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  • Série

    American Horror Story revela título e tema da 10ª temporada

    20 de março de 2021 /

    O produtor Ryan Murphy revelou o título e o tema da 10ª temporada de “American Horror Story”. Um vídeo divulgado em suas redes sociais anunciou que a nova etapa se chamará “Double Feature” (“Sessão Dupla”, em tradução literal) e contará com duas histórias diferentes, “uma no mar e outra na areia”. Isto e a imagem de ondas morrendo numa praia apontam que a nova fase da antologia se passará numa locação litorânea. Murphy já tinha dado uma dica (literalmente) dessa locação há quase um ano. Em maio de 2020, o produtor postou uma foto de outra praia serena em seu Instagram. Na ocasião, ele legendou: “American Horror Story. Dica”. Depois disso, em novembro, o criador da série compartilhou o pôster oficial da 10ª temporada, que apresenta uma boca aberta e dentes afiados como navalhas, além de uma língua tatuada com “AHS10”. Muitos acham que a combinação de dentes afiados e o cenário caiçara aponta que a nova temporada possa ser inspirada pelos filmes clássicos “O Monstro da Lagoa Negra” (1954) ou “Tubarão” (1975). Há dez dias, Murphy abriu mais a cortina da produção ao apresentar a primeira foto oficial de atores da 10ª temporada. Nela, Macaulay Culkin, o eterno Kevin de “Esqueceram de Mim” (1990), aparece de braços dados com Leslie Grossman, atriz recorrente da série de terror do canal pago FX. Os dois aparecem vestindo casacos de pele luxuosos em uma praia de Massachusetts. Além de Culkin e Grossman, “American Horror Story: Double Feature” também deve contar com os regulares Evan Peters, Sarah Paulson, Kathy Bates, Billie Lourd, Adina Porter, Lily Rabe, Angelica Ross e Finn Wittrock. Ainda não há previsão para a estreia. #AHSDoubleFeature#AHS10 #AHS @AHSFX @FXNetworks pic.twitter.com/Mo0JAM4HmH — Ryan Murphy (@MrRPMurphy) March 19, 2021

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  • Série

    Ryan Murphy revela primeira foto de Macaulay Culkin em American Horror Story

    10 de março de 2021 /

    O produtor Ryan Murphy divulgou em seu Instagram a primeira imagem de Macaulay Culkin, o eterno Kevin de “Esqueceram de Mim” (1990), em sua estreia na série de antologia “American Horror Story”. No primeiro registro fotográfico dos atores da 10ª temporada, Culkin aparece de braços dados com Leslie Grossman, atriz recorrente da série de terror do canal pago FX. Os dois aparecem vestindo casacos de pele luxuosos em uma praia de Massachusetts. “Algo maléfico vem nesta direção. ‘American Horror Story’ 10ª temporada”, escreveu Murphy ao lado da foto. Em maio de 2020, Murphy postou uma foto de outra praia serena em seu Instagram. Na ocasião, ele legendou: “American Horror Story. Dica”. Em novembro, o criador da série compartilhou o pôster oficial da 10ª temporada, que apresentava uma boca aberta e dentes afiados como navalhas, além de uma língua tatuada com “AHS10”. Muitos acham que a combinação de dentes afiados e o cenário aquático aponta que a nova temporada possa ser inspirada pelos filmes clássicos “O Monstro da Lagoa Negra” (1954) ou “Tubarão” (1975). Além de Culkin e Grossman, a 10ª temporada de “American Horror Story” também deve contar com os regulares Evan Peters, Sarah Paulson, Kathy Bates, Billie Lourd, Adina Porter, Lily Rabe, Angelica Ross e Finn Wittrock. Ainda não há previsão para a estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy)

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  • Série

    Ratched: Sarah Paulson vive a enfermeira de Um Estranho no Ninho em novo trailer

    8 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Ratched”, série de Ryan Murphy (“American Horror Story”) que vai contar a origem de uma conhecida personagem do cinema. Com clima hitchockiano, enfatizado pela época em que a trama se passa, a prévia apresenta os terrores de um hospício controlado pela enfermeira psicopata do título, vivida por Sarah Paulson (“Bird Box”). A história começa em 1947 e acompanha a jornada que transformou a enfermeira Mildred Ratched num “verdadeiro monstro”. A série pretende revelar a progressão de assassinatos da enfermeira, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental, ao longo de décadas e serve de prólogo para o livro “Um Estranho no Ninho” (1962), de Ken Kesey, mais lembrado por sua famosa adaptação cinematográfica de 1975, vencedora de cinco Oscars: Melhor Filme, Diretor (Milos Forman), Roteiro Adaptado, Ator (Jack Nicholson) e Atriz Coadjuvante (Louise Fletcher, justamente no papel de Ratched). . O elenco inclui Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Cynthia Nixon (“Sex and the City”), Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Rosanna Arquette (“Ray Donovan”), Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Charlie Carver (“Teen Wolf”), Harriet Sansom Harris (“Trama Fantasma”), Hunter Parrish (“Weeds”), Alice Englert (“Dezesseis Luas”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”). O ator Michael Douglas (“Homem-Formiga”), que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, também participa como produtor executivo da série, ao lado de Ryan Murphy e Evan Romansky. Foi este último que delineou o roteiro do piloto. Ele ofereceu o projeto no mercado, chamando atenção de Murphy, que revisou a história, concebeu a temporada, organizou um “pacote de talentos” e materializou a série. “Ratched” é a terceira série de Murphy após o produtor assinar um contrato milionário de exclusividade na Netflix. Ele também criou “The Politician” e “Hollywood” para a plataforma e tem vários outros projetos em desenvolvimento. A estreia está marcada para 18 de setembro, com a 2ª temporada já confirmada.

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  • Série

    Ratched: Sarah Paulson é enfermeira assassina no trailer da série inspirada em Um Estranho no Ninho

    4 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer completo – e legendado – de “Ratched”, nova série de Ryan Murphy (“American Horror Story”) que vai contar a origem de uma conhecida personagem do cinema. A prévia apresenta os personagens em trajes de época e desfila o elenco estrelado da produção, que inclui Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Cynthia Nixon (“Sex and the City”) e destaca Sarah Paulson (“Bird Box”) no papel-título. A história começa em 1947 e acompanha a jornada que transformou uma enfermeira de hospício num “verdadeiro monstro”. O monstro se chama Mildred Ratched e já barbarizou num filme premiado, o clássico “Um Estranho no Ninho”, de Milos Forman. A produção de 1975 venceu cinco Oscars: Melhor Filme, Diretor, Roteiro Adaptado, Ator (Jack Nicholson) e Atriz Coadjuvante (Louise Fletcher, justamente no papel de Ratched). A série serve de prólogo para o filme de 1975 (e o livro que o inspirou, escrito por Ken Kesey) e pretende revelar a progressão de assassinatos da enfermeira, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental. O elenco ainda inclui Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Rosanna Arquette (“Ray Donovan”), Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Charlie Carver (“Teen Wolf”), Harriet Sansom Harris (“Trama Fantasma”), Hunter Parrish (“Weeds”), Alice Englert (“Dezesseis Luas”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”). O ator Michael Douglas, que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, também participa como produtor executivo da série, ao lado de Ryan Murphy e Evan Romansky. Foi este último que delineou o roteiro do piloto. Ele ofereceu o projeto no mercado, chamando atenção de Murphy, que revisou a história, concebeu a temporada, organizou um “pacote de talentos” e materializou a série. “Ratched” é a terceira série de Murphy após o produtor assinar um contrato milionário de exclusividade na Netflix. Ele também criou “The Politician” e “Hollywood” para a plataforma e tem vários outros projetos em desenvolvimento. A estreia está marcada para 18 de setembro, com a 2ª temporada já confirmada.

