos, ainda que em diferentes papéis. Outro fator recente de polêmica na categoria foi a premiação de “Big Little Lies” no ano passado, simultaneamente à revelação de que a atração teria 2ª temporada, virando série convencional na HBO. Por outro lado, o mesmo canal pago inscreveu “True Detective” como Drama e não Série Limitada em sua 1º temporada, o que pode ter custado maior reconhecimento à produção no Emmy 2014, quando enfrentou de frente o final consagrado de “Breaking Bad”.
Better Things é primeira série renovada pelo FX após virar canal da Disney
O canal pago americano FX anunciou sua primeira renovação após ser adquirido pela Disney. A série de comédia “Better Things”, estrelada por Pamela Adlon, vai para a 4ª temporada. O anúncio veio após a exibição do quarto episódio do terceiro ano, que registrou uma queda significativa de audiência (cerca de 100 mil telespectadores) em relação à temporada anterior. Apesar de não ter grande audiência, trata-se de uma atração queridinha da crítica, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mesmo assim, correu risco de ser cancelada no final de 2017, após o escândalo sexual de Louis C.K., co-criador e produtor original da atração. Ele foi demitido de todas as produções que comandava no FX, mas, contrariando expectativas, “Better Things” conseguiu sobreviver – assim como a premiada “Baskets”. “Better Things” foi co-criada e é estrelada por Pamela Adlon no papel de uma atriz divorciada, que tenta criar suas três filhas. A 4ª temporada só vai estrear em 2020.
Fosse/Verdon: Minissérie estrelada por Sam Rockwell e Michelle Williams ganha trailer dramático
O canal pago FX divulgou o pôster e o segundo trailer da minissérie “Fosse/Verdon”, estrelada por Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) e Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) respectivamente como o diretor e coreógrafo Bob Fosse e a atriz e dançarina Gwen Verdon. A prévia é dramática, mas também repleta de coreografias que recriam momentos famosos da carreira do casal, como os espetáculos da Broadway “Charity, Meu Amor”, “Cabaret” e “Chicago”. A minissérie vai acompanhar suas trajetórias como um casal de artistas que, como destaca o release da FX, “mudou a cara do entretenimento americano – a um custo perigoso”. O elenco da série também inclui Margaret Qualley (“The Leftovers”), Norbert Leo Butz (“Bloodline”), Aya Cash (“You’re the Worst”), Susan Misner (“Billions”) e Bianca Marroquín (“Eleanor”), Paul Reiser (“Stranger Things”), além de Nate Corddry (“Mindhunter”) como Neil Simon, Kelli Barrett (“O Justiceiro”) como Liza Minnelli e Laura Osnes (“City of Dreams”) como Shirley MacLaine. “Fosse/Verdon” estreia em 9 de abril nos Estados Unidos.
Emma Roberts e esquiador olímpico viverão casal na 9ª temporada de American Horror Story
O produtor Ryan Murphy revelou os primeiros detalhes da 9ª temporada de “American Horror Story” no Instagram. Num post com uma foto do esquiador e medalhista olímpico Gus Kenworthy, ele escreveu que o atleta vai atuar na série, no papel de namorado de uma nova personagem de Emma Roberts. Não será a primeira aparição do esquiador numa série. Premiado com a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, em 2014, Kenworthy apareceu, interpretando a si mesmo, em “The Real O’Neals” e no quinto filme da franquia “Sharknado”. Roberts, por sua vez, fará sua quinta aparição na antologia de terror, após atuar em “Coven” (3ª temporada), “Freak Show” (4ª temporada), “Cult” (7ª temporada) e “Apocalypse” (8ª temporada). Ainda não há pistas sobre o tema, sinopse ou outros atores confirmados na atração, que deve estrear na temporada de outono (entre setembro e novembro) no canal pago FX. “American Horror Story” encontra-se renovada até sua 10ª temporada. Visualizar esta foto no Instagram. That special moment when you realize you have an Olympic medal AND will be playing Emma Roberts’ boyfriend on “American Horror Story” Season 9. Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 6 de Fev, 2019 às 9:52 PST
Série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem ganha primeira foto
O canal pago americano FX divulgou a primeira foto da série baseada nos cultuados quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man). Em desenvolvimento há uma década, a produção da 1ª temporada foi anunciada nesta semana. A imagem mostra o cenário apocalíptico do começo da história, revelando o protagonista Yorik com a máscara de gás que caracteriza suas aparições iniciais nos quadrinhos, em meio a uma pilha de cadáveres que se estende pelo seu caminho. A série vai se chamar apenas “Y” e já tem elenco completo, encabeçado por Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”) como Yorik, Diane Lane (“Batman vs Superman”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”). O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”). Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas recentemente aprovado. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. Michael Green e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”) serão showrunners da série, que teve seu piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). Apesar da foto – que é do piloto – a estreia é esperada apenas em 2020, pois não se trata de uma produção simples e barata.
