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    Mercado internacional já soma bilheteria menor que os EUA

    15 de março de 2020 /

    Com cinemas fechados em boa parte do mundo, da China à França, as bilheterias internacionais já estão rendendo menos que o mercado norte-americano, que acaba de bater seu recorde negativo neste século. Ao todo, os cinco filmes de maior público fora dos EUA e Canadá somaram apenas US$ 30,7 milhões nos últimos três dias, uma queda de 85% em relação ao mesmo fim de semana do ano passado. Maior sucesso do fim de semana no mercado internacional, “Bloodshot”, o filme de super-herói de Vin Diesel, rendeu somente US$ 13 milhões, superando no exterior a “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”. A animação da Disney/Pixar, que liderou o ranking no fim de semana passado, fez apenas US$ 6,8 milhões em 47 mercados. Ao menos, conseguiu ultrapassar US$ 100 milhões no mundo, o que ainda é pouco para seu orçamento milionário – custou entre US$ 100 e 200 milhões. Em 3º lugar, “Sonic: O Filme”, superou US$ 300 milhões em todo o mundo, mas teve uma queda de 76% em sua arrecadação internacional, em relação ao fim de semana passado. Primeira nação afetada pela crise de saúde, a China também foi primeira a decretar o fechamento dos cinemas. Com várias decisões igualmente radicais, como quarentenas de cidades inteiras, o país começa a reverter a tendência de infecção do coronavírus. Graças à queda crescente de números de casos chineses, também se criou expectativa para uma reabertura dos cinemas locais. Estipula-se que a data para a normalização aconteça durante o feriado de 1 de maio. A Coreia do Sul, que igualmente tomou medidas radicais, deve voltar a abrir os cinemas logo em seguida, senão na mesma data. Assim, estima-se que o mercado asiático volte à normalidade no final deste semestre. A situação ocidental, porém, têm complicadores. Os Estados Unidos ainda estão enfrentando o princípio da epidemia e têm um longo caminho até a sua superação. Além disso, seu sistema de saúde é privado e descentralizado, o que dificulta o atendimento de sua população. Mas o pior que poderia acontecer acabou acontecendo no Brasil. Terraplanistas brasileiros, que não acreditam na Ciência, fizeram manifestação política neste domingo (15/3), que multiplicou geometricamente a possibilidade de propagação do coronavírus no país. Os estádios de futebol já estavam fechados e até teatros e cinemas no Rio, mas os atos recentes podem levar a medidas mais drásticas, como a restrição da circulação da população brasileira, como já acontece na Itália e na Espanha. Enquanto governos ordeiros resistem e caóticos insistem em ignorar o perigo, não é possível prever quando a pandemia vai realmente acabar. Enquanto isso, os estúdios seguem adiando estreias e tirando filmes da programação, além de paralisar as filmagens de novas produções.

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    Coronavírus deve custar ao menos US$ 20 bilhões para Hollywood

    14 de março de 2020 /

    A pandemia de coronavírus pode dar um prejuízo sem precedentes para Hollywood. Em estimativa calculada pelo site da revista The Hollywood Reporter, o cancelamento de diversas estreias e o fechamento das salas de cinema ao redor do mundo pode custar cerca de US$ 20 bilhões (ou seja, quase R$ 100 bilhões) para a indústria cinematográfica americana. Segundo os cálculos da publicação, as bilheterias do mundo inteiro já deixaram de arrecadar US$ 7 bilhões com o fechamento dos cinemas. Se esta situação permanecer igual ou piorar pelos meses de abril e maio, o lucro perdido chegaria a mais US$ 10 bilhões. Como os cancelamentos também implicam em despesas extras de marketing, o custo de P&A (propaganda e divulgação) ainda é multiplicado por dois. Isto acontece porque os anúncios são comprados com antecedência, o que significa que o dinheiro investido no marketing de títulos como “Mulan”, “Os Novos Mutantes”, “Velozes e Furiosos 9” e outros tantos que tiveram suas produções adiadas foi perdido. Do mesmo modo, quando esses filmes receberem sinal verde para voltar aos cinemas, os gastos precisarão ser dobrados para convencer o público a prestigiá-los. Só o adiamento de “007: Sem Tempo para Morrer”, que foi de abril para novembro, custará US$ 50 milhões em despesas extras de P&A para a MGM e a Universal. E vale lembrar que filmes como o novo “007”, “Mulan” e “Velozes e Furiosos 9” veicularam anúncios no Super Bowl, o espaço mais caro da TV americana, que teriam custado cerca de US$ 15 milhões.

