PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Festival de Berlim seleciona novo filme do diretor de Boi Neon

    21 de janeiro de 2019 /

    O Festival de Berlim 2019 selecionou mais três produções ou coproduções brasileiras, incluindo a ficção científica “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro (“Boi Neon”), para sua programação oficial. Anunciados nesta segunda (21/1), os longas serão exibidos na mostra Panorama, uma das principais exibições paralelas do festival. A trama de “Divino Amor” se passa em 2027 e apresenta uma sociedade obcecada pela religião, em que raves viraram cultos e a novidade da vez são cabines de conselhos espirituais no estilo fast food. Neste mundo, Joana (Dira Paes) vive sua fé de forma mais antiquada. Ela participa de um coletivo religioso que resiste às tendências pós-modernas de seu tempo, e tenta se aproximar de Deus enquanto ela e o marido, Danilo (Julio Machado), buscam engravidar pela primeira vez. O filme também foi selecionado para o Festival de Sundance 2019, o principal evento americano do cinema independente, que acontece entre os dias 24 de janeiro e 3 de fevereiro. As outras duas novidades brasileiras de Berlim são coproduções com outros países. “Breve Historia Del Planeta Verde”, do argentino Santiago Loza, também é uma sci-fi, em coprodução entre Brasil, Argentina, Alemanha e Espanha, e conta o que acontece quando uma jovem do interior argentino descobre a criatura alienígena que sua avó escondeu dela durante toda a sua vida. E “La Arrancada”, do amazonense Aldemar Matias, feito em parceria com Cuba e França, mostra a vida de uma atleta na ilha caribenha, acompanhando as mudanças sociais dos últimos anos no país. Eles se juntam ao documentário “Estou Me Guardando para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes, e a ficção “Greta”, de Amando Praça, anteriormente anunciados. Entre os títulos internacionais, a maior novidade da seleção é “Light of My Life”, estreia do ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) na direção. Trata-se de mais uma sci-fi, em que o ator-diretor tenta sobreviver ao apocalipse ao lado de Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”). A edição de 2019 do Festival de Berlim vai acontecer entre os dias 7 e 17 de fevereiro.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Berlim 2019 seleciona dois filmes brasileiros

    18 de dezembro de 2018 /

    O Festival de Berlim 2019 começou a divulgar a lista dos longas selecionados para sua programação. E nesta terça (18/12), a prestigiosa mostra Panorama revelou a inclusão de dois longas brasileiros: o documentário “Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes, e a ficção “Greta”, de Amando Praça. O documentário de Marcel Gomes conta a história dos trabalhadores de Toritama, município da Paraíba que se autointitula a capital do jeans, e como eles aproveitam a folga do carnaval uma vez por ano. O diretor já competiu pelo Urso de Ouro em Berlim com o drama histórico “Joaquim” (2017), sobre Tiradentes. “Greta”, por sua vez, acompanha um enfermeiro que leva um de seus pacientes para casa, onde recebe ajuda da vizinha, uma mulher trans. O longa é estrelado por Marco Nanini e marca a estreia na direção de Amando Praça. Ao todo, 22 títulos foram divulgados na mostra Panorama. Entre eles estão “Mid90s”, estreia do ator Jonah Hill na direção de longa-metragem, e “The Souvenir”, estrelado por Tilda Swinton. A edição de 2019 do Festival de Berlim vai acontecer entre os dias 7 e 17 de fevereiro. Confira abaixo a lista dos filmes selecionados para a mostra Panorama. “37 Seconds” (Japão), de Hikari “Dafne” (Itália), de Federico Bondi “The Day After I’m Gone” (Israel), de Nimrod Eldar “A Dog Called Money” (Irlanda, Reino Unido), de Seamus Murphy “Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar” (Brasil), de Marcelo Gomes “Chained” (Israel, Alemanha), de Yaron Shani “Flatland” (África do Sul, Alemanha, Luxemburgo), de Jenna Bass “Greta” (Brasil), de Armando Praça “Hellhole” (Bélgica, Holanda), de Bas Devos “Jessica Forever” (França), de Caroline Poggi e Jonathan Vinel “Acid” (Rússia), de Alexander Gorchilin “Mid90s” (Estados Unidos), de Jonah Hill “Los Miembros de la Familia” (Argentina), de Mateo Bendesky “Monos” (Colômbia, Argentina, Holanda, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Uruguai), de Alejandro Landes “O Beautiful Night” (Alemanha), de Xaver Böhm “Selfie” (França, Itália), de Agostino Ferrente “Shooting the Mafia” (Irlanda, Estados Unidos), de Kim Longinotto “Skin” (Estados Unidos), de Guy Nattiv “The Souvenir” (Reino Unido), de Joanna Hogg “Tremblores” (Guatemala, França, Luxemburgo), de Jayro Bustamante “The Miracle of the Sargasso Sea” (Grécia, Alemanha, Holanda, Suécia), de Syllas Tzoumerkas “What She Said: The Art of Pauline Kael” (Estados Unidos), de Rob Garver

