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    WarnerMedia demite chefias após lançamento da HBO Max

    11 de agosto de 2020 /

    A prioridade dada ao HBO Max e a busca por resultados rápidos na plataforma de streaming renderam uma rodada massiva de demissões na WarnerMedia nos últimos dias. Dentre os demitidos, estão três altos executivos. A mudança reflete a chegada de um novo presidente-executivo na WarnerMedia, Jason Kilar, ex-CEO da Hulu, que chegou na empresa em abril para o lançamento da HBO Max. Ele assinou as demissões de Robert Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment, Kevin Reilly, diretor de conteúdo da WarnerMedia, e Keith Cocozza, vice-presidente executivo de marketing e comunicações, que trabalhou na empresa por 19 anos. Reilly, por sua vez, tinha feito carreira como chefe da TNT, empresa do mesmo grupo, antes de ser promovido à diretoria geral de conteúdo da WarnerMedia por Greenblatt. Só Greenblatt vinha de um grupo rival, como ex-presidente da NBC Entertainment, e tinha sido contrato no começo do ano. Todos eram bastante respeitados no mercado e suas quedas causaram grande burburinho. Na segunda-feira (10/8), aconteceu outra rodada de demissões atingindo mais de uma centena de cargos em vários setores, inclusive mais chefias. Questionado sobre as saídas, Kilar disse ao The New York Times na sexta-feira (7/8): “As empresas disciplinadas precisam tomar decisões difíceis”. Em uma nota aos funcionários sobre as mudanças, Kilar reforçou que a empresa enfatizaria a HBO Max, sugerindo que os cortes tiveram relação ao desempenho abaixo do desejado da plataforma, tanto em conteúdo quanto em estratégia de marketing. A WarnerMedia lançou a plataforma em 27 de maio, mas os primeiros relatórios de adesão surpreenderam negativamente, porque mesmo assinantes da HBO Now, com direito a acesso gratuito, não aderiram ao serviço. Para contornar a situação, Kilar deu mais responsabilidades a Ann Sarnoff, que ingressou na empresa em junho, após passagens na Nickelodeon e BBC America, como presidente-executiva da Warner Bros., a Andy Forssell, gerente geral da HBO Max, e Casey Bloys, responsável pela programação premiada da HBO. Sarnoff vai supervisionar todo o conteúdo de estúdios e redes televisivas, incluindo programação para HBO, HBO Max e canais a cabo TNT, TBS e TruTV, auxiliada por Forssell, que é ex-colega de Kilar no Hulu. Já Bloys, além de comandar o conteúdo original da HBO, acumulará a curadoria da programação original da HBO Max, TNT, TBS e TruTV. Ele se reportará a Sarnoff. As divisões de notícias e esportes não foram afetadas pelas mudanças.

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    Com 60 milhões de assinantes, Disney+ (Disney Plus) supera meta de 5 anos em 8 meses

    4 de agosto de 2020 /

    O sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) superou todas as expectativas, atingindo 60,5 milhões de assinantes mundiais. Os números foram atualizados pelo CEO da Disney, Bob Chapek, durante uma apresentação para acionistas nesta terça-feira (4/7). O detalhe é que, na ocasião do lançamento da plataforma em novembro do ano passado nos EUA, a Disney estimou que atingiria 60 milhões de assinantes… em 2024. Assim, o streaming já cumpriu sua meta de cinco anos, que nas projeções da empresa seria quando começaria a dar lucro após um período de grande investimento. Além dos números impressionantes da Disney+ (Disney Plus), o relatório trimestral também apontou crescimento da Hulu, que agora possui 35,5 milhões de assinantes de seu serviço. Como a Hulu ainda não foi lançada no mercado internacional (o plano é para 2021), esse número é apenas de assinantes americanos. Já a plataforma esportiva ESPN+ chegou em 8,5 milhões. Os números de streaming são o único motivo de celebração entre os acionistas da Disney, refletindo o impacto da covid-19 nos negócios da empresa. A pandemia fechou cinemas e parques temáticos, que movimentavam a maior parte dos lucros da companhia. Puxadas por sucessos exclusivos como “The Mandalorian”, a primeira série live-action do universo “Star Wars”, e musicais como “Hamilton” e “Black Is King”, de Beyoncé, as assinaturas da Disney+ (Disney Plus) só perdem atualmente para os 193 milhões de clientes da Netflix e os 150 milhões da Amazon Prime. A Disney+ (Disney Plus), entretanto, ainda não chegou em muitos territórios. Depois de seu lançamento na Europa em abril, a empresa pretende trazer o serviço para a América Latina em novembro. Isto deve incluir o Brasil, se não houver surpresas no Congresso ou na Anatel, com mudanças na legislação referente a serviços de vídeo na Internet.

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    Netflix acrescenta mais 10 milhões de assinantes no trimestre

    17 de julho de 2020 /

    A Netflix adicionou mais assinantes que o esperado no segundo trimestre de 2020, impulsionada pelo isolamento social e o fechamento de outras opções de lazer devido ao coronavírus. A gigante do streaming somou 10,09 milhões de novos assinantes no período, aumentando sua base global para quase 193 milhões, após um primeiro trimestre recorde para a empresa, quando adicionou 15,8 milhões de usuários durante os primeiros dias da pandemia. Os números superaram com folga a previsão da empresa, que acreditava poder conseguir mais 7,5 milhões de assinaturas, mas refletiram as expectativas mais otimistas de Wall Street. Em uma carta aos acionistas, a empresa atribuiu as adições adicionais à “aquisição e retenção melhores do que o previsto”. Com os resultados do primeiro semestre de 2020, a empresa acrescentou 26 milhões de novas assinaturas, não muito longe das 28 milhões conquistadas em todo o ano de 2019. No entanto, o relatório alerta que “o crescimento está diminuindo à medida que os consumidores passam pelo choque inicial das restrições cívicas e sociais”. A empresa está prevendo um número bem mais modesto, cerca de 2,5 milhões de novos assinantes, no terceiro trimestre – abaixo dos 6,8 milhões de um ano atrás. Embora a Netflix, como seus colegas tradicionais da indústria de entretenimento, tenha sido forçada a pausar a produção em vários de seus filmes e séries originais, ela continua a lançar mais projetos concluídos que qualquer outra empresa de audiovisual, alimentando um público carente por novidades, que só é informado de adiamentos nos cinemas e na TV. “Como nosso prazo de produção de conteúdo é longo, nossos planos para 2020 de lançar programas e filmes originais continuam intactos”, diz o relatório de lucros da empresa, dirigido ao mercado. “Para 2021, com base em nosso plano atual, esperamos que as produções pausadas levem a uma lista de conteúdo com mais ponderação, mas antecipamos que o número total de programas originais para o ano inteiro ainda será maior que em 2020.” A Netflix acrescentou que está buscando aquisições externas, como alguns filmes e séries de várias partes do mundo, para adicionar ao seu serviço. Entre os lançamentos mais recentes, a empresa disse que a série de comédia “Space Force” foi vista por 40 milhões de espectadores e o filme “Destacamento Blood”, de Spike Lee, visto por 27 milhões. Os resultados foram especialmente positivos para Ted Sarandos, o chefe de conteúdo do serviço de streaming, responsável pela receita vitoriosa. O balanço trimestral foi acompanhado pelo anúncio de que Sarandos foi promovido a co-CEO da Netflix, ao lado de Reed Hastings, o CEO original.

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    Finanças de Robert De Niro foram bastante afetadas pela covid-19

    10 de julho de 2020 /

    A situação financeira do ator Robert De Niro foi motivo de uma audiência realizada em um tribunal de Nova York na quinta-feira (9/10). Segundo apurou o site Page Six, os representantes do ator informaram à Justiça que De Niro sofreu um grande prejuízo devido à pandemia de coronavírus e precisou cortar gastos de forma dramática. A declaração se deu num processo movido por sua ex-mulher, Grace Hightower, de ele quem se separou em 2018. Ela havia solicitado o aumento do limite do seu cartão de crédito de US$ 50 mil para US$ 100 mil, mas a defesa do ator alegou que ele não tem como arcar com essa despesa após sofrer muitos revezes nos empreendimentos do qual é sócio. De acordo com os advogados, os prejuízos se concentram na franquia de restaurantes Nobu e no Greenwich Hotel. Os dois negócios fazem parte dos segmentos mais afetados pela pandemia, devido ao fechamento obrigatório de bares e restaurantes, o que causou a falência de vários estabelecimentos, além dos controles de fronteiras, que impactaram dramaticamente no número de turistas. Segundo Caroline Krauss, uma das advogadas do ator, o Nobu perdeu US$ 4,8 milhões entre abril e maio. A advogada ainda lembrou ao juiz que, pelo acordo pré-nupcial assinado pelo ex-casal em 2004, o ator deve pagar a ex-mulher US$ 1 milhão por ano — desde que ele receba US$ 15 milhões ou mais nesse período. Se os rendimentos forem menores, o repasse para a ex também cai de forma proporcional. “A gerente de suas finanças diz que no melhor dos casos para o Sr. De Niro, se tudo começar a melhorar este ano, ele será sortudo se conseguir fazer US$ 7,5 milhões”, explicou Krauss na audiência. Ela contou ainda que De Niro já recebeu quase tudo o que deveria por ter protagonizado o filme “O Irlandês”, dirigido por Martin Scorsese e indicado a 10 Oscars na cerimônia deste ano. Ele ainda deve receber cerca de US$ 2,5 milhões em 2020 e 2021. “Essas pessoas, apesar dos ganhos robustos, sempre gastaram mais do que ele recebe, então este homem de 76 anos de idade não poderia se aposentar mesmo se quisesse, porque ele não pode arcar com as despesas desse estilo de vida”, finalizou Krauss.

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    Débora Nascimento é dispensada da Globo após 10 novelas

    2 de julho de 2020 /

    A Globo confirmou a dispensa de mais um artista, que não teve o seu contrato renovado. Desta vez foi a atriz Débora Nascimento. Curiosamente, ela recebeu a notícia um dia depois do ex-marido, José Loreto. Os dois e separaram no ano passado em meio aos rumores de traição durante a produção de “O Sétimo Guardião” (2018-2019). Na época, o caso rendeu mais atenção que a trama das telas, especialmente depois que algumas famosas pararam de seguir Marina Ruy Barbosa nas redes sociais. A atriz, que vivia par romântico de Loreto na novela, negou qualquer envolvimento com o colega. O último trabalho de Débora Nascimento na Globo foi a novela “Verão 90”, exibida no ano passado. Foi sua 10ª novela, numa trajetória iniciada em 2007, em “Paraíso Tropical” e “Duas Caras”, que teve seu ponto alto em “Avenida Brasil” (2012), recentemente reprisada na televisão. Nos últimos anos, ela tem se dedicado mais ao cinema, aparecendo em “Além do Homem (2018), “Uma Viagem Inesperada (2018), “O Olho e a Faca” (2019) e no excelente “Pacificado” (2019), do diretor americano Paxton Winters, que venceu o Festival de San Sebastian do ano passado – e o prêmio do público na Mostra de São Paulo. Em comunicado, a Globo enfatizou que o fim do contrato é fruto de seu novo modelo de gestão. A emissora vai passar a contratar artistas por obra e não mais por período de tempo. O encerramento dos contratos longos visa reduzir custos, após as receitas da emissora caírem 30% em decorrência da pandemia de covid-19. Nesta semana, a Globo também dispensou o veterano humorista Renato Aragão, após 44 anos na emissora. A lista de cortes ainda inclui famosos como Vera Fischer, Miguel Falabella, José de Abreu, Stênio Garcia, Camila Pitanga, Bruna Marquezine, Bruno Gagliasso e outros. Confira abaixo a nota da Globo sobre Débora Nascimento. “Como todos sabem, nos últimos anos, temos tomado uma série de iniciativas para preparar a empresa para os desafios do futuro. Com isso, temos evoluído nos nossos modelos de gestão, de criação, de produção, de desenvolvimento de negócios e também de gestão de talentos. Assim, em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. Debora Nascimento, assim como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros projetos em nossas múltiplas plataformas”.

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    Globo não renova contrato com José Loreto

    1 de julho de 2020 /

    O ator José Loreto é a mais nova baixa nos cortes da Globo. A emissora não renovou o contrato do artista de 36 anos, que a partir de agora irá receber por obra contratada. “Em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. José Loreto, como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros projetos em nossas múltiplas plataformas”, informou a Globo em comunicado à imprensa. Nesta semana, a Globo também dispensou o veterano humorista Renato Aragão, após 44 anos na emissora. A lista de cortes é repleta de veteranos como Vera Fischer, Miguel Falabella, José de Abreu e Stênio Garcia, mas também tem astros mais jovens como Camila Pitanga, Bruna Marquezine e Bruno Gagliasso. O encerramento dos contratos longos visa reduzir custos, após as receitas da emissora caírem 30% em decorrência da pandemia de covid-19. Loreto estava há 15 anos na Globo. A primeira atuação dele no canal foi em 2005, quando fez o personagem Marcão em “Malhação”. Já a última foi na novela “O Sétimo Guardião” (2018-2019), que teve mais drama nos bastidores que nas telas. A produção marcou o fim do casamento de Loreto e da também atriz Débora Nascimento, rendendo muitas especulações nos sites de fofoca sobre o que teria motivado o divórcio – especialmente depois que algumas famosas pararam de seguir Marina Ruy Barbosa nas redes sociais. A atriz, que vivia par romântico de Loreto na novela, negou qualquer envolvimento com o colega. Atualmente, o ator tem se dedicado mais ao cinema. Ele fez bastante sucesso em sua estreia como protagonista em “Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo” (2016) e se prepara para estrelar outras cinebiografias, em filmes sobre o cantor Sidney Magal (“Meu Sangue Ferve por Você”) e o jogador de futebol Walter Casagrande (“Casagrande e Seus Demônios”), ambos em pré-produção.

