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    Exibido em Cannes, novo filme do diretor de “Oldboy” ganha teasers

    24 de maio de 2022 /

    O estúdio sul-coreano CJ ENM divulgou os pôsteres e os primeiros teasers de “Decision To Leave”, novo filme do premiado cineasta Park Chan-wook (“Oldboy” e “A Criada”). Menos sangrentos que os filmes anteriores do diretor, a trama gira em torno de um detetive eficiente e meticuloso, que investiga uma morte em um vilarejo remoto e, aos poucos, começa a ser seduzido pela principal suspeita, a viúva da vítima. Park Hae-il (“O Hospedeiro”) e a chinesa Tang Wei (“Longa Jornada Noite Adentro”) têm os papéis principais. Exibido na segunda (23/5) na competição principal do Festival de Cannes, o filme será lançado em 29 de junho na Coreia do Sul, mas ainda não ganhou data de estreia no exterior. A produção terá distribuição internacional pela plataforma MUBI, que também disponibilizou seu próprio teaser distinto. Todos os pôsteres e vídeos oficiais podem ser vistos abaixo.

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    Idris Elba é um gênio encantado no trailer da nova fantasia do diretor de “Mad Max”

    20 de maio de 2022 /

    A MGM divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Three Thousand Years of Longing”, que marca a volta do cineasta George Miller ao cinema, sete anos após deixar público e crítica impressionados com “Mad Max: Estrada da Fúria”. A prévia revela a premissa da produção, até então mantida em sigilo, trazendo Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) como um gênio encantado – na verdade, um Djinn – , cuja “lâmpada” mágica vai parar nas mãos de uma viúva solitária vivida por Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), após passar séculos perdida. Enquanto pondera seus três desejos, a mulher conhece a história do gênio, que remete aos contos clássicos das “Mil e uma Noites”. O visual, especialmente durante as cenas de recriação do Oriente exuberante, é de encher os olhos, com muitos efeitos visuais, mas também uma fotografia, cenografia e figurinos refinadíssimos. Escrito e dirigido por Miller (com ajuda da filha Augusta Gore no roteiro), o filme tem sua primeira exibição mundial marcada para esta sexta (20/5) no Festival de Cannes, com a estreia comercial marcada para 1 de setembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.

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    Viola Davis revela que um diretor a chamava pelo nome da empregada

    19 de maio de 2022 /

    Presente no Festival de Cannes para receber uma homenagem, o prêmio Women in Motion, Viola Davis lembrou o preconceito que sofreu ao longo de sua carreira, contando nesta quinta (19/5) que um diretor a chamava pelo nome de sua empregada enquanto filmavam. “Tinha um diretor que me chamava de Louise. Depois descobri que ele me chamava assim porque Louise era o nome de sua empregada. Eu o conhecia há 10 anos”, recordou a atriz durante um painel do evento francês. “Eu tinha uns 30 anos na época, então foi há algum tempo. Mas o que você precisa perceber é que essas microagressões acontecem o tempo todo.” Mesmo com um Oscar no currículo, por “Um Limite entre Nós” (Fences, 2016), a atriz também compartilhou que os papéis que recebe ainda são limitados. “Se eu quisesse interpretar uma mãe cuja família mora em um bairro de baixa renda e meu filho é membro de uma gangue que morreu em um carro, eu poderia fazer isso”, disse. “Mas se eu quisesse interpretar uma mulher a procura de se reinventar, voando para Nice e dormindo com cinco homens, aos 56 anos, teria dificuldades de conseguir o projeto, mesmo sendo Viola Davis.” Ela diz que foi muito rejeitada ao tentar para papéis no passado, preterida por causa de sua raça ou porque o diretor não a achava “bonita o suficiente”. A última razão “realmente me dá nos nervos”, disse Davis. “Isso parte meu coração e me deixa com raiva.” “Muito disso é baseado na raça. Realmente é”, acrescentou Davis sobre ser rejeitada. “Sejamos honestos. Se eu tivesse as mesmas características e fosse cinco tons mais claro, seria um pouco diferente. E se eu tivesse cabelos loiros, olhos azuis e até nariz largo, seria um pouco diferente. Poderíamos falar sobre colorismo, poderíamos falar sobre raça. Isso me irrita e partiu meu coração – em vários projetos, que não vou citar.” Davis está sendo homenageada no Festival de Cannes por sua carreira no cinema e por seu compromisso com os direitos das mulheres e minorias. “Seu talento, trabalho duro, escolha de papéis e a maneira como ela os interpreta lhe renderam os mais altos reconhecimentos da indústria cinematográfica”, explica um trecho do comunicado, lembrando que ela “é uma das poucas personalidades de Hollywood que ganhou um Globo de Ouro, um BAFTA, quatro SAG Awards, dois Tony Awards, um Oscar e um Emmy”. Pierre Lescure e Thierry Frambux, presidente e diretor-executivo do Festival de Cannes, respectivamente, devem entregar o prêmio Women in Motion à atriz com François-Henri Pinault, CEO de da Kering, durante um jantar em Cannes, marcado para 22 de maio.

