The Walking Dead: Veja o primeiro minuto tenso da volta da série
O canal pago americano AMC divulgou o primeiro minuto da volta da série “The Walking Dead”, que retoma a segunda metade de sua 10ª temporada no próximo domingo (23/2), após hiato de três meses. A prévia mostra o grupo liderado por Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) na caverna cheia de zumbis em que o foram parar, após cair numa armadilha de Alpha (Samantha Morton), e termina com a vilã desafiadora, saboreando sua vingança. Intitulado “Squeaze”, o capítulo também vai ao ar no domingo no Brasil, exibido pelo canal pago Fox.
Cade mantém fusão entre Disney e Fox paralisada no Brasil
O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu manter paralisado o processo de fusão entre Disney e Fox no Brasil. Em contraste ao avanço obtido pela aprovação da fusão entre Warner e a AT&T na semana passada pela Anatel, o conselho do Cade não pautou a análise do outro caso urgente de mídia, mesmo com – ou por causa da – reclamação da Disney em relação ao ritmo lento adotado pelo órgão para analisar o processo. No último dia 6 de fevereiro, representantes da Disney e membros do Cade tiveram uma reunião em Brasília (DF) na sede do órgão, onde o clima teria se tornado tenso. Os representantes da empresa de entretenimento se disseram bastante incomodados com a lentidão do órgão para definir a situação da fusão entre Disney e Fox no Brasil. Segundo apuraram vários veículos de imprensa, a Disney deixou claro nesta reunião que apresentou todos os pedidos de venda do Fox Sports, que era a condição para a aprovação, além de ter cumprido todas as obrigações que o Cade pediu para aprovar o negócio. Mas o próprio Cade impediu propostas do maior interessado, o grupo Globo. A próxima sessão do Cade para julgar processos que podem caracterizar monopólio está marcada para quarta-feira (19/2), mas a pauta publicada no site oficial do órgão não prevê a discussão do caso da Disney. Com isso, a conclusão da fusão entre Disney e Fox está adiada pelo menos até o dia 9 de março, quando ocorre a terceira sessão do ano. Assim como aconteceu com a WarnerMedia, o Brasil é último país a travar o negócio da Disney em nível mundial. Por conta dessa indefinição, o estúdio diminuiu seus investimentos no país. Não só na área de esportes, que vive a maior incógnita, mas principalmente em seus planos para o lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que utiliza propriedades da Fox, como a série animada “Os Simpsons”. Também são afetados os planos relacionados aos demais serviços da empresa, como a Hulu, que depende mais fortemente do conteúdo da Fox, e a versão de streaming da ESPN, que está perdendo prazos para negociar direitos de transmissões. Ao mesmo tempo, a empresa tem feito reestruturações nas chefias de departamentos da Fox, a partir da decisão original do Cade de aprovar o negócio. O aval foi dado há exatamente um ano, mas incluiu a condição de venda do canal Fox Sports. Como a Disney não conseguiu nenhum comprador que atendesse as exigências do órgão, o Cade afirmou em novembro que iria rever toda a operação, o que inclui as mudanças estruturais já realizadas pela Disney na Fox. Só que até agora não marcou reunião para tratar disso.
Fox planeja série inspirada em Os Goonies
A rede Fox encomendou o piloto de uma série inspirada no clássico “Os Goonies”, uma das melhores Sessões da Tarde de todos os tempos. O detalhe é que não se trata de uma adaptação do filme de 1985, mas uma homenagem. Desenvolvida por Sarah Watson (criadora de “The Bold Type”), a premissa gira em torno de uma professora substituta que conhece três estudantes que sonham filmar sua própria versão do lendário filme de Richard Donner. A ideia lembra (muito) o atalho criativo de “High School Musical: O Musical: A Série”, em que estudantes tentam fazer sua própria versão do telefilme do Disney Channel. O piloto do projeto, ainda sem título, terá direção do cineasta Greg Mottola (“Superbad: É Hoje”) e produção de Gail Berman (“Buffy: A Caça-Vampiros e A Família Addams). Escrito por Chris Columbus (“Esqueceram de Mim”) e Steven Spielberg em sua fase áurea, “Os Goonies” reuniu um elenco mirim que se tornaria famoso: as crianças Josh Brolin (“Vingadores: Ultimato”), Sean Astin (“O Senhor dos Anéis”), Corey Feldman (“Garotos Perdidos”) e Martha Plimpton (“The Real O”Neals”), entre outras. Nenhum ator foi anunciado para o elenco da série que prestará tributo ao clássico.