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    O Homem Invisível não tira Sonic: O filme do topo das bilheterias do Brasil

    2 de março de 2020 /

    Ao contrário do que aconteceu nos EUA, a estreia do terror “O Homem Invisível” não conseguiu tirar “Sonic: O filme” do topo das bilheterias brasileiras. O filme infantil foi o mais visto no Brasil de quinta (27/2) a domingo (1/3) passados, com público de 376 mil pessoas e R$ 6,1 milhões em ingressos vendidos. Em três semanas em cartaz, a adaptação do videogame já arrecadou R$ 36,9 milhões no mercado nacional. “O Homem Invisível” teve o segundo maior público do fim de semana. Foram 197 mil espectadores e R$ 3,6 milhões em bilheteria para a reimaginação do monstro clássico da Universal no país. O título que completa o Top 3 é “Dolittle”. Grande fracasso mundial de público e crítica, a produção infantil conseguiu atrair 170 mil espectadores e faturar R$ 3 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz. Nas demais posições, destaca-se “Parasita”, que se mantém no ranking há 16 semanas e recebeu novo impulso comercial após vencer o Oscar 2020. Atualmente em 6º lugar, vendeu 70 mil ingressos no fim de semana, com uma arrecadação R$ 1,5 milhão. Desde a estreia, o filme sul-coreano já acumula R$ 17 milhões em bilheteria e público de 893 mil pessoas, um ótimo desempenho para uma produção asiática no Brasil. Também com participação longeva no ranking, “Minha Mãe é Uma Peça 3” completou 9 semanas em cartaz, ampliando sua arrecadação para R$ 180 milhões e atingindo quase 11,5 milhões de espectadores. O filme bateu o recorde de bilheteria do cinema brasileiro em janeiro e continua a ampliá-lo. Além disso, tornou-se nesse fim de semana o segundo filme nacional mais visto de todos os tempos, superando “Os Dez Mandamentos”. Saiba mais sobre os recordes de “Minha Mãe é Uma Peça 3” aqui. E veja abaixo o Top 10 dos filmes mais vistos no Brasil no fim de semana passado, segundo apuração da consultoria Comscore. #Top10 #bilheteria #filmes Final Semana 27/02-01/03:1. Sonic – O Filme2. O Homem Invisível3. Dolittle4. Maria e João – O Conto das Bruxas5. Aves de Rapina6. Parasita7. A Hora da Sua Morte8. Minha Mãe é Uma Peça 39. 191710. Luta por Justiça — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) March 2, 2020

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    Minha Mãe É um Peça 3 supera Os Dez Mandamentos e vira 2º filme brasileiro mais visto de todos os tempos