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    Paulo Miklos é escritor surtado no trailer de “Jesus Kid”

    18 de maio de 2022 /

    A Olhar Distribuição divulgou um novo trailer de “Jesus Kid”, filme escrito e dirigido por Aly Muritiba (premiado no Festival de Veneza por “Deserto Particular”). Baseado no romance homônimo de Lourenço Mutarelli (“O Cheiro do Ralo”), o filme registra o surto de um escritor de westerns de bolso, confinado num hotel e pressionado a criar rapidamente um roteiro cinematográfico sobre sua carreira frustrada. O filme traz Paulo Miklos (“Manhãs de Setembro”) na pele do protagonista, que, em crise de ansiedade, desenvolve paranoia aguda e passa a ver o personagem do filme, o Jesus Kid vivido por Sergio Marone (“Os Dez Mandamentos”), além de vilões por toda a parte. “Jesus Kid” teve sua première virtual no Festival de Gramado do ano passado, quando venceu os troféus de Melhor Direção, Roteiro e Ator Coadjuvante (Leandro Daniel, de “Sentença”). A estreia está marcada para 9 de junho nos cinemas.

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    Zelensky e guerra na Ucrânia marcam abertura do Festival de Cannes

    17 de maio de 2022 /

    A abertura da 75ª edição do Festival de Cannes contou com a participação especial do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que por videoconferência fez uma declaração otimista aos presentes no Palais de exibição dos filmes: “Vamos vencer esta guerra”. Zelensky dirigiu-se à sala repleta de cineastas, imprensa e estrelas das telas com um discurso cheio de referências cinematográficas, de “O Grande Ditador”, de Charlie Chaplin, a “Apocalypse Now”, de Francis Ford Coppola, pedindo o envolvimento de todos. “É necessário que o cinema não fique em silencio”, declarou. “O ódio dos homens passará, os ditadores morrerão e o poder que tiraram do povo retornará ao povo. E enquanto os homens morrerem, a liberdade nunca perecerá. […] Precisamos de um novo Chaplin que prove que o cinema de hoje não é mudo”, disse Zelensky. O presidente ucraniano também lembrou que a Rússia começou sua guerra pela manhã, citando uma famosa frase dita por um militar (Robert Duvall) de “Apocalypse Now”: “adoro o cheiro de napalm pela manhã”. “No dia 24 de fevereiro, a Rússia começou uma guerra de grandes proporções contra a Ucrânia. O cinema não deve se calar. Todos os dias, nós encontramos valas comuns. Eles só matam, matam, matam. Vocês viram Butcha, vocês viram Mariupol. O inferno não é o inferno, a guerra é pior. A responsabilidade é de uma só pessoa”, seguiu Zelensky. “Tenho certeza de que o ditador vai perder”, ele continuou, num discurso de 10 minutos aplaudidíssimo, sem nunca mencionar o presidente russo Vladimir Putin pelo nome, concluindo com um “Glória à Ucrânia”. Além de sua participação, o começo do festival também incluiu referências à guerra na Ucrânia em discursos como o do ator americano Forest Whitaker (de “Pantera Negra”), homenageado com a Palma de Ouro honorária por sua carreira, que mencionou luto por pessoas “forçadas a fugir para a segurança de outras casas por causa de invasões e guerras, como na Ucrânia”, e na mudança de título do filme de abertura. Originalmente chamado de “Z (Comme Z)”, o remake do terrir japonês “One Cut from the Dead” virou de “Coupéz”, porque a letra “Z” se tornou um símbolo da invasão russa. “Meu filme é feito para trazer alegria e sob nenhuma circunstância eu gostaria que fosse associado direta ou indiretamente a essa guerra”, disse o diretor francês Michel Hazanavicius (de “O Artista”), em comunicado anunciando a mudança de nome. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Володимир Зеленський (@zelenskiy_official) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Festival de Cannes (@festivaldecannes)

