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  • Etc

    Antônia Fontenelle terá que pagar nova indenização para Felipe Neto

    9 de maio de 2023 /

    Antonia Fontenelle recebeu uma nova condenação da Justiça por fazer falsas acusações contra os irmãos Felipe Neto e Luccas Neto, num vídeo publicado em 2020. Na época, a influencer utilizou trechos de vídeos dos youtubers e os acusou de pedofilia. Segundo o juiz Samuel de Lemos Pereira, as falas dos irmãos Neto foram retiradas de contexto com o objetivo de lhes atribuir uma conduta grave. Ele ainda lembrou que Fontenelle já havia sido condenada criminalmente pelas falsas acusações em dezembro de 2021. A nova condenação, que correu pela 7ª Vara Cível do Rio, determinou que a atriz terá que pagar R$ 50 mil para cada um dos irmãos por danos morais. A decisão ainda exige a devida correção monetária e o pagamento dos honorários advocatícios. Além disso, Antonia Fontenelle foi obrigada a se retratar publicamente, na mesma plataforma em que publicou o vídeo. Ela também deverá deixá-lo disponível pelo mesmo período. De acordo com Leonardo Ribeiro da Luz, advogado de Felipe Neto, a decisão judicial é “tecnicamente perfeita e muito bem-vinda”. A atriz ainda poderá entrar com recurso. Essas não foram as primeiras condenações da atriz por difamar Felipe Neto. Os crimes começaram após um vídeo de julho de 2020, onde a apresentadora afirmou (sem provas) que teria sido “coagida pelo Youtuber em uma reunião, que este teria tentado lhe aplicar um golpe e que ele já teria estragado a vida de muitas pessoas”. Se engana quem acha que a história parou por aí. Acontece que, em outubro de 2021, Antonia teve que arcar com R$ 63 mil pelo ataque e por chama-lo de “canalha” e “câncer da Internet”. Em dezembro do mesmo ano, ela voltou a ser condenada por ter dito que Felipe Neto e Luccas Neto incentivavam a pedofilia. O caso aconteceu por conta do vídeo citado acima. Na ocasião, a pena foi convertida em prestação de serviços comunitários e lá se foram mais R$ 8 mil. Em novembro de 2022, Antonia Fontenelle recebeu outra condenação num processo movido por Felipe Neto. Desta vez, por sugerir que ele é “sociopata” e faz uso de cocaína. Na ocasião, ficou definido que ela teria que cumprir pena de quase um ano e meio em serviço comunitário, além de pagar uma multa de R$ 20 mil pelo crime de injúria. Já em janeiro, a influenciadora bolsonarista somou mais um ano e nove meses em regime aberto e um multa de R$ 40 mil por três crimes de difamação, um de injúria e outro de calúnia contra o Youtuber. Ela tenta recursos contra as decisões, mas a cada queixa por novas injúrias vem recebendo penas mais duras, na medida em que deixa de ser ré primária.

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  • TV

    Galvão Bueno estreia canal no YouTube com Arnaldo, Casagrande e Tino Marcos

    17 de março de 2023 /

    Galvão Bueno está de volta. Ao se despedir da Globo durante a Copa do Qatar, o locutor lamentou que seu último jogo narrando a seleção brasileira terminasse em derrota, mas aquela fatídica partida não será a última narração de Galvão de uma partida do time canarinho. Depois de 41 anos à frente das transmissões do futebol da TV Globo, Galvão Bueno vai estrear no YouTube no próximo dia 25. A primeira transmissão do Canal GB (obviamente, as iniciais do narrador) mostrará o amistoso entre Brasil e Marrocos. Retomando antigas parcerias de sucesso, o locutor convidou Arnaldo Cézar Coelho, Casagrande e Tino Marcos para estarem ao seu lado durante a estreia do seu canal. Os três deixaram a Globo antes dele: Arnaldo saiu logo após a Copa da Rússia, em 2018, e se aposentou. Tino deixou o canal em 2021, e Casagrande, há menos de um ano. João Pedro Paes Leme publicou o aviso anúncio sobre a novidade em suas redes sociais. A iniciativa acontece graças a uma parceria da CBF com a Play9, empresa de Felipe Neto e João Pedro Paes Leme, que adquiriu os direitos de transmissão das partidas da seleção brasileira para o novo canal de Galvão na internet. A estreia recebeu elogios calorosos de Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, que festeja a chegada de “novos players” ao mercado do futebol brasileiro: “A CBF está orgulhosa em ter a partida do Brasil contra o Marrocos como a primeira transmissão do canal. Quem ganha é o futebol brasileiro e o torcedor brasileiro”.