    2 de março de 2020 /

    “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando os cinemas e no fim de semana passado atingiu 11,4 milhões de espectadores, superando os 11,3 milhões de ingressos vendidos de “Os Dez Mandamentos” (2016) para se tornar o segundo filme brasileiro mais visto de todos os tempos. A comédia de Paulo Gustavo só vendeu menos ingressos que “Nada a Perder” (2018), cinebiografia do bispo Edir Macedo, que comercializou 12,1 milhões de tickets, mas tem seu público questionado, por conta da estratégia da Igreja Universal de comprar as sessões sem preencher todos os assentos dos cinemas com espectadores. Lançado em 26 de dezembro, o terceiro filme da Dona Hermínia já tem um faturamento de R$ 180 milhões, que representa a maior bilheteria do cinema brasileiro em todos os tempos – recorde superado em janeiro passado, cerca de 45 milhões atrás. O valor se tornou, inclusive, maior que a soma da arrecadação conjunta dos dois primeiros filmes da franquia. A franquia “Minha Mãe É Uma Peça” é baseada na peça homônima, criada e estrelada por Paulo Gustavo como Dona Hermínia. Os dois primeiros filmes, lançados em 2013 e 2016, atingiram juntos o público de 13 milhões de espectadores e uma arrecadação total de R$ 173,7 milhões. O imenso sucesso e alcance de “Minha Mãe É Uma Peça 3” também coloca em cheque a definição do presidente Jair Bolsonaro sobre filmes que só agradam “uma minoria”, já que se trata de uma produção assumidamente LGBTQIA+. Sua trama é estrelada por um homem vestido de mulher (que na vida real é casado com outro homem), tem como tema um casamento homossexual e gira em torno de uma família que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada.

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    Toda redação da Cahiers du Cinéma pede demissão

    29 de fevereiro de 2020 /

    A mais tradicional revista de cinema do mundo tem vagas para jornalistas. Menos de um mês depois de ter sido comprada por um grupo de investidores (no dia 30 de janeiro), a lendária Cahiers du Cinéma perdeu toda a sua equipe. Todos os 15 jornalistas que trabalhavam na publicação francesa deixaram a empresa nesta semana, incluindo o diretor de Redação, Stéphane Delorme, que estava há mais de 20 anos na redação. A demissão coletiva escancara a maior crise da Cahiers desde que foi fundada há quase 70 anos. A publicação entrou para a História do Cinema por ter fomentado o surgimento da Nouvelle Vague no fim dos anos 1950. Vários cineastas do movimento, como Jean-Luc Godard, Claude Chabrol e François Truffaut, começaram a carreira escrevendo em suas páginas antes de se tornarem diretores. Na época do anúncio da compra, a imprensa francesa noticiou o negócio afirmando que um grupo de investidores havia decidido pagar “para que a revista pudesse continuar seu caminho diversificado”. Mas não é isso que afirmam os jornalistas demissionários. Em comunicado, eles dizem que os novos donos — um grupo de 20 pessoas de áreas variadas, como Alain Weill, proprietário do jornal L’Express, Marc du Pontavice, fundador do estúdio de animação Xilam, Pascal Breton, chefe da distribuidora de audiovisual Federation Entertainment — exigiram que a revista se tornasse “amistosa” e “chique”. “No entanto, a Cahiers du Cinèma nunca foi nem uma coisa nem a outra, diferentemente do que afirmam os acionistas. A revista foi sempre comprometida com uma crítica engajada e de posições claras”, dizem os jornalistas, que ainda alertam: “O novo grupo de acionista é composto por oito produtores (cinematográficos), o que causa um problema de conflito de interesses imediato em uma revista crítica. Quaisquer que fossem os artigos publicados sobre os filmes desses produtores seriam suspeitos de complacência.” A crise atual vem, na verdade, de longe e reflete impasses da imprensa mundial. Em 2003, a revista sofreu a primeira reformulação para enfrentar uma dívida de 700 mil euros. A situação jamais foi contornada, resultando em sua venda para o grupo de investidores.

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    George Clooney reage à denúncia de mão de obra infantil nas fazendas de café da Nespresso

    26 de fevereiro de 2020 /

    George Clooney não é apenas o “garoto-propaganda” da marca de café Nespresso. Ele também faz parte do conselho de sustentabilidade da empresa. Por conta disso, decidiu manifestar-se diante da denúncia de que algumas fazendas que fornecem grãos de café para a marca empregam trabalho infantil. A revelação está sendo apresentada pelo programa de jornalismo investigativo “Dispatches”, do Canal 4 inglês, que visitou fazendas de café na Guatemala para sua próxima edição documental intitulada “Starbucks & Nespresso: The Truth About Your Coffee”. O programa causou reação antes mesmo de ir ao ar, apenas com chamadas na TV. A edição completa será exibida na segunda-feira (2/3), no Reino Unido. “Fiquei surpreso e triste ao saber dessa história”, disse Clooney. “Claramente esse conselho e essa empresa ainda têm trabalho a fazer – e ele será feito”, resumiu o ator e cineasta de 58 anos, que integra o projeto de sustentabilidade da Nespresso desde seu início, há sete anos. Clooney ainda disse esperar que Anthony Barnett, repórter responsável pela denúncia, continue a “investigar essas condições e reportá-las de forma precisa caso não melhorem”. “A checagem de boa conduta corporativa é responsabilidade não apenas da empresa em si, mas também de jornalistas independentes como o Sr. Barnett”, completou. A Nespresso também anunciou que deixará de comprar o grão nos locais citados na reportagem. A empresa afirmou que iniciou uma investigação para identificar fazendas que fazem uso de mão de obra infantil, classificando o fato de “inaceitável”. “Onde há denúncias de que nossos altos padrões não estão sendo seguidos, nós agimos imediatamente”, destacou o chefe-executivo da Nespresso, Guillaume Le Cunff, em comunicado.

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    Bob Iger deixa cargo de CEO da Disney

    25 de fevereiro de 2020 /

    Homem mais poderoso de Hollywood, Robert “Bob” Iger deixou o posto de CEO da Disney após 15 anos no cargo. O anúncio foi feito por meio de uma nota da assessoria de imprensa do estúdio, que confirmou nesta terça-feira (25/2) sua substituição por Bob Chapek, até então chefe da divisão de parques da empresa. “Com o lançamento bem-sucedido do empreendimento direto ao consumidor da Disney e a integração do 21st Century Fox bem encaminhada, acredito que esteja na hora de iniciar a transição para um novo CEO”, afirmou Iger no comunicado oficial à imprensa, referindo-se à inauguração da plataforma Disney+ (Disney Plus) e à aquisição dos antigos estúdios Fox. Bob Iger assumiu o cargo de CEO da Disney em 2005, após Michael Eisner deixar a presidência da companhia sob pressão de Roy Disney. Antes, nos anos 1990, o empresário foi presidente da rede ABC, hoje parte do império Disney, e COO e vice-presidente da Disney entre 2000 e 2005. Iger, porém, ainda não se aposentou. Ele continuará ligado à empresa, agora no cargo de presidente executivo, e supervisionará empreendimentos criativos da Disney até 31 de dezembro de 2021, quando termina seu contrato. O executivo afirmou ainda que se sente animado com o futuro da empresa nas mãos de Chapek, com quem trabalhará na transição administrativa pelos próximos 22 meses. O novo CEO, por sua vez, se disse honrado pela chance de servir como sétimo presidente da empresa e afirmou que seguirá as estratégias de expansão de Iger nos próximos anos. E que expansão. Sob o comando de Iger, a Disney comprou a Pixar, a Marvel, a LucasFilm e a Fox, tornando-se a maior empresa cinematográfica do mundo, quebrando recordes de faturamento mundial. Também trouxe essas aquisições para alimentar sua produção televisiva, assumindo o controle de vários canais de TV e três plataformas de streaming – ESPN, Hulu e a recém-lançada Disney+ (Disney Plus). Graças a essa estratégia, a Disney também se tornou uma força na TV e no streaming, consolidando-se como a maior potência do entretenimento no começo do século 21. A saída de Iger do cargo de CEO não representa, necessariamente, o fim de uma era. Ao falar com investidores, numa teleconferência feita após o anúncio oficial, Iger explicou melhor seu novo papel na empresa. Cada vez mais entusiasmado com o aspecto criativo das produções da Disney, ele está abrindo mão do dia-a-dia dos negócios para se focar exclusivamente em conteúdo. Irá se dedicar, a partir de agora, ao desenvolvimento de novos projetos com os principais talentos da empresa, visando aproveitar melhor os recursos da Fox e vitaminar as plataformas Hulu e Disney+ (Disney Plus) para seus lançamentos mundiais. “A empresa ficou maior e mais complexa nos últimos 12 meses”, disse Iger na teleconferência, segundo o site The Hollywood Reporter. “Com a base de ativos em vigor e nossa estratégia essencialmente implementada, senti que deveria gastar o máximo de tempo possível com o lado criativo dos nossos negócios… porque essa se tornará nossa maior prioridade em 2021.” Ele também contou que Bob Chapek foi escolhido para sucedê-lo há bastante tempo, em decisão tomada por consenso na diretoria da empresa. E acrescentou: “Tenho a maior confiança em Bob e espero trabalhar em estreita colaboração com ele nos próximos 22 meses, pois ele assume essa nova função e se aprofunda nos negócios e operações globais multifacetadas da Disney, enquanto eu ficarei mais focado nos esforços criativos da empresa”.

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    Parasita dispara nas bilheterias brasileiras após vencer o Oscar

    17 de fevereiro de 2020 /

    O suspense sul-coreano “Parasita” disparou nas bilheterias brasileiras após conquistar quatro Oscars, incluindo o de Melhor Filme do ano. Refletindo a estratégia da distribuidora, que dobrou a quantidade de cópias disponíveis, o longa foi o 3º mais visto no Brasil no último fim de semana, aumentando seu público em 364%. Com projeção em 316 salas, “Parasita” teve 158 mil espectadores e arrecadou R$ 3,3 milhões em ingressos vendidos de quinta a domingo (16/2). No mesmo período da semana anterior, tinha sido exibido em 102 salas, com público de apenas 32,8 mil pessoas e faturamento de R$ 607 mil. Há 15 semanas em cartaz nos cinemas brasileiros, o único filme a vencer tanto o Festival de Cannes quanto o Oscar já acumula público de 563 mil espectadores e renda de R$ 10,6 milhões em ingressos vendidos no país. A premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas também teve efeito na bilheteria dos Estados Unidos, onde “Parasita” teve sua arrecadação ampliada 234%. Atualmente, a obra-prima do diretor Bong Joon-ho soma US$ 175 milhões de faturamento mundial. Acima da produção sul-coreana no ranking nacional, só ficaram dois blockbusters americanos, “Sonic: O Filme” e “Aves de Rapina”, em 1º e 2º lugar, respectivamente. O adaptação do videogame levou 708 mil pessoas aos cinemas e obteve R$ 11,6 milhões, enquanto o filme baseado em quadrinhos teve 306 mil espectadores e R$ 5,1 milhões em ingressos vendidos. Veja abaixo o Top 10 das bilheterias brasileiras, em levantamento da empresa Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria Final Semana 13 a 16 FEV:1. Sonic – O Filme2. Aves de Rapina3. Parasita4. Bad Boys Para Sempre5. 9176. Minha Mãe É Uma Peça 37. O Grito8. Jumanji – Próxima Fase9. Jojo Rabbit10. Frozen 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) February 17, 2020

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    Minha Mãe É uma Peça 3 já é terceiro filme brasileiro mais visto em todos os tempos