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    Cannes inicia primeiro festival “pós-pandemia”

    17 de maio de 2022 /

    O Festival de Cannes começa sua 75ª edição nessa terça-feira (17/5), a primeira com todos os eventos marcados para acontecer de forma presencial, após dois anos de pandemia, trocando a ênfase da prevenção da covid por preocupações com a situação na Ucrânia. Começa sem máscaras, mas não sem medo, em meio a boatos e receios bastante difundidos de contaminação – a revista Variety chegou a publicar artigo questionando uma possível explosão de covid devido ao festival. E apenas três meses após o Festival de Berlim acontecer sob um rigoroso protocolo de segurança – como testagem diária, exigência de vacinação e sem festas e eventos públicos. Refletindo a mudança radical de situação, apenas um jornalista internacional participou com máscara da entrevista coletiva de recepção do evento, em que o responsável pela organização, Thierry Frémaux, respondeu a uma única pergunta sobre a política de prevenção do festival. A maior precaução de Frémaux neste ano é a mesma dos últimos anos: evitar contato com o streaming – se possível, lavar as mãos com álcool para evitar ao máximo a transmissão para o festival. Nenhum dos filmes que sua equipe selecionou para as mostras competitivas tem vínculo com a Netflix ou seus rivais – veto iniciado em 2018 e que tornou o Festival de Veneza o favorito das plataformas. Cannes 2022 também colocou em quarentena o Brasil de Bolsonaro. Refletindo o desmonte das políticas de incentivo pelo governo atual, filmes brasileiros ficaram de fora até mesmo do circuito das exibições paralelas oficiais do festival, três anos após “Bacurau” vencer o Prêmio do Júri em Cannes. O evento começa com a exibição fora de competição de “Coupez”, novo filme de Michel Hazanavicius (“O Artista”), uma comédia zumbi que refaz o cult japonês “One Cut of the Dead” em francês. E segue até o dia 28 de maio com cineastas acostumados com premiações, como David Cronenberg, os irmãos Dardenne, James Gray, Cristian Mungiu, Ruben Östlund, Park Chan-Wook, Claire Denis, Valeria Bruni Tedeschi e Kelly Reichard, todos estes disputando a Palma de Ouro com seus novos filmes. Cronenberg já previu que o público não aguentará ver seu longa, “Crimes of the Future”, e espera testemunhar pessoas abandonando a première durante a projeção. O que imediatamente gerou atenção para seu trabalho. Ele é um dos três diretores norte-americanos da competição, junto com James Gray e Kelly Reichard. Neste ano, a maioria dos títulos que vai disputar a Palma de Ouro deste ano vem da Europa. Tem até um filme de cineasta russo, contrariando boicotes políticos de outros festivais devido à guerra na Ucrânia. A lista de Cannes inclui uma obra de Kirill Serebrennikov, que, como aponta a organização, é dissidente e saiu da Rússia para viver em Berlim. A trama, por sinal, seria vetada por Putin, já que aborda a mulher de Tchaïkovski, compositor russo que teria relações com outros homens – a Rússia proíbe filmes de “propaganda gay”. O festival também vai exibir, fora de competição, uma produção angustiante ligada à guerra atual: “Mariupolis 2”, documentário que teve as filmagens interrompidas depois que o diretor lituano Mantas Kvedaravicius foi capturado e assassinado pelo exército da Rússia na cidade ocupada de Mariupol – seis anos antes dela ser destruída por bombas russas. Sessões não competitivas também contemplarão novos filmes de mestres europeus, como o italiano Marco Bellocchio, o francês Oliver Assayas e o ucraniano Sergei Loznitsa, que misteriosamente ficaram fora da competição principal. Apesar disso, as grandes sessões de gala paralelas às disputas de Cannes mantêm sua tradição de ser a extensão hollywoodiana do festival, com sessões cheias de estrelas para atrair o grande