    Leia mais
  • Filme

    Charlotte Rampling será homenageada no Festival de Berlim 2019

    17 de dezembro de 2018 /

    A atriz britânica Charlotte Rampling será homenageada com um Urso de Ouro especial por sua carreira no Festival de Berlim de 2019. Ela venceu o Urso de Prata de Melhor Atriz em 2015 por seu desempenho em “45 Anos”, de Andrew Haigh, papel que também lhe rendeu uma indicação ao Oscar e seu segundo European Film Award de Melhor Atriz (o primeiro foi por “Swimming Pool – À Beira da Piscina”). Em homenagem a Rampling, o 69º Festival Internacional de Cinema de Berlim exibirá uma seleção dos filmes mais conhecidos da atriz, incluindo “Os Deuses Malditos” (1969), de Luchino Visconti, “Memórias” (1980), de Woody Allen, “O Veredito” (1982), de Sidney Lumet, “Sob a Areia” (2000) e “Swimming Pool” (2003), ambos de François Ozon. “Estou muito feliz que a homenagem deste ano seja dedicada à sublime atriz Charlotte Rampling”, disse Dieter Kosslick, diretor da Berlinale. “Ela é um ícone do cinema não convencional e excitante.” Além de aparecer várias vezes com filmes na Berlinale, Rampling também presidiu o júri internacional do festival em 2006. Rampling marcou época justamente por papéis pouco convencionais. A atriz, que estreou ainda adolescente como figurante no primeiro filme dos Beatles, “Os Reis do Ié-Ié-Ié” (1964), virou protagonista com “Georgy, a Feiticeira” (1966) e foi se tornar sex symbol com o polêmico “O Porteiro da Noite” (1974), como uma sobrevivente do Holocausto que passa a se relacionar com seu torturador. Ela também participou de várias séries televisivas, desde a clássica “Os Vingadores”, nos anos 1960, até atrações mais atuais, como “Dexter” e “Broadchurch”. Longe de se aposentar, a atriz de 72 anos continua a trabalhar em ritmo intenso. Só em 2018 ela estrelou três filmes em diferentes países, entre eles o thriller “Operação Red Sparrow”. Ela acaba de filmar “Valley of the Gods”, do polonês Lech Majewski, e está atualmente rodando “Benedetta”, do holandês Paul Verhoeven.

    Leia mais
  • Filme

    Trailers tensos marcam suspense com Penélope Cruz que abriu o Festival de Cannes

    15 de novembro de 2018 /

    A Focus divulgou o pôster americano e dois novos trailers de “Todos Já Sabem” (Todos lo Saben). E o clima é de suspense intenso, envolvendo segredos do passado dos personagens, como é característica da filmografia do diretor Asghar Farhadi. A principal novidade da obra em relação aos trabalhos anteriores do cineasta iraniano, vencedor de dois Oscars por “A Separação” (2011) e “O Apartamento” (2016), é a escolha de uma cultura e uma língua estrangeiras para contar a história, que ele próprio escreveu. Mesmo quando visitou a França em “O Passado” (2013), Farhadi manteve-se nos limites da cultura islâmica, mas, desta vez, abandona totalmente a conexão com suas raízes, filmando personagens latinos. A trama é estrelada pelo casal espanhol Penélope Cruz (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e Javier Bardem (“Mãe!”), além do argentino Ricardo Darín (“Truman”), e gira em torno da personagem de Cruz, que retorna a sua cidadezinha natal durante um período festivo, apenas para testemunhar como uma série de eventos inesperados trazem vários segredos à tona. Filme de abertura do Festival de Cannes deste anos, “Todos Já Sabem” estreia no Brasil em 14 de fevereiro.