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    Quibi teria menos de 2 milhões de assinantes na véspera de começar a cobrar pelo serviço

    15 de junho de 2020 /

    A plataforma Quibi não deu mesmo certo. Uma reportagem do Wall Street Journal apurou que a startup de vídeos curtos para celulares, fundada por Jeffrey Katzenberg (que criou a DreamWorks Animation), não vai atingir nem remotamente sua meta de assinantes para seu primeiro ano de operação. O texto pouco lisonjeiro, publicado no domingo em Nova York, detalhou brigas internas entre Katzenberg e o CEO Meg Whitman e informou que o Quibi conseguiu menos de 2 milhões de assinantes desde seu lançamento em 6 de abril. A empresa projetava 7,4 milhões de assinantes até o final do ano. Para piorar, o download do aplicativo da Quibi diminuiu consideravelmente após a semana inaugural. O baixo interesse é ainda mais preocupante porque os usuários ainda nem estão pagando pelo uso do serviço. A plataforma foi lançada com uma oferta promocional, que garantia acesso gratuito de 90 dias. Isso significa que apenas a partir de julho, quando os usuários precisarem gastar dinheiro para acessar seu conteúdo (US$ 4,99 mensais com anúncios ou US$ 7,99 sem anúncios), é que os números reais de assinaturas vão aparecer. E qualquer projeção aponta que serão muito menores que os atuais números decepcionantes. De 6 de abril a 28 de maio, o aplicativo Quibi foi baixado cerca de 4 milhões de vezes, apurou a empresa de análise Apptopia. Desses, apenas 30% do total são usuários ativos diariamente. O conteúdo mais popular do Quibi, segundo a análise da Apptopia, é “Reno 911!”, revival de uma série de comédia do canal pago Comedy Central, exibida entre 2003 e 2009 na TV americana. Katzenberg culpou o surto de covid-19 pelos resultados decepcionantes da Quibi. “Atribuo tudo que deu errado ao coronavírus. Tudo”, disse Katzenberg em entrevista ao jornal The New York Times, publicada há um mês. Mais recentemente, a empresa acrescentou que o número mais lento de downloads do aplicativo também é resultado de “sua decisão de reduzir seu marketing à luz de protestos nos Estados Unidos após a morte de George Floyd”, segundo relato do Wall Street Journal. Um dos principais problemas da Quibi foi o lançamento exclusivo para celular numa época em que as famílias estavam juntas em casa, em isolamento social. O aplicativo não fornecia alternativa para assistir seu conteúdo nas TVs. A empresa correu para adicionar suporte ao AirPlay da Apple (que foi feito na semana de 25 de maio) e ao Chromecast do Google (em 9 de junho). Mas esse esforço podem ter vindo muito tarde. O baixo número de downloads reduziu o interesse de anunciantes em incluir comerciais no produto, o que levou a chefe de marketing da Quibi a deixar a empresa apenas duas semanas após o lançamento. Para completar, a Quibi ainda está sendo processada pela startup de vídeo interativo Eko, que alega que o recurso Turnstyle do aplicativo – a capacidade de ver vídeos na horizontal ou vertical – viola uma patente sua importante e que a empresa de Katzenberg roubou segredos comerciais. Katzenberg originalmente fundou a empresa como “NewTV”. Ao anunciar o financiamento inicial de US$ 1 bilhão do empreendimento em agosto de 2018, ele divulgou o enorme potencial da empresa como um serviço de vídeo por assinatura apenas para celular, dizendo à Variety: “Não consideramos que competimos com o Hulu, HBO, Netflix ou as redes. É um caso de uso completamente diferente.” Entretanto, buscou conteúdos similares ao das outras plataformas, como séries e reality shows, apresentando-os apenas em capítulos menores, de menos de 10 minutos, e restringiu a exibição do material aos celulares. A Quibi acabou levantando US$ 1,75 bilhão junto a investidores como Disney, WarnerMedia, Sony, NBCUniversal e ViacomCBS. Mas consumiu o caixa rapidamente, com várias encomendas de conteúdo, num surto de produção digno da Netlix. Para criar interesse no produto, fechou contratos com uma longa lista de talentos de Hollywood, como Jennifer Lopez, Chance the Rapper, Chrissy Teigen, Liam Hemsworth, Sophie Turner, Lena Waithe, Reese Witherspoon e diretores como Steven Spielberg, Guillermo del Toro, Antoine Fuqua, Sam Raimi, Catherine Hardwicke e Peter Farrelly. Por conta disso, a plataforma pode precisar de US$ 200 milhões adicionais até o segundo semestre de 2021, de acordo com o relatório do Journal.