público – e a mídia – para Cannes. A première mundial de “Top Gun: Maverick” vai acontecer na Croisette, acompanhada por uma homenagem ao astro Tom Cruise, além do lançamento de “Elvis”, cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann, e “Three Thousand Years of Longing”, a aguardada volta de George Miller após impactar o cinema com “Mad Max: Estrada da Fúria” há sete anos. Fãs de música ainda verão documentários inéditos sobre Jerry Lee Lewis (dirigido por Ethan Coen!) e David Bowie. Além disso, o festival recebe várias mostras paralelas, como Um Certo Olhar, Quinzena dos Realizadores e Semana da Crítica, tem Sessões da Meia-Noite para filmes fantásticos, a mostra Cannes Classics para restaurações, em que será exibida a versão 4k de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha, e até exibições de filmes na praia. E sem esquecer o Marché du Film, o principal mercado europeu do cinema, em que produtores do mundo inteiro buscam negociar contratos de distribuição e parcerias internacionais para suas novas produções. A agitação cinematográfica que começa nesta terça só termina daqui a 11 dias, quando o júri presidido pelo ator francês Vincent Lindon (“Titane”) entregar a Palma de Ouro para o melhor filme do evento. Confira abaixo a lista atualizada dos títulos em competição nas principais mostras do evento. Concorrentes à Palma de Ouro Armageddon Time, de James Gray Boy From Heaven, de Tarik Saleh Broker, de Kore-Eda Hirokazu Close, de Lukas Dhont Crimes of the Future, de David Cronenberg Decision to Leave, de Park Chan-Wook Eo, de Jerzy Skolimowski Frere et Soeur, de Arnaud Desplechin Holy Spider, de Ali Abbasi Leila’s Brothers, de Saeed Roustaee Forever Young, de Valeria Bruni Tedeschi Mother and Son, de Leonor Serraille Nostalgia, de Mario Martone Pacification, de Albert Serra Showing Up, de Kelly Reichardt Stars at Noon, de Claire Denis Tchaïkovski’s Wife, de Kirill Serebrennikov The Eight Mountains, de Felix Van Groeningen e Charlotte Vandermeersch Triangle of Sadness, de Ruben Östlund Tori and Lokita, de Jean-Pierre e Luc Daradenne RMN, de Cristian Mungiu Mostra Um Certo Olhar All the People I’ll Never Be, de Davy Chou Burning Days, de Emin Alper Butterfly Vision, de Maksim Nakonechnyi Corsage, de Marie Kreutzer Domingo and the Midst, de Ariel Escalante Meza Father and Soldier, de Mathieu Vadepied Godland, de Hlynur Palmason Harka, de Lotfy Nathan Joyland, de Saim Sadiq Les Pires, de Lise Akoka e Romane Gueret Mediterranean Fever, de Maha Haj Metronom, de Alexandru Belc More than Ever, de Emily Atef Plan 75, de Hayakawa Chie Rodeo, de Lola Quivoron Sick of Myself, de Kristoffer Borgli The Blue Caftan, de Maryam Touzani The Silent Twins, de Agnieszka Smocynska The Stranger, de Thomas M. Wright The Worst Ones, de Lise Akoka e Romane Gueret War Pony, de Riley Keough e Gina Gammell Quinzena dos Realizadores 1976, de Manuela Martelli A Male, de Fabian Hernández Ashkal, de Youssef Chebbi Continental Drift, de Lionel Baier De Humani Corporis Fabrica, de Véréna Paravel, Lucien Castaing-Taylor Enys Men, de Mark Jenkin Falcon Lake, de Charlotte Le Bom Fogo-Fátuo, de João Pedro Rodrigues Funny Pages, de Owen Kline God’s Creatures, de Anna Rose Holmer, Saela Davis Les Harkis, de Philippe Faucon Men, de Alex Garland (exibição especial) One Fine Morning, de Mia Hansen-Løve Pamfir, de Dmytro Sukholytkyy-Sobchuk Paris Memories, de Alice Winocour Scarlet, de Pietro Marcello The Dam, de Ali Cherri The Five Devils, de Léa Mysius The Green Perfume, de Nicolas Pariser The Mountain, de Thomas Salvador The Super 8 Years, de Annie Ernaux, David Ernaux-Briot The Water, de Elena López Riera Under the Fig Trees, de Erige Sehiri

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    Veja o trailer da versão 4k de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”