The Walking Dead: Episódio que marca a volta da série ganha 17 fotos inéditas
O canal pago americano AMC divulgou 17 fotos do primeiro episódio de 2020 de “The Walking Dead”. As imagens mostram o grupo liderado por Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) na caverna cheia de zumbis em que o foram parar, após cair numa armadilha de Alpha (Samantha Morton), além de Negan (Jefrey Dean Morgan) entre os Sussurradores, Alpha sendo confrontada por Beta (Ryan Hurst), um cerco de zumbis à Alexandria e imagens avulsas de Gamma (Thora Birch), Michonne (Danai Gurira), Rosita (Christian Serratos) e Judith (Cailey Fleming). Intitulado “Squeaze”, o capítulo que abre a segunda metade da 10ª temporada será transmitido em 23 de fevereiro, após hiato de três meses. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
Os Novos Mutantes: Novo pôster reforça clima de terror do filme de super-heróis
A 20th Century Studios (ex-Fox) divulgou um novo pôster de “Os Novos Mutantes”, em que os personagens aparecem sombrios, reforçando o clima de terror do longa. Este é o segundo cartaz consecutivo após uma pausa de dois anos na divulgação do longa, interrompida em dezembro de 2017. Consta que, após as primeiras sessões de teste, a Fox decidiu refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Só que os planos não levaram em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos, nem a compra do estúdio pela Disney, que colocou esses planos no limbo. Até agora não se sabe se as refilmagens realmente aconteceram. A produção original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem, o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e o elenco ainda inclui a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. A direção é de Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) e a estreia está marcada para 2 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
The Walking Dead: Volta da série ganha coleção de pôsteres e novos comerciais
O canal pago americano AMC divulgou quatro pôsteres de personagens e dois novos comerciais do primeiro episódio de 2020 de “The Walking Dead”. As prévias mostram o avanço da horda numerosa de zumbis comandada por Alpha (Samantha Morton), que cercam e atacam Alexandria no vídeo mais longo. Intitulado “Squeaze”, o capítulo que abre a segunda metade da 10ª temporada será transmitido em 23 de fevereiro, após hiato de três meses. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
Brooklyn Nine-Nine: Trailer da 7ª temporada homenageia Esquadrão Classe A
A rede NBC divulgou um novo trailer da 7ª temporada de “Brooklyn Nine-Nine”, que repete a estética retrô da primeira prévia. Desta vez, o vídeo mostra Jake Peralta (Andy Samberg) e seus colegas numa montagem que homenageia a série clássica “Esquadrão Classe A” (The A Team), grande sucesso televisivo dos anos 1980. Compare abaixo o trailer da comédia policial com a abertura de série de ação estrelada por George Peppard e Mr. T. Os novos episódios estreiam nesta quinta (6/2) na TV americana e a atração já se encontra renovada para sua 8ª temporada. No Brasil, a série é transmitida pelo canal TNT Series.
The Walking Dead: Novo trailer revela ataque de horda zumbi e data do retorno da série
O canal pago americano AMC divulgou o trailer e um pequeno teaser do primeiro episódio de 2020 de “The Walking Dead”. As prévias mostram uma horda numerosa de zumbis, com destaque para o cerco e ataque de Alexandria no vídeo mais longo. Intitulado “Squeaze”, o capítulo que abre a segunda metade da 10ª temporada será transmitido em 23 de fevereiro, após hiato de três meses. No Brasil, a exibição acontece pelo canal pago Fox.
Os Novos Mutantes ganha pôster em clima de terror
A 20th Century Studios (ex-Fox) divulgou um novo pôster de “Os Novos Mutantes”, em que os rostos do elenco viram caveiras sob o logotipo do filme, reforçando o clima de terror do longa. O cartaz chega um pouco mais de dois anos após a divulgação do pôster anterior, liberado em dezembro de 2017 e prevendo um lançamento original em abril… de 2018. Mas após as primeiras sessões de teste revelarem que o público esperava que o filme fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, a Fox decidiu refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Só que os planos não levaram em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos. Nem a compra do estúdio pela Disney, que colocou o projeto no limbo, de onde só saiu recentemente. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”), o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Este elenco teria voltado a se reunir em 2019 para refazer e acrescentar algumas cenas à produção. Não se sabe quando essas refilmagens aconteceram, qual foi a extensão, nem o tamanho do envolvimento da Marvel Studios nessa fase do projeto. A filmagem original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. A estreia continua marcada para abril… mas em 2020.