    Leia mais
  • Filme

    Último filme do ex-casal Amber Heard e Johnny Depp tem segunda pior estreia de todos os tempos nos EUA

    28 de outubro de 2018 /

    O último filme em que o ex-casal Amber Heard e Johnny Depp compartilhou as telas finalmente foi lançado nos Estados Unidos, cinco anos depois de sua filmagem e de intensas batalhas judiciais. O resultado de tanta luta foi um fracasso épico. Lançado em 613 cinemas dos Estados Unidos, “London Fields” arrecadou míseros US$ 160 mil. O valor representa a segunda pior estreia de todos os tempos para um lançamento amplo registrado pelo site especializado Box Office Mojo. O BOM considera lançamento amplo qualquer filme com distribuição em mais de 600 telas. Dentro deste critério, apenas um filme teve desempenho pior em todo o banco de dados da publicação, que cobre bilheterias desde 1980: o patriota “Proud American”, em 2008. Para completar o fiasco, “London Fields” obteve avaliação de 0% na média do Rotten Tomatoes. O filme foi rodado em 2013 e faria sua estreia mundial no Festival de Toronto de 2015. Mas o diretor Matthew Cullen barrou o lançamento ao renunciar à obra, denunciando alterações bizarras dos produtores Christopher Hanley e sua esposa, a roteirista Roberta Handley. Eles incluíram uma dublê de corpo de Amber Heard para que a produção tivesse cenas de nudez e sexo que não fizeram parte das filmagens originais. Ao saber disso, a atriz entrou com um processo contra os responsáveis. “As filmagens com a dublê de corpo inclui uma cena explícita de sexo pornográfico que Heard nunca teria aceitado em fazer”, garantiu o advogado da atriz na ocasião, juntando-se ao esforço do diretor para barrar o lançamento do filme por “fraude”. Os produtores responderam com seu próprio processo por perdas e danos, já que estariam sendo prejudicados financeiramente pela impossibilidade de lançar o longa. “London Fields” seria a estreia de Cullen no cinema, após se destacar fazendo videoclipes, como o de “Dark Horse”, de Katy Perry. A trama é uma adaptação do romance “Campos de Londres” de Martin Amis, publicado em 1989, e acompanha Nicola Six (papel de Amber), uma clarividente que tem uma premonição sobre seu assassinato iminente. Isto a leva a se envolver com três homens, tentando descobrir qual deles vai matá-la. O elenco inclui ainda Billy Bob Thornton, Jim Sturgess, Theo James, Jason Isaacs, Cara Delevingne e Jaimie Alexander, além do ex-marido de Amber, Johnny Depp, que topou fazer uma pequena figuração na época em que estava apaixonado. Os produtores acabaram entrando em acordo extra-judicial com a atriz e o diretor. Não está claro se as cenas polêmicas foram retiradas, mas é provável que sim, já que o filme foi vendido para a distribuidora independente GVN Releasing, especializada em lançamentos evangélicos, que, entretanto, não investiu em marketing, já que a estreia aconteceu sem grande alarde. Para dar noção do tamanho do fracasso, o terror “Suspiria” fez mais dinheiro que “London Fields” no fim de semana com um lançamento limitado em duas salas apenas. Não há previsão de lançamento do filme no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    A Casa que Jack Construiu: Novo filme de Lars Von Trier ganha pôsteres bizarros

    28 de setembro de 2018 /

    O estúdio dinamarquês Zentropa divulgou os pôsteres de “A Casa que Jack Construiu”, novo filme de Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”). Os cartazes destacam individualmente os protagonistas e o próprio diretor em poses bizarras, criadas por contorcionismo e cordas, num registro fetichista de bondage. O filme é o mais divisivo da carreira do diretor, que recebeu vaias durante sua première no Festival de Cannes, ocasião em que pelo menos 100 pessoas abandonaram a sessão, revoltadas e enojadas. Enquanto parte da crítica o taxou como ofensivo, a outra parte aplaudiu, embora meio constrangida. Mais explícito que “O Anticristo” (2009), mas com estrutura narrativa similar a “Ninfomaníaca” (2013), o filme parte de uma confissão do Jack do título, um serial killer (vivido por Matt Dillon, da série “Wayward Pines”) que rememora assassinatos cometidos por mais de uma década para um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). Mas as imagens de terror são acompanhadas por uma narração pretensiosa do protagonista, que aborda temas metafísicos e estéticos, julgando-se profundo, num contraste com a banalidade com que pratica violência. Para ele, os assassinatos são obras de arte. O elenco ainda inclui Uma Thurman (“Kill Bill”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Sofie Gråbøl (série “Fortitude”) e Siobhan Fallon Hogan (também de “Wayward Pines”), como mulheres que entram em contato com o assassino enquanto ele “tenta criar sua obra definitiva”. O filme deve ter première nacional na Mostra de São Paulo, antes de entrar em cartaz em 1 de novembro nos cinemas brasileiros – quase dois meses antes de chegar aos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Brasília 2018 consagra negros, mulheres e transexuais