    14 de maio de 2022 /

    O produtor Lino Meireles divulgou no YouTube e nas redes sociais o trailer da versão restaurada em 4k de “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, um dos maiores clássicos do cinema brasileiro, que terá première internacional na quarta-feira (18/5), durante o Festival de Cannes. O lançamento da versão 4k completa um ciclo. O filme de Glauber Rocha teve sua première mundial no próprio festival, em 1964. Na época, arrancou tantos elogios da crítica internacional que acabou dando ao Cinema Novo o status de um dos mais importantes movimentos cinematográficos do mundo. A restauração da obra será uma das atrações da seção Cannes Classics, dedicada à preservação do patrimônio cinematográfico mundial. O trabalho de digitalização e remasterização da película em 4k foi comandando por Lino Meireles em parceria com a diretora Paloma Rocha, filha de Glauber Rocha, e realizado na Cinecolor, empresa parceira da Cinemateca Brasileira. A cópia original estava armazenada na Cinemateca, em São Paulo, e consistia de cinco latas de negativos 35mm em perfeitas condições. Por sorte, os rolos não estavam no local que pegou fogo e que guardava parte do acervo de Glauber Rocha, considerado perdido até um relato oficial dar conta do desastre causado pelo incêndio. “Deus e o Diabo na Terra do Sol” segue o vaqueiro Manuel (Geraldo del Rey) e sua esposa Rosa (Yoná Magalhães) em fuga para o sertão, após ele matar um coronel que tenta enganá-lo. No sertão deserto e assolado pela seca, eles encontram duas figuras icônicas: Sebastião (inspirado em Antonio Conselheiro e vivido por Lidio Silva), que se diz divino, e o cangaceiro Corisco (Othon Bastos), que se descreve como demoníaco. Enquanto isso, o mercenário Antonio das Mortes (Maurício do Valle) está em seu encalço. Vale lembrar que o filme ganhou uma sequência, “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” (1969), centrada no personagem Antonio das Mortes. A 75ª edição do Festival de Cannes acontece entre os dias 17 e 28 de maio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lino Meireles (@olinomeireles)

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    Cha Cha Real Smooth: Apple revela trailer do vencedor do Festival de Sundance 2022

    14 de maio de 2022 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer legendado de “Cha Cha Real Smooth”, dramédia indie que venceu o prêmio do público no Festival de Sundance deste ano. Escrito, dirigido e estrelado por Cooper Raiff (“Shithouse”), o filme conta como um jovem recém-formado arranja um emprego de animador de festas infantis e acaba se envolvendo com uma jovem mãe solteira, vivida por Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”). Vale lembrar que o vencedor de Sundance do ano passado, “No Ritmo do Coração”, também foi adquirido pela Apple… e venceu o Oscar de Melhor Filme de 2022. O nome do filme “Cha Cha Real Smooth”, que ganhou o subtítulo nacional de “O Próximo Passo”, vem de um meme americano com uma estátua horrorosa do dinossauro Barney, que começou a ser usado para se referir a alguém que fez algo idiota, geralmente achando que estava arrasando. A estreia em streaming está marcada para o dia 17 de junho.

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    Kang Soo-youn (1966–2022)