    13 de fevereiro de 2020 /

    O público do filme “Minha Mãe É uma Peça 3” não pára de crescer. Nesta quinta (13/2), a comédia de Paulo Gustavo atingiu 11,2 milhões de espectadores, superando os 11,1 milhões de ingressos vendidos de “Tropa de Elite 2”. Com isso, transformou-se no terceiro filme mais visto da história da indústria cinematográfica nacional, atrás apenas dos dramas “Nada a Perder” (2018) e “Os Dez Mandamentos” (2016), justamente os filmes que têm seu público questionado, por conta de uma estratégia da Igreja Universal, que esgotou os ingressos das sessões sem preencher os assentos dos cinemas com espectadores. Como a diferença é pequena, os números polêmicos do 2º colocado devem ser superados em breve. A diferença para “Os Dez Mandamentos” é de apenas 100 mil ingressos, enquanto “Nada a Perder” tem cerca de 900 mil de vantagem. Atualmente em 3º lugar no ranking nacional, “Minha Mãe É uma Peça 3” ainda continua lotando suas sessões. No fim de semana passado, levou 209 mil espectadores aos cinemas. Basta atingir metade desse número até domingo para superar o recorde de “Os Dez Mandamentos”. Há oito semanas em cartaz, a comédia da Dona Hermínia já tem um faturamento de R$ 175 milhões, que representa a maior bilheteria do cinema brasileiro em todos os tempos – recorde superado em janeiro passado, cerca de 40 milhões atrás. O valor se tornou, inclusive, maior que a soma da arrecadação conjunta dos dois primeiros filmes da franquia. A franquia “Minha Mãe É Uma Peça” é baseada na peça homônima, criada e estrelada por Paulo Gustavo como Dona Hermínia. Os dois primeiros filmes, lançados em 2013 e 2016, atingiram juntos o público de 13 milhões de espectadores e uma arrecadação total de R$ 173,7 milhões. O imenso sucesso e alcance de “Minha Mãe É Uma Peça 3” também coloca em cheque a definição do presidente Jair Bolsonaro sobre filmes que só agradam “uma minoria”, já que se trata de uma produção assumidamente LGBTQIA+. Sua trama é estrelada por um homem vestido de mulher (que na vida real é casado com outro homem), tem como tema um casamento homossexual e gira em torno de uma família que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada.

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    Aves de Rapina estreia em 1º lugar no Brasil

    10 de fevereiro de 2020 /

    A estreia de “Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” arrecadou R$ 10,7 milhões no Brasil, segundo levantamento da empresa de consultoria Comscore. O filme levou 621 mil pessoas aos cinemas brasileiros, o que não é um número muito elevado para uma produção de super-heróis. De todo modo, a distribuição não foi das maiores, com exibição em 413 salas apenas. O lançamento da Warner também teve um desempenho abaixo do esperado na América do Norte, onde faturou US$ 33 milhões em seus três primeiros dias de exibição – contra uma expectativa de mercado de cerca de US$ 50 milhões. Nos EUA e Canadá, porém, “Aves de Rapina” teve distribuição de blockbuster, em mais de 4 mil telas. “Bad Boys para Sempre” ficou em 2º lugar no fim de semana. Mantendo-se em cartaz em 325 salas, teve público de 234 mil espectadores e arrecadou R$ 4 milhões em bilheteria. Desde a estreia, há duas semanas, o longa acumula R$ 14,2 milhões e já levou 872 mil brasileiros aos cinemas. “Minha Mãe é uma Peça 3” completa o Top 3. Exibido em 299 salas, arrecadou R$ 3,7 milhões e teve 209 mil espectadores. Há sete semanas no circuito, a comédia estrelada por Paulo Gustavo já soma R$ 174,2 milhões em ingressos vendidos e público de 11 milhões de pessoas. É o filme nacional de maior bilheteria de todos os tempos. Dentre os filmes premiados no Oscar 2020, “1917” teve a maior bilheteria. Exibido em 363 salas, foi 4º mais visto do fim de semana, levando 163 mil pessoas aos cinemas para faturar R$ 3,3 milhões. A estreia de “Jojo Rabbit” amargou o 6º lugar, apesar da maior distribuição de todas. Em cartaz em 562 salas, teve apenas 74 mil espectadores e R$ 1,6 milhão em bilheteria. Para completar, “Parasita”, o grande vencedor do prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, ficou em 8º lugar. O suspense sul-coreano levou 32 mil pessoas a 278 salas, somando R$ 607 mil. Exibido há 14 semanas no circuito nacional, o longa de Bong Joon Ho já foi assistido por 355 mil brasileiros e rendeu R$ 6,6 milhões. Veja abaixo o Top 10 dos filmes mais vistos no Brasil entre quinta e domingo (9/2), segundo levantamento da Comscore. #TOP10 #bilheteria #cinema Finde 6 a 9 Fev: 1. Ave de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa2. Bad Boys Para Sempre2. Minha Mãe É Uma Peça 34. 19175. Jumanji – Próxima Fase6. Jojo Rabbit7. Frozen 28. Parasita9. Um Espião Animal10. Judy: Muito Além do Arco Iris — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) February 10, 2020