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    Brasileiros já assistem mais streaming que canais pagos na TV

    13 de junho de 2020 /

    Uma pesquisa da Kantar Ibope apontou que a população brasileira já assiste mais transmissões da Netflix, YouTube, Globoplay, Amazon Prime Video e outros serviços de streaming que canais de TV por assinatura em suas televisões. E maio, a audiência entre 7h e 0h de conteúdo em streaming foi de 6,9 pontos, representando 14,6% de todas as TVs ligadas no Brasil, enquanto os canais pagos somaram 6,7 pontos e 14,1%. No Brasil, cada ponto de medição representa 250 mil domicílios. No entanto, é bem provável que a audiência online seja ainda maior, pois a medição do Kantar Ibope considera apenas conteúdo exibido em TVs, deixando de lado o consumo de conteúdo por meio de smartphones, tablets e computadores. Não é surpresa que os serviços de streaming tenham boa performance. Não só o custo mensal da TV por assinatura é muito mais elevado, como obriga o público a seguir seus horários de exibição. Já as plataformas de streaming têm custo muito mais baixo, quando não gratuito – como no caso do YouTube – , e seu conteúdo pode ser assistido a qualquer hora. Mas ainda que os streamings estejam cada vez mais relevantes, as plataformas digitais ainda estão longe de superar a acessibilidade dos canais gratuitos da TV aberta. Entre 7h e 0h, mais de 60% dos televisores do Brasil sintonizam as grandes redes de TV, sendo que pelo menos metade desse público acompanha a Globo.

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    Califórnia deve começar a abrir cinemas na sexta-feira

    9 de junho de 2020 /

    Os cinemas da Califórnia poderão reabrir as portas na sexta-feira (12/6). O governo do estado autorizou os donos de cinemas a voltar ao trabalho, estipulando uma série de medidas de segurança que precisarão ser implementadas, mas cada cidade ainda decidirá se vai permitir a reabertura. Entre as normas estabelecidas, as salas só poderão funcionar com 25% de sua capacidade — ou no máximo 100 espectadores, o que for menor. Os espectadores também deverão manter um metro e meio de distância uns dos outros e usar máscaras. Além disso, é recomendado que os donos das salas adotem capas de assento descartáveis ou laváveis, mantenham as portas abertas nos períodos de maior circulação de pessoas e limitem o número de clientes que possam usar o banheiro de uma só vez. Os cinemas dos EUA estão fechados desde 20 de março por causa da pandemia do novo coronavírus, e a reabertura é esperada com ansiedade por Hollywood. A Warner, por exemplo, ainda espera sua grande aposta para a temporada, o filme “Tenet”, dirigido por Christopher Nolan (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “A Origem” e Dunkirk”), na data originalmente prevista para a estreia: 17 de julho. A esperança do mercado, inclusive, é que candidatos a blockbusters como “Tenet” ajudem a trazer de volta o público de cinema, que inicialmente deverá ser escasso, não apenas devido às medidas de distanciamento social, mas pelo medo de contaminação. Caso não haja uma segunda onda de infecções, causada pela reabertura do comércio, as regras de ocupação dos cinemas deverão ser relaxadas após as primeiras semanas, possibilitando o aumento no número de assentos nas salas para refletir o interesse nos grandes lançamentos. Além da Warner, a Disney também tem um grande lançamento marcado (na verdade, adiado) para julho: “Mulan”. A região de Los Angeles é o maior mercado para a exibição de filmes nos Estados Unidos, seguido por Nova York, onde ainda não há previsão para a reabertura das salas.