    24 de setembro de 2018 /

    O filme “Temporada”, primeira ficção em longa-metragem de André Novais Oliveira (“Ela Volta na Quinta”), foi o grande vencedor do Festival de Brasília 2018, conquistando cinco troféus no encerramento do evento, na noite de domingo (23/9). Eleito Melhor Filme pelo júri, também venceu os Troféus Candangos de Melhor Atriz (para Grace Passô), Ator Coadjuvante (Russão), Direção de Arte e Fotografia. “Temporada” traz Grace Passô como uma mulher que, ao se mudar para Contagem (MG) vinda de uma cidade do interior, tem que lidar com o novo cotidiano e dificuldades no casamento. O detalhe é que se trata de um filme de diretor negro, estrelado por uma mulher negra. E ambos foram premiados. O Melhor Ator foi outro negro: Aldri Anunciação, protagonista de “Ilha”, de Glenda Nicácio e Ary Rosa, que também receberam o Candango de Melhor Roteiro – pela história de um jovem que sequestra um cineasta com o objetivo de rodar a própria história. Ambos atores chamaram atenção para a quantidade de negros que fazem cinema no Brasil sem reconhecimento. “Esse troféu diz respeito a uma porção de militâncias que desentortam o olhar. Para que pessoas como eu possam ser vistas, olhadas e possam ensinar a sociedade”, disse Grace Passô. “Não existe atuação, existe coatuação. Eu não estou só aqui. Atrás existe uma comunidade de negros e negras. Quero dividir esse prêmio com Mário Gusmão, ator negro de 90 anos e que nunca ganhou um prêmio”, exaltou Aldri Anunciação. Por sua vez, o Candango de Melhor Direção ficou com uma mulher: Beatriz Seigner, por seu trabalho em “Los Silencios”, que teve lançamento mundial no último Festival de Cannes. O filme mostra uma ilha no meio da Amazônia, na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, que é povoada por fantasmas. A boa safra de terror nacional também rendeu reconhecimentos para “A Sombra do Pai”, outro filme dirigido por uma mulher, Gabriela Amaral Almeida (“O Animal Cordial”), que levou três troféus: Melhor Montagem, Som e Atriz Coadjuvante (Luciana Paes). “Torre das Donzelas”, documentário de Susanna Lira sobre presas políticas, ficou com o Prêmio Especial do Júri. E outro documentário, “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, sobre a cantora trans Linn da Quebrada, foi escolhido o Melhor Filme pelo Público e recebeu Menção Honrosa do júri, além do Candango de Melhor Trilha Sonora. Confira abaixo os principais premiados. Longa-Metragem Melhor Filme: “Temporada” Melhor Direção: Beatriz Seigner (“Los Silencios”) Melhor Ator: Aldri Anunciação (“Ilha”) Melhor Atriz: Grace Passô (“Temporada”) Melhor Ator Coadjuvante: Russão (“Temporada”) Melhor Atriz Coadjuvante: Luciana Paes (“A Sombra do Pai”) Melhor Roteiro: “Ilha”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio Melhor Fotografia: “Temporada”, Wilsa Esser Melhor Direção de Arte: “Temporada”, Diogo Hayashi Melhor Trilha Sonora: “Bixa Travesty” Melhor Som: “A Sombra do Pai”, Gabriela Cunha Melhor Montagem: “A Sombra do Pai”, Karen Akerman Prêmio do Júri Popular: “Bixa Travesty” Prêmio Especial do Júri: “Torre das Donzelas” Menção Honrosa do Júri: “Bixa Travesty” Curta-Metragem Melhor Filme: “Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados” Melhor Direção: Nara Normande (“Guaxuma”) Melhor Ator: Fábio Leal (“Reforma”) Melhor Atriz: Maria Leite (“Mesmo com Tanta Agonia”) Melhor Ator coadjuvante: Uirá dos Reis (“Plano Controle”) Melhor Atriz coadjuvante: Noemia Oliveira (“Eu, Minha Mãe e Wallace” ) Melhor Roteiro: “Reforma”, Fábio Leal Melhor Fotografia: “Mesmo com Tanta Agonia”, Anna Santos Melhor Direção de Arte: “Guaxuma”, Nara Normande Melhor Trilha Sonora: “Guaxuma”, Normand Roger Melhor Som: “Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados”, Nicolau Domingues Melhor Montagem: “Plano Controle”, Gabriel Martins e Luisa Lana Menção Honrosa de Atriz Coadjuvante: “Mesmo com Tanta Agonia”, Rillary Rihanna Guedes Prêmio do Júri Popular: “Eu, Minha Mãe e Wallace” Prêmio Especial do Júri: “Liberdade”

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Brasília inicia sua edição mais feminina