Os Novos Mutantes: Diretor reúne elenco para primeira sessão do filme
O diretor Josh Boone publicou em seu Intagram uma foto da primeira sessão privada do filme “Os Novos Mutantes” para o elenco. A imagem mostra Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Alice Braga sentados numa sala particular de cinema para assistir à versão final do longa, que só vai chegar aos cinemas em abril. “Mostrando “Os Novos Mutantes’ para o elenco! Todos os mutantes na plateia”, ele escreveu. O filme estava no limbo desde que a Disney iniciou as negociações para a compra da Fox. Vale lembrar que o primeiro trailer foi divulgado em outubro de 2017 (e ainda está no ar!), prevendo um lançamento original em abril… de 2018. Mas após as primeiras sessões de teste revelarem que o público esperava que o filme fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, a Fox decidiu refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Só que os planos não levaram em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”), o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Este elenco teria voltado a se reunir em 2019 para refazer e acrescentar algumas cenas à produção. Não se sabe quando essas refilmagens aconteceram, qual foi a extensão, nem o tamanho do envolvimento da Marvel Studios nessa fase do projeto. A filmagem original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. Ver essa foto no Instagram Screening New Mutants for the cast! All mutants in attendance. #newmutants newmutants Uma publicação compartilhada por Josh Boone (@joshboonemovies) em 24 de Jan, 2020 às 5:33 PST
Ameaça Profunda mostra versão marinha e genérica de Alien
“Ameaça Profunda” apresenta uma história sobre ganância corporativa, de um conglomerado que resolveu explorar os confins mais abissais do oceano em busca de minério, sem se preocupar com a segurança dos seus funcionários ou com as consequências dos seus atos. Há também uma trama envolvendo a protagonista, a engenheira mecânica Norah (Kristen Stewart), que senta a perda de uma pessoa amada como uma âncora, impedindo-a de ir a lugar algum que não seja para baixo. Tudo isso existe no filme, só não é mostrado. Não há nada de errado em um filme querer investir em subtextos e no desenvolvimento dos seus personagens como forma de dar mais substância à sua narrativa. Mas não é o caso aqui. Escrito por Brian Duffield (A Babá) e Adam Cozad (A Lenda de Tarzan), o roteiro acompanha um grupo de funcionários de uma mineradora subaquática que sobrevive a uma explosão e precisa cruzar um longo caminho pelo fundo do oceano, para chegar até as capsulas de evacuação. Mas durante o percurso eles começam a suspeitar que a explosão não foi causada por um terremoto, como tinham suspeitado antes, mas por algo sobrenatural, originário do fundo do oceano. As referências à “Alien – O 8º Passageiro” são explicitas: a companhia gananciosa, o pequeno grupo de tripulantes e a ameaça externa. Há, inclusive, uma cena na qual eles trazem uma criatura a bordo (e mexem nela com a mão!). Mas ao contrário do filme de Ridley Scott, em que as personalidades dos tripulantes eram bem desenvolvidas, desta vez não surge um envolvimento do público com os personagens, fazendo com que o espectador não se importe com os seus destinos. Mas não é por falta de tentar forçar empatia. Toda a subtrama envolvendo o trauma da protagonista é mal explorada e sua conclusão resulta, no mínimo, equivocada. O cenário das profundezas do oceano, que impede que se enxerga à frente, serve como metáfora para a personalidade de Norah, cuja vida segue sem rumo, incapaz de distinguir o dia da noite, o sonho da realidade. Ela está tão frágil quanto a estrutura que a abriga. Os tremores constantes e a gagueira ocasional apontam um colapso iminente. Além disso, é comum que ela seja mostrada sozinha e, mesmo quando está acompanhada, o filme arranja um jeito de isolá-la. Algumas das justificativas para esse isolamento não fazem o menor sentido. Em uma cena, Norah sugere seguir sozinha por um corredor apertado, sob a justificativa de ser a menor do grupo, por mais que todos estejam vestindo um exoesqueleto de tamanho único. Ainda assim, é um dos tais momentos que servem para reforçar a solidão da protagonista. Essa ideia é contraposta por diversos cartazes vistos nas paredes da plataforma falando sobre a importância de trabalhar em equipe. Mas solidão e luto não são equivalências. E ao trata-las como tal, o longa transmite a ideia de que só merece a vida quem a aproveita em conjunto. É uma visão simplista e equivocada. E, sinceramente, pode não ter sido a intenção inicial dos roteiristas. Isto porque o filme passa a impressão de que dezenas de páginas do roteiro foram jogadas no mar para que o diretor William Eubank (“O Sinal: Frequência do Medo”) desse mais ênfase às cenas de ação. E Eubank claramente gosta de ação. Sua predisposição por criar sequências grandiosas de explosões em câmera lenta transforma a destruição da plataforma submarina (ocorrida nos primeiros cinco minutos) em um espetáculo visual. Mas o impacto é prejudicado pela constante repetição deste recurso (são pelo menos três explosões em câmera lenta ao longo do filme) e pela montagem confusa – em certos momentos, é impossível distinguir quem está em perigo. As referências se alternam no terceiro ato, abandonando a abordagem intimista de “Alien” e apostando em um clima catastrófico, no melhor estilo de “Círculo de Fogo”. O resultado, porém, é genérico, e fica aquém dos filmes referenciados.