    8 de maio de 2022 /

    A atriz Kang Soo-youn, primeira sul-coreana premiada num festival europeu de ponta, morreu no sábado (7/5) em um hospital de Seul, após sofrer uma parada cardíaca e uma hemorragia cerebral. Ela tinha 55 anos. Soo-youn começou a atuar no cinema ainda criança, com 4 anos de idade numa série da emissora local TBC. A estreia no cinema aconteceu aos 11 e abriu uma sucessão de filmes que a transformou numa das atrizes mirins mais populares da Coreia do Sul. Até que, aos 21 anos, ela se reinventou como atriz de dramas adultos, consagrando-se como Melhor Atriz do Festival de Veneza por seu papel em “The Surrogate Womb”, dirigido por Im Kwon-taek. O filme representou uma mudança radical em sua carreira, trocando sua imagem de menina inocente pela de uma adolescente disposta a tudo, que convence um homem em busca de uma barriga de aluguel a contratá-la para engravidar dele por dinheiro. Ao se tornar a primeira sul-coreana reconhecida no Festival de Veneza, ela se transformou numa das maiores estrelas de seu país natal. Dois anos depois, com o cabelo raspado para viver uma monja budista, ela ainda recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Moscou por “Come Come Come Upward”, de Im Kwon-taek, estabelecendo-se como a maior estrela da Coreia do Sul – o que lhe rendeu convites para integrar o júri de festivais importantes, como de Tóquio e o próprio Festival de Moscou. Soo-youn permaneceu uma das atrizes mais ativas do cinema sul-coreano até o final dos anos 1990. Mas depois de “Rainbow Trout” em 1999, ela decidiu priorizar a televisão, afastando-se das telas grandes para estrelar o drama político histórico “Ladies of the Palace” (2001) no canal SBS, que se tornou uma das séries de maior audiência da Coreia do Sul. Nos últimos anos, porém, ela preferiu diminuir o ritmo. Foram apenas cinco longa-metragens neste século, com o último lançado em 2011. Em compensação, de 2015 a 2017, foi co-diretora executiva do Festival de Busan, principal evento de cinema de seu país. Ela estava pronta para retomar sua carreira com “Jung-E”, produção da Netflix dirigida por Yeon Sang-ho (“Invasão Zumbi”).

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    Forest Whitaker será homenageado pelo Festival de Cannes

    5 de maio de 2022 /

    O ator Forest Whitaker (“Pantera Negra”) vai receber um reconhecimento especial por sua carreira no no Festival de Cannes de 2022. Ele será homenageado com a Palma de Ouro honorária deste ano. “O prêmio saúda sua brilhante carreira artística, sua rara personalidade e seu compromisso humanitário”, disseram os organizadores no Instagram oficial do evento. “Estou profundamente emocionado por receber a Palma de Ouro Honorária no 75º Festival de Cannes!”, comentou Whitaker em suas próprias redes sociais. “34 anos atrás, ser nomeado Melhor Ator em Cannes por minha atuação em ‘Bird’ lançou minha carreira internacional – por isso é especialmente significativo retornar para esta honra”, completou, lembrando a data em que venceu seu primeiro prêmio como ator, no Festival de Cannes de 1988. Além de seu troféu em Cannes pelo filme biográfico do músico Charlie “Bird” Parker, dirigido por Clint Eastwood, Whitaker também tem um Oscar de Melhor Ator por “O Último Rei da Escócia” (2006), de Kevin Macdonald. A homenagem ao ator será entregue na abertura do festival, que será realizado de 17 a 28 de maio na Riviera Francesa. A Palma de Ouro honorária é dada a artistas de trajetória profissional impactante. A atriz e diretora Jodie Foster foi a última a receber o prêmio, no ano passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Festival de Cannes (@festivaldecannes)

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    Pôster do Festival de Cannes homenageia “O Show de Truman”