    14 de setembro de 2018 /

    O Festival de Brasília inicia sua 51ª edição nesta sexta-feira (14/9) com “Domingo” (foto acima), de forte teor político, como tem sido regra nas aberturas do evento desde 1965. O longa dos cariocas Clara Linhart e Fellipe Barbosa se passa numa fazenda no interior do Rio Grande do Sul no dia 1º de janeiro de 2003, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva toma posse, e mostra o medo da elite diante do que isso representava – na época, Lula ainda não tinha se associado à mesma elite para mergulhar no maior escândalo de corrupção já investigado pela promotoria pública no país. De forma inconsciente ou proposital, isso conduz a uma contradição. Ridiculariza o medo de o Brasil virar um país comunista, mas mantém um tom de luta de classe explícita e promete até catarse bolchevique. O codiretor Fellipe Barbosa é o mesmo que tinha dado uma lição de sutileza ao tratar dos mesmos assuntos no excepcional “Casa Grande”. “Domingo” já passou pelo Festival de Veneza e será exibido fora de competição. E com uma codiretora mulher, é representativo da presença feminina significativa do evento, que vai até o dia 23 de setembro. Entre os 21 filmes (9 longas e 12 curtas) selecionados na mostra competitiva, 13 produções têm mulheres como diretoras ou codiretoras. Uma conquista da diversidade, que também se viu em Gramado e até na malfadada seleção de filmes inscritos para disputar o Oscar 2019. Neste ano, os nove longas-metragens que vão disputar o prêmio máximo do Festival de Brasília, o Troféu Candango de Melhor Filme, vem de São Paulo, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Distrito Federal, Rio de Janeiro e há até uma coprodução nacional com a Colômbia e a França. E não é só a presença feminina que chama atenção, mas o aumento de longas dirigidos por duplas, 30% da seleção. Isto ajuda a quantidade de produções comandadas por mulheres atingir metade do total, o que antecipa uma meta buscada por festivais internacionais para daqui a dois anos. Além da seleção diversificada, o encontro cinematográfico também passará a destacar o trabalho feminino no cinema nacional com um novo prêmio honorário, batizado de Leila Diniz, que irá homenagear personalidades marcantes da produção cinematográfica brasileira. As primeiras homenageadas serão a atriz Ítala Nandi, que iniciou a carreira com o clássico “O Bandido da Luz Vermelha” (1968) e está de volta em “Domingo”, e a montadora Cristina Amaral, que já tinha vencido o Candango nessa categoria por “O Inventor” (1991), “Sua Excelência, o Candidato” (1992), “Alma Corsária” (1993) e “Eu Sei que Você Sabe” (1995). Outros homenageados do evento são o acadêmico Ismail Xavier, professor emérito da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), e Walter Mello, um dos idealizadores do Festival de Brasília, que nos anos 1960 era chamado de Semana do Cinema Brasileiro. Estão previstos 148 filmes, entre curtas e longas-metragens, até o encerramento do festival com a exibição do documentário “América Armada”, dos cariocas Alice Lanari e Pedro Asbeg, também fora de competição, que traça um panorama da violência no Brasil. Ao buscar comparações com a realidade na Colômbia e no México, a obra levanta a relação entre a precariedade de políticas culturais e o fácil acesso às armas. Veja abaixo a lista dos longas em competição. “Bixa Travesty”, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman “Bloqueio”, de Quentin Delaroche e Victória Álvares “Ilha”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio “Los Silencios”, de Beatriz Seigner “Luna”, de Cris Azzi “New Life S.A.”, de André Carvalheira “A Sombra do Pai”, de Gabriela Amaral Almeida “Temporada”, de André Novais Oliveira “Torre das Donzelas”, de Susanna Lira

    Leia mais
  • Filme

    Filme da Netflix vence Festival de Veneza e o mundo cinematográfico nunca mais será o mesmo