Disney muda o nome dos estúdios 20th Century Fox e Fox Searchlight
É o fim de uma era. Quase um ano após comprar a Fox, a Disney resolveu mudar o nome dos estúdios que adquiriu. Para distingui-lo da rede Fox, que permanece com esse nome, a Disney tirou o nome da antiga empresa dos estúdios até então conhecidos como 20th Century Fox e Fox Searchlight Pictures. A partir de agora, eles serão chamados de 20th Century Studios e Searchlight Pictures. Os novos logos podem ser vistos em comerciais de TV e material promocional que começou a circular nesta semana, como a comédia “Downhill”, estrelada por Will Ferrell e Julia Louis Dreyfus, que estreia em 14 de fevereiro, e a aventura “O Chamado da Floresta” (Call of the Wild), prevista para 21 de fevereiro. Curiosamente, a nova denominação da ex-Fox representa o retorno a um nome abandonado em 1935. Foi neste ano que a 20th Century Fox se formou, resultando de outra fusão, entre a 20th Century Pictures e a Fox Film Corporation. Ainda não há informações a respeito das divisões televisivas do estúdio. Por enquanto, 20th Century Fox Television e Fox 21 Television Studios parecem ter mantido seus nomes originais, mas não se sabe por quanto tempo. O canal pago FX também continua sendo divulgado com esse nome. A Disney pagou US$ 71 bilhões para adquirir os estúdios de cinema e TV, bem alguns canais da antiga Fox, que, entretanto, manteve sob sua posse a rede Fox e os canais pagos de notícias Fox News. No primeiro ano de vigência desse negócio, a Disney somou cerca de US$ 14 bilhões de bilheteria mundial, com títulos combinados de seus vários estúdios, incluindo as aquisições da 20th Century Studios e Searchlight Pictures.
Série baseada no clássico sci-fi Guerra dos Mundos é renovada antes da estreia nos EUA
A série “War of the Worlds”, coprodução internacional entre o estúdio Fox e o francês StudioCanal, foi renovada para seu segundo ano de produção, após estrear no Canal+ da França. Ainda inédita nos EUA, a adaptação do clássico sci-fi “Guerra dos Mundos”, de H.G. Wells, era considerada uma minissérie, mas sua história agora vai continuar em 2021. O segundo ano da série começou a ser escrito e está prestes a entrar em pré-produção. A produtora Urban Myth, de Howard Overman (criador de “Misfits”), já reservou estúdio e locações para as gravações. A produção é diferente da minissérie britânica homônima exibida em novembro pela BBC. Aquela versão era fiel e se passava no final do século 19 – a obra de Wells foi publicada em 1897. Já a série franco-americana se passa nos dias atuais, como o filme de Steven Spielberg de 2005, e toma muitas liberdades com história original. Com roteiro de Overman, a trama mostra um ataque alienígena na Europa contemporânea e acompanha um grupo de sobreviventes, em fuga do extermínio da humanidade. O elenco inclui Gabriel Byrne (“Hereditário”), Elizabeth McGovern (“Downton Abbey”) e Léa Drucker (“Custódia”). A 1ª temporada tem 8 episódios e estreia em 16 de fevereiro nos EUA, na programação do canal pago Epix. Veja abaixo o trailer original francês da atração, que tem clima de produção cinematográfica.