    19 de abril de 2022 /

    A organização do Festival de Cannes divulgou nessa terça-feira (14/4) o pôster oficial de sua 75ª edição, que vai acontecer entre 17 e 28 de maio. O cartaz traz Jim Carrey numa cena do filme “O Show de Truman” (1998). A revelação foi acompanhada por um texto nas redes sociais, que diz: “O tapete vermelho que sobe os degraus para a esperança de estar no centro das atenções. Uma celebração da busca insuperável pela liberdade. Uma jornada ascendente para seguir em frente”. A escolha da cena de “O Show de Truman” também ganhou uma justificativa em comunicado, por “incitar os espectadores não apenas a experimentar a fronteira entre a realidade e sua representação, mas a refletir sobre o poder da ficção, entre manipulação e catarse”. O filme de Peter Weir mostrava um homem comum, que nasceu e cresceu diante das câmeras, sem saber que toda sua vida era apresentada na TV como um grande reality show, visto por milhões de espectadores, e que todos os seus amigos e conhecidos eram atores contratados para o entretenimento do público. Em suas edições mais recentes, os cartazes do festival francês trouxeram imagens icônicas de Marilyn Monroe, Claudia Cardinale, Agnes Varda, um beijo de Jean Paul-Belmondo e Anna Karina, e até Spike Lee, que foi o presidente do júri do ano passado. Além do pôster, foi revelada a programação da mostra paralela Quinzena dos Realizadores, que neste ano não contará com a presença de brasileiros. O mesmo aconteceu com as mostras principais do festival, refletindo o estrago causado pela polícia do atual governo no cinema nacional. A Quinzena dos Realizadores homenageará a cineasta norte-americana Kelly Reichardt e vai apresentar os novos filmes de Alex Garland e Mia Hansen-Løve, entre outros destaques. Des marches qui cheminent vers la révélation. Une célébration poétique de la liberté. Une ascension pour s’avancer vers la promesse d’un renouveau. Du mardi 17 au samedi 28 mai, le Festival de Cannes fête sa 75e édition. Voici l'affiche ! #Cannes2022 ► https://t.co/t3JPgRcNl4 pic.twitter.com/F3ifGv1Py9 — Festival de Cannes (@Festival_Cannes) April 19, 2022 Confira abaixo a lista completa dos filmes selecionados. Scarlet, de Pietro Marcello (Filme de abertura) 1976, de Manuela Martelli The Dam, de Ali Cherri The Super 8 Years, de Annie Ernaux, David Ernaux-Briot Ashkal, de Youssef Chebbi The Five Devils, de Léa Mysius De Humani Corporis Fabrica, de Véréna Paravel, Lucien Castaing-Taylor Continental Drift, de Lionel Baier The Water, de Elena López Riera Enys Men, de Mark Jenkin Falcon Lake, de Charlotte Le Bom Fogo-Fátuo, de João Pedro Rodrigues Funny Pages, de Owen Kline God’s Creatures, de Anna Rose Holmer, Saela Davis Les Harkis, de Philippe Faucon The Mountain, de Thomas Salvador Men, de Alex Garland (exibição especial) Pamfir, de Dmytro Sukholytkyy-Sobchuk Paris Memories, de Alice Winocour Under the Fig Trees, de Erige Sehiri One Fine Morning, de Mia Hansen-Løve A Male, de Fabian Hernández The Green Perfume, de Nicolas Pariser (Filme de encerramento)

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    Festival de Cannes anuncia programação principal sem filmes brasileiros