    8 de setembro de 2018 /

    E agora? A cerimônia de premiação do Festival de Veneza 2018, realizada nesta sábado (8/9), consagrou a Netflix, com o Leão de Ouro conquistado por “Roma”, um dos três filmes da plataforma que disputava a competição e um dos mais aplaudidos do evento. Filmado em preto e branco e falado em espanhol, “Roma” retrata as memórias da infância do diretor Alfonso Cuarón, na Cidade do México no começo dos anos 1970, pela ótica da empregada doméstica Cleo. Durante a première, Cuarón, que já tem o Oscar de Melhor Diretor no currículo por “Gravidade”, comentou que “Roma” jamais seria feito sem o apoio da Netflix, por se tratar de um filme em preto e branco. Subentende-se que, além do pouco interesse de outros estúdios, nenhuma distribuidora de cinema consideraria apoiar seu lançamento, pela pouca viabilidade comercial da produção. Mas a Confederação Internacional dos Cinemas de Arte e Experimentais (CICAE) lançou um manifesto pedindo para Veneza voltar atrás e retirar os filmes da Netflix da competição. A entidade conclamava que os festivais de cinema deveriam ser reservados para longas que terão distribuição em salas apropriadas ao redor do mundo. A nota citou como exemplo positivo o Festival de Cannes, da França, que barrou os longas da Netflix. Só que esta decisão custou caro ao festival francês, que reuniu uma das seleções mais fracas de sua existência, e fortaleceu Veneza, que trouxe obras-primas produzidas pela Netflix, entre elas a versão restaurada e finalizada de “O Outro Lado do Vento”, último filme de Orson Welles, que morreu antes de completá-lo. Produtora que mais lança filmes no mundo na atualidade, a Netflix também assinou o longa que abriu o Festival de Toronto nesta semana, “Outlaw King”, de título mal-traduzido como seu antônimo no Brasil, “Legítimo Rei”. “Roma” também marcou o segundo ano seguido em que o Leão de Ouro de Veneza foi para uma obra de cineasta mexicano. Em 2017, o prêmio ficou com “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, que acabou depois vencendo o Oscar. Del Toro presidiu o júri deste ano. A consagração do prêmio principal chama atenção. Mas não foi a única vitória da Netflix em Veneza. Outra produção da plataforma conquistou um prêmio importante. Os irmãos Joel e Ethan Coen conquistaram o troféu de Melhor Roteiro pelo western “The Ballad of Buster Scruggs”. Ambos os filmes devem ganhar exibição limitada em cinemas nos Estados Unidos para se qualificar para a disputa do Oscar. “Roma” está fora da briga pelo Oscar de Melhor Filme por ser falado em espanhol, mas deve despontar em várias outras categorias, inclusive Melhor Direção. Por outro lado, a conquista em Veneza deve mobilizar ainda mais as entidades de proprietários de cinema para impedir maiores reconhecimentos a filmes da plataforma. Trata-se de um feudo histórico que a empresa de tecnologia de streaming tenta invadir. E deter sua invasão é encarada como uma luta até a morte, a morte do circuito cinematográfico tradicional. A vitória em Veneza dá mais armas para a Netflix, confirmando que seus lançamentos podem, sim, ter qualidade artística. Ao mesmo tempo, o reconhecimento de “Roma” deve acirrar ainda mais a discussão sobre o que é cinema. E nisto vale lembrar que a projeção cinematográfica é hoje completamente digitalizada e feita em telas de multiplexes cada vez menores. Afinal, quem defende as salas de cinema jamais se importou à mínima com a preservação do filme em si – a película. Hoje em dia, produções feitas para o streaming ou para serem projetados numa tela são exatamente iguais, rodadas pelas mesmas câmeras digitais e finalizadas pelo mesmo processo de pós-produção. E nenhuma delas são filmes no sentido estrito da palavra. A conquista de “Roma” dá início a uma discussão que pode conduzir à queda de um império. Sobre os demais prêmios, vale destacar que “The Nightingale”, o único filme dirigido por mulher na competição, venceu dois troféus após a australiana Jennifer Kent ser chamada de prostituta por um crítico italiano. Levou o Prêmio Especial do Júri e o de Melhor Ator ou Atriz Novo, vencido pelo aborígene Baykali Ganambarr. “The Favourite”, do grego Yorgos Lanthimos, também conquistou dois troféus: o Grande Prêmio do Júri, também conhecido como Leão de Prata, destinado ao segundo melhor longa do festival, e Melhor Atriz para Olivia Colman (que estrelará a 3ª temporada de “The Crown” na… Netlix). O prêmio de Melhor Ator ficou com Willem Dafoe, por sua interpretação do pintor Van Gogh na cinebiografia “At Eternity’s Gate”, e o de Melhor Direção para o francês Jacques Audiard por seu primeiro filme falado em inglês, o western “The Sisters Brothers”. Confira abaixo a lista completa dos prêmios. Melhor Filme (Leão de Ouro) “Roma”, de Alfonso Cuarón Grande Prêmio do Júri (Leão de Prata) “The Favourite”, de Yorgos Lanthimos Prêmio Especial do Júri “The Nightingale”, de Jennifer Kent Melhor Diretor Jacques Audiard (“The Sisters Brothers”) Melhor Atriz Olivia Colman (“The Favourite”) Melhor Ator Willem Dafoe (“At Eternity’s Gate”) Melhor Roteiro Joel & Ethan Coen (“The Ballad Of Buster Scruggs”) Melhor Ator ou Atriz Novo Baykali Ganambarr (“The Nightingale”)