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  • Série

    Ratched: Série derivada de Um Estranho no Ninho ganha primeiras fotos

    29 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Ratched”, a nova série de Ryan Murphy (“American Horror Story”), que vai contar a origem de uma conhecida personagem do cinema. A prévia apresenta os personagens em trajes de época e desfila o elenco estrelado da produção, que inclui Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Cynthia Nixon (“Sex and the City”) e destaca Sarah Paulson (“Bird Box”) no papel-título. A história vai se iniciar em 1947 e acompanhar a jornada que transformou uma enfermeira inocente num “verdadeiro monstro”. O monstro se chama Mildred Ratched e já barbarizou num filme premiado, o clássico “Um Estranho no Ninho”, de Milos Forman. A produção de 1975 venceu cinco Oscars: Melhor Filme, Diretor, Roteiro Adaptado, Ator (Jack Nicholson) e Atriz Coadjuvante (Louise Fletcher, justamente no papel de Ratched). A série serve de prólogo para o filme de 1975 (e o livro que o inspirou, escrito por Ken Kesey) e pretende revelar a progressão de assassinatos da enfermeira, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental. O elenco ainda inclui Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Rosanna Arquette (“Ray Donovan”), Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Charlie Carver (“Teen Wolf”), Harriet Sansom Harris (“Trama Fantasma”), Hunter Parrish (“Weeds”), Alice Englert (“Dezesseis Luas”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”). O ator Michael Douglas, que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, também participa como produtor executivo da série, ao lado de Ryan Murphy e Evan Romansky. Foi este último que delineou o roteiro do piloto. Ele ofereceu o projeto no mercado, chamando atenção de Murphy, que revisou a história, concebeu a temporada, organizou um “pacote de talentos” e materializou a série. “Ratched” é a terceira série de Murphy após o produtor assinar um contrato milionário de exclusividade na Netflix. Ele também criou “The Politician” e “Hollywood” para a plataforma e tem vários outros projetos em desenvolvimento. A estreia está marcada para 18 de setembro, com a 2ª temporada já confirmada.

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    Renee Zellweger é Judy Garland em trailer emocionante de cinebiografia

    8 de julho de 2019 /

    A LD Entertainment divulgou o pôster e o emocionante trailer completo de “Judy”, cinebiografia em que Renee Zellwegger se transforma em Judy Garland. A trama acompanha a lendária atriz de “O Mágico de Oz” (1939) e “Nasce uma Estrela” (1954) no final de sua vida. Separada, endividada e sem opções para cuidar dos filhos, ela aceita embarcar numa turnê de shows em Londres em 1968, onde realiza espetáculos concorridos, envolve-se com o último amor de sua vida, dá vexames e luta contra a depressão, semanas antes de morrer de overdose aos 47 anos de idade. É um grande melodrama. O filme tem roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”), direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”) e seu elenco ainda inclui Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), Bella Ramsey (“Game of Thrones”), Michael Gambon (“Harry Potter e as Relíquias da Morte”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Jessie Buckley (“Chernobyl”), Gemma-Leah Devereux (“The Tudors”) e Darci Shaw (“The Bay”) como a versão jovem de Judy. A estreia está marcada para 27 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Renee Zellweger é Judy Garland em trailer de cinebiografia

    12 de maio de 2019 /

    A Roadside Attractions divulgou o pôster, novas fotos e o primeiro trailer de “Judy”, cinebiografia da lendária atriz Judy Garland. A prévia mostra diversas cenas da vida da estrela, com ênfase em seus últimos anos, quando é encarnada por Renee Zellweger. E a interpretação é tão convincente que os letreiros chegam a afirmar que “Renee Zellweger é Judy Garland”. Situado em 1968, o filme mostrará a chegada da atriz em Londres para uma série de apresentações. 30 anos depois de dar a vida a Dorothy, em “O Mágico de Oz”, ela enfrenta problemas de uma grande estrela: brigas com empresários, relacionamentos com músicos, fãs e amigos, além do romance com seu quinto marido, Mickey Dean. Judy Garland faleceu poucos meses depois, ainda em Londres, de overdose aos 47 anos de idade. O filme tem roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”), direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”) e seu elenco ainda inclui Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), Bella Ramsey (“Game of Thrones”), Michael Gambon (“Harry Potter e as Relíquias da Morte”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Jessie Buckley (“Chernobyl”), Gemma-Leah Devereux (“The Tudors”) como Lisa Minnelli e Darci Shaw (“The Bay”) como a versão jovem de Judy. A estreia está marcada para 27 de setembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Se a Rua Beale Falasse usa a beleza do amor para enfrentar a feiura do racismo

    20 de fevereiro de 2019 /

    O cinema poucas vezes neste século soube traduzir o amor em imagens tão belas. Na adaptação do livro “Se a Rua Beale Falasse”, o cineasta Barry Jenkins (de “Moonlight”) faz com imagens o que o autor James Baldwin faz com palavras: pura poesia. Mas há uma razão para o filme ser tão belo. Jenkins quer que o amor vença a dureza da realidade, os preconceitos e o racismo nojento que destrói sonhos. Como os do jovem casal Tish (a estreante KiKi Layne) e Fonny (Stephan James), que cresceram juntos e se apaixonaram nos anos dourados da juventude. Mas antes de entrarem na complexidade da vida adulta e em entre as quatro paredes que testam a força de qualquer relacionamento, ela engravida e Fonny é preso injustamente. A acusação é estupro, mas estamos falando de uma sentença decretada pela cor da pele. Se hoje seria missão impossível para um inocente sair da cadeia com esse peso nas costas, imagine para um homem negro em plena década de 1970. É natural pensar que, a partir deste ponto, “Se a Rua Beale Falasse” ganhará status de novelão, mas Barry Jenkins não quer saber de melodrama. Também não quer transformar a prisão de Fonny em busca de justiça a qualquer preço ou fazer do personagem um mártir. O diretor e roteirista está interessado em contrastes, embora deixe clara sua intenção de preferir o amor ao discurso político e social, tarefa que cabe a quem assistir ao filme. Para cada sorriso, uma lágrima. Para cada cena feliz, uma tristeza chega repentinamente para equilibrar o tom. Por exemplo, repare na cena em que os pais de Tish convidam a família de Fonny para o anúncio da gravidez da menina. A alegria logo dá lugar a um estressante desentendimento, carregado de mágoa, como uma reviravolta que acontece no meio de encontros casuais nas melhores famílias. Em outra cena, Fonny e um amigo tem um papo descontraído, pouco a pouco substituído pela melancolia e o medo causado pelo racismo. Existem outras cenas que revelam essa dualidade, como a abertura do filme, com Tish e Fonny caminhando juntos para Barry Jenkins mostrá-los logo depois separados por um vidro. Mas não pense que o choro sempre interrompe um sorriso, porque Barry Jenkins se recusa a abraçar a tragédia mesmo nos momentos mais difíceis para o casal. O cineasta nunca esconde a existência do ódio e a ameaça dos brancos racistas, mas não é panfletário, e coloca o amor acima de tudo. Quando não há mais esperança, ele tem a ousadia de entregar uma cena de parto natural, que representa um novo começo e é uma das coisas mais maravilhosas do cinema recente. Onde Barry Jenkins e o diretor de fotografia James Laxton colocaram a maldita câmera nesta cena? Teria sido um truque de CGI e edição imperceptível como fez Alejandro González Iñárritu ao longo de “Birdman”? Provavelmente, apenas a magia do cinema. Jenkins ainda é jovem e tem muito para dar à sétima arte. Mas ele está no controle de seu ofício em “Se a Rua Beale Falasse”. Só um diretor experiente deixaria a trama fluir sem ruídos na narrativa ao entrelaçar seu filme com idas e vindas entre passado e presente. A montagem se confunde na linha temporal, mas se organiza facilmente na mente do espectador embriagado com tanta beleza. Sua sintonia profunda com a música belíssima de Nicholas Britell é o cinema dizendo que a vida tem trilha sonora. E é curioso que Jenkins abra o filme contando o elo do jazz e Louis Armstrong com a Rua Beale, em New Orleans, mas jamais mostre músicos exercendo suas profissões. Ele mostra discos tocando e é só. É como se a música tocasse para valer apenas nas mentes de Tish e Fonny. Para completar, é preciso destacar ainda a bravura de Regina King como a mãe de Tish, que coloca o amor pela filha acima de sua própria vida. É tudo muito honesto e direto, com personagens excessivamente em closes, olhando para dentro de nossos olhos. O racismo é real e você precisa ver que ele está lá. Mas também precisa ter esperança e se agarrar ao que te faz feliz.

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  • Série

    Ratched: Sharon Stone e Cynthia Nixon entram na nova série de Ryan Murphy

    18 de janeiro de 2019 /

    Um dos produtores mais poderosos das séries americanas, Ryan Murphy (“American Horror Story”) adicionou mais star power em sua próxima atração. As atrizes Sharon Stone (“Instinto Selvagem”) e Cynthia Nixon (“Sex and the City”) vão reforçar o elenco de “Ratched”, série sobre a juventude da enfermeira sádica do clássico “Um Estranho no Ninho”, filme premiado de Milos Forman. Seus papéis não foram reveladas, mas elas se juntam a um elenco de respeito na atração da Netflix, que inclui Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Charlie Carver (“Teen Wolf”), Harriet Sansom Harris (“Trama Fantasma”, Hunter Parrish (“Weeds”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”), além de Sarah Paulson (“Bird Box”) no papel-título. A história da série vai se iniciar em 1947, acompanhando a jornada que transformou uma enfermeira inocente num “verdadeiro monstro”, conforme visto no filme de 1975. A trama vai revelar a progressão de seus assassinatos, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental. O ator Michael Douglas, que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, será um dos produtores executivos da série ao lado de Murphy. Mas a criação do projeto partiu de um roteirista inexperiente, Evan Romansky, que escreveu o roteiro do piloto e ofereceu no mercado. O texto acabou caindo nas mãos de Murphy, que organizou um “pacote de talentos” e foi ao mercado, gerando um frenesi entre os interessados. “Rachted” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Se a Rua Beale Falasse: Prêmios e elogios da crítica acompanham trailer do novo drama do diretor de Moonlight

    1 de dezembro de 2018 /

    A Annapurna divulgou o pôster e o segundo trailer de “Se a Rua Beale Falasse”, novo drama indie do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme por “Moonlight” (2016). Desta vez, a divulgação enfatiza os aspectos românticos da história, além de destacar os elogios da crítica para a adaptação da obra homônima do ativista e escritor James Baldwin. O filme gira em torno de um casal de jovens negros no Harlem dos anos 1970. Quando o rapaz (Stephan James, de “Raça”) é preso por um crime que não cometeu, a jovem Tish (Kiki Layne, de “Chicago Med”) descobre que está grávida de seu primeiro filho. O elenco ainda conta com Regina King (“American Crime”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Pedro Pascal (“Narcos”), Ed Skrein (“Deadpool”), Dave Franco (“Artista do Desastre”), Finn Wittrock (“American Horror Story”) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A estreia aconteceu na sexta-feira (30/11) nos Estados Unidos, acompanhado por premiações da crítica para o Roteiro de Jenkins – dos críticos de Nova York e do National Board of Review. Cotadíssimo para o Oscar, o filme tem lançamento marcado apenas para 24 de janeiro no Brasil.

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  • Música

    Kristen Stewart causa furor no novo clipe da banda Interpol

    15 de setembro de 2018 /

    A banda Interpol está com disco novo, “Marauder”, seu sexto álbum, e a faixa de abertura ganhou um clipe em que Kristen Stewart (“Personal Shopper”) seduz, provoca, pisa em cima e cospe fora corações. O vídeo de “If You Really Love Nothing” tem direção de Hala Matar, uma curtametragista com prestígio entre as estrelas de Hollywood, que estreia na nova mídia, e é ambientado numa espécie de bar-restaurante underground de Nova York, onde o spaghetti é servido em mesas mal-iluminadas e compartilhadas com estranhos, em meio à fumaça de cigarros (todos fumam!) e show de rock ao vivo. É para lá que Kristen Stewart leva seu acompanhante ingênuo, papel interpretado por Finn Wittrock (de “American Horror Story”), que fica boquiaberto com a facilidade com que ela pula o balcão do bar, literalmente, para pegar todos os homens do lugar, da cozinha ao banheiro misto. E enquanto ainda está atordoado, ele é tolhido pela onda de violência que precede o desfecho niilista, em que Kristen empurra com seus saltos o motorista de um carrão milionário para sair de lá acelerando e sorrindo, seguida por um vira-lata. Uau! “Marauder” foi lançado em agosto e “If You Really Love Nothing” é o terceiro single do álbum.

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  • Filme

    Novo drama indie do diretor de Moonlight ganha trailer emocionante

    3 de agosto de 2018 /

    A Annapurna divulgou o primeiro trailer de “If Beale Street Could Talk”, novo drama indie do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme por “Moonlight”. A divulgação foi feita no aniversário do ativista e escritor James Baldwin, que escreveu o livro no qual a produção é baseada. Falecido em 1987, Balwin faria 94 anos na quinta-feira (2/8). E a prévia é extremamente emocionante. O filme gira em torno de um casal de jovens negros no Harlem dos anos 1970. Quando o rapaz (Stephan James, de “Raça”) é preso por um crime que não cometeu, a jovem Tish (Kiki Layne, de “Chicago Med”) descobre que está grávida de seu primeiro filho. O elenco ainda conta com Regina King (“American Crime”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Pedro Pascal (“Narcos”), Ed Skrein (“Deadpool”), Dave Franco (“Artista do Desastre”), Finn Wittrock (“American Horror Story”) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A estreia de “If Beale Street Could Talk” está marcada para 30 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Renee Zellweger vira Judy Garland em primeira foto de cinebiografia

    19 de março de 2018 /

    Os estúdios Pathe e BBC Films divulgaram a primeira foto de Renee Zellweger, a eterna Bridget Jones, caracterizada como Judy Garland, a eterna Dorothy de “O Mágico de Oz” (1939) numa cinebiografia. O filme, batizado de “Judy”, vai retratar o final da vida de Garland. Situado em 1968, mostrará a chegada da atriz em Londres para uma série de apresentações. 30 anos depois de dar a vida a Dorothy, ela enfrenta problemas de uma grande estrela: brigas com empresários, sua relação com músicos, fãs e amigos, além do romance com seu quinto marido, Mickey Dean. Judy Garland faleceu poucos meses depois, ainda em Londres, de overdose aos 47 anos de idade. O filme começou a ser rodado em fevereiro na Inglaterra, com roteiro de Tom Edge (da série “The Crown”) e direção do inglês Rupert Goold (“A História Verdadeira”). O elenco também inclui Jessie Buckley (minissérie “War and Peace”), Finn Wittrock (“American Horror Story”), Rufus Sewell (“The Man in the High Castle”), John Dagleish (“Beaver Falls”) e Michael Gambon (o Dumbledore da franquia “Harry Potter”). Ainda não há previsão para a estreia.

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