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  • Etc

    Antonia Fontenelle é condenada por sugerir que Felipe Neto usa drogas

    30 de novembro de 2022 /

    A atriz e apresentadora Antonia Fontenelle foi condenada mais uma vez num processo movido pelo Youtuber Felipe Neto. Desta vez, por sugerir que ele faz uso de cocaína. A pena foi declarada pela 7ª Câmara Criminal do Rio de Janeiro na terça-feira (19/11). Ela terá que cumprir pena de quase um ano e meio em serviço comunitário, além de pagar uma multa de R$ 20 mil pelo crime de injúria. De acordo com a decisão do juiz Rudi Baldi Loewenkron, da 34ª Vara Criminal do TJ-Rio, Antonia cometeu os crimes ao chamar o Youtuber de “sociopata” e afirmar que ele “não usa drogas em serviço”. É curioso notar que essas não foram as primeiras condenações da atriz por difamar Felipe Neto. Os crimes começaram após um vídeo de julho de 2020, onde a apresentadora atacou afirmou (sem provas) que teria sido “coagida pelo Youtuber em uma reunião, que este teria tentado lhe aplicar um golpe e que ele já teria estragado a vida de muitas pessoas”. Em outubro de 2021, Antonia teve que arcar com R$ 63 mil pelo ataque e por chama-lo de “canalha” e “câncer da Internet”. Em dezembro do mesmo ano, voltou a ser condenada em 1ª instância na 39ª Vara Criminal do Rio por ter dito que Felipe Neto e Luccas Neto incentivavam a pedofilia. A pena foi convertida em prestação de serviços comunitários e lá se foram mais R$ 8 mil. Em janeiro deste ano, a influenciadora bolsonarista somou mais um ano e nove meses em regime aberto e um multa de R$ 40 mil por três crimes de difamação, um de injúria e outro de calúnia contra o Youtuber. Ela tenta recursos contra as decisões, mas se enfrentar queixas por novas injúrias deverá receber penas mais duras, na medida em que deixa de ser ré primária.

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  • Etc

    Hacker invade Koo de Felipe Neto: “Será processado”

    19 de novembro de 2022 /

    Um dos incentivadores da troca do Twitter pelo Koo, o influenciador Felipe Neto teve seu perfil na plataforma indiana invadido por um hacker. “Sim, galera. Invadiram o meu Koo. Algum ‘hackerzinho’ quis fazer graça e deixou todos os rastros e, por isso, será processado criminalmente pelo que fez”, informou Felipe na própria plataforma. Na sequência, o influencer contou que entrou em contato com a equipe do Koo, que informou trabalhar para resolver o problema. “Até lá, pode ser que o hacker poste alguma coisa por aqui. Não se preocupem, vai ter justiça sendo feita”, completou Felipe Neto. A plataforma indiana também se posicionou em relação ao caso. “Nossa equipe relaxou um pouco a segurança e o hacker usou essa falha”, explicou. Após pedir desculpas pelo ocorrido, a página oficial do Koo no Twitter também garantiu que todos os dados estão seguros na plataforma. O app indiano está passado por uma grande atualização após atrair o interesse dos brasileiros, que estão abrindo milhares de perfis na rede após boatos do fim do Twitter. O público nacional adorou o nome do Koo, fazendo intermináveis trocadilhos. Neste sábado (19), o Koo passou a ser o app gratuito mais baixado nas duas principais lojas de aplicativo do Brasil, a Play Store (do sistema Android, do Google) e a App Store (do iOS, da Apple). Para atender a invasão brasileira, a plataforma fez uma postagem anunciando que a rede social ganhará uma versão em português nos próximos dias, permitindo que “brasileiros publiquem em sua língua e em inglês em uma só tela”.

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  • Reality,  TV

    Felipe Neto critica defesa de Jade no paredão do BBB 22: “Jogo baixo”

    7 de março de 2022 /

    Em apenas 30 segundos, Jade Picon sabotou suas chances de permanecer no “BBB 22” por mais algumas semanas. O discurso da influencer para se defender do paredão desmobilizou os amigos famosos e quem melhor sintetizou a situação foi outro influencer, Felipe Neto. Logo após a exibição ao vivo do programa na rede Globo, o youtuber usou seu perfil no Twitter para criticar a estrategista do “quarto Lollipop” por dizer que pretende doar o prêmio de R$ 1,5 milhão caso vença o jogo. “Eu era terceira via nesse paredão porque Jade e Arthur geram entretenimento… Mas depois do ‘me deixem na casa q vou doar o prêmio pra 5 instituições’ sou #FORAJADE com força total. Jogo baixo. Inaceitável.”. Ele ainda ressaltou: “Desculpa… Usar doação do prêmio como moeda de troca para pedir para ficar no ‘BBB’ é, pra mim, absolutamente inaceitável”. Felipe Neto também gravou um vídeo no Instagram contra o discurso de Jade, em que argumentou: “Ganha o programa, não avisa ninguém e depois você doa, aí você fala que doou, se você quiser, para incentivar outras pessoas”. O influencer ainda ressaltou que o vencedor do reality pode conquistar um rendimento muito maior que a própria premiação em contratos publicitários. “Usar caridade para ganhar um programa, onde você sabe que vai ganhar muito mais (do que R$ 1,5 milhão) com publicidade, é uma das coisas mais baixas que eu já vi”, apontou. “Só pra concluir o assunto, pros fãs da Jade falando ‘não, mas ela disse desde o início que ela ia doar’. Uma coisa é você falar que vai doar uma premiação antes de começar o programa. Outra coisa é você ter 30 segundos para se defender e usar isso como motivo para te deixarem na casa. Isso é usar a caridade como moeda de troca. ‘Me deixem na casa porque vou doar o dinheiro’. E isso é baixo. Então, enfim, era só pra concluir: Fora Jade”, completou. O mais incrível é que até o irmão da influencer, Leo Picon, concordou. “Concordo 100% com você”, ele ponderou, em resposta a Felipe Neto. “Acho que inseguranças e nervosismo fazem pessoas agirem de maneiras conturbadas.. reprovo essa atitude dela com força, mas sei que isso não reflete o caráter e as reais intenções dela”, acrescentou Leo. Brincando com o fato de que a maioria das pessoas concordou com seu posicionamento, Felipe Neto ainda tripudiou: “Pô Jade, olha a merda, tu fez mó galera concordar com aquele bosta do Felipe Neto”. Nesta semana, Jade apareceu pela primeira vez no paredão do “BBB 22” por atender o Big Fone no sábado (5/3). Ao receber a notícia de que estava na berlinda, ela mesma puxou para acompanhá-la seu maior rival no jogo, Arthur Aguiar, que é o favorito do público no reality show. Como a rivalidade entre os dois é o que mais movimenta o programa, havia uma campanha incipiente para convencer o público a eliminar o terceiro nome da disputa, que acabou sendo Jessilane Alves, indicada pelo líder Pedro Scooby. Mas como apontou o youtuber, essa iniciativa foi implodida pelo discurso da lollipopper. Confira abaixo os 30 segundos usados por Jade para defender sua permanência no “BBB 22” e a reação de Felipe Neto. Jade Picon defende sua permanência na casa do #BBB22 Arthur Aguiar, Jade Picon ou Jessilane: quem você quer eliminar? ✅ VOTE! → https://t.co/i7TO80172b #RedeBBB pic.twitter.com/Um4VoHTvyC — Big Brother Brasil (@bbb) March 7, 2022 Desculpa… Usar doação do prêmio como MOEDA PRA PEDIR PRA FICAR no BBB é, pra mim, absolutamente inaceitável. — Felipe Neto 🦉 (@felipeneto) March 7, 2022 Eu era terceira via nesse paredão pq Jade e Arthur geram entretenimento… Mas depois do “me deixem na casa q vou doar o prêmio pra 5 instituições” Sou #FORAJADE com força total. Jogo baixo. Inaceitável. — Felipe Neto 🦉 (@felipeneto) March 7, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Felipe Neto 🦉 (@felipeneto) Pô Jade, olha a merda, tu fez mó galera concordar com aquele bosta do felipe neto — Felipe Neto 🦉 (@felipeneto) March 7, 2022

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    Antonia Fontenelle é condenada a serviço comunitário por calúnia contra Felipe Neto

    19 de janeiro de 2022 /

    A atriz Antonia Fontenelle foi condenada a pena de um ano e nove meses de detenção em regime aberto e ao pagamento de indenização no valor de R$ 40 mil por três crimes de difamação, um de injúria e outro de calúnia contra o youtuber Felipe Neto. A decisão é do juiz Rudi Baldi Loewenkron, da 34ª Vara Criminal do TJ-Rio, que substituiu a pena privativa de liberdade por duas penas de prestação de serviços à comunidade ou à entidade pública. Publicado ontem, o documento relata que a apresentadora cometeu, por três vezes, o crime de difamação contra Felipe Neto ao afirmar sem provas, em vídeo divulgado no dia 24 de julho de 2020, que teria sido “coagida pelo Youtuber em uma reunião, que este teria tentado lhe aplicar um golpe e que ele já teria estragado a vida de muitas pessoas”. Ainda no mesmo vídeo, ela chamou Felipe Neto de sociopata, caracterizando o crime de injúria. Ela também divulgou pelo YouTube que Felipe Neto teria afirmado que “não usa drogas em serviço”, dando a entender que ele é usuário de drogas fora do serviço, caracterizando o crime de calúnia. Em depoimento, durante a instrução processual, a atriz confirmou as falas do vídeo, mas disse que se tratava de uma brincadeira. Esta não é a primeira condenação de Fontenelle por calúnia contra Felipe Neto. Ela já foi multada e acumulou horas de serviços comunitários a cumprir por ofensas pessoais e por associar o YouTuber e seu irmão Lucas Neto ao crime de pedofilia. Apesar disso, ainda é considerada ré primária, pois recorre das condenações iniciais. Ela também deve recorrer da sentença atual, que foi em primeira instância. Só após transitar em julgado em todas as instâncias recursais, um juiz da vara de execuções penais determinará onde a atriz vai cumprir a pena de serviços comunitários e quando deverá pagar a indenização. Mas após a primeira condenação em definitivo, deixa de ser primária e passa a correr o risco de cumprir as sentenças na prisão. Fontenelle enfrenta outros processos de Felipe Neto por calúnia.

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    Antonia Fontenelle é condenada por ataque ofensivo a Felipe e Luccas Neto

    16 de dezembro de 2021 /

    A atriz e apresentadora Antonia Fontenelle foi condenada por três calúnias, duas difamações e uma injúria contra os youtubers Felipe Neto e Luccas Neto, após sugerir que os irmãos incentivavam a pedofilia. A condenação em 1ª instância na 39ª Vara Criminal do Rio de Janeiro foi de um ano de prisão em regime aberto, mas a pena foi convertida para prestação de serviços comunitários e multa de aproximadamente R$ 8 mil. Ela foi condenada por divulgar um vídeo editado e insinuar falsamente que os irmãos eram pedófilos. Mais que uma ofensa, o objetivo era abalar a credibilidade e os negócios dos irmãos, que trabalham com público infantil e juvenil. Em sua sentença, o juiz Ricardo Coronha Pinheiro disse que Fontenelle sabia que o vídeo que usou para atacar os youtubers era editado, mesmo assim divulgou as fake news e ainda proferiu xingamentos. Em junho, quando soube que os irmãos entraram na Justiça, Fontenelle ainda xingou Felipe Neto de “moleque, covarde e mal caráter”, segundo a descrição do processo. Felipe Neto comemorou a sentença nas redes sociais: “A bolsonarista foi condenada a 1 ano de detenção por me associar com p*d0f*l1a, além do meu irmão. A justiça vai sendo feita. Ninguém faz ideia das coisas que eu passei esse ano. Ninguém”. Visivelmente emocionado, ele afirmou: “Eu estou muito feliz. A sensação, sério, é que saiu um piano das costas. É saber que todo mundo vai saber que eu estava certo e quem estava errado. E tem mais, eu desejo tudo de melhor para essa pessoa, de verdade. Eu não quero vingança, não quero te ver presa, eu não quero te ver em uma cadeia, quero que você pague pelos crimes que você cometeu, todos consolidados pelo juiz. Quero que você pague por eles, óbvio. Mas eu desejo que você seja feliz”. A defesa de Antonia Fontenelle afirmou que vai recorrer da decisão, apontando que Fontenelle praticava a liberdade de expressão e buscava iniciar uma discussão sobre os limites do entretenimento juvenil. A sentença, entretanto, é clara: “Ora, a vontade de ofender é por demais nítida no caso tratado neste feito, muito longe de expressar a vontade de provocar uma mera discussão. Quem imputa a outro falsamente a prática de pedofilia, ou que instiga a pedofilia, efetivamente tem a vontade de ofender. Que outro propósito tem senão ofender, quando se chama alguém de ‘moleque, covarde e mau caráter’, bem como ‘pagando boqu*** numa garrafa de vidro'”. Esta já é a terceira condenação da atriz por ofensas contra Felipe Neto em 2021. Segundo a equipe do YouTuber, a apresentadora teria um ano de serviços comunitários e mais de R$ 200 mil reais de pena a ser cumprida. Ela pretende recorrer de todas as sentenças. Num Stories publicado no Instagram, ainda tripudiou: “Não deve cantar vitória antes da hora. O processo não está vencido. Depois vai ter motivo para chorar. O grande vexame”.

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    Antonia Fontenelle é condenada por injúria contra Felipe Neto

    2 de outubro de 2021 /

    A atriz e youtuber Antonia Fontenelle foi considerada culpada pelo crime de injúria contra Felipe Neto e condenada a pagar R$ 63 mil. O caso se refere a uma postagem de julho de 2020 no Instagram. Na época, a apresentadora chamou Felipe Neto de “canalha” e “câncer da internet”. De acordo com a sentença do 9º Juizado Especial Criminal, da Barra da Tijuca, no Rio, além da multa, Antonia deve arcar também com os custos do processo. No Instagram, Felipe Neto comemorou a decisão. “Grande dia. Eu falei pra vocês que eles cairiam um por um. Essa é a primeira condenação criminal nos processos que abrimos contra esta senhora bolsonarista. As coisas que ela disse, as associações da minha imagem com pedofilia e uso de drogas, as ofensas, são imperdoáveis. Decidimos dar a ela a chance de provar o que disse na justiça, mas já no primeiro processo ela não conseguiu. Agora vamos aguardar os outros”, escreveu. Antonia Fontenelle informou à imprensa que irá recorrer da decisão. No mês passado, ela foi indiciada pelo crime de preconceito e racismo após ter feito comentários sobre DJ Ivis, preso por agredir a ex-mulher, Pamella Holanda. Na ocasião, a youtuber utilizou expressões como “esse paraíbas” e “paraibada”, que foram consideradas preconceituosas. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Felipe Neto (@felipeneto)

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    Felipe Neto e Marcelo Adnet ajudam Botafogo a contratar lateral Rafael

    8 de setembro de 2021 /

    O youtuber Felipe Neto e o comediante Marcelo Adnet ajudaram o Botafogo financeiramente a contratar um jogador de futebol badalado, o lateral Rafael, ex-Manchester United. O contrato terá duração de três anos, e o anúncio oficial será feito em breve. Os torcedores ilustres ajudaram o time a chegar ao valor de luvas pedido pelo atleta. A entrada do clube no mercado de tokens também foi decisiva na modelagem financeira da negociação. A negociação começou na semana passada. Na terça-feira, 31 de agosto, o presidente do Botafogo, Durcesio Mello, recebeu de um influenciador a informação de que Rafael tinha proposta do Fluminense, mas que mantinha o sonho de jogar em General Severiano. Ele, então, acionou o CEO Jorge Braga e o diretor de futebol Eduardo Freeland, além de fazer contato com o agente Matheus Braga, um dos representantes do jogador. As conversas começaram e, já na quarta-feira, Rafael se animou – publicando nas suas redes sociais que “o sonho de criança vai ser realizado”. Argumentando que o clube não poderia repetir erros do passado – e gastar além de sua capacidade – , Braga pediu um estudo ao diretor comercial do clube, Lenin Franco, para identificar os recursos que a chegada de Rafael poderia gerar ao programa Camisa 7 de sócio-torcedor e em produtos comerciais. A primeira conversa informal foi animadora, mas na madrugada de sexta-feira, quando o Botafogo enviou uma proposta por escrito, o valor não chegava à metade nas luvas. Rafael baixou sua pedida e deu ao Botafogo prazo curto para responder. Depois de nova correria para viabilizar a diferença, os dirigentes decidiram ser criativos e buscar apoio financeiro entre torcedores ilustres. O empresário e youtuber Felipe Neto emprestou R$ 250 mil e se empenhou pessoalmente em arrumar mais recursos. O humorista Marcelo Adnet também compareceu. Com a colaboração de alguns outros botafoguenses, o clube conseguiu assegurar o montante necessário e viabilizar a negociação. Em seu Instagram, o jogador deu o sinal de que vestirá o número 7 e será o grande ativador do programa de sócio-torcedor alvinegro, batizado justamente de Camisa 7. Rafael foi revelado pelo Fluminense e virou jogador do Manchester United aos 18 anos, em 2008. Ele permaneceu no clube inglês até 2015. De lá foi para o Lyon, na França, onde ficou por mais cinco anos. Na última temporada, estava no Istambul Basaksehir, da Turquia.