    Leia mais
  • Filme

    Única mulher a disputar o Leão de Ouro no Festival de Veneza é chamada de prostituta por crítico italiano

    7 de setembro de 2018 /

    Única diretora que concorre ao Leão de Ouro no Festival de Veneza 2018, a australiana Jennifer Kent foi chamada de prostituta por um crítico italiano durante a exibição para imprensa de seu filme, o violento drama “The Nightingale”. O filme, que se passa em 1825, nas selvas da Tasmânia, acompanha a vingança sanguinária de uma jovem irlandesa contra o oficial britânico que destruiu sua família. Ao final da projeção, quando o nome da diretora surgiu nos créditos, ouviu-se de forma retumbante um palavrão. Mais tarde, ele foi identificado e teve sua credencial suspensa, segundo a organização do festival. Ao ser informada sobre o ocorrido na tarde desta quinta-feira (6/9), durante a entrevista coletiva com a equipe do filme, a realizadora reagiu com tranquilidade ao episódio. “Acho absolutamente importante reagir com compaixão e amor diante da ignorância. Não há outra forma de se comportar diante disso – disse a cineasta. “O filme fala claramente sobre isso. Tenho orgulho dele e da equipe que o fez, por ousar contar uma história que precisa ser contada. Amor, compaixão e bondade são a nossa salvação como seres humanos e, se não os utilizamos, tudo vai para o ralo”. Ela também aproveitou para lamentar o fato de ser a única mulher a ter um filme concorrendo pelo Leão de Ouro neste ano. “É uma posição difícil para mim, porque gostaria de ter outras irmãs diretoras aqui. É importante avançarmos na questão da paridade de gêneros. O cinema reflete o mundo e se ele só representa 50% dele, não está cumprindo sua função direito”.

    Leia mais
  • Filme

    Terror austríaco Boa Noite, Mamãe vai ganhar remake americano

    6 de setembro de 2018 /

    Um dos terrores europeus mais premiados dos últimos anos, o austríaco “Boa Noite, Mamãe”, vai ganhar remake americano. O filme da dupla Severin Fiala e Veronika Franz foi uma das sensações do festival de cinema fantástico de Sitges em 2014, onde venceu o Grande Prêmio do Cinema Europeu. Seu reconhecimento, porém, foi além das fronteiras do gênero, rendendo o troféu da Academia de Cinema Europeu ao diretor de fotografia Martin Gschlacht. “Boa Noite, Mamãe!” também foi exibido no Festival de Veneza e emplacou na lista do National Board of Review como um dos cinco melhores filmes estrangeiros exibidos nos EUA em 2016, ano em que também foi escolhido pela Áustria como representante do país na disputa por uma vaga no Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A trama registra a reação de estranhamento de dois irmãos gêmeos em uma casa nova e diante de uma mãe que não conseguem identificar, após ela passar por uma cirurgia plástica. A mulher mantém curativos sobre o rosto e se porta de modo estranho, ampliando o clima sinistro. A refilmagem estará a cargo do diretor Matt Sobel, que só tem um longa no currículo, o drama indie “Take Me to the River” (2015), inédito no Brasil. Ele também vai escrever o roteiro da adaptação em parceria com Kyle Warren, roteirista da série “Máquina Mortífera”. “Nosso objetivo será criar um pesadelo imersivo, com as sensações viscerais da história no centro do palco”, disse Sobel em comunicado. Ainda não há previsão para a estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Veneza começa com mais prestígio e mais polêmicas que nunca