Atlanta não vai exibir sua 3ª temporada em 2019
A 3ª temporada de “Atlanta” não deve ir ao ar em 2019. O presidente do canal pago FX, John Landgraf, revelou que a produção da comédia criada por Donald Glover está atrasada, e que não há uma previsão de estreia por enquanto. “‘Atlanta’ não estreará a tempo para o ciclo do Emmy 2019”, disse Landgraf durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Para concorrer ao prêmio da Academia da Televisão, a série teria que exibir ao menos metade de seus episódios até 31 de maio. O executivo deu a entender que a agenda lotada e problemas pessoais de Glover levaram ao adiamento. “Como você deve imaginar, Donald Glover é meio que o rei de toda a mídia, e ele teve algumas complicações em sua vida recentemente. Ele teve coisas pessoas com as quais teve que lidar, lesões e outras coisas que tem a ver com sua família”, comentou. “Eu acho que uma das realidades da televisão hoje em dia é que você tem que esperar. Temos tantas coisas que não são mais lançadas em um ciclo regular [anual]. Do meu ponto de vista, é preciso fazer uma escolha de qualidade sobre quantidade”, completou. Vale lembrar que este não será o primeiro hiato da produção. A 1ª temporada estreou em setembro de 2016, enquanto a 2ª começou a ser exibida apenas em março de 2018. Glover anda muito requisitado em diversos projetos no cinema, como o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”, dublagens de séries animadas e ainda tem uma carreira musical sob o pseudônimo de Childish Gambino. Mas não é o único que enfrenta este tipo de problema na produção, que também inclui Brian Tyree Henry, Lakeith Stanfield e Zazie Beetz, todos alçados ao estrelato após participações em filmes – de “As Viúvas” a “Deadpool 2” – no ano passado. “Atlanta” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox e tem seus episódios disponíveis também na Netflix.
Série baseada no filme O que Fazemos nas Sombras ganha primeiro trailer completo
O canal pago FX divulgou três fotos e o trailer completo da série baseada na comédia vampírica “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows). A atração foi criada pelos mesmos responsáveis pelo filme: Taika Waititi, que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”, e Jemaine Clement, visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”. Os dois colaboraram na direção, no roteiro e estrelaram a produção original, concebida como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. “O que Fazemos nas Sombras” venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. No filme, uma equipe de documentaristas era convidada por um trio de vampiros a ter acesso exclusivo a seu mundo secreto. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, eles acabam testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam há séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. A série será bem diferente. Para começar, os protagonistas não serão três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos. E ainda haverá um assistente humano, similar ao melhor amigo de um dos vampiros no longa-metragem. Além disso, vai se passar em Nova York. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Waititi assinou o piloto aprovado, que será exibido como primeiro episódio da série em 27 de março, nos Estados Unidos. Além desta série, “O que Fazemos nas Sombras” também rendeu um spin-off na TV neozelandesa: “Wellington Paranormal”, que acompanha os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), responsáveis por manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem em sua cidade. Foi ao ar no ano passado no canal neozelandês TVNZ 2.
Série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem é finalmente confirmada pelo FX
O canal pago americano FX confirmou a produção da série baseada nos cultuados quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man). Em desenvolvimento há uma década, o projeto finalmente ganhou sinal verde para sua 1ª temporada. A série vai se chamar apenas “Y” e já tem elenco completo, encabeçado por Diane Lane (“Batman vs Superman”), Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”). O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”). Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas agora aprovado. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan que a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. Michael Green e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”) serão showrunners da série, que teve seu piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). A estreia é esperada apenas em 2020, pois não se trata de uma produção simples e barata.
Legion vai acabar na 3ª temporada
O canal pago FX anunciou que “Legion” vai acabar em sua 3ª temporada. Apesar da queda brutal de audiência, o presidente do canal, John Landgraf, explicou durante evento da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA) que o produtor Noah Hawley (criador também de “Fargo”) sempre planejou concluir a história no terceiro ano. A trama surreal da série fez com que a 2ª temporada tivesse episódios vistos por apenas 365 mil telespectadores ao vivo e com 0,15 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Ou seja, 1,3 milhão de telespectadores a menos que na temporada inaugural. A baixa audiência já vinha alimentando rumores de cancelamento, mas a série foi renovada para mais um ano. Sabe-se agora que a renovação foi feita para encerrar a trama. “Legion” é inspirada pelos universo dos quadrinhos dos “X-Men”. Nas publicações da Marvel, David Haller (o personagem vivido por Dan Stevens) é filho do Professor Xavier. A série também é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.
Fosse/Verdon: Trailer de minissérie com Sam Rockwell e Michelle Williams capricha nas coreografias
O canal pago FX divulgou o primeiro trailer da minissérie “Fosse/Verdon”, que traz Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) e Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) respectivamente como o diretor e coreógrafo Bob Fosse e a atriz e dançarina Gwen Verdon. A prévia é repleta de coreografias, recriando momentos famosos da carreira do casal, como os espetáculos da Broadway “Charity, Meu Amor”, “Cabaret” e “Chicago”. A minissérie vai acompanhar suas trajetórias como um casal de artistas que, como destaca o release da FX, “mudou a cara do entretenimento americano – a um custo perigoso”. O elenco da série também inclui Margaret Qualley (“The Leftovers”), Norbert Leo Butz (“Bloodline”), Aya Cash (“You’re the Worst”), Susan Misner (“Billions”) e Bianca Marroquín (“Eleanor”), Paul Reiser (“Stranger Things”), além de Nate Corddry (“Mindhunter”) como Neil Simon, Kelli Barrett (“O Justiceiro”) como Liza Minnelli e Laura Osnes (“City of Dreams”) como Shirley MacLaine. “Fosse/Verdon” ainda não tem previsão de estreia.
Série derivada do filme O que Fazemos nas Sombras ganha primeiros teasers
O canal pago FX divulgou os primeiros teasers da série baseada na comédia vampírica “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows), criada pelos mesmos responsáveis pelo filme: Taika Waititi, que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”, e Jemaine Clement, visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”. Os dois colaboraram na direção, no roteiro e estrelaram a produção original, concebida como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. “O que Fazemos nas Sombras” venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. No filme, uma equipe de documentaristas era convidada por um trio de vampiros a ter acesso exclusivo a seu mundo secreto. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, eles acabam testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam há séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. A série será bem diferente. Para começar, os protagonistas não serão três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos. E ainda haverá um assistente humano, similar ao melhor amigo de um dos vampiros no longa-metragem. Além disso, vai se passar em Nova York. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Waititi assinou o piloto aprovado, que será exibido como primeiro episódio da série, ainda sem previsão de estreia. Além desta série, “O que Fazemos nas Sombras” também rendeu outra produção derivada na TV neozelandesa: “Wellington Paranormal”, que acompanha os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), responsáveis por manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem em sua cidade. Foi ao ar entre julho e agosto no canal neozelandês TVNZ 2.
Número de personagens LGBTQIA+ nas séries americanas registra novo recorde
O recorde aumentou. Um ano após registrar a maior quantidade até então vista de personagens LGBTQIA+ nas séries americanas, a nova pesquisa “Where We are on TV”, conduzida pela GLAAD, concluiu que o número aumentou ainda mais em 2018. O avanço é veloz. Em 2016, a programação da TV americana registrava 30 personagens LGBTQIA+. No ano passado, foram 58. E este ano há 75 personagens fixos que são gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, queers e não binários, o que representa 8,8% dos protagonistas televisivos, sem contar os 38 personagens LGBTQIA+ que apareceram em participações especiais. O estudo ainda mostra que 50% dos personagens LGBTQ são não-caucasianos, e os gêneros estão bem equibilibrados, mostrando um aumento na representatividade feminina em relação ao ano passado. Dentre todas as plataformas, a Netflix tem o maior número de personagens LGBTQ, enquanto o FX é o destaque na TV paga, em especial por conta da série “Pose”. Mas há até super-heróis na TV aberta que são assumidamente gays e lésbicas, situação que tende a aumentar ainda mais com a introdução da transexual Sonhadora em “Supergirl” e da lésbica Batwoman, que ganhará série própria em 2019 – ambas na rede CW. A presidente da ONG GLAAD, Sarah Kate Ellis, comentou o estudo: “Com políticas anti-LGBTQ sendo debatidas nacional e internacionalmente, as histórias e personagens na televisão são mais críticas do que nunca para transmitir compreensão e aceitação das pessoas LGBTQ. Estas séries demonstram que o público está sedento por novas histórias e perspectivas”.
Martin Freeman vai estrelar nova série de comédia no canal pago FX
O ator Martin Freeman (“O Hobbit” e “Pantera Negra”) vai estrelar uma nova série de comédia do canal pago FX, intitulada “Breeders”. Na trama, Freeman viverá um pai cuidadoso que descobre não ser exatamente o homem que imaginava. Criada por Simon Blackwell (criador de “Black” e roteirista de “Veep”), “Breeders” pretende examinar os paradoxos da paternidade/maternidade, onde é possível, ao mesmo tempo, amar seus filhos até os confins do Universo e ficar zangado o suficiente para querer mandá-los para o mesmo lugar. “Breeders” será a segunda série estrelada por Freeman no FX. Ele foi o protagonista da 1ª temporada de “Fargo”. O elenco também inclui Daisy Haggard (“Episodes”), Michael Gambon (o Prof. Dumbledore dos filmes de “Harry Potter”), Susy Kane (“Mistério de Anubis”), Patrick Baladi (“The Office”) e Francisco Labbe (“Filhos da Esperança”). A previsão de estreia é apenas para 2020 nos Estados Unidos. Vale observar que a compra da Fox pela Disney não terá impacto nos planos de programação do FX, já que a Disney anunciou que não mudará a chefia do canal. Mas há promessa de maior investimento para novas séries.