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    Quibi encalha e fundador da plataforma culpa coronavírus

    12 de maio de 2020 /

    O fundador da plataforma Quibi, Jeffrey Katzenberg, assumiu estar lidando com uma decepção diante dos números de pessoas interessadas no seu produto, lançado durante a pandemia de coronavírus. O aplicativo da Quibi teve 1,7 milhão de downloads em sua primeira semana. Mas desde a estreia em 6 de abril, mantém apenas uma base de 1,3 milhão de “usuários ativos”. Graças à baixa demanda, saiu rapidamente da lista dos 50 aplicativos gratuitos mais baixados da Apple Store. Pior que isso: não está nem entre os 100. Atualmente, encontra-se encalhado em 125º lugar. Mesmo com uma campanha que oferece teste gratuito por 90 dias, e prometendo um dos custos mais baixos dos streamings (US$ 4,99 por mês com anúncios), a plataforma não emplacou. “Atribuo tudo que deu errado ao coronavírus”, disse Katzenberg em entrevista ao jornal The New York Times, publicada na segunda-feira (12/5). “Tudo. Mas nós assumimos nossa parte”. O ex-executivo da Disney e criador da DreamWorks Animation disse que o público do Quibi realmente não é “a avalanche de pessoas que queríamos”. “Não é nem perto do que queríamos”, admitiu. Quibi aspirava ser uma Netflix de celular, com conteúdo feito exclusivamente para dispositivos móveis. A proposta faz parte do próprio nome da plataforma, formado pela junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). O nome também foi transformado em sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço era apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. Só que as pessoas foram desaconselhadas a usar transportes públicos. E o ambiente de trabalho virou home office. Embora o tempo gasto nas plataformas de streaming tenha disparado à medida que os consumidores se distanciam socialmente, a opção de lazer para quem está em quarentena tem sido assistir filmes e maratonar séries pela televisão e não ver vídeos curtos pelo celular. O sucesso do Quibi dependia, basicamente, de mudar os hábitos de consumo de séries influenciados pela popularização da Netflix, com os “binges” – ou maratonas – de várias horas dedicadas a um mesmo programa. Já era uma opção arriscada, por ir contra um padrão bem-sucedido, e se tornou impraticável diante do aumento do número de horas disponíveis para o público se dedicar ao conteúdo de streaming. A ideia de “filmes em capítulos”, que define a maioria das séries de ficção da empresa, também criou um vício narrativo, ao programar uma situação de perigo a cada 10 minutos, no fim de cada episódio. Nisso, o Quibi se provou mais retrô que moderno, por evocar os antigos seriados de aventura dos anos 1930 e 1940 – que batizaram o termo “cliffhanger”. Mas apesar de todo o revés, Katzengerg disse não ter se arrependido de lançar o aplicativo durante o coronavírus. “Se soubéssemos em 1º de março, quando tivemos que tomar a decisão, o que sabemos hoje, eu diria que não era uma boa ideia”, ele ponderou. “Mas estamos produzindo ouro suficiente com o feno que temos, de modo que não me arrependi”. Ele acrescentou: “Minha esperança, minha crença era que ainda haveria muitos momentos intermediários enquanto nos protegíamos em casa… Ainda existem esses momentos, mas não é a mesma coisa. Estamos fora de sincronia”. Katzenberg ainda espera virar o jogo com algumas inovações. Muito criticada por não permitir que assinantes pudessem assistir a seu conteúdo na TV, a Quibi já permite que os usuários do iPhone vejam suas atrações em telas maiores, e a mesma atualização chegará e breve aos usuários do Android. Ao mesmo tempo, a empresa está trabalhando em novas projeções de receita, com margens menores, que já levaram a cortes em seu orçamento de marketing. Só que enquanto o Quibi empaca, outras plataformas novas traçam histórias diferentes no competitivo mundo do streaming. Quando confrontado sobre o sucesso do TikTok, uma plataforma social que também usa vídeos curtos, Katzenberg se mostrou irritado. “É como comparar maçãs com submarinos”, disse ele ao Times. “Não sei o que as pessoas esperam de nós. Como era a Netflix em seus primeiros 30 dias após o lançamento? Para me falar de uma empresa que tem um bilhão de usuários e está se saindo bem nas últimas seis semanas, estou feliz por eles, mas o que diabos isso tem a ver comigo?” O Quibi também está disponível no Brasil, onde chegou sem alarde no mesmo dia em que o serviço foi inaugurado nos EUA.

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    Netflix surpreende mercado com disparada de novas assinaturas no primeiro trimestre

    22 de abril de 2020 /

    A Netflix praticamente dobrou o número de assinantes previsto por analistas para o primeiro trimestre de 2020. De janeiro a março, a empresa adicionou 15,77 milhões de novos assinantes globalmente, bem acima das estimativas do mercado, que girava em torno de 8 milhões, segundo a empresa de pesquisas FactSet. As ações da gigante de streaming, que subiram cerca de 35% neste ano, avançaram mais 4% no after-market de terça (21/4), após a divulgação dos números. Em seu comunicado, a Netflix confirmou que adicionou mais assinantes do que o mercado e ela própria esperavam devido ao começo da quarentena forçada para conter a pandemia do novo coronavírus, situação em que a internet e os serviços de streaming têm se provado ferramentas essenciais das famílias modernas. Alguns analistas acreditavam que os serviços de streaming estariam entre os primeiros itens a serem cortados em meio a uma onda de demissões e temores de uma recessão econômica. Mas a Netflix disse que espera adicionar ainda mais 7,5 milhões de assinantes pagos globalmente no segundo trimestre, também quase dobrando as estimativas de analistas para o período, de 3,81 milhões. O crescimento maior da empresa se deu na região Ásia-Pacífico, onde adicionou 3,6 milhões de assinantes. Na América Latina, foram 2 milhões de novos clientes. Mas o aumento excepcional no número de assinaturas paradoxalmente resulta em receita menor, devido à valorização do dólar. No Brasil, por exemplo, a perda devido à moeda foi de 25% — os R$ 33 da assinatura básica, que equivaliam a US$ 8,50 há um ano, passaram a valer US$ 6,50. A conta final, porém, está sendo positiva. A receita trimestral da Netflix aumentou para US$ 5,77 bilhões (R$ 30,5 bilhões), ante US$ 4,52 bilhões (R$ 23,9 bilhões) no trimestre anterior. Em todo o mundo, a plataforma já soma mais de 180 milhões de assinantes.

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    Disney+ (Disney Plus) atinge 50 milhões de assinantes mundiais

    8 de abril de 2020 /

    O serviço de streaming Disney+ (Disney Plus) ultrapassou os 50 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, informou a Walt Disney Co. nesta quarta-feira (8/4). A marca foi atingida cinco meses após o lançamento do serviço e poucos dias após sua chegada na Europa, em 24 de março, quando ficou disponível no Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e outros países, além da Índia, onde foi lançado em 3 de abril. Só o lançamento na Índia – realizado em conjunto com o serviço Hotstar, adquirido na compra dos ativos da Fox – representou cerca de 8 milhões de novos assinantes para a Disney +, em apenas cinco dias. “Estamos realmente sensibilizados pelo fato de a Disney+ (Disney Plus) estar ressonando entre milhões de pessoas em todo o mundo e acreditamos que isso é um bom presságio para nossa expansão contínua na Europa Ocidental e no Japão e em toda a América Latina no final deste ano”, disse Kevin Mayer, presidente do departamento direct-to-consumer da Walt Disney. “Grandes histórias inspiram e elevam, e estamos em uma posição privilegiada de poder oferecer uma vasta gama de ótimos conteúdos de entretenimento focados em alegria e otimismo no Disney+ (Disney Plus)”, completou, em comunicado. Ao atingir a marca de 50 milhões, a Disney+ (Disney Plus) já deixou para trás o serviço Hulu, seu irmão corporativo, que tem um pouco mais de 30 milhões de assinantes. A diferença é que o Hulu só está disponível na América do Norte. Mas o rápido avanço já supera expectativas iniciais. Quase dobrou sua base desde a última vez que divulgou seu número de assinantes, no início de fevereiro. E já reuniu uma audiência que é quase um terço do tamanho da Netflix, que começou a oferecer streaming há mais de uma década. A Disney não disse se atribui parte do crescimento recente do serviço à pandemia de coronavírus, que paralisou a vida cotidiana em todo o mundo e causou um aumento nas visualizações de streaming. A plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, oferece uma vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, mas pouco material exclusivo. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial.

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    Plataforma Quibi chega no Brasil de surpresa

    7 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi ganhou lançamento-surpresa no Brasil. Sem nenhum alarde, zero marketing e nenhuma informação adicional, o serviço de streaming para celulares começou a funcionar em território nacional na segunda-feira (6/4), simultaneamente a sua inauguração nos EUA. A chegada do serviço também se dá sem nenhum esforço dos responsáveis para adaptar o conteúdo ao Brasil. Não há legendas nem dublagem em português. As legendas só estão disponíveis em inglês e em espanhol. A falta de empenho para lançar o serviço no país contrasta com o investimento milionário feito para tornar o negócio conhecido na América do Norte. De fato, é apenas graças a isso que o público brasileiro pode ter alguma noção do que se trata. Em resumo, Quibi aspira ser uma Netflix de celular. Seu conteúdo é feito para dispositivos móveis e já está disponível nas lojas digitais de aplicativos. O nome da plataforma vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia buscou tratar como sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais americanos de seu lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Mas o YouTube faz sucesso com vídeos curtos. O que diferencia o Quibi da profusão de conteúdo gratuito do portal de vídeos do Google é que seus programas tem produção profissional. Para isso, foram investidos US$ 1,75 bilhão em projetos de estúdios como Sony Pictures, Disney e Warner Bros. O negócio é encabeçado por Jeffrey Katzenberg, ex-presidente da Disney e fundador da Dreamworks Animation, que, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Há projetos de Steven Spielberg, Sam Raimi, Guillermo del Toro, Jennifer Lopez, Reese Witherspoon e muitos outros pesos-pesados de Hollywood. Isto tem custo. No Brasil, a assinatura é R$ 32,90, bastante caro quando se compara com a concorrência “convencional” e especialmente diante do preço cobrado nos EUA (US$ 5 com anúncios e US$ 8 sem comerciais). Mas o serviço resolveu oferecer três meses de acesso gratuito para quem tiver curiosidade. Uma das inovações do Quibi em relação ao YouTube e o TikTok é a tecnologia que permite assistir aos vídeos tanto na vertical quanto na horizontal, num formato adaptável sua tela. O serviço também oferece a opção de adicionar programas numa lista pessoal, baixar para assistir offline e encontrar fichas de informações sobre o elenco e a produção. A tecnologia inovadora, por sinal, motivou processo nos EUA. A empresa Eko entrou na justiça por suposto roubo de propriedade intelectual, alegando que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual a dela. Apesar do processo, a Eko não conseguiu impedir o lançamento da Quibi, que era seu objetivo inicial. Mesmo em sua estreia, a Quibi oferece um catálogo gigante, iniciando com cerca de 50 produções, de um total planejado de 175 títulos em seu primeiro ano. Há de tudo um pouco, de reality shows a “filmes em capítulos” (séries que tem duração de um filme, só que dividido em fatias de 10 minutos). Novos episódios são disponibilizados todos os dias, e novos programas vão estrear às segundas-feiras. Algumas das melhores séries do Quibi, como “Survive”, estrelada por Sophie Turner, e “Most Dangerous Game”, com Liam Hemsworth, funcionariam melhor na TV, onde sua tensão poderia ganhar dimensões mais adequadas. Mas, infelizmente, o serviço não oferece opção de retransmitir seu conteúdo para o computador ou televisão, como outros aplicativos de streaming. E, por isso mesmo, acaba se tornando uma experiência individual. O que não é exatamente a melhor opção para um período de quarentena como o atual. De fato, o isolamento social não parece combinar com esse tipo de serviço, considerando que a maioria da população está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries em família – Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu negócio está atingindo recordes históricos de audiência. Também vale lembrar que o Snapchat – quem lembra do Snapchat? – tentou oferecer esse mesmo tipo de serviço em 2018. Chamadas de Snapchat Originals, as produções de episódios curtos foram descontinuadas por falta de público. Claro que o Quibi pode aperfeiçoar seu formato, oferecer acesso à transmissão na TV ou se concentrar em produções não seriadas, como o revival de “Punk’d”, um programa de pegadinhas da antiga MTV, e a novidade “Chrissy’s Court”, um reality que transforma a modelo Chrissy Teigen em juíza de disputas irrelevantes. Auto-contidos, os episódios desse tipo de atração não dependem de continuidade e podem ser consumidos sem compromisso, o que parece mais adequado à proposta do serviço. Afinal, Quibe tem verba maior que o Snapchat para dar certo. Veja abaixo um comercial do conteúdo já disponível na nova plataforma.

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