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    Meus Prêmios Nick divulga indicados e recebe críticas de influenciadores

    3 de agosto de 2021 /

    O canal pago Nickelodeon anunciou a lista dos indicados às 22 categorias da premiação Meus Prêmios Nick deste ano. São várias categorias com nomes em inglês, o que é curioso em se tratando de um prêmio infantil. O que mais chamou atenção, porém, foi a forma como a divulgação foi recebida com protestos de influenciadores. Apesar do prêmio ser brasileiro, o grupo musical sul-coreano BTS é quem tem o maior número de indicações: 5. E é seguido por Now United e Olivia Rodrigo, empatados em 4 categorias. Os artistas brasileiros aparecem em seguida, com Anitta, Giulia Be, Juliette (do BBB 21), Lagum, Maisa e Manu Gavassi com 3 indicações cada. A votação é aberta ao público e pode ser feita pelo site oficial, pelo Twitter (com a hashtag do indicado seguida por #MPN) e pelo Instagram (via comentário em qualquer post da @nickelodeonbr com a hashtag do indicado seguida por #MPN). As categorias, os indicados e as hashtags podem ser conferidos no site oficial da premiação (https://www.meuspremiosnick.com.br/). Entre os protestos que acompanharam a divulgação, o mais ruidoso foi de Lucas Rangel, que usou seu Twitter para reclamar da indicação a Ship do Ano por seu namoro com Lucas Bley e ainda lamentar a premiação. “Os Meus Prêmios Nick (a pseudo premiação) nunca me colocou em nenhuma categoria anteriormente, e agora que tô namorando quer vir fazer vibe e me colocar em shipper do ano? Me poupe. Não permiti minha imagem, e o Lucas também não permitiu a dele”, escreveu Rangel. “Todos os anos falei como essa premiação é comprada e fake, e continuo com esse pensamento. Dou até amanhã pra tirarem eu e meu namorado do site”, acrescentou. Lucas acusou a Nick de estar fazendo uso de Pink Money, ou seja, quando a marca se aproveita de uma causa LGBTQIAP+ para se promover, sem realmente se engajar. “É muito fácil não enaltecer meu trabalho por anos. Sabendo muito bem da grandiosidade das minhas redes. E querer me aparecer com shipper do ano porque sou um casal LGBTQ. Pink money me usando não amor, vaza”, completou. O protesto acabou ecoado por outros dois importantes influencers, que comentaram os tuítes de Lucas Rangel. “Prêmio mais constrangedor do Brasil. Participei um ano pra nunca mais”, escreveu Felipe Neto. “A premiação onde quem divulgar mais vence, me parece muito justo mesmo…”, considerou Felipe Castanhari. Prêmio mais constrangedor do Brasil. Participei um ano pra nunca mais. — Felipe Neto (@felipeneto) August 2, 2021 A premiação onde quem divulgar mais vence, me parece muito justo mesmo… 😒 — Felipe Castanhari (@FeCastanhari) August 2, 2021 Jurou. Todos os anos falei como essa premiação é comprada e fake, e continuo com esse pensamento. Dou até amanhã pra tirarem eu e meu namorado do site. — rangel (@LucasRanngel) August 2, 2021 É muito fácil não enaltecer meu trabalho por anos. Sabendo muito bem da grandiosidade das minhas redes. E querer me aparecer com shipper do ano pq sou um casal lgbt. Pink money me usando não amor, vaza — rangel (@LucasRanngel) August 2, 2021

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    Felipe Neto recebe ameaça de policial militar

    9 de junho de 2021 /

    Felipe Neto usou o Twitter, nesta quarta-feira (9/6), para denunciar uma suposta ameaça de morte de um policial militar do Rio de Janeiro. Segundo o youtuber, a ameaça foi publicada em sua timeline depois dele ter compartilhado uma publicação falando sobre o número de vítimas da Covid-19 no Brasil no período de um dia, comparando o índice com outros países. “Essa foi a mensagem que um Policial Militar do Rio de Janeiro me mandou, após eu postar o número de mortos por Covid no Brasil e no mundo. Tomarei as providências. Ele tem um fuzil na mão. Eu não consigo descrever o que é ser vítima disso”, escreveu o youtuber. Na imagem compartilhada, a mensagem atribuída ao policial faz referência às mortes de vítimas da doença e afirma: “Pena que não levou você, seu esquerdista babaca”. Vale lembrar que Felipe Neto já sofreu ameaças físicas na porta das sua casa, em São Paulo. Na época, homens acompanhados de um carro de som foram até a entrada do condomínio onde o youtuber mora. Um deles, que se identifica como “Cavallieri, o guerreiro de Bolsonaro”, apareceu no Twitter segurando um fuzil, ao lado de crianças assustadas, ameaçando o influenciador. “É, Felipe Neto. A gente vai se encontrar em breve. Eu quero ver se tu é macho. (…) Eu quero ver tu tirar onda comigo. Teus seguranças não me intimidam, não, irmão, que aqui também o bonde é pesado.” Com 63 milhões de seguidores, Felipe Neto virou alvo de bolsominions por criticar o governo do capitão reformado Jair Bolsonaro. Além de ataques pessoais, ele também está sendo vítima de uma campanha de calúnias e até acusações falsas e investigações ilegais por parte da polícia. Bom galera, essa foi a mensagem que um Policial Militar do Rio de Janeiro me mandou, após eu postar o número de mortos por Covid no Brasil e no mundo. Tomarei as providências. Ele tem um fuzil na mão. Eu não consigo descrever o que é ser vítima disso. pic.twitter.com/T0wvXWOQ8q — Felipe Neto (@felipeneto) June 9, 2021

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    Justiça considera ilegal investigar Felipe Neto por chamar Bolsonaro de genocida

    12 de maio de 2021 /

    A ação aberta pela Polícia Civil do Rio contra o youtuber Felipe Neto, por chamar o presidente Jair Bolsonaro de “genocida”, tornou-se oficialmente ilegal nesta quarta (12/5). A juíza Gisele Guida de Faria, da 38ª Vara Criminal do TJ do Rio, mandou arquivar a investigação pelo entendimento de sua flagrante ilegalidade. A decisão atendeu ao pedido feito pelos advogados de Felipe, que já haviam conquistado a suspensão do procedimento em caráter liminar. O cancelamento agora é definitivo. Em sua decisão, a magistrada listou diversas questões para considerar o procedimento ilegal. Reforçou que não caberia ao delegado da Polícia Civil do Rio, Pablo Dacosta Sartori, a responsabilidade pelo caso, assim como não poderia o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, ser responsável pelo pedido de abertura do inquérito. O delegado à frente da investigação era o mesmo que, em 2020, abriu na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) inquérito contra o influenciador digital por “corrupção de menores”, que não deu em nada. Desta vez, o suposto caso de enquadramento de Felipe na Lei de Segurança Nacional só poderia ser feito pela polícia federal. Outro problema de “flagrante ilegalidade” foi o delegado aceitar denúncia de Carlos Bolsonaro, porque elenão integra o Ministério Público, não é militar responsável pela segurança interna, nem é Ministro da Justiça, portanto não poderia exigir investigação em nome do presidente da República. Além disso, Gisele Guida de Faria também reconheceu que a manifestação de Felipe está de acordo com a liberdade de expressão e manifestação, como forma de externar a sua revolta diante do número de mortos pela Covid-19 no país. “Não se vislumbra a necessária motivação e objetivos políticos, destinados a vulnerar as instituições e o próprio Estado, no fato de o paciente, um conhecido influenciador digital, ter adjetivado o Presidente da República de ‘genocida’, ao manifestar sua indignação com as milhares de mortes decorrentes da Covid-19 no Brasil e seu profundo descontentamento com a forma com que o Chefe do Executivo Federal vem tratando as questões relativas à pandemia”, argumentou a juíza, que atendeu a manifestação do MP do Rio. O promotor responsável pelo caso já tinha se manifestando afirmando se tratar de uma investigação ilegal, que deveria ser arquivada. A decisão também é um reconhecido judicial do autoritarismo da família Bolsonaro, flagrada numa iniciativa para se colocar acima das leis e das “quatro linhas” da Constituição para constranger, perseguir e buscar censurar aqueles que considera inimigos. “A decisão proferida hoje pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro restabelece, ainda que depois de muito desgaste, a verdade e a justiça. Desde o início ficou claro que o objetivo era apenas me intimidar, me silenciar. É um escândalo que esse absurdo esteja acontecendo no Brasil. O Poder Judiciário felizmente vem agindo contra a perseguição político-ideológica que muitas pessoas estão sofrendo”, disse Felipe Neto, em comunicado. Vale lembrar que, além de Felipe Neto, Carlos Bolsonaro também anunciou que processaria Bruna Marquezine pelo mesmo motivo, num tuíte de mau-gosto em que publicou uma foto da atriz nua. Apesar da iniciativa de Carlos Bolsonaro ter como alvo duas ocasiões em que o presidente Jair Bolsonaro foi chamado de genocida na internet, só o Google registra mais de 1,2 milhão de resultados para a pesquisa “Bolsonaro genocida” nesta quarta-feira (12/5). VITÓRIA OFICIAL!!! ACABOU! Justiça arquiva investigação contra mim por ter chamado o presidente de genocida. Gostaria de dedicar essa vitória ao Carluxo (@CarlosBolsonaro), pois não teria sido possível sem ele. Um grande beijo.https://t.co/9p5CCmVksE — Felipe Neto (@felipeneto) May 12, 2021

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    Cala a Boca Já Morreu: Felipe Neto lança movimento pela liberdade de expressão

    18 de março de 2021 /

    Após ser investigado ilegalmente pela polícia civil por chamar Jair Bolsonaro de genocida, o Youtuber Felipe Neto lançou nesta quinta-feira (18/3) o movimento “Cala a Boca Já Morreu”, para garantir a defesa gratuita de pessoas que forem investigadas por criticarem o governo Bolsonaro. Integrado inicialmente pelos advogados Augusto de Arruda Botelho, Davi Tangerino e Beto Vasconcelos, o movimento vai atuar no âmbito de ações criminais, cíveis e administrativas. A iniciativa foi anunciada poucas horas após a Justiça do Rio conceder liminar suspendendo as investigações contra Neto, iniciadas pela Polícia Civil a pedido do vereador Carlos Bolsonaro por o Youtuber dizer o que muitos pensam sobre o presidente, e após um grupo de manifestantes de Brasília ser detido pela Polícia Militar por protestar com faixas contendo a mesma declaração. Ambos os casos estariam sendo enquadrados na Lei de Segurança Nacional, um vestígio da ditadura militar, sem provocação do Ministério Público e sem atuação da Polícia Federal, que seria a responsável legal pelas investigações. Em comunicado, Felipe Neto ressalta que o “Cala a Boca Já Morreu” se propõe a lutar contra o autoritarismo e pela defesa da liberdade de expressão dos brasileiros. “O Cala a Boca Já Morreu será um grupo da sociedade civil que vai lutar contra o autoritarismo e que será movido pelo princípio de que quando um cidadão é calado no exercício do seu legítimo direito de expressão, a voz da democracia se enfraquece. Não podemos nos calar. Não podemos deixar que nos calem e não vamos”, afirmou o Youtuber. Os serviços de defesa do “Cala a Boca Já Morreu” poderão ser utilizados por qualquer investigado que não tiver acesso a serviços de advogados, que poderá requisitar assistência legal a partir da página do site do projeto, ainda a ser lançada. O movimento também foi inspirado pela decisão da juíza Gisele Guida de Faria que determinou o fim da investigação contra Neto, após ele ser intimado a dar depoimento na Polícia Civil. A juíza apontou que, pelo enquadramento na Lei de Segurança Nacional, não cabe à Polícia Civil do Rio de Janeiro dar o encaminhamento às investigações, mas sim à Polícia Federal. Ela destacou, ainda, que, por se tratar de “crime praticado contra a honra do Presidente da República”, a apuração somente poderia ter se iniciado a partir de provocação do Ministério Público, de autoridade militar responsável pela segurança interna ou pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública e, portanto, não poderia ter sido instaurada por iniciativa do vereador Carlos Bolsonaro. Segundo Neto, a decisão demonstra que ainda vivemos numa democracia. “Eu sempre confiei nas instituições e essa decisão só confirma que ainda vivemos em uma democracia, em que um governante não pode, de forma totalmente ilegal, usar a polícia para coagir quem o crítica”, apontou. A decisão judicial ainda levou os deputados federais Ivan Valente (SP) e Talíria Petrone (RJ), da bancada do PSOL na Câmara, a entrarem com representação contra o delegado responsável pelo inquérito, Paulo Dacosta Sartori, o mesmo que, em 2020, já tinha aberto na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) uma investigação contra Neto por “corrupção de menores”. Nas redes sociais, Valente justificou a ação ao dizer que “indícios apontam que o delegado abusa de prerrogativas p/ (sic) proteger a família Bolsonaro”. “O que está havendo é uma atividade de improbidade administrativa e de abuso de autoridade por parte de poderes que não têm poder. Esse delegado precisa ser investigado pela Corregedoria do Rio de Janeiro. Ele viola todos os princípios da legalidade, da imparcialidade, da moralidade. Mais do que nunca é preciso botar um freio nesses arroubos autoritários, que não é um problema só do delegado, mas vem de cima, como do Ministério da Justiça do próprio Presidente da República”, afirmou o deputado. O documento foi endereçado à Corregedoria da Polícia Civil do Rio e ao Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Rio (Gaesp) e pede a instauração de procedimento para investigar a conduta do delegado e garantir que ele não possa mais atuar em queixas encaminhadas por membros da família Bolsonaro. Os deputados argumentam que Sartori fere o Art. 37 da Constituição, que determina impessoalidade, legalidade e moralidade a ocupantes de cargos da administração pública, e se enquadra no ato de improbidade administrativo, previsto na Lei de Improbidade Administrativa, de 1992, e na Lei de Abuso de Autoridade, de 2019.

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