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    Plataforma Quibi ganha seu primeiro comercial

    1 de fevereiro de 2020 /

    A vindoura plataforma de streaming Quibi divulgou seu primeiro comercial. O vídeo foi produzido para exibição no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA, mas já pode ser visto abaixo, antecipado no YouTube. Criada especificamente para celulares, a Quibi vai apresentar programas de até 10 minutos de duração. Seu nome, usado como sinônimo de atividade rápida no comercial, vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que construiu um portfólio impressionante de projetos para seu lançamento. Entre outras produções em desenvolvimento, há desde séries de terror de Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos, incluindo reality shows. Cada programa terá capítulos de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo alimentados pela Netflix, que popularizou longas maratonas de séries. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., MGM e Alibaba, e pretende oferecer 175 conteúdos semanais e 8,5 mil episódios ao longo de seu primeiro ano. Apesar da aposta no formato, as iniciativas de emplacar séries curtas e exclusivas de dispositivos móveis não deram certo até o momento – veja-se, como exemplo, a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A plataforma Quibi será inaugurada em 6 de abril nos EUA.

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    Minha Mãe É uma Peça 3 ultrapassa R$ 150 milhões nas bilheterias

    28 de janeiro de 2020 /

    Recordista de bilheteria do cinema brasileiro desde a semana passada, “Minha Mãe É uma Peça 3” aumentou ainda mais o volume de sua arrecadação, mantendo-se como o segundo filme mais visto pelo público do Brasil no último fim de semana. De quinta a domingo (27/1), a comédia exibida em 487 salas arrecadou R$ 9,1 milhões, levando mais 530 mil pessoas aos cinemas. Desde que estreou há cinco semanas, “Minha Mãe é uma Peça 3” já foi vista por 9,8 milhões de espectadores, segundo levantamento da Comscore, e acumula R$ 156 milhões, a maior arrecadação de um filme brasileiro em todos os tempos. Lançado na última semana de dezembro, “Minha Mãe É uma Peça 3” já tinha impressionado na estreia, arrecadando mais de R$ 30 milhões no fim de semana inaugural. Com isso, bateu o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. E, nas semanas seguintes, nem tomou conhecimento da concorrência de “Frozen 2”, tornando-se um pesadelo para a Disney no Brasil. Mas, apesar do recorde de bilheteria, o longa estrelado por Paulo Gustavo ainda não é o que mais vendeu ingressos. Com distribuição de ingressos para fiéis da Igreja Universal, “Nada a Perder” fez circular 11,5 milhões de ingressos, segundo informações da produtora Paris Filmes. A diferença em reais fica, portanto, por conta da inflação. Na verdade, o terceiro “Minha Mãe É uma Peça” é o quinto filme com maior público do cinema nacional. Os demais filmes que completam o ranking são “Os Dez Mandamentos” (11,3M de ingressos), “Tropa de Elite 2” (11,1M) e “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7M). Por curiosidade, “Minha Mãe É uma Peça 2” agora é o sexto, com 9,3 milhões de espectadores superados pela venda da continuação. O detalhe é que “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando cinemas. O longa só perde, nas bilheterias atuais, para “Jumanji: Próxima Fase”, que estreou há duas semanas. Ou seja, ainda tem muitos ingressos para vender. A popularidade do filme também representa uma contraste gritante em relação ao modelo conservador de cinema que o governo Bolsonaro tenta implantar no país, já que sua trama é estrelada por um homem vestido de mulher (que na vida real é casado com outro homem), inclui uma trama de casamento homossexual e gira em torno de uma família que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada. Veja abaixo o Top 10 do fim de semana no Brasil, segundo levantamento da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 23 a 26 JAN: 1. Jumanji – Próxima Fase2. Minha Mãe É Uma Peça 33. 19174. Frozen 25. Um Espião Animal6. Adoráveis Mulheres7. O Escândalo8. Parasita9. A Possessão de Mary10. O Melhor Verão de Nossas Vidas — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 27, 2020