    14 de abril de 2022 /

    A organização do Festival de Cannes anunciou nessa quinta-feira (14/4) os filmes de sua programação principal de 2022, que serão exibidos entre 17 e 28 de maio no espaço tradicional da Riviera Francesa. Refletindo o desmonte das políticas de incentivo pelo governo Bolsonaro, filmes brasileiros ficaram de fora até mesmo do circuito das exibições paralelas oficiais do festival, três anos após “Bacurau” vencer o Prêmio do Júri do festival francês. A última chance são as seções independentes do evento, como a Quinzena dos Realizadores, Semana da Crítica e Cinéfondation, que ainda não anunciaram seus títulos. No ano passado, “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira, destacou-se na Quinzena dos Realizadores e “Cantareira”, de Rodrigo Ribeyro, ficou em 3º lugar na Cinéfondation – ambos continuam inéditos até hoje nos cinemas do Brasil. A maioria dos filmes selecionados deste ano vem da Europa, mas também há representantes da Ásia e da América do Norte. A programação será aberta pela exibição de “Z (comme Z)”, novo filme de Michel Hazanavicius (“O Artista”), e a disputa pela Palma de Ouro contará com longas dirigidos por cineastas acostumados com premiações, como David Cronenberg, os irmãos Dardenne, James Gray, Cristian Mungiu, Ruben Östlund, Park Chan-Wook, Claire Denis, Valeria Bruni Tedeschi e Kelly Reichard. Apesar dos boicotes de outros festivais ao cinema russo, Cannes incluiu em sua seleção uma obra do russo Kirill Serebrennikov, que é dissidente e saiu do país para viver em Berlim. Fora da competição, ainda serão exibidos filmes bastante esperados pelo grande público. Tom Cruise, que vai receber uma homenagem no evento, acompanhará a première mundial de “Top Gun: Maverick”. Outras sessões de gala estenderão o tapete vermelho para o lançamento de “Elvis”, cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann, e “Three Thousand Years of Longing”, a aguardada volta de George Miller após impactar o cinema com “Mad Max: Estrada da Fúria” há sete anos, além de novos filmes do italiano Marco Bellocchio, do francês Oliver Assayas e do ucraniano Sergei Loznitsa, entre outros. Fãs de música ainda verão documentários inéditos sobre Jerry Lee Lewis (dirigido por Ethan Coen!) e David Bowie. A edição de 2022 será a primeira a acontecer com todos os eventos previstos de forma presencial após dois anos de pandemia. Confira abaixo a programação inicial do evento. Filme de Abertura Z (comme Z), de Michel Hazanavicius Concorrentes à Palma de Ouro Armageddon Time, de James Gray Boy From Heaven, de Tarik Saleh Broker, de Kore-Eda Hirokazu Close, de Lukas Dhont Crimes of the Future, de David Cronenberg Decision to Leave, de Park Chan-Wook Eo, de Jerzy Skolimowski Frere et Soeur, de Arnaud Desplechin Holy Spider, de Ali Abbasi Leila’s Brothers, de Saeed Roustaee Les Amandiers, de Valeria Bruni Tedeschi Nostalgia, de Mario Martone Showing Up, de Kelly Reichardt Stars at Noon, de Claire Denis Tchaïkovski’s Wife, de Kirill Serebrennikov Triangle of Sadness, de Ruben Östlund Tori and Lokita, de Jean-Pierre e Luc Daradenne RMN, de Cristian Mungiu Mostra Um Certo Olhar All the People I’ll Never Be, de Davy Chou Beast, de Riley Koeugh e Gina Gammell Burning Days, de Emin Alper Butterfly Vision, de Maksim Nakonechnyi Corsage, de Marie Kreutzer Domingo and the Midst, de Ariel Escalante Meza Godland, de Hlynur Palmason Joyland, de Saim Sadiq Les Pires, de Lise Akoka e Romane Gueret Metronom,de Alexandru Belc Plan 75, de Hayakawa Chie Rodeo, de Lola Quivoron Sick of Myself, de Kristoffer Borgli The Silent Twins, de Agnieszka Smocynska The Stranger, de Thomas M. Wright Exibições Especiais All That Breaths, de Shaunak Sen Jerry Lee Lewis: Trouble in Mind, de Ethan Coen The Natural History of Destruction, de Sergei Loznitsa Estreias em Cannes Dodoby Panos, de H. Koutras Irma Vep, de Olivier Assayas Nightfall, de Marco Bellocchio Nos Frangins, de Rachid Bouchareb Exibições fora de competição Elvis, de Baz Luhrmann Masquerade, de Nicolas Bedos November, de Cédric Jimenez Three Thousand Years of Longing, de George Miller Top Gun: Maverickby, de Joseph Kosinski Sessões da meia-noite Hunt, de Lee Jung-Jae Moonage Daydream, de Brett Morgen Smoking Makes You Cough, de Quentin Dupieux

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    Documentário sobre a pandemia vence É Tudo Verdade

    11 de abril de 2022 /

    O documentário “Quando Falta o Ar”, das irmãs Ana e Helena Petta, foi o vencedor da 27ª edição do festival É Tudo Verdade, encerrada na noite de domingo (10/4) em São Paulo. O filme sobre a luta contra a covid-19 durante a pandemia, destaca o trabalho de médicas, enfermeiras e agentes de saúde. Outros filmes que deram o que falar na disputa do maior festival sul-americano de documentários foram “Belchior — Apenas um Coração Selvagem”, de Camilo Cavalcanti e Natália Dias, sobre o cantor da MPB, “Adeus, Capitão”, de Vincent Carelli e Tita, sobre o “capitão” Krohokrenhum, líder do povo indígena Gavião (PA), e “Sinfonia de um Homem Comum”, de José Joffily, que recebeu menção honrosa no festival. O longa conta a história de José Maurício Bustani, diplomata brasileiro que foi o primeiro diretor-geral da Organização de Proibição de Armas Química. Na premiação internacional, o vencedor foi “O Filme da Sacada”, em que o diretor polonês Pawel Lozinski entrevista da sacada de seu apartamento, em Varsóvia, pessoas que passam na rua. Na competição de curtas, os premiados foram o brasileiro “Cantos de um Livro Sagrado”, de Cesar Gananian e Cassiana der Haroutiounian, sobre a Revolução de Veludo ocorrida na Armênia, em 2018, e “Como se Mede um Ano?”, do americano Jay Rosenblatt. Os vencedores das competições brasileira e internacional ainda podem ser vistos nesta segunda-feira (11/4) e na terça-feira na plataforma É Tudo Verdade Play. Os premiados também estão qualificados automaticamente para a disputa do Oscar 2023.

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