    29 de agosto de 2018 /

    O Festival de Veneza começa nesta quarta (29/8) com o prestígio de ter premiado o último vencedor do Oscar e de ser o tapete vermelho mágico que mais vezes levou à consagração da Academia dos Estados Unidos neste século. Mas também com muitas polêmicas, as novas e as velhas de sempre. Enquanto seu diretor artístico Alberto Barbera celebra o número de talentos e astros que desfilarão pelo Lido até 8 de setembro, “tão grande que é impossível lembrar todos os nomes agora”, o cineasta Guillermo del Toro, vencedor do festival passado (e do Oscar) por “A Forma da Água” e presidente do júri deste ano, apelou para a organização do evento para que aumente o número de filmes dirigidos por mulheres. Pelo segundo ano seguido, a seleção principal do Festival de Veneza tem só um filme dirigido por mulher – “The Nightingale”, de Jennifer Kent. “Eu acho que o objetivo tem que ser 50% [de filmes dirigidos por mulheres] até 2020. Se conseguirmos alcançar até 2019, ainda melhor”, comentou Del Toro, durante a entrevista coletiva que deu início ao festival. “Esse é um problema de verdade, na nossa cultura em geral”. “Não é uma questão de estabelecer uma ‘cota’, mas uma questão de se sincronizar ao tempo em que vivemos, ao momento em que estamos tendo essa conversa. Eu acho que isso é necessário há décadas, senão séculos. Não é uma polêmica, é um problema de verdade”, concluiu. Barbera tinha dito que se demitiria se implementassem cotas no festival, justificando que qualidade não tem gênero. Mas até o Brasil já demonstrou que isso é falácia, ao apresentar os candidatos a representar o país no Oscar, numa lista com 40% de filmes dirigidos por mulheres. Além disso, o Festival de Toronto, que acontece quase simultaneamente a Veneza, fez o compromisso descrito por del Toro, de ter metade de sua programação preenchida por filmes de cineastas femininas até 2020. Mais que isso, está apoiando uma marcha de mulheres, com pautas de igualdade de direitos, durante sua programação. O problema de Veneza, festival mais antigo do mundo, é a cultura machista italiana, alimentada por séculos de educação católica. Por isso, enquanto mulheres se preparam para celebrar suas conquistas na América do Norte, outras mulheres planejam protestar contra a dificuldade de encontrar espaço no festival de cinema europeu. O choque de visões de mundo é enorme. Mas esta não é a única polêmica alimentada pela programação do Festival de Veneza. O evento também estendeu seu tapete para as produções da Netlix, apresentando seis no total, e nisso entrou em sintonia com Toronto, seu rival do outro lado do Atlântico. Ambos aceitaram a realidade dos fatos, de que a Netflix é hoje a maior produtora de filmes do mundo e, em busca por validação, tem investido em cineastas consagrados, de Martin Scorsese a Alfonso Cuarón. Enquanto Cannes se deixou intimidar pelo bullying dos donos de cinema, a ponto de barrar a Netflix de competir pela Palma de Ouro, Veneza terá produções de streaming disputando o Leão de Ouro. E, considerando o impacto obtido pelos filmes do festival italiano no Oscar, virou peça estratégica dos planos de dominação mundial da plataforma. Quando Ryan Gosling pisar no Lido para a première de “O Primeiro Homem”, de Damien Chazelle, que abrirá o festival, será um pequeno passo para o ator de Hollywood, mas um grande passo para o cinema mundial. Visto cada vez mais como marco inaugural da temporada de prêmios, para destacar quem tem potencial de Oscar, Veneza pode colocar “Roma”, produção da Netflix dirigida por Cuarón, na rota da consagração da Academia. E até comprovar que Lady Gaga é atriz e Bradley Cooper é diretor, com a colaboração dos dois em “Nasce uma Estrela”. O festival que começa nesta quarta apontará muitos rumos para o cinema nos próximos meses, mas nem por isso deixará de ser convocado a entrar em maior sintonia com os rumos do mundo em geral.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Toronto inclui animação brasileira Tito e os Pássaros

    21 de agosto de 2018 /

    O Festival de Toronto anunciou novos filmes em sua programação. E uma das novidades, dentro da seção Discovery (destinada a cineastas relativamente desconhecidos, apostas da curadoria), é a animação brasileira “Tito e os Pássaros”, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. O longa foi premiado no recente Festival Anima Mundi e destaque no Festival de Annecy, em junho, na França. Na animação, o menino Tito se junta ao pai para buscar a cura de uma doença misteriosa, que é contraída após uma pessoa tomar um susto. O evento contará ainda com duas coproduções brasileiras: “Diamantino”, dos portugueses Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, que venceu a mostra Semana da Crítica no Festival de Cannes, e “Sueño Florianópolis”, da argentina Ana Katz, com Andréa Beltrão e Marco Ricca no elenco, que venceu o Prêmio Especial do Júri no Festival Karlovy Vary. Além disso, os organizadores deram um tapa de luva de pelica no Festival de Veneza, que insiste em incluir poucos filmes de cineastas femininas em sua seleção, ao celebrar uma divisão igualitária de gênero na seções Discovery. “Este ano, 48% dos títulos em nossa seção de Descobertas será de diretoras. Espero que estejamos dando um sinal de que mudanças são inevitáveis no horizonte da indústria de cinema mundo afora”, afirmou Kerri Craddock, diretora de programação do TIFF, abreviatura em inglês do Festival Internacional de Cinema de Toronto.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie