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  • Filme

    Trailer dramático coloca Anthony Hopkins e Olivia Colman rumo ao Oscar 2021

    14 de setembro de 2020 /

    A Sony Pictures Classics divulgou o primeiro trailer de “The Father”, drama que reúne dois vencedores do Oscar, Anthony Hopkins (“O Silêncio dos Inocentes”) e Olivia Colman (“A Favorita”), e tem première marcada para vários festivais. Acompanhada por vários elogios, a prévia destaca a intenção do filme de buscar espaço na temporada de premiações. Na história impactante, Hopkins interpreta o pai da personagem de Colman e começa a demonstrar sintomas de demência. Confundindo-se com pessoas e situações, ele perde a noção da realidade, mas se recusa a deixar o apartamento onde viveu a vida toda, suspeitando que a filha pretende colocá-lo em um asilo. A sensação de desorientação é aprofundada pela decisão de apresentar a trama sob o ponto de vista do pai. A Academia gosta de premiar intérpretes de doentes e já deu um Oscar para Julianne Moore pelo retrato de uma mulher com Alzheimer, em “Para Sempre Alice”. O elenco da produção ainda inclui Olivia Williams (“Counterpart”), Imogen Poots (“Viveiro”), Mark Gatiss (“Sherlock”), Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”) e Evie Wray (“Sense8”). “The Father” tem direção do dramaturgo francês Florian Zeller (“A Viagem de Meu Pai”), que também escreveu o roteiro com Christopher Hampton (vencedor do Oscar por “Ligações Perigosas”). Exibido no Festival de Sundance, em janeiro, o filme foi ovacionado pela crítica, atingindo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. As premières serão retomadas nesta segunda (14/9) com apresentação no Festival de Toronto, e seguem na sexta (18/9) no Festival de San Sebastian e no próximo fim de semana no Festival de Zurique. A estreia comercial está marcada para 18 de dezembro aos cinemas norte-americanos, mas ainda não há confirmação para o Brasil.

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  • Filme

    Netflix incentiva detratores a verem Lindinhas

    11 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo com bastidores e depoimento da diretora de “Lindinhas” (Cuties/Mignonnes), filme que a própria Netflix polemizou por vacilo de seu marketing. No vídeo, Maïmouna Doucouré, que também escreveu o filme, explica sua intenção com a obra e como se inspirou em sua própria história, em meio ao fogo-cruzado que vem se abatendo sobre ela na internet. Maïmouna Doucouré foi uma das primeiras mulheres negras a vencer o prêmio de Melhor Direção no Festival de Sundance e recebeu elogios rasgados da crítica internacional por seu trabalho – 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – , mas por um equívoco calamitoso da Netflix acabou virando alvo de uma guerra cultural. Um cartaz da plataforma sensualizou as personagens pré-adolescentes da produção e deu outro sentido à obra. A Netflix assumiu o erro e pediu desculpas. Mas isso não arrefeceu campanhas ativas contra a produção na internet, que incentivam quem não o viu a dar “dislikes” e notas baixas em sites como o Rotten Tomatoes, IMDb e Metacritic, além de difundir hashtags pedindo boicotes. A diretora contou que tem recebido até ameaças de morte. Além do vídeo com a diretora, a Netflix também emitiu um novo comunicado junto com o lançamento, que aconteceu nesta sexta (11/9), incentivando os detratores a perceberem que o filme se preocupa com as mesmas coisas que os escandalizam. “‘Cuties’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem – e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme”, diz o texto oficial. Por curiosidade, o filme acabou sendo lançado no Brasil com o título original, “Mignonnes” em francês, após toda a confusão. Mas durante a divulgação inicial, ele ficou conhecido como “Lindinhas” no país. Mudar o título não muda o filme, só mostra que o marketing da Netflix não funciona mesmo como deveria.

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  • Filme

    Diretora de Lindinhas diz ter recebido ameaças de morte por causa do pôster da Netflix

    6 de setembro de 2020 /

    A diretora de “Lindinhas” (Cuties), a francesa Maïmouna Doucouré, diz que recebeu ameaças de morte depois que a Netflix divulgou um pôster americano, que sexualizou as meninas do filme. Em entrevista ao site Deadline, ela contou que só soube do pôster quando ele começou a circular nas redes sociais, acompanhado de mensagens de ódio. “Recebi inúmeros ataques de pessoas que não tinham visto o filme, que pensavam que eu estava realmente fazendo um filme que promovia a hiper-sexualização de crianças”, disse ela. “Tivemos várias discussões depois que isso aconteceu. A Netflix pediu desculpas publicamente e também pessoalmente a mim.” A Netflix realmente divulgou um comunicado em que se desculpou pelo marketing inadequado, mas Doucouré disse que também recebeu uma ligação de Ted Sarandos, o chefão de conteúdo da empresa, pedindo desculpas pessoalmente a ela. Tudo o que aconteceu acabou causando um impacto na cineasta, que não tinha como prever a situação. Quando estreou no Festival de Sundance no início deste ano, “Lindinhas” só recebeu amor e mensagens positivas da crítica, pela forma como abordava temas complexos de forma emotiva e delicada. E Maïmouna Doucouré saiu do festival americano com o troféu de Melhor Direção. “As coisas aconteceram muito rápido porque, após os atrasos, eu estava totalmente concentrada no lançamento do filme na França. Eu descobri o pôster ao mesmo tempo que o público americano”, disse Doucouré ao Deadline. “Foi uma experiência estranha. Eu não tinha visto o pôster até começar a receber todas essas reações nas redes sociais, mensagens diretas de pessoas, ataques a mim. Eu não entendia o que estava acontecendo. Foi quando fui atrás e vi como era o pôster.” No cartaz americano, as quatro garotas principais da produção apareciam em poses sugestivas, em trajes de dança reveladores. A imagem incômoda, chamada de “nojenta” na internet, também era um grande contraste com o pôster francês, que trazia as meninas brincando, enquanto correm pelas ruas. O contraste é gritante e se deve à forma como o marketing americano aderiu justamente àquilo que o filme critica. A produção francesa retrata o esforço de uma pré-adolescente para se integrar com a turma de garotas legais da sua escola para disputar um concurso de dança. O que diferencia a trama das produções similares americanas é que a protagonista é uma menina negra muçulmana de 11 anos, criada numa família de imigrantes senegaleses no bairro mais pobre de Paris, que se encanta com uma vizinha moderna da sua idade. O grupo de meninas a que ela se junta contrasta fortemente com os valores tradicionais de sua mãe, e ela logo se dá conta de sua própria sensualidade através da dança. Com isso, o filme também aborda a hiper-sexualização das garotas pré-adolescentes nos dias de hoje, mas não da forma como o pôster sugeria. Doucouré afirma que “Lindinhas” aborda as pressões das redes sociais sobre as mulheres jovens e que todos poderão perceber sua verdadeira intenção ao assisti-lo. “O amor e a autoestima são construídos por meio de curtidas e seguidores. O que acontece é que as meninas veem imagens de mulheres sendo objetificadas, e quanto mais a mulher se torna um objeto, mais seguidores e likes ela tem – elas veem isso como um modelo e tentam imitar essas mulheres, mas não têm idade suficiente para sabem o que estão fazendo”, comentou. A cineasta mencionou que, após o desastre, nem todas as manifestações em torno do filme desejavam sua morte. Ela recebeu mensagens positivas de quem já tinha visto a produção, que foi exibida também no Festival de Berlim, além de apoio do governo francês. Ela contou que “Lindinhas” impressionou o governo de seu país e será usado como uma ferramenta educacional na França. Tessa Thompson, que interpreta a heroína Valquíria nos filmes da Marvel, foi uma das estrelas que se posicionou ao lado da cineasta, dizendo-se “decepcionada ao ver como o marketing posicionou” o filme. “Eu entendo a reação de todos, mas não tem relação com o filme que vi”, escreveu a atriz nas redes sociais. “‘Lindinhas’ é um filme lindo, que me destruiu no Festival de Sundance. Ele representa uma nova voz na direção. Ela é uma mulher negra senegalesa-francesa extraindo suas próprias experiências”, completou. “Eu realmente coloquei meu coração neste filme. Na verdade, é a minha história pessoal e também a história de muitas crianças que precisam navegar entre uma cultura ocidental liberal e uma cultura conservadora em seus lares”, concordou Doucouré, que de fato é descendente de senegaleses. “Esperamos que entendam que estamos realmente do mesmo lado desta batalha. Se juntarmos forças, poderemos fazer uma grande mudança neste mundo que hiper-sexualiza as crianças”, a cineasta concluiu. O filme estreia na quarta-feira (9/9) em streaming. Compare os cartazes franceses e americanos abaixo.

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    Possessor: Sci-fi do filho de David Cronenberg ganha novo trailer sanguinário

    1 de setembro de 2020 /

    A distribuidora indie Neon divulgou os novos pôster e trailer de “Possessor”, segundo filme escrito e dirigido por Brandon Cronenberg, o filho do cineasta David Cronenberg. A prévia revela a complexa e sanguinária trama da sci-fi tecnológica, em que Andrea Riseborough (“O Grito”) vive uma mulher que entra na cabeça das pessoas – literalmente. Sua personagem é uma agente de uma corporação que usa a tecnologia de implantes cerebrais para habitar o corpo de outras pessoas, levando-as a cometer assassinatos em benefício da empresa. Embora tenha um dom especial para esse trabalho, a experiência é traumática e ela acaba permitindo que seu mais recente drone (Christopher Abbott, de “Ao Cair da Noite”) lute para retomar o controle, com consequências violentas. “Possessor” é o segundo longa do jovem Cronenberg. O primeiro foi “Antiviral”, de 2012. Ambos refletem o começo da carreira de seu pai, lembrando a época em que David Cronenberg era conhecido por tramas de alterações biológicas. Exibido no Festival de Sundance em janeiro, o filme foi bastante elogiado e atingiu 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas os críticos também foram unânimes em avisar que sua brutalidade não é para todos. O novo trailer, por sinal, traz o aviso de que o filme será exibido “sem cortes” (uncut). O elenco também destaca Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Sean Bean (“Game of Thrones”) e Tuppence Middleton (“Sense 8”). A estreia está marcada para 9 de outubro nos cinemas dos EUA e Canadá, mas não há previsão para lançamento no Brasil.

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    The Forty-Year-Old Version: Trailer apresenta comédia indie premiada sobre rapper novata de 40 anos

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “The Forty-Year-Old Version”, comédia indie premiada sobre artista de juventude promissora que se reinventa como rapper aos 40 anos de idade. O filme foi escrito, dirigido e estrelado por Radha Blank, roteirista-produtora de “Ela Quer Tudo”, que pela primeira vez se coloca em posição de destaque diante e atrás das câmeras. Na trama, ela vive sua homônima Radha, uma dramaturga sem sorte de Nova York, que ganhou um prêmio de revelação aos 20 e poucos anos e ainda aguarda ser descoberta aos 40. Reinventando-se como a rapper RadhaMUSPrime, ela busca forças no hip-hop para encontrar sua verdadeira voz. Por ironia, um dos prêmios conquistados por Radha Blank com o filme foi o mesmo da sua personagem, como uma diretora “para se observar”, troféu dado pelo Festival de Palm Springs. Felizmente, o Festival de Sundance reconheceu que Radha é uma diretora que merece reconhecimento já. Com “The Forty-Year-Old Version”, ela venceu o troféu de Melhor Direção no maior festival indie dos EUA, em janeiro passado. Rodado em preto e branco, o filme também traz em seu elenco Reed Birney (“House of Cards”), Peter Y. Kim (“After Forever”), Antonio Ortiz (“High Fidelity”), Haskiri Velazquez (do novo “Saved by the Bell”), T.J. Atoms (“Wu Tang: An American Saga”), Ashlee Brian (“Amador”), Imani Lewis (“Star”) e o estreante Oswin Benjamin. A estreia em streaming está marcada para 9 de outubro.

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    Lindinhas: Netflix pede desculpas por arte inadequada e muda marketing do filme

    20 de agosto de 2020 /

    A Netflix vai refazer a campanha de marketing de “Lindinhas” (Cuties), após as reações negativas despertadas pela arte inicial. Diversas manifestações nas redes sociais reclamaram que o material original promovia a sexualização das protagonistas, um grupo de meninas de 11 anos de idade que fazem parte de um grupo de dança. “Pedimos desculpas pela arte inadequada que usamos para o filme ‘Lindinhas’. Não estava certo, nem representava este filme francês que ganhou um prêmio no Festival de Sundance. Estamos trabalhando para atualizar as imagens e a descrição do filme”, disse a Netflix em nota oficial. A plataforma também tirou as fotos e o pôster originalmente divulgados em sua plataforma de imprensa, mantendo apenas uma imagem, que ilustra este post. Para ver a arte considerada polêmica, confira aqui. Mas antes mesmo da divulgação do cartaz, o filme já vinha sendo bombardeado com notas negativas no IMDb. No caso, devido ao tema. Vale observar que essa reação não reflete a opinião da crítica, que é bastante positiva em relação ao filme e sua abordagem de temas complexos, considerada emotiva e delicada. A produção é francesa e retrata o esforço de uma pré-adolescente para se integrar com a turma de garotas legais da sua escola para disputar um concurso de dança. Dita assim, a premissa parece uma comédia teen típica, mas há muitas diferenças em relação às produções americanas. A começar pela protagonista, uma menina negra muçulmana de 11 anos, criada numa família de imigrantes senegaleses no bairro mais pobre de Paris, que se encanta com a vizinha moderna da sua idade. O grupo de meninas a que ela se junta contrasta fortemente com os valores tradicionais de sua mãe, e ela logo se dá conta de sua própria sensualidade através da dança. Com isso, o filme também aborda a hiper sexualização das garotas pré-adolescentes nos dias de hoje. “Cuties” teve première no Festival de Sundance, no começo do ano, onde a diretora e roteirista Maïmouna Doucouré levou o troféu de Melhor Direção. A estreia vai acontecer em 9 de setembro em streaming. Aproveite e confira o trailer abaixo.

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    Lindinhas: Filme adolescente premiado ganha trailer e vira alvo de campanha de ódio

    18 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “Lindinhas” (Cuties), por enquanto disponível apenas com legendas em inglês. A produção é francesa e retrata o esforço de uma pré-adolescente para se integrar com a turma de garotas legais da sua escola para disputar um concurso de dança. Dita assim, a premissa parece uma comédia teen típica, mas há muitas diferenças em relação às produções americanas. A começar pela protagonista, uma menina negra muçulmana de 11 anos, criada numa família de imigrantes senegaleses no bairro mais pobre de Paris, que se encanta com a vizinha moderna da sua idade. O grupo de meninas a que ela se junta contrasta fortemente com os valores tradicionais de sua mãe, e ela logo se dá conta de sua própria sensualidade através da dança. Com isso, o filme também aborda a hiper sexualização das garotas pré-adolescentes nos dias de hoje. “Cuties” teve première no Festival de Sundance, no começo do ano, onde a diretora e roteirista Maïmouna Doucouré levou o troféu de Melhor Direção. Os críticos aplaudiram (82% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas o tema, inspirado na infância da diretora, causou ira entre os grupos conservadores de ódio que tem bombardeado (sem ter visto) o filme com cotações negativas no IMDb. A arte do pôster tampou ajudou. A Netflix acabou suspendendo o marketing do filme após a divulgação inicial e divulgou uma nota oficial: “Pedimos desculpas pela arte inadequada que usamos para o filme ‘Lindinhas’. Não estava certo, nem representava este filme francês que ganhou um prêmio no Festival de Sundance. Estamos trabalhando para atualizar as imagens e a descrição do filme”. A estreia vai acontecer em 9 de setembro em streaming.

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    Ethan Hawke é o inventor Nicola Tesla em trailer de cinebiografia

    18 de julho de 2020 /

    A distribuidora indie IFC divulgou o pôster e o trailer de “Tesla”, drama biográfico estrelado por Ethan Hawke. Hawke dá vida ao gênio visionário Nicola Tesla, cientista que já foi vivido por Nicholas Hoult em “A Batalha das Correntes” (2017) e David Bowie em “O Grande Truque” (2006). Cada um desses filmes tomou suas liberdades com a história, mas desta vez a produção acrescenta elementos anacrônicos, como computadores, celulares e microfones modernos para apresentar Tesla como o rockstar elusivo da Era Elétrica. O filme foi escrito e dirigido por Michael Almereyda, cineasta que gosta de experimentos cinematográficos e que já comandou Hawke em duas adaptações shakespeareanas passadas em tempos modernos – “Hamlet: Vingança e Tragédia” (2000) e “Cymbeline” (2014). A produção também destaca Eve Hewson (“Robin Hood”) como Anne Morgan, a filha do famoso financista JP Morgan. Ela ainda serve como narradora do filme que, de tempos em tempos, quebra a quarta parede para explicar a mística vida de Tesla e seu legado duradouro. Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”) e o comediante Jim Gaffigan (“Tropa Zero”) completam o elenco como o inventor Thomas Edison e o empresário George Westinghouse, respectivamente. Premiado no Festival de Sundance e com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Tesla” vai chegar para locação digital em 21 de agosto nos EUA.

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    Possessor: Terror elogiado do filho de David Cronenberg ganha trailer sanguinário

    18 de julho de 2020 /

    A distribuidora indie Neon divulgou o pôster e o trailer de “Possessor”, novo filho escrito e dirigido por Brandon Cronenberg, o filho do cineasta David Cronenberg. A prévia não dá muitas pistas da trama, mas é tensa, sanguinária e revela um clima de terror tecnológico. “Possessor” é o segundo longa do jovem Cronenberg. O primeiro foi “Antiviral”, de 2012. Ambos mostram uma inclinação do filho a refletir o começo da carreira do pai, lembrando a época em que David Cronenberg era conhecido por filmes de terror sobre alterações biológicas. A trama é estrelada por Andrea Riseborough (“O Grito”) como uma mulher que entra na cabeça das pessoas – literalmente. Sua personagem é uma agente de uma corporação que usa a tecnologia de implantes cerebrais para habitar o corpo de outras pessoas, levando-as a cometer assassinatos em benefício da empresa. Embora tenha um dom especial para esse trabalho, a experiências é traumática e ela luta para suprimir as memórias e impulsos violentos em seu cotidiano. À medida que sua tensão mental se intensifica, ela começa a perder o controle e logo se vê presa na mente de um homem (Christopher Abbott, de “Ao Cair da Noite”) cuja identidade ameaça aniquilar a sua. Exibido no Festival de Sundance em janeiro, o filme foi bastante elogiado e atingiu 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas os críticos também foram unânimes em avisar que sua brutalidade não é para todos. O elenco também destaca Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Sean Bean (“Game of Thrones”) e Tuppence Middleton (“Sense 8”). A estreia está marcada para “breve”, sem data específica.

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    Relic: Terror elogiadíssimo do Festival de Sundance ganha trailer atmosférico

    13 de junho de 2020 /

    A IFC divulgou o pôster e o trailer do novo terror atmosférico australiano “Relic”, elogiadíssimo durante sua passagem pelo Festival de Sundance, com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama gira em torno de três gerações de mulheres que compartilham uma casa de campo assombrada por uma presença sobrenatural “Relic” é estrelado por Emily Mortimer (“O Retorno de Mary Poppins”) e Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) como mãe e filha, e Robyn Nevin (“Deuses do Egito”) como a avó idosa que está rapidamente sucumbindo à demência. Sua aflição pode ter sido provocada por um fantasma malicioso que parece estar morando na propriedade rural. O filme marca a estreia da cineasta nipo-australiana Natalie Erika James, que também co-escreveu o roteiro. O lançamento está marcado para 10 de julho nos EUA, nos cinemas que estiverem abertos e em VOD.

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    Shirley: Elisabeth Moss vive escritora da Maldição da Residência Hill em trailer de suspense premiado

    10 de maio de 2020 /

    Premiado no Festival de Sundance, o suspense “Shirley”, estrelado por Elisabeth Moss (“O Homem Invisível”), teve o primeiro trailer e pôster divulgados pelo estúdio indie Neon. No filme, Moss interpreta uma escritora perturbada de livros de terror, que encontra inspiração para sua próxima obra quando ela e seu marido convidam um jovem casal a se tornarem seus hóspedes. A história é supostamente baseada num caso real envolvendo a escritora Shirley Jackson, autora de “A Assombração da Casa da Colina” (The Haunting of Hill House), best-seller de 1959 que inspirou a série da Netflix batizada no Brasil de “A Maldição da Residência Hill” (como se Hill fosse nome próprio). O marido é interpretado por Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”) e o casal formado por Odessa Young (“País da Violência/Assassination Nation”) e Logan Lerman (“Hunters”). Com direção de Josephine Decker (“A Madeline de Madeline”) e produção do cineasta Martin Scorsese (“O Irlandês”), “Shirley” será lançado digitalmente em 5 de junho nos EUA e ainda não tem previsão para o Brasil.

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    Premiado nos festivais de Sundance e Berlim, Never Rarely Sometimes Always terá lançamento digital

    27 de março de 2020 /

    Aclamado pela crítica, o drama indie “Never Rarely Sometimes Always”, que foi premiado nos festivais de Sundance e Berlim, terá lançamento digital em 3 de abril. O filme chegou a ter uma estreia limitada em Nova York e Los Angeles no dia 13 de março, pouco antes da pandemia de coronavírus obrigar o fechamento dos cinemas. Mas a segunda etapa de distribuição, mais ampla, nunca saiu do papel. A Focus Features vai disponibilizar o filme para locação digital nos EUA por US$ 19,99 por um período de visualização de 48 horas. O valor é o mesmo cobrado por outros lançamentos que estavam em cartaz quando os cinemas fecharam, como “Homem-Invisível”, “Aves de Rapina”, “Bloodshot” e “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica”, que também chegaram ou estão chegando no comércio digital. Com 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, a obra escrita e dirigida por Eliza Hittman (da série “13 Reasons Why”) traz Sidney Flanigan como uma garota grávida que parte do interior da Pennsylvania para a cidade de Nova York, em busca de auxílio médico para interromper uma gravidez não planejada. Sua única ajuda nessa jornada é sua prima igualmente adolescente, vivida por Talia Ryder. As duas atrizes principais são estreantes em longa-metragem. E não são as únicas estreias notáveis da produção, que traz a cantora Sharon Van Etten em seu primeiro filme. Entre os atores de maior experiência, os destaques são Ryan Eggold (“New Amsterdam”) e Théodore Pellerin (“Boy Erased”). Confira abaixo um trailer da produção.

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    Never Rarely Sometimes Always: Drama indie premiado no Festival de Berlim ganha novo trailer

    8 de março de 2020 /

    A Focus Features divulgou o pôster e o segundo trailer de “Never Rarely Sometimes Always”, drama vencedor do Festival de Sundance, que no sábado passado (29/2) também foi consagrado com o Grande Prêmio do Júri do Festival de Berlim. A prévia capricha no drama, ao acompanhar duas primas adolescentes que partem do interior da Pennsylvania para a cidade de Nova York, em busca de auxílio médico para interromper uma gravidez não planejada. Escrito e dirigido por Eliza Hittman (da série “13 Reasons Why”), “Never Rarely Sometimes Always” traz Sidney Flanigan como a garota grávida e Talia Ryder como sua prima. Ambas são estreantes em longa-metragem e o elenco ainda inclui outra estreante notável: a cantora Sharon Van Etten, em seu primeiro filme. Entre os atores de maior experiência, os destaques são de Ryan Eggold (“New Amsterdam”) e Théodore Pellerin (“Boy Erased”). O filme tem estreia comercial marcada para sexta-feira (13/3) nos cinemas norte-americanos e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

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