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    Minha Mãe É uma Peça 3 bate recorde e vira maior bilheteria do cinema brasileiro

    22 de janeiro de 2020 /

    “Minha Mãe É uma Peça 3” tornou-se o filme de maior arrecadação na história do cinema brasileiro. Com os R$ 13,7 milhões registrados neste final de semana, a comédia da Downtown Filmes somou R$ 137,9 milhões nas bilheterias, superando o recorde de “Nada a Perder”, primeira parte da cinebiografia do bispo Edir Macedo, que faturou R$ 120 milhões em 2018. A produtora do longa comemorou a façanha no Instagram, dizendo que “a mãe mais amada do Brasil tá tendo um troço aqui!”. Lançado na última semana de dezembro, “Minha Mãe É uma Peça 3” já tinha impressionado na estreia, arrecadando mais de R$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz. Com isso, bateu o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. E, nas semanas seguintes, nem tomou conhecimento da concorrência de “Frozen 2”, tornando-se um pesadelo para a Disney no Brasil. Mas, apesar da grande bilheteria, em número de ingressos vendidos o longa estrelado por Paulo Gustavo ainda está longe da produção da Igreja Universal. “Minha Mãe É uma Peça 3” foi visto por cerca de 8 milhões de espectadores, enquanto “Nada a Perder” teve vendagem de 12,1 milhões de ingressos, segundo apuração da Ancine. A diferença em reais fica, portanto, por conta da inflação. Na verdade, o terceiro “Minha Mãe É uma Peça” nem aparece no Top 5 dos maiores públicos do cinema nacional. Os demais filmes que completam o ranking são “Os Dez Mandamentos” (11,3M de ingressos), “Tropa de Elite 2” (11,1M), “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7M) e “Minha Mãe É uma Peça 2” (9,3M). Ou seja, o segundo filme da franquia da Dona Hermínia ainda está à frente da continuação mais recente em número de espectadores. Mas “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando cinemas. O longa ocupa atualmente o 2ª lugar entre os filmes mais vistos do país, perdendo apenas para “Jumanji: Próxima Fase”, que estreou no último fim de semana. Ou seja, ainda tem muitos ingressos para vender. A popularidade do filme também representa uma contraste gritante em relação ao modelo de cinema que o governo Bolsonaro tenta impor no país, em nome de uma suposta maioria da população. A verdade incontestável é que a maioria da população brasileira prestigia um filme que celebra casamento homossexual e uma família sem preconceitos, que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada. Veja a seguir a comemoração do recorde de bilheteria e, logo abaixo, o Top 10 do fim de semana no Brasil, segundo levantamento da consultoria Comscore. Ver essa foto no Instagram É oficial!! @minhamaeeumapeca3oficial é o filme com maior arrecadação da história do cinema brasileiro!! 💰 ⠀ A mãe mais amada do Brasil tá tendo um troço aqui! Não poderia ser diferente, né? 😂 ⠀ Obrigado, Brasil!! 🙏🏻 ⠀ #downtownfilmes #dtfilmes #cinemanacional #minhamaeeumapeca3 #minhamaeeumapeca #donaherminia #paulogustavo #recorde #bilheteria #arrecadacao Uma publicação compartilhada por Downtown Filmes (@dtfilmes) em 21 de Jan, 2020 às 1:08 PST TOP 10 #bilheteria #cinema SEGUNDA 20 JAN: 1. Jumanji – Próxima Fase2. Minha Mãe É Uma Peça 33. Frozen 24. O Escândalo5. Adoráveis Mulheres6. Star Wars – A Ascensão de Skywalker7. Parasita8. Ameaça Profunda9. Miseráveis, Os10. O Farol — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 21, 2020

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